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- Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima
- O Da Paz | Theatro da Paz
O Theatro da Paz localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 130 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. "O Da Paz" O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica. Belém foi considerada “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso, a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães, que dá início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scala de Milão (Itália). Foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, tem características grandiosas, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro. Localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 147 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. Próximos Espetáculos To play, press and hold the enter key. To stop, release the enter key. Programação Completa Visitas Guiadas Acesse Festival de Ópera Acesse A Amazônia Jazz Band Acesse Acompanhe as últimas notícias! Acesse A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Acesse Dúvidas? Fale conosco! Nome Sobrenome Email Telefone Mensagem Enviar Agradecemos a sua mensagem! Contato Avenida da Paz S/N +55 91 3252-8602
- Últimas Notícias
PESQUISA Últimas Notícias Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz 23 de nov. de 2025 #festivaldeopera Botão Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra 16 de dez. de 2024 OSTP Botão Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz 26 de nov. de 2024 CULTURA Botão Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz 21 de nov. de 2024 OSTP Botão Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes 12 de nov. de 2024 OSTP Botão Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba 6 de nov. de 2024 AJB Botão 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 ... 17
- Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ
Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos
- Programação | Theatro da Paz
Acompanhe os próximos espetáculos no Theatro da Paz. Programação Múltiplas datas Ópera "La Traviata" - XXV Festival de Ópera do Theatro da Paz Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 5 dias para o evento Centro de Dança Ana Unger apresenta: Maria e Chiquita Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 13 dias para o evento Os Mambembes Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 47 dias para o evento Fafá de Belém - O Musical Mais informações Saiba mais 70 dias para o evento Um Encontro com Chopin com Álvaro Siviero Mais informações Saiba mais
- Theatro da Paz e Teatro Amazonas poderão se tornar Patrimônios Mundiais nos próximos anos | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz e Teatro Amazonas poderão se tornar Patrimônios Mundiais nos próximos anos Iego Rocha (SECULT) 12 de dez. de 2023 Bens culturais de Belém e Manaus iniciam preparativos para candidatura a ser apresentada à Unesco O Teatro Amazonas e o Theatro da Paz, localizados em Manaus (AM) e Belém (PA), respectivamente, poderão ser reconhecidos como Patrimônios Mundiais pela Unesco. O primeiro passo para a elaboração da candidatura dos Teatros da Amazônia será dado entre os dias 13 e 15 de dezembro, na capital manauara, onde ocorre a primeira oficina de mobilização que envolverá os governos dos Estados do Amazonas e Pará, prefeituras de Manaus e de Belém, representações da sociedade civil, pesquisadores e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que deve coordenar o processo da candidatura e apresentá-la, representando o Brasil, ao Centro do Patrimônio Mundial da Unesco. Símbolos máximos do ciclo da borracha na região, os teatros de Belém e Manaus representam as artes, a arquitetura e a história da Amazônia, e a relação da região com a economia e a geopolítica internacional entre os séculos XIX e XX. A programação do evento será composta por apresentações, debates e visitas técnicas. Na quarta-feira (13), às 14h, a abertura da oficina contará com a apresentação de conceitos, princípios e procedimentos para a candidatura a Patrimônio Mundial. Na sequência, serão expostos os requisitos de proteção, conservação e gestão do Teatro Amazonas e do Theatro da Paz. No dia seguinte, será promovida uma visita técnica ao Teatro Amazonas e à área de entorno da edificação, no centro de Manaus. Por fim, na sexta-feira (15), as discussões vão tratar de valores patrimoniais, justificativa para a candidatura, critérios e estratégia para elaboração das ações previstas nos próximos anos. Ainda durante o evento, será estabelecida a matriz de responsabilidades e cronograma de trabalho. “Para o Iphan, uma candidatura a Patrimônio Mundial sempre se apresenta como um rico e estimulante desafio. Primeiro, no sentido de propor a articulação