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- Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima
- O Da Paz | Theatro da Paz
O Theatro da Paz localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 130 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. Foto: Marivaldo Pascoal Foto: Lucas Mont Foto: Akira Takatsuji Foto: Marivaldo Pascoal 1/6 "O Da Paz" O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica. Belém foi considerada “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso, a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães, que dá início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scala de Milão (Itália). Foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, tem características grandiosas, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro. Localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 147 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. Próximos Espetáculos To play, press and hold the enter key. To stop, release the enter key. Confira a Programação Completa Visitas Guiadas Acesse Festival de Ópera Acesse A Amazônia Jazz Band Acesse Acompanhe as últimas notícias! Acesse A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Acesse Dúvidas? Fale conosco! Nome Sobrenome Email Telefone Mensagem Enviar Agradecemos a sua mensagem! Contato Avenida da Paz S/N +55 91 3252-8602
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PESQUISA Últimas Notícias Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz 23 de nov. de 2025 #festivaldeopera Botão Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra 16 de dez. de 2024 OSTP Botão Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz 26 de nov. de 2024 CULTURA Botão Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz 21 de nov. de 2024 OSTP Botão Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes 12 de nov. de 2024 OSTP Botão Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba 6 de nov. de 2024 AJB Botão 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 ... 17
- Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 18 de fev. de 2024 Governo do Estado e Academia Paraense de Música levam a AJB a novas plateias, em uma agenda de apresentações que contempla outras UsiPaz A Amazônia Jazz Band (AJB) realizou, na Usina da Paz do Icuí-Guajará, em Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém, o primeiro concerto do “Projeto Sons da Paz”, na noite de sábado (17). A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação contou com a animada participação da comunidade local, que interagiu com a AJB. "Participar do concerto da Amazônia Jazz Band foi um momento magnífico para nossa comunidade, algo que muitos consideravam impossível. A saudade já era grande, e receber a 'Amazônia' em nosso bairro é uma honra enorme. Esta é uma oportunidade única para apresentar a banda a mais pessoas. Estamos transbordando de felicidade", declarou a moradora Jéssica Pereira. Incentivo - O Projeto Sons da Paz reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura. Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, explicou que o objetivo é promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, inicialmente pelas Usinas da Paz na Região Metropolitana. “O 'Sons da Paz' está aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Está é, agora, uma política permanente de cultura. Nos viremos aqui, trazendo nossos corpos artísticos, mas as Usinas também irão se organizar para levar as pessoas do entorno até nossos museus e ao Theatro da Paz. Estamos muito felizes de estar aqui”, disse a secretária. De acordo com o maestro Elias Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. “Eu nasci na cidade de Santa Izabel (Santa Izabel do Pará) e foi assistindo um show como este da Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano”, afirmou o maestro, acrescentando que "estamos muito orgulhosos por estar aqui, democratizando o acesso, pois a mesma música que fazemos no Theatro da Paz estamos trazendo para cá. Esperamos inspirar a todos”. A Amazônia Jazz Band já havia se apresentado na Usina da Paz da Cabanagem, em Belém, com repertório da Banda Sayonara, e na UsiPaz de Marituba, nas comemorações de um ano do complexo. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz também já se apresentou na Usina da Cabanagem, dentro da programação do Preamar da Consciência Negra. Esta é a primeira vez que os corpos artísticos do Theatro da Paz vão cumprir uma agenda de apresentações nos complexos de cidadania, criados e administrados pelo Governo do Pará. A próxima apresentação do “Projeto Sons da Paz” será novamente da Amazônia Jazz Band, no dia 1º de março, na Usina da Paz Jurunas/Condor, com entrada franca. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51556/amazonia-jazz-band-faz-concerto-na-usina-da-paz-do-icui-guajara Anterior Próximo
