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- A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 31 de ago. de 2024 O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP O Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma das óperas mais icônicas de Giacomo Puccini, Gianni Schicchi, durante o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. Sob a batuta da renomada maestra Ligia Amadio, a produção será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, sempre às 20h, prometendo encantar o público paraense com uma obra repleta de humor, intrigas e críticas sociais. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), e vem com uma programação interessante e com títulos contrastantes. Gianni Schicchi é a terceira parte do tríptico operístico de Puccini, composto em 1918, que inclui também as óperas Il Tabarro e Suor Angelica. O Festival de Ópera do Theatro da Paz já realizou todas as três óperas que compõem o Il Trittico. A última vez que Gianni Schicchi foi montada no festival foi em 2007. Em 2019, foi a vez de Suor Angelica e, em 2021, Il Tabarro. Agora, em 2024, o festival traz uma nova montagem de Gianni Schicchi. Baseada em um episódio da Divina Comédia de Dante Alighieri, a trama de Gianni Schicchi gira em torno de um ardiloso camponês que, convocado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba se beneficiando da situação com sagacidade e ironia. A ópera é conhecida por sua mistura de comédia e crítica à avareza, além de trazer uma das árias mais famosas de Puccini, "O mio babbino caro". “A ária “O mio babbino caro”, momento em que Lauretta trata de convencer seu pai (Gianni Schicchi) a ajudar a família de seu namorado (Rinuccio) a solucionar o problema do testamento, é uma melodia das mais conhecidas e amadas, não só nessa ópera, mas entre todas as óperas de todos os tempos. Eu não preciso fazer nada em especial, já que Puccini, em sua arte magistral, estruturou a ópera de forma que este leitmotiv, que aparece em outras ocasiões, realize a costura necessária para alinhavar a dramaturgia e realçar os contrastes anímicos e expressivos”, explicou Lígia Amadio. Este ano, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz será palco de um marco histórico: pela primeira vez em seus 23 anos de existência, uma mulher assumirá a batuta para reger uma ópera no festival. Ligia Amadio, uma maestra de renome internacional, traz ao Theatro da Paz sua vasta experiência e sensibilidade para conduzir Gianni Schicchi. Esta montagem promete ser uma das grandes atrações do festival, destacando a maestria de Amadio em interpretar a vivacidade e engenhosidade dessa obra-prima de Puccini. “Trabalhar no Theatro da Paz é para mim uma experiência única e irrepetível.Tive o privilégio de apresentar-me neste templo da Arte uma única vez em minha vida, no ano de 1986, na comemoração do sesquicentenário de nascimento de Carlos Gomes, como cantora do Coral da Universidade de São Paulo, na célebre apresentação da Orquestra Sinfônica de Campinas e de grande elenco, na ópera Il Guarany, regida por Benito Juarez, e tendo como protagonistas a Niza de Castro Tank (Cecilia) e Ivo Lessa (Peri). Agora, quase quarenta anos depois, contando com uma carreira internacional relevante, volto a pisar este palco sagrado carregando a responsabilidade e o privilégio de ser a primeira mulher a reger uma ópera do Theatro da Paz...com isso pontuo minha carreira com mais uma importantíssima conquista, não só para mim, mas para todas as mulheres regentes”, finalizou a maestra. Com uma carreira extensa e brilhante, Amadio já passou por importantes teatros e orquestras ao redor do mundo. Sua condução de Gianni Schicchi trará uma nova dimensão à obra de Puccini, evidenciando as sutilezas e a profundidade emocional que caracterizam o trabalho do compositor italiano.“Gianni Schicchi é uma obra de grande dificuldade de coordenação. É uma ópera com permanentes mudanças de tempo e de caráter, com andamentos muito rápidos em que 14 solistas interatuam, muitas vezes todos ao mesmo tempo. Nesse sentido, é uma obra de dificuldades únicas, mas que apresenta um resultado maravilhoso e surpreendente, consumado pela genialidade de Puccini”, explicou a maestra. Dione Colares, diretora artística do festival, destaca a importância de trazer obras contrastantes como Gianni Schicchipara o público paraense. "O festival deste ano foi pensado para oferecer ao público uma experiência rica e variada, com títulos que contrastam em estilo e emoção. Gianni Schicchi traz leveza e humor ao repertório, oferecendo um equilíbrio ao lado das outras produções mais dramáticas. Queremos proporcionar uma verdadeira imersão no mundo da ópera, e a presença de uma obra como esta, com uma equipe tão talentosa, é fundamental para atingirmos esse objetivo", afirma Colares. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua a tradição de promover grandes produções operísticas em Belém, valorizando a riqueza cultural e a importância do gênero no cenário artístico nacional. Além de Gianni Schicchi, o festival apresenta um repertório variado, com o objetivo de atrair tanto os amantes da ópera quanto novos públicos, consolidando o Theatro da Paz como um dos principais centros de produção operística do país. Os ingressos para as apresentações de Gianni Schicchi já estão disponíveis na bilheteria do teatro e pelo site oficial. Com direção musical de Ligia Amadio, essa produção promete ser uma experiência única, celebrando a genialidade de Puccini e o talento dos artistas envolvidos, em um dos mais belos teatros do Brasil. Não perca a oportunidade de vivenciar essa obra-prima da ópera em uma montagem que promete emocionar e divertir o público paraense. A história de Gianni Schicchi A ópera, que se passa na cidade de Florença, no século XIII, conta a história de uma família nobre que, ao descobrir que o patriarca Buoso Donati deixou toda a sua fortuna para um convento, se vê desesperada para reverter o testamento. Para isso, recorrem ao astuto Gianni Schicchi, um camponês conhecido por sua inteligência e habilidade em lidar com situações difíceis. Schicchi, percebendo a oportunidade de se beneficiar da situação, aceita ajudar, mas com um plano próprio em mente. Fingindo ser o falecido Buoso Donati, ele dita um novo testamento aos notários, garantindo que a maior parte da fortuna seja destinada a si mesmo, para o desespero e a frustração da família. Com uma trama repleta de humor, ironia e uma crítica afiada