necessária entre os grupos sociais envolvidos, os gestores estabelecidos e as instituições interessadas. Segundo, no sentido de garantir as condições que permitam a identificação e o reconhecimento coletivo do chamado valor universal do bem”, avaliou o diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan, Andrey Schlee. “No caso particular dos Teatros da Amazônia, o desafio se renova, frente à riqueza e diversidade cultural da região Norte”, completou ele. O processo de reconhecimento - Ambos os teatros já são tombados pelo Iphan como Patrimônios Culturais do Brasil: a casa de espetáculos do Pará recebeu o título em 1963 e a do Amazonas, em 1966. Quanto ao reconhecimento da Unesco, os Teatros da Amazônia foram inscritos na Lista Indicativa de Patrimônio Mundial, uma etapa prévia, que serve como instrumento de planejamento e preparação para as candidaturas. Conforme a Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural da Unesco, o reconhecimento de um bem cultural como Patrimônio Mundial demanda a caracterização de seu valor universal excepcional (VUE), extrapolando a importância local, regional e nacional. Ainda segundo a Convenção, dentre os vários critérios, o bem deve ser um testemunho do “intercâmbio de valores humanos considerável, durante um período concreto ou em uma área cultural do mundo determinada, nos âmbitos da arquitetura ou tecnologia, das artes monumentais, do planejamento urbano ou da criação de paisagens”. O documento também prevê que o bem deve “ser um exemplo eminentemente representativo de um tipo de construção ou de conjunto arquitetônico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustre um ou vários períodos significativos da história humana”. Em diálogo e elaboração com outras instituições públicas, organizações que atuam junto ao bem e à sociedade civil de maneira mais ampla, a proposta é elaborada por um grupo técnico, que fará uma minuta de dossiê a ser apresentada ao Comitê do Patrimônio Mundial. Especialistas do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), organização não governamental ligada à Unesco, analisam a documentação, verificam a pertinência da argumentação e realizam missão de avaliação. Se necessário, haverá etapas de complementação de dados e ajustes, após as quais o dossiê de candidatura segue para avaliação do Comitê do Patrimônio Mundial, formado por 23 países signatários da Convenção. Este Comitê avaliará o potencial valor universal excepcional do bem, e se ele preenche os requisitos de integridade e/ou autenticidade e de proteção e gestão para o título de Patrimônio Mundial. Caso sejam reconhecidos pela Unesco, os Teatros da Amazônia passarão a compor uma lista que já possui 14 bens brasileiros chancelados como Patrimônio Mundial Cultural, dentre os quais estão o Cais do Valongo (RJ), Brasília (DF) e os centros históricos de Ouro Preto (MG), São Luís (MA) e Salvador (BA). Como Patrimônio Mundial Natural, são reconhecidos outros sete bens, como o Complexo de Conservação da Amazônia Central (AM), o Parque Nacional do Iguaçu (PR) e as Ilhas Atlânticas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (PE/RN). Como Patrimônio Misto, por fim, a Unesco reconhece “Paraty e Ilha Grande: cultura e biodiversidade”. Os teatros e a história da Amazônia - Período histórico que ficou conhecido como ciclo da borracha ou Belle Époque amazônica, a virada entre os séculos XIX e XX testemunhou grandes transformações na região amazônica, como reformas urbanas, migrações nordestinas e a alteração de padrões culturais até então vigentes. Devido à valorização do látex no mercado internacional, a Amazônia se tornou epicentro da produção global. Pelos rios e igarapés, trabalhadores singravam as seringueiras para a extração do látex; as cidades, especialmente Belém e Manaus, se tornavam entrepostos comerciais, almejando os valores da modernidade europeia. Os teatros, assim, são expressão máxima dessas transformações. Construído em estilo neoclássico no então Largo da Pólvora, hoje Praça da República, o Theatro Nossa Senhora da Paz foi inaugurado em 1878. Das várias reformas conduzidas, a de 1904 conferiu à edificação um estilo eclético. Na fachada, repousam quatro bustos que representam a música, a poesia, a tragédia e comédia. O pano de boca do palco é alegoria à República, pintado em Paris pelo cenógrafo Carpezat. Pintado por De Angelins, o painel do teto representa Apolo e Afrodite. E o teto do foyer — salão em que o público aguarda o início dos espetáculos — é decorado com motivos amazônicos. "A candidatura pelo reconhecimento da Unesco a estes dois extraordinários patrimônios arquitetônicos, no coração da Amazônia urbana, tem um valor mais do que simbólico para o Brasil. Nossa região irá sediar a COP 30, em 2025, e o turismo receberá um significativo impulso. As duas