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  • 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão | Theatro da Paz

    < Volte 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Gênero envolve teatro e música e tem público cativo na capital paraense Com o encerramento das duas sessões do musical “O Príncipe do Egito”, o XXIII Festival de Ópera do Teatro da Paz reafirmou seu compromisso com a inovação e a inclusão. As apresentações, realizadas nos dias 24 e 25 de agosto, encantaram o público com sua excelência artística e atenção minuciosa aos detalhes, construindo uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo. Com um público total de cerca de 1.450 pessoas, o Theatro da Paz esteve completamente lotado nas duas noites, refletindo acessibilidade e entretenimento pela adaptação dirigida pelo maestro Pedro Messias. "A temporada de ‘O Príncipe do Egito’ foi simplesmente maravilhosa. Ver o teatro lotado por dois dias consecutivos para assistir a um musical produzido majoritariamente por alunos dos projetos de extensão de um instituto universitário estadual, fruto do processo pedagógico desses alunos é gratificante", destacou o maestro. Sobre a integração do teatro musical ao Festival, Pedro Messias acrescentou. “Estar dentro do Festival de Ópera é sempre uma experiência fantástica. Vim de São Paulo para Belém justamente para trabalhar neste Festival, que eu amo profundamente, e foi ainda mais especial porque o Festival de Ópera, que se dedica exclusivamente à ópera há mais de 30 anos, se abriu para uma linguagem completamente nova este ano. O resultado foi extremamente positivo", finalizou. O sucesso artístico do espetáculo foi ainda mais enriquecido pela inclusão da comunidade surda nas apresentações, sublinhando a importância de uma cultura acessível e democrática. A emoção vivenciada por um grupo de 30 surdos, que pela primeira vez experimentou a grandiosidade do Theatro da Paz, reforça a necessidade de continuar investindo em iniciativas que tornem a arte um direito de todos. Kleber Dümerval, que interpretou o Faraó Seti, destacou a complexidade e a colaboração envolvida na produção do musical "O Príncipe do Egito", realizada no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. "O Festival de Ópera abriu espaço para o projeto de extensão da Fundação Carlos Gomes, o Ópera Estúdio, que, em parceria com a Liga de Teatro, desenvolve muitos trabalhos de dramaturgia. Eles nos escolheram, da Companhia Aktuô, com base na nossa versão do 'Príncipe do Egito' de 2022", explicou Kleber. Ele também enfatizou o valor de trabalhar com uma orquestra após anos de pesquisa e desenvolvimento com playback. "Foi como saciar uma sede antiga". Kleber ainda comentou sobre a importância do teatro musical em Belém, destacando que, apesar de ainda estar em fase inicial, essa linguagem merece um olhar especial. Lenno Ávila, que interpretou Moisés pela segunda vez na produção de "O Príncipe do Egito", destacou a importância histórica do espetáculo dentro do contexto do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Ele sublinhou que a produção vai além da simples narrativa bíblica, ressaltando o impacto de ser o primeiro espetáculo de teatro musical com orquestra em Belém do Pará, realizado dentro do Festival. "Estar no Theatro da Paz apresentando esse espetáculo é muito maior do que poderíamos imaginar". Lenno também refletiu sobre a profundidade emocional da história, especialmente na relação entre Moisés e Ramesses. "O texto é diferente, foi um novo aprendizado, mas é incrível porque mostra outras vertentes que não vemos sempre. Aqui vemos o amor entre os dois irmãos e como talvez Ramesses não fosse 100% mal. É uma forma de mostrar ao público que existe perdão, que no final eles se entenderam de alguma forma, e que tudo deu certo. Atravessamos o mar e tudo valeu a pena", finalizou. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou o impacto transformador das apresentações. "Foi emocionante ver o Theatro da Paz lotado nos dois dias de apresentação, não apenas pela quantidade de pessoas, mas pela conexão genuína que o público demonstrou com a história que contamos”, disse a diretora. Para Rafaela Souza, de 23 anos, que sonha em ser atriz, foi uma emoção assistir ao musical. "Ver o 'Príncipe do Egito' no palco do Theatro da Paz foi uma experiência inesquecível. Eu sempre sonhei em ser atriz e estar em um lugar como esse, assistindo a um espetáculo tão grandioso, só me fez acreditar ainda mais no meu sonho. Espero um dia poder estar nesse palco, emocionando as pessoas assim como fui emocionada hoje", revelou. O encerramento de "O Príncipe do Egito" deixou uma sensação de dever cumprido e criou expectativas positivas para as futuras edições do festival, que promete continuar surpreendendo o público paraense. A combinação de inovação, tradição e inclusão marcou o evento como um exemplo de como a arte pode ser transformadora e acessível. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59079/o-principe-do-egito-marca-o-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-com-inclusao Anterior Próximo

  • Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de out. de 2023 Acesso será limitado a 50 lugares por ordem de chegada, a partir de 18h, na próxima terça-feira (17) Na próxima terça-feira (17), às 18h, o Foyer do Theatro da Paz, em Belém, será palco do primeiro "Sarau Chuva de Poesia", um evento que promete envolver os amantes da literatura. Nesta edição inaugural, o sarau prestará uma homenagem ao escritor Rodrigues Pinagé. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Augusto, diretor do Theatro da Paz, o sarau representa uma alternativa cultural que vem celebrar a poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e público possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras. “O Foyer estava fechado para reparos e nós estamos reabrindo o espaço para a visitação, e também para a poesia. Esperamos viver grandes momentos nesse belíssimo espaço e este é só o primeiro sarau de muitos outros que virão”, declarou o diretor. O evento ainda busca estimular a criatividade e a expressão artística, além de envolver talentos da literatura local, fortalecendo a cultura literária em Belém. José Rodrigues Pinagé nasceu em Natal (RN) em 29 de outubro de 1895 e faleceu em Belém em 1973. Foi poeta que se dedicou aos estilos lírico e satírico, trovador, tipógrafo, jornalista e servidor público, sendo conhecido como o "Príncipe dos Poetas Paraenses", título oficial recebido do governo do estado do Pará em 1964. Conhecido por sua escrita sensível e marcante, Pinagé é um dos ícones da literatura paraense. Sua poesia evoca as belezas e peculiaridades da região amazônica, com reflexões sobre a vida e a natureza. A homenagem ao escritor no primeiro "Sarau Chuva de Poesia" reconhece sua contribuição literária e inspira novos talentos a seguirem seus passos. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, a abertura contará com a participação do ator Adriano Barroso, que irá performar recitando trechos das obras de Rodrigues Pinagé. Os poetas locais também terão a oportunidade de recitar seus próprios poemas ou declamar obras de outros autores que os inspirem. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. Devido à capacidade do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: I "Sarau Chuva de Poesia" Terça-feira (17), às 18h Foyer do Theatro da Paz. Entrada gratuita Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém | Theatro da Paz

