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  • Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima

  • O Da Paz | Theatro da Paz

    O Theatro da Paz localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 130 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. "O Da Paz" O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica. Belém foi considerada “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso, a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães, que dá início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scala de Milão (Itália). Foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, tem características grandiosas, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro. Localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 147 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. Próximos Espetáculos To play, press and hold the enter key. To stop, release the enter key. Programação Completa Visitas Guiadas Acesse Festival de Ópera Acesse A Amazônia Jazz Band Acesse Acompanhe as últimas notícias! Acesse A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Acesse Dúvidas? Fale conosco! Nome Sobrenome Email Telefone Mensagem Enviar Agradecemos a sua mensagem! Contato Avenida da Paz S/N +55 91 3252-8602

  • Últimas Notícias

    PESQUISA Últimas Notícias Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz 23 de nov. de 2025 #festivaldeopera Botão Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra 16 de dez. de 2024 OSTP Botão Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz 26 de nov. de 2024 CULTURA Botão Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz 21 de nov. de 2024 OSTP Botão Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes 12 de nov. de 2024 OSTP Botão Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba 6 de nov. de 2024 AJB Botão 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 ... 17

  • Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ

    Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos

  • Programação | Theatro da Paz

    Acompanhe os próximos espetáculos no Theatro da Paz. Programação Múltiplas datas Ópera "La Traviata" - XXV Festival de Ópera do Theatro da Paz Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 5 dias para o evento Centro de Dança Ana Unger apresenta: Maria e Chiquita Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 13 dias para o evento Os Mambembes Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 47 dias para o evento Fafá de Belém - O Musical Mais informações Saiba mais 70 dias para o evento Um Encontro com Chopin com Álvaro Siviero Mais informações Saiba mais

  • Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS | Theatro da Paz

    < Volte Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 13 de mai. de 2024 Apresentação será no próximo dia 15, no Theatro da Paz. Os ingressos têm o preço simbólico de R$ 2,00. Pede-se a contribuição de material de limpeza No próximo dia 15 de maio, às 20h, o Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma fusão musical única e solidária. A renomada Amazônia Jazz Band receberá o maestro Rui Carvalho, líder da Amazonas Band, para um concerto especial em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A iniciativa é promovida pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Sob a batuta de Rui Carvalho, maestro titular da Amazonas Band, o concerto será uma celebração da música brasileira e internacional, com arranjos cuidadosamente selecionados para proporcionar uma experiência inesquecível aos espectadores. Além disso, o saxofonista Ênio Prieto, também da Amazonas Band, será destaque como solista, adicionando seu talento ao espetáculo. O programa incluirá obras icônicas de artistas como Gilberto Gil, Antonio Carlos Jobim, Adil de Paula Zuzuca e John Fedchock, com arranjos elaborados pelo próprio Rui Carvalho e pelo Maestro Branco. Entre as peças selecionadas estão clássicos como "O Morro Não Tem Vez", "Dindi" e "Chega de Saudade", que certamente tocarão os corações do público presente. Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, enfatiza que o concerto terá 95% de regência de Rui Carvalho, com uma música sendo regida por ele mesmo e outra por Ênio Pietro, primeiro sax alto e assistente da Amazonas Band. Coutinho destaca a oportunidade de o público apreciar o repertório e a linguagem musical trabalhada por Rui Carvalho na Amazonas Band. “Será um concerto que traz 90% de arranjos do maestro Rui Carvalho e composições também do maestro. Então, a plateia do Da Paz, o público da AJB, vai ter oportunidade de apreciar um espetáculo que envolve, justamente, esse repertório que vem diretamente da linguagem trabalhada por esse grande maestro na Amazonas Band. Então, o público terá oportunidade de ouvir um pouco do trabalho já de anos e com muita experiência desse grande maestro”, afirmou o maestro Elias. Ênio Pietro, reconhecido como um dos grandes saxofonistas brasileiros, além de solista em várias músicas, regerá uma peça emblemática arranjada pelo renomado maestro Branco, figura importante no movimento de big bands no eixo Rio - São Paulo. Espera-se grandes solos desse talentoso músico durante o concerto. Além de oferecer uma noite de música excepcional, o concerto também visa arrecadar materiais de limpeza para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As enchentes já afetaram mais de 2 milhões de pessoas devido ao excesso de chuvas, deixando uma marca de devastação e necessidade. Os ingressos serão vendidos simbolicamente por R$ 2,00 cada, com a opção de compra de até dois ingressos por pessoa. Além disso, pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas. Serviço: Ingressos acessíveis a apenas R$ 2,00 (dois reais) cada, a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto. Pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul. Texto: Úrsula Pereira - Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/54079/concerto-solidario-une-amazonia-jazz-band-e-amazonas-band-em-apoio-as-vitimas-do-rs Anterior Próximo

  • Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” | Theatro da Paz

    < Volte Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) 21 de fev. de 2024 Aconteceu na noite desta terça-feira (20), no Foyer do Theatro da Paz, a primeira edição do projeto Leitura Dramática com o espetáculo "Lapsus", que conta com dramaturgia de Mário Zumba e direção de Marton Maués da A Cia. 2 de Teatro. A iniciativa é do Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e idealizador do projeto, "Leitura Dramática” é uma forma de apresentar uma peça teatral, na qual os atores, em vez de encenar a história com figurinos e cenários completos, priorizam a interpretação dos diálogos e a expressão emocional dos personagens. “Esta primeira edição foi um sucesso e não poderia ser diferente, já que tivemos Lapsus, este belíssimo texto que nos emocionou bastante. Amamos ver a nossa casa cheia e estamos muito felizes”, destacou. O Projeto Lapsus nasceu da leitura informal que os atores Marton Maués e Mário Zumba faziam para amigos que visitavam a casa do Marton. A intenção era mostrar o texto recém escrito pelo Mário - a partir de um argumento proposto pelo Marton - para ver qual seria a reação dos ouvintes. E as respostas eram surpreendentes. Ao final da leitura as pessoas estavam sempre emocionadas com a história ouvida e estabelecia-se, naturalmente, uma conversa a respeito dos assuntos tratados no texto. As percepções dos participantes eram extremamente pertinentes apontando caminhos/aspectos valiosos para a montagem do espetáculo. Os atores perceberam que aqueles encontros poderiam tornar-se algo mais elaborado sendo feito na casa de quem os convidasse. Assim, em janeiro de 2023 foi lançada a proposta e logo surgiram os convites. Depois de mais de 40 apresentações em residências, jornadas pedagógicas, centros culturais, pousadas, livrarias e quintais, já tendo sido levado a diversas cidades, finalmente Lapsus chega ao Theatro da Paz para uma apresentação que causou muita emoção nos espectadores. “Coroamos Lapsus neste ambiente lindo e tão emblemático para a cultura que é o nosso Theatro da Paz. Revisitar a trajetória desta relação, relembrando momentos de afeto e mágoa na busca de uma redenção foi um momento único para a gente e a participação do público foi incrível. Vida Longa ao Leitura Dramática!”, afirmou Marton. O drama, premiado no Edital Obras Literárias/2023 da Fundação Cultural do Pará, tem uma duração aproximada de 35 minutos e é recomendado para maiores de 16 anos. Mário Zumba e Marton Maués atuam juntos na trama que retrata a relação entre um idoso com Alzheimer e seu filho, que havia sido expulso de casa na juventude por sua orientação sexual e agora retorna para cuidar do pai. Ana Cardoso, já tinha assistido ao espetáculo e resolveu vir ao Theatro da Paz em busca da emoção sentida na sessão anterior. “Me viciei nesse choro emocionado. Vim em busca dele da experiência e a encontrei. A iniciativa de trazer leituras interpretativas para este espaço foi realmente um presente para todos nós e abrir com este espetáculo tinha que ser casa cheia”, afirmou Ana”. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51620/leitura-dramatica-do-theatro-da-paz-apresenta-lapsus-de-mario-zumba Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de mar. de 2024 A entrada para o espetáculo é gratuita O Theatro da Paz recebe, às 20h, desta quinta-feira, 28, o concerto sinfônico: "Concerto Especial de Páscoa", que promete encantar o público com uma seleção de obras emblemáticas e que serão conduzidas pela maestrina convidada Maria Antonia Jiménez. A entrada para o espetáculo é gratuita, mediante retirada de até 2 unidades por pessoa pelo site Ticket Fácil a partir das 9h do dia do concerto, ou na bilheteria do Theatro da Paz a partir das 18h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM). O concerto especial contará com a participação do renomado Coro Carlos Gomes e da solista Clara Nascimento, que brilhará com sua flauta transversal. A regente Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua paixão e maestria na condução de orquestras, compartilhou sua expectativa para o momento. "Reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz é sempre um privilégio. Eu sempre fico muito agradecida pelo convite. Fazer isso uma vez por ano é algo que me traz muita felicidade e gratidão", expressou a maestrina. O programa do concerto incluirá obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours". A maestrina destaca o caráter positivo e o astral envolvente desta sinfonia, escolhida especialmente para esta ocasião. Em seguida, a talentosa solista Clara Nascimento se juntará à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade. A parceria entre Clara e a orquestra promete uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional do concerto será a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach. Esta obra, repleta de profundidade espiritual, oferecerá um momento de reflexão e contemplação para o público presente. A maestrina Jiménez enfatiza a importância deste momento, onde a plateia poderá acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão. "Essa será a nossa singela maneira de desejar uma feliz Páscoa para todos, repleta de paz e sabedoria", compartilha a maestrina sobre a mensagem que desejam transmitir com este concerto especial. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes prometem uma noite inesquecível, repleta de música sublime que eleva a alma. Este é um evento que não apenas celebra a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. Programa: F. J. Haydn (1732 - 1809) Sinfonia Nº 82, "L'Ours" - Vivace assai - Allegretto - Menuetto - Vivace assai C. Chaminade (1857 - 1944) Concertino pour flûte, op. 107 Solista: Clara Nascimento Intervalo J. S. Bach (1685 - 1750) Christ lag in Todes Banden BWV 4 - Sinfonia - Versus 1. Christ lag in Todes Banden - Versus 2. Den Tod niemand zwingen kunnt - Versus 3. Jesus Christus, Gottes Sohn - Versus 4. Es war ein wunderlicher Krieg - Versus 5. Hier ist das rechte Osterlamm - Versus 6. So feiern wir das hohe Fest - Versus 7. Wir essen und leben wohl Serviço: A entrada é franca e os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, pelo site www.ticketfacil.com.br e a partir das 18h na bilheteria do TP. Duas unidades por pessoa/CPF. Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52740/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-apresentam-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de mar. de 2024 Na noite desta quinta-feira (28), o Theatro da Paz foi palco de um espetáculo emocionante com a apresentação do "Concerto Especial de Páscoa". Sob a condução da maestra convidada Maria Antonia Jiménez, o evento proporcionou uma experiência musical inesquecível, repleta de obras emblemáticas que tocaram profundamente o coração do público. A plateia, que teve acesso gratuito, testemunhou a magia da música clássica durante o concerto, que contou com a participação do Coro Carlos Gomes e da talentosa solista Clara Nascimento, que encantou a todos com sua brilhante performance na flauta transversal. A maestrina Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua habilidade em regência, expressou sua gratidão. "É sempre um privilégio reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Este concerto foi lindo e pela reação da plateia, acredito que alcançamos nosso objetivo, já que este é o nosso presente de Páscoa para todos”, compartilhou a maestrina sobre sua participação no concerto. Ana Maria Abreu, de 62 anos, expressou sua emoção após o concerto: "Foi uma noite simplesmente maravilhosa! A música, a atmosfera, tudo estava perfeito. Fiquei emocionada do início ao fim. Foi um presente para nossas almas", finalizou. O programa do concerto incluiu obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours", que elevou os espíritos da plateia desde o primeiro compasso. Em seguida, Clara Nascimento se juntou à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade, proporcionando uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional da noite foi a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach, que ofereceu um momento de profunda reflexão e contemplação para todos os presentes. A maestrina Jiménez destacou a importância deste momento, onde a plateia pôde acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão, transmitindo uma mensagem de paz e sabedoria para a temporada de Páscoa. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes proporcionaram uma noite inesquecível, repleta de música que tocou as almas dos espectadores, celebrando não apenas a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. O concerto foi uma realização do Governo do Pará em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz). Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52839/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-encantam-o-publico-com-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo

  • Carnaval Sinfônico: Uma Fusão de Ritmos e Emoções tomam conta do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Carnaval Sinfônico: Uma Fusão de Ritmos e Emoções tomam conta do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de fev. de 2024 Nesta quinta-feira (8), às 20h, o Theatro da Paz vai receber o tradicional Carnaval Sinfônico, garantindo ao público uma programação repleta de alegria, com clássicos do gênero, extraídos de um repertório tipicamente brasileiro. Sob a regência do Maestro Agostinho Fonseca Jr., a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), usando trajes festivos e fantasiados de personagens emblemáticos do cinema e da história mundial, promete uma apresentação repleta de surpresas e muita emoção para o público que habitualmente frequenta a casa. A ideia é resgatar o encantamento dos tradicionais bailes de carnaval, compondo um mix de canções e marchinhas que fizeram história, encontrando eco entre os apreciadores mais experientes, ao mesmo tempo em que traz informações para novas plateias. O concerto é realizado desde 2015 e para 2024, vai trazer um um repertório diversificado, com músicas amplamente conhecidas e celebradas, tanto nacional quanto internacionalmente. O maestro Agostinho Fonseca Jr. compartilha um pouco sobre as obras que compõem a programação da noite de quinta. "O repertório que será apresentado nesse concerto são músicas, a maioria delas amplamente conhecidas, músicas da Chiquinha Gonzaga, bem famosa no Carnaval mesmo, músicas do Zequinha de Abreu, ‘Tico Tico no Fubá’, também dispensa comentários, ‘Aquarela do Brasil’, do Ary Barroso, também outra música clássica brasileira, samba, o Carnaval tem essa conexão para a gente com o samba", explicou. Destaque também para a participação do solista Joas Saraiva, no oboé, com "Venice op. 20 for oboe and string orchestra", e da cantora Naieme, na emocionante interpretação de "Casa da viúva Costa". Além das tradicionais composições brasileiras, o programa inclui obras de compositores paraenses, como Waldemar Henrique, e estrangeiros, como Darius Milhaud. Fonseca Jr. destaca ainda a riqueza e a influência dessas obras em seu contexto. "Essa interseção muito bem, essa conexão do que é uma música sinfônica, mas também utilizando os temas populares brasileiros, inclusive, apesar de eles não serem brasileiros, no caso o Dários Milot", disse. O maestro ressalta a importância da tradição do Carnaval Sinfônico para a OSTP, mencionando a nostalgia e os bons sentimentos que essas músicas despertam, não só nele, mas também no público. "Espero que desperte nas pessoas bons sentimentos assim como é para mim, de lembrança, de nostalgia ou de alegria, que é uma das funções da música, despertar emoções nas pessoas”. Em relação aos desafios musicais enfrentados pela orquestra, Fonseca Jr. destaca a importância de encarar cada música com dedicação e cuidado, tendo sempre a preocupação de proporcionar a melhor experiência ao público presente. "Em todas as músicas, a gente tem que olhar sempre com muito cuidado, com muito zelo e tentar extrair com o máximo cuidado", defendeu o maestro. Com ingressos à venda a preços acessíveis e a promessa de uma noite repleta de música, alegria e emoção, o Carnaval Sinfônico promete encantar e surpreender todos os presentes, reforçando a versatilidade e a excelência da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Serviço: Os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e custarão R$2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . A ação é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 31 de ago. de 2024 O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP O Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma das óperas mais icônicas de Giacomo Puccini, Gianni Schicchi, durante o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. Sob a batuta da renomada maestra Ligia Amadio, a produção será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, sempre às 20h, prometendo encantar o público paraense com uma obra repleta de humor, intrigas e críticas sociais. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), e vem com uma programação interessante e com títulos contrastantes. Gianni Schicchi é a terceira parte do tríptico operístico de Puccini, composto em 1918, que inclui também as óperas Il Tabarro e Suor Angelica. O Festival de Ópera do Theatro da Paz já realizou todas as três óperas que compõem o Il Trittico. A última vez que Gianni Schicchi foi montada no festival foi em 2007. Em 2019, foi a vez de Suor Angelica e, em 2021, Il Tabarro. Agora, em 2024, o festival traz uma nova montagem de Gianni Schicchi. Baseada em um episódio da Divina Comédia de Dante Alighieri, a trama de Gianni Schicchi gira em torno de um ardiloso camponês que, convocado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba se beneficiando da situação com sagacidade e ironia. A ópera é conhecida por sua mistura de comédia e crítica à avareza, além de trazer uma das árias mais famosas de Puccini, "O mio babbino caro". “A ária “O mio babbino caro”, momento em que Lauretta trata de convencer seu pai (Gianni Schicchi) a ajudar a família de seu namorado (Rinuccio) a solucionar o problema do testamento, é uma melodia das mais conhecidas e amadas, não só nessa ópera, mas entre todas as óperas de todos os tempos. Eu não preciso fazer nada em especial, já que Puccini, em sua arte magistral, estruturou a ópera de forma que este leitmotiv, que aparece em outras ocasiões, realize a costura necessária para alinhavar a dramaturgia e realçar os contrastes anímicos e expressivos”, explicou Lígia Amadio. Este ano, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz será palco de um marco histórico: pela primeira vez em seus 23 anos de existência, uma mulher assumirá a batuta para reger uma ópera no festival. Ligia Amadio, uma maestra de renome internacional, traz ao Theatro da Paz sua vasta experiência e sensibilidade para conduzir Gianni Schicchi. Esta montagem promete ser uma das grandes atrações do festival, destacando a maestria de Amadio em interpretar a vivacidade e engenhosidade dessa obra-prima de Puccini. “Trabalhar no Theatro da Paz é para mim uma experiência única e irrepetível.Tive o privilégio de apresentar-me neste templo da Arte uma única vez em minha vida, no ano de 1986, na comemoração do sesquicentenário de nascimento de Carlos Gomes, como cantora do Coral da Universidade de São Paulo, na célebre apresentação da Orquestra Sinfônica de Campinas e de grande elenco, na ópera Il Guarany, regida por Benito Juarez, e tendo como protagonistas a Niza de Castro Tank (Cecilia) e Ivo Lessa (Peri). Agora, quase quarenta anos depois, contando com uma carreira internacional relevante, volto a pisar este palco sagrado carregando a responsabilidade e o privilégio de ser a primeira mulher a reger uma ópera do Theatro da Paz...com isso pontuo minha carreira com mais uma importantíssima conquista, não só para mim, mas para todas as mulheres regentes”, finalizou a maestra. Com uma carreira extensa e brilhante, Amadio já passou por importantes teatros e orquestras ao redor do mundo. Sua condução de Gianni Schicchi trará uma nova dimensão à obra de Puccini, evidenciando as sutilezas e a profundidade emocional que caracterizam o trabalho do compositor italiano.“Gianni Schicchi é uma obra de grande dificuldade de coordenação. É uma ópera com permanentes mudanças de tempo e de caráter, com andamentos muito rápidos em que 14 solistas interatuam, muitas vezes todos ao mesmo tempo. Nesse sentido, é uma obra de dificuldades únicas, mas que apresenta um resultado maravilhoso e surpreendente, consumado pela genialidade de Puccini”, explicou a maestra. Dione Colares, diretora artística do festival, destaca a importância de trazer obras contrastantes como Gianni Schicchipara o público paraense. "O festival deste ano foi pensado para oferecer ao público uma experiência rica e variada, com títulos que contrastam em estilo e emoção. Gianni Schicchi traz leveza e humor ao repertório, oferecendo um equilíbrio ao lado das outras produções mais dramáticas. Queremos proporcionar uma verdadeira imersão no mundo da ópera, e a presença de uma obra como esta, com uma equipe tão talentosa, é fundamental para atingirmos esse objetivo", afirma Colares. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua a tradição de promover grandes produções operísticas em Belém, valorizando a riqueza cultural e a importância do gênero no cenário artístico nacional. Além de Gianni Schicchi, o festival apresenta um repertório variado, com o objetivo de atrair tanto os amantes da ópera quanto novos públicos, consolidando o Theatro da Paz como um dos principais centros de produção operística do país. Os ingressos para as apresentações de Gianni Schicchi já estão disponíveis na bilheteria do teatro e pelo site oficial. Com direção musical de Ligia Amadio, essa produção promete ser uma experiência única, celebrando a genialidade de Puccini e o talento dos artistas envolvidos, em um dos mais belos teatros do Brasil. Não perca a oportunidade de vivenciar essa obra-prima da ópera em uma montagem que promete emocionar e divertir o público paraense. A história de Gianni Schicchi A ópera, que se passa na cidade de Florença, no século XIII, conta a história de uma família nobre que, ao descobrir que o patriarca Buoso Donati deixou toda a sua fortuna para um convento, se vê desesperada para reverter o testamento. Para isso, recorrem ao astuto Gianni Schicchi, um camponês conhecido por sua inteligência e habilidade em lidar com situações difíceis. Schicchi, percebendo a oportunidade de se beneficiar da situação, aceita ajudar, mas com um plano próprio em mente. Fingindo ser o falecido Buoso Donati, ele dita um novo testamento aos notários, garantindo que a maior parte da fortuna seja destinada a si mesmo, para o desespero e a frustração da família. Com uma trama repleta de humor, ironia e uma crítica afiada à ganância, Gianni Schicchi é a única ópera cômica de Puccini e se destaca por sua vivacidade e engenhosidade. O ponto alto da ópera é a famosa ária "O mio babbino caro", cantada por Lauretta, filha de Schicchi, que implora ao pai que a ajude a se casar com o jovem Rinuccio. Esta ária tornou-se uma das mais populares do repertório operístico mundial, conhecida por sua melodia lírica e profundamente emotiva. Figurino com joias de Isabella Blanco A produção de Gianni Schicchi de Giacomo Puccini, enfatiza o lado cômico da trama e traz um destaque especial para as joias criadas pela designer Isabella Blanco, que colaborou estreitamente com o figurinista Fernando Leite. Isabella Blanco, conhecida por seu trabalho de joalheria autoral, dedicou dois meses de pesquisa para capturar a essência dos anos 1940. Inspirada pela moda e joalheria do período da Segunda Guerra Mundial, ela criou peças únicas para os personagens Zita, Nella, Ciesca, Lauretta e Gianni. As joias foram confeccionadas a partir de botões antigos, garimpados em uma das mais tradicionais lojas de aviamentos de Madrid, o Almacén de Pontejos, e transformados em broches, braceletes, colares e chokers. Além dos botões, Isabella incorporou broches originais das décadas de 1940 e 1950, montados em estruturas de prata com banhos de ouro amarelo 18k e ródio. De acordo com Isabella, para completar os trajes, ela também garimpou brincos autênticos da época em feiras de antiguidades e lojas vintage na Europa. “As joias não apenas complementam os figurinos, mas também refletem a personalidade dos personagens. Por exemplo, Lauretta, uma jovem romântica e recatada, usa uma tiara ornamentada com botões de pérolas e cristais translúcidos, enquanto Gianni Schicchi, de natureza traiçoeira, exibe um broche em formato de serpente na lapela. Cada peça foi cuidadosamente escolhida para adicionar camadas de significado à narrativa, convidando o público a descobrir mais sobre os personagens durante a apresentação”, finalizou. Ligia Amadio Ligia Amadio é uma das mais destacadas regentes brasileiras da atualidade. Notabilizou-se internacionalmente por sua reconhecida exigência artística, seu carisma e suas vibrantes performances. Sua atuação estende-se por: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Croácia, Cuba, Eslovênia, Estados Unidos, França, Islândia, Israel, Itália, Japão, Holanda, Hungria, Líbano, México, Peru, Portugal, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Tailândia e Venezuela. Premiada no célebre Concurso Internacional de Tóquio (1997) e no II Concurso Latino-Americano para Regentes de Orquestra em Santiago do Chile (1998), em 2001 recebeu o prêmio “Melhor Regente do Ano” no Brasil, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Ligia Amadio atuou como regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica Nacional entre 1996 e 2009. Por seu dedicado labor na direção