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- Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz
< Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' Ursula Pereira 24 de out. de 2023 Apresentação será às 20h desta quinta-feira (26) sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação de quatro solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), apresentará às 20h, desta quinta-feira (26), o “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil”, sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação dos solistas Václav Pacl, Karen Danger-Manafzade, Nijat Masimov e Sultan Huseyn. O concerto será no palco do Theatro da Paz. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A primeira peça que será executada é o concerto para piano n.º1, uma das obras mais famosas e significativas do compositor alemão Johannes Brahms. Escrito entre 1854 e 1858, o concerto exibe uma combinação de virtuosismo pianístico e riqueza melódica. A peça é notável por sua estrutura dramática e pela interação intensa entre o solista e a orquestra. O concerto é composto por três movimentos. O primeiro movimento, marcado como Majestoso, é grandioso e poderoso, com uma introdução seguida por temas líricos e dramáticos. O segundo movimento, Adagio é mais suave e introspectivo, apresentando uma melodia belíssima e expressiva. O terceiro movimento, Rondo: Allegro non troppo, é enérgico e virtuosístico, com passagens rápidas e brilhantes para o pianista. O Concerto para Piano n.º 1 de Brahms é uma obra-prima do repertório pianístico e uma das mais desafiadoras para os pianistas. Sua combinação de emoção, técnica e beleza melódica o torna uma peça icônica na história da música clássica. Para executar o solo de piano dessa peça, a orquestra terá a participação de Václav Pákl, da República Tcheca, demonstrando todo seu virtuosismo ao piano. E a segunda parte é inusitada para a OSTP, pois são composições do Azerbaijão, típicas de lá, e uma delas é um concerto composto pelo maestro convidado Abuzar Manafzade. De acordo com maestro titular da OSTP, Miguel Campos Neto, é um marco muito importante, uma coisa importantíssima para a orquestra estar recebendo dois convidados internacionais para o mesmo concerto. “Essas participações mostram que a nossa orquestra está realmente em um circuito já nacional e internacional de orquestras profissionais, de orquestras que recebem artistas de todos os lugares, que estão à altura de espetáculos desse porte. Além disso, o público vai ter a chance de ouvir uma obra de repertório, que é o concerto de Brahms, e ao mesmo tempo música nova raramente ouvida no Brasil. Uma mistura perfeita para o público, uma obra grande e muito conhecida, que é o concerto de Brahms, e música nova”, finalizou. PROGRAMA JOHANNES BRAHMS (1833-1897) Concerto para Piano nº 1 in D moll, Op. 15 I. Maestoso II. Adagio III. Rondo. Allegro non troppo Solista: Václav Pacl INTERVALO SEVIL ALIYEVA (1955) Ana (The Mother) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade FIKRET AMIROV (1922-1984) Aria of Dilbar from opera “Sevil” Solista: Karen Danger-Manafzade KAREN DANGER-MANAFZADE (1997) Azerbaycan Gozelsen (Azerbaijan You Are Beautiful) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade ABUZAR MANAFZADE (1990) Concerto para Balaban I. Lento - Larghetto II. Grave - Tempo di valse III. Allegrissimo Solistas: Nijat Masimov – Balaban Sultan Huseyn – Percussão Serviço: “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil” Data: 26 de outubro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos estarão disponíveis partir das 9h do dia do concerto, no site - ticketfacil.com.br e na bilheteria do Theatro da Paz - INGRESSOS R$ 2,00 (2 unidades por pessoa). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 9 de out. de 2024 A Orquestra Sinfônica apresentará um repertório erudito e popular, com as participações especiais de Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) celebrará, na noite desta quinta-feira (10), a música paraense. Às 19h, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra subirá ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto especial, intitulado “Sinfonia Paraense”, na semana que antecede ao Círio de Nazaré. A apresentação contará com a participação dos cantores Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira. Miguel Campos Neto adianta que será uma apresentação única e envolvente, de celebração não só da música, mas da cultura paraense. São grandes nomes do cenário musical atuando ao lado da OSTP, o que, segundo o maestro, “já é algo muito especial”. O concerto também promete envolver o público na atmosfera do Círio, que já domina a paisagem de Belém. “Esse concerto é uma homenagem à nossa música, e também uma chamada do público para esse espírito do Círio. O concerto acontece dois dias antes da Trasladação e três dias antes do