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- Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo
- Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz
< Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jan. de 2024 Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a AJB mostrou um repertório repleto de influências, de clássicos a composições contemporâneas A noite desta terça-feira (30) marcou a reabertura do Theatro da Paz ao público após um período de manutenção, com a apresentação do concerto "Tom, Pará Belém" pela Amazônia Jazz Band (AJB). Sob a regência do maestro Elias Coutinho, o evento encantou os presentes com um repertório diversificado, repleto de influências, que vão desde clássicos até composições contemporâneas. De acordo com o maestro Elias Coutinho, titular da AJB, o repertório proporcionou uma mistura rica, permitindo uma exploração diversificada de estilos e emoções durante a apresentação. “É com grande satisfação que a 'Jazz Band' apresentou esse repertório cuidadosamente selecionado, e que reflete a essência vibrante da nossa região, trazendo à tona não apenas as riquezas naturais da Amazônia, mas também a riqueza de suas tradições musicais. Abrimos as cortinas com 'Só Danço Samba', uma pérola da Bossa Nova, com arranjo de Rafael Rocha, que nos transporta para o ritmo envolvente das danças brasileiras. Em seguida, mergulhamos nas raízes do folclore brasileiro com 'Sinhá Pureza', de Pinduca, na interpretação única dos arranjos de Kim Freitas”, explicou o maestro. Experiência sensorial - A jornada musical continuou com a composição original "Ritual dos Tambores", de Thiago D’Albuquerque, proporcionando uma experiência sensorial única, com destaque para os sons característicos da Amazônia. "Dançando no Rio", com arranjo de Jonas Hocherman, trouxe a pulsante energia urbana, seguida por "Minha Terra", com arranjo de Tynnoko. O maestro Waldemar Henrique marcou presença com "Coco Peneruê" e "Minha Terra", cada uma com arranjos de Kim Freitas e Tynnoko, respectivamente. "Esse Rio É Minha Rua", de Ruy e Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Rocha, convidou o público a explorar os sons da vida urbana, culminando com a composição original "Gênesis", de Elias Coutinho. Cada peça do concerto contou uma história, uma expressão musical que ecoou tradições e a diversidade cultural amazônica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51102/amazonia-jazz-band-reabre-o-theatro-da-paz-com-o-concerto-tom-para-belem Anterior Próximo
- Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta | Theatro da Paz
< Volte Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta 5 de jan. de 2024 A programação é gratuita e contará com exposições, espetáculos e palestras A partir desta sexta-feira (5), o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) dá início ao ‘Preamar Cabano: Aniversário de Belém 408 anos’. A programação é totalmente gratuita, e contará com exposições, espetáculos e palestras. O Memorial da Cabanagem terá uma iluminação especial neste período, até o dia 12 de janeiro. Além de celebrar o aniversário da capital paraense, o preamar é em alusão à Revolta da Cabanagem, uma das principais mobilizações populares realizadas no Brasil. Entre 1835 e 1840, os rebeldes reivindicaram melhores condições sociais e econômicas. Na quarta-feira, 10, será inaugurada a mostra "Entremeio Cabano", no Museu do Estado do Pará (MEP). O objetivo é proporcionar aos visitantes uma experiência visual a respeito das pessoas que participaram do movimento, através dos documentos da época. O acervo ajuda a compreender e visualizar os rostos que lutaram na Cabanagem: povos indígenas, negros libertos e escravizados, mulatos, ribeirinhos, mulheres, pequenos agricultores que travaram batalhas contra as forças imperiais por melhores condições de vida e de trabalho na Província do Grão-Pará durante o período imperial. Ainda no dia 9, o sarau “Chuva de Poesias para Belém”, terá início às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, poetas da cidade irão recitar poesias inspiradas na capital paraense. O evento é aberto ao público, no entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada “O nosso Preamar Cabano, que já acontece há alguns anos, tem o intuito de salvaguardar a memória desse movimento tão importante para história da nossa região, e do Brasil. Neste ano nós temos exposições e palestras que vão retratar diferentes aspectos da revolta, mas além disso, o Preamar também celebra o aniversário de Belém. Em 2024 a nossa capital completa 408 anos, e vamos homenageá-la não apenas levando adiante a história da nossa terra, mas também com muita música e poesia,” conta o secretário de Estado de Cultura, Bruno Chagas. No dia seguinte, 10, inicía a mostra "Fronteiras Cabanas" no Arquivo Público do Estado do Pará, que expõe parte do acervo do Arquivo sobre as fronteiras por onde os cabanos se fizeram presentes, desde as terras da Guiana até áreas do interior da Amazônia e fronteiras a leste. O intuito é mostrar ao público um panorama da Cabanagem fora de sua capital, podendo ser entendida como um movimento tão perigoso aos interesses das elites econômicas que alertou e motivou governantes de outras províncias do Império Brasileiro para mobilizar recursos e forças militares na sua contenção e repressão. Parte da exposição será apresentada na área externa ao