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  • Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de jun. de 2023 Apresentado pela primeira vez em Paris, em 1856, balé conta a história do pirata Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora Uma história de amor e aventura no universo de piratas e odaliscas, em plena costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco. Este é o enredo central da apresentação do "Ballet Le Corsaire", conhecido em português como "O Corsário", inspirado no poema "The Corsair", de Lord Byron. Realizado pela primeira vez no palco do Theatro da Paz, o espetáculo será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) nos dias 29 e 30 de junho, às 20h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música, com o apoio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará. "O Corsário" é um balé clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O balé foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de balé de todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus 'pas de deux' emocionantes. Embora "O Corsário" seja um balé e não uma obra de música clássica, sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e 'pas de deux' que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. A montagem paraense terá em cena 60 dançarinos, selecionados por meio de audições, além de 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção geral é assinada pela bailarina Ana Unger em parceria com Ivan Franco, que também assina a remontagem e adaptação da obra. Nos papéis principais, estão Marcella Borges, José Ailton, Rodrigo Hermesmeyer e os paraenses Tiago Assis, Yasmin Souza, Allan Araújo, Arthur Furtado e Bruna Pojo. Mesmo com a experiência na montagem de vários balés de repertório, como "Lago dos Cisnes", "Giselle", "Dom Quixote", "Quebra Nozes" e "Coppelia", "O Corsário", balé completo em 3 atos, com orquestra, é um projeto desafiador para Ana Unger, que assina a direção artística, pois a riqueza de detalhes dos elementos cênicos, cenários, figurinos e um elenco de 60 integrantes com solistas de altíssimo nível técnico, exigiram de toda a equipe de produção muita dedicação e profissionalismo. “O aprimoramento do Corpo de Baile, com dois elencos diferentes, oportunizando a participação dos bailarinos que passaram na audições, com ensaios extras e muita dedicação de ensaiadores e dos próprios jovens bailarinos, foi o mais desafiador de todo o processo. Compartilhar a pesquisa e estudo de outras grandes produções, e reunir todos os nossos conhecimentos de dança clássica, mímica corporal dramática, teatro e participações em mais de 18 óperas ao lado de grandes diretores, nos permitiu conduzir com tranquilidade as dinâmicas e ensaios com figurantes, solistas e corpo de baile”, explicou Ana Unger. O balé será tocado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto. De acordo com Ana Unger, a regência do maestro Miguel é brilhante. “Campos Neto torna emocionante esse casamento de música e movimento. A OSTP está em um dos seus melhores momentos. A sensibilidade do maestro, com os andamentos e seu entendimento e respeito do balé, as pausas para a respiração dos bailarinos, aplausos, principalmente nos 'Grand Pas', quando solistas precisam desse tempo entre uma variação de alto nível técnico e virtuosismo. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, explicou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44955/theatro-da-paz-apresenta-versao-inedita-do-bale-de-repertorio-o-corsario Anterior Próximo

  • Informações Técnicas Theatro da Paz

    Saiba mais sobre as informações técnicas do Theatro da Paz Informações Técnicas Confira no link abaixo a relação de equipamentos e informações técnicas do Theatro da Paz! Acesse!

  • Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme | Theatro da Paz

    < Volte Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 5 de mai. de 2024 A Amazônia Jazz Band (AJB) fez, na UsiPaz Terra Firme, mais um concerto do “Projeto Sons da Paz”, e desta vez ainda em comemoração ao Dia Internacional do Jazz, celebrado no dia 30 de abril, com o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará". O Sons da Paz se configura como uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. O concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará" surpreendeu os expectadores pela fusão entre as canções de Tom Jobim, consideradas clássicos do jazz e os ritmos autênticos da região Amazônica, indo além do estereótipo do Carimbó. Com anos de experiência em grupos instrumentais, Coutinho reuniu sua expertise e a inspiração de renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros, para criar um repertório que honra as raízes musicais da Amazônia. "A escolha de Tom Jobim como pilar central do concerto não é por acaso", destaca Coutinho, ressaltando que "Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim," e explicando que trazê-lo para uma fusão única com os ritmos da Amazônia enriquece ainda mais nossa identidade musical. “A resposta do público foi tão positiva que a mensagem que fica para a gente é que estamos no caminho certo. Muito bom ver o público aqui da Terra Firme se identificando com o que a gente entrega de todo o coração”, finalizou o maestro. Enquanto a Jazz Band tocava, Solange Peixoto cantava todas as músicas de Tom Jobim. “Esta é uma oportunidade única para nós que moramos em um bairro periférico onde pouco se tem acesso a espetáculos como esse”, disse animada. Mais do que apenas um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53859/sons-da-paz-celebra-o-dia-internacional-do-jazz-com-amazonia-jazz-band-na-usina-da-paz-terra-firme Anterior Próximo

  • Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público | Theatro da Paz

    < Volte Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de abr. de 2024 Espetáculo do célebre compositor clássico, reuniu a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) com a regência do maestro Miguel Campos Neto Nem a chuva forte impediu o público de prestigiar toda a genialidade de Ludwig van Beethoven (1770-1827) interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) em mais um concerto de temporada, que aconteceu, na noite da quinta-feira (25), no Theatro da Paz. Com a regência do maestro titular, Miguel Campos Neto, e a participação especial do violinista, Justo Gutierrez, o concerto "Homenagem a Ludwig van Beethoven" emocionou o público. A obra que abriu o concerto da Sinfônica, "Coriolano", Op. 62, de Ludwig van Beethoven, foi escrita como abertura de uma peça, conhecida como música incidental e é uma obra musical extraordinária que captura a intensidade e a tragédia da peça de Shakespeare. Composta em 1807, a abertura reflete o tumulto emocional e os conflitos internos do herói romano Coriolano. Beethoven emprega uma gama de técnicas musicais inovadoras para retratar a luta entre o indivíduo e a sociedade, incluindo contrastes dramáticos entre temas majestosos e agressivos. A abertura é uma manifestação vívida da genialidade musical de Beethoven, sua habilidade em transmitir narrativas emocionais e sua profunda compreensão da condição humana. “É uma peça que passados alguns séculos continua a emocionar e inspirar a todos nós ouvintes. Eu e minha família somos fãs da OSTP e não perdemos nenhum concerto e como o maestro Miguel sempre diz ‘o público que acompanha a OSTP, já compreende o repertório clássico’ e na minha humilde opinião, este é um destaque importante das contribuições mais significativas de Beethoven para o repertório sinfônico”, revelou entusiasmado Pedro de Souza, 58 anos, assíduo frequentador do Theatro da Paz. Em seguida, veio ‘Romance em Fá maior para violino e orquestra Nº 2, Op. 50’, de Ludwig van Beethoven, uma obra que encanta os amantes da música clássica com sua beleza expressiva. Escrito em 1802, este romance é um exemplo brilhante da habilidade de Beethoven em evocar emoções profundas por meio de sua composição. Com um diálogo magistral entre o violino, solado pelo violinista Justo Gutierrez, e a orquestra, a peça transportou o público para um mundo de delicadeza e graciosidade musical. O Romance em Fá maior Nº 2 é uma verdadeira joia do repertório clássico, capaz de emocionar e cativar os ouvintes com sua beleza e expressividade incomparáveis. “Essa peça foi um presente para mim. Ela está mais próxima do classicismo, ou seja, do primeiro período de Beethoven e tecnicamente é bem difícil, mas o desafio não tirou a emoção de tocar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. É sempre um prazer estar com os colegas, ainda mais homenageando o gênio que foi Beethoven”, afirmou Justo, que é o spalla da OSTP. Encerrando o concerto em homenagem ao compositor que revolucionou a música clássica, a OSTP interpretou A 5ª Sinfonia de Beethoven, que se tornou universalmente conhecida pelos quatro impactantes acordes, imediatamente identificáveis e que marcam sua famosa abertura. Interpretada pela primeira vez em Viena, Áustria, no dia 22 de dezembro de 1808, durante um concerto histórico que apresentou várias obras importantes do próprio Beethoven, a 5ª Sinfonia é uma das obras mais emblemáticas e influentes da música clássica. Composta entre 1804 e 1808 é dividida em quatro movimentos, com o primeiro movimento marcado por uma intensa tensão dramática que se desenvolve em um poderoso clímax. O segundo movimento, em contraste, apresenta uma atmosfera serena e contemplativa, enquanto o terceiro movimento retorna à energia e vitalidade características de Beethoven. O quarto movimento traz uma explosão triunfante de energia, culminando em um final exuberante e inesquecível. A 5ª Sinfonia de Beethoven cativou os ouvintes e transmitiu uma mensagem universal de triunfo sobre a adversidade e a luta pela liberdade individual e culminou em muitos aplausos no final do concerto. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53639/sinfonica-do-theatro-da-paz-interpreta-beethoven-em-concerto-com-grande-publico Anterior Próximo