Círio. Esse é o momento em que todas as manifestações culturais e musicais que temos no Pará se voltam para esse espírito do Círio, que, sem dúvidas, é algo muito importante para nós, paraenses”, ressalta o maestro. O repertório inclui músicas conhecidas do público, como “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete. Gigi Furtado cantará “Valsinha do Marajó” e “Matinta Perêra”; Andréa Pinheiro interpretará “Primavera” e “Foi Boto Sinhá”, e Nilson Chaves interpretará “Tamba-Tajá” e sua própria composição, “Olho de Boto”. Patrícia Oliveira fechará com músicas de cunho religioso já consagradas, como “Vós sois o Lírio Mimoso”, “Ave Maria”, “Mãezinha do Céu” e “Maria de Nazaré”. Proximidade - Outra característica do concerto, segundo Miguel Campos Neto, é a proximidade entre a música popular paraense e a erudita. Segundo ele, essa interação é natural e essencial. “Toda orquestra sinfônica tem uma aspiração universal, internacional, mas a sua primeira função é servir à comunidade que a rodeia. Isso inclui integrar-se de forma orgânica à música e à cultura local”, explica o maestro. Ele acrescenta que a relação entre a música erudita e a popular é muito próxima. “A música erudita bebe da fonte da música folclórica e popular há muito tempo, e vice-versa. É comum pegar uma música popular e orquestrá-la, criando algo lindo com a orquestra sinfônica acompanhando um cantor”, enfatiza. A “Sinfonia Paraense” é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz, do Banco do Estado do Pará (Banpará) e da Academia Paraense de Música (APM). Serviço: Concerto "Sinfonia Paraense", da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, nesta quinta-feira (10), às 19h, no Theatro da Paz. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois ingressos por pessoa). Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo
- 'Sons da Paz' apresenta Orquestra Sinfônica no bairro da Terra Firme | Theatro da Paz
< Volte 'Sons da Paz' apresenta Orquestra Sinfônica no bairro da Terra Firme Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 17 de mar. de 2024 Sob a regência da maestrina Cibelle Donza, os músicos da OSTP levaram música clássica a usuários da Usina da Paz Em alusão ao Dia Internacional da Mulher - 8 de Março, a terceira edição do Programa "Sons da Paz" foi realizada no sábado (16), na Usina da Paz Terra Firme, em Belém. O concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) levou música e lazer aos moradores do bairro. A realização é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac). O concerto iniciou as 19h, com a regência da maestrina Cibelle Donza. O repertório contou com clássicos de compositores como Lili Boulanger, Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini. A Orquestra abriu o espetáculo com a peça "D'un matin de printemps", de Lili Boulanger. O programa musical teve referências aos concertos realizados no Theatro da Paz, informou Cibelle Donza. "Nós fizemos questão de fazer o mesmo repertório, para que alcance o público que ainda não tem o costume de frequentar o Theatro", disse a regente. A iniciativa teve obras de duas compositoras mulheres. Uma delas é a maestrina, autora de "Da Terra". "É muito especial para mim, porque ainda não havia sido tocada aqui na minha cidade", disse Cibelle Donza. Cultura nos bairros - Pela primeira vez assistindo a uma Orquestra, as crianças aprovaram a apresentação. A responsável Daniela Tavares, 47 anos, levou crianças da comunidade junto com seu filho Miguel para conhecer a música erudita. "Eu acho impressionante, muito bonito divulgar, principalmente para as crianças, pois prende a atenção delas. Estamos agradecidos pela oportunidade", declarou Daniela. Para Danilo Rodrigues, 32 anos, é muito importante aproximar a música clássica ao público da comunidade que não consegue ir aos concertos no Theatro da Paz. "Eu achei formidável trazer a Orquestra, essa opção de lazer, trazendo a cultura para o bairro. É um processo de formação, para estimular as pessoas a visitar os espaços culturais", acrescentou. Texto: Quezia Dias - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52406/sons-da-paz-apresenta-orquestra-sinfonica-no-bairro-da-terra-firme Anterior Próximo
- Agendamentos | Theatro da Paz
Registros Fotográficos Para realizar a solicitação de um registro fotográfico, preencha o formulário ao lado com as informações solicitadas: Sugestão de data Finalidade do registro Quantidade de pessoas envolvidas Os registros fotográficos podem ser agendados nos seguintes horários: Terça a sexta-feira: das 12h às 14h Sábados: das 09h às 10h30 Locais disponibilizados: Escadaria do Hall de entrada, frente do espelho e escadarias laterais ao espelho. Importante: Não realizamos agendamento para registros fotográficos aos domingos e feriados. Formulário de Agendamento Nome Telefone Sobrenome Email Sua solicitação Enviar Mensagem enviada!
- Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de set. de 2024 Evento do governo do Estado segue até o sábado, dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi, na capital paraense Belém recebeu, na terça-feira (3), a ópera Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini, no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz, sob a batuta da maestra Ligia Amadio. O espetáculo encantou o público paraense com a mistura envolvente de humor, intrigas e críticas sociais, características marcantes da obra-prima do compositor italiano. A apresentação foi a primeira das três sessões programadas para o Festival, e trouxe a história de Gianni Schicchi, um camponês ardiloso que, chamado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba por se beneficiar da situação com sagacidade. A ópera destacou a qualidade técnica seriamente conduzida pela maestra Amandio. A obra faz parte do tríptico operístico do compositor Puccini, junto com Il Tabarro e Suor Angelica. Em Belém, a estreia marcou um momento histórico no Festival, tendo pela primeira vez uma mulher assumindo a batuta para reger uma ópera no Theatro da Paz. “Este é um marco não só para mim, mas para todas as mulheres na regência. Voltar ao palco do Theatro da Paz, quase 40 anos depois da minha primeira apresentação aqui, é uma honra imensa. E poder fazê-lo regendo uma obra tão desafiadora e encantadora é uma realização pessoal e profissional significativa”, afirmou a maestra Ligia Amadio. A recepção do público e da crítica confirma o sucesso da estreia. Dione Colares, diretora artística do festival, expressou sua satisfação com o resultado. "Trazer Gianni Schicchi para o festival foi uma decisão acertada. Queríamos oferecer ao público uma experiência que contrastasse com outras produções mais dramáticas e que trouxesse leveza e humor ao repertório. A resposta do público nesta noite de estreia foi além das nossas expectativas", revelou Dione. Entre os presentes, Andrea Pacheco, estudante de Direito, compartilhou a emoção de assistir à ópera no Theatro da Paz. "Nunca imaginei que um dia estaria aqui, assistindo a uma ópera neste teatro histórico. Para quem, como eu, cresceu sem oportunidades de acesso a espaços culturais como esse, estar aqui hoje é um sonho realizado. É uma experiência inesquecível e que levarei para a vida inteira", disse emocionada. Realizado pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi. Os ingressos ainda estão disponíveis na Bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59347/opera-gianni-schicchi-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola | Theatro da Paz
< Volte Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola Bruno Magno (SEDUC) 16 de nov. de 2023 O Fima na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc Estudantes do Instituto de Educação do Estado do Pará (IEEP) e do Colégio Estadual Paes de Carvalho, duas tradicionais instituições de ensino da rede pública, participaram na tarde desta quinta-feira (16), no Theatro da Paz, em Belém, do ensaio aberto do Projeto Fima (Festival Interativo de Música e Arquitetura) na Escola, que teve apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e palestra com o historiador e professor Aldrin Figueiredo. “Eu acho muito importante isso porque é uma questão cultural de Belém, é uma questão de dar visibilidade para os músicos, para a pessoa que toca os instrumentos. Eu acho muito importante porque a gente assiste, e isso a gente vê que é um tipo de arte. É uma coisa bonita, muito legal de se admirar”, disse a estudante Hilary Barra, que cursa o primeiro ano do ensino médio no Colégio Estadual Paes de Carvalho. “Para mim, estar aqui hoje é muito importante estar em contato com a cultura do nosso Estado, com a cultura da música. Muitos alunos não têm essa oportunidade, e pra mim é uma oportunidade muito grande. É muito importante ter essae contato direto com o Theatro da Paz”, completou o estudante Deivisson Daniel Meires Lima, que disse ter ficado encantado com a apresentação da Orquestra Sinfônica. Moradora da Ilha das Onças, que fica em frente a Belém, a estudante Kimberly Nandara Ramos Tavares, que cursa o 1º ano do ensino médio, ficou emocionada ao entrar pela primeira vez no Theatro da Paz. “É muito importante para mim estar aqui, porque eu moro no interior, e é muito difícil a gente vir de lá e conseguir uma coisa aqui. Nem todos têm essa oportunidade, de conseguir vir estudar pra cá e ter oportunidade de conseguir fazer esse curso que eu tô fazendo. Pra mim, é muito importante também estar aqui no Theatro da Paz pela primeira vez, e eu achei bem interessante aqui. Realmente, achei muito lindo”, disse Kimberly Tavares. História e cultura - Além da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, que apresentou aos estudantes as obras de maestros e compositores como Heitor Villa-Lobos, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e