prédio do Arquivo Público, através do Projeto "Calçada de Histórias". Serão apresentados vários episódios históricos do Estado em painéis. Ambas as mostras permanecerão abertas para visitação até 31 de janeiro, no MEP, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, e no Arquivo Público de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. No dia 11, a profª. dra. Eliana Ramos irá ministrar a palestra "Insurgências femininas na Cabanagem", às 9h30, no MEP. Em seguida, às 10h30, o tema da segunda palestra será "Da guerra e da paz: as conexões entre as eleições para a justiça de paz e a Cabanagem no Grão-Pará (1828 - 1841)", com a profª. dra. Danielle Mourão. Também na quinta-feira, 11, ocorrerá o espetáculo “Poesia e Canção para Belém – Paes Loureiro e Salomão Habib”, às 19h, na Igreja de Santo de Alexandre. No repertório do concerto, poesias consagradas do poeta Paes Loureiro, musicados em parceria com o violonista Salomão Habib, além de peças solo do compositor. No aniversário de Belém, dia 12, Fafá de Belém e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresentarão o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, de Dom Helder Câmara e Pierre Kaelin. O espetáculo será às 21h, no Theatro da Paz, e contará com a participação de Atalla Ayan, Coro Carlos Gomes e Coro Itacy Silva. No sábado, 13, as Escolas de Samba Associadas (ESA), com o apoio da Secult, lançam o projeto “Carnaval Sustentável”. A iniciativa tem como objetivo implementar ações e políticas de preservação ao meio ambiente durante o carnaval. Além de minimizar o impacto ambiental, a ação também busca gerar renda para cooperativas de reciclagem. O lançamento ocorrerá às 16h, no Centur, com apresentações do grupo “Pagoville” e Samb’Esa por Luizinho Moura e Fábio Moreno. As 11 agremiações do grupo especial do Carnaval de Belém farão um show completo, com quesitos, baianas e uma super estrutura para festejar o aniversário de Belém. Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho 28 de out. de 2023 O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho Uma mistura de clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho é a proposta da Amazônia Jazz Band (AJB), que neste sábado (28), as 20 h, se apresenta no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação começará com a música “Bala com Bala”, arranjo de Nelson Faria, guitarrista, violonista e compositor brasileiro, que integrou a banda de João Bosco por mais de uma década e tocou com outros grandes nomes da música brasileira. Em seguida, “Canto de Ossanha”, um clássico do álbum “Os Afrosambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes”, com arranjo de João Lenhari, trompetista paulista. O repertório prosseguirá com “Brooklyn High”, música instrumental, composta por Nelson Faria; “Estamos Aí”, composta por Maurício Einhorn, gaitista carioca; “Carinhoso”, grande clássico de Pixinguinha, com arranjo feito pelo ex-integrante da AJB, Jonas Hocherman, e “Pauapixuna”, de Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Oliva, carioca que viveu por mais de uma década no Pará. Os músicos da AJB vão mostrar, também de Paulo André Barata, “Indauê Tupã”, com arranjo de Rafael Rocha exclusivo para a Amazônia Jazz Band, como homenagem póstuma a Paulo André. Para finalizar, “Este Rio é Minha Rua”, também com arranjo de Rafael Rocha, e solos de trompete e saxofone tenor. Serviço : O concerto da Amazônia Jazz Band será neste sábado (28), as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis no dia do evento, a partir de 9 h, no site www.ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP, por apenas R$ 2,00. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/ Theatro da Paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de dez. de 2023 No repertório, clássicos como 'New York, New York', composição emblemática da cidade estadunidense, cujos gêneros musicais pautam o espetáculo Em uma noite que promete ser inesquecível, a Amazônia Jazz Band (AJB) está pronta para levar o público de Belém a uma viagem musical, unindo o jazz, clássicos da Broadway e os contagiantes ritmos do groove. O teletransporte direto para os palcos de Nova York, onde a magia da música ganha vida acontecerá nesta quinta-feira (07), às 20h, no Theatro da Paz. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A AJB, renomada por sua maestria musical e habilidades de improvisação, promete apresentar novas interpretações de clássicos da Broadway. O destaque fica por conta da participação especial de Hugo Bitencourt, Léo Meneses, Valentina Faria, Marcela Alves, Yasmin Miranda, e Lídia Marçal, talentosos cantores da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, elevando ainda mais a experiência sonora. O talentoso cantor Léo Meneses vai interpretar "New York, New York" uma das músicas mais emblemáticas e reconhecíveis da história da música popular, um ícone cultural que encapsula o espírito vibrante e energético de Nova York e ressoa com pessoas de todas as partes do mundo. A canção foi escrita por Fred Ebb e John Kander, e foi imortalizada na voz do lendário Frank Sinatra. "Estou ansioso e emocionado por ter a oportunidade de cantar 'New York, New York' com AJB, essa canção que foi imortalizada por grandes artistas forjados nos palcos, seja de Las Vegas ou da Broadway, como Frank Sinatra, Eliza Minnelli e tantos outros. Participar da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, com colegas tão talentosos de quem eu me tornei fã é uma honra sem igual. Tenho certeza de que esse espetáculo será incrível”, afirmou Léo Meneses. O espetáculo promete uma fusão envolvente de estilos musicais, proporcionando um verdadeiro deleite aos apaixonados por musicais. A Amazônia Jazz Band reinventará canções marcantes de espetáculos famosos, conferindo-lhes um toque único que certamente encantará o público presente. Além das emocionantes interpretações, a mistura com os ritmos contagiante do groove trará uma vibe moderna, transformando o concerto em um espetáculo para os sentidos. A energia pulsante e a fusão de estilos musicais prometem criar uma atmosfera envolvente, transportando a plateia para o coração da cena musical de Nova York. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, compartilhou entusiasmadamente sua visão para esta noite especial. "Estamos preparando um espetáculo que transcende o comum, uma fusão de estilos que transportará nossa plateia para os palcos icônicos de Nova York. A sinergia entre o Jazz, os clássicos da Broadway e o groove promete criar uma experiência única, onde a tradição encontra a modernidade", finalizou. Essa mistura eclética não apenas atrai os amantes do jazz, mas também aqueles apaixonados por musicais, pois a diversidade rítmica promete agradar a uma ampla gama de gostos, celebrando a riqueza e a versatilidade da música ao vivo. Serviço : O espetáculo será nesta quinta-feira (07), às 20h no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 9h da manhã do dia do concerto na bilheteria do TP e pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49736/amazonia-jazz-band-apresenta-jazz-classicos-da-broadway-e-ritmos-do-groove-em-belem Anterior Próximo
- "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz Juliana Amaral/Ascom Secult 26 de jan. de 2024 A Amazônia Jazz Band inicia na próxima terça-feira (30), no Theatro da Paz, a temporada de concertos para 2024. Às 20h, sob regência do maestro Elias Coutinho, a jazz band paraense fará uma homenagem a Tom Jobim, um dos grandes expoentes da música brasileira, e à cidade de Belém, que completou 408 anos no último dia 12. Intitulado "Tom, Pará Belém", o concerto propõe ao público um passeio por diversos estilos musicais, desde o samba de Tom, até o carimbó de Pinduca. "Posso adiantar que esta apresentação será bastante especial. Como um grupo de música popular, reconhecemos a importância de apresentar ao público uma abordagem renovada das músicas já conhecidas e homenagear os grandes nomes locais, sem dúvida, motivo de orgulho para todos nós. Neste ano, as nossas apresentações serão marcadas por essas homenagens e neste dia 30 o público poderá conferir tudo isto", afirma Elias Coutinho. Com nove músicas, a apresentação iniciará com "Só Danço Samba", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, uma das duplas de compositores mais famosas do país, que dão passagem para os artistas locais. Em seguida, a jazz band apresenta a sua roupagem para o clássico paraense "Sinhá Pureza", de Pinduca, que para esta apresentação ganhou arranjos de Kim Freitas. A sequência é repleta de clássicos e homenagens, como a Paulo André e Ruy Barata, com "Esse Rio é Minha Rua". A proposta para este ano, de acordo com o maestro Elias, é aproximar ainda mais o público de compositores locais. "No ano passado, lamentavelmente, perdemos um dos nossos maiores compositores, o saudoso Paulo André Barata. Isto nos reacendeu a necessidade de continuarmos a valorizar nossos artistas. E vamos fazer isso explorando as possibilidades da música instrumental, trazendo novas interpretações e sonoridades diferenciadas", acrescenta Coutinho. Os ingressos para esta primeira apresentação do ano da Amazônia Jazz Band são limitados à capacidade do Theatro e poderão ser retirados a partir das 9h de terça-feira (30), na bilheteria do Da Paz. Além disso, também poderão ser adquiridos através do site Ticket Fácil . O valor unitário é de R$ 2,00, e cada pessoa (CPF) poderá adquirir até dois ingressos. A realização é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música. Homenagens - Além de Pinduca, Paulo André e Ruy Barata, o concerto também vai homenagear no repertório o maestro Waldemar Henrique, com “Coco Peneruê” e “Minha Terra”; o Trio Manari e Adalbert Carneiro, com “Dançando no Rio"; e Sebastião Tapajós, com “Bem Mais”, que recebe arranjo de Nelson Neves. O repertório conta ainda com “Ritual de Tambores”, de Thiago D’Albuquerque, e finaliza com “Gênesis”, do maestro Elias Coutinho, com arranjos de Jonas Hocherman. Serviço : "Tom, Pará Belém" - Amazônia Jazz Band Data : 30/01/2024 - 20h (terça-feira) Local : Theatro da Paz Endereço : Rua da Paz, entre as avenidas Presidente Vargas e Assis de VasconcelosIngressos: R$2,00, disponíveis a partir das 9h da manhã (30/01) na bilheteria do Theatro da Paz e no site Ticket Fácil . Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo
- Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 7 de jul. de 2023 Cantores líricos começam a se envolver com a história de amor e loucura da personagem criada por Gaetano Donizetti O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz prepara dois espetáculos para o segundo semestre de 2023: “O menino maluquinho” e “Lucia di Lammermoor”, de Gaetano Donizetti. A primeira reunião do coro que atuará em “Lucia di Lammermoor” ocorreu nesta quinta-feira (06), no Theatro da Paz, em Belém, reunindo cantores líricos de diferentes experiências musicais. Sob a direção do maestro Vanildo Monteiro, responsável pela preparação do coro de 50 vozes, os cantores mostraram dedicação, comprometimento e paixão pela ópera, se empenhando em aprimorar as técnicas vocais e alcançar a harmonia perfeita. De acordo com Jena Viera, diretora artística do Festival, a escolha da ópera “Lucia di Lammermoor” para esta temporada foi acertada, pois desafia os cantores em diversos aspectos, desde os solos até as complexas harmonias do coro. “A participação do coro é imensa nessa ópera. Nós primamos pela experiência desses cantores no coro lírico, com noção de cena e técnica vocal bem avançada, já que estamos falando do período do belcanto, que se refere ao elegante estilo vocal italiano dos séculos XVII a XIX, caracterizado pela beleza de timbre, emissão floreada, fraseado bem feito e técnica fácil e fluente. O desafio aqui é colocar uma sonoridade que tenha volume, mas que seja leve. ‘Lucia’ tem um drama, mas o período não é tão dramático como no verismo, por exemplo”, explicou Jena Viera. Durante a reunião, os participantes se envolveram na discussão sobre o enredo, os personagens e a interpretação musical, mostrando um alto nível de comprometimento com o projeto. Foto: Lucas Monte / Secult A primeira reunião também foi a oportunidade para que membros do coro se conhecessem melhor. O tenor Alexsandro Brito disse já estar ansioso. “A expectativa é enorme de estrear essa ópera do belcanto, que é um verdadeiro presente para o público paraense. O coro é bem grande, e a sua participação será intensa, principalmente o masculino”, informou o cantor. Desafio e paixão - Para o maestro Vanildo Monteiro, que prepara cantores para o Festival de Ópera desde 2002, tendo no currículo mais de 40 óperas, “o desafio existe, mas ele é cheio de amor e prazer de se fazer o que se gosta. É uma ópera que o coro está tendo contato pela primeira vez, e a partir de hoje iniciamos os ensaios, a preparação dessas vozes que serão aprimoradas pelo maestro Miguel (Miguel Campos Neto, regente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz), e em seguida pelo diretor cênico. Demos a largada, e estamos muito felizes”. “Lucia di Lammermoor” – obra de Gaetano Donizetti, com libreto de Salvatore Cammarano e baseada no romance “A Noiva de Lammermoor”, de Sir Walter Scott – estreou em Nápoles (Itália), no Teatro San Carlo, em 26 de setembro de 1835. O drama tem uma das mais famosas cenas de loucura do mundo operístico. Enganada pelo irmão, Enrico, Lucia acaba se casando com Arturo, mas a presença de Edgardo, seu verdadeiro amor, faz com que a jovem perceba o erro, mate o marido e enlouqueça. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: Agencia Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45264/comeca-preparacao-da-opera-lucia-di-lammermoor-atracao-do-festival-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Belém tem 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria no Theatro da Paz a partir do dia 13 deste mês | Theatro da Paz
< Volte Belém tem 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria no Theatro da Paz a partir do dia 13 deste mês Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de mar. de 2024 Edição 2024 homenageará o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à trajetória e contribuição do artista às artes cênicas do Par Inicia no próximo dia 13 de março, a “4ª Mostra de Teatro Nilza Maria”. A Mostra acontecerá no Theatro da Paz, no período de 13 a 17 de março de 2024, sempre às 20h, exceto no dia 17, que será às 19h. Esta edição homenageará o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição às artes cênicas do Pará. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Essa primeira edição irá exibir, a preços acessíveis, cinco peças, sendo elas: Belém Bragança - Os trilhos da Esperança (José Leal), Gato por Lebre (Saulo Sisnando), O que não se diz apodrece em nós (Paulo Santana), Joana (Edyr Proença) e Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas (Evanildo Mercês). "A Mostra celebra a força luminosa da cena teatral paraense que, além de ter uma história marcada por grandes montagens e grupos longevos, sempre foi um foco de resistência e luta pelas políticas culturais no estado. A cada ano, prestamos uma homenagem a personalidades que dedicaram a vida aos palcos - os verdadeiros protagonistas que vem inspirando gerações. Nesta edição, estamos especialmente felizes em festejar o talento de Geraldo Salles, que dirigiu e encenou espetáculos icônicos e memoráveis. A Mostra se fortalece como um espaço de valorização destes profissionais da cênica e de democratização de acesso”, explica a secretária de estado de cultura, Ursula Vidal. A mostra tem como intuito contribuir para a formação cultural de todo o público paraense e tem como objetivo fundamental democratizar o acesso à cultura, estimular o hábito de frequentar o teatro, fomentar a circulação de companhias teatrais paraenses, enriquecendo o cenário cultural do Estado. De acordo com Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, a seleção da mostra foi bem diversificada e as peças abrangem uma variedade interessante de gêneros, que vão desde o drama até a comédia. “Estamos extremamente orgulhosos de apresentar esta