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- Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de out. de 2023 O Theatro da Paz, em Belém, será palco do concerto em homenagem ao renomado compositor paraense Paulo André Barata, que faleceu aos 77 anos, no dia 25 de setembro de 2023. O concerto ocorrerá na noite desta terça-feira (03), com direção artística de Tito Barata, irmão de homenageado, e sob a regência do maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), Elias Coutinho. O espetáculo reunirá um extraordinário elenco de artistas paraenses, que prometem encantar o público com interpretações brilhantes. O show contará com a participação da Amazônia Jazz Band (AJB), que receberá artistas que tiveram o privilégio de trabalhar com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Pedrinho Callado, Edilson Moreno, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias se unirão em um tributo musical para honrar o legado do compositor. De acordo com Tito Barata, o concerto foi idealizado por Ursula Vidal, secretária de Estado da Cultura, que o convidou para fazer a direção artística do espetáculo. “Depois que combinamos o formato da apresentação, começamos a montar o repertório, ajustar as tonalidades para os intérpretes e os arranjos. E com qualidade da Amazônia Jazz Band, isso é muito fácil, então já ensaiamos um show lindo, com a participação de uma turma que está acostumada a cantar o repertório do Paulo André e do Ruy Barata”, afirmou o diretor artístico. O repertório foi cuidadosamente selecionado e apresentará composições icônicas de Paulo André, que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos da cultura paraense. Cada nota e cada palavra entrelaçadas nas melodias proporcionarão uma experiência única, envolvendo o público em uma atmosfera de nostalgia e gratidão. “Não tenho uma música específica do Paulo que eu goste mais ou goste menos. Eu acho todas maravilhosas, todas são prediletas”, continuou Tito Barata. “Nós teremos várias surpresas nesse show. Por exemplo, músicas de Paulo André com outros parceiros, como João Donato, J. Petronilo e Cláudio Barreto. Vamos, inclusive, mostrar a primeira canção dele gravada nos anos 60. Acho que o público vai gostar bastante”, finalizou. Elias Coutinho, aclamado maestro, trouxe sua expertise para a regência da AJB no acompanhamento dos artistas e no protagonismo da orquestra. Sua interpretação magistral das partituras já nos ensaios vem revelando a profundidade e a riqueza das composições de Paulo André. “É uma honra sem igual para a AJB, pois trata-se com certeza de um dos maiores nomes da música paraense, e se existe um compositor que retrata tão bem o nosso Estado de diversas formas, que retrata tantas emoções e realidades de tantos lugares, esse compositor é Paulo André Barata. Se nós, por exemplo, que moramos em Belém, não temos diretamente contato relacionado com o interior, através das músicas de Paulo André, pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem, de uma maneira muito simples, conhecer o nosso folclore, a nossa fauna, nossas comidas, nossos costumes, nossos ditos populares. Então, Paulo André é tudo isso, e homenagear ele nesse espetáculo é um desafio para a AJB, porque nos traz um entendimento que temos que entregar muito mais, trazer ao palco aquilo que ele fez a vida inteira, que foi inovar, levar às pessoas múltiplas emoções”, disse o maestro. Questionado sobre os planos para o futuro, Tito Barata se anima. “Nós estamos elaborando um plano de ações para fazer o legado do Paulo André chegar em todo o Pará e no Brasil. Paulo tem uma obra maravilhosa e sem dúvida nenhuma, é um dos artistas que percorreu por mais de 60 anos essa trilha”, finaliza emocionado. “Eu gostaria que se lembrassem do Paulo, como um homem simples que conversava com as musas da Amazônia”. Descrição da Músicas - Assim como o repertório foi escolhido ainda em vida pelo próprio Paulo André e pelo Rui Barata, os artistas que integram esse espetáculo também fazem parte da carreira do Paulo André. O espetáculo começa com uma versão instrumental de ‘Indauê Tupã’, interpretada pela Amazônia Jazz Band com um arranjo feito exclusivamente para ser a estreia mundial feita nessa homenagem. O arranjador é o grande capixaba Rafael Rocha, abrindo esse show com chave de ouro em uma versão completamente repaginada. Depois vem ‘Esse Rio é Minha Rua’, um