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  • Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 26 de nov. de 2024 Preamar da Consciência Negra, promovido pela Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura afro-brasileira A noite desta terça-feira (26) foi marcada pela celebração da literatura no Theatro da Paz, com mais uma edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Parte da programação do Preamar da Consciência Negra, o evento homenageou o poeta e folclorista paraense Bruno de Menezes, autor do clássico Batuque. Durante o sarau, o diretor do Theatro da Paz, Edyr Proença, destacou a relevância do autor e da programação. "Bruno de Menezes é um dos maiores nomes da nossa literatura e seu livro Batuque é um dos livros mais importantes da nossa história. É muito importante celebrar sua memória no contexto do mês da Consciência Negra", observou. Edyr também comemorou o engajamento do público presente. "Estamos muito felizes porque as pessoas estão vindo, participando. O sarau é um momento de troca, um espaço democrático feito para todos aqueles que gostam de literatura e celebram a nossa cultura. Já estamos na expectativa do próximo, e espero que vá tão bem quanto este", completou. O professor Marcos Valeiros Reis se disse privilegiado por participar. "Estar aqui nesse templo, símbolo da Belle Époque que é o Theatro da Paz, para falar de um juruense que é Bruno de Menezes, é um privilégio muito grande. Ele foi simplesmente um dos maiores intelectuais que Belém e a Amazônia já tiveram. Indubitavelmente, sua obra é inesgotável. Parabéns ao Theatro da Paz e à Secult por trazer essa literatura, que muitas vezes é invisibilizada, para um espaço de centralidade como este". O Sarau “Chuva de Poesia” é uma iniciativa que reúne amantes da poesia em encontros regulares no Theatro da Paz. Além de homenagear nomes consagrados da literatura, o evento também abre espaço para poetas contemporâneos, promovendo um diálogo entre passado e presente. Nesta edição, a memória de Bruno de Menezes foi celebrada por meio de declamações que destacaram sua relevância histórica e cultural. A programação do Preamar da Consciência Negra, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura e a memória afro-brasileira. Neste sábado (30), no Museu do Estado, haverá uma feira de livros, roda de conversa e exposição, das 9h às 17h. Assim como nas demais edições, esta edição do “Chuva de Poesia” foi realizada no foyer do Theatro da Paz. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61691/sarau-chuva-de-poesia-celebra-bruno-de-menezes-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” | Theatro da Paz

    < Volte Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) 21 de fev. de 2024 Aconteceu na noite desta terça-feira (20), no Foyer do Theatro da Paz, a primeira edição do projeto Leitura Dramática com o espetáculo "Lapsus", que conta com dramaturgia de Mário Zumba e direção de Marton Maués da A Cia. 2 de Teatro. A iniciativa é do Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e idealizador do projeto, "Leitura Dramática” é uma forma de apresentar uma peça teatral, na qual os atores, em vez de encenar a história com figurinos e cenários completos, priorizam a interpretação dos diálogos e a expressão emocional dos personagens. “Esta primeira edição foi um sucesso e não poderia ser diferente, já que tivemos Lapsus, este belíssimo texto que nos emocionou bastante. Amamos ver a nossa casa cheia e estamos muito felizes”, destacou. O Projeto Lapsus nasceu da leitura informal que os atores Marton Maués e Mário Zumba faziam para amigos que visitavam a casa do Marton. A intenção era mostrar o texto recém escrito pelo Mário - a partir de um argumento proposto pelo Marton - para ver qual seria a reação dos ouvintes. E as respostas eram surpreendentes. Ao final da leitura as pessoas estavam sempre emocionadas com a história ouvida e estabelecia-se, naturalmente, uma conversa a respeito dos assuntos tratados no texto. As percepções dos participantes eram extremamente pertinentes apontando caminhos/aspectos valiosos para a montagem do espetáculo. Os atores perceberam que aqueles encontros poderiam tornar-se algo mais elaborado sendo feito na casa de quem os convidasse. Assim, em janeiro de 2023 foi lançada a proposta e logo surgiram os convites. Depois de mais de 40 apresentações em residências, jornadas pedagógicas, centros culturais, pousadas, livrarias e quintais, já tendo sido levado a diversas cidades, finalmente Lapsus chega ao Theatro da Paz para uma apresentação que causou muita emoção nos espectadores. “Coroamos Lapsus