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  • Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jan. de 2024 Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a AJB mostrou um repertório repleto de influências, de clássicos a composições contemporâneas A noite desta terça-feira (30) marcou a reabertura do Theatro da Paz ao público após um período de manutenção, com a apresentação do concerto "Tom, Pará Belém" pela Amazônia Jazz Band (AJB). Sob a regência do maestro Elias Coutinho, o evento encantou os presentes com um repertório diversificado, repleto de influências, que vão desde clássicos até composições contemporâneas. De acordo com o maestro Elias Coutinho, titular da AJB, o repertório proporcionou uma mistura rica, permitindo uma exploração diversificada de estilos e emoções durante a apresentação. “É com grande satisfação que a 'Jazz Band' apresentou esse repertório cuidadosamente selecionado, e que reflete a essência vibrante da nossa região, trazendo à tona não apenas as riquezas naturais da Amazônia, mas também a riqueza de suas tradições musicais. Abrimos as cortinas com 'Só Danço Samba', uma pérola da Bossa Nova, com arranjo de Rafael Rocha, que nos transporta para o ritmo envolvente das danças brasileiras. Em seguida, mergulhamos nas raízes do folclore brasileiro com 'Sinhá Pureza', de Pinduca, na interpretação única dos arranjos de Kim Freitas”, explicou o maestro. Experiência sensorial - A jornada musical continuou com a composição original "Ritual dos Tambores", de Thiago D’Albuquerque, proporcionando uma experiência sensorial única, com destaque para os sons característicos da Amazônia. "Dançando no Rio", com arranjo de Jonas Hocherman, trouxe a pulsante energia urbana, seguida por "Minha Terra", com arranjo de Tynnoko. O maestro Waldemar Henrique marcou presença com "Coco Peneruê" e "Minha Terra", cada uma com arranjos de Kim Freitas e Tynnoko, respectivamente. "Esse Rio É Minha Rua", de Ruy e Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Rocha, convidou o público a explorar os sons da vida urbana, culminando com a composição original "Gênesis", de Elias Coutinho. Cada peça do concerto contou uma história, uma expressão musical que ecoou tradições e a diversidade cultural amazônica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51102/amazonia-jazz-band-reabre-o-theatro-da-paz-com-o-concerto-tom-para-belem Anterior Próximo

  • Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra Elck Oliveira (SEIRDH) 16 de dez. de 2024 Os ingressos serão vendidos a um preço simbólico de R$ 2 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro, a partir das 9h A Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Fundação Carlos Gomes apresentam, na próxima quarta-feira, 20, dentro da programação que celebra o Dia da Consciência Negra, o espetáculo "Missa Cubana", com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e participação do Coro Carlos Gomes, a partir das 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos serão vendidos a um preço simbólico de R$ 2 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro, a partir das 9h no dia do espetáculo, ou no site clicando aqui . "Missa Cubana" é uma obra de José María Vitier, dedicada à Virgem da Caridade de El Cobre, padroeira de Cuba, e mistura a música sacra de uma missa com percussão, ritmos caribenhos e influências afro-cubanas. A interpretação fica por conta da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e do Coro Carlos Gomes, sob a regência de María Antonia Jiménez. A maestra, María Antonia Jiménez, conta que esta é a quarta vez que a "Missa Cubana", apresentada pela primeira vez em 1996, será exibida no Brasil, todas em Belém. A estreia na capital paraense foi em 2005, no Festival Internacional de Música do Pará. "A primeira versão da 'Missa' no Brasil foi nossa, comigo regendo. É uma música maravilhosa, mistura de música europeia com ritmos cubanos. Então, é muito gostosa de ouvir, as pessoas em geral gostam muito. Escolhemos essa peça porque sou uma regente negra, uma mulher negra cubana que tem realizado um trabalho de relativo destaque no Estado. Acredito que é por isso que me chamaram para reger neste dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra. E como sou cubana e esta 'Missa' é uma mistura de músicas europeias com ritmos cubanos e afro-cubanos, acredito que seja uma peça representativa para este dia. A 'Missa' é uma peça de um compositor cubano vivo, que estreou em 1996 e já rodou o mundo, sendo apresentada inclusive no Vaticano. É uma peça muito conhecida, muito bela e acho que representa muito bem o Dia da Consciência Negra, sobretudo porque quem vai reger é uma regente negra", detalhou. Mas o espetáculo do dia 20 não se restringirá a essa peça. María Antonia Jiménez adiantou algumas surpresas já preparadas para o público que estiver na plateia do Theatro da Paz. "Antes de cantarmos a 'Missa' com a Orquestra Sinfônica do Theatro, faremos uma parte menor de música brasileira, de compositores negros. E faremos também uma parte dos Spirituals, que é um gênero de música negra norte-americana. Faremos isto à capela e depois faremos a Missa com a Orquestra do Theatro da Paz", concluiu. Programação - O concerto integra uma série de atividades promovidas pelo Governo do Estado, via Secult e Seirdh em alusão à Consciência Negra. No dia 22 de novembro, haverá uma cerimônia no Teatro Gasômetro, a partir das 10h, com a participação de diversas secretarias e a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, para a entrega de políticas públicas e ações voltadas à população negra, quilombolas e Povos Tradicionais de Matriz Africana (Potma). Entre essas políticas, estão ações nas áreas de saúde, educação, tecnologia, titulação de territórios, entre outras. No dia 23 de novembro, encerrando a programação, das 9 às 16h, haverá uma feira de empreendedoras negras na Usina da Paz da Terra Firme, em Belém, com entrada aberta ao público, em parceria com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac). Para o titular da Seirdh, a "Missa Cubana" apresenta uma visão latino-americana de uma conexão com a África e sua ancestralidade. "Por isso que escolhemos, com Secult e Fundação Carlos Gomes, esse espetáculo para ser apresentado no dia 20 de novembro, que também é o Dia de Zumbi dos Palmares e o ápice da programação voltada a essa data. Dessa forma, estamos convidando todas as pessoas do movimento negro, as pessoas quilombolas, a juventude de periferia, as lideranças de todos os movimentos dos povos tradicionais de matriz africana, para podermos estar juntos no Theatro da Paz, que, aliás, foi erguido em um território que era destinado ao enterramento, ao sepultamento de pessoas pretas. Portanto, nós estaremos celebrando, no Theatro da Paz, a memória de Zumbi dos Palmares com a evocação à ancestralidade afro-americana de todos nós", frisou. Via Secult, as atividades alusivas à data integram o Preamar da Consciência Negra, que ocorre até o dia 13 de dezembro. A programação conta com exposições, lançamento de livro e outras atividades culturais, como apresentações de grupos de capoeira. "O Preamar da Consciência Negra representa nosso compromisso com a valorização da história, da cultura negra e com a pauta antirracista", destaca Ursula Vidal, titular da Secult. Para a secretária, "a Missa Cubana é uma peça representativa dentro dessa programação, não só por ser apresentada pela quarta vez no Brasil — todas em Belém —, mas também pela honra de termos a maestra, María Antonia Jiménez, uma mulher negra, regendo a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes". "Justamente no Dia da Consciência Negra, María, que traz suas raízes cubanas e escolheu o Pará e a Amazônia como lar, conduzirá essa obra que une o sagrado e a diversidade de ritmos afro-cubanos. Será uma noite de celebração e de significado profundo", acrescenta a secretária Ursula Vidal. Programa para o concerto: 1- Pe. José Maurício Nunes Garcia- Judas Mercator Pessimus 2- Presciliano Silva- Crux fideles 3- Carlos Gomes- Coro de Giovani Pittori(ópera Salvator Rosa) 4- Baden Powell - Berimbau 5- Chiquinha Gonzaga- Lua Branca 6- Rosephanye Powell- The Word Was God. 7- Kwangena Thina BoMissa Cubana- José María Vitier Serviço: Espetáculo “Missa Cubana” Data e horário: 20 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Ingressos a R$ 2,00 (à venda no dia, a partir das 9h, na bilheteria ou em ticketfacil.com.br ) Anterior Próximo

  • Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz

    < Volte Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor Yasmin Cavalcante - NCS/SEAP 21 de set. de 2023 Com o Projeto Sons de Liberdade, a Seap garante às internas participação na montagem dos espetáculos do Festival de Ópera do Theatro da Paz O trabalho realizado por internas do sistema penitenciário do Pará, que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), coordenada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), garantiu mais uma ação em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). Na quarta-feira (20), por meio do Projeto Sons de Liberdade, 22 internas assistiram ao ensaio geral da Ópera “Lucia di Lammermoor”, no Theatro da Paz, em Belém, que vai integrar a programação do XXII Festival de Ópera. O “Sons de Liberdade” é desenvolvido pela Seap, em parceria com a Secult, visando ressocializar pessoas privadas de liberdade por meio do trabalho e da arte. A iniciativa promove oficinas de figurinos e moda, visagismo e cenografia para internos das unidades do Centro de Recuperação Feminino (CRF) e da Central de Triagem Metropolitana II (CTM II). Para Raquel Lima, coordenadora de Trabalho e Produção da Seap, o Projeto Sons de Liberdade tem duas frentes de trabalho dentro do sistema prisional. “Temos a frente de capacitação profissionalizante dos internos, sejam mulheres ou homens, e também temos a confecção de produtos, com a contribuição da mão de obra ou alguma peça feita dentro do sistema. Além disso, trazer as internas ao Theatro da Paz é um momento de oportunizar cultura e arte para as pessoas privadas de liberdade”, explicou. O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz gera empregos para trabalhadores e trabalhadoras envolvidos na montagem dos espetáculos e também contribui para a reinserção social das custodiadas. “Estamos muito felizes porque nessa montagem nós teremos, pela quinta vez, a participação das nossas custodiadas do sistema prisional. A Coostafe é uma cooperativa que tem colocado os talentos dessas mulheres à disposição da economia criativa, da cultura e da arte com a produção dos figurinos nessa obra”, ressaltou a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Oportunidade – Presidente da cooperativa há quase sete anos, Leilane Sales disse que o “Sons de Liberdade” permitiu a participação em montagens de muitas óperas, além de oportunizar às internas o retorno à sociedade como profissionais, em várias áreas de artesanato, na costura, pintura e bordado. “Hoje, a simples produção de uma roupa traz importância muito grande na nossa vida, porque mostra que somos capazes. Em todas as participações no Theatro da Paz podemos ver o quanto é importante ressignificar a vida através da arte e do artesanato. Essa oportunidade foi muito gratificante para mim, e eu creio que para as minhas colegas também, porque eu vi a alegria e o brilho no olhar de cada uma delas. Só tenho a agradecer a oportunidade que nos deram”, disse Leilane Sales. Nanda Rodrigues entrou no Theatro da Paz – a centenária casa de espetáculos no centro da capital paraense - pela primeira vez, graças ao trabalho na cooperativa. Ela enfrentou o desafio de confeccionar uma vestimenta para a ópera. “Minha maior dificuldade foi fazer um figurino praticamente sozinha, porque deixaram tudo na minha mão. As minhas amigas me ajudaram, mas elas também tinham outras coisas para fazer. Eu achei que não ia conseguir fazer a roupa. Mas deu certo no final, e eu achei maravilhoso ver o meu trabalho e o das minhas amigas no palco”, contou. A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora foi criada em 2014, e tem seu espaço no Centro de Reeducação Feminino (CRF) de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. É formada por cerca de 30 mulheres custodiadas, que se dividem nas tarefas que envolvem entre as atividades da cooperativa, como a criação de peças de artesanato, costura, pintura e bordado. Serviço: Quem desejar adquirir algum produto ou contribuir com a Cooperativa pode entrar em contato pelo número (91) 9855-90331, pelo e-mail coostafe@seap.pa.gov.br ou pelo Instagram @ coostafe.pa . Texto: Yasmin Cavalcante - NCS/Seap Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47530/custodiadas-da-coostafe-assistem-ao-ensaio-geral-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo

  • Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) | Theatro da Paz

    < Volte Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 22 de abr. de 2024 Na terça-feira (23), Belém se prepara para receber a terceira edição do Sarau Chuva de Poesia. O encontro agendado para 18h, terá lugar no Foyer do Theatro da Paz e promete uma noite de emoção e inspiração. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Nesta edição especial, o Sarau vai homenagear o renomado escritor paraense Alonso Rocha, conhecido carinhosamente como o "príncipe dos poetas". Rocha, cuja contribuição para a literatura regional é inestimável, será celebrado pela maestria nas palavras e influência duradoura na cena literária paraense. Além da homenagem a Alonso Rocha, o Sarau contará com a participação especial de outro ícone da poesia amazônica: o talentoso Antonio Juraci Siqueira. Reconhecido por sua habilidade em capturar a essência vibrante da Amazônia em suas palavras, Juraci Siqueira é aclamado não apenas por sua poesia, mas também por sua prosa igualmente cativante. "Tem sido um sucesso a abertura do Foyer, do Theatro da Paz, para saraus de poesia, com o ‘Chuva de Poesia’, onde homenageamos algum dos maiores escritores do Pará. Já tivemos o José Rodrigues Pinagé, e agora teremos Alonso Rocha, o príncipe dos poetas paraenses. E Alonso, que tem uma carreira maravilhosa, será saudado, sobretudo, por Juraci Siqueira, outro dos nossos grandes nomes aqui do Pará. Vai ser um sarau maravilhoso, vai ser uma delícia estar aqui na terça-feira, a partir das seis da tarde, e quero convidar a todos para abrilhantar essa noite também, depois das homenagens, fica aberto o microfone para que todos possam também declamar suas poesias, vai ser uma noite bonita", comentou entusiasmado Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz. A importância de levar a poesia para o Theatro da Paz não se resume apenas ao reconhecimento dos talentos literários locais. O Theatro da Paz, como um dos mais emblemáticos espaços culturais de Belém, representa não apenas um palco físico, mas também um símbolo da riqueza cultural e histórica da cidade. Ao trazer a poesia para este cenário magnífico, o Sarau Chuva de Poesia não apenas enaltece os artistas locais, mas também reafirma o compromisso com a preservação e promoção da cultura paraense. O evento promete uma experiência única, onde os espectadores serão levados a uma viagem pelos ricos universos criados pelas palavras desses dois mestres da poesia paraense. Com suas obras que ecoam as vozes da Amazônia e celebram a riqueza cultural da região, Alonso Rocha e Antônio Juraci Siqueira prometem emocionar e inspirar todos os presentes. Alonso Rocha Raimundo Alonso Pinheiro Rocha, conhecido como Alonso Rocha, nasceu em Belém em 15 de dezembro de 1926, filho do renomado poeta Rocha Júnior e de Adalgiza Guimarães Pinheiro Rocha. Sua trajetória foi marcada por uma vida dedicada à poesia e à defesa das artes no Pará e além. Alonso Rocha, também chamado de "príncipe dos poetas", deixou um legado notável como poeta, escritor e defensor da cultura paraense. Casado com Rita Ferreira Rocha, foi pai de cinco filhos, entre eles, os médicos Sérgio Alonso e Nelson Alonso, Ângela Rosa, arquiteta, e Geraldo Alonso, engenheiro elétrico e eletrônico, além de Ronaldo Alonso, que faleceu em 1977. Além de sua prolífica produção poética, Rocha desempenhou um papel fundamental em instituições culturais e literárias. Ele ocupou a cadeira número 32 da Academia Paraense de Letras a partir de 22 de novembro de 1996, eleito em sucessão a Olavo Nunes e Bruno de Menezes, tendo como patrono o poeta Natividade Lima. Rocha participou ativamente da diretoria da Academia desde 1996 até o ano de seu falecimento, em 23 de fevereiro de 2010. Por profissão, Rocha foi bancário, atuando também no sindicalismo entre 1954 e 1976. Ele foi diretor do Sindicato dos Bancários do Pará e membro-fundador da Federação dos Bancários do Norte-Nordeste. Em reconhecimento ao seu talento e dedicação à literatura, Rocha foi agraciado com o título de IV Príncipe dos Poetas do Pará. A escolha ocorreu após uma consulta a um colégio eleitoral composto por 200 personalidades influentes nos círculos culturais, científicos e sociais do estado. Ele recebeu a comenda de 35 gramas de ouro em uma sessão solene no dia 21 de julho de 1989, durante o sesquicentenário de Machado de Assis, uma honraria oferecida pelo governo do Estado do Pará. Desde a adolescência, Rocha esteve envolvido com o mundo literário. Em 1942, fundou a Academia dos Novos em conjunto com Jurandyr Bezerra, Max Martins e Antônio Comaru Leal. Esse grupo atraiu jovens intelectuais da época, como Benedito Nunes, Haroldo Maranhão, Leonan Cruz, Raimundo Melo, Fernando Tasso de Campos Ribeiro, Arnaldo Duarte Cavalcante, Gelmirez Melo, Edmar Souza, Benedito Pádua, Otávio Blatter Pinho, Antero Soeiro, Eduálvaro Hass Gonçalves, Alberto Bordalo e Lúcia Clairefort Seguin Dias. Literários apontam a influência de Alonso Rocha na cena literária paraense e brasileira, e afirmam que sua poesia continua a inspirar e encantar leitores, mantendo viva a rica tradição literária da Amazônia e do Pará. Serviço: O "3º Sarau Chuva de Poesia" será nesta terça-feira (23), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. A entrada para o Sarau é gratuita, porém, devido à capacidade limitada do Theatro da Paz, é disponibilizado um número restrito de lugares, limitado a 50 pessoas por ordem de chegada. Portanto, para garantir seu lugar nesse evento imperdível, é recomendável chegar cedo e assegurar sua presença nessa noite de celebração da poesia e da cultura paraense. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53504/sarau-chuva-de-poesia-prestigia-escritor-alonso-rocha-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS | Theatro da Paz

    < Volte Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 13 de mai. de 2024 Apresentação será no próximo dia 15, no Theatro da Paz. Os ingressos têm o preço simbólico de R$ 2,00. Pede-se a contribuição de material de limpeza No próximo dia 15 de maio, às 20h, o Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma fusão musical única e solidária. A renomada Amazônia Jazz Band receberá o maestro Rui Carvalho, líder da Amazonas Band, para um concerto especial em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A iniciativa é promovida pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Sob a batuta de Rui Carvalho, maestro titular da Amazonas Band, o concerto será uma celebração da música brasileira e internacional, com arranjos cuidadosamente selecionados para proporcionar uma experiência inesquecível aos espectadores. Além disso, o saxofonista Ênio Prieto, também da Amazonas Band, será destaque como solista, adicionando seu talento ao espetáculo. O programa incluirá obras icônicas de artistas como Gilberto Gil, Antonio Carlos Jobim, Adil de Paula Zuzuca e John Fedchock, com arranjos elaborados pelo próprio Rui Carvalho e pelo Maestro Branco. Entre as peças selecionadas estão clássicos como "O Morro Não Tem Vez", "Dindi" e "Chega de Saudade", que certamente tocarão os corações do público presente. Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, enfatiza que o concerto terá 95% de regência de Rui Carvalho, com uma música sendo regida por ele mesmo e outra por Ênio Pietro, primeiro sax alto e assistente da Amazonas Band. Coutinho destaca a oportunidade de o público apreciar o repertório e a linguagem musical trabalhada por Rui Carvalho na Amazonas Band. “Será um concerto que traz 90% de arranjos do maestro Rui Carvalho e composições também do maestro. Então, a plateia do Da Paz, o público da AJB, vai ter oportunidade de apreciar um espetáculo que envolve, justamente, esse repertório que vem diretamente da linguagem trabalhada por esse grande maestro na Amazonas Band. Então, o público terá oportunidade de ouvir um pouco do trabalho já de anos e com muita experiência desse grande maestro”, afirmou o maestro Elias. Ênio Pietro, reconhecido como um dos grandes saxofonistas brasileiros, além de solista em várias músicas, regerá uma peça emblemática arranjada pelo renomado maestro Branco, figura importante no movimento de big bands no eixo Rio - São Paulo. Espera-se grandes solos desse talentoso músico durante o concerto. Além de oferecer uma noite de música excepcional, o concerto também visa arrecadar materiais de limpeza para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As enchentes já afetaram mais de 2 milhões de pessoas devido ao excesso de chuvas, deixando uma marca de devastação e necessidade. Os ingressos serão vendidos simbolicamente por R$ 2,00 cada, com a opção de compra de até dois ingressos por pessoa. Além disso, pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas. Serviço: Ingressos acessíveis a apenas R$ 2,00 (dois reais) cada, a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto. Pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul. Texto: Úrsula Pereira - Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/54079/concerto-solidario-une-amazonia-jazz-band-e-amazonas-band-em-apoio-as-vitimas-do-rs Anterior Próximo

  • Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata | Theatro da Paz

    < Volte Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de out. de 2023 Apresentação realizada no Theatro da Paz contou com elenco de intérpretes paraenses O renomado compositor paraense, Paulo André Barata, foi o grande homenageado em um concerto realizado pela Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes no Theatro da Paz, em Belém, na noite da terça-feira (03). A iniciativa do espetáculo foi do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Subiram ao palco artistas que colaboraram com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Juntos, Pedrinho Callado, Pedrinho Cavallero, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias prestaram um tributo musical ao legado do paraense. “Nós estamos muito felizes e honrados em participar deste momento tão especial. Eu ganhei ‘Porto Caribe’, de Paulo André e Ruy Barata, e isso mudou a minha vida. Além de honrado, me sinto profundamente grato por essa canção que fala na alma e na pele de todo paraense”, revelou Elói Iglesias. Sob a regência do maestro Elias Coutinho e a direção artística de Tito Barata, irmão de Paulo André, o espetáculo encantou o público com interpretações únicas do elenco de artistas. “Sou paraense e moro com minha família em Macapá. Costumamos vir para o Círio todos os anos, mas este ano antecipamos nossa vinda só para assistir a este show. Tudo tão bem planejado, um espetáculo lindo, representativo e cheio de vida, como o Paulo André. As canções dele marcaram o início do meu relacionamento com meu esposo e para o resto da vida nos lembraremos dele com muito carinho e gratidão”, revelou a professora Sônia Abreu, emocionada em meio à plateia. Tito Barata destacou a importância do envolvimento dos intérpretes e do público para o sucesso da apresentação. “Nossa intenção é preservar a essência musical de Paulo André e o cuidado com cada detalhe desta produção foi essencial. O Theatro da Paz estava lotado, com o público interagindo e cantando músicas que transcenderam fronteiras. É importante dizer que essas canções foram escolhidas ainda em vida pelo próprio Paulo André e os artistas convidados também fizeram parte dessa trajetória”, afirmou. Para Elias Coutinho, maestro titular da AJB, a regência do espetáculo teve uma característica especial. “Hoje estamos homenageando um dos maiores nomes da música paraense, que retratou tão bem o nosso Pará. Paulo André é emoção, realidade, cultura e por meio dele pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem conhecer o nosso folclore, fauna, comidas, costumes e ditos populares. Ele deixou uma obra completa que o eternizou em nossos corações”, finalizou. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47920/concerto-da-amazonia-jazz-band-homenageia-o-compositor-paulo-andre-barata Anterior Próximo

  • Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' | Theatro da Paz

    < Volte Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de jul. de 2023 Espetáculo do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz emocionará o público com roupas luxuosas em plena harmonia com o cenário e a iluminação "Lucia di Lammermoor", a gran ópera do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, estreia em setembro deste ano, mas a produção já começa a preparar o espetáculo, a partir da concepção de cenário e figurino. Na tarde de segunda-feira (17), os solistas locais de "Lucia" estiveram com a equipe do figurinista Fernando Leite para tirar medidas e iniciar o processo de moldagem do figurino de seus personagens. A história é ambientada na Escócia, no final do século XVII. A trama enfoca o turbulento romance entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, único sobrevivente da família Ravenswood e inimigo mortal dos Ashtons. A versão paraense é adaptada para o século XIX, com um figurino que reflete a estética e a moda da época, destacando a elegância, nobreza e atmosfera romântica dos personagens em roupas luxuosas, em sintonia com o bel canto. De acordo com o figurinista Fernando Leite, o figurino vai criar uma atmosfera visualmente expressiva, para intensificar as emoções dos personagens. Daí a escolha pelo preto e cinza. “Os trajes dos personagens principais são projetados para destacar o aspecto trágico e melancólico da história. As cores predominantes de preto e cinza são escolhidas para transmitir um senso de sobriedade, tristeza e conflito emocional. A celebração do contrato de casamento é um ponto alto da ópera. Portanto, o vestido de noiva de Lucia é muito importante e não acompanhará a paleta de cores da ópera. Será branco”, conta Fernando. Preto e cinza - As personagens femininas, como Lucia, usarão vestidos longos em tons de preto ou cinza, geralmente feitos de tecidos encorpados, como veludo e tafetá. Esses vestidos podem apresentar diferentes texturas, padronagens e detalhes com rendas, babados, drapeados, brilhantes e foscos, que dão movimento ao figurino. Os acessórios, como luvas longas e véus, também farão fazer parte do traje, acentuando o aspecto dramático. Os personagens masculinos, como Edgardo, usarão casacas ou capas combinados com calças, sapatos e sapatilhas. Os trajes podem ser acentuados por detalhes, como bordados sutis, botões prateados ou cintos. Além das cores escolhidas, outros elementos do figurino, como cortes ajustados, tecidos de qualidade e detalhes cuidadosamente elaborados, contribuem para criar a atmosfera dramática. O design de iluminação e cenário também desempenha um papel importante no espetáculo. A iluminação será desenvolvida para realçar cores e texturas do figurino, criando sombras e contrastes que acentuam as emoções. O cenário também ganhará tons de sobriedade. Ansiedade - De acordo com Lys Nardoto, cantora lírica que interpretará Lucia di Lammermoor, ansiedade é a palavra que resume o momento. “Checar nossas medidas para a confecção do figurino já nos aproximou bastante da cena. E olha que nem vimos ainda os desenhos. Estou estudando essa ópera desde o início do ano, e a cada dia entendo um pouco mais dessa mulher que colocou o amor acima de tudo em sua vida. Será emocionante”, afirma Lys. A ópera "Lucia di Lammermoor" estreia no dia 22 de setembro. O público poderá conferir essa superprodução em uma das três récitas previstas. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45575/comeca-preparacao-do-figurino-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' Ursula Pereira 24 de out. de 2023 Apresentação será às 20h desta quinta-feira (26) sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação de quatro solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), apresentará às 20h, desta quinta-feira (26), o “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil”, sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação dos solistas Václav Pacl, Karen Danger-Manafzade, Nijat Masimov e Sultan Huseyn. O concerto será no palco do Theatro da Paz. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A primeira peça que será executada é o concerto para piano n.º1, uma das obras mais famosas e significativas do compositor alemão Johannes Brahms. Escrito entre 1854 e 1858, o concerto exibe uma combinação de virtuosismo pianístico e riqueza melódica. A peça é notável por sua estrutura dramática e pela interação intensa entre o solista e a orquestra. O concerto é composto por três movimentos. O primeiro movimento, marcado como Majestoso, é grandioso e poderoso, com uma introdução seguida por temas líricos e dramáticos. O segundo movimento, Adagio é mais suave e introspectivo, apresentando uma melodia belíssima e expressiva. O terceiro movimento, Rondo: Allegro non troppo, é enérgico e virtuosístico, com passagens rápidas e brilhantes para o pianista. O Concerto para Piano n.º 1 de Brahms é uma obra-prima do repertório pianístico e uma das mais desafiadoras para os pianistas. Sua combinação de emoção, técnica e beleza melódica o torna uma peça icônica na história da música clássica. Para executar o solo de piano dessa peça, a orquestra terá a participação de Václav Pákl, da República Tcheca, demonstrando todo seu virtuosismo ao piano. E a segunda parte é inusitada para a OSTP, pois são composições do Azerbaijão, típicas de lá, e uma delas é um concerto composto pelo maestro convidado Abuzar Manafzade. De acordo com maestro titular da OSTP, Miguel Campos Neto, é um marco muito importante, uma coisa importantíssima para a orquestra estar recebendo dois convidados internacionais para o mesmo concerto. “Essas participações mostram que a nossa orquestra está realmente em um circuito já nacional e internacional de orquestras profissionais, de orquestras que recebem artistas de todos os lugares, que estão à altura de espetáculos desse porte. Além disso, o público vai ter a chance de ouvir uma obra de repertório, que é o concerto de Brahms, e ao mesmo tempo música nova raramente ouvida no Brasil. Uma mistura perfeita para o público, uma obra grande e muito conhecida, que é o concerto de Brahms, e música nova”, finalizou. PROGRAMA JOHANNES BRAHMS (1833-1897) Concerto para Piano nº 1 in D moll, Op. 15 I. Maestoso II. Adagio III. Rondo. Allegro non troppo Solista: Václav Pacl INTERVALO SEVIL ALIYEVA (1955) Ana (The Mother) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade FIKRET AMIROV (1922-1984) Aria of Dilbar from opera “Sevil” Solista: Karen Danger-Manafzade KAREN DANGER-MANAFZADE (1997) Azerbaycan Gozelsen (Azerbaijan You Are Beautiful) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade ABUZAR MANAFZADE (1990) Concerto para Balaban I. Lento - Larghetto II. Grave - Tempo di valse III. Allegrissimo Solistas: Nijat Masimov – Balaban Sultan Huseyn – Percussão Serviço: “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil” Data: 26 de outubro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos estarão disponíveis partir das 9h do dia do concerto, no site - ticketfacil.com.br e na bilheteria do Theatro da Paz - INGRESSOS R$ 2,00 (2 unidades por pessoa). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 20 de ago. de 2023 Cantoras convidadas, Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria vão interpretar clássicos da música brasileira O Theatro da Paz receberá na próxima terça-feira (22), as 20 h, o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”, regido pelo maestro titular Eduardo Lima. O evento terá a participação das cantoras paraenses Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria, que apresentarão um repertório com a força e a determinação da luta contra a violência de gênero, com homenagem à Lei Maria da Penha. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), com a parceria da Secretaria de Estado das Mulheres (Semu). Para Eduardo Lima, “o concerto do dia 22 está, como sempre, muito especial”. Como primeiro número, a AJB apresentará “Mercy, Mercy, Mercy”, de Joe Zawinul, com arranjo de Phil Wilson; “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor, com arranjo de Mark Taylor, e “Caravan”, clássico da música mundial, cujo primeiro registro foi feito em 1937 por Duke Ellington. Na sequência, “Fantasy”, com arranjo da Amazônia Jazz Band, e a apresentação de Alba Maria, cantando “Mulheres do Brasil”, música de Joyce Moreno e arranjo do guitarrista Kim Freitas. Lucinha Bastos vai cantar “Maria Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt, com arranjo de Kim Freitas, enquanto a terceira convidada, Gigi Furtado, apresentará a música “Maria da Penha”, de Paulinho Rezende. “Dona de Mim”, música de Arthur Marques, Liliane de Carvalho e Brenda Vidal, com arranjo de Kim Freitas, será interpretada por Gigi Furtado, que também cantará “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan, com arranjo de Kim Freitas. A última canção da noite será “180”, música de Vander Nunes, Diego Trindade e Waston Nunes, com arranjo de Kim Freitas, nas vozes de Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria. Criada em 2006, a Lei Maria da Penha é um marco na luta contra a violência doméstica no Brasil. Tornou-se um importante instrumento de proteção às mulheres que sofrem agressões físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais. Com a intenção de ampliar a conscientização sobre essa causa tão relevante, Secult e Semu decidiram, em parceria com o Theatro da Paz, dedicar o concerto da AJB a esta conquista social. Serviço : Concerto “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”. Terça-feira (22), em duas sessões, as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, a partir de 9 h do dia 22, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46490/amazonia-jazz-band-leva-vozes-em-defesa-das-mulheres-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

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