    < Volte Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de mar. de 2024 Performances musicais e participações encantaram a plateia como a cantora Júlia Passos interpretando 'Feeling Good', consagrada na voz de Nina Simone Os amantes da música em Belém foram agraciados com uma noite de performances arrebatadoras no concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", da Amazônia Jazz Band (AJB). Realizado no Theatro da Paz, na quinta-feira (21), o espetáculo trouxe uma jornada musical que misturou os clássicos do jazz com elementos contemporâneos, resultando em uma experiência sonora diferente. Desde os acordes iniciais até os solos virtuosos, a plateia foi conduzida por uma variedade de estilos, que abrangiam desde o swing tradicional até o R&B contemporâneo, passando pelo funk, pelo blues e pela música regional. Composições de renomados artistas como Gordon Goodwin e arranjos originais de Kim Freitas foram apresentados com maestria, destacando a habilidade e a versatilidade dos músicos. "Este concerto foi uma experiência incrível", compartilhou Maria Antônia da Silva, estudante de 20 anos e frequentadora assídua dos espetáculos da Big Band. "Eu sempre me emociono com a energia e a paixão que eles trazem para o palco. Foi uma noite memorável, repleta de momentos que ficarão gravados na minha memória”. Uma das peças em destaque foi "Count Bubba’s Revenge", que se destacou por sua fusão de estilos. O maestro Coutinho explicou que esta composição apresenta um estilo tradicional de shuffle, com raízes no jazz swing, mas com uma abordagem contemporânea e complexa. "É uma música desafiadora, com solos tecnicamente exigentes de cada naipe da Big Band", acrescentou o maestro. Outro momento memorável do concerto foi a interpretação de "Pureza", um arranjo original do guitarrista Kim Freitas que incorporou elementos de jazz funk. A música, conhecida pelo público paraense, ganhou uma nova vida com harmonias e ritmos contemporâneos, demonstrando a habilidade da banda em reinventar clássicos. Além disso, o concerto incluiu uma homenagem especial ao percussionista Tito Ponti com a música "Horn Of Puente”, que enfatizou a percussão e a improvisação. Esta peça exemplifica a essência do jazz fusion, combinando elementos tradicionais com uma abordagem contemporânea e experimental. Além das performances musicais de alto nível, o concerto também contou com participações especiais que elevaram ainda mais o seu impacto. A cantora Júlia Passos emocionou a plateia com sua interpretação de "Feeling Good", originalmente interpretada por Nina Simone, enquanto os solos inspirados do guitarrista Kim Freitas adicionaram uma camada extra de brilho às composições. A canção, com sua mensagem de positividade e empoderamento, ressoou profundamente com a plateia, destacando o papel do jazz como uma forma de expressão e resistência. O maestro Elias Coutinho, em entrevista após o espetáculo, expressou sua satisfação com o resultado e agradeceu ao público pelo apoio contínuo. "Foi uma noite especial para nós", afirmou. "Nossa missão é sempre levar o melhor da música para o nosso público, e estamos felizes por ter conseguido proporcionar essa experiência", finalizou. Com o sucesso do concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", as expectativas agora estão elevadas para os próximos eventos da Amazônia Jazz Band, que continuará a encantar o público com sua paixão e talento. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52586/concerto-jazz-fusion-da-tradicao-ao-contemporaneo-encanta-publico-em-belem Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band inspira músicos profissionais em concerto didático em Santarém | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band inspira músicos profissionais em concerto didático em Santarém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 “A arte só é arte quando é compartilhada, e os concertos didáticos são uma ótima oportunidade para socializar conhecimento”. Assim declarou Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), minutos antes de iniciar o Concerto Didático para músicos realizado na tarde da última terça-feira (28), na Casa da Cultura em Santarém. Ao som das fusões do jazz com ritmos, cores e sons, com clássicos, samba, balada e música pop, a iniciativa teve por objetivo fazer com que a experiência inspirasse os músicos, intercalando as apresentações com explicações técnicas sobre cada música ou estilo musical e rodadas de perguntas. A Amazônia Jazz Band, reconhecida internacionalmente por sua excelência musical e compromisso com a preservação da herança amazônica, apresentou um repertório diversificado, mesclando clássicos do jazz com arranjos inspirados na rica biodiversidade e cultura amazônica. O grupo, composto por talentosos músicos locais, demonstrou virtuosismo e sensibilidade ao explorar suas performances e improvisos. “O nosso repertório de hoje se baseou no que tenho apostado muito, nas várias linguagens mundiais, executando um jazz de alta performance. Por exemplo, hoje a gente tem ‘La Fiesta’, que é um tema do americano Chick Corea, influenciado totalmente pela música flamenca. A gente tem também músicas como ‘Funky Cha-Cha’, do cubano Arturo Sandoval, que é um tchachacha. Então, essa questão de trabalharmos de maneira geral vários estilos faz com que estejamos o tempo inteiro lidando com música de várias partes do mundo e estando aptos a fazer isso com mais facilidade”, continuou Coutinho. "Como alguém que já foi um músico iniciante, a primeira intenção é, claro, inspirar. Isso é algo inegociável para todos nós da AJB. Trazer inspiração para os novos músicos que estão crescendo, para que eles possam ver que paraenses podem ter um alto nível de performance a nível mundial”, completou. Na Amazônia Jazz Band, 80% dos músicos são do interior do Estado. Isso mostra também que não importa de onde o músico é, o importante é que estude e busque crescer a cada momento para alcançar seus objetivos. É o caso do músico santareno Leandro Aquila. “Estou aqui hoje, porque tenho o sonho de me tornar um grande saxofonista e o maestro Elias sempre foi uma inspiração para mim. Saber que ele é de Santa Izabel do Pará e não da capital me deixa cheio de esperança. Aqui em Santarém não temos grandes referência jazzística e que bom que a AJB está aqui hoje mostrando que é possível desenvolver esse trabalho em Santarém e no meu caso, um dia fazer parte da Jazz”, finalizou sorrindo. Assim, o repertório da Amazônia Jazz Band teve um papel fundamental, inspirar os músicos para que eles possam buscar, dentro dessas várias linguagens musicais, uma identificação natural. O concerto também teve um caráter educativo, proporcionando aos músicos profissionais presentes uma oportunidade única de aprendizado e aprimoramento técnico. Durante a apresentação, os integrantes da Amazônia Jazz Band compartilharam experiências e conhecimentos, discutindo aspectos teóricos e práticos da música, como improvisação, arranjos e técnicas específicas do jazz. Essa interação estimulou o compartilhamento de ideias e experiências, fortalecendo a comunidade musical local e promovendo a troca de conhecimentos entre os profissionais presentes. O concerto didático da Amazônia Jazz Band em Santarém reafirmou a importância de valorizar e preservar a rica cultura musical da região amazônica. Além de entreter o público, a iniciativa favoreceu um ambiente propício para o crescimento artístico e musical dos músicos profissionais, contribuindo para o fortalecimento da cena musical local. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49517/amazonia-jazz-band-inspira-musicos-profissionais-em-concerto-didatico-em-santarem Anterior Próximo

