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- Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 29 de abr. de 2024 Apresentação terá repertório homenageando renomados músicos como Adelbert Carneiro, o Trio Manari e o compositor Minni Paulo Medeiros O Theatro da Paz será palco de um evento musical singular que promete marcar história na cena cultural paraense. Às 20h, desta terça-feira (30), será realizado o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará", sob a regência do maestro Elias Coutinho. A apresentação da Amazônia Jazz Band celebra o Dia Internacional do Jazz com clássicos do gênero e os ritmos autênticos da região Amazônica. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O espetáculo destaca a riqueza e diversidade dos ritmos paraenses, que possuem contribuições e elementos do jazz. O repertório do concerto homenageia renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros. O concerto serve como oportunidade de conectar as novas gerações com as raízes musicais da Amazônia e de celebrar o legado de Tom Jobim de uma maneira única. Para esse espetáculo, foi escolhido como pilar central o compositor brasileiro Tom Jobim, que se destaca como figura atemporal no cenário jazzístico nacional e internacional, salienta o maestro titular da AJB, Elias Coutinho. “Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim. Trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia é uma forma de enriquecer ainda mais nossa identidade musical”, acrescentou. Com arranjos inéditos, cada apresentação foi produzida com cuidado para destacar os estilos musicais paraenses, desde o Carimbó ao Lundú, do Boi Bumbá ao Samba de Cacete, entre outros. A participação dos membros da banda foi fundamental para aperfeiçoar as habilidades técnicas, atingindo ritmos autênticos através das pesquisas e experiências para criar um concerto único, destaca Coutinho. “Esses músicos trazem consigo não apenas habilidade técnica, mas também uma profunda conexão com a cena musical local. Seu envolvimento foi crucial para garantir que cada nota ressoasse com a alma da Amazônia”, elogiou Elias Coutinho. Ainda de acordo com Coutinho, esse concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. “Nós estamos misturando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca se ouviu em nenhuma parte do mundo. É um concerto verdadeiramente histórico”, afirma o maestro. Programa WAVE Tom Jobim Arr. Rafael Rocha DESAFINADO Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha PASSARIM Tom Jobim Arr. Rafael Rocha SAMBA DE UMA NOTA SÓ Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha GAROTA DE IPANEMA Tom Jobim/Vinicius de Moraes Arr. Rafael Rocha ÁGUAS DE MARÇO Tom Jobim Arr. Rafael Rocha Serviço: Com ingressos acessíveis a apenas R$2,00, a serem a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto, esta é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma experiência musical que transcende fronteiras e celebra a riqueza cultural da Amazônia. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53709/dia-internacional-do-jazz-e-celebrado-com-espetaculo-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 28 de mar. de 2023 Concerto será hoje (28), no palco do TP, com a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará nesta terça-feira (28), as 20 h, um concerto em homenagem aos 150 anos de nascimento de Sergei Rachmaninoff, compositor de origem russa muito influente atualmente. Para executar o solo de piano de uma das peças, a orquestra terá a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw, de apenas 19 anos. O concerto será no palco do Theatro da Paz, em Belém, com entrada gratuita. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” vai homenagear um dos grandes compositores de todos os tempos, que emigrou para os Estados Unidos, onde começou a ser influenciado pelo cenário da música sinfônica daquele país, e se inseriu no contexto da música erudita norte-americana. Compôs para muitas orquestras; regeu para outras e foi solista frente a orquestras, muitas vezes tocando suas próprias obras. No período e que ele viveu, esse trajeto era comum. Especificamente na música erudita. Muitos compositores deixaram a Europa carregando suas tradições culturais, principalmente por causa das guerras, e emigraram para os Estados Unidos da América em busca de mais estabilidade, como o violoncelista Jascha Heifetz e o compositor Stravinsky. Rachmaninoff se insere nesse contexto histórico. Era um país onde as orquestras sinfônicas estavam crescendo cada vez mais, e a cada dia surgiam novas casas de ópera. Um mercado em ascendência, principalmente para um compositor performer, que também