do paraense Henrique Gurjão, o evento contou ainda com a participação do professor Aldrin Figueiredo, que falou sobre a história do Theatro e como música e arquitetura se fundem no processo. O Projeto Festival Interativo de Música e Arquitetura na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc. “O Projeto Fima na Escola é de suma importância na formação do repertório pedagógico de nossos alunos e também de nossos professores, por isso que o projeto contemplou oficina de formação para os profissionais de educação, e para os professores no Centro de Formação (CFO). Também nesse segundo momento nós temos um momento de interação e espetáculo diretamente com os nossos alunos da rede estadual, sobretudo de duas escolas históricas importantes, como o IEEP e o Paes de Carvalho. Essa é uma ação do Instituto Cultural Vale em parceria com a Secretaria de Educação. É superimportante e fundamental esse apoio da Secretaria de Educação, e também a participação dos nossos alunos da rede num evento de tamanha grandeza como esse”, ressaltou Augusto Paes, coordenador do Centro de Formação da Seduc. Via: https://agenciapara.com.br/noticia/49106/estudantes-da-rede-estadual-participam-de-ensaio-aberto-do-projeto-fima-na-escola Anterior Próximo
- Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' | Theatro da Paz
< Volte Começa preparação do figurino da ópera 'Lucia di Lammermoor' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 19 de jul. de 2023 Espetáculo do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz emocionará o público com roupas luxuosas em plena harmonia com o cenário e a iluminação "Lucia di Lammermoor", a gran ópera do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, estreia em setembro deste ano, mas a produção já começa a preparar o espetáculo, a partir da concepção de cenário e figurino. Na tarde de segunda-feira (17), os solistas locais de "Lucia" estiveram com a equipe do figurinista Fernando Leite para tirar medidas e iniciar o processo de moldagem do figurino de seus personagens. A história é ambientada na Escócia, no final do século XVII. A trama enfoca o turbulento romance entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, único sobrevivente da família Ravenswood e inimigo mortal dos Ashtons. A versão paraense é adaptada para o século XIX, com um figurino que reflete a estética e a moda da época, destacando a elegância, nobreza e atmosfera romântica dos personagens em roupas luxuosas, em sintonia com o bel canto. De acordo com o figurinista Fernando Leite, o figurino vai criar uma atmosfera visualmente expressiva, para intensificar as emoções dos personagens. Daí a escolha pelo preto e cinza. “Os trajes dos personagens principais são projetados para destacar o aspecto trágico e melancólico da história. As cores predominantes de preto e cinza são escolhidas para transmitir um senso de sobriedade, tristeza e conflito emocional. A celebração do contrato de casamento é um ponto alto da ópera. Portanto, o vestido de noiva de Lucia é muito importante e não acompanhará a paleta de cores da ópera. Será branco”, conta Fernando. Preto e cinza - As personagens femininas, como Lucia, usarão vestidos longos em tons de preto ou cinza, geralmente feitos de tecidos encorpados, como veludo e tafetá. Esses vestidos podem apresentar diferentes texturas, padronagens e detalhes com rendas, babados, drapeados, brilhantes e foscos, que dão movimento ao figurino. Os acessórios, como luvas longas e véus, também farão fazer parte do traje, acentuando o aspecto dramático. Os personagens masculinos, como Edgardo, usarão casacas ou capas combinados com calças, sapatos e sapatilhas. Os trajes podem ser acentuados por detalhes, como bordados sutis, botões prateados ou cintos. Além das cores escolhidas, outros elementos do figurino, como cortes ajustados, tecidos de qualidade e detalhes cuidadosamente elaborados, contribuem para criar a atmosfera dramática. O design de iluminação e cenário também desempenha um papel importante no espetáculo. A iluminação será desenvolvida para realçar cores e texturas do figurino, criando sombras e contrastes que acentuam as emoções. O cenário também ganhará tons de sobriedade. Ansiedade - De acordo com Lys Nardoto, cantora lírica que interpretará Lucia di Lammermoor, ansiedade é a palavra que resume o momento. “Checar nossas medidas para a confecção do figurino já nos aproximou bastante da cena. E olha que nem vimos ainda os desenhos. Estou estudando essa ópera desde o início do ano, e a cada dia entendo um pouco mais dessa mulher que colocou o amor acima de tudo em sua vida. Será emocionante”, afirma Lys. A ópera "Lucia di Lammermoor" estreia no dia 22 de setembro. O público poderá conferir essa superprodução em uma das três récitas previstas. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45575/comeca-preparacao-do-figurino-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini Iego Rocha (SECULT) 6 de ago. de 2024 Clássicos do compositor Giacomo Puccini, 'La Bohème' e 'Gianni Schicchi', estão na Edição 2024 do evento do governo do Pará, a partir da sexta-feira (9) Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos principais festivais de Ópera do país abre sua 23ª edição no dia 09 de agosto de 2024 e vai até 07 de setembro de 2024. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz destaca-se, este ano, com uma homenagem ao centenário de morte de Giacomo Puccini, apresentando duas de suas obras mais emblemáticas: "La Bohème" e "Gianni Schicchi". O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz, em parceria com a Academia Paraense de Música (APM) e tem uma programação diversificada com títulos contrastantes. A programação começa na próxima sexta-feira (9), com o concerto "La Bohème", com uma versão em concerto da icônica ópera de Puccini, conhecida por suas melodias envolventes e drama emocional. Nos dias 24 e 25 de agosto, o palco será tomado pelo musical "O Príncipe do Egito," uma adaptação da história bíblica de Moisés, oferecendo uma experiência teatral única. No dia 04 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" promete encantar o público com a maestria e a sensibilidade de um repertório cuidadosamente selecionado. Finalizando o Festival, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, destacando a genialidade de Puccini em um cenário repleto de humor e lirismo. Essa programação variada celebra a riqueza da música clássica e do teatro, proporcionando ao público experiências inesquecíveis. De acordo com Dione Colares, diretora artística do festival, o Ano Puccini influenciou na programação e na seleção das obras do Festival este ano. “Puccini é uma figura lendária no mundo da ópera, ele é um gênio do drama musical e morreu há 100 anos atrás exatamente, em 1924. Então, nada mais coerente do que pensar nesse grande expoente do mundo lírico, e da ópera, como o patrono desta edição. O mundo comemora Puccini e nós aqui no Festival de Ópera do Theatro da Paz também comemoramos”, explicou. Miguel Campos Neto, maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz detalha que Giacomo Puccini foi um dos mais importantes compositores de ópera da história, sendo um expoente significativo da escola do verismo. “Nascido na Itália, Puccini veio de uma família musical; seu avô também era compositor. Ele começou sua carreira compondo óperas que inicialmente não tiveram grande sucesso, mas a partir de sua terceira ópera, ‘Manon Lescaut, alcançou reconhecimento e aclamação”, disse o maestro. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou a vontade e o esforço coletivo que têm sustentado o evento ao longo dos anos. “Eu entendo que não existem desafios quando você tem a vontade de fazer. E o que existe verdadeiramente nesses 23 anos de Festival de Ópera é a vontade do governo, da Secretaria de Cultura e, principalmente, da produção do festival em fazer acontecer. A direção do Festival se empenha para que isso aconteça e buscamos fazer dando o melhor resultado para o público sempre,” afirmou. Nuñez também ressaltou a importância histórica e a relevância cultural do Festival. “Temos o Festival de Manaus com 25 anos e o nosso Festival em sua 23ª edição. O importante é ter essa força que vem do Norte, dessa expressão que, antigamente, na época da borracha, sempre passaram por esses dois teatros”, finalizou. Inovações do Festival Dione Colares destacou a visão artística que guiou a seleção das obras. “Pensamos em representar Puccini a partir de dois títulos contrastantes. 'La Bohème' traz um final trágico, enquanto 'Gianni Schicchi' apresenta um tema mais leve, inspirado na 'Divina Comédia' de Dante. Ambas as obras têm o amor como tema central, mas com desfechos diferentes”, explicou. A escolha de "La Bohème" também tem um significado especial para o Theatro da Paz. “Ela estreou no Brasil aqui no Theatro da Paz em 1900. Essa conexão histórica foi um dos motivos para escolhê-la,” explicou Colares. Além disso, o festival deste ano traz uma inovação significativa com a inclusão de uma maestra, Lígia Amadio, que regerá "Gianni Schicchi", marcando a primeira vez que uma mulher assume a regência de uma ópera no Festival. Outra novidade é a inclusão de um musical, em parceria com a Fundação Carlos Gomes, oferecendo matinês para o público infantil e geral. Calendário do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Concerto La Bohème 09 de agosto de 2024 Musical “O Príncipe do Egito” 24 e 25 de agosto de 2024 Recital de Piano Duo Azulay 04 de setembro de 2024 Ópera Gianni Schicchi 03, 05 e 07 de setembro de 2024 Ingressos: Podem ser adquiridos no dia 07 de agosto, a partir das 9h, no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Theatro da Paz. Anterior Próximo
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