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- Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de dez. de 2023 No repertório, clássicos como 'New York, New York', composição emblemática da cidade estadunidense, cujos gêneros musicais pautam o espetáculo Em uma noite que promete ser inesquecível, a Amazônia Jazz Band (AJB) está pronta para levar o público de Belém a uma viagem musical, unindo o jazz, clássicos da Broadway e os contagiantes ritmos do groove. O teletransporte direto para os palcos de Nova York, onde a magia da música ganha vida acontecerá nesta quinta-feira (07), às 20h, no Theatro da Paz. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A AJB, renomada por sua maestria musical e habilidades de improvisação, promete apresentar novas interpretações de clássicos da Broadway. O destaque fica por conta da participação especial de Hugo Bitencourt, Léo Meneses, Valentina Faria, Marcela Alves, Yasmin Miranda, e Lídia Marçal, talentosos cantores da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, elevando ainda mais a experiência sonora. O talentoso cantor Léo Meneses vai interpretar "New York, New York" uma das músicas mais emblemáticas e reconhecíveis da história da música popular, um ícone cultural que encapsula o espírito vibrante e energético de Nova York e ressoa com pessoas de todas as partes do mundo. A canção foi escrita por Fred Ebb e John Kander, e foi imortalizada na voz do lendário Frank Sinatra. "Estou ansioso e emocionado por ter a oportunidade de cantar 'New York, New York' com AJB, essa canção que foi imortalizada por grandes artistas forjados nos palcos, seja de Las Vegas ou da Broadway, como Frank Sinatra, Eliza Minnelli e tantos outros. Participar da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, com colegas tão talentosos de quem eu me tornei fã é uma honra sem igual. Tenho certeza de que esse espetáculo será incrível”, afirmou Léo Meneses. O espetáculo promete uma fusão envolvente de estilos musicais, proporcionando um verdadeiro deleite aos apaixonados por musicais. A Amazônia Jazz Band reinventará canções marcantes de espetáculos famosos, conferindo-lhes um toque único que certamente encantará o público presente. Além das emocionantes interpretações, a mistura com os ritmos contagiante do groove trará uma vibe moderna, transformando o concerto em um espetáculo para os sentidos. A energia pulsante e a fusão de estilos musicais prometem criar uma atmosfera envolvente, transportando a plateia para o coração da cena musical de Nova York. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, compartilhou entusiasmadamente sua visão para esta noite especial. "Estamos preparando um espetáculo que transcende o comum, uma fusão de estilos que transportará nossa plateia para os palcos icônicos de Nova York. A sinergia entre o Jazz, os clássicos da Broadway e o groove promete criar uma experiência única, onde a tradição encontra a modernidade", finalizou. Essa mistura eclética não apenas atrai os amantes do jazz, mas também aqueles apaixonados por musicais, pois a diversidade rítmica promete agradar a uma ampla gama de gostos, celebrando a riqueza e a versatilidade da música ao vivo. Serviço : O espetáculo será nesta quinta-feira (07), às 20h no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 9h da manhã do dia do concerto na bilheteria do TP e pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49736/amazonia-jazz-band-apresenta-jazz-classicos-da-broadway-e-ritmos-do-groove-em-belem Anterior Próximo
- Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 25 de ago. de 2024 Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação A estreia do musical "O Príncipe do Egito", realizado no último sábado, 24, no Theatro da Paz, em Belém, não apenas encantou o público, mas também marcou um momento histórico para a comunidade surda da região. Parte da programação do XXIII Festival de Ópera, dirigida pelo maestro Pedro Messias, trouxe uma adaptação única da história bíblica de Moisés, conquistando o público com sua riqueza artística e inclusão. Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação. "Foi o pontapé inicial para que a comunidade surda pudesse entrar no teatro e dizer ‘agora nós sentimos que o Theatro é nosso também’. O espetáculo é muito inclusivo, com toda a perspectiva dramaturga voltada para que todos possam entender. Desperta memórias e, resumindo, é espetacular," afirmou Jaqueline Machado, que acompanhou o grupo. O professor de libras do Instituto Estadual Carlos Gomes, Silvio Santiago, ressaltou a importância de um momento como esse. "Belém e a Região Metropolitana têm cerca de 5 mil surdos sinalizantes, e por isso a necessidade de intérpretes de Libras é crucial. Ontem foi a primeira vez que esses surdos entraram no Theatro da Paz, e se emocionaram muito com a experiência," comentou Santiago, evidenciando a relevância desse momento para a comunidade. Com casa cheia, a apresentação destacou-se pela qualidade artística e pela profunda conexão emocional estabelecida com a plateia. "Ficamos muito felizes em ver a resposta do público. A versão que trouxemos este ano foi uma evolução do que fizemos em 2023, com novos arranjos e uma abordagem ainda mais emocionante. Conseguimos criar uma atmosfera que transportou as pessoas diretamente para o antigo Egito," comentou o maestro Pedro Messias. A parceria com a dramaturga Barbara Gibson, da Liga do Teatro, e a expertise da Companhia Aktuô foram essenciais para o sucesso da produção, que se destacou pelos figurinos deslumbrantes e cenários detalhados. A música, um dos pontos altos do espetáculo, recebeu elogios pela sua capacidade de tocar o público de maneira intensa e envolvente. Os arranjos de Kim Freitas, feitos especialmente para o musical, foram apontados como um dos grandes acertos da produção, criando uma atmosfera que uniu emoção e narrativa de forma harmoniosa. Entre os espectadores da noite de estreia, a professora Deusa da Costa ficou visivelmente emocionada ao final do espetáculo. "Fiquei profundamente impressionada com a história e com a forma como foi apresentada. A mensagem de libertação e esperança foi transmitida de uma maneira tão poderosa que tocou meu coração. É uma experiência que levarei comigo por muito tempo," comentou Deusa. Dione Colares, diretora artística do Festival de Ópera do Theatro da Paz, também expressou sua satisfação com o resultado. "Ver a plateia reagir tão positivamente a um musical dentro de um festival de ópera é uma prova de que estamos no caminho certo ao diversificar nossas linguagens artísticas. Este foi um dos momentos mais emocionantes e inovadores do festival, e estamos muito orgulhosos do que foi alcançado," afirmou Dione. A estreia de "O Príncipe do Egito" marcou um dos pontos altos do XXIII Festival de Ópera estabelecendo novos horizontes para futuras edições e deixando uma marca indelével no público paraense e na comunidade surda de Belém. Neste domingo, 25, haverá uma segunda apresentação do musical “Príncipe do Egito”, a partir das 17h. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Theatro duas horas antes da apresentação, ou pelo site ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59072/na-estreia-do-musical-o-principe-do-egito-comunidade-surda-se-encanta-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Internas da Coostafe trabalham no figurino da ópera ‘O Menino Maluquinho’ | Theatro da Paz
