top of page

Resultados da busca

118 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de set. de 2024 Evento do governo do Estado segue até o sábado, dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi, na capital paraense Belém recebeu, na terça-feira (3), a ópera Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini, no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz, sob a batuta da maestra Ligia Amadio. O espetáculo encantou o público paraense com a mistura envolvente de humor, intrigas e críticas sociais, características marcantes da obra-prima do compositor italiano. A apresentação foi a primeira das três sessões programadas para o Festival, e trouxe a história de Gianni Schicchi, um camponês ardiloso que, chamado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba por se beneficiar da situação com sagacidade. A ópera destacou a qualidade técnica seriamente conduzida pela maestra Amandio. A obra faz parte do tríptico operístico do compositor Puccini, junto com Il Tabarro e Suor Angelica. Em Belém, a estreia marcou um momento histórico no Festival, tendo pela primeira vez uma mulher assumindo a batuta para reger uma ópera no Theatro da Paz. “Este é um marco não só para mim, mas para todas as mulheres na regência. Voltar ao palco do Theatro da Paz, quase 40 anos depois da minha primeira apresentação aqui, é uma honra imensa. E poder fazê-lo regendo uma obra tão desafiadora e encantadora é uma realização pessoal e profissional significativa”, afirmou a maestra Ligia Amadio. A recepção do público e da crítica confirma o sucesso da estreia. Dione Colares, diretora artística do festival, expressou sua satisfação com o resultado. "Trazer Gianni Schicchi para o festival foi uma decisão acertada. Queríamos oferecer ao público uma experiência que contrastasse com outras produções mais dramáticas e que trouxesse leveza e humor ao repertório. A resposta do público nesta noite de estreia foi além das nossas expectativas", revelou Dione. Entre os presentes, Andrea Pacheco, estudante de Direito, compartilhou a emoção de assistir à ópera no Theatro da Paz. "Nunca imaginei que um dia estaria aqui, assistindo a uma ópera neste teatro histórico. Para quem, como eu, cresceu sem oportunidades de acesso a espaços culturais como esse, estar aqui hoje é um sonho realizado. É uma experiência inesquecível e que levarei para a vida inteira", disse emocionada. Realizado pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi. Os ingressos ainda estão disponíveis na Bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59347/opera-gianni-schicchi-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace | Theatro da Paz