era muito conhecido por tocar não só suas obras, mas de outros compositores. De acordo com Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, é de grande importância mencionar Sergei Rachmaninoff como pianista virtuoso. “Obviamente, tendeu a compor muitas coisas para piano, mas longe de ficar conhecido como um compositor para piano, como é Chopin, com poucas obras que não são para piano. Rachmaninoff quebrou com esse paradigma e compôs largamente para orquestra sinfônica; compôs obras dramáticas. Por exemplo, quatro sinfonias. É importantíssimo mencionar, pois esse fato faz com que ele se desassocie daquela imagem do pianista compositor, simplesmente”, explicou. Duas facetas - O repertório mostra duas facetas diferentes do compositor Sergei Rachmaninoff. A primeira obra é o "Concerto nº 3", muito conhecido entre os pianistas como um dos mais difíceis para o instrumento. O próprio Rachmaninoff, mostrou o quão grande pianista ele era ao executar a obra. Como aconteceu no século anterior com Paganini para o violino, com Chopin e Liszt para o piano, que escreviam obras altamente virtuosísticas e extremamente difíceis, e eles tocavam para o público como uma espécie de dupla recompensa, como compositores e intérpretes. A segunda obra é "Concerto nº 2", muito popular entre frequentadores de cinema, por integrar a trilha sonora de “O Espelho tem duas faces”, filme de 1996, de Barbra Streisand. A obra mostra Rachmaninoff como um grande compositor criativo, muito além de um compositor para piano. "Danças Sinfônicas", obra em três movimentos, mostra uma riqueza de temas, de harmonia e orquestração invejáveis. Serviço : Concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto. Dia 28 de março, as 20 h, no Theatro da Paz. Ingressos gratuitos. Podem ser retirados somente no dia do concerto, no site ticketfacil.com.br , a partir de 09 h ou na bilheteria do TP, a partir de 18h . São apenas duas unidades por CPF. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Anterior Próximo
- Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' Helena Saria (SEMU) 23 de ago. de 2023 Evento promovido pelas Secretarias das Mulheres (Semu) e da Cultura (Secult) reuniu arte e conscientização pelo fim da violência contra as mulheres Um espetáculo empolgante no Theatro da Paz, em Belém, na noite de terça-feira (22), com o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) e a participação das cantoras Gigi Furtado, Alba Mariah e Lucinha Bastos, emocionou os espectadores. O evento intitulado "Cantoria Amazônica: Todas as Vozes em Defesa das Mulheres" uniu música, cultura e engajamento social para marcar a programação do "Agosto Lilás". O referido mês é dedicado à conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. No Pará, a iniciativa do governo do Estado mobilizou as secretarias estaduais de Cultura (Secult), das Mulheres (Semu), e, ainda, o Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). "É um momento muito importante, muito significativo. A Secretaria, com apenas cinco meses de criação, no ano que a lei Maria da Penha completa, 17 anos e o governador do Estado cria a Secretaria, que tem esse poder articulador de trabalhar as políticas de forma transversal", expressou a Secretária Paula Gomes. "E hoje nós estamos aqui no Teatro da Paz, junto com a Secretaria de Cultura, promovendo um evento de conscientização, de combate à violência, reunindo a rede de enfrentamento à violência, mas, principalmente, passando essa mensagem para toda a sociedade, da importância da gente conscientizar e combater a violência contra as mulheres. Então, esse momento é muito significativo." Ursula Vidal, secretária de Cultura, falou sobre a Semu: "A Secretaria das Mulheres brilha forte com um brilho muito raro de coragem nessa articulação e nessa transversalidade, porque é um brilho de luta, de reconhecimento pelas que vieram antes de nós, é um brilho de esperança num Pará mais justo, mais solidário, de mais direitos plenos para as mulheres, é uma secretaria de mulheres muito fortes, de mulheres muito generosas e corajosas, porque se colocam nesse fronte de batalha também, para que o Estado garanta tudo o que a lei prevê e que muitas vezes nós demoramos muito para acessar e para consolidar", finaliza. Para Daniel Araújo, diretor do Teatro da Paz, o evento foi um esforço para erguer um muro de conscientização: "O trabalho de hoje é justamente colocar mais um tijolinho nesse muro enorme que a gente precisa erguer, um muro de conscientização, erguer essa força de união da sociedade, de todos os setores, quer sejam as instituições governamentais, não governamentais, o cidadão comum, as pessoas que estão vindo hoje para o