< Volte Internas da Coostafe trabalham no figurino da ópera ‘O Menino Maluquinho’ Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de ago. de 2023 O espetáculo é atração nesta semana do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, levando ao palco a arte de Ziraldo e o talento de custodiadas da Seap A ópera “O Menino Maluquinho”, de Ernani Aguiar, estreia na sexta-feira (1º de setembro), no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, recriando no palco a obra do desenhista Ziraldo, protagonizada pelo garoto com a panela na cabeça. Para garantir figurinos adequados ao espetáculo, a figurinista Melissa Maia contou com a ajuda do Projeto Sons de Liberdade, por meio das custodiadas do Centro de Recuperação Feminina (CRF) que atuam na Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe). O Projeto Sons de Liberdade é uma iniciativa do Governo do Pará. A participação no Festival de Ópera resulta da parceria entre as secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Administração Penitenciária (Seap), a direção do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música. Arte e mudança - Melissa Maia esteve na manhã desta terça-feira (29) na Coostafe, proporcionando às cooperadas a oportunidade única de colaborar com a produção do espetáculo, transformando arte em ferramenta de transformação social. “Transformação é a palavra aqui. Estamos adequando alguns figurinos e transformando outros, assim como, a partir deste encontro com estas mulheres, nos transformamos e esperamos contribuir para a transformação de suas vidas, também. Eu acredito que a arte é capaz de transformar, e espero colaborar com isso”, disse Melissa Maia. Ela conduziu o trabalho de criação e adaptação de figurinos, envolvendo as mulheres em todas as etapas do processo. Elas puderam expressar sua criatividade, aprender técnicas de costura e contribuir com ideias para o visual dos personagens da ópera. A figurinista ressaltou a importância dessa colaboração. “Estou extremamente emocionada em trabalhar com essas mulheres talentosas. Através da arte e da moda estamos proporcionando uma experiência enriquecedora, que as ajudará a reconstruir suas vidas e a encontrar novas perspectivas”, acrescentou. Os resultados dessa colaboração serão revelados nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, as 20h, quando a Ópera “O Menino Maluquinho” será apresentada no palco do Theatro da Paz. O público vai conferir a criatividade, dedicação e o talento das internas que contribuíram para a magia do espetáculo. A iniciativa da figurinista Melissa Maia e do Centro de Recuperação Feminina mostra que a arte tem o poder de mudar vidas e criar oportunidades de superação. Reinserção - O principal objetivo do “Sons de Liberdade” é a reinserção de egressos do Sistema Penal no mercado de trabalho, incluindo as etapas de produção da ópera. Para isso, desde 2021 são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando a centenária casa de espetáculos como um teatro escola e uma alternativa de fomento a uma cultura de paz, que proporciona arte, profissionalização e desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em sociedade. Texto: Úrsula Pereira – Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46815/internas-da-coostafe-trabalham-no-figurino-da-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo
- Bilheteria| Theatro da Paz
Veja o horario de funcionamento da nossa bilheteria e as regras para retirada de ingressos. Bilheteria Terça a sexta-feira: 09h às 18h Sábados e Domingos: 09h às 12h. ( Excepcionalmente em datas comemorativas, feriados ou em razão de programação interna os horários de funcionamento da bilheteria podem sofrer alterações.) Contato: (91) 3252-8603 E-mail: bilheteria@theatrodapaz.com Site de Vendas www.ticketfac il.com.br Suporte do site Ticket Fácil (SAC) 0300 778 1818 Sobre Ingressos Ingressos comprados presencialmente na bilheteria devem ser conferidos antes de finalizar a compra, pois após a confirmação não será possível trocar ou cancelar; Trocas ou cancelamento de ingressos comprados online pelo site: TicketFácil© (site oficial) está sujeita às condições do mesmo; É de responsabilidade do cliente guardar o ingresso comprado presencialmente, pois em caso de perda ou deterioração não será possível a reimpressão do ingresso; Criança a partir de 03 anos (três anos) precisa ter ingresso para acessar ao espetáculo; Acesso aos Eventos A abertura dos portões de acesso para a entrada do público, ocorre 1h (uma hora) antes do horário do início do espetáculo, conforme informado no ingresso; Caso o cliente seja cadeirante ou tenha dificuldade de locomoção, o Theatro disponibiliza um elevador de acessibilidade que vai até o 1º andar, onde se encontram os setores Varanda e Frisas; Após o início do espetáculo haverá tolerância de entrada de até 15 minutos; Para ingressos de meia-entrada amparados por lei, é obrigatória apresentação de documento comprobatório no acesso ao evento. Proibi ções Acessos ao espetáculo após exceder o limite de tolerância; Consumir alimentos e bebidas dentro da sala de espetáculos; Fumar; Uso de equipamentos eletrônicos durante o espetáculo; Uso de flash ou iluminação (de câmeras fotográficas e assemelhados) na sala de espetáculos; Registros em fotos, vídeos ou áudios. Gratuidades Informações Gerais Conforme PORTARIA ESTADUAL n.º 830/94 DE 28 DE OUTUBRO DE 1994, 5% da capacidade está destinada à gratuidade: Portanto, são disponibilizados 38 (trinta e oito) ingressos de gratuidade no setor de Plateia; Distribuição dos ingressos para espetáculos: É feita presencialmente na bilheteria do Theatro da Paz, 1h (uma hora) antes do início do espetáculo, seguindo a ordem de chegada na fila; Distribuição de ingressos para a Visita Guiada: São disponibilizados 2 (dois) ingressos por horário de visita; O acompanhante terá igual direito (desde que seja comprovado a necessidade); Comprovantes válidos Idosos: Documento de identidade oficial com foto. Pessoa com Deficiência (PcD): Carteira da APPD, Carteira da Secult ou documento comprobatório; Aposentado: Carteira da Secult ou documento de identidade oficial com foto e documento comprobatório. Meia Entrada Comprovantes válidos Estudantes: Carteira estudantil com validade vigente, comprovante de matrícula com documento de identidade oficial com foto. Profissionais da área da educação: Crachá profissional da instituição de ensino onde trabalha ou Contracheque com identidade original com foto; Jovens baixa renda de 15 a 29 anos: ID Jovem ou Comprovante do Cadastro Único (CadUnico); Crianças de 03 a 12 anos: Identidade original com foto ou Certidão de Nascimento; Idosos: Documento de identidade oficial com foto. Pessoa com Deficiência (PcD): Carteira da APPD, Carteira da Secult ou documento comprobatório; Aposentados: Documentos de identidade oficial com foto e documento comprobatório. Setores Plateia, Varanda e Galerias, possuem assentos numerados, os quais são escolhidos no ato da compra e, após a conclusão da compra, permanecem reservados para o comprador até o início do evento; Após início do evento, o Theatro não se responsabiliza pela reserva em quaisquer dos setores, camarotes, frisas, plateia, varanda, galerias e seus respectivos assentos, números e unidades. Cada unidade de Frisas, camarotes de 1º ordem e camarotes de 2º ordem contém até 06 (seis) lugares, sendo a disposição dentro de cada unidade organizada pela ordem de chegada, podendo o espectador ter sua visibilidade comprometida (parcial ou total) a depender de sua posição dentro da unidade; A disposição dentro das unidades de Frisas e camarotes é por padrão 03 (Três) assentos na frente e 03 (Três) assentos atrás; Acessibilidade Theatro da Paz está equipado com rampas de acesso e banheiros exclusivos para pessoas com deficiência (PcD). Além disso, possui um elevador que proporciona acesso ao camarote de Proscênio para PcD e ao andar de Frisas, localizado no 1º andar do teatro. Térreo: Plateia; 1º andar: Frisas e Varandas; 2º andar: Camarote de 1º Ordem; 3º andar: Camarote de 2º Ordem e Galerias; 4º andar: Paraíso.
- Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho 28 de out. de 2023 O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho Uma mistura de clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho é a proposta da Amazônia Jazz Band (AJB), que neste sábado (28), as 20 h, se apresenta no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação começará com a música “Bala com Bala”, arranjo de Nelson Faria, guitarrista, violonista e compositor brasileiro, que integrou a banda de João Bosco por mais de uma década e tocou com outros grandes nomes da música brasileira. Em seguida, “Canto de Ossanha”, um clássico do álbum “Os Afrosambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes”, com arranjo de João Lenhari, trompetista paulista. O repertório prosseguirá com “Brooklyn High”, música instrumental, composta por Nelson Faria; “Estamos Aí”, composta por Maurício Einhorn, gaitista carioca; “Carinhoso”, grande clássico de Pixinguinha, com arranjo feito pelo ex-integrante da AJB, Jonas Hocherman, e “Pauapixuna”, de Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Oliva, carioca que viveu por mais de uma década no Pará. Os músicos da AJB vão mostrar, também de Paulo André Barata, “Indauê Tupã”, com arranjo de Rafael Rocha exclusivo para a Amazônia Jazz Band, como homenagem póstuma a Paulo André. Para finalizar, “Este Rio é Minha Rua”, também com arranjo de Rafael Rocha, e solos de trompete e saxofone tenor. Serviço : O concerto da Amazônia Jazz Band será neste sábado (28), as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis no dia do evento, a partir de 9 h, no site www.ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP, por apenas R$ 2,00. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/ Theatro da Paz Anterior Próximo
- Informações Técnicas Theatro da Paz
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- Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 23 de set. de 2024 Composições de Dona Onete, Paulo André e Ruy Barata e Chico Sena, estão no repertório do espetáculo às 20h desta quarta-feira, com ingressos a R$ 2 Nesta quarta-feira (25), a Amazônia Jazz Band (AJB) sobe ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto inédito dedicado exclusivamente à música paraense. Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a apresentação intitulada "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" trará um repertório exclusivo de composições paraenses, todas rearranjadas especialmente para a big band. “É a primeira vez que a Amazônia Jazz Band apresenta um concerto inteiro de música paraense. Nosso objetivo é que a Big Band seja conhecida pelo som amazônico, pelo repertório que remete à nossa própria região”, explicou o maestro Elias Coutinho, ao contar que esse trabalho de valorização do repertório regional tem sido uma das principais diretrizes da AJB nos últimos anos. O programa da noite inicia com “Indauê Tupã”, de Paulo André e Ruy Barata, uma canção gravada em um dos primeiros discos de Fafá de Belém. Em seguida, o público poderá apreciar “Ao Pôr do Sol”, de Firmo Cardoso e Dino Souza, que, conforme destaca Elias Coutinho, “é um verdadeiro hino que, mesmo após décadas de seu lançamento, continua sendo cantado por todas as gerações”. Depois, a AJB apresenta “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena, seguida por “Sinhá Pureza”, de Pinduca, e “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete, ambas com arranjos de Kim Freitas. Na nova roupagem, a sonoridade jazzística se alia às melodias já conhecidas do público. “Não pretendemos fazer algo igual ao que já foi feito, mas sim apresentar ao público uma nova experiência sonora”, ressalta Coutinho. O repertório também inclui “Bom Dia Belém”, de Adalcinda Camarão e Edyr Proença, que traduz uma homenagem à capital paraense, e “Esse Rio é Minha Rua”, de Paulo André e Ruy Barata, que descreve poeticamente a vida na Amazônia. Para o maestro, “essas músicas falam diretamente com o público, pois representam diferentes facetas do Pará, do cotidiano da capital à vida ribeirinha”. Rafael Rocha, que tem se destacado como um dos principais nomes no arranjo para big bands no Brasil, também colaborou com os arranjos. Ele trabalhou em parceria com Daniel Serrão e Thiago de Albuquerque, dois grandes músicos paraenses, e o trabalho resultou em arranjos que integram elementos característicos da música regional ao formato jazzístico da Amazônia Jazz Band. O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" é uma realização do governo do Pará, via Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), da Academia Paraense de Música e do Theatro da Paz. “É um grande orgulho poder apresentar esse concerto somente com composições e arranjos das nossas músicas. Qualquer paraense vai poder prestigiar e se emocionar”, conclui Elias Coutinho. Serviço : O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense", da Amazônia Jazz Band, será realizado no Theatro da Paz, nesta quarta-feira (25), às 20h. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 por pessoa. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Anterior Próximo
- A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte A engenhosa trama de Gianni Schicchi será o destaque do XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 31 de ago. de 2024 O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP O Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma das óperas mais icônicas de Giacomo Puccini, Gianni Schicchi, durante o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. Sob a batuta da renomada maestra Ligia Amadio, a produção será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, sempre às 20h, prometendo encantar o público paraense com uma obra repleta de humor, intrigas e críticas sociais. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), e vem com uma programação interessante e com títulos contrastantes. Gianni Schicchi é a terceira parte do tríptico operístico de Puccini, composto em 1918, que inclui também as óperas Il Tabarro e Suor Angelica. O Festival de Ópera do Theatro da Paz já realizou todas as três óperas que compõem o Il Trittico. A última vez que Gianni Schicchi foi montada no festival foi em 2007. Em 2019, foi a vez de Suor Angelica e, em 2021, Il Tabarro. Agora, em 2024, o festival traz uma nova montagem de Gianni Schicchi. Baseada em um episódio da Divina Comédia de Dante Alighieri, a trama de Gianni Schicchi gira em torno de um ardiloso camponês que, convocado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba se beneficiando da situação com sagacidade e ironia. A ópera é conhecida por sua mistura de comédia e crítica à avareza, além de trazer uma das árias mais famosas de Puccini, "O mio babbino caro". “A ária “O mio babbino caro”, momento em que Lauretta trata de convencer seu pai (Gianni Schicchi) a ajudar a família de seu namorado (Rinuccio) a solucionar o problema do testamento, é uma melodia das mais conhecidas e amadas, não só nessa ópera, mas entre todas as óperas de todos os tempos. Eu não preciso fazer nada em especial, já que Puccini, em sua arte magistral, estruturou a ópera de forma que este leitmotiv, que aparece em outras ocasiões, realize a costura necessária para alinhavar a dramaturgia e realçar os contrastes anímicos e expressivos”, explicou Lígia Amadio. Este ano, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz será palco de um marco histórico: pela primeira vez em seus 23 anos de existência, uma mulher assumirá a batuta para reger uma ópera no festival. Ligia Amadio, uma maestra de renome internacional, traz ao Theatro da Paz sua vasta experiência e sensibilidade para conduzir Gianni Schicchi. Esta montagem promete ser uma das grandes atrações do festival, destacando a maestria de Amadio em interpretar a vivacidade e engenhosidade dessa obra-prima de Puccini. “Trabalhar no Theatro da Paz é para mim uma experiência única e irrepetível.Tive o privilégio de apresentar-me neste templo da Arte uma única vez em minha vida, no ano de 1986, na comemoração do sesquicentenário de nascimento de Carlos Gomes, como cantora do Coral da Universidade de São Paulo, na célebre apresentação da Orquestra Sinfônica de Campinas e de grande elenco, na ópera Il Guarany, regida por Benito Juarez, e tendo como protagonistas a Niza de Castro Tank (Cecilia) e Ivo Lessa (Peri). Agora, quase quarenta anos depois, contando com uma carreira internacional relevante, volto a pisar este palco sagrado carregando a responsabilidade e o privilégio de ser a primeira mulher a reger uma ópera do Theatro da Paz...com isso pontuo minha carreira com mais uma importantíssima conquista, não só para mim, mas para todas as mulheres regentes”, finalizou a maestra. Com uma carreira extensa e brilhante, Amadio já passou por importantes teatros e orquestras ao redor do mundo. Sua condução de Gianni Schicchi trará uma nova dimensão à obra de Puccini, evidenciando as sutilezas e a profundidade emocional que caracterizam o trabalho do compositor italiano.“Gianni Schicchi é uma obra de grande dificuldade de coordenação. É uma ópera com permanentes mudanças de tempo e de caráter, com andamentos muito rápidos em que 14 solistas interatuam, muitas vezes todos ao mesmo tempo. Nesse sentido, é uma obra de dificuldades únicas, mas que apresenta um resultado maravilhoso e surpreendente, consumado pela genialidade de Puccini”, explicou a maestra. Dione Colares, diretora artística do festival, destaca a importância de trazer obras contrastantes como Gianni Schicchipara o público paraense. "O festival deste ano foi pensado para oferecer ao público uma experiência rica e variada, com títulos que contrastam em estilo e emoção. Gianni Schicchi traz leveza e humor ao repertório, oferecendo um equilíbrio ao lado das outras produções mais dramáticas. Queremos proporcionar uma verdadeira imersão no mundo da ópera, e a presença de uma obra como esta, com uma equipe tão talentosa, é fundamental para atingirmos esse objetivo", afirma Colares. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua a tradição de promover grandes produções operísticas em Belém, valorizando a riqueza cultural e a importância do gênero no cenário artístico nacional. Além de Gianni Schicchi, o festival apresenta um repertório variado, com o objetivo de atrair tanto os amantes da ópera quanto novos públicos, consolidando o Theatro da Paz como um dos principais centros de produção operística do país. Os ingressos para as apresentações de Gianni Schicchi já estão disponíveis na bilheteria do teatro e pelo site oficial. Com direção musical de Ligia Amadio, essa produção promete ser uma experiência única, celebrando a genialidade de Puccini e o talento dos artistas envolvidos, em um dos mais belos teatros do Brasil. Não perca a oportunidade de vivenciar essa obra-prima da ópera em uma montagem que promete emocionar e divertir o público paraense. A história de Gianni Schicchi A ópera, que se passa na cidade de Florença, no século XIII, conta a história de uma família nobre que, ao descobrir que o patriarca Buoso Donati deixou toda a sua fortuna para um convento, se vê desesperada para reverter o testamento. Para isso, recorrem ao astuto Gianni Schicchi, um camponês conhecido por sua inteligência e habilidade em lidar com situações difíceis. Schicchi, percebendo a oportunidade de se beneficiar da situação, aceita ajudar, mas com um plano próprio em mente. Fingindo ser o falecido Buoso Donati, ele dita um novo testamento aos notários, garantindo que a maior parte da fortuna seja destinada a si mesmo, para o desespero e a frustração da família. Com uma trama repleta de humor, ironia e uma crítica afiada à ganância, Gianni Schicchi é a única ópera cômica de Puccini e se destaca por sua vivacidade e engenhosidade. O ponto alto da ópera é a famosa ária "O mio babbino caro", cantada por Lauretta, filha de Schicchi, que implora ao pai que a ajude a se casar com o jovem Rinuccio. Esta ária tornou-se uma das mais populares do repertório operístico mundial, conhecida por sua melodia lírica e profundamente emotiva. Figurino com joias de Isabella Blanco A produção de Gianni Schicchi de Giacomo Puccini, enfatiza o lado cômico da trama e traz um destaque especial para as joias criadas pela designer Isabella Blanco, que colaborou estreitamente com o figurinista Fernando Leite. Isabella Blanco, conhecida por seu trabalho de joalheria autoral, dedicou dois meses de pesquisa para capturar a essência dos anos 1940. Inspirada pela moda e joalheria do período da Segunda Guerra Mundial, ela criou peças únicas para os personagens Zita, Nella, Ciesca, Lauretta e Gianni. As joias foram confeccionadas a partir de botões antigos, garimpados em uma das mais tradicionais lojas de aviamentos de Madrid, o Almacén de Pontejos, e transformados em broches, braceletes, colares e chokers. Além dos botões, Isabella incorporou broches originais das décadas de 1940 e 1950, montados em estruturas de prata com banhos de ouro amarelo 18k e ródio. De acordo com Isabella, para completar os trajes, ela também garimpou brincos autênticos da época em feiras de antiguidades e lojas vintage na Europa. “As joias não apenas complementam os figurinos, mas também refletem a personalidade dos personagens. Por exemplo, Lauretta, uma jovem romântica e recatada, usa uma tiara ornamentada com botões de pérolas e