hino do nosso Estado, com inserções dos metais da Amazônia Jazz Band e arranjos de Rafael Rocha, com interpretação de Pedrinho Callado. Em seguida temos a grande intérprete Andréa Pinheiro interpretando ‘Pauapixuna’, com arranjos do carioca Rafael Oliva, um especialista em arranjos para sopros e para big band’s, que traz uma versão que mistura desde tango ao jazz. E a improvisação, que é algo tão característico nessa formação da Amazônia Jazz Band, colocará seu tempero especial. Na sequência teremos ‘Baiuca’s Bar’, com Lia Sophia, uma grande intérprete paraense. O próximo número será ‘Meu Pajé (Samba Pro Sting)’, interpretado por um dos maiores nomes do samba no Pará, Arthur Spindola. Nesta canção Paulo André, mais uma vez, traz uma inovação, um samba, que não era tão comum em suas composições. Depois temos ‘Cantiga da Correnteza’, por Alba Mariah. Uma música que vai trazer algumas surpresas dentro da Jazz Band, com uma formação não usando todos os sopros, mas somente o naipe dos metais, trompetes e trombones, trazendo uma sonoridade única para esse espetáculo. O próximo número é ‘Nasci para Bailar’, um grande clássico de Paulo André com João Donato, que partiu também recentemente, interpretado pelo trio de cantores do Warilou, que terá como arranjo o grande violonista paraense Ziza Padilha. Depois ‘Mesa de Bar’, interpretada pelo grande Olivar Barreto, com toda a sua sutileza, dando vida a esse grande clássico, com um arranjo também de Ziza Padilha, que promete trazer muita emoção nesse espetáculo. ‘Tronco Submerso’, com arranjo de Ziza Padilha, somente para o quinteto de saxofones da AJB, com interpretação de Maca Maneschy, vai surpreender o público, com uma sonoridade diferente no meio do espetáculo. Assim como em ‘Cantiga da Correnteza’, com adaptação do maestro Elias Coutinho para sopros dos metais da Big Band, no trompete e trombones. A ‘Canção Mágica’ foi pensada também em uma mudança na escolha dos instrumentos para esse espetáculo. Ao invés de ter todos os sopros da AJB, teremos somente dois instrumentos, flugel e saxofone soprano, para que nessa música, com interpretação de Sandra Duailibe, tenha um momento de forte emoção, Já se encaminhando para o final da apresentação, as duas últimas músicas serão ‘Foi Assim’, um grande hino da nossa música, com arranjo de Josiel Saldanha, interpretado por Gigi Furtado e Bia Dourado. Será uma música que, com certeza, já nos levará aos maiores ápices desse grande espetáculo. E ‘Porto Caribe’, interpretado pelo trio Warilou e Eloy Iglesias, trazendo muita irreverência a esse espetáculo, algo que era característico de Paulo André, e que não poderia ficar de fora desta noite tão especial. Serviço - O espetáculo "Concerto para Paulo André Barata com Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes", acontece nesta terça-feira (03), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz e pelo site, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47881/amazonia-jazz-band-e-grandes-interpretes-fazem-tributo-a-paulo-andre-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém | Theatro da Paz
< Volte Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de mar. de 2024 Performances musicais e participações encantaram a plateia como a cantora Júlia Passos interpretando 'Feeling Good', consagrada na voz de Nina Simone Os amantes da música em Belém foram agraciados com uma noite de performances arrebatadoras no concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", da Amazônia Jazz Band (AJB). Realizado no Theatro da Paz, na quinta-feira (21), o espetáculo trouxe uma jornada musical que misturou os clássicos do jazz com elementos contemporâneos, resultando em uma experiência sonora diferente. Desde os acordes iniciais até os solos virtuosos, a plateia foi conduzida por uma variedade de estilos, que abrangiam desde o swing tradicional até o R&B contemporâneo, passando pelo funk, pelo blues e pela música regional. Composições de renomados artistas como Gordon Goodwin e arranjos originais de Kim Freitas foram apresentados com maestria, destacando a habilidade e a versatilidade dos músicos. "Este concerto foi uma experiência incrível", compartilhou Maria Antônia da Silva, estudante de 20 anos e frequentadora assídua dos espetáculos da Big Band. "Eu sempre me emociono com a energia e a paixão que eles trazem para o palco. Foi uma noite memorável, repleta de momentos