da OSN, recebeu o título de "Cidadão Niteroiense", em 2003, e a Comenda da Ordem do Mérito da Cidade de Niterói, no grau de Grande Oficial, em 2005. Entre 2000 e 2003, ocupou a função de regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina. Em 2003, recebeu os prêmios Lira à Excelência e Raízes, devido a seu trabalho à frente dessa orquestra. Em 2009, Ligia Amadio desempenhou-se como diretora artística e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo laureada com a Medalha Carlos Gomes, concedida pela Câmara Municipal daquela cidade. De 2009 a 2011, desempenhou-se como regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP). Em 2011, Ligia Amadio foi indicada para o prêmio Carlos Gomes em duas categorias, por seu trabalho à frente da OSUSP, e, em 2012, foi finalmente premiada na categoria “Regente”, “pelo excelente trabalho com a Orquestra Sinfônica da USP”. Entre 2010 e 2014, ocupou a direção titular e artística da Orquestra Filarmônica de Mendoza. Para todos esses cargos, Ligia Amadio foi eleita pelos integrantes das respectivas orquestras. Em 2014, exerceu o cargo de regente titular da Orquestra Filarmônica de Bogotá, realizando uma temporada completa dedicada à Música do Século XX. Regeu um total de 42 concertos aclamados pelo público e pela crítica especializada, devotados à música contemporânea. Em 2016, foi eleita pelos músicos para o cargo de regente titular na Orquestra Sinfônica de Santa Fe, na Argentina, e na Orquestra Filarmônica de Montevidéu, no Uruguai. A partir de 2017, assumiu o cargo de regente titular e diretora artística da Filarmônica de Montevidéu. Sua discografia reúne 11 CDs e 5 DVDs, à frente da Sinfônica Nacional, da Sinfônica da Rádio e Televisão Eslovenas e da Sinfônica de Mendoza, na Argentina. Entre eles, destaca-se a realização da coleção Música Brasileira no Tempo. Ligia Amadio iniciou sua formação musical aos cinco anos de idade sob a orientação da professora Maria Cristina da Ponta Fiore. Realizou estudos regulares no Colégio Dante Alighieri e, após haver concluído o curso de Engenharia de Produção na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em 1985, realizou o Bacharelado em Música – com habilitação em regência – e o Mestrado em Artes na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). No Brasil, seus principais mentores foram Henrique Gregori, Eleazar de Carvalho, H. J. Koellreutter e Almeida Prado. Sua formação também incluiu os mais importantes cursos internacionais de regência orquestral: Accademia Chigiana(Itália), International Bartók Seminar (Hungria), Wiener Meisterkurse für Musik (Áustria), International Opera Workshop (República Tcheca), Peter the Great InternationalWorkshop (Rússia), Curso Interamericano para Jovens Diretores de Orquestra (Venezuela), Curso Latino-Americano de Regência Orquestral (São Paulo) e Kirill KondrashinMasterclass (Holanda), onde foi premiada, regendo no Concertgebouw de Amsterdam a Netherlands Radio TelevisionSymphony Orchestra. Nesses cursos, teve como professores Ferdinand Leitner, Dominique Rouits, Julius Kalmar, Georg Tintner, Alexander Politshuk, Guillermo Scarabino, Kurt Masur e Sir Edward Downes. No Brasil, tem sido convidada para atuar à frente das mais importantes orquestras, tais como: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica do Teatro São Pedro, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música e Orquestra Sinfônica da Paraíba. Entre as inúmeras orquestras que dirigiu em outros países, deve-se mencionar: Arpeggione Städtisches Kammerorchester, Baden-Badener Philharmonie, Ensemble Contrechamps, Filarmónica de Bogotá, Filharmonia Czestochowa, IcelandSymphony Orchestra, Israel Chamber Orchestra, Jerusalém Symphony Orchestra, Lebanese Philharmonic Orchestra, Netherlands Radio Symphony Orchestra, OrkiestręSymfoniczną Filharmonii Szczecińskiej, Orquesta del Teatro Argentino de la Plata, Orquesta Estable del Teatro Colón, Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, Orquesta Sinfónica de Salta, Orquesta Sinfónica del Estado de México, Orquesta Sinfónica del SODRE, Orquesta Sinfónica Nacional de Bolívia, Orquesta Sinfónica Nacional de Chile, Orquesta Sinfónica Nacional de Peru, Orquestra Filarmônica Nacional da Moldávia, Savaria Symphony Orchestra, Silesian Opera Orchestra, Simfoniki RTV Slovenija, Thailand PhilarmonicOrchestra e The Congress Symphony Orchestra, Tokyo City Philharmonic Orchestra. Ficha Técnica Música: Giacomo Puccini Libreto: Giovacchino Forzano Direção musical e regência: Ligia Amadio Regente assistente: Cibelle Donza Direção cênica: Dione Colares e Rose Tunas Direção de produção: Nandressa Nunez