à ganância, Gianni Schicchi é a única ópera cômica de Puccini e se destaca por sua vivacidade e engenhosidade. O ponto alto da ópera é a famosa ária "O mio babbino caro", cantada por Lauretta, filha de Schicchi, que implora ao pai que a ajude a se casar com o jovem Rinuccio. Esta ária tornou-se uma das mais populares do repertório operístico mundial, conhecida por sua melodia lírica e profundamente emotiva. Figurino com joias de Isabella Blanco A produção de Gianni Schicchi de Giacomo Puccini, enfatiza o lado cômico da trama e traz um destaque especial para as joias criadas pela designer Isabella Blanco, que colaborou estreitamente com o figurinista Fernando Leite. Isabella Blanco, conhecida por seu trabalho de joalheria autoral, dedicou dois meses de pesquisa para capturar a essência dos anos 1940. Inspirada pela moda e joalheria do período da Segunda Guerra Mundial, ela criou peças únicas para os personagens Zita, Nella, Ciesca, Lauretta e Gianni. As joias foram confeccionadas a partir de botões antigos, garimpados em uma das mais tradicionais lojas de aviamentos de Madrid, o Almacén de Pontejos, e transformados em broches, braceletes, colares e chokers. Além dos botões, Isabella incorporou broches originais das décadas de 1940 e 1950, montados em estruturas de prata com banhos de ouro amarelo 18k e ródio. De acordo com Isabella, para completar os trajes, ela também garimpou brincos autênticos da época em feiras de antiguidades e lojas vintage na Europa. “As joias não apenas complementam os figurinos, mas também refletem a personalidade dos personagens. Por exemplo, Lauretta, uma jovem romântica e recatada, usa uma tiara ornamentada com botões de pérolas e cristais translúcidos, enquanto Gianni Schicchi, de natureza traiçoeira, exibe um broche em formato de serpente na lapela. Cada peça foi cuidadosamente escolhida para adicionar camadas de significado à narrativa, convidando o público a descobrir mais sobre os personagens durante a apresentação”, finalizou. Ligia Amadio Ligia Amadio é uma das mais destacadas regentes brasileiras da atualidade. Notabilizou-se internacionalmente por sua reconhecida exigência artística, seu carisma e suas vibrantes performances. Sua atuação estende-se por: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Croácia, Cuba, Eslovênia, Estados Unidos, França, Islândia, Israel, Itália, Japão, Holanda, Hungria, Líbano, México, Peru, Portugal, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Tailândia e Venezuela. Premiada no célebre Concurso Internacional de Tóquio (1997) e no II Concurso Latino-Americano para Regentes de Orquestra em Santiago do Chile (1998), em 2001 recebeu o prêmio “Melhor Regente do Ano” no Brasil, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Ligia Amadio atuou como regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica Nacional entre 1996 e 2009. Por seu dedicado labor na direção da OSN, recebeu o título de "Cidadão Niteroiense", em 2003, e a Comenda da Ordem do Mérito da Cidade de Niterói, no grau de Grande Oficial, em 2005. Entre 2000 e 2003, ocupou a função de regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina. Em 2003, recebeu os prêmios Lira à Excelência e Raízes, devido a seu trabalho à frente dessa orquestra. Em 2009, Ligia Amadio desempenhou-se como diretora artística e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo laureada com a Medalha Carlos Gomes, concedida pela Câmara Municipal daquela cidade. De 2009 a 2011, desempenhou-se como regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP). Em 2011, Ligia Amadio foi indicada para o prêmio Carlos Gomes em duas categorias, por seu trabalho à frente da OSUSP, e, em 2012, foi finalmente premiada na categoria “Regente”, “pelo excelente trabalho com a Orquestra Sinfônica da USP”. Entre 2010 e 2014, ocupou a direção titular e artística da Orquestra Filarmônica de Mendoza. Para todos esses cargos, Ligia Amadio foi eleita pelos integrantes das respectivas orquestras. Em 2014, exerceu o cargo de regente titular da Orquestra Filarmônica de Bogotá, realizando uma temporada completa dedicada à Música do Século XX. Regeu um total de 42 concertos aclamados pelo público e pela crítica especializada, devotados à música contemporânea. Em 2016, foi eleita pelos músicos para o cargo de regente titular na Orquestra Sinfônica de Santa Fe, na Argentina, e na Orquestra Filarmônica de Montevidéu, no Uruguai. A partir de 2017, assumiu o cargo de regente titular e diretora artística da Filarmônica de Montevidéu. Sua discografia reúne 11 CDs e 5 DVDs, à frente da Sinfônica Nacional, da Sinfônica da Rádio e Televisão Eslovenas e da Sinfônica de Mendoza, na Argentina. Entre eles, destaca-se a realização da coleção Música Brasileira no Tempo. Ligia Amadio iniciou sua formação musical aos cinco anos de idade sob a orientação da professora Maria Cristina da Ponta Fiore. Realizou estudos regulares no Colégio Dante Alighieri e, após haver concluído o curso de Engenharia de Produção na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em 1985, realizou o Bacharelado em Música – com habilitação em regência – e o Mestrado em Artes na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). No Brasil, seus principais mentores foram Henrique Gregori, Eleazar de Carvalho, H. J. Koellreutter e Almeida Prado. Sua formação também incluiu os mais importantes cursos internacionais de regência orquestral: Accademia Chigiana(Itália), International Bartók Seminar (Hungria), Wiener Meisterkurse für Musik (Áustria), International Opera Workshop (República Tcheca), Peter the Great InternationalWorkshop (Rússia), Curso Interamericano para Jovens Diretores de Orquestra (Venezuela), Curso Latino-Americano de Regência Orquestral (São Paulo) e Kirill KondrashinMasterclass (Holanda), onde foi premiada, regendo no Concertgebouw de Amsterdam a Netherlands Radio TelevisionSymphony Orchestra. Nesses cursos, teve como professores Ferdinand Leitner, Dominique Rouits, Julius Kalmar, Georg Tintner, Alexander Politshuk, Guillermo Scarabino, Kurt Masur e Sir Edward Downes. No Brasil, tem sido convidada para atuar à frente das mais importantes orquestras, tais como: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica do Teatro São Pedro, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música e Orquestra Sinfônica da Paraíba. Entre as inúmeras orquestras que dirigiu em outros países, deve-se mencionar: Arpeggione Städtisches Kammerorchester, Baden-Badener