    < Volte OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 O evento será realizado na quita-feira (30) A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta nesta quinta-feira (30), o concerto "De Mozart a Strauss", às 20h, no Theatro da Paz, em homenagem aos 60 anos de carreira do pianista Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira da cantora lírica Gabriela Pace, que estarão no palco solando com a OSTP. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Conforme Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP o evento será para prestar homenagem a dois grandes músicos que têm sua história intimamente ligada à Belém do Pará. "Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, músicos que têm tudo a ver com a história do Pará e com a história da OSTP. Definida essa homenagem, nós deixamos que eles escolhessem as peças que mais representariam o toque e o canto deles e o que gostariam de solar para o público paraense". De acordo com Miguel, o professor Del Claro escolheu a música do Luigi Boccherini e Gabriela Pace as quatro últimas canções de Strauss. Ainda segundo o maestro, a orquestra inicia novo capítulo e traz uma compositora nova, contemporânea, Albena Petrovic, de origem búlgara. "Eu propus a ela que escolhesse a obra que mais representasse o seu estilo de composição, e ela escolheu 'Mélusine', uma peça contemporânea", explicou Miguel. O maestro ainda comentou que sua ideia é mostrar uma palavra muito importante para orquestras sinfônicas, "versatilidade", já que as orquestras sinfônicas devem estar prontas para tocar qualquer estilo musical, incluindo a música não erudita, a música popular, vertentes do jazz, entre outros estilos. O concerto desta quinta-feira terá quatro pontos altos. Na primeira obra será a vez da orquestra mostrar que sabe tocar Mozart e demostrar domínio da linguagem clássica. A sinfonia de número 31 é muito importante e é conhecida como Sinfonia Paris. Sendo assim, a orquestra mostra o seu domínio da linguagem clássica. O Luigi Boccherini é um ponto alto por causa do solista, o grande Antonio Del Claro. A terceira música é um ponto alto porque é uma compositora que veio da Europa para prestigiar a orquestra local, a Albena Petrovic. E a orquestra vai mostrar que sabe dominar também a linguagem contemporânea, a linguagem experimental. E finalmente as quatro últimas canções de Strauss que são lindíssimas. Uma obra muito fundamental da literatura para orquestra e canto e está sendo magnificamente cantada pela Gabriella Pace. Os homenageados Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, dois artistas de momentos diferentes na vida, mas com histórias que se entrelaçam intimamente a Belém. Antonio Del Claroviaja para o norte do Brasil, especialmente para a Belém, desde os anos 80, ficou muito feliz com o núcleo forte de cordas que existia em Belém na Orquestra de Câmara do Pará. A partir daí, ele sempre esteve nos festivais internacionais de música promovidos pela Fundação Carlos Gomes. Além disso, ele também foi professor por módulo do bacharelado da Fundação Carlos Gomes, regeu várias vezes aqui em Belém, trouxe cameratas de São Paulo para Belém, formou cameratas aqui em Belém, regeu e solou. Ele também formou cameratas com músicos de Belém e levou para São Luís, no Maranhão. Ele atuou de forma muito intensa na capital paraense e ajudou a levar a música para frente. Já Gabriella Patti, cantou no primeiríssimo Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará no ano de 2002, como Viúva Alegre. Em seguida, ela cantou mais uma vez no Festival de Ópera, em 2003 como Pamina, na Flauta Mágica. Então, quando a ópera ressurgiu no Pará, feita por paraenses, promovida pelo Theatro da Paz, quando iniciou o Festival de Ópera, Gabriella Pace estave presente. Além disso, ela cantou Traviata, anos depois. E agora ela irá cantar as quatro últimas canções de Strauss. Gabriella é uma das sopranos de maior destaque no cenário nacional. Repertório W. A. Mozart (1756 - 1791)Sinfonia Nº 31 - “Paris” I. Allegro assai II. Andante II. Allegro Luigi Boccherini (1743 - 1805)Concerto para Violoncelo Nº 12 em Mi Bemol Maior I. Maestoso II. Largo III. Allegro Solista: Antonio Del Claro INTERVALO Albena Petrovic (1965)Mélusine - l'image mystique (Poème symphonique) Richard Strauss (1864 - 1949)Vier letzte lieder - für Sopran und Orchester I. Frühling II. September III. Beim Schlafengehn IV. Im Abendrot Solista: Gabriella Pace Serviço: Concerto “De Mozart a Strauss” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto Data: 30 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser retirados somente no dia do concerto no site ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP a partir das 9h da manhã. Apenas dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49530/ostp-homenageia-os-60-anos-de-carreira-de-antonio-del-claro-e-os-25-anos-de-carreira-de-gabriela-pace Anterior Próximo