casas de espetáculos já são uma referência cultural da Amazônia, dentro do Brasil”, contextualizou a secretária de Cultura do Pará, Ursula Vidal. “Com este reconhecimento, a valorização e divulgação de nossos amados teatros e de sua missão no fomento às artes ganhará uma dimensão planetária, chamando a atenção do mundo e estimulando o desejo em conhecer a pujança da cultura amazônica, sua história e a beleza de seu patrimônio", completou ela. O Teatro Amazonas, por sua vez, foi inaugurado em 1896, também em estilo essencialmente eclético com vinculação neoclássica. Localizado no Largo de São Sebastião, centro histórico manauara, a casa de espetáculos foi construída com projeto arquitetônico do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa. De longe, o teatro chama atenção pela cúpula feita em 36 mil peças, importadas da Alsácia, na França, nas cores da bandeira do Brasil. De autoria do artista brasileiro Crispim do Amaral, o pano de boca do palco descreve o encontro dos rios Negro e Solimões. No salão nobre, ganha destaca a pintura do teto feita por Domenico de Angelis, em 1899, intitulada “A glorificação das Bellas Artes da Amazônia”. "O Teatro Amazonas, com uma história de 127 anos, destaca-se como o primeiro monumento tombado em Manaus pelo Iphan. É um símbolo do processo de modernização nacional, impulsionado pelo ciclo da borracha, refletindo a influência europeia através de um padrão estético eclético com uma arquitetura que incorpora elementos indígenas e referências da flora e fauna regional”, diz o secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Marcos Apolo Muniz. “Essa abordagem única permite que ele desempenhe um papel fundamental na oferta de acessibilidade cultural a todos os públicos." *Com informações da Ascom Iphan Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jan. de 2024 Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a AJB mostrou um repertório repleto de influências, de clássicos a composições contemporâneas A noite desta terça-feira (30) marcou a reabertura do Theatro da Paz ao público após um período de manutenção, com a apresentação do concerto "Tom, Pará Belém" pela Amazônia Jazz Band (AJB). Sob a regência do maestro Elias Coutinho, o evento encantou os presentes com um repertório diversificado, repleto de influências, que vão desde clássicos até composições contemporâneas. De acordo com o maestro Elias Coutinho, titular da AJB, o repertório proporcionou uma mistura rica, permitindo uma exploração diversificada de estilos e emoções durante a apresentação. “É com grande satisfação que a 'Jazz Band' apresentou esse repertório cuidadosamente selecionado, e que reflete a essência vibrante da nossa região, trazendo à tona não apenas as riquezas naturais da Amazônia, mas também a riqueza de suas tradições musicais. Abrimos as cortinas com 'Só Danço Samba', uma pérola da Bossa Nova, com arranjo de Rafael Rocha, que nos transporta para o ritmo envolvente das danças brasileiras. Em seguida, mergulhamos nas raízes do folclore brasileiro com 'Sinhá Pureza', de Pinduca, na interpretação única dos arranjos de Kim Freitas”, explicou o maestro. Experiência sensorial - A jornada musical continuou com a composição original "Ritual dos Tambores", de Thiago D’Albuquerque, proporcionando uma experiência sensorial única, com destaque para os sons característicos da Amazônia. "Dançando no Rio", com arranjo de Jonas Hocherman, trouxe a pulsante energia urbana, seguida por "Minha Terra", com arranjo de Tynnoko. O maestro Waldemar Henrique marcou presença com "Coco Peneruê" e "Minha Terra", cada uma com arranjos de Kim Freitas e Tynnoko, respectivamente. "Esse Rio É Minha Rua", de Ruy e Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Rocha, convidou o público a explorar os sons da vida urbana, culminando com a composição original "Gênesis", de Elias Coutinho. Cada peça do concerto contou uma história, uma expressão musical que ecoou tradições e a diversidade cultural amazônica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51102/amazonia-jazz-band-reabre-o-theatro-da-paz-com-o-concerto-tom-para-belem Anterior Próximo
- Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata | Theatro da Paz