concerto, e poder fazer parte desse momento com o nosso trabalho, sediando esse momento tão importante nessa casa, que tem um valor simbólico, um valor histórico tão grande para a nossa cultura, e que isso também seja usado em prol dessa causa." A premiada Lays Parães compartilhou sua história de superação e o compromisso de inspirar outras mulheres: "Eu vivi algo maravilhoso que eu nunca imaginei na vida. [...] E estar aqui hoje é muito importante porque é uma superação e a gente vai poder contar, vai poder mostrar e incentivar cada vez mais outras mulheres a não abaixar a cabeça, a lutar pelos seus objetivos, a denunciar as agressões que elas vêm sofrendo e, principalmente, na sala de aula, a gente conscientizar as nossas crianças porque são elas o futuro." “Só queria agradecer a nossa secretária, Paula Gomes. O evento foi maravilhoso, acho que buscou tudo o que o povo estava querendo ver. A verdade é a mesma, a voz da mulher”, explicou Liane Dias, diretora de Políticas Sociais do Parapaz. Lucinnha Bastos, cantora, resumiu a experiência: "Uma energia boa, né? Mulherada cantando com a gente, isso é mais bonito ainda. [...] A gente precisa entender que existe o medo, que existe o constrangimento, ainda existe isso. Mas a gente vai vencer a cada dia, principalmente com a informação e com a força de todo mundo junto." Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band inspira músicos profissionais em concerto didático em Santarém | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band inspira músicos profissionais em concerto didático em Santarém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 “A arte só é arte quando é compartilhada, e os concertos didáticos são uma ótima oportunidade para socializar conhecimento”. Assim declarou Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), minutos antes de iniciar o Concerto Didático para músicos realizado na tarde da última terça-feira (28), na Casa da Cultura em Santarém. Ao som das fusões do jazz com ritmos, cores e sons, com clássicos, samba, balada e música pop, a iniciativa teve por objetivo fazer com que a experiência inspirasse os músicos, intercalando as apresentações com explicações técnicas sobre cada música ou estilo musical e rodadas de perguntas. A Amazônia Jazz Band, reconhecida internacionalmente por sua excelência musical e compromisso com a preservação da herança amazônica, apresentou um repertório diversificado, mesclando clássicos do jazz com arranjos inspirados na rica biodiversidade e cultura amazônica. O grupo, composto por talentosos músicos locais, demonstrou virtuosismo e sensibilidade ao explorar suas performances e improvisos. “O nosso repertório de hoje se baseou no que tenho apostado muito, nas várias linguagens mundiais, executando um jazz de alta performance. Por exemplo, hoje a gente tem ‘La Fiesta’, que é um tema do americano Chick Corea, influenciado totalmente pela música flamenca. A gente tem também músicas como ‘Funky Cha-Cha’, do cubano Arturo Sandoval, que é um tchachacha. Então, essa questão de trabalharmos de maneira geral vários estilos faz com que estejamos o tempo inteiro lidando com música de várias partes do mundo e estando aptos a fazer isso com mais facilidade”, continuou Coutinho. "Como alguém que já foi um músico iniciante, a primeira intenção é, claro, inspirar. Isso é algo inegociável para todos nós da AJB. Trazer inspiração para os novos músicos que estão crescendo, para que eles possam ver que paraenses podem ter um alto nível de performance a nível mundial”, completou. Na Amazônia Jazz Band, 80% dos músicos são do interior do Estado. Isso mostra também que não importa de onde o músico é, o importante é que estude e busque crescer a cada momento para alcançar seus objetivos. É o caso do músico santareno Leandro Aquila. “Estou aqui hoje, porque tenho o sonho de me tornar um grande saxofonista e o maestro Elias sempre foi uma inspiração para mim. Saber que ele é de Santa Izabel do Pará e não da capital me deixa cheio de esperança. Aqui em Santarém não temos grandes referência jazzística e que bom que a AJB está aqui hoje mostrando que é possível desenvolver esse trabalho em Santarém e no meu caso, um dia fazer parte da Jazz”, finalizou sorrindo. Assim, o repertório da Amazônia Jazz Band teve um papel fundamental, inspirar os músicos para que eles possam buscar, dentro dessas várias linguagens musicais, uma identificação natural. O concerto também teve um caráter educativo, proporcionando aos músicos profissionais presentes uma oportunidade única de aprendizado e aprimoramento técnico. Durante a apresentação, os integrantes da Amazônia Jazz Band compartilharam experiências e conhecimentos, discutindo aspectos teóricos e práticos da música, como improvisação, arranjos e técnicas específicas do jazz. Essa interação estimulou o compartilhamento de ideias e experiências, fortalecendo a comunidade musical local e promovendo a troca de conhecimentos entre os profissionais presentes. O concerto didático da Amazônia Jazz Band em Santarém reafirmou a importância de valorizar e preservar a rica cultura musical da região amazônica. Além de entreter o público, a iniciativa favoreceu um ambiente propício para o crescimento artístico e musical dos músicos profissionais, contribuindo para o fortalecimento da cena musical local. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49517/amazonia-jazz-band-inspira-musicos-profissionais-em-concerto-didatico-em-santarem Anterior Próximo
- Retrospectiva Festival de Ópera | Theatro da Paz
Acompanhe a restrospectiva dos 22 anos do Festival de Ópera do Theatro da Paz! Retrospectiva O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um evento de abrangência nacional do gênero, com várias atividades de formação e capacitação, e realizado em Belém, capital do Pará, na Amazônia. Criado em 2002, é um dos grandes acontecimentos culturais em ópera no país e na América Latina. O festival já iniciou em abril e se estenderá até dezembro, com várias atividades sociais, culturais e parcerias. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O “Da Paz”, como é carinhosamente tratado pela população, é um teatro/templo de arte e cultura do Pará e concentra tanto grandes espetáculos, como dá espaço aos talentos locais, valorizando suas raízes e sua expressão cultural. O festival vem sendo realizado todos os anos, incluindo outubro, mês em que se realiza o Círio de Nazaré – a maior festa religiosa do Norte/Nordeste e uma das mais importantes do país. Desde sua criação, o Festival já executou 45 óperas e capacitou mais de 300 alunos com sua programação acadêmica e artística, revelando grandes talentos. Em paralelo ao evento, serão realizadas variadas programações, com uma abrangência inédita e social que muito tem a ver com a época de pandemia, em que oportunidades e solidariedade são a tônica em qualquer atividade, principalmente a cultural. Um Baile de Máscaras (2018) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Um Baile de Máscaras (2018) Don Giovanni (2017) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Don Giovanni (2017) Turandot (2016) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Turandot (2016) Os Pescadores de Pérolas (2015) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Os Pescadores de Pérolas (2015) Mefistofele (2014) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Mefistofele (2014) O Navio Fantasma (2013) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado O Navio Fantasma (2013) Cavalleria Rusticana (2012) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Cavalleria Rusticana (2012) Tosca (2011) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Tosca (2011) La Bohéme (2008) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado La Bohème (2008) II Guarany (2007) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado II Guarany (2007) Iara (2006) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Iara (2006) Bug Jargal (2005) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Bug Jargal (2005) Carmen (2004) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Carmen (2004) Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Palco Virtual
- Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra Elck Oliveira (SEIRDH) 16 de dez. de 2024 Os ingressos serão vendidos a um preço simbólico de R$ 2 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro, a partir das 9h A Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Fundação Carlos Gomes apresentam, na próxima quarta-feira, 20, dentro da programação que celebra o Dia da Consciência Negra, o espetáculo "Missa Cubana", com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e participação do Coro Carlos Gomes, a partir das 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos serão vendidos a um preço simbólico de R$ 2 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro, a partir das 9h no dia do espetáculo, ou no site clicando aqui . "Missa Cubana" é uma obra de José María Vitier, dedicada à Virgem da Caridade de El Cobre, padroeira de Cuba, e mistura a música sacra de uma missa com percussão, ritmos caribenhos e influências afro-cubanas. A interpretação fica por conta da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e do Coro Carlos Gomes, sob a regência de María Antonia Jiménez. A maestra, María Antonia Jiménez, conta que esta é