- Theatro da Paz celebra seus 146 anos com programação especial | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz celebra seus 146 anos com programação especial Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) 16 de fev. de 2024 Nesta quinta-feira (15), o Theatro da Paz, um dos mais emblemáticos cartões-postais de Belém, completou 146 anos de história. Para comemorar essa data especial, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM), preparou uma programação especial. Projetado pelo engenheiro pernambucano José Tibúrcio Pereira Magalhães no estilo neoclássico foi o primeiro teatro de ópera da Amazônia, e um dos primeiros teatros líricos do Brasil. Inaugurado em 1878, durante o período áureo da exploração da borracha na Amazônia, o Da Paz se destaca por sua arquitetura inspirada no Teatro Scala de Milão, sua acústica impecável e sua rica história. Elementos como o teto pintado por Domenico De Angelis e a tela "Últimos dias de Carlos Gomes" tornam o Theatro um local de grande valor cultural e continua sendo um importante palco para a cultura amazônica. A programação inclui desde visita guiada gratuita, até homenagens aos renomados compositores paraenses Waldemar Henrique e Carlos Gomes. A primeira atividade foi o lançamento do livro "Tão longe e tão distante: a presença de Carlos Gomes na belle époque de Belém do Pará", de Jonas Arraes. A obra é resultado da tese de doutorado em musicologia histórica, realizada pelo autor na Universidade de Campinas-SP. Embora Carlos Gomes já tenha sido objeto de pesquisas sob os ângulos mais diversos, o autor apresenta uma abordagem inédita focando nas relações do compositor com a cidade de Belém. "A abordagem do personagem Carlos Gomes e sua relação com o Pará, por meio da Musicologia Histórica, é relevante, pois abre discussões a respeito da história do Norte do Brasil e, sobremaneira, a do Pará, na segunda metade do século XIX. A relação do compositor com Belém é rica e longa, marcando os tempos históricos do Império e primeiros anos da República", destaca Jonas Arraes. O diretor do Theatro da Paz, Edyr Augusto Proença, destaca a importância de homenagear esses ícones da música, ressaltando suas contribuições para a cultura local. “A ideia é celebrar o aniversário do Theatro da Paz em grande estilo, por isso decidimos homenagear também esses dois grandes nomes da música, que contribuíram tanto para cultura paraense. Waldemar Henrique pela feliz coincidência na data de aniversário, e Carlos Gomes pela compatibilidade do lançamento do livro do maestro Jonas Arraes sobre o compositor”, explicou o diretor. Após o lançamento, na Sala de Espetáculos, às 20h, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentou um concerto de aniversário contendo a protofonia de ‘O Guarani’, também de Carlos Gomes e músicas de Waldemar Henrique cantadas por Nilson Chaves, Gigi Furtado, Andrea Pinheiro e Lucinnha Bastos, que revelou sua alegria de celebrar a data no palco do TP. “O Theatro da Paz é um orgulho para todos nós e o templo da cultura e da arte. Estar aqui, celebrando o aniversário do nosso teatro monumento e do nosso maestro Waldemar Henrique é uma felicidade enorme e uma emoção muito grande. Vida longa ao Tehatro da Paz”, disse Lucinnha Bastos. Solange Maia, de 46 anos, faz aniversário no dia 15 de janeiro e revelou que sempre comemora seu aniversário no Theatro da Paz. “Meu pai era um amante da boa música e desde que eu nasci, ele me traz ao Theatro da Paz para esse concerto tão tradicional. Este ano eu me emocionei muito, pois ainda não tinha assistido a essa mistura do erudito ao popular. A gente sente que o maestro Waldemar Henrique escreveu músicas a vida inteira para serem tocadas assim, pela nossa belíssima OSTP. Obrigada a todos!”, agradece emocionada. Por Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51515/theatro-da-paz-celebra-seus-146-anos-com-programacao-especial Anterior Próximo
- Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' | Theatro da Paz
< Volte Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 19 de jul. de 2023 Espetáculo do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz emocionará o público com roupas luxuosas em plena harmonia com o cenário e a iluminação "Lucia di Lammermoor", a gran ópera do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, estreia em setembro deste ano, mas a produção já começa a preparar o espetáculo, a partir da concepção de cenário e figurino. Na tarde de segunda-feira (17), os solistas locais de "Lucia" estiveram com a equipe do figurinista Fernando Leite para tirar medidas e iniciar o processo de moldagem do figurino de seus personagens. A história é ambientada na Escócia, no final do século XVII. A trama enfoca o turbulento romance entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, único sobrevivente da família Ravenswood e inimigo mortal dos Ashtons. A versão paraense é adaptada para o século XIX, com um figurino que reflete a estética e a moda da época, destacando a elegância, nobreza e atmosfera romântica dos personagens em roupas luxuosas, em sintonia com o bel canto. De acordo com o figurinista Fernando Leite, o figurino vai criar uma atmosfera visualmente expressiva, para intensificar as emoções dos personagens. Daí a escolha pelo preto e cinza. “Os trajes dos personagens principais são projetados para destacar o aspecto trágico e melancólico da história. As cores predominantes de preto e cinza são escolhidas para transmitir um senso de sobriedade, tristeza e conflito emocional. A celebração do contrato de