que ficarão gravados na minha memória”. Uma das peças em destaque foi "Count Bubba’s Revenge", que se destacou por sua fusão de estilos. O maestro Coutinho explicou que esta composição apresenta um estilo tradicional de shuffle, com raízes no jazz swing, mas com uma abordagem contemporânea e complexa. "É uma música desafiadora, com solos tecnicamente exigentes de cada naipe da Big Band", acrescentou o maestro. Outro momento memorável do concerto foi a interpretação de "Pureza", um arranjo original do guitarrista Kim Freitas que incorporou elementos de jazz funk. A música, conhecida pelo público paraense, ganhou uma nova vida com harmonias e ritmos contemporâneos, demonstrando a habilidade da banda em reinventar clássicos. Além disso, o concerto incluiu uma homenagem especial ao percussionista Tito Ponti com a música "Horn Of Puente”, que enfatizou a percussão e a improvisação. Esta peça exemplifica a essência do jazz fusion, combinando elementos tradicionais com uma abordagem contemporânea e experimental. Além das performances musicais de alto nível, o concerto também contou com participações especiais que elevaram ainda mais o seu impacto. A cantora Júlia Passos emocionou a plateia com sua interpretação de "Feeling Good", originalmente interpretada por Nina Simone, enquanto os solos inspirados do guitarrista Kim Freitas adicionaram uma camada extra de brilho às composições. A canção, com sua mensagem de positividade e empoderamento, ressoou profundamente com a plateia, destacando o papel do jazz como uma forma de expressão e resistência. O maestro Elias Coutinho, em entrevista após o espetáculo, expressou sua satisfação com o resultado e agradeceu ao público pelo apoio contínuo. "Foi uma noite especial para nós", afirmou. "Nossa missão é sempre levar o melhor da música para o nosso público, e estamos felizes por ter conseguido proporcionar essa experiência", finalizou. Com o sucesso do concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", as expectativas agora estão elevadas para os próximos eventos da Amazônia Jazz Band, que continuará a encantar o público com sua paixão e talento. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52586/concerto-jazz-fusion-da-tradicao-ao-contemporaneo-encanta-publico-em-belem Anterior Próximo
- Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encanta o público em Marituba | Theatro da Paz
< Volte Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encanta o público em Marituba Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de abr. de 2024 O repertório ofereceu ao público da UsiPaz trilhas sonoras de filmes e uma homenagem ao compositor de ópera italiano Giacomo Puccini A cidade de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, foi agraciada no último sábado (13) com um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). Realizado na Usina da Paz Antônia Corrêa, no bairro Nova União, o evento apresentou um repertório de trilhas sonoras que encantou o público. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto faz parte do Projeto "Sons da Paz", que leva música clássica a diferentes pontos da Região Metropolitana de Belém, em apresentações nas Usinas da Paz. Este ano, o projeto contempla uma série de concertos com as participações da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Amazônia Jazz Band. O maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, destacou a importância de levar a música para além dos limites do Theatro da Paz. "Esta é uma iniciativa muito importante. Primeiro, porque a música, a arte, tem que procurar também o seu público. Muitas pessoas, infelizmente, ainda não se sentem confortáveis ou moram muito longe do Da Paz. Como a Orquestra e a Jazz Band são dispositivos estaduais do Estado, eu acho muito importante quando esses corpos artísticos se deslocam do seu habitat natural, digamos assim, e vão levar a boa música para o público em geral, um grande público", informou. "É muito importante também salientar que as UsiPaz são locais que possuem infraestrutura para nós fazermos esse tipo de deslocamento. Nós já fizemos, nesses anos todos, todos os tipos de deslocamento. Você pode pensar para o interior. Muitas vezes é com muita dificuldade que levamos a música para lugares onde não há infraestrutura, e nós sabemos agora que onde há UsiPaz há, sim, essa infraestrutura, assim como também o material pessoal. As pessoas que trabalham aqui facilitam muito o nosso trabalho, e tornam possível esses concertos maravilhosos. Este também é um momento especial para nós, pois tocamos para um público diferente, tão apreciativo quanto aquele que vai ao Theatro da Paz. Mas é um público diferenciado, e a gente ama isso", acrescentou o maestro. Homenagem - Além das trilhas sonoras que cativaram o público, o concerto homenageou o compositor de ópera italiano Giacomo Puccini, no ano do centenário de seu falecimento. "Hoje, nós tivemos muitas músicas ditas eruditas, que o público reconheceu imediatamente, porque são músicas que se tornaram muito conhecidas do grande público através do cinema e desenho animado. Além disso, nós tivemos músicas feitas, realmente, como trilha sonora de filmes. É uma outra categoria; não é a música erudita, música clássica, que foi usada para filmes, mas sim músicas compostas para filmes. Também fizemos uma homenagem a Puccini, com a sua ária mais conhecida, 'Nessun Dorma', da ópera Turandot, cantada pelo nosso grande tenor Márcio Carvalho. Foi um concerto muito especial mesmo", ressaltou o maestro. Para Jéssika Souza, 19 anos, moradora do bairro da Cerâmica, em Marituba, "foi uma noite incrível! Eu nunca imaginei que teríamos algo assim tão perto de casa. A música foi simplesmente maravilhosa, e trouxe um clima de paz e muita alegria para todos nós, algo que precisamos muito. Espero que eventos como esse continuem acontecendo aqui na UsiPaz Marituba". O concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz reforçou o compromisso do governo do Estado com a promoção de uma cultura de paz, que leva arte e cultura a todos. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53284/concerto-da-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-encanta-o-publico-em-marituba Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 20 de ago. de 2023 Cantoras convidadas, Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria vão interpretar clássicos da música brasileira O Theatro da Paz receberá na próxima terça-feira (22), as 20 h, o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”, regido pelo maestro titular Eduardo Lima. O evento terá a participação das cantoras paraenses Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria, que apresentarão um repertório com a força e a determinação da luta contra a violência de gênero, com homenagem à Lei Maria da Penha. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), com a parceria da Secretaria de Estado das Mulheres (Semu). Para Eduardo Lima, “o concerto do dia 22 está, como sempre, muito especial”. Como primeiro número, a AJB apresentará “Mercy, Mercy, Mercy”, de Joe Zawinul, com arranjo de Phil Wilson; “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor, com arranjo de Mark Taylor, e “Caravan”, clássico da música mundial, cujo primeiro registro foi feito em 1937 por Duke Ellington. Na sequência, “Fantasy”, com arranjo da Amazônia Jazz Band, e a apresentação de Alba Maria, cantando “Mulheres do Brasil”, música de Joyce Moreno e arranjo do guitarrista Kim Freitas. Lucinha Bastos vai cantar “Maria Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt, com arranjo de Kim Freitas, enquanto a terceira convidada, Gigi Furtado, apresentará a música “Maria da Penha”, de Paulinho Rezende. “Dona de Mim”, música de Arthur Marques, Liliane de Carvalho e Brenda Vidal, com arranjo de Kim Freitas, será interpretada por Gigi Furtado, que também cantará “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan, com arranjo de Kim Freitas. A última canção da noite será “180”, música de Vander Nunes, Diego Trindade e Waston Nunes, com arranjo de Kim Freitas, nas vozes de Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria. Criada em 2006, a Lei Maria da Penha é um marco na luta contra a violência doméstica no Brasil. Tornou-se um importante instrumento de proteção às mulheres que sofrem agressões físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais. Com a intenção de ampliar a conscientização sobre essa causa tão relevante, Secult e Semu decidiram, em parceria com o Theatro da Paz, dedicar o concerto da AJB a esta conquista social. Serviço : Concerto “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”. Terça-feira (22), em duas sessões, as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, a partir de 9 h do dia 22, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46490/amazonia-jazz-band-leva-vozes-em-defesa-das-mulheres-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta | Theatro da Paz
