top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

118 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 23 de set. de 2024 Composições de Dona Onete, Paulo André e Ruy Barata e Chico Sena, estão no repertório do espetáculo às 20h desta quarta-feira, com ingressos a R$ 2 Nesta quarta-feira (25), a Amazônia Jazz Band (AJB) sobe ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto inédito dedicado exclusivamente à música paraense. Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a apresentação intitulada "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" trará um repertório exclusivo de composições paraenses, todas rearranjadas especialmente para a big band. “É a primeira vez que a Amazônia Jazz Band apresenta um concerto inteiro de música paraense. Nosso objetivo é que a Big Band seja conhecida pelo som amazônico, pelo repertório que remete à nossa própria região”, explicou o maestro Elias Coutinho, ao contar que esse trabalho de valorização do repertório regional tem sido uma das principais diretrizes da AJB nos últimos anos. O programa da noite inicia com “Indauê Tupã”, de Paulo André e Ruy Barata, uma canção gravada em um dos primeiros discos de Fafá de Belém. Em seguida, o público poderá apreciar “Ao Pôr do Sol”, de Firmo Cardoso e Dino Souza, que, conforme destaca Elias Coutinho, “é um verdadeiro hino que, mesmo após décadas de seu lançamento, continua sendo cantado por todas as gerações”. Depois, a AJB apresenta “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena, seguida por “Sinhá Pureza”, de Pinduca, e “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete, ambas com arranjos de Kim Freitas. Na nova roupagem, a sonoridade jazzística se alia às melodias já conhecidas do público. “Não pretendemos fazer algo igual ao que já foi feito, mas sim apresentar ao público uma nova experiência sonora”, ressalta Coutinho. O repertório também inclui “Bom Dia Belém”, de Adalcinda Camarão e Edyr Proença, que traduz uma homenagem à capital paraense, e “Esse Rio é Minha Rua”, de Paulo André e Ruy Barata, que descreve poeticamente a vida na Amazônia. Para o maestro, “essas músicas falam diretamente com o público, pois representam diferentes facetas do Pará, do cotidiano da capital à vida ribeirinha”. Rafael Rocha, que tem se destacado como um dos principais nomes no arranjo para big bands no Brasil, também colaborou com os arranjos. Ele trabalhou em parceria com Daniel Serrão e Thiago de Albuquerque, dois grandes músicos paraenses, e o trabalho resultou em arranjos que integram elementos característicos da música regional ao formato jazzístico da Amazônia Jazz Band. O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" é uma realização do governo do Pará, via Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), da Academia Paraense de Música e do Theatro da Paz. “É um grande orgulho poder apresentar esse concerto somente com composições e arranjos das nossas músicas. Qualquer paraense vai poder prestigiar e se emocionar”, conclui Elias Coutinho. Serviço : O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense", da Amazônia Jazz Band, será realizado no Theatro da Paz, nesta quarta-feira (25), às 20h. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 por pessoa. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Anterior Próximo

  • Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher | Theatro da Paz

    < Volte Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de mar. de 2023 Evento terá início às 20h e contará com a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez Nesta quarta-feira (08), em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) realiza um concerto especial dedicado às mulheres, sob a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez. O concerto terá início às 20h, no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). Entre os compositores apresentados está a pianista francesa Cécile Chaminade. Ela viveu entre 1857 e 1944, nasceu em Paris e morreu em Marseille. Desde muito jovem já demonstrava seu talento para compor. A peça que será executada ‘Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107’ é muito tocada hoje em dia, feita para flauta e orquestra, mas também é executada em piano e será solada por Clara Nascimento, chefe do naipe de flautas da OSTP. De acordo com Maria Antonia Jiménez, a primeira parte do