  • Ópera Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz

    Confira mais sobre a Ópera Lucia di Lammermoor dentro da Programação do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz. 1/1 Visão da Obra Por Miguel Campos Neto Belém do Pará é uma cidade que tanto aponta para o futuro como celebra o seu passado rico e histórico. O movimento lírico no estado acompanha essa tendência, e o Festival de Ópera deste ano é um exemplo disso. Das três óperas apresentadas, duas foram contemporâneas e de compositores brasileiros (O Auto da Compadecida, com música de Tim Rescala e história baseada em Ariano Suassuna, e O Menino Maluquinho, com música de Ernani Aguiar e história baseada em Ziraldo), mas a terceira é Lucia di Lammermoor, uma ópera do cânone do repertório lírico mundial. Esta obra-prima de Donizetti, um dos maiores expoentes do Bel Canto, tem uma relação muito curiosa com a capital paraense. Na primeira fase da ópera no Theatro da Paz, que foi de 1880 a 1907, Lucia foi encenada em nada menos que 12 temporadas. Se imaginarmos que cada temporada exibia uma ópera em várias récitas, chegaremos à conclusão de que esta partitura foi bastante ouvida na virada do século XIX para o XX. Importante notar é que várias dessas temporadas eram promovidas e organizadas por diferentes empresários e executadas por diferentes companhias de músicos, geralmente vindos da Itália. Então, por que tantas vezes Lucia? Porque esta ópera era certeza de grande público e grande sucesso. Era uma favorita do público paraense que, ano após ano, queria escutar e acompanhar o desenrolar da trama baseada na obra de Walter Scott. Lucia gozava de um prestígio que apenas alguns títulos de Verdi, como Ernani, Trovador e Traviata, rivalizavam. O drama de Lucia é universal e atual, pois fala de uma mulher forçada ao casamento com um homem que não ama por interesses da família, enquanto seu amado, Edgardo, se crê traído por ela. Lucia é pressionada por todos os lados e compreendida por ninguém. Os elementos mais fortes da sociedade da época - tradição, honra, dinheiro, Igreja (representada pela personagem de Raimondo) - estão presentes e, longe de fazer da obra uma peça de museu, esses elementos a tornam mais atual e relevante do que nunca. O ouvinte atento também perceberá que esta ópera tem um elemento espiritual, por vezes fantasmagórico, muito forte. Antes mesmo do drama se desenrolar, duas mortes são mencionadas: a da mãe de Lucia e a de uma jovem morta perto de um poço, cujo fantasma aparece para a nossa protagonista. A música de Donizetti acompanha a cada linha do texto e pinta as cenas em cores vívidas para o espetáculo ficar completo, como a ópera deve ser. O grande sucesso que Lucia fez naqueles primeiros anos de ópera no nosso Teatro foi seguido de um silêncio sepulcral, pois desde 1906 esse título não retorna a Belém. Então, que as cortinas se abram neste momento histórico que você está presenciando: a volta triunfal de Lucia di Lammermoor aos palcos do Theatro da Paz. Bom espetáculo a todos! Ficha Técnica Conheça os artistas que fazem a mágica da ópera Lucia di Lammermoor acontecer! Alexsandro Brito "Normanno" Conheça Ana Maria Adade Pianista Conheça Antônio Wilson "Arturo" Conheça Bruno Berger-Gorski Diretor da Ópera Conheça 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 ... 6 Acesse o Programa Acesse

  • Retrospectiva Festival de Ópera | Theatro da Paz

    Acompanhe a restrospectiva dos 22 anos do Festival de Ópera do Theatro da Paz! Retrospectiva O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um evento de abrangência nacional do gênero, com várias atividades de formação e capacitação, e realizado em Belém, capital do Pará, na Amazônia. Criado em 2002, é um dos grandes acontecimentos culturais em ópera no país e na América Latina. O festival já iniciou em abril e se estenderá até dezembro, com várias atividades sociais, culturais e parcerias. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O “Da Paz”, como é carinhosamente tratado pela população, é um teatro/templo de arte e cultura do Pará e concentra tanto grandes espetáculos, como dá espaço aos talentos locais, valorizando suas raízes e sua expressão cultural. O festival vem sendo realizado todos os anos, incluindo outubro, mês em que se realiza o Círio de Nazaré – a maior festa religiosa do Norte/Nordeste e uma das mais importantes do país. Desde sua criação, o Festival já executou 45 óperas e capacitou mais de 300 alunos com sua programação acadêmica e artística, revelando grandes talentos. Em paralelo ao evento, serão realizadas variadas programações, com uma abrangência inédita e social que muito tem a ver com a época de pandemia, em que oportunidades e solidariedade são a tônica em qualquer atividade, principalmente a cultural. Um Baile de Máscaras (2018) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Um Baile de Máscaras (2018) Don Giovanni (2017) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Don Giovanni (2017) Turandot (2016) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Turandot (2016) Os Pescadores de Pérolas (2015) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Os Pescadores de Pérolas (2015) Mefistofele (2014) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Mefistofele (2014) O Navio Fantasma (2013) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado O Navio Fantasma (2013) Cavalleria Rusticana (2012) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Cavalleria Rusticana (2012) Tosca (2011) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Tosca (2011) La Bohéme (2008) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado La Bohème (2008) II Guarany (2007) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado II Guarany (2007) Iara (2006) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Iara (2006) Bug Jargal (2005) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Bug Jargal (2005) Carmen (2004) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Carmen (2004) Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Palco Virtual

  • Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de dez. de 2023 Grupo brindou o Ano Novo com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentando grandes clássicos natalinos em arranjos jazzísticos O encerramento da temporada de 2023 da Amazônia Jazz Band, na noite da quinta-feira (21), lotou o Theatro da Paz, de jovens, crianças, idosos e famílias inteiras. O público admirador da AJB se despediu do ano velho com música e brindou o Ano Novo, com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentado com grandes clássicos natalinos e arranjos em Jazz Promovido pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), como parte da ação Preamar das Festas, a iniciativa também é do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Clássicos como "Jingle Bells", "Noite Feliz" e "Noite Santa" ganharam novos arranjos, trazendo toda a emoção que a data exige. O concerto contou com as participações das intérpretes Valentina Faria e Lídia Marçal, que fazem parte da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz. Segundo o maestro Elias Coutinho, regente da AJB, o concerto resume com louvor o ano de 2023. "Tivemos clássicos como 'Noite Feliz' (Silent Night) e 'Jingle Bells' com arranjos feitos para uma Jazz Band, proporcionando uma noite repleta de emoções com músicas que remetem ao Natal e à reflexão sobre o ano novo, acompanhadas pelas marcantes improvisações dos integrantes da Amazônia Jazz Band", afirmou. "Encerramos com 'All I Want For Christmas Is You', de Mariah Carey e Walter Afanasieff, interpretada por Valentina Faria e Lídia Marçal, com a participação do público cantando junto. Esperamos despertar em todos esse espírito natalino", explicou o maestro. Ana Carolina Cunha, estudante de 23 anos de fisioterapia, declarou que sempre é uma energia boa assistir à AJB. "Perdi as contas de quantas vezes já assisti à AJB, que é a minha banda favorita. Sou tão fã que hoje enfrentei até a chuva para garantir meu ingresso. Já senti vontade de ser guitarrista, saxofonista, baterista e hoje pensei em ser cantora. Foi um concerto primoroso que nos fez refletir sobre nossa trajetória neste ano. Obrigada por isso", afirmou. A temporada de 2023 dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz chegou ao fim, mas os trabalhos não param, pois a temporada de 2024 já está sendo preparada e terá início na primeira semana de janeiro do próximo ano. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50285/amazonia-jazz-band-encerra-a-temporada-de-2023-com-um-concerto-de-natal Anterior Próximo

  • Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 21 de nov. de 2024 Iniciativa da Secult, Seirdh e Coro Carlos Gomes fez parte do Preamar da Consciência Negra Na noite desta quarta-feira (20), Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra, pela primeira vez celebrado como feriado nacional, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) e Fundação Carlos Gomes, apresentaram a “Missa Cubana” no Theatro da Paz. O espetáculo da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), junto ao Coro Carlos Gomes, teve como regente a maestra cubana Maria Antonia Jiménez. “É uma honra termos sido chamados para esse concerto, especialmente nesse dia da consciência negra. É uma responsabilidade muito grande e estamos aproveitando para além da missa cubana, fazer uma primeira parte pequena, mas com músicos brasileiros, negros e que com os anos, as fotos foram se branqueando e as pessoas não tem noção de que o Brasil tem um patrimônio gigante de música erudita de compositores negros”, disse Maria Antônia. A primeira parte do espetáculo, apenas com o coro, teve a participação do percussionista Williams Tanoeiro e da pianista Ana Maria Adade. “Existe um imaginário coletivo de que música erudita é coisa de brancos, só que não é assim. E por isso a gente escolheu compositores negros para trazer hoje à noite, para mostrar a vocês a qualidade desses músicos, desses compositores”, completa Jiménez. “Quero fazer um agradecimento às 300 pessoas que vem de comunidades quilombolas do Acará, de Ananindeua, de Tomoju, de Ilha Gabi, que estão hoje aqui no Theatro da Paz, e todas as pessoas das comunidades de terreiro, que nos honram muito com sua presença para prestigiar a obra do José María Vitier, dedicada à Virgem da Caridade de El Cobre, uma obra muito bonita que traz essa energia, desses tambores de África para dentro de uma peça de música clássica e que traz pra nós essa influência tão poderosa e rica desta cultura africana para o nosso Brasil que ainda precisa ser o Brasil sem racismo. Viva o 20 de novembro, dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra", aponta a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Para segunda parte, a OSTP subiu ao palco e junto ao Coro Carlos Gomes apresentou a “Missa Cubana”, uma peça emblemática em homenagem à padroeira de Cuba, Virgem da Caridade de El Cobre. A mistura da música clássica, erudita, com os ritmos cubanos e afro-cubanos é o diferencial do espetáculo. O sacerdote de Umbanda, Lucian Campos, fala sobre a importância da presença dos povos de terreiro no Theatro e em especial, neste espetáculo. “Pra mim significa resistência, ocupação de vários espaços que por muitas vezes o pobre, o negro, o praticante de umbanda não tem acesso. Eu mesmo estou vindo ao Theatro da Paz pela primeira vez”. A peça envolveu o público e ao final da apresentação os músicos e cantores foram aplaudidos de pé. Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61530/espetaculo-missa-cubana-reune-musica-classica-aos-ritmos-afro-cubanos-no-dia-da-consciencia-negra-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 6 de set. de 2024 Recital trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos e emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico O Duo Azulay, formado pelos irmãos Adriana e Humberto Azulay, brilhou no palco do Theatro da Paz na noite da última quarta-feira (04), em uma apresentação memorável dentro da programação do XXIII Festival de Ópera, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O recital, que trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos, emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico. O duo, que existe desde 2009, demonstrou sua afinidade musical ao executar obras de grandes compositores como Carlos Gomes, J. Strauss e Bizet. A apresentação, que incluiu aberturas e árias emblemáticas, surpreendeu o público com interpretações vibrantes e cuidadosas, fruto da intensa preparação para o festival. Uma das grandes surpresas da noite foi a participação de um casal de bailaoures que encantou o público com uma apresentação de dança vibrante durante a suíte da ópera “Carmen”, de Bizet. Ao som da icônica Danse Boheme, o casal trouxe ainda mais vida à música, em uma performance que elevou o nível artístico da noite. "Foi inesperado e emocionante. A dança flamenca ao som de Carmen foi o ponto alto da noite, sem dúvida", comentou o espectador Augusto Câmara. A participação no Festival de Ópera do Theatro da Paz foi um marco na carreira dos irmãos. "É sempre uma honra participar de um evento tão importante para a cultura paraense. Esta é a nossa primeira vez no festival, e estamos muito emocionados", destacou Humberto. Adriana, por sua vez, falou sobre a emoção de tocar em um dos teatros mais históricos do Brasil. "O Theatro da Paz é um espaço que carrega muita história e significado para nós. Tocar aqui, dentro da programação do festival, é um momento único", afirmou. Entre o público presente estava Cléia Miranda, de 84 anos, que conhecia Adriana Azulay e decidiu apostar no talento da dupla ao assistir ao recital. "Eu já acompanho o trabalho da Adriana há muito tempo, e sempre acreditei que eles chegariam longe. Vim ao teatro porque sabia que seria uma apresentação grandiosa, e não me decepcionei. Foi uma noite maravilhosa, cheia de emoção", declarou Cléia, visivelmente emocionada. O recital foi cuidadosamente estruturado, dividindo-se em duas partes. Na primeira, os irmãos Azulay executaram peças como a Protofonia de "Il Guarany" de Carlos Gomes e a abertura da ópera "O Morcego" de J. Strauss. Na segunda parte, destacaram-se as obras de Bizet, com uma brilhante interpretação da suíte de Carmen, que incluiu, além da Danse Boheme, trechos como "Habanera" e "Les Toreadors". Adriana Azulay também ressaltou a importância de tornar a música clássica acessível a todos. "Nosso papel enquanto artistas é levar essa arte a todos, de maneira acessível, e o Festival de Ópera permite essa experiência", afirmou. O duo, além de executar com maestria as obras escolhidas, também criou uma conexão com o público, tornando o recital uma experiência imersiva e emocionante. A noite no Theatro da Paz foi marcada não apenas pela beleza das interpretações, mas também pela celebração da música clássica em um dos mais belos palcos do Brasil. Com a promessa de surpresas no repertório, o Duo Azulay cumpriu sua missão de oferecer uma apresentação inesquecível, deixando o público em êxtase. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz segue com uma programação rica e variada, reafirmando o compromisso de promover grandes produções e valorizar artistas como Adriana e Humberto Azulay, que mais uma vez mostraram sua excelência no cenário da música clássica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59413/duo-azulay-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz

    < Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo

  • Theatro da Paz completa 145 anos na próxima quarta-feira (15) | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz completa 145 anos na próxima quarta-feira (15) Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 14 de fev. de 2023 Programação de aniversário inclui apresentações da Amazônia Jazz Band (AJB) e Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) a partir das 20h A primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região, o Theatro da Paz completa 145 anos na próxima quarta-feira (15). A data, que também celebra o aniversário do maestro e compositor paraense Waldemar Henrique, um dos maiores expoentes da música produzida aqui, que se estivesse vivo completaria 118 anos, terá uma programação de aniversário que inclui apresentações da Amazônia Jazz Band (AJB) e Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) a partir das 20h, no Theatro da Paz. Com as portas abertas ao público em 15 de fevereiro de 1878, o Theatro é a mais completa tradução da arquitetura neoclássica. Com fachada imponente, colunas gregas, bustos de mármore, lustres de cristal, espelho de cristal francês, piso em mosaico de madeiras nobres, além das belíssimas pinturas que embelezam seu interior, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e elementos decorativos revestidos com folhas de ouro, o Da Paz é conhecido por apresentar acústica perfeita. Passados 145 anos, o Da Paz tem muitos motivos para comemorar. Um deles, visto à olho nu, é encontrar-se em ótimo estado de conservação, o que é uma difícil tarefa em um ambiente úmido e quente como Belém. Outro motivo é o aumento do valor simbólico do teatro, que nesses últimos anos ganhou mais notoriedade internacional, com reconhecimento público de sua importância por entidades internacionais especializadas. Para Daniel Araújo, diretor do Theatro, a sociedade também deve se orgulhar pela conquista da democratização do acesso. “A nossa luta diária também é pela troca do paradigma norteador de nossas ações, colocando o amor e a humanização à frente, a exemplo do projeto Sons de Liberdade, que é uma das atividades de extensão, que leva o TP para muito além de seus muros, chegando ao Sistema Penitenciário e atingindo seus egressos com oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas que objetivam a reinserção ao mercado de trabalho, por meio da cadeia produtiva da ópera”. “Talvez uma das conquistas mais importantes seja estar em atividade desde sua inauguração. Este feito é raro no país e nesse momento há que se reconhecer o trabalho de todos e todas que ajudaram o TP a construir e manter acesa a chama da beleza e da arte mesmo em tempos difíceis. Há mesmo que celebrar esse momento, e com muito orgulho”, completou. Quando perguntado sobre os próximos 145 anos do Theatro da Paz, Araújo responde com firmeza. “Nesse momento em que o bastão da história passa por nossas mãos, o plano é cuidar muito bem dele, com muito carinho e respeito por esse monumento que abriga e abrigou tantos sonhos e talentos, deixando-o impecável para chegada de seus 290 anos” finalizou. Sala de Ensaio Waldemar Henrique - O Da Paz está em festa também por ver nascer um projeto há muito ansiado pelos músicos que compõem os corpos artísticos do teatro monumento. No dia 15, ocorrerá a entrega da Sala de Ensaio Waldemar