  • Agendamentos | Theatro da Paz

    Registros Fotográficos Para realizar a solicitação de um registro fotográfico, preencha o formulário ao lado com as informações solicitadas: Sugestão de data Finalidade do registro Quantidade de pessoas envolvidas Os registros fotográficos podem ser agendados nos seguintes horários: Terça a sexta-feira: das 12h às 14h Sábados: das 09h às 10h30 Locais disponibilizados: Escadaria do Hall de entrada, frente do espelho e escadarias laterais ao espelho. Importante: Não realizamos agendamento para registros fotográficos aos domingos e feriados. Formulário de Agendamento Nome Telefone Sobrenome Email Sua solicitação Enviar Mensagem enviada!

  • Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' | Theatro da Paz

    < Volte Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 9 de fev. de 2024 A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) promoveu o tradicional concerto "Carnaval Sinfônico", na noite desta quinta-feira (08), em Belém. Sob a regência do maestro assistente da OSTP, Agostinho Fonseca Jr., a cantora paraense Naieme foi a solista do espetáculo, que contou com um repertório de clássicos do gênero extraídos de um repertório tipicamente brasileiro e europeu. A ação é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Como já é tradição, desde 2015 a OSTP apresenta esse concerto com trajes festivos e fantasiados de personagens emblemáticos do cinema e da história mundial, e este ano não foi diferente. O objetivo foi trazer de volta o encanto dos bailes de carnaval de outrora, com um mix de canções e marchinhas que fizeram história, encontrando eco entre os apreciadores mais experientes, ao mesmo tempo em que traz informações para novas plateias. De acordo com o maestro Agostinho Fonseca Jr., o programa foi composto por compositores europeus como Theodore Lalliet, Darius Milhaud, um francês que morou no Brasil e compôs temas populares brasileiros, ou seja, um europeu escrevendo sobre o carnaval brasileiro, além de brasileiros como Waldemar Henrique, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, com músicas extremamente conhecidas e celebradas, tanto nacional quanto internacionalmente. "Ficamos muito felizes com a receptividade do público e a identificação com esse repertório, pois são músicas, a maioria delas extremamente desconhecidas e extremamente festivas, já que o Carnaval tem essa conexão para nós", continuou. "Homenageamos a tradição da cultura popular do país e mostramos que a nossa orquestra é um organismo versátil que consegue executar não só sinfonias eruditas, mas também tocar trilhas de filmes, música popular e arranjos diferentes", finalizou. Naieme interpretou canções do maestro Waldemar Henrique, entre elas 'Casa da Viúva Costa', que não é tão conhecida do grande público. Ela é cantora de música popular, mas tem formação erudita, e não é a primeira vez que Naieme se apresenta junto à OSTP. "É sempre um presente me apresentar com essa orquestra maravilhosa, que é um patrimônio da nossa terra. As músicas que interpretei não são clássicos de Waldemar Henrique, como 'Uirapuru', por exemplo, e isso é muito importante para mim, pois exige pesquisa, voltar à partitura e aos meus tempos de Conservatório Carlos Gomes. Ao mesmo tempo, temos a responsabilidade de interpretar, obedecendo à partitura, mas trazendo um pouquinho do timbre, da personalidade vocal. Estou muito grata e feliz pela receptividade do público", declarou a cantora. A família Castro assiste ao Concerto Carnaval Sinfônico da OSTP há oito anos. O patriarca da família, seu Antônio Castro, de 72 anos, sempre vai ao teatro fantasiado ou usando algum acessório carnavalesco, e este ano não foi diferente. "Desta vez, optei pela discrição e vim apenas com um lenço vermelho de pirata e um tapa-olho. Fui notado pelos músicos que estavam no palco, o que já me deixou muito feliz, além do deleite que foi poder relembrar um tempo que não volta mais dos bailes de carnaval nos clubes de Belém. Hoje, meu carnaval, eu curto aqui no Theatro da Paz", afirmou nostalgicamente. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51370/tradicao-e-alegria-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-celebra-carnaval-sinfonico Anterior Próximo