concerto será a homenagem principal pelo Dia Internacional da Mulher. “Essa peça será solada por uma mulher e vai ser regida por uma mulher. Ser convidada para reger a OSTP é sempre maravilhoso. É uma honra pela orquestra e pela data. Então, eu estou realmente muito feliz e grata”, disse Jiménez. A apresentação também contará com obras de Franz Joseph Haydn (1732-1809), um dos mais importantes compositores do período clássico. Personifica o chamado "classicismo vienense" ao lado de Mozart e Beethoven, conhecidos como "Trindade Clássica Vienense". A segunda peça que será executada é a ‘Sinfonia 82’ de Joseph Haydn, a primeira de uma série de cinco sinfonias que ele dedicou à França. Haydn é chamado de "Pai da sinfonia", pois foi quem começou a desenvolver o gênero e escreveu mais de cem sinfonias. Também foi considerado um dos autores mais importantes e influentes da história da música erudita ocidental, com uma carreira que cobriu desde o fim do Barroco aos inícios do Romantismo. A terceira peça, de um outro clássico, Mozart (1756-1791), músico e compositor austríaco. Considerado um dos maiores nomes da música erudita, e um dos compositores mais importantes da história da música clássica. A OSTP vai interpretar ‘Sinfonia Concertante’, que terá além da orquestra, quatro solistas das madeiras. Joás Saraiva, no oboé; João Marcos Palheta, no clarinete; Samuel Rosa, no fagote e Fabrício Santos, na trompa. Maria Antonia Jiménez - Natural de Santiago de Cuba, iniciou seus estudos musicais aos sete anos, na Escola Vocacional de Artes na cidade de Guantánamo, na especialidade de piano. Em 1978, entrou para o curso de Regência Coral na Escola Nacional de Artes em Havana. Iniciou o nível superior de Regência Coral na Rússia, em 1987, no Conservatório Estatal de São Petersburgo “Rimsky Kórsakov” e, em 1993, recebeu por esta instituição, o título de “Máster of Fine Arts” (Mestrado) na Especialidade: Regência Coral, Pedagoga. Em 1995, a convite da professora Glória Caputo, superintendente da Fundação Carlos Gomes, passou a ministrar aulas de canto coral e fundou o Coro Carlos Gomes, com o qual se inseriu ativamente, desde o início de sua inserção no cenário cultural paraense. Realizou um intenso trabalho de disseminação da música coral, com um repertório eclético, abrangendo todos os estilos da música erudita, tanto a capela quanto sinfônica- coral, interpretando também música popular, folclórica e contemporânea. Participou das mais diversas e importantes atividades culturais, eventos públicos de caráter beneficente e de inúmeras solenidades políticas, comemorações, inaugurações, congressos e convenções de todo tipo. Entretanto, a sua principal contribuição enquanto regente do Coro Carlos Gomes deu-se por meio de sua participação em festivais e concursos, representando o Brasil na Europa em mais de uma ocasião, com nove performances premiadas nos Concursos Internacionais para coros dos quais participou, em países como: Itália, Grécia e Áustria. A convite do reconhecido poeta e professor João Jesus de Paes Loureiro, em 1999, ocupou a função de pesquisadora de música no Instituto de Artes do Pará (IAP). Em 2007 e 2008, a convite do Maestro Luiz Fernando Malheiro, foi a maestrina coral responsável pela preparação do coro lírico do teatro de Manaus para o Festival Internacional de Ópera de Manaus. Por indicação do Maestro Abel Rocha, atuou como maestrina e diretora artística do Coro Profissional da Camerata Antiqua de Curitiba, entre 2013 e 2014. Em maio de 2019, foi convidada pelo maestro Miguel Campos Neto para reger a OSTP, junto ao Coro Carlos Gomes. A convite da diretoria do Theatro da Paz, em 2021 regeu a “Missa Cubana” do compositor José Maria Vitier. Em 2022, participou junto ao Coro Carlos Gomes, de duas das produções do Festival de Óperas do TP: a “Ópera dos Terreiros” de Aldo Brizzi e “Armide” de J.B. Lully. Maria Antonia Jiménez tem recebido algumas importantes condecorações públicas, como o título “Cidadão do Pará” da ALEPA; da Prefeitura de Belém a comenda “Francisco Caldeira Castelo Branco”; da Fundação Carlos Gomes a Medalha pelos 120 anos do Conservatório Carlos Gomes, entre outros. Clara Nascimento - Chefe de naipe de flautas da Orquestra sinfônica do Theatro da Paz, natural de Salvador-Bahia, Clara Nascimento é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se à linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de 2010, 2014 e 2016, tocando em salas de concerto como: Queen Elizabeth Hall (Londres), Sala Santa Cecilia (Roma), Grande Auditório do Centro Cultural (Lisboa), entre muitas outras. Durante esse período junto à orquestra, acompanhou nomes como: Midori Goto, Martha Argerich, Maria João Pires, Ricardo Castro, Maxim Vengerov, Benoit Fromanger, Lang Lang e as irmãs Labèque. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação no aniversário de 69 anos da ONU, em 2014, onde a convite da Fundação Lang Lang, somou-se à orquestra sinfônica latino-americana em comemoração à ocasião, em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos de Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Programa CÉCILE CHAMINADE (1857-1944)Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107Flauta solo: Clara Nascimento W. A. MOZART (1756-1791)Sinfonia Concertante para em Mi bemol Maior, K. 297bI. AllegroII. AdagioIII. Andantino con Variazioni Oboé solo: Joás SaraivaClarinete solo: João Marcos PalhetaTrompa solo: Fabrício SantosFagote solo: Samuel Rosa F. J. HAYDN (1732-1809)Sinfonia N° 82 em Dó MaiorI. Vivace assaiIII. Menuet - Trio. Un poco allegrettoIV. Finale. Vivace assai Serviço: Concerto da OSTP em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, sob a regência de Maria Antonia Jiménez Data: 08 de março, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Da Paz a partir das 9h da manhã do dia 08, no valor de R$ 2,00. Dois ingressos por CPF. Com informações de Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de dez. de 2023 Na plateia, pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) reforçaram o comprometimento do Estado com o acesso de todos à arte Pela primeira vez em sua história, o Theatro da Paz, em Belém, recebeu na noite desta quarta-feira (13) o espetáculo de balé “O Quebra-Nozes” com o acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A iniciativa, que volta ao palco centenário na quinta-feira (14), as 20 h, possibilitou reunir o balé e a música ao vivo, fruto da colaboração entre o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), diretoria do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O evento também conta com o apoio da Companhia de Dança Ana Unger e do Colegiado de Dança do Pará. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência de Miguel Campos Neto, executa a trilha sonora imortal de “O Quebra-Nozes”, ressaltando a excelência técnica dos bailarinos. “A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz está honrada em apresentar esse espetáculo. A música ao vivo traz uma dimensão ainda mais rica e emotiva à performance do balé 'O Quebra-Nozes'. Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo e, no caso da ópera e do balé, o músico não pode focar na partitura e ignorar os colegas. Estamos ao vivo, vivendo tudo o que está acontecendo. E nesses dois estilos, o maestro liga tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra, e ao relacionamento entre o maestro e a orquestra que será levado para outras obras e estilos”, explicou Miguel Campos Neto. Marco - Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, destacou ao público a relevância desse momento para a cultura paraense. “A realização de 'O Quebra-Nozes' com a OSTP representa um marco na trajetória cultural do nosso Estado. É um projeto que se concretiza graças à parceria entre diferentes entidades culturais, e ao patrocínio do Banpará (Banco do Estado do Pará), demonstrando a força e a união em prol da cultura paraense”, disse a secretária. “Tivemos nesta noite memorável a participação de pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), o que realça nosso comprometimento com a democratização da cultura e o acesso de todos à arte. Estamos construindo pontes e abrindo portas, para que a cultura seja um elemento transformador na vida das pessoas”, destacou Ursula Vidal. A montagem contou com a participação de 150 bailarinos, selecionados em audições realizadas em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz. O processo seletivo foi coordenado por uma banca examinadora composta pelos professores Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista e Rosana Rosário, com aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição recebeu mais de 200 inscrições. Várias escolas e grupos de dança liberaram seus bailarinos para o projeto. Amadurecimento - A diretora artística do espetáculo, Ana Unger, definiu o momento como “ímpar para a dança e a música no Pará. Poder contar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz em uma montagem de 'O Quebra-Nozes' é um sonho que se realiza. A parceria com as escolas e grupos de dança da região, a participação ativa de 150 talentosos dançarinos, selecionados cuidadosamente em uma audição concorrida, demonstram o amadurecimento da classe artística da dança em nossa região”, afirmou. Ana Unger destacou ainda a importância do apoio das escolas e grupos de dança, ressaltando que essa colaboração é fundamental para o crescimento e reconhecimento da dança no Pará. “A criação do corpo de baile do Theatro da Paz é um passo significativo para a consolidação da dança em nossa região. Este espetáculo não é apenas uma apresentação, mas um marco que celebra a união e a valorização da arte. Estávamos ansiosos para compartilhar essa experiência com o público paraense e marcar, juntos, mais um capítulo memorável na história cultural do nosso Estado”, disse Ana Unger. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49960/theatro-da-paz-recebe-a-magia-de-o-quebra-nozes-com-musica-da-ostp Anterior Próximo

  • Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de out. de 2023 Acesso será limitado a 50 lugares por ordem de chegada, a partir de 18h, na próxima terça-feira (17) Na próxima terça-feira (17), às 18h, o Foyer do Theatro da Paz, em Belém, será palco do primeiro "Sarau Chuva de Poesia", um evento que promete envolver os amantes da literatura. Nesta edição inaugural, o sarau prestará uma homenagem ao escritor Rodrigues Pinagé. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Augusto, diretor do Theatro da Paz, o sarau representa uma alternativa cultural que vem celebrar a poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e público possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras. “O Foyer estava fechado para reparos e nós estamos reabrindo o espaço para a visitação, e também para a poesia. Esperamos viver grandes momentos nesse belíssimo espaço e este é só o primeiro sarau de muitos outros que virão”, declarou o diretor. O evento ainda busca estimular a criatividade e a expressão artística, além de envolver talentos da literatura local, fortalecendo a cultura literária em Belém. José Rodrigues Pinagé nasceu em Natal (RN) em 29 de outubro de 1895 e faleceu em Belém em 1973. Foi poeta que se dedicou aos estilos lírico e satírico, trovador, tipógrafo, jornalista e servidor público, sendo conhecido como o "Príncipe dos Poetas Paraenses", título oficial recebido do governo do estado do Pará em 1964. Conhecido por sua escrita sensível e marcante, Pinagé é um dos ícones da literatura paraense. Sua poesia evoca as belezas e peculiaridades da região amazônica, com reflexões sobre a vida e a natureza. A homenagem ao escritor no primeiro "Sarau Chuva de Poesia" reconhece sua contribuição literária e inspira novos talentos a seguirem seus passos. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, a abertura contará com a participação do ator Adriano Barroso, que irá performar recitando trechos das obras de Rodrigues Pinagé. Os poetas locais também terão a oportunidade de recitar seus próprios poemas ou declamar obras de outros autores que os inspirem. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. Devido à capacidade do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: I "Sarau Chuva de Poesia" Terça-feira (17), às 18h Foyer do Theatro da Paz. Entrada gratuita Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz

    < Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima

  • Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 17 de nov. de 2023 Na segunda-feira, dia 20 de novembro, às 20h, o Theatro da Paz será palco de um evento especial que promete encantar os amantes da música e celebrar a cultura negra: o concerto da Amazônia Jazz Band, reconhecendo e valorizando os saberes e fazeres do povo negro, tão importantes na construção da rica cultura paraense. Em uma data tão significativa como o Dia da Consciência Negra, a intenção é não apenas celebrar a importância da cultura negra na formação do povo brasileiro, mas também promover uma reflexão profunda sobre a ancestralidade africana, essencial para a identidade do país e do Estado