a quarta vez que a "Missa Cubana", apresentada pela primeira vez em 1996, será exibida no Brasil, todas em Belém. A estreia na capital paraense foi em 2005, no Festival Internacional de Música do Pará. "A primeira versão da 'Missa' no Brasil foi nossa, comigo regendo. É uma música maravilhosa, mistura de música europeia com ritmos cubanos. Então, é muito gostosa de ouvir, as pessoas em geral gostam muito. Escolhemos essa peça porque sou uma regente negra, uma mulher negra cubana que tem realizado um trabalho de relativo destaque no Estado. Acredito que é por isso que me chamaram para reger neste dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra. E como sou cubana e esta 'Missa' é uma mistura de músicas europeias com ritmos cubanos e afro-cubanos, acredito que seja uma peça representativa para este dia. A 'Missa' é uma peça de um compositor cubano vivo, que estreou em 1996 e já rodou o mundo, sendo apresentada inclusive no Vaticano. É uma peça muito conhecida, muito bela e acho que representa muito bem o Dia da Consciência Negra, sobretudo porque quem vai reger é uma regente negra", detalhou. Mas o espetáculo do dia 20 não se restringirá a essa peça. María Antonia Jiménez adiantou algumas surpresas já preparadas para o público que estiver na plateia do Theatro da Paz. "Antes de cantarmos a 'Missa' com a Orquestra Sinfônica do Theatro, faremos uma parte menor de música brasileira, de compositores negros. E faremos também uma parte dos Spirituals, que é um gênero de música negra norte-americana. Faremos isto à capela e depois faremos a Missa com a Orquestra do Theatro da Paz", concluiu. Programação - O concerto integra uma série de atividades promovidas pelo Governo do Estado, via Secult e Seirdh em alusão à Consciência Negra. No dia 22 de novembro, haverá uma cerimônia no Teatro Gasômetro, a partir das 10h, com a participação de diversas secretarias e a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, para a entrega de políticas públicas e ações voltadas à população negra, quilombolas e Povos Tradicionais de Matriz Africana (Potma). Entre essas políticas, estão ações nas áreas de saúde, educação, tecnologia, titulação de territórios, entre outras. No dia 23 de novembro, encerrando a programação, das 9 às 16h, haverá uma feira de empreendedoras negras na Usina da Paz da Terra Firme, em Belém, com entrada aberta ao público, em parceria com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac). Para o titular da Seirdh, a "Missa Cubana" apresenta uma visão latino-americana de uma conexão com a África e sua ancestralidade. "Por isso que escolhemos, com Secult e Fundação Carlos Gomes, esse espetáculo para ser apresentado no dia 20 de novembro, que também é o Dia de Zumbi dos Palmares e o ápice da programação voltada a essa data. Dessa forma, estamos convidando todas as pessoas do movimento negro, as pessoas quilombolas, a juventude de periferia, as lideranças de todos os movimentos dos povos tradicionais de matriz africana, para podermos estar juntos no Theatro da Paz, que, aliás, foi erguido em um território que era destinado ao enterramento, ao sepultamento de pessoas pretas. Portanto, nós estaremos celebrando, no Theatro da Paz, a memória de Zumbi dos Palmares com a evocação à ancestralidade afro-americana de todos nós", frisou. Via Secult, as atividades alusivas à data integram o Preamar da Consciência Negra, que ocorre até o dia 13 de dezembro. A programação conta com exposições, lançamento de livro e outras atividades culturais, como apresentações de grupos de capoeira. "O Preamar da Consciência Negra representa nosso compromisso com a valorização da história, da cultura negra e com a pauta antirracista", destaca Ursula Vidal, titular da Secult. Para a secretária, "a Missa Cubana é uma peça representativa dentro dessa programação, não só por ser apresentada pela quarta vez no Brasil — todas em Belém —, mas também pela honra de termos a maestra, María Antonia Jiménez, uma mulher negra, regendo a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes". "Justamente no Dia da Consciência Negra, María, que traz suas raízes cubanas e escolheu o Pará e a Amazônia como lar, conduzirá essa obra que une o sagrado e a diversidade de ritmos afro-cubanos. Será uma noite de celebração e de significado profundo", acrescenta a secretária Ursula Vidal. Programa para o concerto: 1- Pe. José Maurício Nunes Garcia- Judas Mercator Pessimus 2- Presciliano Silva- Crux fideles 3- Carlos Gomes- Coro de Giovani Pittori(ópera Salvator Rosa) 4- Baden Powell - Berimbau 5- Chiquinha Gonzaga- Lua Branca 6- Rosephanye Powell- The Word Was God. 7- Kwangena Thina BoMissa Cubana- José María Vitier Serviço: Espetáculo “Missa Cubana” Data e horário: 20 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Ingressos a R$ 2,00 (à venda no dia, a partir das 9h, na bilheteria ou em ticketfacil.com.br ) Anterior Próximo
- Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebrou a amizade entre Brasil e Azerbaijão | Theatro da Paz
< Volte Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebrou a amizade entre Brasil e Azerbaijão Apresentação musical na noite da última quinta-feira (26) promoveu o intercâmbio cultural entre paraenses e músicos do país localizado no Cáucaso 27 de out. de 2023 Apresentação musical na noite da última quinta-feira (26) promoveu o intercâmbio cultural entre paraenses e músicos do país localizado no Cáucaso A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), apresentou no palco do Theatro da Paz, na noite desta quinta-feira (26), o “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil”, sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação dos solistas Václav Pacl, Karen Danger-Manafzade, Nijat Masimov e Sultan Huseyn. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Em uma breve cerimônia que aconteceu no palco, a secretária de Estado de Cultura (Secult), Ursula Vidal, deu as boas-vindas aos convidados e à plateia. “É uma enorme satisfação receber esse público maravilhoso e a nossa extraordinária orquestra nesta noite de encontro em que celebramos o intercâmbio cultural e a amizade entre o Brasil e o Azerbaijão por meio da música”, afirmou. O embaixador do Azerbaijão no Brasil, Rashad Novruz também esteve presente no concerto. “Estamos muito felizes com esta visita ao estado do Pará e à Amazônia, celebrando, por meio da música, a amizade entre nossos países e a oportunidade de apresentar um pouco da nossa rica cultura e da nossa história este povo tão caloroso”, declarou. Programa musical - A primeira peça que foi executada, o ‘concerto para piano nº1’, além de ser uma das obras mais famosas e significativas do compositor alemão Johannes Brahms, é uma obra-prima do repertório pianístico e uma das mais desafiadoras. Para executar o solo de piano dessa peça, a orquestra teve a participação de Václav Pákl, da República Tcheca, demonstrando todo seu virtuosismo ao piano. O concerto é composto por três movimentos, o primeiro, marcado como ‘Maestoso’, conta com uma introdução seguida por temas líricos e dramáticos. O segundo movimento, ‘Adagio’ é mais suave e introspectivo. O terceiro movimento, ‘Rondo: Allegro non troppo’, é enérgico, com passagens rápidas e brilhantes para o pianista. E a segunda parte foi especial para a OSTP, que executou composições típicas do Azerbaijão, sendo uma delas um concerto composto pelo maestro convidado Abuzar Manafzade, que demonstrou grande capacidade técnica em suas composições. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher | Theatro da Paz
< Volte Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de mar. de 2023 Evento terá início às 20h e contará com a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez Nesta quarta-feira (08), em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) realiza um concerto especial dedicado às mulheres, sob a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez. O concerto terá início às 20h, no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). Entre os compositores apresentados está a pianista francesa Cécile Chaminade. Ela viveu entre 1857 e 1944, nasceu em Paris e morreu em Marseille. Desde muito jovem já demonstrava seu talento para compor. A peça que será executada ‘Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107’ é muito tocada hoje em dia, feita para flauta e orquestra, mas também é executada em piano e será solada por Clara Nascimento, chefe do naipe de flautas da OSTP. De acordo com Maria Antonia Jiménez, a primeira parte do concerto será a homenagem principal pelo Dia Internacional da Mulher. “Essa peça será solada por uma mulher e vai ser regida por uma mulher. Ser convidada para reger a OSTP é sempre maravilhoso. É uma honra pela orquestra e pela data. Então, eu estou realmente muito feliz e grata”, disse Jiménez. A apresentação também contará com obras de Franz Joseph Haydn (1732-1809), um dos mais importantes compositores do período clássico. Personifica o chamado "classicismo vienense" ao lado de Mozart e Beethoven, conhecidos como "Trindade Clássica Vienense". A segunda peça que será executada é a ‘Sinfonia 82’ de Joseph Haydn, a primeira de uma série de cinco sinfonias que ele dedicou à França. Haydn é chamado de "Pai da sinfonia", pois foi quem começou a desenvolver o gênero e escreveu mais de cem sinfonias. Também foi considerado um dos