cristais translúcidos, enquanto Gianni Schicchi, de natureza traiçoeira, exibe um broche em formato de serpente na lapela. Cada peça foi cuidadosamente escolhida para adicionar camadas de significado à narrativa, convidando o público a descobrir mais sobre os personagens durante a apresentação”, finalizou. Ligia Amadio Ligia Amadio é uma das mais destacadas regentes brasileiras da atualidade. Notabilizou-se internacionalmente por sua reconhecida exigência artística, seu carisma e suas vibrantes performances. Sua atuação estende-se por: Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Croácia, Cuba, Eslovênia, Estados Unidos, França, Islândia, Israel, Itália, Japão, Holanda, Hungria, Líbano, México, Peru, Portugal, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Tailândia e Venezuela. Premiada no célebre Concurso Internacional de Tóquio (1997) e no II Concurso Latino-Americano para Regentes de Orquestra em Santiago do Chile (1998), em 2001 recebeu o prêmio “Melhor Regente do Ano” no Brasil, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Ligia Amadio atuou como regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica Nacional entre 1996 e 2009. Por seu dedicado labor na direção da OSN, recebeu o título de "Cidadão Niteroiense", em 2003, e a Comenda da Ordem do Mérito da Cidade de Niterói, no grau de Grande Oficial, em 2005. Entre 2000 e 2003, ocupou a função de regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina. Em 2003, recebeu os prêmios Lira à Excelência e Raízes, devido a seu trabalho à frente dessa orquestra. Em 2009, Ligia Amadio desempenhou-se como diretora artística e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo laureada com a Medalha Carlos Gomes, concedida pela Câmara Municipal daquela cidade. De 2009 a 2011, desempenhou-se como regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP). Em 2011, Ligia Amadio foi indicada para o prêmio Carlos Gomes em duas categorias, por seu trabalho à frente da OSUSP, e, em 2012, foi finalmente premiada na categoria “Regente”, “pelo excelente trabalho com a Orquestra Sinfônica da USP”. Entre 2010 e 2014, ocupou a direção titular e artística da Orquestra Filarmônica de Mendoza. Para todos esses cargos, Ligia Amadio foi eleita pelos integrantes das respectivas orquestras. Em 2014, exerceu o cargo de regente titular da Orquestra Filarmônica de Bogotá, realizando uma temporada completa dedicada à Música do Século XX. Regeu um total de 42 concertos aclamados pelo público e pela crítica especializada, devotados à música contemporânea. Em 2016, foi eleita pelos músicos para o cargo de regente titular na Orquestra Sinfônica de Santa Fe, na Argentina, e na Orquestra Filarmônica de Montevidéu, no Uruguai. A partir de 2017, assumiu o cargo de regente titular e diretora artística da Filarmônica de Montevidéu. Sua discografia reúne 11 CDs e 5 DVDs, à frente da Sinfônica Nacional, da Sinfônica da Rádio e Televisão Eslovenas e da Sinfônica de Mendoza, na Argentina. Entre eles, destaca-se a realização da coleção Música Brasileira no Tempo. Ligia Amadio iniciou sua formação musical aos cinco anos de idade sob a orientação da professora Maria Cristina da Ponta Fiore. Realizou estudos regulares no Colégio Dante Alighieri e, após haver concluído o curso de Engenharia de Produção na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em 1985, realizou o Bacharelado em Música – com habilitação em regência – e o Mestrado em Artes na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). No Brasil, seus principais mentores foram Henrique Gregori, Eleazar de Carvalho, H. J. Koellreutter e Almeida Prado. Sua formação também incluiu os mais importantes cursos internacionais de regência orquestral: Accademia Chigiana(Itália), International Bartók Seminar (Hungria), Wiener Meisterkurse für Musik (Áustria), International Opera Workshop (República Tcheca), Peter the Great InternationalWorkshop (Rússia), Curso Interamericano para Jovens Diretores de Orquestra (Venezuela), Curso Latino-Americano de Regência Orquestral (São Paulo) e Kirill KondrashinMasterclass (Holanda), onde foi premiada, regendo no Concertgebouw de Amsterdam a Netherlands Radio TelevisionSymphony Orchestra. Nesses cursos, teve como professores Ferdinand Leitner, Dominique Rouits, Julius Kalmar, Georg Tintner, Alexander Politshuk, Guillermo Scarabino, Kurt Masur e Sir Edward Downes. No Brasil, tem sido convidada para atuar à frente das mais importantes orquestras, tais como: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica do Teatro São Pedro, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música e Orquestra Sinfônica da Paraíba. Entre as inúmeras orquestras que dirigiu em outros países, deve-se mencionar: Arpeggione Städtisches Kammerorchester, Baden-Badener Philharmonie, Ensemble Contrechamps, Filarmónica de Bogotá, Filharmonia Czestochowa, IcelandSymphony Orchestra, Israel Chamber Orchestra, Jerusalém Symphony Orchestra, Lebanese Philharmonic Orchestra, Netherlands Radio Symphony Orchestra, OrkiestręSymfoniczną Filharmonii Szczecińskiej, Orquesta del Teatro Argentino de la Plata, Orquesta Estable del Teatro Colón, Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, Orquesta Sinfónica de Salta, Orquesta Sinfónica del Estado de México, Orquesta Sinfónica del SODRE, Orquesta Sinfónica Nacional de Bolívia, Orquesta Sinfónica Nacional de Chile, Orquesta Sinfónica Nacional de Peru, Orquestra Filarmônica Nacional da Moldávia, Savaria Symphony Orchestra, Silesian Opera Orchestra, Simfoniki RTV Slovenija, Thailand PhilarmonicOrchestra e The Congress Symphony Orchestra, Tokyo City Philharmonic Orchestra. Ficha Técnica Música: Giacomo Puccini Libreto: Giovacchino Forzano Direção musical e regência: Ligia Amadio Regente assistente: Cibelle Donza Direção cênica: Dione Colares e Rose Tunas Direção de produção: Nandressa Nunez Figurinos: Fernando Leite Cenários: Carlos Dalarmelino Assistente de cenografia: Ribamar Dinis Apoio: Aline Pedrosa Visagismo: Omar Júnior Diretor de palco: Cláudio Bastos Iluminador: Rubens Almeida Legenda: Gilda Maia Pianista co repetidor: Humberto Azulay Elenco: Fellipe Oliveira (Gianni Schicchi) Antônio Wilson (Rinuccio) Kézia Andrade (Lauretta) Carol Faria (Zita) Leo Goulding (Simone) Idaías Souto (Betto) Luciana Tavares (Nella) Gabriel Frota (Gherardo) Erica Paixão (La Ciesca) Ytanaã Figueiredo (Marco) Fellipe Rocha (Gherardino) Milton Monte (Maestro Spineloccio e Amantio) Sidney Pio (Pinellino) Tiago Costa (Guccio) Carlos Vera Cruz (ator) Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$60 • Inteira | R$30 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$40 • Inteira | R$20 • MeiaGaleria: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Paraíso: R$20 • Inteira | R$10 • Meia Proscênio PCD: R$40 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 3 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 05 e 07 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 98590-3523. E-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59278/a-engenhosa-trama-de-gianni-schicchi-sera-o-destaque-do-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de dez. de 2023 Grupo brindou o Ano Novo com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentando grandes clássicos natalinos em arranjos jazzísticos O encerramento da temporada de 2023 da Amazônia Jazz Band, na noite da quinta-feira (21), lotou o Theatro da Paz, de jovens, crianças, idosos e famílias inteiras. O público admirador da AJB se despediu do ano velho com música e brindou o Ano Novo, com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentado com grandes clássicos natalinos e arranjos em Jazz Promovido pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), como parte da ação Preamar das Festas, a iniciativa também é do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Clássicos como "Jingle Bells", "Noite Feliz" e "Noite Santa" ganharam novos arranjos, trazendo toda a emoção que a data exige. O concerto contou com as participações das intérpretes Valentina Faria e Lídia Marçal, que fazem parte da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz. Segundo o maestro Elias Coutinho, regente da AJB, o concerto resume com louvor o ano de 2023. "Tivemos clássicos como 'Noite Feliz' (Silent Night) e 'Jingle Bells' com arranjos feitos para uma Jazz Band, proporcionando uma noite repleta de emoções com músicas que remetem ao Natal e à reflexão sobre o ano novo, acompanhadas pelas marcantes improvisações dos integrantes da Amazônia Jazz Band", afirmou. "Encerramos com 'All I Want For Christmas Is You', de Mariah Carey e Walter Afanasieff, interpretada por Valentina Faria e Lídia Marçal, com a participação do público cantando junto. Esperamos despertar em todos esse espírito natalino", explicou o maestro. Ana Carolina Cunha, estudante de 23 anos de fisioterapia, declarou que sempre é uma energia boa assistir à AJB. "Perdi as contas de quantas vezes já assisti à AJB, que é a minha banda favorita. Sou tão fã que hoje enfrentei até a chuva para garantir meu ingresso. Já senti vontade de ser guitarrista, saxofonista, baterista e hoje pensei em ser cantora. Foi um concerto primoroso que nos fez refletir sobre nossa trajetória neste ano. Obrigada por isso", afirmou. A temporada de 2023 dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz chegou ao fim, mas os trabalhos não param, pois a temporada de 2024 já está sendo preparada e terá início na primeira semana de janeiro do próximo ano. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50285/amazonia-jazz-band-encerra-a-temporada-de-2023-com-um-concerto-de-natal Anterior Próximo
- Servidores do Theatro da Paz recebem treinamento de brigada de incêndio e primeiros socorros | Theatro da Paz
< Volte Servidores do Theatro da Paz recebem treinamento de brigada de incêndio e primeiros socorros Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de jul. de 2023 Servidores do Theatro da Paz recebem treinamento de brigada de incêndio e primeiros socorros Foto: Bruno Cecim/Ag. Pará Com o objetivo de promover a segurança e o bem-estar de todos os funcionários e frequentadores, o Theatro da Paz realizou um treinamento especial de brigada de incêndio e primeiros socorros. A iniciativa do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult)e do Theatro da Paz, teve início na última segunda-feira (03) e encerrou hoje (05), reunindo 40 colaboradores em uma capacitação abrangente para lidar com situações emergenciais. Com a coordenação de profissionais especializados em segurança e resgate, o treinamento teve como objetivo fornecer conhecimentos e habilidades essenciais para a prevenção e resposta a incêndios, bem como para a prestação de primeiros socorros imediatos. “Nós estamos aqui por entender que a segurança é uma prioridade no Theatro da Paz, que passa a valorizar ainda mais a prevenção e a capacitação da equipe é fundamental para assegurar um ambiente protegido e preparado. Podemos dizer que os novos brigadistas estão aptos para qualquer eventualidade”, explicou André Oliveira, coordenador da MS Regastes e Treinamentos. Durante o treinamento, os funcionários aprenderam técnicas de combate a incêndios, incluindo o uso adequado de extintores, hidrantes e a evacuação segura de pessoas em caso de emergência. Além disso, foram instruídos sobre como identificar riscos potenciais e adotar medidas preventivas para minimizar a ocorrência de incêndios. A parte de primeiros socorros abrangeu noções básicas de atendimento a vítimas, como a identificação de sinais vitais, realização de massagem cardíaca, aplicação de técnicas de desobstrução das vias aéreas e o uso de equipamentos de primeiros socorros. Essas habilidades podem ser cruciais para preservar vidas em emergênciasaté a chegada de profissionais médicos. O treinamento foi conduzido de forma prática e interativa, permitindo que os funcionários aplicassem os conhecimentos adquiridos. Os participantes puderam simular situações reais de incêndio e atendimento de primeiros socorros, o que contribuiu para um aprendizado mais efetivo e uma melhor compreensão das medidas a serem adotadas em momentos críticos. Ao final do treinamento, os funcionários receberam certificados de conclusão, validando sua participação e demonstrando o compromisso do Theatro da Paz com a segurança de todos. A iniciativa foi bem recebida pelos colaboradores, que agora se sentem mais preparados e confiantes para lidar com eventuais emergências. “Essa iniciativa foi recebida com muita satisfação, principalmente por se tratar de preservar vidas e este patrimônio histórico de 145 anos que é de todos nós”, disse Thiago Gomes, colaborador Theatro da Paz. De acordo com Daniel Araujo, diretor do Theatro da Paz, a casa reafirma seu compromisso com a segurança e bem-estar de seus funcionários e público, e continuará investindo em treinamentos e capacitações para garantir um ambiente seguro e acolhedor para todos. "A ideia surgiu da junção de várias ideias sobre como o teatro poderia se preparar e melhorar, e a questão da segurança foi levantada e essas ideias foram se somando. Hoje, chegamos ao final desse treinamento, que foi uma experiência fantástica para todos nós. As questões explicadas podem parecer peculiaridades de um teatro, mas na verdade não são. Elas estão presentes na vida de qualquer um de nós, seja em prédios, casas ou residências. Os conhecimentos que nos foram transmitidos durante o treinamento são extremamente importantes para nossas vidas. Além disso, a interação da equipe também foi fundamental. A imersão e o aprendizado sobre o trabalho coletivo e a importância da interação em prol de um objetivo foram essenciais”, finalizou o diretor. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45230/servidores-do-theatro-da-paz-recebem-treinamento-de-brigada-de-incendio-e-primeiros-socorros Anterior Próximo
- UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba | Theatro da Paz
< Volte UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba Por Dani Franco (SEAC) 20 de mar. de 2023 Cerca de 500 pessoas prestigiaram as programações paralelas em todos os espaços do complexo, na tarde do domingo (19) Olhos e ouvidos atentos. No palco, Bela e Fera valsavam a canção-tema do filme famoso, em seguida a princesa Moana levantava o público que fazia coro na música dublada pela personagem, emocionando as crianças e adolescentes que lotaram o teatro da Usina da Paz Antônia Corrêa, em Marituba. As personagens se apresentaram pela primeira vez numa edição do projeto Conecta da Paz, que abriu a programação de aniversário da UsiPaz neste domingo, 19 de março. Com programações paralelas em todos os espaços do equipamento, a Usina da Paz recebeu cerca de 500 visitantes durante toda a tarde do domingo. Além da feira gueek, just dance e concurso de cosplay do Conecta da Paz, houve ainda torneio amistoso de boxe, feira de economia criativa, demonstração de canoagem no furo Maguari Açu e grande show com Amazônia Jazz Band, Keila e Gigi Furtado. Frequentadora da Usina da Paz desde o início das atividades no complexo, a moradora Ester Cardoso frequenta as aulas da turma de boxe e disse estar muito feliz em comemorar o aniversário. "Eu faço aula de boxe e vim aqui pra ver a competição do amistoso e também os shows. Estou vendo tudo muito lindo, uma programação enorme e estou muito feliz de estar aqui porque já participo da usina", afirmou ela. Para a secretária Adjunta de Cidadania (Seac), Alessandra Amaral, o aniversário da UsiPaz é um marco na transformação dos moradores locais. “Este é o primeiro ano da usina, enquanto estrutura física, mas o trabalho na comunidade do bairro Nova União e de todo o entorno começou muito antes, lá em 2019, quando nós demos início ao Programa TerPaz. Por isso comemorar este aniversário é uma alegria tão grande, pois estamos vivenciando essa profunda transformação. Nós só temos a agradecer ao Governo do Estado por manter esse olhar cidadão”, avalia Alessandra Amaral. “Nós conseguimos diminuir a violência e criminalidade a partir de uma transmutação no pensamento dos jovens da comunidade. Antes a preocupação deles era em como esconder uma arma, por exemplo. Hoje eles estão ocupados com outras atividades, estão exercitando a criatividade e vivendo isso aqui no complexo. Isso é uma verdadeira transmutação porque está sendo modificado desde a base. Pra nós, ver toda essa mudança de forma palpável é o grande motivo dessa festa”, analisa a coordenadora geral da Usina da Paz Antônia Corrêa, Kátia Santos. Elaborada pelo Governado do Pará e coordenada pela Seac, as Usinas da Paz integram o Programa TerPaz e têm suas atividades realizadas em parceria com as secretarias estaduais de Esporte e Lazer (Seel), de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), Cultura (Secult), Saúde (Sespa), Comunicação (Secom), Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Trabalho Emprego e Renda (Seaster), Educação (Seduc), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme) Fundação Carlos Gomes, Fundação ParáPaz, Funtelpa, Fundação Cultural do Pará (FCP), Corpo de Bombeiros, Fábrica Esperança, Banpará, Prodepa, Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Ideflor-Bio, Polícia Civil, Polícia Militar, Credcidadão, além de parcerias com associações da sociedade civil e ONGs. Festa plural Tendo o esporte como uma das características da UsiPaz Antônia Corrêa, a comemoração de aniversário contou também com demonstração de um amistoso de boxe no espaço de dojô. Já a Escola de Canoagem Caruanas, levou mais de 24 crianças da comunidade em um breve passeio pelo furo Maguari Açu, braço do rio Uriboca que circunda a Usina da Paz, além de passar instruções para cada uma das crianças. Segundo Alan Boradallo, um dos instrutores da Escola, a ideia é despertar nas crianças e adolescentes um olhar para o esporte e pela preservação da natureza. Outro ponto da festa, além de bolo e parabéns, foi o de agradecimento entre os parceiros. A coordenadora de cultura das Usinas da Paz, Elane Guedelha, da Secult, acredita que é por conta dessa transversalidade que as UsiPaz têm conseguido alcançar o objetivo de atender as comunidades. “O trabalho que foi feito nos territórios é anterior a este momento. No ano passado, com a efetivação do equipamento Usina, a gente veio trabalhando as vivências formativas, através dos cursos e oficinas artísticas e para este momento trouxemos a Amazônia Jazz Band com duas cantoras convidadas e mais a Feira Criativa e Solidária com produção exclusivamente de mulheres de coletivos aqui de Marituba. Então existe a apreciação artística, mas também o fortalecimento das pessoas criativas da comunidade”, explica a coordenadora da Secult, Elane Gadelha. Todo artista tem que ir aonde o povo está “Sempre estive no meio do povo, no meio das pessoas. Acho que é esse o lugar do artista. Então estar aqui na Usina da Paz, pela primeira vez, é um presente não apenas para o aniversário da usina, mas é um presente pra mim também”. A declaração da cantora paraense Gigi Furtado retrata o entusiasmo com o qual a Amazônia Jazz Band subiu ao palco montado na UsiPaz. Convidada especial da festa, ela e a cantora Keila Gentil se apresentaram no início da noite ao lado da AJB, promovendo acessibilidade cultural na região. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade no entorno das UsiPaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Theatro da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, que também esteve presente. A emoção em ver a orquestra pela primeira vez foi vivenciada por vários dos presentes. A dona de casa Maria de Fátima e seus dois filhos, Guilherme e Carlos Eduardo, confirmaram. “Foi emocionante ver a apresentação da Amazônia Jazz Band aqui na Nova União. Meu filho Guilherme faz iniciação musical na Fundação Carlos Gomes e sonha em estar no palco. Ver que a Amazônia veio até aqui, mostrou para a gente que ele pode estar um dia lá”, disse emocionada. Além do público, os próprios artistas se emocionaram com o momento. A cantora Keila, disse que a apresentação foi um motivo de muito orgulho. “É uma satisfação enorme voltar à periferia, que é lugar de onde eu vim. e poder devolver o meu fazer, a música. Eu espero que a cada dia mais jovens percebam a potência que está naquilo que de melhor a gente sabe fazer e se coloquem no mundo fazendo a diferença”, finalizou. De acordo com a Seac, a Usina da Paz Antônia Corrêa realizou pouco mais de 145 mil beneficiamentos diretos à população em seu primeiro ano de funcionamento. O complexo atua com ações de inclusão social e reúne ações inter-setoriais de secretarias e órgãos parceiros, como emissão de documentos, cursos profissionalizantes, empreendedorismo, cultura, esporte, lazer e assistência à saúde. O complexo da Usina da Paz Antônia Corrêa está localizado na Rua Bom Sossego, s/n, no bairro Nova União, em Marituba, Região Metropolitana de Belém. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) | Theatro da Paz
