Nandressa Nuñez
trajetória profissional teve início como assistente de cenografia, trabalhando ao lado do renomado cenógrafo e figurinista Raul Belém Machado, no Palácio das Artes, em 1998, na ópera La Traviata. Desde então, acumulou em seu currículo mais de 50 óperas, incluindo Don Giovanni, O Barbeiro de Sevilha, Aida, Il Guarany, Turandot, Lohengrin, Andrea Chenier, Carmen, Madame Butterfly, Rigoletto, Gianni Schicchi, La Bohéme, Romeu e Julieta, La Cambiale di Matrimonio, entre outras.
Em 2003, assumiu a função de Diretora de Palco no Festival de Ópera do Theatro da Paz, sendo responsável por todas as direções de palco do Festival até 2006, bem como pelas óperas Il Guarany, em 2007, e Don Pasquale, em 2008. No Theatro Municipal de São Paulo, iniciou sua carreira como assistente de produção de Eliane Lax e posteriormente se tornou produtora executiva de diversas óperas, incluindo Olga (estreia mundial em outubro de 2006), João e Maria (dezembro de 2006) e A Italiana em Argel (junho de 2007).
Em 2007, assumiu a Direção de Produção do Festival Internacional de Ópera da Amazônia, atuando nessa função por quatro edições, de 2007 a 2010. Em 2011, foi convidada a produzir as óperas de reabertura do Theatro Municipal de São Paulo, onde exerceu o cargo de Produtora Executiva da ópera O Meninos e os Sortilégios. Essa mesma produção recebeu oito indicações ao Prêmio Carlos Gomes, tendo conquistado seis prêmios, incluindo o de "Melhor espetáculo de ópera".
Em reconhecimento à sua relevante atuação na cultura do Estado do Pará, Nandressa Nuñez recebeu, em 2012, a Comenda "Cidadão Pará" da Assembleia Legislativa do Pará. Em 2019, assumiu novamente a Direção de Produção do Festival de Ópera do Theatro da Paz.