neste ambiente lindo e tão emblemático para a cultura que é o nosso Theatro da Paz. Revisitar a trajetória desta relação, relembrando momentos de afeto e mágoa na busca de uma redenção foi um momento único para a gente e a participação do público foi incrível. Vida Longa ao Leitura Dramática!”, afirmou Marton. O drama, premiado no Edital Obras Literárias/2023 da Fundação Cultural do Pará, tem uma duração aproximada de 35 minutos e é recomendado para maiores de 16 anos. Mário Zumba e Marton Maués atuam juntos na trama que retrata a relação entre um idoso com Alzheimer e seu filho, que havia sido expulso de casa na juventude por sua orientação sexual e agora retorna para cuidar do pai. Ana Cardoso, já tinha assistido ao espetáculo e resolveu vir ao Theatro da Paz em busca da emoção sentida na sessão anterior. “Me viciei nesse choro emocionado. Vim em busca dele da experiência e a encontrei. A iniciativa de trazer leituras interpretativas para este espaço foi realmente um presente para todos nós e abrir com este espetáculo tinha que ser casa cheia”, afirmou Ana”. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51620/leitura-dramatica-do-theatro-da-paz-apresenta-lapsus-de-mario-zumba Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes apresentam concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de mar. de 2024 A entrada para o espetáculo é gratuita O Theatro da Paz recebe, às 20h, desta quinta-feira, 28, o concerto sinfônico: "Concerto Especial de Páscoa", que promete encantar o público com uma seleção de obras emblemáticas e que serão conduzidas pela maestrina convidada Maria Antonia Jiménez. A entrada para o espetáculo é gratuita, mediante retirada de até 2 unidades por pessoa pelo site Ticket Fácil a partir das 9h do dia do concerto, ou na bilheteria do Theatro da Paz a partir das 18h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de música (APM). O concerto especial contará com a participação do renomado Coro Carlos Gomes e da solista Clara Nascimento, que brilhará com sua flauta transversal. A regente Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua paixão e maestria na condução de orquestras, compartilhou sua expectativa para o momento. "Reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz é sempre um privilégio. Eu sempre fico muito agradecida pelo convite. Fazer isso uma vez por ano é algo que me traz muita felicidade e gratidão", expressou a maestrina. O programa do concerto incluirá obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours". A maestrina destaca o caráter positivo e o astral envolvente desta sinfonia, escolhida especialmente para esta ocasião. Em seguida, a talentosa solista Clara Nascimento se juntará à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade. A parceria entre Clara e a orquestra promete uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional do concerto será a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach. Esta obra, repleta de profundidade espiritual, oferecerá um momento de reflexão e contemplação para o público presente. A maestrina Jiménez enfatiza a importância deste momento, onde a plateia poderá acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão. "Essa será a nossa singela maneira de desejar uma feliz Páscoa para todos, repleta de paz e sabedoria", compartilha a maestrina sobre a mensagem que desejam transmitir com este concerto especial. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes prometem uma noite inesquecível, repleta de música sublime que eleva a alma. Este é um evento que não apenas celebra a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. Programa: F. J. Haydn (1732 - 1809) Sinfonia Nº 82, "L'Ours" - Vivace assai - Allegretto - Menuetto - Vivace assai C. Chaminade (1857 - 1944) Concertino pour flûte, op. 107 Solista: Clara Nascimento Intervalo J. S. Bach (1685 - 1750) Christ lag in Todes Banden BWV 4 - Sinfonia - Versus 1. Christ lag in Todes Banden - Versus 2. Den Tod niemand zwingen kunnt - Versus 3. Jesus Christus, Gottes Sohn - Versus 4. Es war ein wunderlicher Krieg - Versus 5. Hier ist das rechte Osterlamm - Versus 6. So feiern wir das hohe Fest - Versus 7. Wir essen und leben wohl Serviço: A entrada é franca e os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, pelo site www.ticketfacil.com.br e a partir das 18h na bilheteria do TP. Duas unidades por pessoa/CPF. Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52740/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-apresentam-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 11 de dez. de 2023 Pela primeira vez, um clássico do repertório do balé terá o acompanhamento da música ao vivo no palco, assegurada pela OSTP, nos próximos dias 13 e 14 Pela primeira vez na história do Theatro da Paz, o balé "O Quebra-Nozes" será apresentado em seu palco com música ao vivo, executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O espetáculo acontecerá nos dias 13 e 14 de dezembro, às 20h. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) com a poio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará e patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará). "O Quebra-Nozes" é um balé clássico que combina música, dança e narrativa para contar a história de Clara, uma jovem que embarca em uma jornada mágica durante a noite de Natal. Composta por Pyotr Ilyich Tchaikovsky no final do século XIX, sendo complementada em 1892 e coreografada originalmente por Marius Petipa é baseada no conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos" de E.T.A. Hoffmann. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, Tchaikovsky foi um compositor prolífico que compôs em todos os estilos e fez sucesso em muitos deles. “O ‘Lago dos Cisnes’ e ‘Quebra-Nozes’ são apenas alguns dos balés que ficaram muito conhecidos. No caso do ‘Quebra-Nozes’ é muito conhecido e tocado pelo mundo todo em todo Natal. Só que existe uma outra camada da fama dessa obra que é quando as orquestras tocam as suítes do balé ou seja, os principais trechos da obra". O maestro Miguel Campos Neto acrescentou: "a sonoridade é muito 'linkada' ao Natal e eventualmente aqueles que não conhecem muito de música erudita vão imediatamente lembrar de propagandas de Natal, ou do filme ‘Esqueceram de Mim’. Tenho certeza de que essa música vai conquistar o público pela familiaridade, além da música que é maravilhosa”. “Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo, uma espécie de música de câmara em grande escala, onde o maestro é mais um dos músicos. Falo isso, porque na ópera e no balé, o músico não pode somente baixar a cabeça na partitura e ignorar os colegas e o maestro e tudo que está acontecendo. Estamos ao vivo, vivendo tudo que está acontecendo. E nesses dois estilos o maestro faz um papel muito importante de ligar tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Algumas vezes eu percebo que o bailarino está em apuros com um movimento lento demais e preciso ir um pouco mais rápido e a orquestra conectada comigo vai mais rápido também. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra e no relacionamento entre o maestro e a orquestra que vai ser depois levado para outras obras e estilos”, finalizou o maestro Miguel Campos Neto. O balé se desenrola em dois atos, cada um repleto de performances de tirar o fôlego. A música de Tchaikovsky, com suas melodias memoráveis e ricas harmonias, complementa perfeitamente a coreografia e a história, criando uma experiência imersiva para o público. Um pouco da história A trama segue a jornada de Clara, que recebe um quebra-nozes como presente de Natal. Durante a noite, ela é transportada para um mundo de fantasia, onde o quebra-nozes ganha vida e enfrenta o Rei dos Camundongos. A história se desenrola em um reino encantado, com personagens como a Fada Açucarada, o Príncipe e diversos dançarinos que representam diferentes países em uma série de danças temáticas. "O Quebra-Nozes" é conhecido por sua mistura de elementos clássicos e fantásticos, apresentando uma variedade de estilos de dança, desde o elegante ballet de repertório até danças folclóricas. A coreografia é rica em movimentos, saltos virtuosos e sequências sincronizadas, destacando a habilidade técnica e expressiva dos bailarinos. Processo de montagem Considerado um clássico atemporal, o balé "O Quebra-Nozes" continua a encantar públicos de todas as idades ao redor do mundo, combinando música e dança e prometendo ficar para a história da cena paraense, pelo rico processo de montagem, seleção de elenco e resultado artístico primoroso, pelo alto nível dos artistas envolvidos. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Para Ana Unger, diretora artística do espetáculo, o objetivo dessa montagem é proporcionar uma experiencia profissional, oportunizando a participação de bailarinos que atingiram altos níveis de virtuosismo técnico. “É um momento único, a primeira vez, que teremos uma montagem deste famoso balé de repertório, com elenco selecionado em audição, com a participação dos melhores bailarinos solistas do nosso estado, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, com regência do maestro Miguel Campos Neto, que já tem em seu repertório, vários Ballets como ‘O Corsário’, ‘Coppélia’, ‘Depois da Chuva’, entre outros”, afirmou. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Serviço: Os ingressos para essa emocionante apresentação já estão disponíveis na bilheteria do Theatro da Paz e pelo site. O valor do ingresso custa R$ 60 reais em qualquer posição, com opção de adquirir por R$30,00, com a opção de meia solidária mediante a doação de 1kg de alimento na entrada do evento. Essa iniciativa visa apoiar as comunidades locais e garantir que a cultura esteja ao alcance de todos. Texto: Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49857/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-apresenta-o-bale-o-quebra-nozes Anterior Próximo

