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- Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de jun. de 2023 Apresentado pela primeira vez em Paris, em 1856, balé conta a história do pirata Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora Uma história de amor e aventura no universo de piratas e odaliscas, em plena costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco. Este é o enredo central da apresentação do "Ballet Le Corsaire", conhecido em português como "O Corsário", inspirado no poema "The Corsair", de Lord Byron. Realizado pela primeira vez no palco do Theatro da Paz, o espetáculo será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) nos dias 29 e 30 de junho, às 20h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música, com o apoio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará. "O Corsário" é um balé clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O balé foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de balé de todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus 'pas de deux' emocionantes. Embora "O Corsário" seja um balé e não uma obra de música clássica, sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e 'pas de deux' que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. A montagem paraense terá em cena 60 dançarinos, selecionados por meio de audições, além de 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção geral é assinada pela bailarina Ana Unger em parceria com Ivan Franco, que também assina a remontagem e adaptação da obra. Nos papéis principais, estão Marcella Borges, José Ailton, Rodrigo Hermesmeyer e os paraenses Tiago Assis, Yasmin Souza, Allan Araújo, Arthur Furtado e Bruna Pojo. Mesmo com a experiência na montagem de vários balés de repertório, como "Lago dos Cisnes", "Giselle", "Dom Quixote", "Quebra Nozes" e "Coppelia", "O Corsário", balé completo em 3 atos, com orquestra, é um projeto desafiador para Ana Unger, que assina a direção artística, pois a riqueza de detalhes dos elementos cênicos, cenários, figurinos e um elenco de 60 integrantes com solistas de altíssimo nível técnico, exigiram de toda a equipe de produção muita dedicação e profissionalismo. “O aprimoramento do Corpo de Baile, com dois elencos diferentes, oportunizando a participação dos bailarinos que passaram na audições, com ensaios extras e muita dedicação de ensaiadores e dos próprios jovens bailarinos, foi o mais desafiador de todo o processo. Compartilhar a pesquisa e estudo de outras grandes produções, e reunir todos os nossos conhecimentos de dança clássica, mímica corporal dramática, teatro e participações em mais de 18 óperas ao lado de grandes diretores, nos permitiu conduzir com tranquilidade as dinâmicas e ensaios com figurantes, solistas e corpo de baile”, explicou Ana Unger. O balé será tocado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto. De acordo com Ana Unger, a regência do maestro Miguel é brilhante. “Campos Neto torna emocionante esse casamento de música e movimento. A OSTP está em um dos seus melhores momentos. A sensibilidade do maestro, com os andamentos e seu entendimento e respeito do balé, as pausas para a respiração dos bailarinos, aplausos, principalmente nos 'Grand Pas', quando solistas precisam desse tempo entre uma variação de alto nível técnico e virtuosismo. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, explicou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44955/theatro-da-paz-apresenta-versao-inedita-do-bale-de-repertorio-o-corsario Anterior Próximo
- Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra | Theatro da Paz
< Volte Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra Elck Oliveira (SEIRDH) 11 de out. de 2024 Evento de 18 a 23, abrange políticas públicas para populações tradicionais, música no Theatro da Paz e filmes + debates sobre o tema da diversidade Em alusão ao Dia Nacional de Zumbi e Dia da Consciência Negra, que transcorre no próximo dia 20 de novembro, a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com diversas outras secretarias estaduais e órgãos públicos, promove uma programação intensa para marcar, que marcará a data. Entre os dias 18 e 21, a Seirdh realiza cine debates com alunos da rede pública estadual sobre a temática, a partir da exibição de filmes e curtas-metragens, numa parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). No dia 20 de novembro, a partir das 20h, no Theatro da Paz, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e o Coro Carlos Gomes apresentam o espetáculo “Missa Cubana”, com ingressos simbólicos para o público, em geral. O espetáculo é fruto de parceria entre a Seirdh e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). No dia 22 de novembro, haverá uma cerimônia, no teatro Gasômetro, a partir das 10h, com participação de diversas secretarias e presença do governador Helder Barbalho, para a entrega de políticas públicas e ações voltadas à população negra, quilombolas e Povos Tradicionais de Matriz Africana (Potma). Entre essas políticas, estão ações nas áreas de saúde, educação, tecnologia, titulação de territórios, entre outras. Em 23 de novembro, encerrando a programação, haverá, das 9 às 16h, uma feira de empreendedoras negras, na Usina da Paz da Terra Firme, com entrada aberta ao público, em parceria com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac). Anterior Próximo
- Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme | Theatro da Paz
< Volte Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 5 de mai. de 2024 A Amazônia Jazz Band (AJB) fez, na UsiPaz Terra Firme, mais um concerto do “Projeto Sons da Paz”, e desta vez ainda em comemoração ao Dia Internacional do Jazz, celebrado no dia 30 de abril, com o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará". O Sons da Paz se configura como uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. O concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará" surpreendeu os expectadores pela fusão entre as canções de Tom Jobim, consideradas clássicos do jazz e os ritmos autênticos da região Amazônica, indo além do estereótipo do Carimbó. Com anos de experiência em grupos instrumentais, Coutinho reuniu sua expertise e a inspiração de renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros, para criar um repertório que honra as raízes musicais da Amazônia. "A escolha de Tom Jobim como pilar central do concerto não é por acaso", destaca Coutinho, ressaltando que "Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim," e explicando que trazê-lo para uma fusão única com os ritmos da Amazônia enriquece ainda mais nossa identidade musical. “A resposta do público foi tão positiva que a mensagem que fica para a gente é que estamos no caminho certo. Muito bom ver o público aqui da Terra Firme se identificando com o que a gente entrega de todo o coração”, finalizou o maestro. Enquanto a Jazz Band tocava, Solange Peixoto cantava todas as músicas de Tom Jobim. “Esta é uma oportunidade única para nós que moramos em um bairro periférico onde pouco se tem acesso a espetáculos como esse”, disse animada. Mais do que apenas um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53859/sons-da-paz-celebra-o-dia-internacional-do-jazz-com-amazonia-jazz-band-na-usina-da-paz-terra-firme Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes Por Amanda Engelke (SECULT) 12 de nov. de 2024 Cerca de 300 alunos assistiram o Concerto Didático com repertório de músicas do cinema Na manhã desta terça-feira, 12, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), fez uma apresentação dedicada a estudantes. O concerto com repertório "músicas de cinema" foi pensado, especialmente, para cerca de 300 alunos das escolas Seeds Bilingual Education, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio, EEFM, Renato Pinheiro Condurú, e Centro de Estudos e Aprendizagem Integral, Ceai. O repertório incluiu canções de trilhas sonoras de filmes como Missão Impossível, Harry Potter, Indiana Jones, Rocky, Superman e Star Wars. "Sempre é um prazer tocar para estudantes, espero que isso aconteça muitas outras vezes, porque nem sempre eles têm acesso a esse tipo de repertório, a esse ambiente do teatro, talvez seja a primeira vez que alguns estejam entrando aqui. Então eu acho que é uma iniciativa muito importante para trazê-los para perto da gente, para conhecer a OSTP, o Theatro da Paz, para cultura de forma geral", afirma o maestro assistente da OSTP, Agostinho Fonseca Jr. Sobre o repertório, o maestro fala sobre a intenção da escolha. "Conheço várias pessoas que começaram a estudar música, tocar um instrumento, após assistir uma orquestra e ficarem encantados. Hoje são músicos