casamento é um ponto alto da ópera. Portanto, o vestido de noiva de Lucia é muito importante e não acompanhará a paleta de cores da ópera. Será branco”, conta Fernando. Preto e cinza - As personagens femininas, como Lucia, usarão vestidos longos em tons de preto ou cinza, geralmente feitos de tecidos encorpados, como veludo e tafetá. Esses vestidos podem apresentar diferentes texturas, padronagens e detalhes com rendas, babados, drapeados, brilhantes e foscos, que dão movimento ao figurino. Os acessórios, como luvas longas e véus, também farão fazer parte do traje, acentuando o aspecto dramático. Os personagens masculinos, como Edgardo, usarão casacas ou capas combinados com calças, sapatos e sapatilhas. Os trajes podem ser acentuados por detalhes, como bordados sutis, botões prateados ou cintos. Além das cores escolhidas, outros elementos do figurino, como cortes ajustados, tecidos de qualidade e detalhes cuidadosamente elaborados, contribuem para criar a atmosfera dramática. O design de iluminação e cenário também desempenha um papel importante no espetáculo. A iluminação será desenvolvida para realçar cores e texturas do figurino, criando sombras e contrastes que acentuam as emoções. O cenário também ganhará tons de sobriedade. Ansiedade - De acordo com Lys Nardoto, cantora lírica que interpretará Lucia di Lammermoor, ansiedade é a palavra que resume o momento. “Checar nossas medidas para a confecção do figurino já nos aproximou bastante da cena. E olha que nem vimos ainda os desenhos. Estou estudando essa ópera desde o início do ano, e a cada dia entendo um pouco mais dessa mulher que colocou o amor acima de tudo em sua vida. Será emocionante”, afirma Lys. A ópera "Lucia di Lammermoor" estreia no dia 22 de setembro. O público poderá conferir essa superprodução em uma das três récitas previstas. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45575/comeca-preparacao-do-figurino-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de fev. de 2024 Em uma noite de celebração da rica diversidade musical brasileira, a Amazônia Jazz Band (AJB) encantou o público com seu concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba". Realizado na noite desta quinta-feira (29), no Theatro da Paz em uma viagem através dos ritmos e estilos que fazem parte da identidade musical do país. Com trajes carnavalescos e um repertório cuidadosamente selecionado, a AJB, sob a regência do maestro Elias Coutinho, proporcionou uma experiência emocionante, que incluiu desde o frevo enérgico até o samba introspectivo. Cada nota tocada foi um convite para celebrar a cultura brasileira em toda a sua exuberância. A iniciativa, promovida pelo Governo do Pará através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), destacou a importância de valorizar e preservar as múltiplas facetas da música nacional. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, expressou seu compromisso em trazer a tradição do jazz aliada à diversidade da música brasileira para o palco, proporcionando uma experiência musical autêntica e enriquecedora para o público. "Está noite foi uma celebração para todos nós. Quanto mais eu mergulho no repertório de música brasileira, mais eu vejo a quantidade de estilos e variações que nós temos em nosso país. Quando a gente traz para o palco esse repertório de música brasileira, focado nessa festa tão importante para a gente, estamos trazendo uma experiência musical que fala sobre nós mesmos", comentou o maestro Elias Coutinho. Antes de tocar as três últimas músicas, que foram executadas em bloco, o maestro realizou uma intervenção especial: uma chamada de vídeo com o renomado maestro e saxofonista da Spok Frevo. Ele contou não só um pouco da história do frevo, mas também contextualizou as três últimas peças do concerto: "O Último Dia", de Levino Ferreira, com arranjo de Spok; "Cabelo de Fogo", do maestro Nunes, com arranjo de Spok; e "Vassourinhas", de M. da Rocha e João Batista, também com arranjo de Spok. "Estou muito feliz por estar aqui, mesmo que de forma online, para esta homenagem que a incrível Orquestra Amazônia Jazz Band está fazendo ao frevo no maravilhoso Theatro da Paz. Falo isso não só em nome de todos os músicos de Pernambuco, mas também de todo o Nordeste. Fico verdadeiramente emocionado com essa interpretação tão genuína da Amazônia Jazz Band, da qual sou fã. Muito obrigado!", declarou Spok. O concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba" foi muito mais que uma apresentação musical, foi uma celebração da identidade cultural brasileira, reafirmando a importância da música como elemento unificador e expressão de nossa diversidade. Pela primeira vez assistindo a AJB, Glaucia Miranda, de 45 anos, se emocionou e prometeu voltar. "Amei cada momento do concerto! Foi uma experiência verdadeiramente emocionante e feliz. A forma como a Amazônia Jazz Band nos levou em uma viagem através dos ritmos brasileiros, desde o frevo até o samba, foi simplesmente incrível. Me senti completamente envolvida pela energia e pela beleza da música, a gente acaba fazendo parte da banda tamanha a interação. Mal posso esperar pelas apresentações. Zerei o game!", finalizou sorrindo. Por Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51898/amazonia-jazz-band-leva-publico-em-uma-viagem-musical-do-frevo-ao-samba-em-noite-de-celebracao-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de mar. de 2024 A entrada para o espetáculo é gratuita O Theatro da Paz recebe, às 20h, desta quinta-feira, 28, o concerto sinfônico: "Concerto Especial de Páscoa", que promete encantar o público com uma seleção de obras emblemáticas e que serão conduzidas pela maestrina convidada Maria Antonia Jiménez. A entrada para o espetáculo é gratuita, mediante retirada de até 2 unidades por pessoa pelo site Ticket Fácil a partir das 9h do dia do concerto, ou na bilheteria do Theatro da Paz a partir das 18h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM). O concerto especial contará com a participação do renomado Coro Carlos Gomes e da solista Clara Nascimento, que brilhará com sua flauta transversal. A regente Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua paixão e maestria na condução de orquestras, compartilhou sua expectativa para o momento. "Reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz é sempre um privilégio. Eu sempre fico muito agradecida pelo convite. Fazer isso uma vez por ano é algo que me traz muita felicidade e gratidão", expressou a maestrina. O programa do concerto incluirá obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours". A maestrina destaca o caráter positivo e o astral envolvente desta sinfonia, escolhida especialmente para esta ocasião. Em seguida, a talentosa solista Clara Nascimento se juntará à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade. A parceria entre Clara e a orquestra promete uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional do concerto será a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach. Esta obra, repleta de profundidade espiritual, oferecerá um momento de reflexão e contemplação para o público presente. A maestrina Jiménez enfatiza a importância deste momento, onde a plateia poderá acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão. "Essa será a nossa singela maneira de desejar uma feliz Páscoa para todos, repleta de paz e sabedoria", compartilha a maestrina sobre a mensagem que desejam transmitir com este concerto especial. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes prometem uma noite inesquecível, repleta de música sublime que eleva a alma. Este é um evento que não apenas celebra a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. Programa: F. J. Haydn (1732 - 1809) Sinfonia Nº 82, "L'Ours" - Vivace assai - Allegretto - Menuetto - Vivace assai C. Chaminade (1857 - 1944) Concertino pour flûte, op. 107 Solista: Clara Nascimento Intervalo J. S. Bach (1685 - 1750) Christ lag in Todes Banden BWV 4 - Sinfonia - Versus 1. Christ lag in Todes Banden - Versus 2. Den Tod niemand zwingen kunnt - Versus 3. Jesus Christus, Gottes Sohn - Versus 4. Es war ein wunderlicher Krieg - Versus 5. Hier ist das rechte Osterlamm - Versus 6. So feiern wir das hohe Fest - Versus 7. Wir essen und leben wohl Serviço: A entrada é franca e os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, pelo site www.ticketfacil.com.br e a partir das 18h na bilheteria do TP. Duas unidades por pessoa/CPF. Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52740/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-apresentam-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo
- Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata | Theatro da Paz
< Volte Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de out. de 2023 Apresentação realizada no Theatro da Paz contou com elenco de intérpretes paraenses O renomado compositor paraense, Paulo André Barata, foi o grande homenageado em um concerto realizado pela Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes no Theatro da Paz, em Belém, na noite da terça-feira (03). A iniciativa do espetáculo foi do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Subiram ao palco artistas que colaboraram com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Juntos, Pedrinho Callado, Pedrinho Cavallero, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias prestaram um tributo musical ao legado do paraense. “Nós estamos muito felizes e honrados em participar deste momento tão especial. Eu ganhei ‘Porto Caribe’, de Paulo André e Ruy Barata, e isso mudou a minha vida. Além de honrado, me sinto profundamente grato por essa canção que fala na alma e na pele de todo paraense”, revelou Elói Iglesias. Sob a regência do maestro Elias Coutinho e a direção artística de Tito Barata, irmão de Paulo André, o espetáculo encantou o público com interpretações únicas do elenco de artistas. “Sou paraense e moro com minha família em Macapá. Costumamos vir para o Círio todos os anos, mas este ano antecipamos nossa vinda só para assistir a este show. Tudo tão bem planejado, um espetáculo lindo, representativo e cheio de vida, como o Paulo André. As canções dele marcaram o início do meu relacionamento com meu esposo e para o resto da vida nos lembraremos dele com muito carinho e gratidão”, revelou a professora Sônia Abreu, emocionada em meio à plateia. Tito Barata destacou a importância do envolvimento dos intérpretes e do público para o sucesso da apresentação. “Nossa intenção é preservar a essência musical de Paulo André e o cuidado com cada detalhe desta produção foi essencial. O Theatro da Paz estava lotado, com o público interagindo e cantando músicas que transcenderam fronteiras. É importante dizer que essas canções foram escolhidas ainda em vida pelo próprio Paulo André e os artistas convidados também fizeram parte dessa trajetória”, afirmou. Para Elias Coutinho, maestro titular da AJB, a regência do espetáculo teve uma característica especial. “Hoje estamos homenageando um dos maiores nomes da música paraense, que retratou tão bem o nosso Pará. Paulo André é emoção, realidade, cultura e por meio dele pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem conhecer o nosso folclore, fauna, comidas, costumes e ditos populares. Ele deixou uma obra completa que o eternizou em nossos corações”, finalizou. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47920/concerto-da-amazonia-jazz-band-homenageia-o-compositor-paulo-andre-barata Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 12 de jun. de 2023 Público lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus para assistir ao espetáculo aberto ao público com o tema de ‘Star Wars’ Uma apresentação que combinou a sonoridade do Jazz com músicas temas de filmes que fizeram sucesso na telona e que são conhecidas e amadas pelo público em geral. Assim foi o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB), na noite do domingo (11), em Castanhal. O público da AJB não decepcionou e lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, demonstrando toda a popularidade desse tipo de concerto, que recria músicas com arranjos jazzísticos. Geralmente as músicas de filmes apresentam melodias cativantes e emocionantes, que se adaptam muito bem ao estilo Jazz. Além disso, a improvisação e a liberdade que o Jazz oferece, permitem que os músicos da banda adicionem suas próprias interpretações e improvisos, criando uma versão da música original. O concerto foi aberto com o tema de ‘Star Wars’, do compositor americano John Williams. Em seguida, vieram as peças musicais dos filmes ‘Titanic’, ‘Superman’, ‘James Bond’, ‘Game of Thrones’, ‘Missão Impossível’, ‘Batman’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Rock’ encerrando com ‘Os Vingadores’ e os membros da big band com os braços para cima e mão fechadas. E ainda teve a participação de Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz que, acompanhado pela AJB, cantou duas músicas levando o público às palmas. “Que energia incrível tem o público de Castanhal. Esperamos voltar mais vezes e assim contribuir para a formação de plateia, pois à medida que essa cultura se espalha, as pessoas que a recebem podem incorporá-la em suas próprias práticas culturais, adaptando de acordo com suas necessidades e valores locais”, declarou Daniel Araujo.. O plus ficou por conta dos elementos visuais incorporados ao concerto. O público pode acompanhar projeções de cenas dos filmes, cujo os temas estavam sendo interpretadas pela big band, em um grande telão de LED, criando uma experiência completa e imersiva. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaborados de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, tendo sido especialmente preparados para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. “Sai de Belém para assistir a esse concerto e não me arrependo. Eu amei tudo, cada segundo. Foi surpreendente ver o tema da minha série favorita ‘Game Of Thrones’ ser interpretada pela Amazônia. Me senti homenageada”, declarou a enfermeira Maria Luiza. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/44488/amazonia-jazz-band-leva-concerto-temas-de-filmes-para-castanhal Anterior Próximo
- Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz Por Amanda Engelke (SECULT) 23 de nov. de 2025 Inspirada no poema de Gonçalves Dias, a ópera terá récitas nos dias 10, 11 e 12 de novembro, durante o período da COP 30 em Belém A ópera I-Juca Pirama, com libreto de Paulo Coelho e composição musical de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, terá sua estreia mundial no Theatro da Paz, em Belém, nos dias 10, 11 e 12 de novembro, encerrando em grande estilo a programação do XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz, no mesmo período em que a capital paraense recebe a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Com 75 minutos de duração, a obra inspirada no poema de Gonçalves Dias reúne cantores líricos e artistas do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), o Coro Carlos Gomes de Belém, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o grupo indígena Huni kuin (Acre). A produção ecopoética propõe uma narrativa filosófica e sensorial sobre o universo indígena da Amazônia, entrelaçando literatura, música, ancestralidade, ecologia, coexistência e espiritualidade. Cantada em língua portuguesa, a ópera articula música, canto, dança, projeções audiovisuais e rituais de matriz indígena, traduzindo o encontro entre a tradição lírica e a sabedoria ancestral dos povos da floresta. O espetáculo é uma realização do Núcleo de Ópera da Bahia, em co-realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), com produção da ComArte Produções, apoio do programa Boca de Brasa, da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Salvador. Também conta com o apoio de mídia televisiva da France Télévisions. O escritor, jornalista e compositor brasileiro, parceiro de décadas de Raul Seixas, Paulo Coelho, destaca que “a obra vai revolucionar a ópera brasileira, com um trabalho magnífico de Aldo Brizzi e Gilberto Gil”, afirmou o carioca, que ocupa a 21.ª cadeira da Academia Brasileira de Letras. Para Ursula Vidal, secretária de Cultura do Pará, a estreia mundial de I-Juca Pirama no palco do Theatro da Paz reafirma a grandeza do Festival de Ópera. “Nosso Festival se consolidou, em 2025, como uma política pública de cultura que diversifica suas parcerias institucionais, co-realizando grandes espetáculos com outros importantes núcleos de produção operística do país". "A ampliação do repertório de montagens, com estreias mundiais de obras inspiradas no riquíssimo universo simbólico de nossa Amazônia, reafirma a grandeza deste Festival realizado há mais de duas décadas em um teatro monumento da cultura brasileira”, destaca a secretária. Figurinos sustentáveis Todos os figurinos da ópera são eco sustentáveis e assinados por dois artistas: o xamã e artista plástico Tukano Bu’úKennedy, responsável pelos trajes indígenas, e a figurinista Irma Ferreira, autora dos figurinos modernos e dos adereços. As criações foram produzidas por artesãos e coletivos indígenas da Amazônia, a partir de materiais sustentáveis, fibras, pigmentos naturais e técnicas tradicionais. “Os figurinos são concebidos por Bu’ú Kennedy, xamã tucano e grande artista plástico. Ele criou uma série de trajes feitos com casca de árvore, mastigada ritualmente durante três dias pelas mulheres tucanas antes de se transformar em tecido. Já as vestes masculinas são cortiças de árvores amazônicas, que voltam a crescer após o corte. É uma operação totalmente ecológica, que resgata a criatividade dos povos da Amazônia e valoriza sua presença na criação artística”, explica Aldo Brizzi, diretor musical e cênico da ópera. O maestro destaca ainda que seis indígenas do povo Huni kuin, do Acre, estarão em cena ao lado dos cantores líricos do NOP e do Coro Carlos Gomes, de Belém. “Essa convivência cria uma dimensão simbólica e real entre o erudito e o ancestral, unindo vozes que expressam a floresta em sua força espiritual e estética”. Trabalho reflete múltiplas matrizes culturais brasileiras, diz diretor musicial Para Aldro Brizzi, a parceria com Gilberto Gil dá origem a uma obra musical que reflete múltiplas matrizes culturais brasileiras. “A estética musical dessa ópera segue a linha que já trabalhamos em Amor Azul, eu e Gil, ou em obras minhas como a Ópera dos Terreiros. É uma fusão total entre elementos da cultura afro, afro-brasileira, indígena e erudita. A melodia e a harmonia vêm um pouco da música popular, porque é um trabalho feito a quatro mãos com o Gil. Tudo flui naturalmente entre a rítmica indígena e a linguagem sinfônica, com o DNA da música popular sempre presente de forma comovente e radical”, destaca Brizzi. O compositor ressalta que o texto de Gonçalves Dias foi determinante para o ritmo e o caráter da obra. “A força da palavra de Gonçalves Dias é extraordinária. Ela traz uma musicalidade própria, com termos que hoje soam incomuns, mas cheios de sentido. Nossa ópera se passa em duas épocas — a antiga, narrada por Gonçalves Dias, e a moderna, contada por nós. O I-Juca contemporâneo revive a busca por identidade em meio à destruição. Essa convivência entre o antigo e o novo dá à obra uma dimensão simbólica de continuidade e transformação.” Para Brizzi, o Núcleo de Ópera da Bahia reafirma sua vocação de aproximar a ópera das raízes culturais brasileiras. “O NOP sempre deu grande relevância à cultura de raiz. Nossas óperas são em português e querem comunicar. Não é ópera intelectual, é ópera popular no verdadeiro sentido do termo. A ópera sempre foi a arte do seu tempo — popular e profunda. Queremos ser modernos e criativos, com respeito às raízes, para que todos possam se emocionar e se reconhecer no que fazemos”. Os desafios de unir o canto lírico às tradições indígenas fazem parte da trajetória de Aldo Brizzi. Em Amor Azul, ele e Gilberto Gil uniram o DNA da música popular brasileira à grande respiração da música sinfônica; em Ópera dos Terreiros, aproximaram o Candomblé da eletrônica e do canto lírico. Em I-Juca Pirama, a orquestra e o coro se unem à rítmica e à tímbrica dos instrumentos indígenas, criando uma cor sonora única e profundamente simbólica. A obra nasce do diálogo entre arte, ecologia e consciência ambiental. A floresta está presente em cada gesto, som e material de cena, fazendo da ópera uma verdadeira celebração da Amazônia e de sua sabedoria ancestral. Considerada por Paulo Coelho como um trabalho capaz de revolucionar a ópera brasileira, a produção inicia com um prólogo em vídeo-projeção gravado na Amazônia, com Gilberto Gil no papel de Croá, o trovador dos povos originários, cantando uma música inédita sobre as queimadas, e o próprio Paulo Coelho interpretando Gonçalves Dias, que se transforma em Espírito da Terra. A escolha de Belém e do Theatro da Paz para a estreia mundial de I-Juca Pirama reforça o simbolismo amazônico da obra e a tradição da cidade como polo operístico do país. O teatro, um dos mais antigos e importantes do Brasil, tem sido palco de grandes criações do Núcleo de Ópera da Bahia e consolida-se como espaço de encontro entre linguagens, culturas e territórios sonoros. “Se apresentar no Theatro da Paz é sempre um prazer. Em 2022, já estivemos aqui com a Ópera dos Terreiros, no Festival de Ópera, e foi uma experiência marcante. Desta vez, voltamos para vibrar junto com aquela acústica maravilhosa e com o público paraense, que sempre acolhe a criação operística com generosidade e emoção”, conclui Brizzi. A renda da estreia será totalmente revertida em apoio ao povo indígena da Vila Dom Bosco, no Alto Rio Tiquié, distrito de Pari Cachoeira, região do Alto Rio Negro. A iniciativa busca valorizar a educação intercultural e preservar o legado das línguas e saberes ancestrais. SINOPSE Após ter suas terras devastadas pelos colonos portugueses, o jovem guerreiro I-Juca Pirama, último de sua tribo, parte em busca de novos territórios e de um sentido para sua existência. Capturado pelos Timbiras, é condenado ao sacrifício, mas sua coragem e dignidade transformam seus algozes. Entre o dever do guerreiro e o chamado da vida, I-Juca enfrenta o conflito entre honra e sobrevivência. Na ópera, a história se desenrola entre duas épocas — a antiga, contada por Gonçalves Dias, e a moderna, em que novas queimadas e devastações fazem o I-Juca contemporâneo reviver a busca por significado e pertencimento. Sua jornada reflete o destino de um povo em exílio na sua própria terra e o grito da floresta ferida. Em uma dimensão paralela, o Espírito da Terra tudo vê, prevê, narra e abraça. Entre os dois tempos da história, ela é a guardiã da memória e da transformação. Jaci, jovem Timbira frágil e encantada por I-Juca no tempo ancestral, renasce na era moderna como sua própria descendente, jornalista que entrevista o “I-Juca” contemporâneo nas terras devastadas pelas queimadas. Mas um antídoto poderoso resiste ao avanço da destruição: a força dos sonhos e a técnica ancestral de torná-los realidade. Assim, o mito renasce no presente, lembrando que a terra, mesmo ferida, continua a sonhar através de seus filhos. BIOGRAFIAS Paulo Coelho – Autor do texto original Reconhecido mundialmente, Paulo Coelho é um dos escritores mais lidos de todos os tempos, com mais de 320 milhões de livros vendidos em 170 países e traduzido para 88 idiomas. É membro da Academia Brasileira de Letras e Embaixador da Paz das Nações Unidas. Pela primeira vez, assina um texto original para o palco, ampliando sua obra para a linguagem cênica e musical. Gilberto Gil – Compositor Músico, compositor e intelectual, Gilberto Gil foi Ministro da Cultura do Brasil, é membro da Academia Brasileira de Letras e vencedor de múltiplos prêmios internacionais, incluindo Grammys e a Legião de Honra da França.Sua obra é um patrimônio da música brasileira, mesclando raízes populares com inovação estética. Aldo Brizzi – Diretor musical e coautor da composição Maestro, compositor e produtor ítalo-brasileiro, Aldo Brizzijá regeu as mais importantes orquestras na Europa e nas Américas. Autor de óperas como Amor Azul e Ópera dos Terreiros, é diretor do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) e reconhecido por integrar linguagens populares a tradição lírica, criando pontes entre o erudito e o contemporâneo. Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) Coletivo lírico com sede em Salvador, o NOP é um projeto de excelência na formação e difusão da ópera brasileira, reunindo cantores, músicos e criadores com ênfase em diversidade racial e de linguagem. É 90% composto por artistas afro-brasileiros. Responsável por produções que mesclam tradição e inovação, atua também na formação de público e em ações de inclusão social. Bu’ú Kennedy – Figurinista e artista plástico Artista Tukano do povo Ye’pá Mahsã, da região de São Gabriel da Cachoeira (AM), Bu’ú Kennedy atua com pintura, instalação e figurino, destacando-se pelo uso de materiais naturais e símbolos ancestrais. Sua produção artística baseia-se na marchetaria, técnica de justaposição e encaixe de lâminas de madeiras diferentes, que formam paisagens, motivos e símbolos. Festival de Ópera do Theatro da Paz Criado em 2002, o Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma das mais duradouras políticas públicas de formação de plateia do país. Realizado pelo Governo do Pará, por da Secult, o festival tem como anfitriã a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz — corpo artístico oficial do teatro, que completará 30 anos em 2026 — e se destaca por unir excelência musical, formação de público e protagonismo amazônico. Ao longo de mais de duas décadas, recebeu mais de 40 montagens, entre clássicos como La Traviata, Carmen, O Guarani e A Flauta Mágica, e estreias nacionais e mundiais inspiradas na literatura e no imaginário da Amazônia. Também desenvolve ações de inclusão, como o projeto Sons de Liberdade, que promove a reinserção de mulheres custodiadas e egressas do sistema penal por meio da confecção dos figurinos das montagens. Em 2025, o XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz apresentou a estreia mundial de Cobra Norato – Terras do Sem Fim, inspirada no poema de Raul Bopp, com libreto de Bernardo Vilhena, música de André Abujamra, direção artística de Carla Camurati e regência de Silvio Viegas; o concerto Tudo Isto é Teu – Uma Celebração de Waldemar Henrique, em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro; e a Gala Lírica “A Ópera da Amazônia”, com a OSTP. FICHA TÉCNICA (resumo) Título: I-Juca PiramaSubtítulo: Aquele que deve morrerTexto: Paulo Coelho e Aldo Brizzi, livre recriação a partir do poema de Gonçalves DiasMúsica original: Gilberto Gil e Aldo BrizziDireção musical e cênica: Aldo BrizziFigurinos indígenas: Bu’ú KennedyFigurinos modernos e adereços: Irma Ferreira Elenco: I-Juca Pirama – Jean William Espírito da Terra – Graça Reis Cacique – Irma Ferreira Jaci – Milla Franco Ogib – Josehr Santos Grupo vocal lírico-popular do Núcleo de Ópera da Bahia Grupo indígena do Povo Huni kuin (Acre) Coro Carlos Gomes de Belém Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Maestro: Aldo Brizzi Participações especiais: Gilberto Gil e Paulo Coelho (projeções audiovisuais) Duração: 75 minutos Realização: Núcleo de Ópera da Bahia Co-realização: Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Produção: ComArte Produções SERVIÇO: I-JUCA PIRAMA – Aquele que deve morrer Estreia mundialÓpera inspirada na obra poética de Gonçalves Dias, em língua portuguesa, dividida em dois atosLibreto de Paulo Coelho, composição musical de Gilberto Gil e Aldo BrizziData: 10, 11 e 12 de novembroHorário: 20hLocal: Theatro da PazPraça da República | Rua da Paz, s/n, CentroBelém – PA Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$80 • Inteira | R$40 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$80 • Inteira | R$40 • MeiaGaleria: R$60 • Inteira | R$30 • Meia // Paraíso: R$40 • Inteira | R$20 • Meia O espetáculo estreia no dia 10 de novembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 11 e 12 de novembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 3252-8603. E-mail: bilheteria@theatrodapaz.com . Com informações da Assessoria I-Juca Pirama Anterior Próximo
- Festival de Ópera 2024 | Theatro da Paz
Confira a Programação do Festival de Ópera do Theatro da Paz 2024. 1/1 PROGRAMAÇÃO ~ ´ MENSAGEM DO GOVERNADOR DO PARÁ A 23ª edição do Festival de Ópera do Theatro da Paz, parte integrante de nosso calendário cultural, celebra não apenas a música erudita, mas também o legado de Giacomo Puccini, marcando o centenário de sua morte com apresentações de "La Bohème" e "Gianni Schicchi". Essas obras exemplificam a genialidade do compositor e reforçam a continuidade da tradição operística que o Pará mantém viva. Além das homenagens a Puccini, o festival de 2024 expande suas fronteiras culturais, apresentando outras formas artísticas. Inclui o musical "O Príncipe do Egito", o "Recital de Piano Duo Azulay", e culmina com a ópera cômica "Gianni Schicchi", proporcionando um panorama diversificado que enriquece nosso legado cultural. Este evento não apenas reafirma nosso compromisso com a preservação da rica tradição cultural do Pará, mas também gera significativa atividade econômica, gerando empregos e destacando o estado como um polo cultural na Amazônia e no Brasil. A dedicação contínua em valorizar e ampliar a cultura local é um compromisso que compartilho com todos os paraenses. Que esta edição do festival nos inspire a continuar sonhando, construindo e preservando o legado cultural que orgulhosamente oferecemos ao Brasil e ao mundo. Helder Barbalho, Governador do Pará. ´ MENSAGEM DA SECRETÁRIA DE CULTURA ´ Chegamos à XXIII edição do nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz que, ao longo de sua trajetória, se consolidou como um verdadeiro patrimônio artístico do povo paraense. Além de encantar seu público fiel, o Festival gera emprego, renda e processos de formação profissional contínuos para os trabalhadores da cultura e das artes, em nosso Estado. Os preparativos iniciam muito antes da abertura das cortinas de nosso imponente Da Paz. Meses antes, um batalhão de profissionais - desde cenógrafos, figurinistas, técnicos de som e luz, diretores de cena, além de nossa extraordinária orquestra - se mobilizam para que todos nós possamos ter a melhor experiência de uma das mais fabulosas expressões artísticas. Desde 2019, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, adota novos conceitos para fortalecer a cadeia produtiva da ópera, democratizando cada vez mais o acesso, além de envolver, em quase toda a sua totalidade, o talento nacionalmente reconhecido de nossa mão de obra local. O XXIII Festival de Ópera faz uma homenagem ao centenário de falecimento do compositor italiano Giacomo Puccini, que legou à humanidade obras geniais e emblemáticas da criação operística mundial. E, este ano, o público poderá apreciar “La Bohème", em uma apresentação em forma de Ópera Concerto, e a montagem completa de "Gianni Schicchi". Será mais um momento de celebração da ópera e da cultura no nosso Pará. Ursula Vidal Secretária de Estado de Cultura .