autores mais importantes e influentes da história da música erudita ocidental, com uma carreira que cobriu desde o fim do Barroco aos inícios do Romantismo. A terceira peça, de um outro clássico, Mozart (1756-1791), músico e compositor austríaco. Considerado um dos maiores nomes da música erudita, e um dos compositores mais importantes da história da música clássica. A OSTP vai interpretar ‘Sinfonia Concertante’, que terá além da orquestra, quatro solistas das madeiras. Joás Saraiva, no oboé; João Marcos Palheta, no clarinete; Samuel Rosa, no fagote e Fabrício Santos, na trompa. Maria Antonia Jiménez - Natural de Santiago de Cuba, iniciou seus estudos musicais aos sete anos, na Escola Vocacional de Artes na cidade de Guantánamo, na especialidade de piano. Em 1978, entrou para o curso de Regência Coral na Escola Nacional de Artes em Havana. Iniciou o nível superior de Regência Coral na Rússia, em 1987, no Conservatório Estatal de São Petersburgo “Rimsky Kórsakov” e, em 1993, recebeu por esta instituição, o título de “Máster of Fine Arts” (Mestrado) na Especialidade: Regência Coral, Pedagoga. Em 1995, a convite da professora Glória Caputo, superintendente da Fundação Carlos Gomes, passou a ministrar aulas de canto coral e fundou o Coro Carlos Gomes, com o qual se inseriu ativamente, desde o início de sua inserção no cenário cultural paraense. Realizou um intenso trabalho de disseminação da música coral, com um repertório eclético, abrangendo todos os estilos da música erudita, tanto a capela quanto sinfônica- coral, interpretando também música popular, folclórica e contemporânea. Participou das mais diversas e importantes atividades culturais, eventos públicos de caráter beneficente e de inúmeras solenidades políticas, comemorações, inaugurações, congressos e convenções de todo tipo. Entretanto, a sua principal contribuição enquanto regente do Coro Carlos Gomes deu-se por meio de sua participação em festivais e concursos, representando o Brasil na Europa em mais de uma ocasião, com nove performances premiadas nos Concursos Internacionais para coros dos quais participou, em países como: Itália, Grécia e Áustria. A convite do reconhecido poeta e professor João Jesus de Paes Loureiro, em 1999, ocupou a função de pesquisadora de música no Instituto de Artes do Pará (IAP). Em 2007 e 2008, a convite do Maestro Luiz Fernando Malheiro, foi a maestrina coral responsável pela preparação do coro lírico do teatro de Manaus para o Festival Internacional de Ópera de Manaus. Por indicação do Maestro Abel Rocha, atuou como maestrina e diretora artística do Coro Profissional da Camerata Antiqua de Curitiba, entre 2013 e 2014. Em maio de 2019, foi convidada pelo maestro Miguel Campos Neto para reger a OSTP, junto ao Coro Carlos Gomes. A convite da diretoria do Theatro da Paz, em 2021 regeu a “Missa Cubana” do compositor José Maria Vitier. Em 2022, participou junto ao Coro Carlos Gomes, de duas das produções do Festival de Óperas do TP: a “Ópera dos Terreiros” de Aldo Brizzi e “Armide” de J.B. Lully. Maria Antonia Jiménez tem recebido algumas importantes condecorações públicas, como o título “Cidadão do Pará” da ALEPA; da Prefeitura de Belém a comenda “Francisco Caldeira Castelo Branco”; da Fundação Carlos Gomes a Medalha pelos 120 anos do Conservatório Carlos Gomes, entre outros. Clara Nascimento - Chefe de naipe de flautas da Orquestra sinfônica do Theatro da Paz, natural de Salvador-Bahia, Clara Nascimento é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se à linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de 2010, 2014 e 2016, tocando em salas de concerto como: Queen Elizabeth Hall (Londres), Sala Santa Cecilia (Roma), Grande Auditório do Centro Cultural (Lisboa), entre muitas outras. Durante esse período junto à orquestra, acompanhou nomes como: Midori Goto, Martha Argerich, Maria João Pires, Ricardo Castro, Maxim Vengerov, Benoit Fromanger, Lang Lang e as irmãs Labèque. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação no aniversário de 69 anos da ONU, em 2014, onde a convite da Fundação Lang Lang, somou-se à orquestra sinfônica latino-americana em comemoração à ocasião, em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos de Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Programa CÉCILE CHAMINADE (1857-1944)Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107Flauta solo: Clara Nascimento W. A. MOZART (1756-1791)Sinfonia Concertante para em Mi bemol Maior, K. 297bI. AllegroII. AdagioIII. Andantino con Variazioni Oboé solo: Joás SaraivaClarinete solo: João Marcos PalhetaTrompa solo: Fabrício SantosFagote solo: Samuel Rosa F. J. HAYDN (1732-1809)Sinfonia N° 82 em Dó