Henrique, que permitirá uma estabilidade maior no cotidiano dos músicos, além de conforto, segurança e aprimoramento técnico de suas atividades profissionais. A sala possui uma área de 122 m² e está localizada no 3º pavimento do Theatro. A restauração do espaço para adequação às necessidades da sinfônica e da big band contempla refrigeração, revestimento acústico, cadeiras adequadas, além de estantes para partituras. Para Elias Coutinho, maestro assistente e chefe do naipe de saxofone da AJB, desde sua fundação, em 1994, a Amazônia Jazz Band persegue o sonho de ter um espaço apropriado para desenvolver suas atividades. A Sala Waldemar Henrique resgata uma dívida do passado e projeta um cenário de futuro. Programação de aniversário - A comemoração de aniversário do Theatro da Paz será marcada pelas apresentações especiais dos corpos artísticos da casa de espetáculo. Na noite desta quarta-feira (15), a Amazônia Jazz Band (AJB) traz um repertório baseado na obra de Waldemar Henrique e na noite do dia 16, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) se apresenta com o Carnaval Sinfônico. As duas atrações ocorrem às 20h, no palco do Theatro da Paz. A iniciativa é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Segundo Eduardo Lima, maestro titular da AJB, o repertório reuniu seis das mais importantes obras de Waldemar Henrique. Canções como “Tamba-tajá” e “Hei de Seguir Teus Passos” ganharam novas leituras, com arranjos de Kim Freitas. De acordo com o maestro Eduardo Lima, regente titular da AJB, o concerto será composto por oito canções e apenas duas não são de autoria de Waldemar Henrique. “Foi uma tarefa difícil escolher entre as mais de 150 músicas deixadas pelo fenomenal compositor Waldemar Henrique. Mas, conseguimos fazer uma triagem, já que alguns arranjos a orquestra já tocava”, explicou o maestro titular da AJB. O concerto Carnaval Sinfônico já virou uma tradição anual para variar o repertório da OSTP, já que existem diversas composições eruditas com a temática carnavalesca, como é o caso de Ernani Aguiar que usou ritmos brasileiros, porém, dentro de uma linguagem mais rebuscada e erudita e compôs para orquestra sinfônica. Sendo o Carnaval uma festa internacional, outros compositores eruditos também deram a sua contribuição no âmbito dessa festa e fizeram repertórios com a técnica erudita de composição, com temáticas mais populares. O público da OSTP vai apreciar em ritmo de carnaval, músicas de compositores europeus e brasileiros que fazem alusão à festa. Visitas gratuitas: No período de 15 a 19 de fevereiro, semana de aniversário do Theatro da Paz, as visitas guiadas que ocorrem diariamente no teatro monumento serão gratuitas. O serviço ocorre às 09h, 10h, 11h, 12h, 14h, 15h, 16h e 17h. Serviço: 145 anos de Theatro da Paz15/02/23 (Quarta-feira) Apresentação da Amazônia Jazz Band, às 20h 16/02/23 (Quinta-feira) Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, às 20h Local: Theatro da Paz Ingressos: Os ingressos para as duas apresentações serão disponibilizados no dia de cada evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e custarão R$2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Página de erro 404 | Theatro da Paz

    Nada encontrado Você pode voltar para a Página Inicial ou tentar de novo. Página Inicial

Theatro da Paz logo 2
Chancela da SECULT e Governo do Parpa
bottom of page