  • Ópera "O Menino Maluquinho" | Theatro da Paz

    1/1 Visão da Obra Por Matheus Sabbá Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre dessa criança. A partir desses pontos citados por Ziraldo (criador desse universo) em sua história, que começamos a investigar a obra O Menino Maluquinho. Inspirada no famoso livro lançado em 1980, a ópera escrita por Ernani Aguiar conta despretensiosamente a trajetória desse menino que tem a capacidade de brincar com o Tempo, personagem esse que como uma projeção da mente de Ziraldo, nesta montagem, desenha os espaços, as figuras e nos narra os fatos que ocorrem dentro e fora da mente veloz do Menino. O espaço delineado pelo tempo traz uma cidade, como as do interior de Minas, onde Ziraldo cresceu e pode viver momentos que depois seriam mote de suas ideias fantásticas. Essa cidade não é uma cidade comum, pois é apresentada a partir da visão do Maluquinho: desproporcional, com traços não muito exatos, e claro, muito colorida. A partir da criação deste espaço começamos então a embarcar no dia a dia e na forma de ver o mundo sob a visão de Maluquinho. Sua família, suas tarefas diárias, a escola, os sonhos, os medos, seus amigos, o brincar, a liberdade e muitos outros pontos que perpassam a trajetória não só dele, mas de toda e qualquer criança. É um privilégio poder montar uma ópera como essa nos dias de hoje, onde podemos mostrar para a nova geração que se satisfaz somente com uma tela e uma conexão com a internet na maioria dos casos, que existem outras formas de sermos felizes e nos divertir. Liberdade para criança, a criança precisa crescer e viver suas experiências saudavelmente para descobrir a cada estágio de sua vida quem ela verdadeiramente é. Viva Ziraldo! Viva O Menino Maluquinho! Viva a Criança! Ficha Técnica Conheça os artistas que fazem a mágica da ópera O Menino Maluquinho acontecer! Adamilson Abreu Preparador Conheça Alício Silva Assistente de Cenografia Conheça Ana Maria Adade Pianista Conheça Arthur Cavalléro "Menino Maluquinho" Conheça 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 ... 11 Acesse o Programa Acesse

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 11 de dez. de 2023 Pela primeira vez, um clássico do repertório do balé terá o acompanhamento da música ao vivo no palco, assegurada pela OSTP, nos próximos dias 13 e 14 Pela primeira vez na história do Theatro da Paz, o balé "O Quebra-Nozes" será apresentado em seu palco com música ao vivo, executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O espetáculo acontecerá nos dias 13 e 14 de dezembro, às 20h. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) com a poio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará e patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará). "O Quebra-Nozes" é um balé clássico que combina música, dança e narrativa para contar a história de Clara, uma jovem que embarca em uma jornada mágica durante a noite de Natal. Composta por Pyotr Ilyich Tchaikovsky no final do século XIX, sendo complementada em 1892 e coreografada originalmente por Marius Petipa é baseada no conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos" de E.T.A. Hoffmann. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, Tchaikovsky foi um compositor prolífico que compôs em todos os estilos e fez sucesso em muitos deles. “O ‘Lago dos Cisnes’ e ‘Quebra-Nozes’ são apenas alguns dos balés que ficaram muito conhecidos. No caso do ‘Quebra-Nozes’ é muito conhecido e tocado pelo mundo todo em todo Natal. Só que existe uma outra camada da fama dessa obra que é quando as orquestras tocam as suítes do balé ou seja, os principais trechos da obra". O maestro Miguel Campos Neto acrescentou: "a sonoridade é muito 'linkada' ao Natal e eventualmente aqueles que não conhecem muito de música erudita vão imediatamente lembrar de propagandas de Natal, ou do filme ‘Esqueceram de Mim’. Tenho certeza de que essa música vai conquistar o público pela familiaridade, além da música que é maravilhosa”. “Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo, uma espécie de música de câmara em grande escala, onde o maestro é mais um dos músicos. Falo isso, porque na ópera e no balé, o músico não pode somente baixar a cabeça na partitura e ignorar os colegas e o maestro e tudo que está acontecendo. Estamos ao vivo, vivendo tudo que está acontecendo. E nesses dois estilos o maestro faz um papel muito importante de ligar tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Algumas vezes eu percebo que o bailarino está em apuros com um movimento lento demais e preciso ir um pouco mais rápido e a orquestra conectada comigo vai mais rápido também. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra e no relacionamento entre o maestro e a orquestra que vai ser depois levado para outras obras e estilos”, finalizou o maestro Miguel Campos Neto. O balé se desenrola em dois atos, cada um repleto de performances de tirar o fôlego. A música de Tchaikovsky, com suas melodias memoráveis e ricas harmonias, complementa perfeitamente a coreografia e a história, criando uma experiência imersiva para o público. Um pouco da história A trama segue a jornada de Clara, que recebe um quebra-nozes como presente de Natal. Durante a noite, ela é transportada para um mundo de fantasia, onde o quebra-nozes ganha vida e enfrenta o Rei dos Camundongos. A história se desenrola em um reino encantado, com personagens como a Fada Açucarada, o Príncipe e diversos dançarinos que representam diferentes países em uma série de danças temáticas. "O Quebra-Nozes" é conhecido por sua mistura de elementos clássicos e fantásticos, apresentando uma variedade de estilos de dança, desde o elegante ballet de repertório até danças folclóricas. A coreografia é rica em movimentos, saltos virtuosos e sequências sincronizadas, destacando a habilidade técnica e expressiva dos bailarinos. Processo de montagem Considerado um clássico atemporal, o balé "O Quebra-Nozes" continua a encantar públicos de todas as idades ao redor do mundo, combinando música e dança e prometendo ficar para a história da cena paraense, pelo rico processo de montagem, seleção de elenco e resultado artístico primoroso, pelo alto nível dos artistas envolvidos. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Para Ana Unger, diretora artística do espetáculo, o objetivo dessa montagem é proporcionar uma experiencia profissional, oportunizando a participação de bailarinos que atingiram altos níveis de virtuosismo técnico. “É um momento único, a primeira vez, que teremos uma montagem deste famoso balé de repertório, com elenco selecionado em audição, com a participação dos melhores bailarinos solistas do nosso estado, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, com regência do maestro Miguel Campos Neto, que já tem em seu repertório, vários Ballets como ‘O Corsário’, ‘Coppélia’, ‘Depois da Chuva’, entre outros”, afirmou. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Serviço: Os ingressos para essa emocionante apresentação já estão disponíveis na bilheteria do Theatro da Paz e pelo site. O valor do ingresso custa R$ 60 reais em qualquer posição, com opção de adquirir por R$30,00, com a opção de meia solidária mediante a doação de 1kg de alimento na entrada do evento. Essa iniciativa visa apoiar as comunidades locais e garantir que a cultura esteja ao alcance de todos. Texto: Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49857/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-apresenta-o-bale-o-quebra-nozes Anterior Próximo

  • Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de mar. de 2024 Encerrou neste domingo (17) a “4ª Mostra de Teatro Nilza Maria”. O evento foi prestigiado por um grande público e movimentou a cena cultural da capital paraense por cinco dias com apresentações no Theatro da Paz. A mostra aconteceu no período de 13 a 17 de março de 2024 e homenageou o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à toda a sua contribuição às artes cênicas no Pará e à sua trajetória. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Angélica Ferreira, 24 anos, não perdeu nenhum dia da mostra e considerou muito importante para a cena cultural local as discussões em espetáculos que cada grupo trouxe ao palco. “Foi tudo muito importante para a cena cultural local. Faço teatro amador e, além de discussões muito pertinentes e atuais, foi um grande incentivo para que novos grupos invistam tempo fazendo teatro. Estou muito motivada”, afirmou. Foram cinco dias de muita cultura, cinco espetáculos teatrais a preços acessíveis, totalizando mais de oito horas de interpretações de diversos estilos. Cerca de 3 mil pessoas prestigiaram a quarta edição que exibiu as seguintes peças: Belém Bragança - Os trilhos da Esperança (José Leal), Gato por Lebre (Saulo Sisnando), O que não se diz apodrece em nós (Paulo Santana), Joana (Edyr Proença) e Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas (Evanildo Mercês). Além de entreter o público, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria teve como propósito contribuir para a formação cultural de todos os paraenses, democratizando o acesso à cultura, estimulando o hábito de frequentar o teatro e fomentando a circulação de companhias teatrais locais. O evento foi uma oportunidade única para os grupos teatrais compartilharem suas produções e fortalecerem o cenário cultural do Estado. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz, o momento é de celebrar e agradecer. “Ver esta casa cheia em todas as apresentações nos faz acreditar que nós temos plateia e cada grupo que se apresentou deu uma exibição de amor pela arte do teatro feito aqui em Belém e me deixo muito feliz. Esta foi a oportunidade de entender que a regularidade das ações culturais é necessária para a formação do público. Já estamos refletindo sobre como ampliar e melhorar a mostra, para que ela alcance um público cada vez maior. E hoje, vocês já podem dizer que assistiram o incrível Salustiano Vilhena”, concluiu com aplausos. O encerramento ficou por conta do monólogo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas”, do grupo de Icoaraci MÁ CIA DE TEATRO, com o ator Salustiano Vilhena. A montagem é uma colagem de textos de autores como Fernando Pessoa, Rubens Alves, Mario de Andrade, entre outros, que trazem como tema a solidão, memórias, conflitos existenciais, vida e morte. “É claro que já estive muitas vezes aqui neste palco, isso há alguns anos, e estou muito feliz de estar aqui hoje, de voltar para esta casa, e só tenho a agradecer a essa iniciativa e agradecer a todos vocês por terem vindo nos assistir, não só nós, mas também os que vieram durante a semana. Muito obrigado e vida longa à Mostra de Teatro Nilza Maria e que venha lindamente a 5ª edição”, finalizou. Com um público engajado e peças de grande qualidade artística, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria foi um verdadeiro sucesso, deixando um legado de valorização da cultura e da arte teatral no Pará. A expectativa é que a próxima edição seja ainda mais grandiosa, ampliando o alcance e o impacto dessa iniciativa que enriquece a vida cultural da região. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52422/theatro-da-paz-encerra-mais-uma-edicao-da-mostra-de-teatro-nilza-maria Anterior Próximo

  • Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    < Volte Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 29 de abr. de 2024 Apresentação terá repertório homenageando renomados músicos como Adelbert Carneiro, o Trio Manari e o compositor Minni Paulo Medeiros O Theatro da Paz será palco de um evento musical singular que promete marcar história na cena cultural paraense. Às 20h, desta terça-feira (30), será realizado o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará", sob a regência do maestro Elias Coutinho. A apresentação da Amazônia Jazz Band celebra o Dia Internacional do Jazz com clássicos do gênero e os ritmos autênticos da região Amazônica. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O espetáculo destaca a riqueza e diversidade dos ritmos paraenses, que possuem contribuições e elementos do jazz. O repertório do concerto homenageia renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros. O concerto serve como oportunidade de conectar as novas gerações com as raízes musicais da Amazônia e de celebrar o legado de Tom Jobim de uma maneira única. Para esse espetáculo, foi escolhido como pilar central o compositor brasileiro Tom Jobim, que se destaca como figura atemporal no cenário jazzístico nacional e internacional, salienta o maestro titular da AJB, Elias Coutinho. “Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim. Trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia é uma forma de enriquecer ainda mais nossa identidade musical”, acrescentou. Com arranjos inéditos, cada apresentação foi produzida com cuidado para destacar os estilos musicais paraenses, desde o Carimbó ao Lundú, do Boi Bumbá ao Samba de Cacete, entre outros. A participação dos membros da banda foi fundamental para aperfeiçoar as habilidades técnicas, atingindo ritmos autênticos através das pesquisas e experiências para criar um concerto único, destaca Coutinho. “Esses músicos trazem consigo não apenas habilidade técnica, mas também uma profunda conexão com a cena musical local. Seu envolvimento foi crucial para garantir que cada nota ressoasse com a alma da Amazônia”, elogiou Elias Coutinho. Ainda de acordo com Coutinho, esse concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. “Nós estamos misturando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca se ouviu em nenhuma parte do mundo. É um concerto verdadeiramente histórico”, afirma o maestro. Programa WAVE Tom Jobim Arr. Rafael Rocha DESAFINADO Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha PASSARIM Tom Jobim Arr. Rafael Rocha SAMBA DE UMA NOTA SÓ Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha GAROTA DE IPANEMA Tom Jobim/Vinicius de Moraes Arr. Rafael Rocha ÁGUAS DE MARÇO Tom Jobim Arr. Rafael Rocha Serviço: Com ingressos acessíveis a apenas R$2,00, a serem a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto, esta é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma experiência musical que transcende fronteiras e celebra a riqueza cultural da Amazônia. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53709/dia-internacional-do-jazz-e-celebrado-com-espetaculo-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band faz concerto na Usina da Paz do Icuí-Guajará Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 18 de fev. de 2024 Governo do Estado e Academia Paraense de Música levam a AJB a novas plateias, em uma agenda de apresentações que contempla outras UsiPaz A Amazônia Jazz Band (AJB) realizou, na Usina da Paz do Icuí-Guajará, em Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém, o primeiro concerto do “Projeto Sons da Paz”, na noite de sábado (17). A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação contou com a animada participação da comunidade local, que interagiu com a AJB. "Participar do concerto da Amazônia Jazz Band foi um momento magnífico para nossa comunidade, algo que muitos consideravam impossível. A saudade já era grande, e receber a 'Amazônia' em nosso bairro é uma honra enorme. Esta é uma oportunidade única para apresentar a banda a mais pessoas. Estamos transbordando de felicidade", declarou a moradora Jéssica Pereira. Incentivo - O Projeto Sons da Paz reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura. Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, explicou que o objetivo é promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, inicialmente pelas Usinas da Paz na Região Metropolitana. “O 'Sons da Paz' está aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Está é, agora, uma política permanente de cultura. Nos viremos aqui, trazendo nossos corpos artísticos, mas as Usinas também irão se organizar para levar as pessoas do entorno até nossos museus e ao Theatro da Paz. Estamos muito felizes de estar aqui”, disse a secretária. De acordo com o maestro Elias Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. “Eu nasci na cidade de Santa Izabel (Santa Izabel do Pará) e foi assistindo um show como este da Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano”, afirmou o maestro, acrescentando que "estamos muito orgulhosos por estar aqui, democratizando o acesso, pois a mesma música que fazemos no Theatro da Paz estamos trazendo para cá. Esperamos inspirar a todos”. A Amazônia Jazz Band já havia se apresentado na Usina da Paz da Cabanagem, em Belém, com repertório da Banda Sayonara, e na UsiPaz de Marituba, nas comemorações de um ano do complexo. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz também já se apresentou na Usina da Cabanagem, dentro da programação do Preamar da Consciência Negra. Esta é a primeira vez que os corpos artísticos do Theatro da Paz vão cumprir uma agenda de apresentações nos complexos de cidadania, criados e administrados pelo Governo do Pará. A próxima apresentação do “Projeto Sons da Paz” será novamente da Amazônia Jazz Band, no dia 1º de março, na Usina da Paz Jurunas/Condor, com entrada franca. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51556/amazonia-jazz-band-faz-concerto-na-usina-da-paz-do-icui-guajara Anterior Próximo

  • OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 9 de out. de 2024 A Orquestra Sinfônica apresentará um repertório erudito e popular, com as participações especiais de Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) celebrará, na noite desta quinta-feira (10), a música paraense. Às 19h, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra subirá ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto especial, intitulado “Sinfonia Paraense”, na semana que antecede ao Círio de Nazaré. A apresentação contará com a participação dos cantores Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira. Miguel Campos Neto adianta que será uma apresentação única e envolvente, de celebração não só da música, mas da cultura paraense. São grandes nomes do cenário musical atuando ao lado da OSTP, o que, segundo o maestro, “já é algo muito especial”. O concerto também promete envolver o público na atmosfera do Círio, que já domina a paisagem de Belém. “Esse concerto é uma homenagem à nossa música, e também uma chamada do público para esse espírito do Círio. O concerto acontece dois dias antes da Trasladação e três dias antes do Círio. Esse é o momento em que todas as manifestações culturais e musicais que temos no Pará se voltam para esse espírito do Círio, que, sem dúvidas, é algo muito importante para nós, paraenses”, ressalta o maestro. O repertório inclui músicas conhecidas do público, como “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete. Gigi Furtado cantará “Valsinha do Marajó” e “Matinta Perêra”; Andréa Pinheiro interpretará “Primavera” e “Foi Boto Sinhá”, e Nilson Chaves interpretará “Tamba-Tajá” e sua própria composição, “Olho de Boto”. Patrícia Oliveira fechará com músicas de cunho religioso já consagradas, como “Vós sois o Lírio Mimoso”, “Ave Maria”, “Mãezinha do Céu” e “Maria de Nazaré”. Proximidade - Outra característica do concerto, segundo Miguel Campos Neto, é a proximidade entre a música popular paraense e a erudita. Segundo ele, essa interação é natural e essencial. “Toda orquestra sinfônica tem uma aspiração universal, internacional, mas a sua primeira função é servir à comunidade que a rodeia. Isso inclui integrar-se de forma orgânica à música e à cultura local”, explica o maestro. Ele acrescenta que a relação entre a música erudita e a popular é muito próxima. “A música erudita bebe da fonte da música folclórica e popular há muito tempo, e vice-versa. É comum pegar uma música popular e orquestrá-la, criando algo lindo com a orquestra sinfônica acompanhando um cantor”, enfatiza. A “Sinfonia Paraense” é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz, do Banco do Estado do Pará (Banpará) e da Academia Paraense de Música (APM). Serviço: Concerto "Sinfonia Paraense", da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, nesta quinta-feira (10), às 19h, no Theatro da Paz. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois ingressos por pessoa). Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo

  • Theatro da Paz faz 146 anos e homenageia Carlos Gomes e Waldemar Henrique | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz faz 146 anos e homenageia Carlos Gomes e Waldemar Henrique Texto de Juliana Amaral / Ascom Secult 14 de fev. de 2024 Programação de aniversário nesta quinta-feira (15) inicia, às 17h30, com o lançamento do livro sobre a presença de Carlos Gomes na capital paraense Na próxima quinta-feira (15), o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), promove uma programação de aniversário de 146 anos do Theatro da Paz. Não à toa, um dos mais importantes cartões postais de Belém foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, e até hoje é considerado um dos Teatros-Monumentos do Brasil. A celebração também irá homenagear os compositores Waldemar Henrique e Carlos Gomes. “A proposta é celebrar o aniversário do Theatro da Paz em grande estilo, por isso decidimos homenagear também esses dois grandes nomes da música, que contribuíram tanto para cultura paraense. Waldemar Henrique pela feliz coincidência na data de aniversário, e Carlos Gomes pela compatibilidade do lançamento do livro do maestro Jonas Arraes sobre o compositor”, ressalta Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz. Fundado em 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região, o ‘Da Paz’ é inspirado no Teatro Scala de Milão. A acústica perfeita, lustres de cristal, piso de madeiras nobres, elementos decorativos revestidos com folhas de ouro são alguns elementos que fazem o Theatro ser tão grandioso. Entre eles, o teto da Sala de Espetáculos com uma pintura de Domenico De Angelis, que retrata a mitologia greco-romana fazendo alusão ao Deus Apolo conduzindo a Deusa Afrodite e as musas das artes à Amazônia. No dia 15 de fevereiro, data de aniversário do Theatro da Paz, também é celebrado o aniversário de Waldemar Henrique. O compositor foi diretor do ‘Da Paz’, e chegou a morar no Theatro. Também foi diretor da Rádio Clube do Pará e do Conservatório Carlos Gomes. Compôs cerca de 200 músicas, com rico repertório cultural que, em sua maioria, retratam temas amazônicos. Sua obra conquistou alto nível de reconhecimento e foi eleito para a Academia Brasileira de Música. “Nosso Theatro da Paz é o maior ícone arquitetônico, histórico e cultural do Pará. Nos dá imenso orgulho saber que comemoramos seus 146 anos de portas abertas para a população, com uma política permanentemente de acesso e formação de plateia, além do investimento continuado na manutenção de sua estrutura majestosa. Será uma linda festa que homenageará, também, dois compositores geniais que contribuíram imensamente com nossa música, nossa cultura e viveram capítulos importantes de suas vidas no palco de nosso Da Paz”, conta a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. A programação ocorre na quinta-feira (15), de forma gratuita, às 17h30, no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas. A primeira atividade será o lançamento do livro "Tão longe e tão distante: a presença de Carlos Gomes na belle époque de Belém do Pará", de Jonas Arraes. A obra advém da tese de doutorado em musicologia histórica, realizada pelo autor na Universidade de Campinas-SP. Na oportunidade serão apresentadas canções de Carlos Gomes, por Salomão Habib. “A expectativa do lançamento no Salão Nobre do Theatro da Paz, o Foyer, vejo como um evento importante do ponto de vista histórico, pois Carlos Gomes recebeu muitas homenagens nesse espaço nos anos que aqui esteve, principalmente nos anos de 1882 e 1883. Além disso, lá está um busto em mármore carrara, confeccionado pelo escultor Achille Canessa, ao lado de outro busto do compositor paraense Henrique Gurjão esculpido pelo mesmo artista. Então, é muito simbólico lançar meu primeiro livro, uma obra sobre Carlos Gomes, no Theatro da Paz, no dia de seu aniversário.” Afirma o professor Jonas Arraes. Mais tarde, na Sala de Espetáculos, às 20h, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) vai apresentar a Protofonia de O Guarani, também de Carlos Gomes. Os cantores Nilson Chaves, Gigi Furtado, Andrea Pinheiro e Lucinha Bastos apresentarão músicas de Waldemar Henrique. Os ingressos para este show estarão disponíveis na bilheteria do Theatro e no site ticket fácil, a partir das 9h, do dia do concerto, no valor de R$ 2,00. Texto de Juliana Amaral / Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51460/theatro-da-paz-faz-146-anos-e-homenageia-carlos-gomes-e-waldemar-henrique Anterior Próximo

  • Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de ago. de 2023 Sessões irão ocorrer nos dias 05 e 06 de agosto, com distribuição gratuita de ingressos O Theatro da Paz recebe, nos dias 5 e 6 de agosto, a Cia de Ballet Dalal Achcar, com a montagem “Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, um dos maiores nomes do balé nacional. O espetáculo é apresentado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução, e conta com a parceria e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz, e compõe a programação cultural da Cúpula da Amazônia, encontro de presidentes dos países que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). O espetáculo "Floresta Amazônica" foi inspirado na sinfonia homônima escrita pelo compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, em 1958. O projeto, celebra não apenas a Amazônia, mas também faz alusão aos 64 anos de falecimento de Villa-Lobos, compositor, instrumentista e regente. O balé contará com bailarinos e solistas, entre paraenses selecionados de audições, trazendo à cena a essência da brasilidade. A proposta da performance é reforçar o sentimento de pertencimento nacional e prestar reverência ao legado musical de Heitor Villa-Lobos. “Estamos na Amazônia e este espetáculo fala muito sobre a importância que a floresta tem para o planeta. Essa experiência está sendo fantástica e nós esperamos que o público paraense receba em sua alma este balé. Estamos muito felizes”, afirmou Felipe Moreira, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que integra a equipe que veio a Belém. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, é de fundamental importância no cenário cultural e artístico da região a parceria entre o Governo do Pará, a Secretaria de Estado de Cultura e o Theatro da Paz com a companhia de balé Dalal Achcar para a realização do espetáculo. “Essa colaboração representa um marco na promoção da arte local e nacional, proporcionando uma plataforma para os talentos paraenses brilharem nos palcos de sua própria terra. As audições, realizadas em junho e que resultaram na seleção de 25 bailarinos e bailarinas para integrar o elenco, reforçam o compromisso com a valorização dos artistas regionais e a preservação da identidade cultural amazônica. Além disso, esse espetáculo é capaz de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância da preservação desse patrimônio natural tão valioso para toda a humanidade. A união entre as instituições governamentais e a renomada companhia demonstra a capacidade de colaboração para enaltecer a cultura local, estimular a economia criativa e enriquecer a vida cultural da população paraense”, ressaltou Daniel Araújo. A primeira versão da obra, criada pela coreógrafa Dalal Achcar em 1975, estreou no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com os bailarinos da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, tendo como protagonistas David Wall e a grande primeira-bailarina do Royal Ballet, Dame Margot Fonteyn. Na nova montagem, 48 anos depois de sua estreia, “Floresta Amazônica” abre a temporada no Theatro da Paz e se apresenta em Belém. A coreografia e mise en scène têm concepção de Dalal Achcar – que trabalhou movimentos diferentes e inesperados dentro do universo do balé clássico e inseriu ginástica natural e acrobacia – com cenários de Hélio Eichbauer, figurino de José Varona e Dalal Achcar, e iluminação de Maneco Quinderé. Enredo - "Floresta Amazônica" é um balé em dois atos e conta a história do romance entre um homem branco e uma deusa indígena da floresta, que, por amor ao estrangeiro, transforma-se em mulher. A paixão entre eles é vista pelos indígenas como profana. Entretanto, é este amor que salvará a floresta da destruição causada por exploradores que invadem a aldeia em busca de plantas e aves raras. A música de Heitor Villa-Lobos - Villa-Lobos foi inspirado por sua experiência pessoal na região amazônica, onde viveu por um período durante sua juventude. De acordo com sua biografia, ele ficou fascinado pelo ambiente com ricas fauna e flora, e a cultura indígena que permeava a floresta. Essa admiração levou o compositor a compor "Floresta do Amazonas", uma sinfonia que retrata a exuberância e a energia vital da maior floresta tropical do mundo. A peça se inicia com uma seção chamada "Introdução", que apresenta um tema majestoso, como uma preparação para a imersão na floresta. Em seguida, é apresentada a "Série dos Pássaros", uma seção na qual Villa-Lobos utiliza instrumentos de percussão para imitar os diversos cantos e sons dos animais da Amazônia. Essa parte se destaca ao transmitir a sensação de estar cercado pelos sons da natureza. Outras seções incluem "Festa no Sertão", um momento festivo com referências à cultura popular brasileira, e "Danças", que combina elementos folclóricos com a música clássica, criando um movimento animado e ritmicamente empolgante. Ao final, a peça culmina com uma jornada musical pela floresta amazônica. "A Floresta do Amazonas" é uma obra única que ressalta a capacidade de Villa-Lobos de fundir elementos da música erudita ocidental com os ritmos e melodias da música popular e folclórica brasileira, representando uma busca em trazer a natureza e a cultura brasileira para as salas de concerto, uma das marcas distintivas desse compositor. A música de Villa-Lobos, e em particular "A Floresta do Amazonas", foi importante para consolidar o reconhecimento e o legado da música brasileira no cenário internacional. A obra é considerada um ponto alto de sua trajetória retratando a riqueza e a diversidade do Brasil e da Amazônia de maneira vívida e emocionante. Biografia de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Compositor, instrumentista, regente e professor brasileiro, começou a tocar violoncelo profissionalmente aos 12 anos. Viajou pelo Brasil antes de firmar-se como compositor, adotando em sua música a linguagem do modernismo europeu, ao lado de elementos folclóricos brasileiros. Passagens por Paris (1923-30) consolidaram sua posição como maior figura musical brasileira. Heitor Villa-Lobos inaugurou uma linguagem viva e folclórica, representada pelas “9 Bachianas Brasileiras” (1930-45), uma síntese da música europeia e brasileira, “Uirapuru”, poema sinfônico, “Valsa da Dor”, tema para piano, série dos “Quartetos de Cordas” além de uma série de “12 Choros” e o célebre “Trenzinho Caipira”. Duas das principais músicas de Villa-Lobos, as suítes “O Descobrimento do Brasil” e “Floresta Amazônica”, foram escritas originalmente para o cinema. Biografia de Dalal Achcar - Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e seu trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago. À frente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos. A artista criou várias coreografias premiadas, como O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse balé). Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial. Serviço: A apresentação do Balé "Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, nos dias 05 de agosto, às 20h, e no dia 06, às 16h, no Theatro da Paz. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h da manhã de cada dia de sessão, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br . Serão entregues duas unidades por pessoa. Crianças a partir de 03 anos de idade também precisam da emissão de ingresso. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45998/atracao-cultural-da-cupula-da-amazonia-bale-floresta-amazonica-se-apresenta-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

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