Philharmonie, Ensemble Contrechamps, Filarmónica de Bogotá, Filharmonia Czestochowa, IcelandSymphony Orchestra, Israel Chamber Orchestra, Jerusalém Symphony Orchestra, Lebanese Philharmonic Orchestra, Netherlands Radio Symphony Orchestra, OrkiestręSymfoniczną Filharmonii Szczecińskiej, Orquesta del Teatro Argentino de la Plata, Orquesta Estable del Teatro Colón, Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, Orquesta Sinfónica de Salta, Orquesta Sinfónica del Estado de México, Orquesta Sinfónica del SODRE, Orquesta Sinfónica Nacional de Bolívia, Orquesta Sinfónica Nacional de Chile, Orquesta Sinfónica Nacional de Peru, Orquestra Filarmônica Nacional da Moldávia, Savaria Symphony Orchestra, Silesian Opera Orchestra, Simfoniki RTV Slovenija, Thailand PhilarmonicOrchestra e The Congress Symphony Orchestra, Tokyo City Philharmonic Orchestra. Ficha Técnica Música: Giacomo Puccini Libreto: Giovacchino Forzano Direção musical e regência: Ligia Amadio Regente assistente: Cibelle Donza Direção cênica: Dione Colares e Rose Tunas Direção de produção: Nandressa Nunez Figurinos: Fernando Leite Cenários: Carlos Dalarmelino Assistente de cenografia: Ribamar Dinis Apoio: Aline Pedrosa Visagismo: Omar Júnior Diretor de palco: Cláudio Bastos Iluminador: Rubens Almeida Legenda: Gilda Maia Pianista co repetidor: Humberto Azulay Elenco: Fellipe Oliveira (Gianni Schicchi) Antônio Wilson (Rinuccio) Kézia Andrade (Lauretta) Carol Faria (Zita) Leo Goulding (Simone) Idaías Souto (Betto) Luciana Tavares (Nella) Gabriel Frota (Gherardo) Erica Paixão (La Ciesca) Ytanaã Figueiredo (Marco) Fellipe Rocha (Gherardino) Milton Monte (Maestro Spineloccio e Amantio) Sidney Pio (Pinellino) Tiago Costa (Guccio) Carlos Vera Cruz (ator) Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$60 • Inteira | R$30 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$40 • Inteira | R$20 • MeiaGaleria: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Paraíso: R$20 • Inteira | R$10 • Meia Proscênio PCD: R$40 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 98590-3523. E-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59278/a-engenhosa-trama-de-gianni-schicchi-sera-o-destaque-do-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba Amanda Engelke - Ascom/Secult 6 de nov. de 2024 Concertos vão ter da salsa ao baião, sob a regência do pianista e maestro, Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, será às 20h; UsiPaz, às 18h. Em “Noite Latina”, a Amazônia Jazz Band leva, nesta quinta-feira (7), ao Theatro da Paz, e no sábado (9), à Usina da Paz, em Marituba, um concerto repleto de ritmos latinos que vão desde a salsa até o baião, sob a regência do pianista e maestro convidado Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, a apresentação está marcada para às 20 horas. Já na Usina da Paz, em Marituba, a apresentação ocorre às 18h. Como adianta o maestro, em ambas as noites, “o público pode esperar uma verdadeira festa latina, uma noite cheia de ritmos vibrantes e dançantes”. Entre os ritmos apresentados pela big band paraense estão o son cubano, a salsa e o chá-chá-chá, além do frevo, do baião e do samba, que irão se misturar à musicalidade paraense, promovendo uma verdadeira fusão de ritmos. O pianista Leonardo Coelho de Souza detalha que o repertório trará sucessos tradicionais cubanos como El Rico Vacilón e Cocinando. Canções que ganharam fama nos anos 1950 e 1960, quando “as orquestras cubanas, lideradas por grandes percussionistas como Tito Puente, divulgaram a música cubana pelo mundo”. Outro clássico apresentado será Oye Como Va, de Tito Puente, popularizada pelo guitarrista Santana, além de obras do percussionista Ray Barretto. O programa também celebra a música brasileira, com destaque para composições de Airto Moreira, que levou o baião e o frevo para o jazz nos Estados Unidos. Sua peça Merry Go Round (ou Carrossel) será apresentada em um arranjo de Josibias Ribeiro. Entre os ritmos brasileiros, um dos destaques será a apresentação do frevo Lágrimas de Folião, de Levino Ferreira. Do próprio pianista Leonardo Coelho de Souza, o repertório conta ainda com Joá, em arranjo de Elielson Gomes, e Gafieira Belém, executada pela primeira vez em público. Segundo Leonardo, essas peças homenageiam a tradição brasileira e paraense no contexto latino do espetáculo. A balada Michelle, do guitarrista Kim Freitas, descrita pelo pianista como “uma peça de grande beleza”, e Rhythm of Our World, de Arturo Sandoval, encerram as apresentações. “Em Noite Latina” é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música e o Theatro da Paz. Em Marituba, o evento integra o projeto “Sons da Paz”, uma iniciativa da Secult com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac), que conta com cronograma de apresentações ao longo do ano nas Usinas da Paz. Os ingressos para o concerto no Theatro da Paz podem ser retirados na bilheteria ou pelo site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, pelo valor simbólico de R$ 2. Na Usina da Paz, em Marituba, a entrada é gratuita. Para o pianista e maestro Leonardo Coelho de Souza, que esteve presente na criação da AJB há 30 anos, o retorno é especial. “Sinto-me muito feliz em retornar como maestro convidado e em poder trabalhar com esses grandes músicos”, finaliza Leonardo Coelho de Souza. Serviço : Em Noite Latina – Amazônia Jazz Band Theatro da Paz, Belém: quinta-feira, 7 de novembro, às 20h Usina da Paz, Marituba: Sábado, 9 de novembro, às 18h Ingressos : Theatro da Paz: Retirada na bilheteria ou no site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, valor simbólico de R$ 2. Usina da Paz, Marituba: Entrada gratuita. Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band fará uma noite musical e de energia carnavalesca no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band fará uma noite musical e de energia carnavalesca no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de fev. de 2024 Concerto 'Brasil em Festa: do Frevo ao Samba' será às 20h da próxima quinta-feira (29) sob a regência do maestro Elias Coutinho Antes que o mês da folia de momo acabe nos deixando na saudade, a Amazonia Jazz Band (AJB) vai encantar o público com uma mescla vibrante de ritmos e estilos musicais. Com um repertório cuidadosamente selecionado, o grupo estará vestido com trajes carnavalescos e promete levar os espectadores a uma jornada emocionante através de diversos gêneros, desde o frevo enérgico até o samba introspectivo, em uma noite que celebrará a rica diversidade da música brasileira. No concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba", cada nota é um convite para celebrar nossa rica cultura. O espetáculo acontece dia 29 de fevereiro, às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O Brasil é um verdadeiro caldeirão cultural, onde diferentes ritmos e tradições se entrelaçam para criar uma rica tapeçaria sonora. Nesse contexto, o jazz, o frevo e o samba emergem como expressões distintas, porém intrinsecamente ligadas, da identidade musical brasileira. O jazz, nascido nos Estados Unidos no final do século XIX e início do século XX, logo encontrou eco nas terras brasileiras, influenciando e sendo influenciado por nossas próprias tradições musicais. Com sua ênfase na improvisação e na liberdade expressiva, o jazz se tornou uma plataforma para os músicos brasileiros explorarem novos horizontes sonoros, incorporando elementos de nossa rica herança musical. Por outro lado, o frevo surge como uma explosão de energia e cor nas ruas de Pernambuco, especialmente durante o carnaval. Com suas melodias vibrantes e ritmo acelerado, o frevo captura a alegria contagiante do povo brasileiro, enquanto suas complexas harmonias desafiam até mesmo os músicos mais habilidosos. Já o samba, talvez o gênero musical mais emblemático do Brasil, evoca imagens de celebração, paixão e saudade. Originário das comunidades afro-brasileiras, o samba transcendeu suas origens humildes para se tornar um símbolo da identidade nacional, expressando as mais profundas emoções do povo brasileiro. Neste contexto, o maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band, mergulhou fundo na diversidade musical do Brasil, cuidadosamente selecionando um repertório que abraça o jazz, o frevo e o samba. Sua abordagem meticulosa reflete não apenas seu profundo conhecimento da música brasileira, mas também seu compromisso em celebrar as múltiplas facetas da cultura nacional. “Minha proposta como maestro da AJB é fazer com que a nossa big band traga a tradição do jazz quanto à improvisação, quanto à liberdade de expressão, quanto à linguagem artística, mas também dentro da nossa música brasileira como um todo e, principalmente, da música paraense. Uma defesa minha é de que a Amazônia Jazz Band precisa fazer a nossa música, precisa levar em todas as suas apresentações o jazz na sua essência, mas agregando a música brasileira. Em um repertório que só nós brasileiros podemos trazer com a clareza cultural, com a vivência do nosso povo”, explicou o maestro. “Quanto mais eu mergulho no repertório de música brasileira, mais eu vejo a quantidade de estilos e variações que nós temos no nosso país, nas diversas regiões, de acordo com que as culturas foram se desenvolvendo no nosso país, com a ocupação de diversos povos e a mistura com os povos originários que já são diversos, fomos tendo uma variedade de manifestações culturais, e em cada lugar do país isso foi se desenvolvendo de maneira diferente. Então, quando a gente traz para o palco esse repertório de música brasileira, focado nessa festa, que é tão importante para o nosso país, que é tão importante para nós brasileiros, eu acredito que a gente está trazendo uma experiência musical que fala sobre nós mesmos”, finalizou. Descrição das Peças Abrindo o espetáculo com toda a energia característica do carnaval pernambucano, a banda vai iniciar a noite com "Passo de Anjo", um frevo arrebatador de autoria de Spok e João Lira. Esta peça é descrita como uma explosão de ritmo e melodia, caracterizada por sua vivacidade e pela liberdade expressiva que permite aos músicos improvisarem e se destacarem individualmente. Em seguida, o público será transportado para os tradicionais blocos de frevo com "Frevo Sanfonado", uma obra-prima do grande mestre Sivuca, com arranjo de Spok. Nessa música, os instrumentos de sopro evocam o som de uma sanfona, criando uma atmosfera festiva e contagiante que remete às ruas animadas no carnaval de Pernambuco. Dando uma pausa nos ritmos frenéticos, a banda mergulha em um samba com nuances de partido alto com "Estamos Aí", uma composição de Maurício Einhorn e arranjo de Nelson Faria. Esta escolha reflete a influência do samba e sua relevância no cenário musical brasileiro, explorando um lado mais reflexivo e contemplativo do gênero. A atmosfera de introspecção continua com "Mistérios", uma composição clássica de Joyce Moreno e Maurício Maestro, que será interpretada com excelência pela AJB. Esta música, enriquecida pelo arranjo de Diego Garbin, apresenta um solo que conduzirá os ouvintes por caminhos melódicos emocionantes e envolventes. Retornando às raízes do samba, a big band apresentará "Carinhoso", um dos grandes clássicos de Pixinguinha com João de Barros, em um arranjo de Jonas Hocherman. Esta peça icônica, enriquecida pelo solo de trombone baixo de Alexandre Gomes, promete cativar o público com sua melodia envolvente e sua letra poética, que será entoada pela plateia em um momento de interação única. A Amazonia Jazz Band promete uma explosão de energia com "Brooklyn High", uma composição instrumental de Nelson Faria. Esta peça, permeada pelo partido alto e pelo ritmo contagiante do samba, proporcionará aos espectadores um último momento de celebração e alegria, transportando-os para uma atmosfera festiva digna do melhor do carnaval brasileiro. Para tocar as três últimas músicas, que serão executadas em bloco, assim como a abertura do show, o maestro planejou uma intervenção especial em vídeo ou chamada de vídeo com o renomado maestro e saxofonista da Spok Frevo. Spok Frevo trará um pouco da história do frevo, e também uma contextualização das três últimas peças do concerto: "O Último Dia", de Levino Ferreira, com arranjo de Spok; "Cabelo de Fogo", do maestro Nunes, com arranjo de Spok; e "Vassourinhas", de M. da Rocha e João Batista, também com arranjo de Spok. Essas músicas, extremamente representativas e conhecidas pelos foliões do carnaval pernambucano, encerrarão o espetáculo em grande estilo, proporcionando um mergulho na tradição e na animação das festividades carnavalescas. Um destaque especial será a interpretação de "Cabelo de Fogo" de forma tradicional, como é tocada nas ruas do frevo pernambucano, com a Amazônia Jazz Band trazendo toda a energia e a competitividade saudável típicas dos grupos que se encontram durante o carnaval, em uma verdadeira celebração da cultura e da música brasileira. PROGRAMA PASSO DE ANJO Spok/João