MaiorI. Vivace assaiIII. Menuet - Trio. Un poco allegrettoIV. Finale. Vivace assai Serviço: Concerto da OSTP em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, sob a regência de Maria Antonia Jiménez Data: 08 de março, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Da Paz a partir das 9h da manhã do dia 08, no valor de R$ 2,00. Dois ingressos por CPF. Com informações de Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band realiza concerto 'O Som do Brasil' na UsiPaz Cabanagem | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band realiza concerto 'O Som do Brasil' na UsiPaz Cabanagem Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de abr. de 2024 A Amazônia Jazz Band (AJB) realizou com sucesso seu quarto concerto do “Projeto Sons da Paz” na UsiPaz Cabanagem, na noite do último sábado (06), às 19h. Este evento faz parte de uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Enquanto as notas musicais flutuavam pelo ar, Gislene Fróz, de 36 anos, viveu um momento especial ao levar seus filhos para testemunhar pela primeira vez o esplendor da AJB. Ao final do concerto, Gislene não conseguia conter a emoção, suas palavras ecoaram como um testemunho fervoroso do poder da música. "Eu nunca imaginei que um concerto tão alegre e animado pudesse mexer tanto comigo e com meus filhos. Foi uma experiência verdadeiramente emocionante. Ver meus filhos absorvendo cada nota, cada ritmo da AJB, foi como presenciar a magia da música em sua forma mais pura", compartilhou Gislene com os olhos ainda marejados de emoção. Enquanto ela expressava sua gratidão pela oportunidade de compartilhar essa experiência com sua família, Gislene refletiu sobre o impacto que essa noite teria em suas vidas. "É mais do que apenas música", ela continuou, "é uma conexão profunda que nos une, nos inspira e nos leva a lugares dentro de nós mesmos que talvez nunca tenhamos explorado antes". O concerto "O Som do Brasil" não apenas encantou o público com a incrível performance da Amazônia Jazz Band (AJB), mas também ofereceu uma viagem sonora através dos diversos ritmos e melodias que compõem a rica tapeçaria musical brasileira. Sob a direção do maestro Elias Coutinho, a AJB levou o público a explorar desde os sons ancestrais da cultura indígena até as batidas contemporâneas das ruas urbanas. O programa foi cuidadosamente elaborado para destacar a diversidade e a profundidade da música brasileira. Abrindo com "Indauê Tupã" de Paulo André e Ruy Barata, os espectadores foram imersos em uma atmosfera mística e ancestral, enraizada nas tradições dos povos originários. Em seguida, a AJB trouxe um clássico do repertório brasileiro com "Estamos Aí" de Mauricio Einhorn, em um arranjo envolvente de Nelson Faria, que ressoou com nostalgia e saudade, lembrando aos ouvintes a riqueza das melodias tradicionais. A energia contagiante de "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barros, em um arranjo vibrante de Jonas Hocherman, fez com que o público se entregasse ao ritmo pulsante e caloroso da música brasileira e cantasse junto. "Esse Rio É Minha Rua", outra composição de Paulo André e Ruy Barata, reinventada pelo arranjador Rafael Rocha, capturou a essência vibrante das ruas do Pará, convidando os espectadores a se perderem nas histórias e nos sons das cidades. Mas a viagem musical não parou por aí. Com "Brooklyn High" de Nelson Faria, a AJB explorou os horizontes da modernidade, fundindo elementos do jazz contemporâneo com a vivacidade da música brasileira, criando um ambiente sonoro inovador e estimulante. E para finalizar, em um medley vibrante intitulado "Cumbia, Merengue e Etc...", a AJB presenteou o público com uma mistura cativante de ritmos latino-americanos e brasileiros, incluindo trechos de clássicos como "Chorando Se Foi" da Banda Kaoma e "Sem Você Nada É Bonito" de Pinduca, entre outros. Essa fusão de estilos trouxe à tona a riqueza da diversidade musical brasileira e sua conexão com as culturas vizinhas. Assim, o concerto "O Som do Brasil" não apenas celebrou a música brasileira em toda a sua glória, mas também mostrou como ela continua a evoluir e a se reinventar, mantendo-se sempre viva e pulsante, ecoando pelos corações e mentes do público presente. E enquanto as luzes se apagavam na UsiPaz Cabanagem, o que permanecia era um eco de harmonia e um sentimento de renovação, uma lembrança duradoura do poder transformador da música, como testemunhado através dos olhos brilhantes de Gislene e seus filhos. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53083/amazonia-jazz-band-realiza-concerto-o-som-do-brasil-na-usipaz-cabanagem Anterior Próximo
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