profissionais, integrantes de outras orquestras, por isso também, a gente tentou trazer um repertório um pouco mais recente, algo que eles já conheçam e possam se conectar realmente com a música". A professora do Ceai, Marta Rocha, agradeceu pela oportunidade de levar seus alunos ao Concerto Didático. "Foi um momento muito especial para as crianças, tanto na parte de conhecimento, ver coisas novas, tanto quanto na parte cultural, poder levar os nossos alunos para terem contato com a música e com esse ambiente magnífico da arte da nossa cidade, o Theatro da Paz". "Achei a apresentação incrível, eu amo escutar música e todas foram muito emocionantes. Além disso, fiquei muito emocionada também por estar aqui pela segunda vez e ouvir todas as informações que passaram para vermos os instrumentos, foi maravilhoso, eu gostei bastante", conta a estudante da EEFM, Renato Pinheiro Condurú, Yasmin Batista, de 15 anos. Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61292/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-faz-apresentacao-especial-para-estudantes Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band realiza concerto 'O Som do Brasil' na UsiPaz Cabanagem | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band realiza concerto 'O Som do Brasil' na UsiPaz Cabanagem Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de abr. de 2024 A Amazônia Jazz Band (AJB) realizou com sucesso seu quarto concerto do “Projeto Sons da Paz” na UsiPaz Cabanagem, na noite do último sábado (06), às 19h. Este evento faz parte de uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Enquanto as notas musicais flutuavam pelo ar, Gislene Fróz, de 36 anos, viveu um momento especial ao levar seus filhos para testemunhar pela primeira vez o esplendor da AJB. Ao final do concerto, Gislene não conseguia conter a emoção, suas palavras ecoaram como um testemunho fervoroso do poder da música. "Eu nunca imaginei que um concerto tão alegre e animado pudesse mexer tanto comigo e com meus filhos. Foi uma experiência verdadeiramente emocionante. Ver meus filhos absorvendo cada nota, cada ritmo da AJB, foi como presenciar a magia da música em sua forma mais pura", compartilhou Gislene com os olhos ainda marejados de emoção. Enquanto ela expressava sua gratidão pela oportunidade de compartilhar essa experiência com sua família, Gislene refletiu sobre o impacto que essa noite teria em suas vidas. "É mais do que apenas música", ela continuou, "é uma conexão profunda que nos une, nos inspira e nos leva a lugares dentro de nós mesmos que talvez nunca tenhamos explorado antes". O concerto "O Som do Brasil" não apenas encantou o público com a incrível performance da Amazônia Jazz Band (AJB), mas também ofereceu uma viagem sonora através dos diversos ritmos e melodias que compõem a rica tapeçaria musical brasileira. Sob a direção do maestro Elias Coutinho, a AJB levou o público a explorar desde os sons ancestrais da cultura indígena até as batidas contemporâneas das ruas urbanas. O programa foi cuidadosamente elaborado para destacar a diversidade e a profundidade da música brasileira. Abrindo com "Indauê Tupã" de Paulo André e Ruy Barata, os espectadores foram imersos em uma atmosfera mística e ancestral, enraizada nas tradições dos povos originários. Em seguida, a AJB trouxe um clássico do repertório brasileiro com "Estamos Aí" de Mauricio Einhorn, em um arranjo envolvente de Nelson Faria, que ressoou com nostalgia e saudade, lembrando aos ouvintes a riqueza das melodias tradicionais. A energia contagiante de "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barros, em um arranjo vibrante de Jonas Hocherman, fez com que o público se entregasse ao ritmo pulsante e caloroso da música brasileira e cantasse junto. "Esse Rio É Minha Rua", outra composição de Paulo André e Ruy Barata, reinventada pelo arranjador Rafael Rocha, capturou a essência vibrante das ruas do Pará, convidando os espectadores a se perderem nas histórias e nos sons das cidades. Mas a viagem musical não parou por aí. Com "Brooklyn High" de Nelson Faria, a AJB explorou os horizontes da modernidade, fundindo elementos do jazz contemporâneo com a vivacidade da música brasileira, criando um ambiente sonoro inovador e estimulante. E para finalizar, em um medley vibrante intitulado "Cumbia, Merengue e Etc...", a AJB presenteou o público com uma mistura cativante de ritmos latino-americanos e brasileiros, incluindo trechos de clássicos como "Chorando Se Foi" da Banda Kaoma e "Sem Você Nada É Bonito" de Pinduca, entre outros. Essa fusão de estilos trouxe à tona a riqueza da diversidade musical brasileira e sua conexão com as culturas vizinhas. Assim, o concerto "O Som do Brasil" não apenas celebrou a música brasileira em toda a sua glória, mas também mostrou como ela continua a evoluir e a se reinventar, mantendo-se sempre viva e pulsante, ecoando pelos corações e mentes do público presente. E enquanto as luzes se apagavam na UsiPaz Cabanagem, o que permanecia era um eco de harmonia e um sentimento de renovação, uma lembrança duradoura do poder transformador da música, como testemunhado através dos olhos brilhantes de Gislene e seus filhos. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53083/amazonia-jazz-band-realiza-concerto-o-som-do-brasil-na-usipaz-cabanagem Anterior Próximo
- Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de fev. de 2024 Iniciativa do governo do Pará teve casa cheia, em uma realização da Secretaria de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) Mesmo com a intensa chuva que caiu sobre Belém, na noite da última terça-feira (6), o público amante da música erudita não se deixou abater. O "Foyer" do Salão Nobre do Theatro da Paz foi palco da primeira edição de 2024 da Série Música de Câmara, que cativou a plateia com a suavidade lírica da harpa e a delicadeza etérea da flauta, apresentadas pelas talentosas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O repertório foi cuidadosamente selecionado para permitir que os dois instrumentos pudessem ser tocados juntos, criando uma combinação harmoniosa e relaxante, que evocou uma sensação de serenidade e beleza. Os dois instrumentos têm qualidades sonoras que se complementam, proporcionando uma experiência auditiva encantadora. A estudante de direito Jessica Souza, que chegou ao Theatro da Paz debaixo de chuva, compartilhou sua experiência. “Como trabalho aqui perto, ouvi falar do concerto, mas não me programei para vir. Mas, como estava pertinho daqui quando a chuva caiu, corri para cá na tentativa de esperar a chuva passar ouvindo uma boa música e amei. Me senti dentro de um sonho. Foi emocionante e quero repetir essa sensação de bem-estar. Vou me informar melhor sobre a programação do teatro e não faltarei a mais nada”, afirmou a estudante. A música de câmara, onde um pequeno grupo de músicos toca em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Esta forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferecendo uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e ser ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. A interação direta com os colegas também estimula a criatividade, a experimentação e a busca por novas interpretações musicais. Além disso, a prática da música de câmara contribui para a formação de uma identidade musical própria de cada músico. Ao interpretar obras em conjunto, os músicos são desafiados a expressar sua individualidade e personalidade artística, contribuindo para uma interpretação única e autêntica da obra. Essa autonomia e liberdade interpretativa fortalecem a confiança e a autoestima dos músicos, incentivando-os a explorar novas possibilidades musicais. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, proporcionando aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, e permitindo que eles destaquem sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, possibilitando a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas. Ela também contribui para a formação da identidade musical de cada músico, entre outros benefícios”, finalizou Henriane. O evento foi uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Assessoria de Comunicação do Theatro da Paz Anterior Próximo
- OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace | Theatro da Paz
< Volte OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 O evento será realizado na quita-feira (30) A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta nesta quinta-feira (30), o concerto "De Mozart a Strauss", às 20h, no Theatro da Paz, em homenagem aos 60 anos de carreira do pianista Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira da cantora lírica Gabriela Pace, que estarão no palco solando com a OSTP. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Conforme Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP o evento será para prestar homenagem a dois grandes músicos que têm sua história intimamente ligada à Belém do Pará. "Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, músicos que têm tudo a ver com a história do Pará e com a história da OSTP. Definida essa homenagem, nós deixamos que eles escolhessem as peças que mais representariam o toque e o canto deles e o que gostariam de solar para o público paraense". De acordo com Miguel, o professor Del Claro escolheu a música do Luigi Boccherini e Gabriela Pace as quatro últimas canções de Strauss. Ainda segundo o maestro, a orquestra inicia novo capítulo e traz uma compositora nova, contemporânea, Albena Petrovic, de origem búlgara. "Eu propus a ela que escolhesse a obra que mais representasse o seu estilo de composição, e ela escolheu 'Mélusine', uma peça contemporânea", explicou Miguel. O maestro ainda comentou que sua ideia é mostrar uma palavra muito importante para orquestras sinfônicas, "versatilidade", já que as orquestras sinfônicas devem estar prontas para tocar qualquer estilo musical, incluindo a música não erudita, a música popular, vertentes do jazz, entre outros estilos. O concerto desta quinta-feira terá quatro pontos altos. Na primeira obra será a vez da orquestra mostrar que sabe tocar Mozart e demostrar domínio da linguagem clássica. A sinfonia de número 31 é muito importante e é conhecida como Sinfonia Paris. Sendo assim, a orquestra mostra o seu domínio da linguagem clássica. O Luigi Boccherini é um ponto alto por causa do solista, o grande Antonio Del Claro. A terceira música é um ponto alto porque é uma compositora que veio da Europa para prestigiar a orquestra local, a Albena Petrovic. E a orquestra vai mostrar que sabe dominar também a linguagem contemporânea, a linguagem experimental. E finalmente as quatro últimas canções de Strauss que são lindíssimas. Uma obra muito fundamental da literatura para orquestra e canto e está sendo magnificamente cantada pela Gabriella Pace. Os homenageados Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, dois artistas de momentos diferentes na vida, mas com histórias que se entrelaçam intimamente a Belém. Antonio Del Claroviaja para o norte do Brasil, especialmente para a Belém, desde os anos 80, ficou muito feliz com o núcleo forte de cordas que existia em Belém na Orquestra de Câmara do Pará. A partir daí, ele sempre esteve nos festivais internacionais de música promovidos pela Fundação Carlos Gomes. Além disso, ele também foi professor por módulo do bacharelado da Fundação Carlos Gomes, regeu várias vezes aqui em Belém, trouxe cameratas de São Paulo para Belém, formou cameratas aqui em Belém, regeu e solou. Ele também formou cameratas com músicos de Belém e levou para São Luís, no Maranhão. Ele atuou de forma muito intensa na capital paraense e ajudou a levar a música para frente. Já Gabriella Patti, cantou no primeiríssimo Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará no ano de 2002, como Viúva Alegre. Em seguida, ela cantou mais uma vez no Festival de Ópera, em 2003 como Pamina, na Flauta Mágica. Então, quando a ópera ressurgiu no Pará, feita por paraenses, promovida pelo Theatro da Paz, quando iniciou o Festival de Ópera, Gabriella Pace estave presente. Além disso, ela cantou Traviata, anos depois. E agora ela irá cantar as quatro últimas canções de Strauss. Gabriella é uma das sopranos de maior destaque no cenário nacional. Repertório W. A. Mozart (1756 - 1791)Sinfonia Nº 31 - “Paris” I. Allegro assai II. Andante II. Allegro Luigi Boccherini (1743 - 1805)Concerto para Violoncelo Nº 12 em Mi Bemol Maior I. Maestoso II. Largo III. Allegro Solista: Antonio Del Claro INTERVALO Albena Petrovic (1965)Mélusine - l'image mystique (Poème symphonique) Richard Strauss (1864 - 1949)Vier letzte lieder - für Sopran und Orchester I. Frühling II. September III. Beim Schlafengehn IV. Im Abendrot Solista: Gabriella Pace Serviço: Concerto “De Mozart a Strauss” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto Data: 30 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser retirados somente no dia do concerto no site ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP a partir das 9h da manhã. Apenas dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49530/ostp-homenageia-os-60-anos-de-carreira-de-antonio-del-claro-e-os-25-anos-de-carreira-de-gabriela-pace Anterior Próximo
- Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' Helena Saria (SEMU) 23 de ago. de 2023 Evento promovido pelas Secretarias das Mulheres (Semu) e da Cultura (Secult) reuniu arte e conscientização pelo fim da violência contra as mulheres Um espetáculo empolgante no Theatro da Paz, em Belém, na noite de terça-feira (22), com o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) e a participação das cantoras Gigi Furtado, Alba Mariah e Lucinha Bastos, emocionou os espectadores. O evento intitulado "Cantoria Amazônica: Todas as Vozes em Defesa das Mulheres" uniu música, cultura e engajamento social para marcar a programação do "Agosto Lilás". O referido mês é dedicado à conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. No Pará, a iniciativa do governo do Estado mobilizou as secretarias estaduais de Cultura (Secult), das Mulheres (Semu), e, ainda, o Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). "É um momento muito importante, muito significativo. A Secretaria, com apenas cinco meses de criação, no ano que a lei Maria da Penha completa, 17 anos e o governador do Estado cria a Secretaria, que tem esse poder articulador de trabalhar as políticas de forma transversal", expressou a Secretária Paula Gomes. "E hoje nós estamos aqui no Teatro da Paz, junto com a Secretaria de Cultura, promovendo um evento de conscientização, de combate à violência, reunindo a rede de enfrentamento à violência, mas, principalmente, passando essa mensagem para toda a sociedade, da importância da gente conscientizar e combater a violência contra as mulheres. Então, esse momento é muito significativo." Ursula Vidal, secretária de Cultura, falou sobre a Semu: "A Secretaria das Mulheres brilha forte com um brilho muito raro de coragem nessa articulação e nessa transversalidade, porque é um brilho de luta, de reconhecimento pelas que vieram antes de nós, é um brilho de esperança num Pará mais justo, mais solidário, de mais direitos plenos para as mulheres, é uma secretaria de mulheres muito fortes, de mulheres muito generosas e corajosas, porque se colocam nesse fronte de batalha também, para que o Estado garanta tudo o que a lei prevê e que muitas vezes nós demoramos muito para acessar e para consolidar", finaliza. Para Daniel Araújo, diretor do Teatro da Paz, o evento foi um esforço para erguer um muro de conscientização: "O trabalho de hoje é justamente colocar mais um tijolinho nesse muro enorme que a gente precisa erguer, um muro de conscientização, erguer essa força de união da sociedade, de todos os setores, quer sejam as instituições governamentais, não governamentais, o cidadão comum, as pessoas que estão vindo hoje para o concerto, e poder fazer parte desse momento com o nosso trabalho, sediando esse momento tão importante nessa casa, que tem um valor simbólico, um valor histórico tão grande para a nossa cultura, e que isso também seja usado em prol dessa causa." A premiada Lays Parães compartilhou sua história de superação e o compromisso de inspirar outras mulheres: "Eu vivi algo maravilhoso que eu nunca imaginei na vida. [...] E estar aqui hoje é muito importante porque é uma superação e a gente vai poder contar, vai poder mostrar e incentivar cada vez mais outras mulheres a não abaixar a cabeça, a lutar pelos seus objetivos, a denunciar as agressões que elas vêm sofrendo e, principalmente, na sala de aula, a gente conscientizar as nossas crianças porque são elas o futuro." “Só queria agradecer a nossa secretária, Paula Gomes. O evento foi maravilhoso, acho que buscou tudo o que o povo estava querendo ver. A verdade é a mesma, a voz da mulher”, explicou Liane Dias, diretora de Políticas Sociais do Parapaz. Lucinnha Bastos, cantora, resumiu a experiência: "Uma energia boa, né? Mulherada cantando com a gente, isso é mais bonito ainda. [...] A gente precisa entender que existe o medo, que existe o constrangimento, ainda existe isso. Mas a gente vai vencer a cada dia, principalmente com a informação e com a força de todo mundo junto." Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima
- Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 17 de nov. de 2023 Na segunda-feira, dia 20 de novembro, às 20h, o Theatro da Paz será palco de um evento especial que promete encantar os amantes da música e celebrar a cultura negra: o concerto da Amazônia Jazz Band, reconhecendo e valorizando os saberes e fazeres do povo negro, tão importantes na construção da rica cultura paraense. Em uma data tão significativa como o Dia da Consciência Negra, a intenção é não apenas celebrar a importância da cultura negra na formação do povo brasileiro, mas também promover uma reflexão profunda sobre a ancestralidade africana, essencial para a identidade do país e do Estado do Pará. De acordo com Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, o repertório é formado por nove músicas, mas, tem somente seis compositores: Pixinguinha, Stevie Wonder, Arturo Sandoval, Paulo André Barata e Gordon Godwin. Compositores que trabalham estilos que têm uma relação direta com as matrizes africanas. “Além de fazermos música desses grandes compositores que foram literalmente os precursores dos estilos musicais que nós conhecemos hoje, afinal, o que seria o Choro sem Pixiguinha? O que seria o Jazz sem Louis Armstrong ou mesmo Sidney Bechet? O que seria do Pop Internacional, mas ainda bebendo ali do Jazz, sem Steve Wonder? Mesmo com todo o preconceito de sua época, esses músicos conseguiram vencer e fazer música”, diz. “Olhando para o passado, será que não teríamos muito mais música? Será que não teríamos muito mais inovação se o mundo não tivesse passado por essa tragédia que foi a escravidão? Então, para que justamente erros do passado não voltem a acontecer, eu acredito que é fundamental que nós tenhamos a consciência da valorização humana e, acima de tudo, da dívida que a população, que a humanidade tem com o povo preto”, explica Elias Coutinho. A Amazônia Jazz Band, pela sua qualidade musical e energia contagiante, trará ao público uma performance que mescla elementos do jazz e ritmos regionais paraenses. Com sua formação composta por músicos talentosos e reconhecidos, a banda promete levar o público a uma viagem sonora única, repleta de improvisações, harmonias sofisticadas e influências da cultura afro-brasileira. Para Elias Coutinho, todo dia é dia de celebrar a cultura negra. “Quando tocamos música popular, de maneira geral, nós precisamos olhar para essa música como uma música que fala diretamente com a periferia, que vem da periferia, que vem justamente desse povo que foi tão hostilizado, que foi tão malvisto e maltratado. A consciência negra, precisa ser tratada todos os dias”, finalizou. Serviço: O concerto da Amazônia Jazz Band, acontece nesta segunda-feira (20), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e custarão R$ 2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49135/amazonia-jazz-band-celebra-a-consciencia-negra-em-concerto-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 24 de fev. de 2023 Nesta quinta-feira (25), às 20h, o Theatro da Paz será palco de uma noite de reverência à genialidade de Ludwig Van Beethoven. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará uma emocionante "Homenagem a Ludwig Van Beethoven", sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, com a participação especial do talentoso violinista Justo Gutierrez. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Durante os preparativos para um concerto dedicado ao icônico compositor, o maestro Miguel Campos Neto, regente da OSTP, compartilhou uma perspectiva singular sobre a profundidade da música sinfônica e o legado incomparável de Beethoven. Segundo Miguel, Beethoven ocupa um lugar de destaque entre os compositores para orquestra sinfônica, ao lado de nomes como Mozart, Brahms, entre outros frequentemente presentes nos repertórios das salas de concerto. Enfatizando a importância da diversificação do repertório sinfônico, Campos Neto ressaltou a relevância de resgatar obras esquecidas e reconhecer o talento das compositoras mulheres. Apesar disso, ele destacou que os clássicos imortais ainda exercem uma influência marcante nos palcos musicais. O maestro compartilhou sua experiência ao reger a Quinta Sinfonia de Beethoven, uma obra lendária que encapsula a essência da genialidade do compositor. “As emoções que a música de Beethoven transmitem são muitas, mas existem algumas, principalmente nessas composições em dó menor, que se ressaltam acima de outras. Uma delas é a tragédia e a outra delas é o heroísmo. Uma composição dele, exemplo perfeito disso, é a 5ª Sinfonia: muitas vezes você começa com aquele sentimento tempestuoso, trágico, que é o primeiro movimento, por exemplo, e você tem uma viagem, uma jornada musical, até você chegar ao quarto movimento, que em dó maior explode em uma espécie de júbilo heroico. Essa chegada jubilosa é muito importante, nos leva a perceber todas as emoções pelas quais você passa chegando lá. Então, esses sentimentos o público pode ter certeza de que vai perceber no toque da interpretação da nossa Orquestra Sinfônica”, explicou o maestro. A questão da autenticidade histórica na interpretação foi abordada com sabedoria pelo maestro. Ele enfatizou a importância de contextualizar a música de Beethoven para refletir as realidades acústicas e técnicas contemporâneas. Para Campos Neto, a busca por uma autenticidade flexível, que respeite a essência das obras enquanto se adapta ao presente, é essencial para uma interpretação significativa. No entanto, o aspecto mais comovente foi sobre a surdez de Beethoven. Campos Neto descreveu a tragédia por trás do gênio, destacando a luta do compositor para criar obras magistrais sem jamais ouvi-las sendo interpretadas. A imagem do compositor virando-se para o público, incapaz de ouvir os aplausos para sua própria obra-prima, ecoa como um testemunho doloroso da condição humana. "A surdez de Beethoven foi, sem dúvida, um grande desafio para ele, mas também é uma marca indelével de seu gênio. Compor sem a capacidade de ouvir é uma prova da verdadeira compreensão das estruturas musicais, tanto teórica quanto prática. No entanto, vejo essa condição não apenas como um desafio, mas principalmente como uma tragédia. Beethoven enfrentou esse desafio com maestria, produzindo composições grandiosas, talvez as maiores já escritas na história da música. No entanto, é trágico pensar que ele nunca pôde experimentar suas próprias criações sendo interpretadas. A história frequentemente contada sobre a estreia da 9ª Sinfonia exemplifica essa tragédia: ele terminou a peça sem saber, incapaz de ouvir os aplausos que o mundo lhe dedicava. Essa desconexão entre o criador e sua obra é profundamente comovente. A surdez de Beethoven representa não apenas um desafio superado pelo gênio, mas também uma tragédia que o impediu de desfrutar plenamente do reconhecimento de seu trabalho, tanto na interpretação quanto nos aplausos do público", explicou emocionado o maestro. Entre as peças selecionadas, temos primeiro uma abertura chamada Coriolano, que Beethoven escreveu como abertura de uma peça, conhecida como música incidental. É uma composição que transita entre a música sinfônica e a música de ópera, destinada ao palco, mas instrumental. Essa é a essência de Coriolano. Em seguida, temos o Concerto Número 3 para Piano. Beethoven compôs cinco concertos para piano, e este é o terceiro, representando o período mediano de sua composição. Beethoven passou por três períodos distintos: o inicial, o mediano e o final. Este concerto evidencia sua habilidade não apenas como compositor, mas também como pianista, uma carreira que iniciou desde tenra idade, quando seu pai o comparava a Mozart. E finalmente, temos a majestosa Quinta Sinfonia, uma das obras mais famosas já escritas, provavelmente. É interessante notar que todas essas composições são em dó menor. Esse detalhe é fascinante, pois dó menor permitia a Beethoven expressar seu lado heroico e tempestuoso, refletindo o conceito de Sturm und Drang, característico do início do romantismo. Beethoven, como sabemos, é um compositor de transição entre o classicismo e o romantismo. Serviço - O concerto promete mergulhar o público em um universo de sonoridades clássicas, destacando algumas das obras mais icônicas do compositor alemão. A entrada é franca, porém, para garantir seu lugar, é necessário retirar os ingressos a partir das 9h do dia 25 de abril, tanto pelo site TicketFácil quanto na bilheteria do Theatro da Paz, com limite de 02 unidades por pessoa. Não perca a oportunidade de vivenciar esta celebração da música clássica e do legado eterno de Beethoven. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53582/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-realiza-concerto-em-homenagem-a-genialidade-de-beethoven Anterior Próximo