< Volte Concerto da Amazônia Jazz Band homenageia o compositor Paulo André Barata Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de out. de 2023 Apresentação realizada no Theatro da Paz contou com elenco de intérpretes paraenses O renomado compositor paraense, Paulo André Barata, foi o grande homenageado em um concerto realizado pela Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes no Theatro da Paz, em Belém, na noite da terça-feira (03). A iniciativa do espetáculo foi do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Subiram ao palco artistas que colaboraram com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Juntos, Pedrinho Callado, Pedrinho Cavallero, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias prestaram um tributo musical ao legado do paraense. “Nós estamos muito felizes e honrados em participar deste momento tão especial. Eu ganhei ‘Porto Caribe’, de Paulo André e Ruy Barata, e isso mudou a minha vida. Além de honrado, me sinto profundamente grato por essa canção que fala na alma e na pele de todo paraense”, revelou Elói Iglesias. Sob a regência do maestro Elias Coutinho e a direção artística de Tito Barata, irmão de Paulo André, o espetáculo encantou o público com interpretações únicas do elenco de artistas. “Sou paraense e moro com minha família em Macapá. Costumamos vir para o Círio todos os anos, mas este ano antecipamos nossa vinda só para assistir a este show. Tudo tão bem planejado, um espetáculo lindo, representativo e cheio de vida, como o Paulo André. As canções dele marcaram o início do meu relacionamento com meu esposo e para o resto da vida nos lembraremos dele com muito carinho e gratidão”, revelou a professora Sônia Abreu, emocionada em meio à plateia. Tito Barata destacou a importância do envolvimento dos intérpretes e do público para o sucesso da apresentação. “Nossa intenção é preservar a essência musical de Paulo André e o cuidado com cada detalhe desta produção foi essencial. O Theatro da Paz estava lotado, com o público interagindo e cantando músicas que transcenderam fronteiras. É importante dizer que essas canções foram escolhidas ainda em vida pelo próprio Paulo André e os artistas convidados também fizeram parte dessa trajetória”, afirmou. Para Elias Coutinho, maestro titular da AJB, a regência do espetáculo teve uma característica especial. “Hoje estamos homenageando um dos maiores nomes da música paraense, que retratou tão bem o nosso Pará. Paulo André é emoção, realidade, cultura e por meio dele pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem conhecer o nosso folclore, fauna, comidas, costumes e ditos populares. Ele deixou uma obra completa que o eternizou em nossos corações”, finalizou. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47920/concerto-da-amazonia-jazz-band-homenageia-o-compositor-paulo-andre-barata Anterior Próximo
- XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' | Theatro da Paz
< Volte XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de ago. de 2023 Festival é uma realização do governo do Pará e a superprodução será apresentada, sempre às 20h, dos dias 1º, 3 e 5 de setembro Entre os mais de 100 livros assinados pelo desenhista e escritor Ziraldo, ‘O Menino Maluquinho’ é o mais conhecido. A história de uma criança de imaginação fértil, com capacidade de inventar histórias, e que “só queria ser feliz”, foi publicada em 1980 e já ultrapassou os 3 milhões de exemplares vendidos. O protagonista, o inconfundível garoto travesso com a panela na cabeça, já ganhou os quadrinhos, o cinema, o teatro, a TV, invadiu as redes sociais e recebeu uma versão operística em uma superprodução que será apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, com três récitas que acontecem nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, às 20h. O Festival é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com o Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A produção é fruto do termo de cooperação denominado Corredor Cultural da Amazônia, assinado em março de 2022 entre a Secretaria de Cultura do Amazonas e o Governo do Pará, por meio da Secult, Theatro da Paz e Teatro Amazonas, na capital manauara. Para Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará, o evento consolida a política pública de geração de emprego e renda, cultura e formação de plateia com um dos mais icônicos festivais do país. “A importância desse termo de cooperação técnica é potencializar a produção operística dos dois Festivais mais antigos do país e possibilitar a coprodução que, além de baratear, beneficia ambos os partícipes do convênio, pois torna possível a circulação da produção e abre portas para que se possa trazer mais títulos juntando a expertise de ambos os teatros”, disse. O universo lúdico do livro ganha nova vida com cenas repletas de música e coreografia, regência de Gabriel Rhein-Schirato, libreto de Maria Gessy de Sales, direção de cena de Matheus Sabbá, cenografia de Giorgia Massetani, figurino de Melissa Maia e uma produção que reúne um elenco de mais de 250 pessoas, entre cantores líricos, orquestra, dois coros e balé. A montagem Os cenários e figurinos de ‘O Menino Maluquinho’ chegaram em Belém na terça-feira (22), vindos de Manaus (AM). O cenário foi inspirado em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, onde se passa o enredo da obra de Ziraldo, e recebe a assinatura da cenógrafa Giorgia Massetani, junto