Lira Arr. Spok FREVO SANFONADO Sivuca Arr. Spok ESTAMOS AÍ Mauricio Einhorn Arr. Nelson Faria MISTÉRIOS Joyce Moreno/Mauricio Maestro Arr. Diego Garbin CARINHOSO Pixinguinha/João de Barros Arr. Jonas Hocherman BROOKLYN HIGH Nelson Faria ÚLTIMO DIA Levino Ferreira Arr. Kidbone CABELO DE FOGO Maestro Nunes Arr. Duda VASSOURINHAS M. da Rocha/J. Baptista Arr. Spok Serviço: O concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba", acontece nesta quinta-feira (29), às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz, a partir das 9h da manhã do dia 29, no valor de R$ 2,00. disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51761/amazonia-jazz-band-fara-uma-noite-musical-e-de-energia-carnavalesca-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 4 de abr. de 2024 O evento acontece neste sábado, 6, às 19h A Amazônia Jazz Band (AJB) realiza neste sábado, 6, às 19h na UsiPaz Cabanagem o quarto concerto do "Projeto Sons da Paz", uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Sob a batuta do maestro Elias Coutinho, a Amazônia Jazz Band promete uma noite repleta de harmonias envolventes e ritmos contagiantes. De acordo com Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. "Eu nasci na cidade de Santa Izabel do Pará e foi assistindo um concerto como os que realizamos com Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano. Na Cabanagem nós só esperamos inspirar a todos", finalizou. Mais do que um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas e no mês de abril o "Projeto Sons da Paz" ainda cumprirá uma agenda no dia 13 de abril, às 19h, na UsiPaz Marituba, com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), com entrada franca. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53008/amazonia-jazz-band-realiza-concerto-do-projeto-sons-da-paz-na-usipaz-cabanagem Anterior Próximo
- Primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia" reúne poetas no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia" reúne poetas no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de out. de 2023 Evento atraiu participantes, de todas as idades, interessados na expressão desse gênero literário. Rodrigues Pinagé foi o homenageado. Após receber algumas adaptações no espaço físico, o Foyer do Theatro da Paz foi reaberto na noite da última terça-feira (17) com a primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia", que reuniu poetas de todas as idades, amantes da literatura, representantes da Escola Rodrigues Pinagé e jovens que participam dos slams, uma forma de competição poética em que os participantes apresentam seus poemas de forma oral e performática. "Para nós, é uma felicidade receber todos vocês aqui nesta edição piloto, pois ainda estamos ajustando a melhor maneira de executar esta ação, que pretendemos realizar muitas vezes neste espaço, e contamos com a participação de todos", declarou Edyr Augusto, diretor do Theatro da Paz, dando as boas vindas aos participantes. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, o evento busca estimular a criatividade e a expressão artística, além de envolver grandes nomes da literatura local, fortalecendo a cultura literária em Belém e promovendo a interação entre poetas e o público em geral. Caracterizado como Rodrigues Pinagé, o ator Adriano Barroso realizou performances declamando poemas do homenageado da noite. "Nós, artistas de todas as linguagens, precisamos de espaço. Abrir os espaços públicos, trazer outras pessoas e fazer com que isso se torne também da cidade é algo valoroso. Existe um movimento muito grande de poetas em nossa cidade, temos grandes poetas e uma vocação enorme para poesia, e reuni-los em um lugar como o Theatro da Paz, que está tão próximo da boemia e entende Belém, é a cereja do bolo para uma cidade que é tão pulsante artisticamente", revelou. Recordando os antigos saraus de poesia, que eram encontros sociais nos quais as pessoas se reuniam para apreciar e compartilhar poesias, músicas e outras formas de arte, a noite seguiu com os poetas e artistas apresentando suas obras ao público, recitando poesias, cantando músicas e realizando performances artísticas. Os temas abordados foram os mais variados, desde questões sociais e políticas até amor, natureza, Belém e filosofia. Poeta homenageado - José Rodrigues Pinagé nasceu em Natal (RN) em 29 de outubro de 1895 e faleceu em Belém em 1973. Foi poeta de verve lírica e satírica, trovador, tipógrafo, jornalista e servidor público, sendo conhecido como o "Príncipe dos Poetas Paraenses", título oficial recebido do governo do estado do Pará em 1964. Conhecido por sua escrita sensível e marcante, Pinagé é um dos ícones da literatura paraense. Sua poesia evoca as belezas e peculiaridades da região amazônica, encantando leitores com sua linguagem poética e suas reflexões sobre a vida e a natureza. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/48266/primeira-edicao-do-sarau-chuva-de-poesia-reune-poetas-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 12 de jun. de 2023 Público lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus para assistir ao espetáculo aberto ao público com o tema de ‘Star Wars’ Uma apresentação que combinou a sonoridade do Jazz com músicas temas de filmes que fizeram sucesso na telona e que são conhecidas e amadas pelo público em geral. Assim foi o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB), na noite do domingo (11), em Castanhal. O público da AJB não decepcionou e lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, demonstrando toda a popularidade desse tipo de concerto, que recria músicas com arranjos jazzísticos. Geralmente as músicas de filmes apresentam melodias cativantes e emocionantes, que se adaptam muito bem ao estilo Jazz. Além disso, a improvisação e a liberdade que o Jazz oferece, permitem que os músicos da banda adicionem suas próprias interpretações e improvisos, criando uma versão da música original. O concerto foi aberto com o tema de ‘Star Wars’, do compositor americano John Williams. Em seguida, vieram as peças musicais dos filmes ‘Titanic’, ‘Superman’, ‘James Bond’, ‘Game of Thrones’, ‘Missão Impossível’, ‘Batman’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Rock’ encerrando com ‘Os Vingadores’ e os membros da big band com os braços para cima e mão fechadas. E ainda teve a participação de Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz que, acompanhado pela AJB, cantou duas músicas levando o público às palmas. “Que energia incrível tem o público de Castanhal. Esperamos voltar mais vezes e assim contribuir para a formação de plateia, pois à medida que essa cultura se espalha, as pessoas que a recebem podem incorporá-la em suas próprias práticas culturais, adaptando de acordo com suas necessidades e valores locais”, declarou Daniel Araujo.. O plus ficou por conta dos elementos visuais incorporados ao concerto. O público pode acompanhar projeções de cenas dos filmes, cujo os temas estavam sendo interpretadas pela big band, em um grande telão de LED, criando uma experiência completa e imersiva. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaborados de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, tendo sido especialmente preparados para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. “Sai de Belém para assistir a esse concerto e não me arrependo. Eu amei tudo, cada segundo. Foi surpreendente ver o tema da minha série favorita ‘Game Of Thrones’ ser interpretada pela Amazônia. Me senti homenageada”, declarou a enfermeira Maria Luiza. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/44488/amazonia-jazz-band-leva-concerto-temas-de-filmes-para-castanhal Anterior Próximo
- Visitação| Theatro da Paz
Venha conhecer o Theatro da Paz, considerado teatro monumento pelo IPHAN. As visitas guiadas acontecem de uma em uma hora, incluindo a sala de espetáculos! Foto: Marivaldo Pascoal Foto: Lucas Mont Foto: Akira Takatsuji Foto: Marivaldo Pascoal 1/6 Visitas Guiadas As visitas guiadas do Theatro da Paz oferecem uma imersão na história e na arte deste ícone cultural, promovendo diálogo e interação entre os participantes enquanto exploram seus espaços mais marcantes. Duração: 45 minutos Horários As visitas guiadas acontecem de hora em hora, respeitando os horários abaixo estabelecidos: Terça a sexta-feira: 09h às 12h e 14h às 17h Sábados e Domingos: 09h às 12h Para grupos acima de 6 (seis) pessoas, é necessário o agendamento através do e-mail visita@theatrodapaz.com Às quartas-feiras, as visitas guiadas (espontâneas) são gratuitas! Valores Os ingressos são vendidos exclusivamente na bilheteria do teatro. R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia) Recomendamos que os visitantes cheguem 15 minutos antes do horário agendado para garantir a entrada. As visitas guiadas são limitadas a 40 pessoas. + Informações Para ingressos de meia-entrada amparados por lei, é obrigatória apresentação de documento comprobatório no acesso ao evento. Proibições É proibido o consumo de alimentos e bebidas dentro das dependências do Theatro da Paz; Fumar; Uso de equipamentos eletrônicos durante o espetáculo; Uso de flash ou iluminação (de câmeras fotográficas e assemelhados).
- Theatro da Paz celebra seus 146 anos com programação especial | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz celebra seus 146 anos com programação especial Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) 16 de fev. de 2024 Nesta quinta-feira (15), o Theatro da Paz, um dos mais emblemáticos cartões-postais de Belém, completou 146 anos de história. Para comemorar essa data especial, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM), preparou uma programação especial. Projetado pelo engenheiro pernambucano José Tibúrcio Pereira Magalhães no estilo neoclássico foi o primeiro teatro de ópera da Amazônia, e um dos primeiros teatros líricos do Brasil. Inaugurado em 1878, durante o período áureo da exploração da borracha na Amazônia, o Da Paz se destaca por sua arquitetura inspirada no Teatro Scala de Milão, sua acústica impecável e sua rica história. Elementos como o teto pintado por Domenico De Angelis e a tela "Últimos dias de Carlos Gomes" tornam o Theatro um local de grande valor cultural e continua sendo um importante palco para a cultura amazônica. A programação inclui desde visita guiada gratuita, até homenagens aos renomados compositores paraenses Waldemar Henrique e Carlos Gomes. A primeira atividade foi o lançamento do livro "Tão longe e tão distante: a presença de Carlos Gomes na belle époque de Belém do Pará", de Jonas Arraes. A obra é resultado da tese de doutorado em musicologia histórica, realizada pelo autor na Universidade de Campinas-SP. Embora Carlos Gomes já tenha sido objeto de pesquisas sob os ângulos mais diversos, o autor apresenta uma abordagem inédita focando nas relações do compositor com a cidade de Belém. "A abordagem do personagem Carlos Gomes e sua relação com o Pará, por meio da Musicologia Histórica, é relevante, pois abre discussões a respeito da história do Norte do Brasil e, sobremaneira, a do Pará, na segunda metade do século XIX. A relação do compositor com Belém é rica e longa, marcando os tempos históricos do Império e primeiros anos da República", destaca Jonas Arraes. O diretor do Theatro da Paz, Edyr Augusto Proença, destaca a importância de homenagear esses ícones da música, ressaltando suas contribuições para a cultura local. “A ideia é celebrar o aniversário do Theatro da Paz em grande estilo, por isso decidimos homenagear também esses dois grandes nomes da música, que contribuíram tanto para cultura paraense. Waldemar Henrique pela feliz coincidência na data de aniversário, e Carlos Gomes pela compatibilidade do lançamento do livro do maestro Jonas Arraes sobre o compositor”, explicou o diretor. Após o lançamento, na Sala de Espetáculos, às 20h, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentou um concerto de aniversário contendo a protofonia de ‘O Guarani’, também de Carlos Gomes e músicas de Waldemar Henrique cantadas por Nilson Chaves, Gigi Furtado, Andrea Pinheiro e Lucinnha Bastos, que revelou sua alegria de celebrar a data no palco do TP. “O Theatro da Paz é um orgulho para todos nós e o templo da cultura e da arte. Estar aqui, celebrando o aniversário do nosso teatro monumento e do nosso maestro Waldemar Henrique é uma felicidade enorme e uma emoção muito grande. Vida longa ao Tehatro da Paz”, disse Lucinnha Bastos. Solange Maia, de 46 anos, faz aniversário no dia 15 de janeiro e revelou que sempre comemora seu aniversário no Theatro da Paz. “Meu pai era um amante da boa música e desde que eu nasci, ele me traz ao Theatro da Paz para esse concerto tão tradicional. Este ano eu me emocionei muito, pois ainda não tinha assistido a essa mistura do erudito ao popular. A gente sente que o maestro Waldemar Henrique escreveu músicas a vida inteira para serem tocadas assim, pela nossa belíssima OSTP. Obrigada a todos!”, agradece emocionada. Por Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51515/theatro-da-paz-celebra-seus-146-anos-com-programacao-especial Anterior Próximo
- Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz
< Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo
- Bragança inicia Festa Literária com apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Bragança inicia Festa Literária com apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Lorena Saraiva - Ascom/Secult 7 de dez. de 2023 Com bate-papo, apresentação de projetos escolares, feira criativa e programação cultural, o evento prossegue até domingo (10), com entrada franca O primeiro dia da Festa Literária de Bragança, evento promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Prefeitura Municipal, celebrou as vozes dos homenageados e do escritor paraense com bate-papo, apresentação de projetos escolares, feira criativa e programação cultural. Os escritores Salomão Larêdo e Heliana Barriga, homenageados na 26ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, em Belém, participaram de rodas de conversa. A estudante de Letras Evelly Barbosa de Sousa, 20 anos, disse ter se empolgado com as atividades e a variedade de títulos. “Eu estou achando muito legal, muito interessante. Tem muito livro novo, e adquirir conhecimento dessa forma é muito legal”, afirmou. De acordo com o diretor de Cultura da Secult, Júnior Soares, a Festa Literária é uma oportunidade de fortalecimento da política de descentralização das ações de fomento à literatura e leitura, que em 2023 passou pelos municípios de Cametá (na Região de Integração Tocantins) e Santarém (RI Baixo Amazonas), finalizando em Bragança (RI Rio Caeté). Musicalidade - A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz abriu a programação cultural com um repertório diversificado, incluindo a 5ª Sinfonia de Beethoven, Ópera Sansão e Dalila (do francês Camille Saint-Saëns), o Guarani (do brasileiro Carlos Gomes), trilhas sonoras da saga Star Wars e outros clássicos da música mundial. Para Andrei Pontes, 22 anos, assistir ao concerto da OSTP é um momento muito especial. “Eu gostei muito, pois é uma oportunidade de apreciar de perto a Orquestra, e ela trouxe um repertório bem diferente. A parte que eu mais gostei foi a trilha de Star Wars”, disse o universitário. A Festa Literária de Bragança prossegue até domingo (10), das 9 h às 21 h, no Teatro do Liceu de Música e no Museu da Marujada, com entrada franca. Texto: Lorena Saraiva - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49762/braganca-inicia-festa-literaria-com-apresentacao-da-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz Por Marcelo Leite (SEIRDH) 29 de jun. de 2023 A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ Um dos equipamentos públicos mais importantes do Pará, o Theatro da Paz, ganhou novas cores nesta quarta-feira (28). A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ que, por meio do orgulho, constroem uma sociedade mais igualitária, livre de preconceitos e de homofobia. As novas cores do Theatro podem ser vistas na iluminação externa do prédio e representam as tonalidades presentes no arco-íris: símbolo mundial da luta LGBTQIAPN+. Além das luzes, uma enorme bandeira colorida também foi estendida na sacada frontal do Theatro. O ato simbólico foi realizado pelas secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), e contou com a participação de representantes de movimentos sociais atuantes na causa, na região metropolitana de Belém. Jarbas Vasconcelos, titular da Seirdh lembrou que o Theatro da Paz é um dos principais espaços públicos do Pará e que ato simbólico reforça o compromisso com uma luta mundial. “É bom ver o Da Paz com essas todas essas cores. São cores que representam o futuro, que nos representam e que estão novamente espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. O orgulho hoje tem uma dimensão diferente”, frisou Jarbas Vasconcelos. Secretária de Cultura, Ursula Vidal destacou ainda o ineditismo do evento e o compromisso do governo do Estado para avançar na construção de uma sociedade mais consciente do respeito e direitos das pessoas LGBTQIAPN+. “Nós estamos escrevendo mais um capítulo de uma história que vem sendo escrita há muitos anos por movimentos sociais que estão sempre buscando os direitos. O dia de hoje é histórico e reforça nosso compromisso institucional de lutar por uma sociedade com igualdade de direitos e mais avanços na garantia de espaços, empregabilidade, representatividade e visibilidade”, complementou a secretária . Programação No próximo domingo (02), a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com outras instituições públicas, fará o encerramento da campanha “Pará para Todes”. A programação será realizada na Praça da República,a partir das 9h, com oferta de serviços de serviços de saúde, jurídicos e sociais. Entre os serviços ofertados estão: testes rápidos de saúde, orientações sobre higiene bucal e sobre o Projeto Casulo; encaminhamentos para retificação de Registro Civil (nome social), atendimento jurídico e acesso às Usinas da Paz; emissão de documentos; e distribuição de cartilhas educativas sobre a defesa da diversidade e conquistas da luta LGBTQIA+. A ação contará com a parceria das secretarias de Saúde (Sespa), Articulação e Cidadania (Seac), da Defensoria Pública do Estado (DPE) e Ministério Público do Pará (MPPA), além da apresentações culturais. Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45045/cores-do-orgulho-lgbtqiapn-iluminam-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de out. de 2023 O Theatro da Paz, em Belém, será palco do concerto em homenagem ao renomado compositor paraense Paulo André Barata, que faleceu aos 77 anos, no dia 25 de setembro de 2023. O concerto ocorrerá na noite desta terça-feira (03), com direção artística de Tito Barata, irmão de homenageado, e sob a regência do maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), Elias Coutinho. O espetáculo reunirá um extraordinário elenco de artistas paraenses, que prometem encantar o público com interpretações brilhantes. O show contará com a participação da Amazônia Jazz Band (AJB), que receberá artistas que tiveram o privilégio de trabalhar com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Pedrinho Callado, Edilson Moreno, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias se unirão em um tributo musical para honrar o legado do compositor. De acordo com Tito Barata, o