< Volte Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 22 de abr. de 2024 Na terça-feira (23), Belém se prepara para receber a terceira edição do Sarau Chuva de Poesia. O encontro agendado para 18h, terá lugar no Foyer do Theatro da Paz e promete uma noite de emoção e inspiração. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Nesta edição especial, o Sarau vai homenagear o renomado escritor paraense Alonso Rocha, conhecido carinhosamente como o "príncipe dos poetas". Rocha, cuja contribuição para a literatura regional é inestimável, será celebrado pela maestria nas palavras e influência duradoura na cena literária paraense. Além da homenagem a Alonso Rocha, o Sarau contará com a participação especial de outro ícone da poesia amazônica: o talentoso Antonio Juraci Siqueira. Reconhecido por sua habilidade em capturar a essência vibrante da Amazônia em suas palavras, Juraci Siqueira é aclamado não apenas por sua poesia, mas também por sua prosa igualmente cativante. "Tem sido um sucesso a abertura do Foyer, do Theatro da Paz, para saraus de poesia, com o ‘Chuva de Poesia’, onde homenageamos algum dos maiores escritores do Pará. Já tivemos o José Rodrigues Pinagé, e agora teremos Alonso Rocha, o príncipe dos poetas paraenses. E Alonso, que tem uma carreira maravilhosa, será saudado, sobretudo, por Juraci Siqueira, outro dos nossos grandes nomes aqui do Pará. Vai ser um sarau maravilhoso, vai ser uma delícia estar aqui na terça-feira, a partir das seis da tarde, e quero convidar a todos para abrilhantar essa noite também, depois das homenagens, fica aberto o microfone para que todos possam também declamar suas poesias, vai ser uma noite bonita", comentou entusiasmado Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz. A importância de levar a poesia para o Theatro da Paz não se resume apenas ao reconhecimento dos talentos literários locais. O Theatro da Paz, como um dos mais emblemáticos espaços culturais de Belém, representa não apenas um palco físico, mas também um símbolo da riqueza cultural e histórica da cidade. Ao trazer a poesia para este cenário magnífico, o Sarau Chuva de Poesia não apenas enaltece os artistas locais, mas também reafirma o compromisso com a preservação e promoção da cultura paraense. O evento promete uma experiência única, onde os espectadores serão levados a uma viagem pelos ricos universos criados pelas palavras desses dois mestres da poesia paraense. Com suas obras que ecoam as vozes da Amazônia e celebram a riqueza cultural da região, Alonso Rocha e Antônio Juraci Siqueira prometem emocionar e inspirar todos os presentes. Alonso Rocha Raimundo Alonso Pinheiro Rocha, conhecido como Alonso Rocha, nasceu em Belém em 15 de dezembro de 1926, filho do renomado poeta Rocha Júnior e de Adalgiza Guimarães Pinheiro Rocha. Sua trajetória foi marcada por uma vida dedicada à poesia e à defesa das artes no Pará e além. Alonso Rocha, também chamado de "príncipe dos poetas", deixou um legado notável como poeta, escritor e defensor da cultura paraense. Casado com Rita Ferreira Rocha, foi pai de cinco filhos, entre eles, os médicos Sérgio Alonso e Nelson Alonso, Ângela Rosa, arquiteta, e Geraldo Alonso, engenheiro elétrico e eletrônico, além de Ronaldo Alonso, que faleceu em 1977. Além de sua prolífica produção poética, Rocha desempenhou um papel fundamental em instituições culturais e literárias. Ele ocupou a cadeira número 32 da Academia Paraense de Letras a partir de 22 de novembro de 1996, eleito em sucessão a Olavo Nunes e Bruno de Menezes, tendo como patrono o poeta Natividade Lima. Rocha participou ativamente da diretoria da Academia desde 1996 até o ano de seu falecimento, em 23 de fevereiro de 2010. Por profissão, Rocha foi bancário, atuando também no sindicalismo entre 1954 e 1976. Ele foi diretor do Sindicato dos Bancários do Pará e membro-fundador da Federação dos Bancários do Norte-Nordeste. Em reconhecimento ao seu talento e dedicação à literatura, Rocha foi agraciado com o título de IV Príncipe dos Poetas do Pará. A escolha ocorreu após uma consulta a um colégio eleitoral composto por 200 personalidades influentes nos círculos culturais, científicos e sociais do estado. Ele recebeu a comenda de 35 gramas de ouro em uma sessão solene no dia 21 de julho de 1989, durante o sesquicentenário de Machado de Assis, uma honraria oferecida pelo governo do Estado do Pará. Desde a adolescência, Rocha esteve envolvido com o mundo literário. Em 1942, fundou a Academia dos Novos em conjunto com Jurandyr Bezerra, Max Martins e Antônio Comaru Leal. Esse grupo atraiu jovens intelectuais da época, como Benedito Nunes, Haroldo Maranhão, Leonan Cruz, Raimundo Melo, Fernando Tasso de Campos Ribeiro, Arnaldo Duarte Cavalcante, Gelmirez Melo, Edmar Souza, Benedito Pádua, Otávio Blatter Pinho, Antero Soeiro, Eduálvaro Hass Gonçalves, Alberto Bordalo e Lúcia Clairefort Seguin Dias. Literários apontam a influência de Alonso Rocha na cena literária paraense e brasileira, e afirmam que sua poesia continua a inspirar e encantar leitores, mantendo viva a rica tradição literária da Amazônia e do Pará. Serviço: O "3º Sarau Chuva de Poesia" será nesta terça-feira (23), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. A entrada para o Sarau é gratuita, porém, devido à capacidade limitada do Theatro da Paz, é disponibilizado um número restrito de lugares, limitado a 50 pessoas por ordem de chegada. Portanto, para garantir seu lugar nesse evento imperdível, é recomendável chegar cedo e assegurar sua presença nessa noite de celebração da poesia e da cultura paraense. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53504/sarau-chuva-de-poesia-prestigia-escritor-alonso-rocha-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