Figurinos: Fernando Leite Cenários: Carlos Dalarmelino Assistente de cenografia: Ribamar Dinis Apoio: Aline Pedrosa Visagismo: Omar Júnior Diretor de palco: Cláudio Bastos Iluminador: Rubens Almeida Legenda: Gilda Maia Pianista co repetidor: Humberto Azulay Elenco: Fellipe Oliveira (Gianni Schicchi) Antônio Wilson (Rinuccio) Kézia Andrade (Lauretta) Carol Faria (Zita) Leo Goulding (Simone) Idaías Souto (Betto) Luciana Tavares (Nella) Gabriel Frota (Gherardo) Erica Paixão (La Ciesca) Ytanaã Figueiredo (Marco) Fellipe Rocha (Gherardino) Milton Monte (Maestro Spineloccio e Amantio) Sidney Pio (Pinellino) Tiago Costa (Guccio) Carlos Vera Cruz (ator) Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$60 • Inteira | R$30 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$40 • Inteira | R$20 • MeiaGaleria: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Paraíso: R$20 • Inteira | R$10 • Meia Proscênio PCD: R$40 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 98590-3523. E-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59278/a-engenhosa-trama-de-gianni-schicchi-sera-o-destaque-do-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba Amanda Engelke - Ascom/Secult 6 de nov. de 2024 Concertos vão ter da salsa ao baião, sob a regência do pianista e maestro, Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, será às 20h; UsiPaz, às 18h. Em “Noite Latina”, a Amazônia Jazz Band leva, nesta quinta-feira (7), ao Theatro da Paz, e no sábado (9), à Usina da Paz, em Marituba, um concerto repleto de ritmos latinos que vão desde a salsa até o baião, sob a regência do pianista e maestro convidado Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, a apresentação está marcada para às 20 horas. Já na Usina da Paz, em Marituba, a apresentação ocorre às 18h. Como adianta o maestro, em ambas as noites, “o público pode esperar uma verdadeira festa latina, uma noite cheia de ritmos vibrantes e dançantes”. Entre os ritmos apresentados pela big band paraense estão o son cubano, a salsa e o chá-chá-chá, além do frevo, do baião e do samba, que irão se misturar à musicalidade paraense, promovendo uma verdadeira fusão de ritmos. O pianista Leonardo Coelho de Souza detalha que o repertório trará sucessos tradicionais cubanos como El Rico Vacilón e Cocinando. Canções que ganharam fama nos anos 1950 e 1960, quando “as orquestras cubanas, lideradas por grandes percussionistas como Tito Puente, divulgaram a música cubana pelo mundo”. Outro clássico apresentado será Oye Como Va, de Tito Puente, popularizada pelo guitarrista Santana, além de obras do percussionista Ray Barretto. O programa também celebra a música brasileira, com destaque para composições de Airto Moreira, que levou o baião e o frevo para o jazz nos Estados Unidos. Sua peça Merry Go Round (ou Carrossel) será apresentada em um arranjo de Josibias Ribeiro. Entre os ritmos brasileiros, um dos destaques será a apresentação do frevo Lágrimas de Folião, de Levino Ferreira. Do próprio pianista Leonardo Coelho de Souza, o repertório conta ainda com Joá, em arranjo de Elielson Gomes, e Gafieira Belém, executada pela primeira vez em público. Segundo Leonardo, essas peças homenageiam a tradição brasileira e paraense no contexto latino do espetáculo. A balada Michelle, do guitarrista Kim Freitas, descrita pelo pianista como “uma peça de grande beleza”, e Rhythm of Our World, de Arturo Sandoval, encerram as apresentações. “Em Noite Latina” é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música e o Theatro da Paz. Em Marituba, o evento integra o projeto “Sons da Paz”, uma iniciativa da Secult com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac), que conta com cronograma de apresentações ao longo do ano nas Usinas da Paz. Os ingressos para o concerto no Theatro da Paz podem ser retirados na bilheteria ou pelo site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, pelo valor simbólico de R$ 2. Na Usina da Paz, em Marituba, a entrada é gratuita. Para o pianista e maestro Leonardo Coelho de Souza, que esteve presente na criação da AJB há 30 anos, o retorno é especial. “Sinto-me muito feliz em retornar como maestro convidado e em poder trabalhar com esses grandes músicos”, finaliza Leonardo Coelho de Souza. Serviço : Em Noite Latina – Amazônia Jazz Band Theatro da Paz, Belém: quinta-feira, 7 de novembro, às 20h Usina da Paz, Marituba: Sábado, 9 de novembro, às 18h Ingressos : Theatro da Paz: Retirada na bilheteria ou no site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, valor simbólico de R$ 2. Usina da Paz, Marituba: Entrada gratuita. Anterior Próximo

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