  • Pautas | Theatro da Paz

    Confira os procedimentos para a formalização de pautas no Theatro da Paz, bem como agendamento de registros fotográficos. 1/1 Formalização de Pautas Confira o nosso Manual de Espetáculos para obter mais informações sobre o que se realiza, o que não é permitido e os procedimentos para solicitar sua pauta no Theatro da Paz. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato através do e-mail ou telefone abaixo. E-mail: pauta@theatrodapaz.com Fone: (91) 3252-8602 Manual de Espetáculos

  • Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 23 de set. de 2024 Composições de Dona Onete, Paulo André e Ruy Barata e Chico Sena, estão no repertório do espetáculo às 20h desta quarta-feira, com ingressos a R$ 2 Nesta quarta-feira (25), a Amazônia Jazz Band (AJB) sobe ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto inédito dedicado exclusivamente à música paraense. Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a apresentação intitulada "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" trará um repertório exclusivo de composições paraenses, todas rearranjadas especialmente para a big band. “É a primeira vez que a Amazônia Jazz Band apresenta um concerto inteiro de música paraense. Nosso objetivo é que a Big Band seja conhecida pelo som amazônico, pelo repertório que remete à nossa própria região”, explicou o maestro Elias Coutinho, ao contar que esse trabalho de valorização do repertório regional tem sido uma das principais diretrizes da AJB nos últimos anos. O programa da noite inicia com “Indauê Tupã”, de Paulo André e Ruy Barata, uma canção gravada em um dos primeiros discos de Fafá de Belém. Em seguida, o público poderá apreciar “Ao Pôr do Sol”, de Firmo Cardoso e Dino Souza, que, conforme destaca Elias Coutinho, “é um verdadeiro hino que, mesmo após décadas de seu lançamento, continua sendo cantado por todas as gerações”. Depois, a AJB apresenta “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena, seguida por “Sinhá Pureza”, de Pinduca, e “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete, ambas com arranjos de Kim Freitas. Na nova roupagem, a sonoridade jazzística se alia às melodias já conhecidas do público. “Não pretendemos fazer algo igual ao que já foi feito, mas sim apresentar ao público uma nova experiência sonora”, ressalta Coutinho. O repertório também inclui “Bom Dia Belém”, de Adalcinda Camarão e Edyr Proença, que traduz uma homenagem à capital paraense, e “Esse Rio é Minha Rua”, de Paulo André e Ruy Barata, que descreve poeticamente a vida na Amazônia. Para o maestro, “essas músicas falam diretamente com o público, pois representam diferentes facetas do Pará, do cotidiano da capital à vida ribeirinha”. Rafael Rocha, que tem se destacado como um dos principais nomes no arranjo para big bands no Brasil, também colaborou com os arranjos. Ele trabalhou em parceria com Daniel Serrão e Thiago de Albuquerque, dois grandes músicos paraenses, e o trabalho resultou em arranjos que integram elementos característicos da música regional ao formato jazzístico da Amazônia Jazz Band. O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" é uma realização do governo do Pará, via Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), da Academia Paraense de Música e do Theatro da Paz. “É um grande orgulho poder apresentar esse concerto somente com composições e arranjos das nossas músicas. Qualquer paraense vai poder prestigiar e se emocionar”, conclui Elias Coutinho. Serviço : O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense", da Amazônia Jazz Band, será realizado no Theatro da Paz, nesta quarta-feira (25), às 20h. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 por pessoa. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Anterior Próximo

  • Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz

    < Volte Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor Yasmin Cavalcante - NCS/SEAP 22 de set. de 2023 Com o Projeto Sons de Liberdade, a Seap garante às internas participação na montagem dos espetáculos do Festival de Ópera do Theatro da Paz O trabalho realizado por internas do sistema penitenciário do Pará, que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), coordenada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), garantiu mais uma ação em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). Na quarta-feira (20), por meio do Projeto Sons de Liberdade, 22 internas assistiram ao ensaio geral da Ópera “Lucia di Lammermoor”, no Theatro da Paz, em Belém, que vai integrar a programação do XXII Festival de Ópera. O “Sons de Liberdade” é desenvolvido pela Seap, em parceria com a Secult, visando ressocializar pessoas privadas de liberdade por meio do trabalho e da arte. A iniciativa promove oficinas de figurinos e moda, visagismo e cenografia para internos das unidades do Centro de Recuperação Feminino (CRF) e da Central de Triagem Metropolitana II (CTM II). Para Raquel Lima, coordenadora de Trabalho e Produção da Seap, o Projeto Sons de Liberdade tem duas frentes de trabalho dentro do sistema prisional. “Temos a frente de capacitação profissionalizante dos internos, sejam mulheres ou homens, e também temos a confecção de produtos, com a contribuição da mão de obra ou alguma peça feita dentro do sistema. Além disso, trazer as internas ao Theatro da Paz é um momento de oportunizar cultura e arte para as pessoas privadas de liberdade”, explicou. O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz gera empregos para trabalhadores e trabalhadoras envolvidos na montagem dos espetáculos e também contribui para a reinserção social das custodiadas. “Estamos muito felizes porque nessa montagem nós teremos, pela quinta vez, a participação das nossas custodiadas do sistema prisional. A Coostafe é uma cooperativa que tem colocado os talentos dessas mulheres à disposição da economia criativa, da cultura e da arte com a produção dos figurinos nessa obra”, ressaltou a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Oportunidade – Presidente da cooperativa há quase sete anos, Leilane Sales disse que o “Sons de Liberdade” permitiu a participação em montagens de muitas óperas, além de oportunizar às internas o retorno à sociedade como profissionais, em várias áreas de artesanato, na costura, pintura e bordado. “Hoje, a simples produção de uma roupa traz importância muito grande na nossa vida, porque mostra que somos capazes. Em todas as participações no Theatro da Paz podemos ver o quanto é importante ressignificar a vida através da arte e do artesanato. Essa oportunidade foi muito gratificante para mim, e eu creio que para as minhas colegas também, porque eu vi a alegria e o brilho no olhar de cada uma delas. Só tenho a agradecer a oportunidade que nos deram”, disse Leilane Sales. Nanda Rodrigues entrou no Theatro da Paz – a centenária casa de espetáculos no centro da capital paraense - pela primeira vez, graças ao trabalho na cooperativa. Ela enfrentou o desafio de confeccionar uma vestimenta para a ópera. “Minha maior dificuldade foi fazer um figurino praticamente sozinha, porque deixaram tudo na minha mão. As minhas amigas me ajudaram, mas elas também tinham outras coisas para fazer. Eu achei que não ia conseguir fazer a roupa. Mas deu certo no final, e eu achei maravilhoso ver o meu trabalho e o das minhas amigas no palco”, contou. A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora foi criada em 2014, e tem seu espaço no Centro de Reeducação Feminino (CRF) de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. É formada por cerca de 30 mulheres custodiadas, que se dividem nas tarefas que envolvem entre as atividades da cooperativa, como a criação de peças de artesanato, costura, pintura e bordado. Serviço: Quem desejar adquirir algum produto ou contribuir com a Cooperativa pode entrar em contato pelo número (91) 9855-90331, pelo e-mail coostafe@seap.pa.gov.br ou pelo Instagram @ coostafe.pa . Texto: Yasmin Cavalcante - NCS/Seap Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47530/custodiadas-da-coostafe-assistem-ao-ensaio-geral-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo

  • Internas da Coostafe trabalham no figurino da ópera ‘O Menino Maluquinho’ | Theatro da Paz