< Volte Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta 5 de jan. de 2024 A programação é gratuita e contará com exposições, espetáculos e palestras A partir desta sexta-feira (5), o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) dá início ao ‘Preamar Cabano: Aniversário de Belém 408 anos’. A programação é totalmente gratuita, e contará com exposições, espetáculos e palestras. O Memorial da Cabanagem terá uma iluminação especial neste período, até o dia 12 de janeiro. Além de celebrar o aniversário da capital paraense, o preamar é em alusão à Revolta da Cabanagem, uma das principais mobilizações populares realizadas no Brasil. Entre 1835 e 1840, os rebeldes reivindicaram melhores condições sociais e econômicas. Na quarta-feira, 10, será inaugurada a mostra "Entremeio Cabano", no Museu do Estado do Pará (MEP). O objetivo é proporcionar aos visitantes uma experiência visual a respeito das pessoas que participaram do movimento, através dos documentos da época. O acervo ajuda a compreender e visualizar os rostos que lutaram na Cabanagem: povos indígenas, negros libertos e escravizados, mulatos, ribeirinhos, mulheres, pequenos agricultores que travaram batalhas contra as forças imperiais por melhores condições de vida e de trabalho na Província do Grão-Pará durante o período imperial. Ainda no dia 9, o sarau “Chuva de Poesias para Belém”, terá início às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, poetas da cidade irão recitar poesias inspiradas na capital paraense. O evento é aberto ao público, no entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada “O nosso Preamar Cabano, que já acontece há alguns anos, tem o intuito de salvaguardar a memória desse movimento tão importante para história da nossa região, e do Brasil. Neste ano nós temos exposições e palestras que vão retratar diferentes aspectos da revolta, mas além disso, o Preamar também celebra o aniversário de Belém. Em 2024 a nossa capital completa 408 anos, e vamos homenageá-la não apenas levando adiante a história da nossa terra, mas também com muita música e poesia,” conta o secretário de Estado de Cultura, Bruno Chagas. No dia seguinte, 10, inicía a mostra "Fronteiras Cabanas" no Arquivo Público do Estado do Pará, que expõe parte do acervo do Arquivo sobre as fronteiras por onde os cabanos se fizeram presentes, desde as terras da Guiana até áreas do interior da Amazônia e fronteiras a leste. O intuito é mostrar ao público um panorama da Cabanagem fora de sua capital, podendo ser entendida como um movimento tão perigoso aos interesses das elites econômicas que alertou e motivou governantes de outras províncias do Império Brasileiro para mobilizar recursos e forças militares na sua contenção e repressão. Parte da exposição será apresentada na área externa ao prédio do Arquivo Público, através do Projeto "Calçada de Histórias". Serão apresentados vários episódios históricos do Estado em painéis. Ambas as mostras permanecerão abertas para visitação até 31 de janeiro, no MEP, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, e no Arquivo Público de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. No dia 11, a profª. dra. Eliana Ramos irá ministrar a palestra "Insurgências femininas na Cabanagem", às 9h30, no MEP. Em seguida, às 10h30, o tema da segunda palestra será "Da guerra e da paz: as conexões entre as eleições para a justiça de paz e a Cabanagem no Grão-Pará (1828 - 1841)", com a profª. dra. Danielle Mourão. Também na quinta-feira, 11, ocorrerá o espetáculo “Poesia e Canção para Belém – Paes Loureiro e Salomão Habib”, às 19h, na Igreja de Santo de Alexandre. No repertório do concerto, poesias consagradas do poeta Paes Loureiro, musicados em parceria com o violonista Salomão Habib, além de peças solo do compositor. No aniversário de Belém, dia 12, Fafá de Belém e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresentarão o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, de Dom Helder Câmara e Pierre Kaelin. O espetáculo será às 21h, no Theatro da Paz, e contará com a participação de Atalla Ayan, Coro Carlos Gomes e Coro Itacy Silva. No sábado, 13, as Escolas de Samba Associadas (ESA), com o apoio da Secult, lançam o projeto “Carnaval Sustentável”. A iniciativa tem como objetivo implementar ações e políticas de preservação ao meio ambiente durante o carnaval. Além de minimizar o impacto ambiental, a ação também busca gerar renda para cooperativas de reciclagem. O lançamento ocorrerá às 16h, no Centur, com apresentações do grupo “Pagoville” e Samb’Esa por Luizinho Moura e Fábio Moreno. As 11 agremiações do grupo especial do Carnaval de Belém farão um show completo, com quesitos, baianas e uma super estrutura para festejar o aniversário de Belém. Anterior Próximo
- Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz
< Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo
- Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 26 de nov. de 2024 Preamar da Consciência Negra, promovido pela Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura afro-brasileira A noite desta terça-feira (26) foi marcada pela celebração da literatura no Theatro da Paz, com mais uma edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Parte da programação do Preamar da Consciência Negra, o evento homenageou o poeta e folclorista paraense Bruno de Menezes, autor do clássico Batuque. Durante o sarau, o diretor do Theatro da Paz, Edyr Proença, destacou a relevância do autor e da programação. "Bruno de Menezes é um dos maiores nomes da nossa literatura e seu livro Batuque é um dos livros mais importantes da nossa história. É muito importante celebrar sua memória no contexto do mês da Consciência Negra", observou. Edyr também comemorou o engajamento do público presente. "Estamos muito felizes porque as pessoas estão vindo, participando. O sarau é um momento de troca, um espaço democrático feito para todos aqueles que gostam de literatura e celebram a nossa cultura. Já estamos na expectativa do próximo, e espero que vá tão bem quanto este", completou. O professor Marcos Valeiros Reis se disse privilegiado por participar. "Estar aqui nesse templo, símbolo da Belle Époque que é o Theatro da Paz, para falar de um juruense que é Bruno de Menezes, é um privilégio muito grande. Ele foi simplesmente um dos maiores intelectuais que Belém e a Amazônia já tiveram. Indubitavelmente, sua obra é inesgotável. Parabéns ao Theatro da Paz e à Secult por trazer essa literatura, que muitas vezes é invisibilizada, para um espaço de centralidade como este". O Sarau “Chuva de Poesia” é uma iniciativa que reúne amantes da poesia em encontros regulares no Theatro da Paz. Além de homenagear nomes consagrados da literatura, o evento também abre espaço para poetas contemporâneos, promovendo um diálogo entre passado e presente. Nesta edição, a memória de Bruno de Menezes foi celebrada por meio de declamações que destacaram sua relevância histórica e cultural. A programação do Preamar da Consciência Negra, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura e a memória afro-brasileira. Neste sábado (30), no Museu do Estado, haverá uma feira de livros, roda de conversa e exposição, das 9h às 17h. Assim como nas demais edições, esta edição do “Chuva de Poesia” foi realizada no foyer do Theatro da Paz. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61691/sarau-chuva-de-poesia-celebra-bruno-de-menezes-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” | Theatro da Paz
< Volte Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) 21 de fev. de 2024 Aconteceu na noite desta terça-feira (20), no Foyer do Theatro da Paz, a primeira edição do projeto Leitura Dramática com o espetáculo "Lapsus", que conta com dramaturgia de Mário Zumba e direção de Marton Maués da A Cia. 2 de Teatro. A iniciativa é do Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e idealizador do projeto, "Leitura Dramática” é uma forma de apresentar uma peça teatral, na qual os atores, em vez de encenar a história com figurinos e cenários completos, priorizam a interpretação dos diálogos e a expressão emocional dos personagens. “Esta primeira edição foi um sucesso e não poderia ser diferente, já que tivemos Lapsus, este belíssimo texto que nos emocionou bastante. Amamos ver a nossa casa cheia e estamos muito felizes”, destacou. O Projeto Lapsus nasceu da leitura informal que os atores Marton Maués e Mário Zumba faziam para amigos que visitavam a casa do Marton. A intenção era mostrar o texto recém escrito pelo Mário - a partir de um argumento proposto pelo Marton - para ver qual seria a reação dos ouvintes. E as respostas eram surpreendentes. Ao final