aos cenotécnicos e diretores de palco do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Giorgia explica que os cenários são mais que sustentáveis. “Estamos muito contentes de poder trazer nosso cenário para cá e ter essa troca com Belém, reforçando a irmandade do Corredor Cultural da Amazônia”. E continuou. “Estamos utilizando madeira, metalon, tecido, tintas, cola de contato em cenários mais que sustentáveis, pois estas construções cênicas podem tranquilamente ser reaproveitadas em outras produções, e assim conseguimos, com um custo menor, executar vários projetos”. O figurino colorido e rico em detalhes é assinado pela figurinista Melissa Maia, que produziu 200 figurinos utilizando 80% de tecidos recicláveis. A artista se inspirou nos artesanatos mineiros, no tapete que eles produzem na Semana Santa e em toda a memória de Ziraldo, que o compositor Ernani Aguiar conseguiu traduzir brilhantemente. “Quando eu recebi o convite para fazer ‘O Menino Maluquinho’ foi uma surpresa e uma enorme felicidade, pois o Maluquinho faz parte da minha infância, do meu imaginário. Então, para mim, é um desafio, porque é uma história que está viva em mim, mas também deu uma sensação de nostalgia poder reviver essa infância, nesse lugar fantástico que a ópera pode proporcionar para quem assiste. Eu espero conseguir manter essa fantasia que a história permite”, definiu Melissa. Os figurinos foram confeccionados por 50 profissionais, entre os quais, costureiras, aderecistas e modelistas do Amazonas, mas será adaptado em Belém, pelas mulheres atendidas pelo Projeto Sons de Liberdade, que visa a reinserção de egressos do Sistema Prisional no mercado de trabalho da economia criativa. “A arte tem um poder transformador. Então, a minha expectativa está muito grande porque eu quero poder, com esse trabalho, transformar a vida dessas pessoas, trocar aprendizados, conhecimento... E independentemente da situação que as pessoas estejam, é sempre possível um recomeço. Se eu puder fazer parte um pouquinho disso, eu vou ficar muito feliz”, finalizou Melissa. De acordo com Nandressa Nuñez, diretora de Produção do Festival de Ópera do Theatro da Paz, a parceria com o Amazonas, por meio do Corredor Cultural da Amazônia, é motivo de celebração. “Estamos felizes em poder realizar mais esta etapa do termo de cooperação técnica estabelecida entre os dois principais festivais de ópera do país. ‘O Menino Maluquinho’ é uma ópera grande, que envolve mais de 250 pessoas entre solistas, coro, bailarinos e equipe técnica. Ter o controle total de toda a engenharia que envolve o espetáculo, além dos ensaios, montagem de cenário e pessoas é o maior desafio e a gente se dedica para que o público se deleite com um espetáculo lindo e colorido e com uma menagem inspiradora”, explicou a diretora. A história e o elenco Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre do Menino Maluquinho é o que traz a ópera escrita por Ernani Aguiar. O clássico infantil, em formato de ópera, conta ainda com a namorada de Maluquinho, Julieta, e o melhor amigo dele, Bocão, interpretados por Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva, Eike Salomão e Bruno Ricardo. A ópera narra a trajetória de um menino que tem a capacidade de brincar com o tempo. Maluquinho é um menino alegre, cheio de imaginação e que adora aprontar e viver aventuras com os amigos. Uma das manias do personagem é usar um panelão na cabeça. O Maluquinho será vivido pelos jovens paraenses Arthur Cavalléro, de 13 anos, e por Fellipe Rocha, de 11 anos, que vão revezar as apresentações. A ansiedade pela estreia é um elemento a mais. “Estou muito feliz e agradecido por essa oportunidade. Estudamos bastante para a nossa primeira ópera e eu não vejo a hora de estrear. Esse é um presente para a gente”, explicou Arthur. Fellipe não disfarça a alegria. “Estou ansioso, mas estou muito mais feliz. Ensaiamos muito e agora a gente quer encontrar o público. Como diz o Menino Maluquinho, ‘o importante é ser feliz’ e a gente quer que todo mundo se divirta com a gente”, finalizou Fellipe. Ficha Técnica Música: Ernani Aguiar Libreto: Maria Gessy de Sales Diretor de cena: Matheus Sabbá Maestro: Gabriel Rhein-Schirato Regente do coro infantil: Eliane Fonseca Regente do coro adulto: Maria Antonia Jimenez Preparador do Menino: Adamilsom Guimarães Pianistas correpetidor: Ediel Sousa Coreografa: Monique Andrade Assistente de coreografia: Remilton Souza Iluminador: kuka Batista Cenografo: Giorgia Massetani Legenda: Gilda Maia Visagismo: Omar Junior Diretor de palco: Claudio Bastos Assistentes de cenografia: Fred Barbosa e Alício Silva Contrarregra: Laura Conceição Assistente de figurino: Eilen Queiroz Elenco O Menino: Arthur Cavalléro e Fellipe Rocha Bocão: Eike Salomão de Freitas Santos, Bruno Ricardo Nazaré Fonseca e Silva