do Pará. De acordo com Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, o repertório é formado por nove músicas, mas, tem somente seis compositores: Pixinguinha, Stevie Wonder, Arturo Sandoval, Paulo André Barata e Gordon Godwin. Compositores que trabalham estilos que têm uma relação direta com as matrizes africanas. “Além de fazermos música desses grandes compositores que foram literalmente os precursores dos estilos musicais que nós conhecemos hoje, afinal, o que seria o Choro sem Pixiguinha? O que seria o Jazz sem Louis Armstrong ou mesmo Sidney Bechet? O que seria do Pop Internacional, mas ainda bebendo ali do Jazz, sem Steve Wonder? Mesmo com todo o preconceito de sua época, esses músicos conseguiram vencer e fazer música”, diz. “Olhando para o passado, será que não teríamos muito mais música? Será que não teríamos muito mais inovação se o mundo não tivesse passado por essa tragédia que foi a escravidão? Então, para que justamente erros do passado não voltem a acontecer, eu acredito que é fundamental que nós tenhamos a consciência da valorização humana e, acima de tudo, da dívida que a população, que a humanidade tem com o povo preto”, explica Elias Coutinho. A Amazônia Jazz Band, pela sua qualidade musical e energia contagiante, trará ao público uma performance que mescla elementos do jazz e ritmos regionais paraenses. Com sua formação composta por músicos talentosos e reconhecidos, a banda promete levar o público a uma viagem sonora única, repleta de improvisações, harmonias sofisticadas e influências da cultura afro-brasileira. Para Elias Coutinho, todo dia é dia de celebrar a cultura negra. “Quando tocamos música popular, de maneira geral, nós precisamos olhar para essa música como uma música que fala diretamente com a periferia, que vem da periferia, que vem justamente desse povo que foi tão hostilizado, que foi tão malvisto e maltratado. A consciência negra, precisa ser tratada todos os dias”, finalizou. Serviço: O concerto da Amazônia Jazz Band, acontece nesta segunda-feira (20), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e custarão R$ 2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49135/amazonia-jazz-band-celebra-a-consciencia-negra-em-concerto-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    < Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 24 de fev. de 2023 Nesta quinta-feira (25), às 20h, o Theatro da Paz será palco de uma noite de reverência à genialidade de Ludwig Van Beethoven. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará uma emocionante "Homenagem a Ludwig Van Beethoven", sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, com a participação especial do talentoso violinista Justo Gutierrez. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Durante os preparativos para um concerto dedicado ao icônico compositor, o maestro Miguel Campos Neto, regente da OSTP, compartilhou uma perspectiva singular sobre a profundidade da música sinfônica e o legado incomparável de Beethoven. Segundo Miguel, Beethoven ocupa um lugar de destaque entre os compositores para orquestra sinfônica, ao lado de nomes como Mozart, Brahms, entre outros frequentemente presentes nos repertórios das salas de concerto. Enfatizando a importância da diversificação do repertório sinfônico, Campos Neto ressaltou a relevância de resgatar obras esquecidas e reconhecer o talento das compositoras mulheres. Apesar disso, ele destacou que os clássicos imortais ainda exercem uma influência marcante nos palcos musicais. O maestro compartilhou sua experiência ao reger a Quinta Sinfonia de Beethoven, uma obra lendária que encapsula a essência da genialidade do compositor. “As emoções que a música de Beethoven transmitem são muitas, mas existem algumas, principalmente nessas composições em dó menor, que se ressaltam acima de outras. Uma delas é a tragédia e a outra delas é o heroísmo. Uma composição dele, exemplo perfeito disso, é a 5ª Sinfonia: muitas vezes você começa com aquele sentimento tempestuoso, trágico, que é o primeiro movimento, por exemplo, e você tem uma viagem, uma jornada musical, até você chegar ao quarto movimento, que em dó maior explode em uma espécie de júbilo heroico. Essa chegada jubilosa é muito importante, nos leva a perceber todas as emoções pelas quais você passa chegando lá. Então, esses sentimentos o público pode ter certeza de que vai