da leitura as pessoas estavam sempre emocionadas com a história ouvida e estabelecia-se, naturalmente, uma conversa a respeito dos assuntos tratados no texto. As percepções dos participantes eram extremamente pertinentes apontando caminhos/aspectos valiosos para a montagem do espetáculo. Os atores perceberam que aqueles encontros poderiam tornar-se algo mais elaborado sendo feito na casa de quem os convidasse. Assim, em janeiro de 2023 foi lançada a proposta e logo surgiram os convites. Depois de mais de 40 apresentações em residências, jornadas pedagógicas, centros culturais, pousadas, livrarias e quintais, já tendo sido levado a diversas cidades, finalmente Lapsus chega ao Theatro da Paz para uma apresentação que causou muita emoção nos espectadores. “Coroamos Lapsus neste ambiente lindo e tão emblemático para a cultura que é o nosso Theatro da Paz. Revisitar a trajetória desta relação, relembrando momentos de afeto e mágoa na busca de uma redenção foi um momento único para a gente e a participação do público foi incrível. Vida Longa ao Leitura Dramática!”, afirmou Marton. O drama, premiado no Edital Obras Literárias/2023 da Fundação Cultural do Pará, tem uma duração aproximada de 35 minutos e é recomendado para maiores de 16 anos. Mário Zumba e Marton Maués atuam juntos na trama que retrata a relação entre um idoso com Alzheimer e seu filho, que havia sido expulso de casa na juventude por sua orientação sexual e agora retorna para cuidar do pai. Ana Cardoso, já tinha assistido ao espetáculo e resolveu vir ao Theatro da Paz em busca da emoção sentida na sessão anterior. “Me viciei nesse choro emocionado. Vim em busca dele da experiência e a encontrei. A iniciativa de trazer leituras interpretativas para este espaço foi realmente um presente para todos nós e abrir com este espetáculo tinha que ser casa cheia”, afirmou Ana”. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51620/leitura-dramatica-do-theatro-da-paz-apresenta-lapsus-de-mario-zumba Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 10 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo
- Pautas | Theatro da Paz
Confira os procedimentos para a formalização de pautas no Theatro da Paz, bem como agendamento de registros fotográficos. 1/1 Formalização de Pautas Confira o nosso Manual de Espetáculos para obter mais informações sobre o que se realiza, o que não é permitido e os procedimentos para solicitar sua pauta no Theatro da Paz. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato através do e-mail ou telefone abaixo. E-mail: pauta@theatrodapaz.com Fone: (91) 3252-8602 Manual de Espetáculos
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 11 de dez. de 2023 Pela primeira vez, um clássico do repertório do balé terá o acompanhamento da música ao vivo no palco, assegurada pela OSTP, nos próximos dias 13 e 14 Pela primeira vez na história do Theatro da Paz, o balé "O Quebra-Nozes" será apresentado em seu palco com música ao vivo, executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O espetáculo acontecerá nos dias 13 e 14 de dezembro, às 20h. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) com a poio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará e patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará). "O Quebra-Nozes" é um balé clássico que combina música, dança e narrativa para contar a história de Clara, uma jovem que embarca em uma jornada mágica durante a noite de Natal. Composta por Pyotr Ilyich Tchaikovsky no final do século XIX, sendo complementada em 1892 e coreografada originalmente por Marius Petipa é baseada no conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos" de E.T.A. Hoffmann. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, Tchaikovsky foi um compositor prolífico que compôs em todos os estilos e fez sucesso em muitos deles. “O ‘Lago dos Cisnes’ e ‘Quebra-Nozes’ são apenas alguns dos balés que ficaram muito conhecidos. No caso do ‘Quebra-Nozes’ é muito conhecido e tocado pelo mundo todo em todo Natal. Só que existe uma outra camada da fama dessa obra que é quando as orquestras tocam as suítes do balé ou seja, os principais trechos da obra". O maestro Miguel Campos Neto acrescentou: "a sonoridade é muito 'linkada' ao Natal e eventualmente aqueles que não conhecem muito de música erudita vão imediatamente lembrar de propagandas de Natal, ou do filme ‘Esqueceram de Mim’. Tenho certeza