Julieta: Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva Pai: Marcio Carvalho Mãe: Elizabeth Moura Babá/ Professora: Lívia Berrêndo Avó (Mezzo): Luciana Tavares Avô (Barítono): Ytanaã Figueiredo Saci (Tenor): Tiago Costa Simbá + fantasma (Barítono): Dan Laciê O Tempo: Luiz Silva Porteiro: Gabriel Frota Bruxa 1: Wellen Avila Bruxa 2: Marcela Alves Bruxa 3: Gigi Furtado Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • Meia Camarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD (meia-entrada): R$30 • Inteira | R$15 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 1º de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 3 e 5 de setembro, às 20h. Os ingressos serão vendidos a partir de segunda-feira (28), na bilheteria do Theatro da Paz, por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Mais informações sobrea venda de ingressos podem ser obtidas no telefone (91) 98590-3523 ou no e-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . Texto de Ursula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46715/xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-apresenta-a-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 10 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band apresenta jazz, clássicos da Broadway e ritmos do groove em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de dez. de 2023 No repertório, clássicos como 'New York, New York', composição emblemática da cidade estadunidense, cujos gêneros musicais pautam o espetáculo Em uma noite que promete ser inesquecível, a Amazônia Jazz Band (AJB) está pronta para levar o público de Belém a uma viagem musical, unindo o jazz, clássicos da Broadway e os contagiantes ritmos do groove. O teletransporte direto para os palcos de Nova York, onde a magia da música ganha vida acontecerá nesta quinta-feira (07), às 20h, no Theatro da Paz. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A AJB, renomada por sua maestria musical e habilidades de improvisação, promete apresentar novas interpretações de clássicos da Broadway. O destaque fica por conta da participação especial de Hugo Bitencourt, Léo Meneses, Valentina Faria, Marcela Alves, Yasmin Miranda, e Lídia Marçal, talentosos cantores da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, elevando ainda mais a experiência sonora. O talentoso cantor Léo Meneses vai interpretar "New York, New York" uma das músicas mais emblemáticas e reconhecíveis da história da música popular, um ícone cultural que encapsula o espírito vibrante e energético de Nova York e ressoa com pessoas de todas as partes do mundo. A canção foi escrita por Fred Ebb e John Kander, e foi imortalizada na voz do lendário Frank Sinatra. "Estou ansioso e emocionado por ter a oportunidade de cantar 'New York, New York' com AJB, essa canção que foi imortalizada por grandes artistas forjados nos palcos, seja de Las Vegas ou da Broadway, como Frank Sinatra, Eliza Minnelli e tantos outros. Participar da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz, com colegas tão talentosos de quem eu me tornei fã é uma honra sem igual. Tenho certeza de que esse espetáculo será incrível”, afirmou Léo Meneses. O espetáculo promete uma fusão envolvente de estilos musicais, proporcionando um verdadeiro deleite aos apaixonados por musicais. A Amazônia Jazz Band reinventará canções marcantes de espetáculos famosos, conferindo-lhes um toque único que certamente encantará o público presente. Além das emocionantes interpretações, a mistura com os ritmos contagiante do groove trará uma vibe moderna, transformando o concerto em um espetáculo para os sentidos. A energia pulsante e a fusão de estilos musicais prometem criar uma atmosfera envolvente, transportando a plateia para o coração da cena musical de Nova York. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, compartilhou entusiasmadamente sua visão para esta noite especial. "Estamos preparando um espetáculo que transcende o comum, uma fusão de estilos que transportará nossa plateia para os palcos icônicos de Nova York. A sinergia entre o Jazz, os clássicos da Broadway e o groove promete criar uma experiência única, onde a tradição encontra a modernidade", finalizou. Essa mistura eclética não apenas atrai os amantes do jazz, mas também aqueles apaixonados por musicais, pois a diversidade rítmica promete agradar a uma ampla gama de gostos, celebrando a riqueza e a versatilidade da música ao vivo. Serviço : O espetáculo será nesta quinta-feira (07), às 20h no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 9h da manhã do dia do concerto na bilheteria do TP e pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49736/amazonia-jazz-band-apresenta-jazz-classicos-da-broadway-e-ritmos-do-groove-em-belem Anterior Próximo
- Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo


