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  • Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de mai. de 2023 A 22ª Edição do evento começa na terça-feira (9), com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o coro infantil da Fundação Amazônica de Música Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos mais importantes festivais de ópera do país abre sua 22ª edição às 20h da próxima terça-feira (9). O Festival de Ópera do Theatro da Paz, que leva o nome da primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, vem se consolidando como o segundo antigo da América Latina e é destaque na cena lírica nacional e internacional, oriundo de uma história viva e herdeira dos tempos áureos da Belle Époque, do trabalho árduo e de políticas públicas sensíveis e persistentes. Para celebrar a abertura da programação, quem se apresenta é a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e do coro infantil da Fundação Amazônica de Música (FAM). Partindo do princípio de que a cultura deve ser acessível a todos, sem distinção, o Festival de Ópera do Theatro da Paz vem ao longo de mais de duas décadas democratizando o acesso à programação e estabelecendo forte conexão com diversos públicos, independentemente de formação ou de condições socioeconômicas. O evento cultural, atualmente, gera cerca de mil postos de trabalho a cada ano, fortalecendo assim a indústria da ópera e movimentando o setor de serviços e turismo, que impacta desde empresas especializadas em técnica de som e iluminação até restaurantes, lanchonetes, bares e o setor de hotelaria. Com diversas novidades, a nova temporada está orçada em aproximadamente R$ 1,7 milhão, e se constitui hoje em três frentes distintas: a frente artística, com as óperas, recitais e concertos; a frente pedagógica com o projeto “Academia de Ópera” que oferece uma formação continuada para cantores líricos paraenses e a frente social com o projeto “Sons de Liberdade”, criado por meio de parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (SECULT) e da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), com objetivo de capacitar custodiadas e custodiados para futura reinserção no mercado de trabalho, por meio da cadeia produtiva da ópera. Por meio do Sons de Liberdade, são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando o Da Paz como um teatro escola, uma alternativa para o fomento de uma cultura de paz, que leva arte, profissionalização e auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em uma sociedade que cada vez mais estimula o êxito individual. “Nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz implementou, ao longo dos últimos anos, processos hoje já consolidados de formação profissional e inclusão social. E esse perfil é um dos mais importantes diferenciais desta política pública de acesso à cidadania cultural. As récitas, galas líricas e concertos são sempre lotados e, da plateia aos bastidores, nos deparamos com histórias de vida que se transformam por meio do contato com a arte e com os fazeres artísticos. A cultura sempre será uma importante ferramenta de transformação social. E a ópera, pela dimensão de sua estrutura produtiva, alcança impactos de grande escala. Sabemos que este é um caminho seguro, estratégico e inovador para a geração de emprego e renda, para a valorização de nossos talentos e para a formação de cidadãos conscientes de sua história e de seu papel na construção de uma sociedade mais justa e feliz”, frisou a titular da Secult, Ursula Vidal. A Ópera 'O Auto da Compadecida' A primeira apresentação acontece nos dias 23 e 24 de maio e será a ópera bufa "Auto da Compadecida", de Tim Rescala. A obra é baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, e o texto foi adaptado pelo próprio Rescala, ao lado do maestro Rodrigo Toffollo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto. O “Auto da Compadecida” é de 1955 e criou figuras que se tornaram marcantes na história do teatro brasileiro: João Grilo e Chicó, duas pobres almas sábias que jogam com as desvirtudes dos demais personagens; o padeiro e sua mulher, avaros, ciosos de um frágil status social; o Padre e o Bispo, interesseiros, racistas, desonestos e o cangaceiro Severino. Todos, com exceção de Chicó, acabam mortos, são julgados por Jesus e o Encourado, e defendidos por Nossa Senhora. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o festival deste ano vai seguir em duas direções. “Uma direção é confirmar nossas relações com teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio do Palácio das Artes e da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas: ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, explicou o diretor. Alinhado aos debates globais, o Festival vem se transformando em um ecofestival, se engajando em defesa da sustentabilidade. Em 2023, com o tema “Vozes ecoando Amazônia”, avançou ainda mais nessa ideia com a preparação de toda a cadeia produtiva da ópera para receber o maior evento climático do mundo - a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) - que acontecerá em 2025, e tem Belém como cidade candidata a sede. Serviço : Abertura do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz 09/05, às 20h Entrada gratuita Ingressos: somente no dia do concerto, pelo ticketfacil.com.br , às 9h, ou na bilheteria do Theatro, a partir das 18h. Apenas duas unidades por CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43485/governo-do-para-abre-oficialmente-o-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto Por Josie Soeiro (SECULT) 17 de mar. de 2023 Show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, com entrada gratuita. Gigi Furtado e Keila estão entre as atrações convidadas. Para comemorar um ano de criação da Usipaz Antônia Correa, a Amazônia Jazz Band (AJB) apresenta um concerto inédito, com a presença de duas cantoras convidadas, Gigi Furtado e Keila. O show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, na Usipaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita e uma iniciativa do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). O complexo vem trazendo ações de inclusão social em Marituba, região metropolitana de Belém, transformando a vida da comunidade do bairro Nova União. O trabalho se destaca por ser um modelo de política pública articulada e inovadora em todo o Brasil, que busca o fortalecimento comunitário de maneira integrada ao Programa Territórios Pela Paz (TerPaz).De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, desde 2019, em alinhamento com as políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará, a Secult, por meio do Theatro da Paz, vem levando a programação para além dos muros do teatro, oportunizando e dando acesso a cada vez mais pessoas, onde a programação não chegava. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade, no entorno das Usipaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou o diretor. O concerto inicia com a música ‘Gonna Fly Now’, de Bill Conti, lançada em fevereiro de 1977 com o filme Rock Balboa. A segunda canção será ‘Count Booba Revenger’, com um arranjo de Gordon Goodwin. De acordo com o maestro Eduardo Lima, Gordon Goodwin reúne muitas qualidades. “Ele é pianista, saxofonista, compositor, maestro americano e um dos maiores arranjadores da atualidade”, explicou o maestro. Neste arranjo, os naipes de saxofone, de trombone e de trompete da Amazônia Jazz Band vão mostrar todo o seu virtuosismo. Em seguida é a vez de ‘Snakes’, com arranjo do compositor, produtor e baixista norte-americano Marcus Miller. Esta composição é um funk que vai ter como solista no sax alto Elias Coutinho, maestro assistente e chefe do naipe de sax da AJB. A próxima canção vai ser ‘Aquarela do Brasil’, um clássico da música brasileira de Ary Barroso. Foi composta no final dos anos 30, e é considerada a fundadora do samba exaltação. A próxima canção será ‘Quem Não Te Quer Sou Eu’, um grande sucesso da Banda Sayonara, com o arranjo de Daniel Apolaro e interpretação de Gigi Furtado, que também vai mostrar todo o seu potencial vocal em ‘Feeling Good’. A versão original foi cantada pela primeira vez em 1964 e a cantora Nina Simone regravou em 1965. A versão original acabou se tornando a mais conhecida. A canção seguinte será o clássico da música paraense, ‘Foi Assim’, de Paulo André e Rui de Almeida, com o arranjo do paraense Josiel Saldanha, na voz de Gigi Furtado. “Eu já amava ouvir a Amazônia. Ouvir e cantar com eles é uma alegria dupla. Amei essa nova formação, amo a condução do maestro Eduardo e o considero incrível”, afirmou Furtado, que também revela sua satisfação em se apresentar em uma Usina da Paz. “Eu estou feliz em me apresentar com a Amazônia, mas estou super ansiosa para conhecer o complexo, pois considero que estaremos cuidando da alma das pessoas quando levamos música de qualidade. Música é alimento para a alma. Um viva ao Governo do Pará por esse projeto tão bonito”, avaliou a cantora. Para finalizar, a próxima canção, ‘Boca de Açaí’, foi composta pela cantora paraense Keila, com o arranjo do guitarrista Kim Freitas e nesta apresentação o solo vocal será da própria Keila, que permanece no palco para encerrar o concerto com uma sequência de ‘Ao Pôr do Sol’, brega marcante de Firmo Cardoso e Dino Souza, consagrada na voz de Pedro Max e ‘Vai Tremer’, música de Keila e arranjo de Kim Freitas. A AJB promete colocar Marituba para tremer. Serviço O concerto da Amazônia Jazz Band ocorre neste domingo (19), às 18h, na UsiPaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita. Texto de Úrsula Pereira /Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 9 de out. de 2024 A Orquestra Sinfônica apresentará um repertório erudito e popular, com as participações especiais de Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) celebrará, na noite desta quinta-feira (10), a música paraense. Às 19h, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra subirá ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto especial, intitulado “Sinfonia Paraense”, na semana que antecede ao Círio de Nazaré. A apresentação contará com a participação dos cantores Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira. Miguel Campos Neto adianta que será uma apresentação única e envolvente, de celebração não só da música, mas da cultura paraense. São grandes nomes do cenário musical atuando ao lado da OSTP, o que, segundo o maestro, “já é algo muito especial”. O concerto também promete envolver o público na atmosfera do Círio, que já domina a paisagem de Belém. “Esse concerto é uma homenagem à nossa música, e também uma chamada do público para esse espírito do Círio. O concerto acontece dois dias antes da Trasladação e três dias antes do Círio. Esse é o momento em que todas as manifestações culturais e musicais que temos no Pará se voltam para esse espírito do Círio, que, sem dúvidas, é algo muito importante para nós, paraenses”, ressalta o maestro. O repertório inclui músicas conhecidas do público, como “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete. Gigi Furtado cantará “Valsinha do Marajó” e “Matinta Perêra”; Andréa Pinheiro interpretará “Primavera” e “Foi Boto Sinhá”, e Nilson Chaves interpretará “Tamba-Tajá” e sua própria composição, “Olho de Boto”. Patrícia Oliveira fechará com músicas de cunho religioso já consagradas, como “Vós sois o Lírio Mimoso”, “Ave Maria”, “Mãezinha do Céu” e “Maria de Nazaré”. Proximidade - Outra característica do concerto, segundo Miguel Campos Neto, é a proximidade entre a música popular paraense e a erudita. Segundo ele, essa interação é natural e essencial. “Toda orquestra sinfônica tem uma aspiração universal, internacional, mas a sua primeira função é servir à comunidade que a rodeia. Isso inclui integrar-se de forma orgânica à música e à cultura local”, explica o maestro. Ele acrescenta que a relação entre a música erudita e a popular é muito próxima. “A música erudita bebe da fonte da música folclórica e popular há muito tempo, e vice-versa. É comum pegar uma música popular e orquestrá-la, criando algo lindo com a orquestra sinfônica acompanhando um cantor”, enfatiza. A “Sinfonia Paraense” é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz, do Banco do Estado do Pará (Banpará) e da Academia Paraense de Música (APM). Serviço: Concerto "Sinfonia Paraense", da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, nesta quinta-feira (10), às 19h, no Theatro da Paz. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois ingressos por pessoa). Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo

  • Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz Por Marcelo Leite (SEIRDH) 29 de jun. de 2023 A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ Um dos equipamentos públicos mais importantes do Pará, o Theatro da Paz, ganhou novas cores nesta quarta-feira (28). A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ que, por meio do orgulho, constroem uma sociedade mais igualitária, livre de preconceitos e de homofobia. As novas cores do Theatro podem ser vistas na iluminação externa do prédio e representam as tonalidades presentes no arco-íris: símbolo mundial da luta LGBTQIAPN+. Além das luzes, uma enorme bandeira colorida também foi estendida na sacada frontal do Theatro. O ato simbólico foi realizado pelas secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), e contou com a participação de representantes de movimentos sociais atuantes na causa, na região metropolitana de Belém. Jarbas Vasconcelos, titular da Seirdh lembrou que o Theatro da Paz é um dos principais espaços públicos do Pará e que ato simbólico reforça o compromisso com uma luta mundial. “É bom ver o Da Paz com essas todas essas cores. São cores que representam o futuro, que nos representam e que estão novamente espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. O orgulho hoje tem uma dimensão diferente”, frisou Jarbas Vasconcelos. Secretária de Cultura, Ursula Vidal destacou ainda o ineditismo do evento e o compromisso do governo do Estado para avançar na construção de uma sociedade mais consciente do respeito e direitos das pessoas LGBTQIAPN+. “Nós estamos escrevendo mais um capítulo de uma história que vem sendo escrita há muitos anos por movimentos sociais que estão sempre buscando os direitos. O dia de hoje é histórico e reforça nosso compromisso institucional de lutar por uma sociedade com igualdade de direitos e mais avanços na garantia de espaços, empregabilidade, representatividade e visibilidade”, complementou a secretária . Programação No próximo domingo (02), a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com outras instituições públicas, fará o encerramento da campanha “Pará para Todes”. A programação será realizada na Praça da República,a partir das 9h, com oferta de serviços de serviços de saúde, jurídicos e sociais. Entre os serviços ofertados estão: testes rápidos de saúde, orientações sobre higiene bucal e sobre o Projeto Casulo; encaminhamentos para retificação de Registro Civil (nome social), atendimento jurídico e acesso às Usinas da Paz; emissão de documentos; e distribuição de cartilhas educativas sobre a defesa da diversidade e conquistas da luta LGBTQIA+. A ação contará com a parceria das secretarias de Saúde (Sespa), Articulação e Cidadania (Seac), da Defensoria Pública do Estado (DPE) e Ministério Público do Pará (MPPA), além da apresentações culturais. Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45045/cores-do-orgulho-lgbtqiapn-iluminam-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Agendamentos | Theatro da Paz

    Registros Fotográficos Para realizar a solicitação de um registro fotográfico, preencha o formulário ao lado com as informações solicitadas: Sugestão de data Finalidade do registro Quantidade de pessoas envolvidas Os registros fotográficos podem ser agendados nos seguintes horários: Terça a sexta-feira: das 12h às 14h Sábados: das 09h às 10h30 Locais disponibilizados: Escadaria do Hall de entrada, frente do espelho e escadarias laterais ao espelho. Importante: Não realizamos agendamento para registros fotográficos aos domingos e feriados. Formulário de Agendamento Nome Telefone Sobrenome Email Sua solicitação Enviar Mensagem enviada!

  • Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 6 de set. de 2024 Recital trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos e emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico O Duo Azulay, formado pelos irmãos Adriana e Humberto Azulay, brilhou no palco do Theatro da Paz na noite da última quarta-feira (04), em uma apresentação memorável dentro da programação do XXIII Festival de Ópera, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O recital, que trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos, emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico. O duo, que existe desde 2009, demonstrou sua afinidade musical ao executar obras de grandes compositores como Carlos Gomes, J. Strauss e Bizet. A apresentação, que incluiu aberturas e árias emblemáticas, surpreendeu o público com interpretações vibrantes e cuidadosas, fruto da intensa preparação para o festival. Uma das grandes surpresas da noite foi a participação de um casal de bailaoures que encantou o público com uma apresentação de dança vibrante durante a suíte da ópera “Carmen”, de Bizet. Ao som da icônica Danse Boheme, o casal trouxe ainda mais vida à música, em uma performance que elevou o nível artístico da noite. "Foi inesperado e emocionante. A dança flamenca ao som de Carmen foi o ponto alto da noite, sem dúvida", comentou o espectador Augusto Câmara. A participação no Festival de Ópera do Theatro da Paz foi um marco na carreira dos irmãos. "É sempre uma honra participar de um evento tão importante para a cultura paraense. Esta é a nossa primeira vez no festival, e estamos muito emocionados", destacou Humberto. Adriana, por sua vez, falou sobre a emoção de tocar em um dos teatros mais históricos do Brasil. "O Theatro da Paz é um espaço que carrega muita história e significado para nós. Tocar aqui, dentro da programação do festival, é um momento único", afirmou. Entre o público presente estava Cléia Miranda, de 84 anos, que conhecia Adriana Azulay e decidiu apostar no talento da dupla ao assistir ao recital. "Eu já acompanho o trabalho da Adriana há muito tempo, e sempre acreditei que eles chegariam longe. Vim ao teatro porque sabia que seria uma apresentação grandiosa, e não me decepcionei. Foi uma noite maravilhosa, cheia de emoção", declarou Cléia, visivelmente emocionada. O recital foi cuidadosamente estruturado, dividindo-se em duas partes. Na primeira, os irmãos Azulay executaram peças como a Protofonia de "Il Guarany" de Carlos Gomes e a abertura da ópera "O Morcego" de J. Strauss. Na segunda parte, destacaram-se as obras de Bizet, com uma brilhante interpretação da suíte de Carmen, que incluiu, além da Danse Boheme, trechos como "Habanera" e "Les Toreadors". Adriana Azulay também ressaltou a importância de tornar a música clássica acessível a todos. "Nosso papel enquanto artistas é levar essa arte a todos, de maneira acessível, e o Festival de Ópera permite essa experiência", afirmou. O duo, além de executar com maestria as obras escolhidas, também criou uma conexão com o público, tornando o recital uma experiência imersiva e emocionante. A noite no Theatro da Paz foi marcada não apenas pela beleza das interpretações, mas também pela celebração da música clássica em um dos mais belos palcos do Brasil. Com a promessa de surpresas no repertório, o Duo Azulay cumpriu sua missão de oferecer uma apresentação inesquecível, deixando o público em êxtase. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz segue com uma programação rica e variada, reafirmando o compromisso de promover grandes produções e valorizar artistas como Adriana e Humberto Azulay, que mais uma vez mostraram sua excelência no cenário da música clássica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59413/duo-azulay-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 7 de jul. de 2023 Cantores líricos começam a se envolver com a história de amor e loucura da personagem criada por Gaetano Donizetti O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz prepara dois espetáculos para o segundo semestre de 2023: “O menino maluquinho” e “Lucia di Lammermoor”, de Gaetano Donizetti. A primeira reunião do coro que atuará em “Lucia di Lammermoor” ocorreu nesta quinta-feira (06), no Theatro da Paz, em Belém, reunindo cantores líricos de diferentes experiências musicais. Sob a direção do maestro Vanildo Monteiro, responsável pela preparação do coro de 50 vozes, os cantores mostraram dedicação, comprometimento e paixão pela ópera, se empenhando em aprimorar as técnicas vocais e alcançar a harmonia perfeita. De acordo com Jena Viera, diretora artística do Festival, a escolha da ópera “Lucia di Lammermoor” para esta temporada foi acertada, pois desafia os cantores em diversos aspectos, desde os solos até as complexas harmonias do coro. “A participação do coro é imensa nessa ópera. Nós primamos pela experiência desses cantores no coro lírico, com noção de cena e técnica vocal bem avançada, já que estamos falando do período do belcanto, que se refere ao elegante estilo vocal italiano dos séculos XVII a XIX, caracterizado pela beleza de timbre, emissão floreada, fraseado bem feito e técnica fácil e fluente. O desafio aqui é colocar uma sonoridade que tenha volume, mas que seja leve. ‘Lucia’ tem um drama, mas o período não é tão dramático como no verismo, por exemplo”, explicou Jena Viera. Durante a reunião, os participantes se envolveram na discussão sobre o enredo, os personagens e a interpretação musical, mostrando um alto nível de comprometimento com o projeto. Foto: Lucas Monte / Secult A primeira reunião também foi a oportunidade para que membros do coro se conhecessem melhor. O tenor Alexsandro Brito disse já estar ansioso. “A expectativa é enorme de estrear essa ópera do belcanto, que é um verdadeiro presente para o público paraense. O coro é bem grande, e a sua participação será intensa, principalmente o masculino”, informou o cantor. Desafio e paixão - Para o maestro Vanildo Monteiro, que prepara cantores para o Festival de Ópera desde 2002, tendo no currículo mais de 40 óperas, “o desafio existe, mas ele é cheio de amor e prazer de se fazer o que se gosta. É uma ópera que o coro está tendo contato pela primeira vez, e a partir de hoje iniciamos os ensaios, a preparação dessas vozes que serão aprimoradas pelo maestro Miguel (Miguel Campos Neto, regente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz), e em seguida pelo diretor cênico. Demos a largada, e estamos muito felizes”. “Lucia di Lammermoor” – obra de Gaetano Donizetti, com libreto de Salvatore Cammarano e baseada no romance “A Noiva de Lammermoor”, de Sir Walter Scott – estreou em Nápoles (Itália), no Teatro San Carlo, em 26 de setembro de 1835. O drama tem uma das mais famosas cenas de loucura do mundo operístico. Enganada pelo irmão, Enrico, Lucia acaba se casando com Arturo, mas a presença de Edgardo, seu verdadeiro amor, faz com que a jovem perceba o erro, mate o marido e enlouqueça. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: Agencia Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45264/comeca-preparacao-da-opera-lucia-di-lammermoor-atracao-do-festival-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de fev. de 2024 Iniciativa do governo do Pará teve casa cheia, em uma realização da Secretaria de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) Mesmo com a intensa chuva que caiu sobre Belém, na noite da última terça-feira (6), o público amante da música erudita não se deixou abater. O "Foyer" do Salão Nobre do Theatro da Paz foi palco da primeira edição de 2024 da Série Música de Câmara, que cativou a plateia com a suavidade lírica da harpa e a delicadeza etérea da flauta, apresentadas pelas talentosas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O repertório foi cuidadosamente selecionado para permitir que os dois instrumentos pudessem ser tocados juntos, criando uma combinação harmoniosa e relaxante, que evocou uma sensação de serenidade e beleza. Os dois instrumentos têm qualidades sonoras que se complementam, proporcionando uma experiência auditiva encantadora. A estudante de direito Jessica Souza, que chegou ao Theatro da Paz debaixo de chuva, compartilhou sua experiência. “Como trabalho aqui perto, ouvi falar do concerto, mas não me programei para vir. Mas, como estava pertinho daqui quando a chuva caiu, corri para cá na tentativa de esperar a chuva passar ouvindo uma boa música e amei. Me senti dentro de um sonho. Foi emocionante e quero repetir essa sensação de bem-estar. Vou me informar melhor sobre a programação do teatro e não faltarei a mais nada”, afirmou a estudante. A música de câmara, onde um pequeno grupo de músicos toca em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Esta forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferecendo uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e ser ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. A interação direta com os colegas também estimula a criatividade, a experimentação e a busca por novas interpretações musicais. Além disso, a prática da música de câmara contribui para a formação de uma identidade musical própria de cada músico. Ao interpretar obras em conjunto, os músicos são desafiados a expressar sua individualidade e personalidade artística, contribuindo para uma interpretação única e autêntica da obra. Essa autonomia e liberdade interpretativa fortalecem a confiança e a autoestima dos músicos, incentivando-os a explorar novas possibilidades musicais. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, proporcionando aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, e permitindo que eles destaquem sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, possibilitando a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas. Ela também contribui para a formação da identidade musical de cada músico, entre outros benefícios”, finalizou Henriane. O evento foi uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Assessoria de Comunicação do Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz

    < Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo

  • Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de mar. de 2024 Encerrou neste domingo (17) a “4ª Mostra de Teatro Nilza Maria”. O evento foi prestigiado por um grande público e movimentou a cena cultural da capital paraense por cinco dias com apresentações no Theatro da Paz. A mostra aconteceu no período de 13 a 17 de março de 2024 e homenageou o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à toda a sua contribuição às artes cênicas no Pará e à sua trajetória. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Angélica Ferreira, 24 anos, não perdeu nenhum dia da mostra e considerou muito importante para a cena cultural local as discussões em espetáculos que cada grupo trouxe ao palco. “Foi tudo muito importante para a cena cultural local. Faço teatro amador e, além de discussões muito pertinentes e atuais, foi um grande incentivo para que novos grupos invistam tempo fazendo teatro. Estou muito motivada”, afirmou. Foram cinco dias de muita cultura, cinco espetáculos teatrais a preços acessíveis, totalizando mais de oito horas de interpretações de diversos estilos. Cerca de 3 mil pessoas prestigiaram a quarta edição que exibiu as seguintes peças: Belém Bragança - Os trilhos da Esperança (José Leal), Gato por Lebre (Saulo Sisnando), O que não se diz apodrece em nós (Paulo Santana), Joana (Edyr Proença) e Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas (Evanildo Mercês). Além de entreter o público, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria teve como propósito contribuir para a formação cultural de todos os paraenses, democratizando o acesso à cultura, estimulando o hábito de frequentar o teatro e fomentando a circulação de companhias teatrais locais. O evento foi uma oportunidade única para os grupos teatrais compartilharem suas produções e fortalecerem o cenário cultural do Estado. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz, o momento é de celebrar e agradecer. “Ver esta casa cheia em todas as apresentações nos faz acreditar que nós temos plateia e cada grupo que se apresentou deu uma exibição de amor pela arte do teatro feito aqui em Belém e me deixo muito feliz. Esta foi a oportunidade de entender que a regularidade das ações culturais é necessária para a formação do público. Já estamos refletindo sobre como ampliar e melhorar a mostra, para que ela alcance um público cada vez maior. E hoje, vocês já podem dizer que assistiram o incrível Salustiano Vilhena”, concluiu com aplausos. O encerramento ficou por conta do monólogo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas”, do grupo de Icoaraci MÁ CIA DE TEATRO, com o ator Salustiano Vilhena. A montagem é uma colagem de textos de autores como Fernando Pessoa, Rubens Alves, Mario de Andrade, entre outros, que trazem como tema a solidão, memórias, conflitos existenciais, vida e morte. “É claro que já estive muitas vezes aqui neste palco, isso há alguns anos, e estou muito feliz de estar aqui hoje, de voltar para esta casa, e só tenho a agradecer a essa iniciativa e agradecer a todos vocês por terem vindo nos assistir, não só nós, mas também os que vieram durante a semana. Muito obrigado e vida longa à Mostra de Teatro Nilza Maria e que venha lindamente a 5ª edição”, finalizou. Com um público engajado e peças de grande qualidade artística, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria foi um verdadeiro sucesso, deixando um legado de valorização da cultura e da arte teatral no Pará. A expectativa é que a próxima edição seja ainda mais grandiosa, ampliando o alcance e o impacto dessa iniciativa que enriquece a vida cultural da região. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52422/theatro-da-paz-encerra-mais-uma-edicao-da-mostra-de-teatro-nilza-maria Anterior Próximo

  • Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jun. de 2023 Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz Foto: Lucas Mont/ SECULT Dois sonhos que se realizaram na Grand Premier do balé de repertório “O Corsário”. A estudante do ensino médio Jéssica Carmo, desde bem pequena, desejava assistir um espetáculo de balé e conhecer o Theatro da Paz. Ela só não imaginou que realizaria os dois sonhos em um só dia. “Eu ganhei da minha tia o ingresso para “O Corsário” e aqui estou eu conhecendo o templo paraense das artes. Estou maravilhada com tanta beleza. O espetáculo foi lindo e espero que essa temporada retorne para que mais pessoas possam assistir também”, afirmou a estudante. Regado de muita emoção e saudade do primeiro semestre da temporada 2023 do Theatro da Paz, a noite de estreia de “O Corsário” celebrou conquistas importantes das atividades artísticas do teatro monumento, é o que afirma a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. “Queremos agradecer a presença do público e a todos os trabalhadores e trabalhadoras do Theatro da Paz, os músicos que fazem nossos corpos artísticos e nos emprestam seus talentos. Nesta noite vivemos uma experiência que vai ficar marcada na trajetória do Da Paz. Uma parceria entre o Governo do Pará e a Companhia de Dança Ana Unger, com apoio do Colegiado de Dança do Pará, realizou pela primeira vez, audições para selecionar 60 bailarinos de várias companhias para compor o balé “O Corsário”, apresentado completo pela terceira vez no Brasil e pela primeira vez em nosso Estado. Uma superprodução que realizamos com ajuda dessa turma que está na coxia, no cenário, figurino, iluminação, som, um batalhão que faz a cultura e a arte”, explica a secretária. De acordo com Daniel Araujo, diretor do Theatro da Paz, a montagem paraense, além dos 60 bailarinos selecionados por audições, conta com 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, gerando um intercâmbio importante para a formação do corpo de balé local. “É de extrema importância apresentar esse gênero artístico para o nosso público que já está habituado a outros estilos da música clássica, principalmente pela valorização do profissional de dança que carrega história, tradição e apresentá-lo ajuda a preservar essa herança cultural”, disse. Enredo - "O Corsário" é um ballet clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O ballet foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus, e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de ballet em todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus pas de deux emocionantes. Embora "O Corsário" seja um ballet e não uma obra de música clássica, a sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e pas de deux que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos, mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, afirmou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45092/bale-o-corsario-e-apresentado-pela-primeira-vez-no-para-e-surpreende-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz

    < Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo

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