concerto foi idealizado por Ursula Vidal, secretária de Estado da Cultura, que o convidou para fazer a direção artística do espetáculo. “Depois que combinamos o formato da apresentação, começamos a montar o repertório, ajustar as tonalidades para os intérpretes e os arranjos. E com qualidade da Amazônia Jazz Band, isso é muito fácil, então já ensaiamos um show lindo, com a participação de uma turma que está acostumada a cantar o repertório do Paulo André e do Ruy Barata”, afirmou o diretor artístico. O repertório foi cuidadosamente selecionado e apresentará composições icônicas de Paulo André, que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos da cultura paraense. Cada nota e cada palavra entrelaçadas nas melodias proporcionarão uma experiência única, envolvendo o público em uma atmosfera de nostalgia e gratidão. “Não tenho uma música específica do Paulo que eu goste mais ou goste menos. Eu acho todas maravilhosas, todas são prediletas”, continuou Tito Barata. “Nós teremos várias surpresas nesse show. Por exemplo, músicas de Paulo André com outros parceiros, como João Donato, J. Petronilo e Cláudio Barreto. Vamos, inclusive, mostrar a primeira canção dele gravada nos anos 60. Acho que o público vai gostar bastante”, finalizou. Elias Coutinho, aclamado maestro, trouxe sua expertise para a regência da AJB no acompanhamento dos artistas e no protagonismo da orquestra. Sua interpretação magistral das partituras já nos ensaios vem revelando a profundidade e a riqueza das composições de Paulo André. “É uma honra sem igual para a AJB, pois trata-se com certeza de um dos maiores nomes da música paraense, e se existe um compositor que retrata tão bem o nosso Estado de diversas formas, que retrata tantas emoções e realidades de tantos lugares, esse compositor é Paulo André Barata. Se nós, por exemplo, que moramos em Belém, não temos diretamente contato relacionado com o interior, através das músicas de Paulo André, pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem, de uma maneira muito simples, conhecer o nosso folclore, a nossa fauna, nossas comidas, nossos costumes, nossos ditos populares. Então, Paulo André é tudo isso, e homenagear ele nesse espetáculo é um desafio para a AJB, porque nos traz um entendimento que temos que entregar muito mais, trazer ao palco aquilo que ele fez a vida inteira, que foi inovar, levar às pessoas múltiplas emoções”, disse o maestro. Questionado sobre os planos para o futuro, Tito Barata se anima. “Nós estamos elaborando um plano de ações para fazer o legado do Paulo André chegar em todo o Pará e no Brasil. Paulo tem uma obra maravilhosa e sem dúvida nenhuma, é um dos artistas que percorreu por mais de 60 anos essa trilha”, finaliza emocionado. “Eu gostaria que se lembrassem do Paulo, como um homem simples que conversava com as musas da Amazônia”. Descrição da Músicas - Assim como o repertório foi escolhido ainda em vida pelo próprio Paulo André e pelo Rui Barata, os artistas que integram esse espetáculo também fazem parte da carreira do Paulo André. O espetáculo começa com uma versão instrumental de ‘Indauê Tupã’, interpretada pela Amazônia Jazz Band com um arranjo feito exclusivamente para ser a estreia mundial feita nessa homenagem. O arranjador é o grande capixaba Rafael Rocha, abrindo esse show com chave de ouro em uma versão completamente repaginada. Depois vem ‘Esse Rio é Minha Rua’, um hino do nosso Estado, com inserções dos metais da Amazônia Jazz Band e arranjos de Rafael Rocha, com interpretação de Pedrinho Callado. Em seguida temos a grande intérprete Andréa Pinheiro interpretando ‘Pauapixuna’, com arranjos do carioca Rafael Oliva, um especialista em arranjos para sopros e para big band’s, que traz uma versão que mistura desde tango ao jazz. E a improvisação, que é algo tão característico nessa formação da Amazônia Jazz Band, colocará seu tempero especial. Na sequência teremos ‘Baiuca’s Bar’, com Lia Sophia, uma grande intérprete paraense. O próximo número será ‘Meu Pajé (Samba Pro Sting)’, interpretado por um dos maiores nomes do samba no Pará, Arthur Spindola. Nesta canção Paulo André, mais uma vez, traz uma inovação, um samba, que não era tão comum em suas composições. Depois temos ‘Cantiga da Correnteza’, por Alba Mariah. Uma música que vai trazer algumas surpresas dentro da Jazz Band, com uma formação não usando todos os sopros, mas somente o naipe dos metais, trompetes e trombones, trazendo uma sonoridade única para esse espetáculo. O próximo número é ‘Nasci para Bailar’, um grande clássico de Paulo André com João Donato, que partiu também recentemente, interpretado pelo trio de cantores do Warilou, que terá como arranjo o grande violonista paraense Ziza Padilha. Depois ‘Mesa de Bar’, interpretada pelo grande Olivar Barreto, com toda a sua sutileza, dando vida a esse grande clássico, com um arranjo também de Ziza Padilha, que promete trazer muita emoção nesse espetáculo. ‘Tronco Submerso’, com arranjo de Ziza Padilha, somente para o quinteto de saxofones da AJB, com interpretação de Maca Maneschy, vai surpreender o público, com uma sonoridade diferente no meio do espetáculo. Assim como em ‘Cantiga da Correnteza’, com adaptação do maestro Elias Coutinho para sopros dos metais da Big Band, no trompete e trombones. A ‘Canção Mágica’ foi pensada também em uma mudança na escolha dos instrumentos para esse espetáculo. Ao invés de ter todos os sopros da AJB, teremos somente dois instrumentos, flugel e saxofone soprano, para que nessa música, com interpretação de Sandra Duailibe, tenha um momento de forte emoção, Já se encaminhando para o final da apresentação, as duas últimas músicas serão ‘Foi Assim’, um grande hino da nossa música, com arranjo de Josiel Saldanha, interpretado por Gigi Furtado e Bia Dourado. Será uma música que, com certeza, já nos levará aos maiores ápices desse grande espetáculo. E ‘Porto Caribe’, interpretado pelo trio Warilou e Eloy Iglesias, trazendo muita irreverência a esse espetáculo, algo que era característico de Paulo André, e que não poderia ficar de fora desta noite tão especial. Serviço - O espetáculo "Concerto para Paulo André Barata com Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes", acontece nesta terça-feira (03), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz e pelo site, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47881/amazonia-jazz-band-e-grandes-interpretes-fazem-tributo-a-paulo-andre-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