    < Volte Internas da Coostafe trabalham no figurino da ópera ‘O Menino Maluquinho’ Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de ago. de 2023 O espetáculo é atração nesta semana do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, levando ao palco a arte de Ziraldo e o talento de custodiadas da Seap A ópera “O Menino Maluquinho”, de Ernani Aguiar, estreia na sexta-feira (1º de setembro), no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, recriando no palco a obra do desenhista Ziraldo, protagonizada pelo garoto com a panela na cabeça. Para garantir figurinos adequados ao espetáculo, a figurinista Melissa Maia contou com a ajuda do Projeto Sons de Liberdade, por meio das custodiadas do Centro de Recuperação Feminina (CRF) que atuam na Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe). O Projeto Sons de Liberdade é uma iniciativa do Governo do Pará. A participação no Festival de Ópera resulta da parceria entre as secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Administração Penitenciária (Seap), a direção do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música. Arte e mudança - Melissa Maia esteve na manhã desta terça-feira (29) na Coostafe, proporcionando às cooperadas a oportunidade única de colaborar com a produção do espetáculo, transformando arte em ferramenta de transformação social. “Transformação é a palavra aqui. Estamos adequando alguns figurinos e transformando outros, assim como, a partir deste encontro com estas mulheres, nos transformamos e esperamos contribuir para a transformação de suas vidas, também. Eu acredito que a arte é capaz de transformar, e espero colaborar com isso”, disse Melissa Maia. Ela conduziu o trabalho de criação e adaptação de figurinos, envolvendo as mulheres em todas as etapas do processo. Elas puderam expressar sua criatividade, aprender técnicas de costura e contribuir com ideias para o visual dos personagens da ópera. A figurinista ressaltou a importância dessa colaboração. “Estou extremamente emocionada em trabalhar com essas mulheres talentosas. Através da arte e da moda estamos proporcionando uma experiência enriquecedora, que as ajudará a reconstruir suas vidas e a encontrar novas perspectivas”, acrescentou. Os resultados dessa colaboração serão revelados nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, as 20h, quando a Ópera “O Menino Maluquinho” será apresentada no palco do Theatro da Paz. O público vai conferir a criatividade, dedicação e o talento das internas que contribuíram para a magia do espetáculo. A iniciativa da figurinista Melissa Maia e do Centro de Recuperação Feminina mostra que a arte tem o poder de mudar vidas e criar oportunidades de superação. Reinserção - O principal objetivo do “Sons de Liberdade” é a reinserção de egressos do Sistema Penal no mercado de trabalho, incluindo as etapas de produção da ópera. Para isso, desde 2021 são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando a centenária casa de espetáculos como um teatro escola e uma alternativa de fomento a uma cultura de paz, que proporciona arte, profissionalização e desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em sociedade. Texto: Úrsula Pereira – Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46815/internas-da-coostafe-trabalham-no-figurino-da-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo

  • Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 21 de nov. de 2024 Iniciativa da Secult, Seirdh e Coro Carlos Gomes fez parte do Preamar da Consciência Negra Na noite desta quarta-feira (20), Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra, pela primeira vez celebrado como feriado nacional, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) e Fundação Carlos Gomes, apresentaram a “Missa Cubana” no Theatro da Paz. O espetáculo da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), junto ao Coro Carlos Gomes, teve como regente a maestra cubana Maria Antonia Jiménez. “É uma honra termos sido chamados para esse concerto, especialmente nesse dia da consciência negra. É uma responsabilidade muito grande e estamos aproveitando para além da missa cubana, fazer uma primeira parte pequena, mas com músicos brasileiros, negros e que com os anos, as fotos foram se branqueando e as pessoas não tem noção de que o Brasil tem um patrimônio gigante de música erudita de compositores negros”, disse Maria Antônia. A primeira parte do espetáculo, apenas com o coro, teve a participação do percussionista Williams Tanoeiro e da pianista Ana Maria Adade. “Existe um imaginário coletivo de que música erudita é coisa de brancos, só que não é assim. E por isso a gente escolheu compositores negros para trazer hoje à noite, para mostrar a vocês a qualidade desses músicos, desses compositores”, completa Jiménez. “Quero fazer um agradecimento às 300 pessoas que vem de comunidades quilombolas do Acará, de Ananindeua, de Tomoju, de Ilha Gabi, que estão hoje aqui no Theatro da Paz, e todas as pessoas das comunidades de terreiro, que nos honram muito com sua presença para prestigiar a obra do José María Vitier, dedicada à Virgem da Caridade de El Cobre, uma obra muito bonita que traz essa energia, desses tambores de África para dentro de uma peça de música clássica e que traz pra nós essa influência tão poderosa e rica desta cultura africana para o nosso Brasil que ainda precisa ser o Brasil sem racismo. Viva o 20 de novembro, dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra", aponta a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Para segunda parte, a OSTP subiu ao palco e junto ao Coro Carlos Gomes apresentou a “Missa Cubana”, uma peça emblemática em homenagem à padroeira de Cuba, Virgem da Caridade de El Cobre. A mistura da música clássica, erudita, com os ritmos cubanos e afro-cubanos é o diferencial do espetáculo. O sacerdote de Umbanda, Lucian Campos, fala sobre a importância da presença dos povos de terreiro no Theatro e em especial, neste espetáculo. “Pra mim significa resistência, ocupação de vários espaços que por muitas vezes o pobre, o negro, o praticante de umbanda não tem acesso. Eu mesmo estou vindo ao Theatro da Paz pela primeira vez”. A peça envolveu o público e ao final da apresentação os músicos e cantores foram aplaudidos de pé. Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61530/espetaculo-missa-cubana-reune-musica-classica-aos-ritmos-afro-cubanos-no-dia-da-consciencia-negra-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 6 de set. de 2024 Recital trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos e emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico O Duo Azulay, formado pelos irmãos Adriana e Humberto Azulay, brilhou no palco do Theatro da Paz na noite da última quarta-feira (04), em uma apresentação memorável dentro da programação do XXIII Festival de Ópera, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O recital, que trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos, emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico. O duo, que existe desde 2009, demonstrou sua afinidade musical ao executar obras de grandes compositores como Carlos Gomes, J. Strauss e Bizet. A apresentação, que incluiu aberturas e árias emblemáticas, surpreendeu o público com interpretações vibrantes e cuidadosas, fruto da intensa preparação para o festival. Uma das grandes surpresas da noite foi a participação de um casal de bailaoures que encantou o público com uma apresentação de dança vibrante durante a suíte da ópera “Carmen”, de Bizet. Ao som da icônica Danse Boheme, o casal trouxe ainda mais vida à música, em uma performance que elevou o nível artístico da noite. "Foi inesperado e emocionante. A dança flamenca ao som de Carmen foi o ponto alto da noite, sem dúvida", comentou o espectador Augusto Câmara. A participação no Festival de Ópera do Theatro da Paz foi um marco na carreira dos irmãos. "É sempre uma honra participar de um evento tão importante para a cultura paraense. Esta é a nossa primeira vez no festival, e estamos muito emocionados", destacou Humberto. Adriana, por sua vez, falou sobre a emoção de tocar em um dos teatros mais históricos do Brasil. "O Theatro da Paz é um espaço que carrega muita história e significado para nós. Tocar aqui, dentro da programação do festival, é um momento único", afirmou. Entre o público presente estava Cléia Miranda, de 84 anos, que conhecia Adriana Azulay e decidiu apostar no talento da dupla ao assistir ao recital. "Eu já acompanho o trabalho da Adriana há muito tempo, e sempre acreditei que eles chegariam longe. Vim ao teatro porque sabia que seria uma apresentação grandiosa, e não me decepcionei. Foi uma noite maravilhosa, cheia de emoção", declarou Cléia, visivelmente emocionada. O recital foi cuidadosamente estruturado, dividindo-se em duas partes. Na primeira, os irmãos Azulay executaram peças como a Protofonia de "Il Guarany" de Carlos Gomes e a abertura da ópera "O Morcego" de J. Strauss. Na segunda parte, destacaram-se as obras de Bizet, com uma brilhante interpretação da suíte de Carmen, que incluiu, além da Danse Boheme, trechos como "Habanera" e "Les Toreadors". Adriana Azulay também ressaltou a importância de tornar a música clássica acessível a todos. "Nosso papel enquanto artistas é levar essa arte a todos, de maneira acessível, e o Festival de Ópera permite essa experiência", afirmou. O duo, além de executar com maestria as obras escolhidas, também criou uma conexão com o público, tornando o recital uma experiência imersiva e emocionante. A noite no Theatro da Paz foi marcada não apenas pela beleza das interpretações, mas também pela celebração da música clássica em um dos mais belos palcos do Brasil. Com a promessa de surpresas no repertório, o Duo Azulay cumpriu sua missão de oferecer uma apresentação inesquecível, deixando o público em êxtase. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz segue com uma programação rica e variada, reafirmando o compromisso de promover grandes produções e valorizar artistas como Adriana e Humberto Azulay, que mais uma vez mostraram sua excelência no cenário da música clássica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59413/duo-azulay-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

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