perceber no toque da interpretação da nossa Orquestra Sinfônica”, explicou o maestro. A questão da autenticidade histórica na interpretação foi abordada com sabedoria pelo maestro. Ele enfatizou a importância de contextualizar a música de Beethoven para refletir as realidades acústicas e técnicas contemporâneas. Para Campos Neto, a busca por uma autenticidade flexível, que respeite a essência das obras enquanto se adapta ao presente, é essencial para uma interpretação significativa. No entanto, o aspecto mais comovente foi sobre a surdez de Beethoven. Campos Neto descreveu a tragédia por trás do gênio, destacando a luta do compositor para criar obras magistrais sem jamais ouvi-las sendo interpretadas. A imagem do compositor virando-se para o público, incapaz de ouvir os aplausos para sua própria obra-prima, ecoa como um testemunho doloroso da condição humana. "A surdez de Beethoven foi, sem dúvida, um grande desafio para ele, mas também é uma marca indelével de seu gênio. Compor sem a capacidade de ouvir é uma prova da verdadeira compreensão das estruturas musicais, tanto teórica quanto prática. No entanto, vejo essa condição não apenas como um desafio, mas principalmente como uma tragédia. Beethoven enfrentou esse desafio com maestria, produzindo composições grandiosas, talvez as maiores já escritas na história da música. No entanto, é trágico pensar que ele nunca pôde experimentar suas próprias criações sendo interpretadas. A história frequentemente contada sobre a estreia da 9ª Sinfonia exemplifica essa tragédia: ele terminou a peça sem saber, incapaz de ouvir os aplausos que o mundo lhe dedicava. Essa desconexão entre o criador e sua obra é profundamente comovente. A surdez de Beethoven representa não apenas um desafio superado pelo gênio, mas também uma tragédia que o impediu de desfrutar plenamente do reconhecimento de seu trabalho, tanto na interpretação quanto nos aplausos do público", explicou emocionado o maestro. Entre as peças selecionadas, temos primeiro uma abertura chamada Coriolano, que Beethoven escreveu como abertura de uma peça, conhecida como música incidental. É uma composição que transita entre a música sinfônica e a música de ópera, destinada ao palco, mas instrumental. Essa é a essência de Coriolano. Em seguida, temos o Concerto Número 3 para Piano. Beethoven compôs cinco concertos para piano, e este é o terceiro, representando o período mediano de sua composição. Beethoven passou por três períodos distintos: o inicial, o mediano e o final. Este concerto evidencia sua habilidade não apenas como compositor, mas também como pianista, uma carreira que iniciou desde tenra idade, quando seu pai o comparava a Mozart. E finalmente, temos a majestosa Quinta Sinfonia, uma das obras mais famosas já escritas, provavelmente. É interessante notar que todas essas composições são em dó menor. Esse detalhe é fascinante, pois dó menor permitia a Beethoven expressar seu lado heroico e tempestuoso, refletindo o conceito de Sturm und Drang, característico do início do romantismo. Beethoven, como sabemos, é um compositor de transição entre o classicismo e o romantismo. Serviço - O concerto promete mergulhar o público em um universo de sonoridades clássicas, destacando algumas das obras mais icônicas do compositor alemão. A entrada é franca, porém, para garantir seu lugar, é necessário retirar os ingressos a partir das 9h do dia 25 de abril, tanto pelo site TicketFácil quanto na bilheteria do Theatro da Paz, com limite de 02 unidades por pessoa. Não perca a oportunidade de vivenciar esta celebração da música clássica e do legado eterno de Beethoven. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53582/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-realiza-concerto-em-homenagem-a-genialidade-de-beethoven Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 18 de fev. de 2024 Governo do Estado e Academia Paraense de Música levam a AJB a novas plateias, em uma agenda de apresentações que contempla outras UsiPaz A Amazônia Jazz Band (AJB) realizou, na Usina da Paz do Icuí-Guajará, em Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém, o primeiro concerto do “Projeto Sons da Paz”, na noite de sábado (17). A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação contou com a animada participação da comunidade local, que interagiu com a AJB. "Participar do concerto da Amazônia Jazz Band foi um momento magnífico para nossa comunidade, algo que muitos consideravam impossível. A saudade já era grande, e receber a 'Amazônia' em nosso bairro é uma honra enorme. Esta é uma oportunidade única para apresentar a banda a mais pessoas. Estamos transbordando de felicidade", declarou a moradora Jéssica Pereira. Incentivo - O Projeto Sons da Paz reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura. Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, explicou que o objetivo é promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, inicialmente pelas Usinas da Paz na Região Metropolitana. “O 'Sons da Paz' está aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Está é, agora, uma política permanente de cultura. Nos viremos aqui, trazendo nossos corpos artísticos, mas as Usinas também irão se organizar para levar as pessoas do entorno até nossos museus e ao Theatro da Paz. Estamos muito felizes de estar aqui”, disse a secretária. De acordo com o maestro Elias Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. “Eu nasci na cidade de Santa Izabel (Santa Izabel do Pará) e foi assistindo um show como este da Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano”, afirmou o maestro, acrescentando que "estamos muito orgulhosos por estar aqui, democratizando o acesso, pois a mesma música que fazemos no Theatro da Paz estamos trazendo para cá. Esperamos inspirar a todos”. A Amazônia Jazz Band já havia se apresentado na Usina da Paz da Cabanagem, em Belém, com repertório da Banda Sayonara, e na UsiPaz de Marituba, nas comemorações de um ano do complexo. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz também já se apresentou na Usina da Cabanagem, dentro da programação do Preamar da Consciência Negra. Esta é a primeira vez que os corpos artísticos do Theatro da Paz vão cumprir uma agenda de apresentações nos complexos de cidadania, criados e administrados pelo Governo do Pará. A próxima apresentação do “Projeto Sons da Paz” será novamente da Amazônia Jazz Band, no dia 1º de março, na Usina da Paz Jurunas/Condor, com entrada franca. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51556/amazonia-jazz-band-faz-concerto-na-usina-da-paz-do-icui-guajara Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de mar. de 2024 A entrada para o espetáculo é gratuita O Theatro da Paz recebe, às 20h, desta quinta-feira, 28, o concerto sinfônico: "Concerto Especial de Páscoa", que promete encantar o público com uma seleção de obras emblemáticas e que serão conduzidas pela maestrina convidada Maria Antonia Jiménez. A entrada para o espetáculo é gratuita, mediante retirada de até 2 unidades por pessoa pelo site Ticket Fácil a partir das 9h do dia do concerto, ou na bilheteria do Theatro da Paz a partir das 18h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM). O concerto especial contará com a participação do renomado Coro Carlos Gomes e da solista Clara Nascimento, que brilhará com sua flauta transversal. A regente Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua paixão e maestria na condução de orquestras, compartilhou sua expectativa para o momento. "Reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz é sempre um privilégio. Eu sempre fico muito agradecida pelo convite. Fazer isso uma vez por ano é algo que me traz muita felicidade e gratidão", expressou a maestrina. O programa do concerto incluirá obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours". A maestrina destaca o caráter positivo e o astral envolvente desta sinfonia, escolhida especialmente para esta ocasião. Em seguida, a talentosa solista Clara Nascimento se juntará à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade. A parceria entre Clara e a orquestra promete uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional do concerto será a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach. Esta obra, repleta de profundidade espiritual, oferecerá um momento de reflexão e contemplação para o público presente. A maestrina Jiménez enfatiza a importância deste momento, onde a plateia poderá acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão. "Essa será a nossa singela maneira de desejar uma feliz Páscoa para todos, repleta de paz e sabedoria", compartilha a maestrina sobre a mensagem que desejam transmitir com este concerto especial. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes prometem uma noite inesquecível, repleta de música sublime que eleva a alma. Este é um evento que não apenas celebra a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. Programa: F. J. Haydn (1732 - 1809) Sinfonia Nº 82, "L'Ours" - Vivace assai - Allegretto - Menuetto - Vivace assai C. Chaminade (1857 - 1944) Concertino pour flûte, op. 107 Solista: Clara Nascimento Intervalo J. S. Bach (1685 - 1750) Christ lag in Todes Banden BWV 4 - Sinfonia - Versus 1. Christ lag in Todes Banden - Versus 2. Den Tod niemand zwingen kunnt - Versus 3. Jesus Christus, Gottes Sohn - Versus 4. Es war ein wunderlicher Krieg - Versus 5. Hier ist das rechte Osterlamm - Versus 6. So feiern wir das hohe Fest - Versus 7. Wir essen und leben wohl Serviço: A entrada é franca e os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, pelo site www.ticketfacil.com.br e a partir das 18h na bilheteria do TP. Duas unidades por pessoa/CPF. Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52740/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-apresentam-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo

  • Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    < Volte Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 29 de abr. de 2024 Apresentação terá repertório homenageando renomados músicos como Adelbert Carneiro, o Trio Manari e o compositor Minni Paulo Medeiros O Theatro da Paz será palco de um evento musical singular que promete marcar história na cena cultural paraense. Às 20h, desta terça-feira (30), será realizado o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará", sob a regência do maestro Elias Coutinho. A apresentação da Amazônia Jazz Band celebra o Dia Internacional do Jazz com clássicos do gênero e os ritmos autênticos da região Amazônica. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O espetáculo destaca a riqueza e diversidade dos ritmos paraenses, que possuem contribuições e elementos do jazz. O repertório do concerto homenageia renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros. O concerto serve como oportunidade de conectar as novas gerações com as raízes musicais da Amazônia e de celebrar o legado de Tom Jobim de uma maneira única. Para esse espetáculo, foi escolhido como pilar central o compositor brasileiro Tom Jobim, que se destaca como figura atemporal no cenário jazzístico nacional e internacional, salienta o maestro titular da AJB, Elias Coutinho. “Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim. Trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia é uma forma de enriquecer ainda mais nossa identidade musical”, acrescentou. Com arranjos inéditos, cada apresentação foi produzida com cuidado para destacar os estilos musicais paraenses, desde o Carimbó ao Lundú, do Boi Bumbá ao Samba de Cacete, entre outros. A participação dos membros da banda foi fundamental para aperfeiçoar as habilidades técnicas, atingindo ritmos autênticos através das pesquisas e experiências para criar um concerto único, destaca Coutinho. “Esses músicos trazem consigo não apenas habilidade técnica, mas também uma profunda conexão com a cena musical local. Seu envolvimento foi crucial para garantir que cada nota ressoasse com a alma da Amazônia”, elogiou Elias Coutinho. Ainda de acordo com Coutinho, esse concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. “Nós estamos misturando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca se ouviu em nenhuma parte do mundo. É um concerto verdadeiramente histórico”, afirma o maestro. Programa WAVE Tom Jobim Arr. Rafael Rocha DESAFINADO Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha PASSARIM Tom Jobim Arr. Rafael Rocha SAMBA DE UMA NOTA SÓ Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha GAROTA DE IPANEMA Tom Jobim/Vinicius de Moraes Arr. Rafael Rocha ÁGUAS DE MARÇO Tom Jobim Arr. Rafael Rocha Serviço: Com ingressos acessíveis a apenas R$2,00, a serem a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto, esta é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma experiência musical que transcende fronteiras e celebra a riqueza cultural da Amazônia. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53709/dia-internacional-do-jazz-e-celebrado-com-espetaculo-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo

Theatro da Paz logo 2
Chancela da SECULT e Governo do Parpa
bottom of page