de que essa música vai conquistar o público pela familiaridade, além da música que é maravilhosa”. “Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo, uma espécie de música de câmara em grande escala, onde o maestro é mais um dos músicos. Falo isso, porque na ópera e no balé, o músico não pode somente baixar a cabeça na partitura e ignorar os colegas e o maestro e tudo que está acontecendo. Estamos ao vivo, vivendo tudo que está acontecendo. E nesses dois estilos o maestro faz um papel muito importante de ligar tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Algumas vezes eu percebo que o bailarino está em apuros com um movimento lento demais e preciso ir um pouco mais rápido e a orquestra conectada comigo vai mais rápido também. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra e no relacionamento entre o maestro e a orquestra que vai ser depois levado para outras obras e estilos”, finalizou o maestro Miguel Campos Neto. O balé se desenrola em dois atos, cada um repleto de performances de tirar o fôlego. A música de Tchaikovsky, com suas melodias memoráveis e ricas harmonias, complementa perfeitamente a coreografia e a história, criando uma experiência imersiva para o público. Um pouco da história A trama segue a jornada de Clara, que recebe um quebra-nozes como presente de Natal. Durante a noite, ela é transportada para um mundo de fantasia, onde o quebra-nozes ganha vida e enfrenta o Rei dos Camundongos. A história se desenrola em um reino encantado, com personagens como a Fada Açucarada, o Príncipe e diversos dançarinos que representam diferentes países em uma série de danças temáticas. "O Quebra-Nozes" é conhecido por sua mistura de elementos clássicos e fantásticos, apresentando uma variedade de estilos de dança, desde o elegante ballet de repertório até danças folclóricas. A coreografia é rica em movimentos, saltos virtuosos e sequências sincronizadas, destacando a habilidade técnica e expressiva dos bailarinos. Processo de montagem Considerado um clássico atemporal, o balé "O Quebra-Nozes" continua a encantar públicos de todas as idades ao redor do mundo, combinando música e dança e prometendo ficar para a história da cena paraense, pelo rico processo de montagem, seleção de elenco e resultado artístico primoroso, pelo alto nível dos artistas envolvidos. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Para Ana Unger, diretora artística do espetáculo, o objetivo dessa montagem é proporcionar uma experiencia profissional, oportunizando a participação de bailarinos que atingiram altos níveis de virtuosismo técnico. “É um momento único, a primeira vez, que teremos uma montagem deste famoso balé de repertório, com elenco selecionado em audição, com a participação dos melhores bailarinos solistas do nosso estado, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, com regência do maestro Miguel Campos Neto, que já tem em seu repertório, vários Ballets como ‘O Corsário’, ‘Coppélia’, ‘Depois da Chuva’, entre outros”, afirmou. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Serviço: Os ingressos para essa emocionante apresentação já estão disponíveis na bilheteria do Theatro da Paz e pelo site. O valor do ingresso custa R$ 60 reais em qualquer posição, com opção de adquirir por R$30,00, com a opção de meia solidária mediante a doação de 1kg de alimento na entrada do evento. Essa iniciativa visa apoiar as comunidades locais e garantir que a cultura esteja ao alcance de todos. Texto: Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49857/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-apresenta-o-bale-o-quebra-nozes Anterior Próximo
- Programação | Theatro da Paz
Acompanhe os próximos espetáculos no Theatro da Paz. Programação OSTP 30 anos apresenta: Concerto Mulheres em Cena Mais informações Saiba mais 1 dia para o evento Rock ao Piano – Especial Pink Floyd Mais informações Saiba mais 2 dias para o evento ANCESTRAL SONS DA FLORESTA Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 11 dias para o evento Entre a Pele e a Alma Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 17 dias para o evento Rita Lee Uma Autobiografia Musical Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 25 dias para o evento TOM NA FAZENDA Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 37 dias para o evento EPAMINONDAS DA PONTE PRA LA – GRAVAÇÃO DO ESPECIAL Mais informações Saiba mais