Mostra que celebra a arte do teatro e a capacidade de explorar as emoções humanas de maneira autêntica e comovente. Tudo foi pensado para democratizar e inserir as Artes Cênicas no cotidiano da cidade, transformando o consumo de teatro em um hábito, fomentando a economia da cultura e facilitando inclusive a adesão de ingressos”, finalizou o diretor. A curadoria do evento selecionou espetáculos paraenses de companhias que possuem experiência em festivais e temporadas fora da região, com base em critérios como originalidade, qualidade artística, relevância cultural, viabilidade técnica, inovação, diversidade e adequação ao tema ou propósito do evento. Artes Cênicas no Pará O teatro no Pará, especificamente em Belém, tem suas raízes profundamente entrelaçadas com a história da região e sua diversidade cultural. A chegada do teatro na Amazônia remonta ao período colonial, quando as primeiras manifestações teatrais ocorreram como parte das festividades religiosas e celebrações populares. Durante o período colonial, o teatro era principalmente ligado às festividades religiosas, como as festas de Corpus Christi e os autos. Com a chegada dos jesuítas e outras ordens religiosas, houve uma influência significativa na introdução de elementos teatrais nas atividades missionárias e educacionais. As encenações dramáticas eram frequentemente utilizadas como ferramentas de catequização dos povos indígenas. No entanto, o teatro como forma de entretenimento popular começou a se desenvolver mais vigorosamente no século XIX, especialmente com a intensificação do ciclo da borracha na região amazônica. A crescente urbanização e o enriquecimento de Belém como um importante centro comercial e cultural proporcionaram um ambiente propício para o florescimento das artes cênicas. Os teatros foram construídos, como o Theatro da Paz, inaugurado em 1878, que se tornou um ícone da cultura e da arquitetura paraense. Com a construção desses espaços, houve um aumento nas produções teatrais, incluindo peças locais, nacionais e internacionais, além de óperas, concertos e outras formas de entretenimento. Durante o século XX, o teatro continuou a se desenvolver em Belém, com a formação de grupos teatrais locais, a realização de festivais e mostras de teatro, bem como a integração de elementos da cultura amazônica nas produções. O teatro também se tornou um espaço para expressão política e social, refletindo as lutas e as aspirações do povo paraense. Hoje, o teatro em Belém continua a ser uma parte vibrante da vida cultural da cidade, com uma cena teatral diversificada que abrange desde produções tradicionais até experimentais, incorporando elementos da rica herança cultural da região. A história do teatro no Pará reflete a riqueza e a complexidade da identidade cultural da Amazônia, enraizada em suas tradições indígenas, influências europeias e experiências contemporâneas. Geraldo Salles, uma vida dedicada ao teatro e à arte Às vésperas de completar 83 anos de idade, o renomado ator e diretor teatral Geraldo Salles brinda ao público com sua contínua e vibrante atuação nos palcos. Celebrado como uma lenda viva do teatro paraense, Salles é o mentor por trás do prestigioso Grupo Experiência, uma instituição cultural que moldou a cena teatral local desde sua fundação em 1971. Com uma trajetória profissional que abrange mais de seis décadas, Salles é uma figura emblemática cuja influência transcende as fronteiras do Pará. Seu legado é marcado por produções memoráveis, entre elas "Verde Ver-o-Peso", uma obra-prima que se tornou um símbolo do teatro regional. A obra foi um dos destaques da programação da ECO/92, no Rio de Janeiro, além de também levar o Experiência a ser uma das três companhias representantes do Brasil no VIII Circuito de Teatro em Português, que reuniu grupos de teatro de oito países de língua portuguesa, em 2013. Desde os primórdios de sua paixão pelo teatro, aos 10 anos de idade, Geraldo Salles tem sido impulsionado por um desejo incansável de explorar as profundezas da arte cênica. Sua jornada artística o levou não apenas aos palcos de Belém, mas também aos cenários do Rio de Janeiro, onde compartilhou momentos inesquecíveis com luminárias como José Wilker. Reconhecido nacional e internacionalmente por seu talento, Salles acumula prêmios e honrarias ao longo de sua carreira. Seja como ator ou diretor, sua dedicação e comprometimento com a excelência artística são inegáveis, cativando públicos e críticos por igual. Enquanto se prepara para ser homenageado pela 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria, Geraldo Salles continua a inspirar uma nova geração de artistas, demonstrando que a paixão pela arte não conhece limites de idade. Sua energia e vitalidade são um testemunho vivo do poder transformador do teatro e da perene relevância das histórias que ele conta. “Eu não esperava essa homenagem, mas se existe, que bom. Parabéns, não pela homenagem à pessoa, mas pela Mostra de Teatro Nilza Maria. Vida longa!” Ao comentar sobre a importância do teatro para a sociedade, especialmente no contexto do Pará, Geraldo Salles se anima. “Uma vez, eu ouvi uma frase de alguém de teatro, acho que foi Pascoal Carlos Magno, um ator, poeta, teatrólogo, diplomata brasileiro e grande embaixador que fez o teatro da Juventude no Rio de Janeiro, que dizia que a cultura de um povo se mede pelo teatro que ele faz. Eu acho da maior importância o teatro em Belém do Pará como veículo de cultura para as pessoas aprenderem mais, admirarem e terem um contato maior com os artistas da terra e com a arte em geral”, declarou. Programação: Dia 13 - Grupo Experiência com o espetáculo “Belém Bragança - Os trilhos da Esperança”. Autor: José Leal Música: Toni Soares. Direção: Geraldo Salles. Dia 14: Teatro de Apartamento com o espetáculo “Gato por Lebre” Autor: Saulo Sisnando Direção: Saulo Sisnando Dia 15: Grupo Palha com o espetáculo “O que não se diz apodrece em nós”, uma adaptação da peça ‘Anti Nelson’, de Nelson Rodrigues Direção: Paulo Santana Dia 16: Grupo Cuíra com o espetáculo “Joana” Autor: Edyr Proença Direção: Olinda Charone Dia 17: Grupo: MÁ CIA DE TEATRO com o espetáculo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas” Autor: esta montagem é uma colagem de textos de autores como Fernando Pessoa, Rubens Alves, Mario de Andrade, entre outros que trazem como tema a solidão, memórias, conflitos existências, vida e morte. Direção: Evanildo Mercês. Serviço: A 4ª Mostra de Teatro – Nilza Maria acontecerá no período de 13 a 17 de março de 2024 no Theatro da Paz. O horário será sempre às 20h, exceto no dia no dia 17/03 que acontecerá às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz ou no site ticketfacil.com.br , a partir das 9h da manhã do dia 05/03, no valor de R$ 2,00. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51990/belem-tem-4-mostra-de-teatro-nilza-maria-no-theatro-da-paz-a-partir-do-dia-13-deste-mes Anterior Próximo
- Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz
< Volte Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor Yasmin Cavalcante - NCS/SEAP 22 de set. de 2023 Com o Projeto Sons de Liberdade, a Seap garante às internas participação na montagem dos espetáculos do Festival de Ópera do Theatro da Paz O trabalho realizado por internas do sistema penitenciário do Pará, que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), coordenada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), garantiu mais uma ação em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). Na quarta-feira (20), por meio do Projeto Sons de Liberdade, 22 internas assistiram ao ensaio geral da Ópera “Lucia di Lammermoor”, no Theatro da Paz, em Belém, que vai integrar a programação do XXII Festival de Ópera. O “Sons de Liberdade” é desenvolvido pela Seap, em parceria com a Secult, visando ressocializar pessoas privadas de liberdade por meio do trabalho e da arte. A iniciativa promove oficinas de figurinos e moda, visagismo e cenografia para internos das unidades do Centro de Recuperação Feminino (CRF) e da Central de Triagem Metropolitana II (CTM II). Para Raquel Lima, coordenadora de Trabalho e Produção da Seap, o Projeto Sons de Liberdade tem duas frentes de trabalho dentro do sistema prisional. “Temos a frente de capacitação profissionalizante dos internos, sejam mulheres ou homens, e também temos a confecção de produtos, com a contribuição da mão de obra ou alguma peça feita dentro do sistema. Além disso, trazer as internas ao Theatro da Paz é um momento de oportunizar cultura e arte para as pessoas privadas de liberdade”, explicou. O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz gera empregos para trabalhadores e trabalhadoras envolvidos na montagem dos espetáculos e também contribui para a reinserção social das custodiadas. “Estamos muito felizes porque nessa montagem nós teremos, pela quinta vez, a participação das nossas custodiadas do sistema prisional. A Coostafe é uma cooperativa que tem colocado os talentos dessas mulheres à disposição da economia criativa, da cultura e da arte com a produção dos figurinos nessa obra”, ressaltou a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Oportunidade – Presidente da cooperativa há quase sete anos, Leilane Sales disse que o “Sons de Liberdade” permitiu a participação em montagens de muitas óperas, além de oportunizar às internas o retorno à sociedade como profissionais, em várias áreas de artesanato, na costura, pintura e bordado. “Hoje, a simples produção de uma roupa traz importância muito grande na nossa vida, porque mostra que somos capazes. Em todas as participações no Theatro da Paz podemos ver o quanto é importante ressignificar a vida através da arte e do artesanato. Essa oportunidade foi muito gratificante para mim, e eu creio que para as minhas colegas também, porque eu vi a alegria e o brilho no olhar de cada uma delas. Só tenho a agradecer a oportunidade que nos deram”, disse Leilane Sales. Nanda Rodrigues entrou no Theatro da Paz – a centenária casa de espetáculos no centro da capital paraense - pela primeira vez, graças ao trabalho na cooperativa. Ela enfrentou o desafio de confeccionar uma vestimenta para a ópera. “Minha maior dificuldade foi fazer um figurino praticamente sozinha, porque deixaram tudo na minha mão. As minhas amigas me ajudaram, mas elas também tinham outras coisas para fazer. Eu achei que não ia conseguir fazer a roupa. Mas deu certo no final, e eu achei maravilhoso ver o meu trabalho e o das minhas amigas no palco”, contou. A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora foi criada em 2014, e tem seu espaço no Centro de Reeducação Feminino (CRF) de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. É formada por cerca de 30 mulheres custodiadas, que se dividem nas tarefas que envolvem entre as atividades da cooperativa, como a criação de peças de artesanato, costura, pintura e bordado. Serviço: Quem desejar adquirir algum produto ou contribuir com a Cooperativa pode entrar em contato pelo número (91) 9855-90331, pelo e-mail coostafe@seap.pa.gov.br ou pelo Instagram @ coostafe.pa . Texto: Yasmin Cavalcante - NCS/Seap Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47530/custodiadas-da-coostafe-assistem-ao-ensaio-geral-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo
- 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão | Theatro da Paz
< Volte 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Gênero envolve teatro e música e tem público cativo na capital paraense Com o encerramento das duas sessões do musical “O Príncipe do Egito”, o XXIII Festival de Ópera do Teatro da Paz reafirmou seu compromisso com a inovação e a inclusão. As apresentações, realizadas nos dias 24 e 25 de agosto, encantaram o público com sua excelência artística e atenção minuciosa aos detalhes, construindo uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo. Com um público total de cerca de 1.450 pessoas, o Theatro da Paz esteve completamente lotado nas duas noites, refletindo acessibilidade e entretenimento pela adaptação dirigida pelo maestro Pedro Messias. "A temporada de ‘O Príncipe do Egito’ foi simplesmente maravilhosa. Ver o teatro lotado por dois dias consecutivos para assistir a um musical produzido majoritariamente por alunos dos projetos de extensão de um instituto universitário estadual, fruto do processo pedagógico desses alunos é gratificante", destacou o maestro. Sobre a integração do teatro musical ao Festival, Pedro Messias acrescentou. “Estar dentro do Festival de Ópera é sempre uma experiência fantástica. Vim de São Paulo para Belém justamente para trabalhar neste Festival, que eu amo profundamente, e foi ainda mais especial porque o Festival de Ópera, que se dedica exclusivamente à ópera há mais de 30 anos, se abriu para uma linguagem completamente nova este ano. O resultado foi extremamente positivo", finalizou. O sucesso artístico do espetáculo foi ainda mais enriquecido pela inclusão da comunidade surda nas apresentações, sublinhando a importância de uma cultura acessível e democrática. A emoção vivenciada por um grupo de 30 surdos, que pela primeira vez experimentou a grandiosidade do Theatro da Paz, reforça a necessidade de continuar investindo em iniciativas que tornem a arte um direito de todos. Kleber Dümerval, que interpretou o Faraó Seti, destacou a complexidade e a colaboração envolvida na produção do musical "O Príncipe do Egito", realizada no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. "O Festival de Ópera abriu espaço para o projeto de extensão da Fundação Carlos Gomes, o Ópera Estúdio, que, em parceria com a Liga de Teatro, desenvolve muitos trabalhos de dramaturgia. Eles nos escolheram, da Companhia Aktuô, com base na nossa versão do 'Príncipe do Egito' de 2022", explicou Kleber. Ele também enfatizou o valor de trabalhar com uma orquestra após anos de pesquisa e desenvolvimento com playback. "Foi como saciar uma sede antiga". Kleber ainda comentou sobre a importância do teatro musical em Belém, destacando que, apesar de ainda estar em fase inicial, essa linguagem merece um olhar especial. Lenno Ávila, que interpretou Moisés pela segunda vez na produção de "O Príncipe do Egito", destacou a importância histórica do espetáculo dentro do contexto do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Ele sublinhou que a produção vai além da simples narrativa bíblica, ressaltando o impacto de ser o primeiro espetáculo de teatro musical com orquestra em Belém do Pará, realizado dentro do Festival. "Estar no Theatro da Paz apresentando esse espetáculo é muito maior do que poderíamos imaginar". Lenno também refletiu sobre a profundidade emocional da história, especialmente na relação entre Moisés e Ramesses. "O texto é diferente, foi um novo aprendizado, mas é incrível porque mostra outras vertentes que não vemos sempre. Aqui vemos o amor entre os dois irmãos e como talvez Ramesses não fosse 100% mal. É uma forma de mostrar ao público que existe perdão, que no final eles se entenderam de alguma forma, e que tudo deu certo. Atravessamos o mar e tudo valeu a pena", finalizou. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou o impacto transformador das apresentações. "Foi emocionante ver o Theatro da Paz lotado nos dois dias de apresentação, não apenas pela quantidade de pessoas, mas pela conexão genuína que o público demonstrou com a história que contamos”, disse a diretora. Para Rafaela Souza, de 23 anos, que sonha em ser atriz, foi uma emoção assistir ao musical. "Ver o 'Príncipe do Egito' no palco do Theatro da Paz foi uma experiência inesquecível. Eu sempre sonhei em ser atriz e estar em um lugar como esse, assistindo a um espetáculo tão grandioso, só me fez acreditar ainda mais no meu sonho. Espero um dia poder estar nesse palco, emocionando as pessoas assim como fui emocionada hoje", revelou. O encerramento de "O Príncipe do Egito" deixou uma sensação de dever cumprido e criou expectativas positivas para as futuras edições do festival, que promete continuar surpreendendo o público paraense. A combinação de inovação, tradição e inclusão marcou o evento como um exemplo de como a arte pode ser transformadora e acessível. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59079/o-principe-do-egito-marca-o-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-com-inclusao Anterior Próximo
- Projeto leva 700 estudantes da rede estadual e municipal para 'Concerto Didático' no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Projeto leva 700 estudantes da rede estadual e municipal para 'Concerto Didático' no Theatro da Paz Cristiani Sousa (SEDUC) 16 de abr. de 2024 Iniciativa tem a parceria da Fundação Carlos Gomes (FCG) e procura aproximar crianças e adolescentes à música e cultura paraense Cerca de 700 estudantes de escolas da rede estadual e municipal de ensino foram ao Theatro da Paz, em Belém, para assistir a um concerto, na segunda-feira (15). Os estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) foram convidados para participar do projeto "Concerto Didático", realizado pela Fundação Carlos Gomes (FCG) em parceria com o Theatro da Paz, para aproximar crianças e adolescentes à cultura paraense. O estudante Thalisson Santos, do 8° ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Pinto Marques, contou sobre a experiência de entrar no Theatro da Paz pela primeira vez. "Foi bom demais, eu adorei, amei demais! É a primeira vez que eu estou vindo para o Theatro da Paz, aqui na Praça da República e foi máximo. Por dentro, o teatro é ainda mais lindo. Eu amei o pianista e os cantores profissionais de ópera. Quero poder voltar aqui para ver outros eventos e apresentações", relatou o estudante, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A estudante Saory Abraçado, também do 8° ano do Ensino Fundamental da Escola Pinto Marques, já havia ido ao Theatro da Paz quando criança, mas não lembrava como era. "Eu já tinha vindo, só que faz muito tempo, eu não lembrava mais como era. Eu achei muito boa a experiência aqui, é muito organizado, principalmente também as músicas que eles cantaram são bem bonitas, o talento dos cantores é incrível e o espaço nem se fala, gostei muito", comentou. Segundo Francy Aviz, especialista em educação e integrante da Diretoria de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Seduc, o momento é de grande importância para a formação dos estudantes. "Foi um convite estendido à Secretaria de Educação e nós fizemos a mobilização com as escolas para trazer os estudantes. Com isso, nós trazemos nossos alunos aqui para terem contato com a cultura paraense. Infelizmente, para muitos deles é uma realidade bem distante, e com a vinda aqui eles percebem que é possível estar nesse ambiente também. Além disso, eles podem levar essa cultura para dentro de casa e mostrar que nós temos o nosso Theatro da Paz, que é referência não só aqui, mas em outros estados a nível de Brasil. Então hoje foi mais um encontro, que é a primeira agenda que foi aberta", disse. De acordo com a coordenadora de pesquisa e extensão da Fundação Carlos Gomes, Miriam Fernandes, a parceria entre Governo do Pará e Theatro da Paz é fundamental para dar oportunidades como essa aos estudantes. "É muito importante essa parceria do Governo do Estado com o Teatro da Paz, com a Seduc, para transformar vidas, eu digo que é uma emoção. Quando a gente vê os alunos, a gente sente a emoção deles ao entrar no teatro e essa troca de experiência, a questão da música, da nossa cultura, são muito importantes porque proporcionam outras oportunidades paras as crianças e adolescentes, inclusive, eles podem caminhar para trabalhar, estudar e, quem sabe, serem músicos no futuro", destacou Miriam Fernandes. Ainda de acordo com a coordenadora, mais dois Concertos Didáticos serão realizados em 2024: em 6 de maio e em 17 de junho. Piano e Clarinete Na primeira sessão, pela manhã, a atração do projeto foram os técnicos em música e cantores, Tiago Costa e Ytanaã Figueiredo, juntamente com o professor de piano Daniel Vieira – Zharbo. No turno da tarde, o trio de clarinetistas Zona de Conforto, com os professores Thiago Lopes, Marcos Cohen (composição) e Herson Amorim (clarineta), realizaram a apresentação comentada. Como a plateia é formada por alunos do ensino fundamental e médio, Ytanaã Figueiredo conta que o repertório foi adaptado para apresentar músicas que atraíssem a atenção das crianças. “Trabalhamos com algo mais lúdico como as lendas da Amazônia, pois traz um tema que é ativo no imaginário infantil e, desta vez, também apresentamos músicas da cultura afro brasileira, pois é muito importante ter contato com obras que simbolizam as raízes brasileiras”, explica o músico. Concertos Didáticos - Com o objetivo de difundir a educação musical, estimular o interesse de crianças e adolescentes pela música e contribuir para a formação de plateia, os Concertos Didáticos são apresentações instrumentais comentadas, com duração de aproximadamente 50 minutos que acontecem sempre no Theatro da Paz, em dois horários. As escolas interessadas em participar dos concertos devem entrar em contato com a Coordenação de Pesquisa e Extensão do Instituto Estadual Carlos Gomes pelo telefone (91) 3251-7089 ou pelo e-mail: miriam.fernandes@fundacaocarlosgomes.com . Texto: Fernanda Cavalcante /Ascom Seduc e Fabiana Otero / Fundação Carlos Gomes Fotos: Bruno Cecim/Agência Pará Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53318/projeto-leva-700-estudantes-da-rede-estadual-e-municipal-para-concerto-didatico-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