  • Programação | Theatro da Paz

    Acompanhe os próximos espetáculos no Theatro da Paz. Programação OSTP 30 anos apresenta: Concerto Mulheres em Cena Mais informações Saiba mais 1 dia para o evento Rock ao Piano – Especial Pink Floyd Mais informações Saiba mais 2 dias para o evento ANCESTRAL SONS DA FLORESTA Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 11 dias para o evento Entre a Pele e a Alma Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 17 dias para o evento Rita Lee Uma Autobiografia Musical Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 25 dias para o evento TOM NA FAZENDA Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 37 dias para o evento EPAMINONDAS DA PONTE PRA LA – GRAVAÇÃO DO ESPECIAL Mais informações Saiba mais

  • Pautas | Theatro da Paz

    Confira os procedimentos para a formalização de pautas no Theatro da Paz, bem como agendamento de registros fotográficos. 1/1 Formalização de Pautas Confira o nosso Manual de Espetáculos para obter mais informações sobre o que se realiza, o que não é permitido e os procedimentos para solicitar sua pauta no Theatro da Paz. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato através do e-mail ou telefone abaixo. E-mail: pauta@theatrodapaz.com Fone: (91) 3252-8602 Manual de Espetáculos

  • Fafá de Belém e Orquestra Sinfônica homenageiam Belém com concerto gratuito no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Fafá de Belém e Orquestra Sinfônica homenageiam Belém com concerto gratuito no Theatro da Paz Iego Rocha (SECULT) 5 de jan. de 2024 Obra de Dom Hélder Câmara ganha concerto aberto a público e transmissão ao vivo na Praça da República. Iniciativa tem o patrocínio da Equatorial Pará Na próxima sexta-feira, 12, a capital paraense, Belém, comemora 408 anos de fundação. Para homenagear e celebrar a data, a cantora Fafá de Belém e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentam o concerto "A Sinfonia dos Dois Mundos", escrito por Dom Helder Câmara e musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, na década de 1960. A entrada para o espetáculo é gratuita e a distribuição de ingressos ocorre a partir das 9h do dia 12, na bilheteria do Theatro da Paz. A iniciativa tem o patrocínio da Equatorial Pará, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Cultura do Pará (Secult) e integra a programação do Preamar Cabano. Quem não puder estar presente para acompanhar o concerto, ele será transmitido pelo canal do YouTube da Secult e em um telão que será instalado em frente ao Theatro da Paz. O espetáculo contará com a presença de Fafá de Belém e Atalla Ayan como solistas, sendo mezzo soprano e tenor, respectivamente. O espetáculo traz Diogo Almeida como recitante. A direção e regência é do maestro Miguel Campos Neto. Também participam o Coro do Conservatório Carlos Gomes, regido por Maria Antonia Jiménez; e o Coro Infanto-Juvenil Itacy Silva, com regência de Eduardo Nascimento. A "Sinfonia dos Dois Mundos" foi concebida por Dom Hélder para coral e orquestra como forma de persistência na luta pelos direitos humanos. O concerto estreou no exterior devido ao medo da censura da ditadura militar no Brasil. Chegou à América Latina no ano de 1985, com Dom Helder como recitante, sendo executada internacionalmente desde então. "A sinfonia é para todos, simples e tocante como Dom Helder era. É uma reflexão cheia de esperança e possibilidades de renovação através do amor e da fraternidade", afirma Fafá de Belém. "Esta obra em particular não foi tocada aqui ainda, o que nos proporciona a emoção da descoberta, a alegria de explorar algo novo. Estou muito feliz por ter a oportunidade de trabalhar com instrutores e solistas. É especial para mim, já que tive a experiência de reger, confesso, com Fafá de Belém no passado, além de outros amigos que também estarão conosco. Acredito que será uma apresentação muito unificada e uma homenagem muito merecida à cidade de Belém", destaca Miguel Campos Neto, regente da OSTP. João de Deus Lobato, executivo de Comunicação da Equatorial Pará, destaca que o evento é um presente da distribuidora de energia para Belém. "Estar presente nesse momento do aniversário da capital paraense, com um evento como esse, é muito significativo. Acreditamos na democratização da arte e esperamos que o público possa aproveitar esse momento da melhor forma, seja com o ingresso gratuito dentro do Theatro ou acompanhando a transmissão ao vivo através do telão montado na praça da República", afirma João de Deus. Sobre Dom Hélder - Dom Hélder Pessoa Câmara foi um influente bispo católico em Olinda e Recife. Destacou-se na defesa dos direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil, promovendo uma igreja simples e não-violenta voltada para os mais necessitados. Autor de 23 livros traduzidos para 16 idiomas, recebeu 716 títulos de homenagem e 30 títulos de Cidadão Honorário. Indicado quatro vezes ao Prêmio Nobel da Paz, em 2015, foi reconhecido pelo Vaticano como "Servo de Deus", o primeiro passo para a beatificação. Texto com informações de Bianca Tatamiya Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50514/fafa-de-belem-e-orquestra-sinfonica-homenageiam-belem-com-concerto-gratuito-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém | Theatro da Paz

    < Volte Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de mar. de 2024 Performances musicais e participações encantaram a plateia como a cantora Júlia Passos interpretando 'Feeling Good', consagrada na voz de Nina Simone Os amantes da música em Belém foram agraciados com uma noite de performances arrebatadoras no concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", da Amazônia Jazz Band (AJB). Realizado no Theatro da Paz, na quinta-feira (21), o espetáculo trouxe uma jornada musical que misturou os clássicos do jazz com elementos contemporâneos, resultando em uma experiência sonora diferente. Desde os acordes iniciais até os solos virtuosos, a plateia foi conduzida por uma variedade de estilos, que abrangiam desde o swing tradicional até o R&B contemporâneo, passando pelo funk, pelo blues e pela música regional. Composições de renomados artistas como Gordon Goodwin e arranjos originais de Kim Freitas foram apresentados com maestria, destacando a habilidade e a versatilidade dos músicos. "Este concerto foi uma experiência incrível", compartilhou Maria Antônia da Silva, estudante de 20 anos e frequentadora assídua dos espetáculos da Big Band. "Eu sempre me emociono com a energia e a paixão que eles trazem para o palco. Foi uma noite memorável, repleta de momentos que ficarão gravados na minha memória”. Uma das peças em destaque foi "Count Bubba’s Revenge", que se destacou por sua fusão de estilos. O maestro Coutinho explicou que esta composição apresenta um estilo tradicional de shuffle, com raízes no jazz swing, mas com uma abordagem contemporânea e complexa. "É uma música desafiadora, com solos tecnicamente exigentes de cada naipe da Big Band", acrescentou o maestro. Outro momento memorável do concerto foi a interpretação de "Pureza", um arranjo original do guitarrista Kim Freitas que incorporou elementos de jazz funk. A música, conhecida pelo público paraense, ganhou uma nova vida com harmonias e ritmos contemporâneos, demonstrando a habilidade da banda em reinventar clássicos. Além disso, o concerto incluiu uma homenagem especial ao percussionista Tito Ponti com a música "Horn Of Puente”, que enfatizou a percussão e a improvisação. Esta peça exemplifica a essência do jazz fusion, combinando elementos tradicionais com uma abordagem contemporânea e experimental. Além das performances musicais de alto nível, o concerto também contou com participações especiais que elevaram ainda mais o seu impacto. A cantora Júlia Passos emocionou a plateia com sua interpretação de "Feeling Good", originalmente interpretada por Nina Simone, enquanto os solos inspirados do guitarrista Kim Freitas adicionaram uma camada extra de brilho às composições. A canção, com sua mensagem de positividade e empoderamento, ressoou profundamente com a plateia, destacando o papel do jazz como uma forma de expressão e resistência. O maestro Elias Coutinho, em entrevista após o espetáculo, expressou sua satisfação com o resultado e agradeceu ao público pelo apoio contínuo. "Foi uma noite especial para nós", afirmou. "Nossa missão é sempre levar o melhor da música para o nosso público, e estamos felizes por ter conseguido proporcionar essa experiência", finalizou. Com o sucesso do concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", as expectativas agora estão elevadas para os próximos eventos da Amazônia Jazz Band, que continuará a encantar o público com sua paixão e talento. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52586/concerto-jazz-fusion-da-tradicao-ao-contemporaneo-encanta-publico-em-belem Anterior Próximo

  • Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público | Theatro da Paz

    < Volte Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de abr. de 2024 Espetáculo do célebre compositor clássico, reuniu a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) com a regência do maestro Miguel Campos Neto Nem a chuva forte impediu o público de prestigiar toda a genialidade de Ludwig van Beethoven (1770-1827) interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) em mais um concerto de temporada, que aconteceu, na noite da quinta-feira (25), no Theatro da Paz. Com a regência do maestro titular, Miguel Campos Neto, e a participação especial do violinista, Justo Gutierrez, o concerto "Homenagem a Ludwig van Beethoven" emocionou o público. A obra que abriu o concerto da Sinfônica, "Coriolano", Op. 62, de Ludwig van Beethoven, foi escrita como abertura de uma peça, conhecida como música incidental e é uma obra musical extraordinária que captura a intensidade e a tragédia da peça de Shakespeare. Composta em 1807, a abertura reflete o tumulto emocional e os conflitos internos do herói romano Coriolano. Beethoven emprega uma gama de técnicas musicais inovadoras para retratar a luta entre o indivíduo e a sociedade, incluindo contrastes dramáticos entre temas majestosos e agressivos. A abertura é uma manifestação vívida da genialidade musical de Beethoven, sua habilidade em transmitir narrativas emocionais e sua profunda compreensão da condição humana. “É uma peça que passados alguns séculos continua a emocionar e inspirar a todos nós ouvintes. Eu e minha família somos fãs da OSTP e não perdemos nenhum concerto e como o maestro Miguel sempre diz ‘o público que acompanha a OSTP, já compreende o repertório clássico’ e na minha humilde opinião, este é um destaque importante das contribuições mais significativas de Beethoven para o repertório sinfônico”, revelou entusiasmado Pedro de Souza, 58 anos, assíduo frequentador do Theatro da Paz. Em seguida, veio ‘Romance em Fá maior para violino e orquestra Nº 2, Op. 50’, de Ludwig van Beethoven, uma obra que encanta os amantes da música clássica com sua beleza expressiva. Escrito em 1802, este romance é um exemplo brilhante da habilidade de Beethoven em evocar emoções profundas por meio de sua composição. Com um diálogo magistral entre o violino, solado pelo violinista Justo Gutierrez, e a orquestra, a peça transportou o público para um mundo de delicadeza e graciosidade musical. O Romance em Fá maior Nº 2 é uma verdadeira joia do repertório clássico, capaz de emocionar e cativar os ouvintes com sua beleza e expressividade incomparáveis. “Essa peça foi um presente para mim. Ela está mais próxima do classicismo, ou seja, do primeiro período de Beethoven e tecnicamente é bem difícil, mas o desafio não tirou a emoção de tocar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. É sempre um prazer estar com os colegas, ainda mais homenageando o gênio que foi Beethoven”, afirmou Justo, que é o spalla da OSTP. Encerrando o concerto em homenagem ao compositor que revolucionou a música clássica, a OSTP interpretou A 5ª Sinfonia de Beethoven, que se tornou universalmente conhecida pelos quatro impactantes acordes, imediatamente identificáveis e que marcam sua famosa abertura. Interpretada pela primeira vez em Viena, Áustria, no dia 22 de dezembro de 1808, durante um concerto histórico que apresentou várias obras importantes do próprio Beethoven, a 5ª Sinfonia é uma das obras mais emblemáticas e influentes da música clássica. Composta entre 1804 e 1808 é dividida em quatro movimentos, com o primeiro movimento marcado por uma intensa tensão dramática que se desenvolve em um poderoso clímax. O segundo movimento, em contraste, apresenta uma atmosfera serena e contemplativa, enquanto o terceiro movimento retorna à energia e vitalidade características de Beethoven. O quarto movimento traz uma explosão triunfante de energia, culminando em um final exuberante e inesquecível. A 5ª Sinfonia de Beethoven cativou os ouvintes e transmitiu uma mensagem universal de triunfo sobre a adversidade e a luta pela liberdade individual e culminou em muitos aplausos no final do concerto. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53639/sinfonica-do-theatro-da-paz-interpreta-beethoven-em-concerto-com-grande-publico Anterior Próximo

  • Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Oficina realizada no Theatro da Paz busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil No Dia do Municipal do Carimbó, já reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Pará, promove no Theatro da Paz a II Oficina de Mobilização para a preparação da candidatura do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas a Patrimônio Mundial. A Oficina acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, no Theatro da Paz, e busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil. Na manhã desta segunda-feira (26), a programação teve início com uma emocionante apresentação da cantora lírica Lana Bastos, acompanhada pelo pianista Humberto Azulay. Lana Bastos interpretou o Hino Nacional Brasileiro, enchendo o Theatro da Paz com sua voz poderosa e celebrando o início deste evento tão importante para a cultura amazônica. Na sequência, a cerimônia de abertura, que contou com a presença de diversas autoridades. Compuseram a mesa Leandro Grass, presidente do Iphan; Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará; Marcos Apolo Muniz, secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas; Edmilson Rodrigues, prefeito de Belém; Cristina Vasconcelos, superintendência do Iphan no Pará; Beatriz Calheiro, superintendente do Iphan no Amazonas, e Inês Silveira, presidente da Fundação Cultural de Belém (Fumbel). A secretária de Cultura, Ursula Vidal, destacou o avanço no processo de candidatura do Theatro da Paz à Unesco, enfatizando a importância não apenas da história do edifício, mas também das políticas públicas que garantem sua manutenção e promovem a diversificação do público. “Estamos na segunda etapa desse processo de inventário, coletando todas as informações possíveis, produzindo relatórios para que possamos submeter essa candidatura à Unesco”, explicou. Vidal ressaltou que o cuidado com o patrimônio histórico do teatro vai além de suas paredes, abrangendo também o entorno cultural, que ela descreve como "corações pulsantes do patrimônio histórico da cidade". Segundo a secretária, a manutenção dessas estruturas na Amazônia é um desafio constante devido ao clima tropical úmido, mas o Theatro da Paz, reconhecido nacionalmente por sua acústica e beleza, é tratado como uma "joia" pelo Governo. “Estamos muito entusiasmados e acreditamos que será um belo relatório, e que a Unesco realmente reconhecerá a importância desse período histórico na Amazônia e desse legado do patrimônio histórico deixado na nossa região”, concluiu Vidal. De acordo com Leandro Grass, presidente do Iphan, a candidatura conjunta do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas à Unesco está em uma fase de amadurecimento, que inclui a orientação aos gestores responsáveis pelos teatros e a preparação detalhada da documentação necessária. "Essa etapa é uma fase de amadurecimento de uma candidatura que já está na lista indicativa, tendo sido incluída há alguns anos," explicou. Grass mencionou que o processo envolve a elaboração de um dossiê abrangente, que registra a memória e o histórico dos teatros, além de destacar seu valor cultural tanto para o Brasil quanto para o mundo. O presidente ressaltou que essas oficinas de capacitação são essenciais, não só para gestores, mas também para representantes da sociedade civil, para garantir que todos estejam comprometidos em elaborar os insumos necessários para consolidar a candidatura. "O Brasil hoje tem 15 bens culturais reconhecidos pela Unesco como patrimônio mundial, mas nenhum deles é da Amazônia", pontuou, enfatizando a importância dessa candidatura para inserir o patrimônio cultural amazônico no circuito mundial. Ele destacou ainda a inovação que essa iniciativa representa e o forte envolvimento social como elementos essenciais para o sucesso da candidatura. Pérolas culturais - Para Cristina Vasconcelos, superintendente do Iphan no Pará, todos os esforços empreendidos para alcançar a etapa atual do reconhecimento internacional dos teatros da Amazônia, com foco no Theatro da Paz e no Teatro Amazonas, estão concentrados aqui. "Iniciamos essa jornada no passado em Manaus, com a primeira oficina na cidade, contemplando o Teatro Amazonas, e agora estamos nesse momento ímpar da história, não só da cultura, mas também da história da Amazônia", afirmou Cristina. Ela ressaltou a importância de trazer a Amazônia para a visão do mundo, enfatizando que "fazer com que nossas joias, nossas pérolas culturais, como os dois teatros, se tornem protagonistas dessa candidatura é necessário". Cristina explicou que o processo de candidatura está em seus preparativos iniciais, mas o pontapé foi dado para que o mundo comece a enxergar a Amazônia por meio de seus pontos culturais. "A caminhada começou, demos o passo inicial para a candidatura, e com certeza o mundo inteiro vai ficar muito feliz ao descobrir as maravilhas que temos aqui dentro da Amazônia", concluiu, destacando a singularidade dos teatros amazônicos na promoção da ópera e da cultura popular. Este evento é um passo crucial na candidatura dos teatros à lista de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), sob a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural. Os dois teatros, que já fazem parte da lista indicativa brasileira para o reconhecimento como Patrimônio Mundial, representam não só o auge econômico da Amazônia durante o ciclo da borracha, mas também a modernização e urbanização da região no século XIX. O Iphan é o órgão responsável por coordenar a elaboração do dossiê de candidatura que será apresentado ao Centro do Patrimônio Mundial da Unesco, e durante a oficina, serão abordados temas como os procedimentos para o reconhecimento internacional, a contextualização histórica, e os valores culturais dos teatros. Visita técnica - A programação do evento inclui uma visita técnica ao Theatro da Paz e seu entorno, além da apresentação de um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e palestras integrando a dimensão cultural à discussão técnica. Esses teatros, que são os primeiros no Brasil com estruturas arquitetônicas preparadas para ópera, têm sido fundamentais na democratização da cultura e na valorização do patrimônio amazônico, e desde a década de 1990, são tombados pelo Iphan. A candidatura dos Teatros da Amazônia ao título de Patrimônio Mundial não só busca o reconhecimento global, mas também reforça o papel desses espaços na difusão cultural e na apropriação pela sociedade civil. A parceria entre o Iphan e o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, reforça o compromisso com a preservação e valorização desse patrimônio. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59099/theatro-da-paz-e-teatro-amazonas-avancam-em-candidatura-a-patrimonio-mundial Anterior Próximo

  • Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' | Theatro da Paz

    < Volte Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 9 de fev. de 2024 A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) promoveu o tradicional concerto "Carnaval Sinfônico", na noite desta quinta-feira (08), em Belém. Sob a regência do maestro assistente da OSTP, Agostinho Fonseca Jr., a cantora paraense Naieme foi a solista do espetáculo, que contou com um repertório de clássicos do gênero extraídos de um repertório tipicamente brasileiro e europeu. A ação é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Como já é tradição, desde 2015 a OSTP apresenta esse concerto com trajes festivos e fantasiados de personagens emblemáticos do cinema e da história mundial, e este ano não foi diferente. O objetivo foi trazer de volta o encanto dos bailes de carnaval de outrora, com um mix de canções e marchinhas que fizeram história, encontrando eco entre os apreciadores mais experientes, ao mesmo tempo em que traz informações para novas plateias. De acordo com o maestro Agostinho Fonseca Jr., o programa foi composto por compositores europeus como Theodore Lalliet, Darius Milhaud, um francês que morou no Brasil e compôs temas populares brasileiros, ou seja, um europeu escrevendo sobre o carnaval brasileiro, além de brasileiros como Waldemar Henrique, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, com músicas extremamente conhecidas e celebradas, tanto nacional quanto internacionalmente. "Ficamos muito felizes com a receptividade do público e a identificação com esse repertório, pois são músicas, a maioria delas extremamente desconhecidas e extremamente festivas, já que o Carnaval tem essa conexão para nós", continuou. "Homenageamos a tradição da cultura popular do país e mostramos que a nossa orquestra é um organismo versátil que consegue executar não só sinfonias eruditas, mas também tocar trilhas de filmes, música popular e arranjos diferentes", finalizou. Naieme interpretou canções do maestro Waldemar Henrique, entre elas 'Casa da Viúva Costa', que não é tão conhecida do grande público. Ela é cantora de música popular, mas tem formação erudita, e não é a primeira vez que Naieme se apresenta junto à OSTP. "É sempre um presente me apresentar com essa orquestra maravilhosa, que é um patrimônio da nossa terra. As músicas que interpretei não são clássicos de Waldemar Henrique, como 'Uirapuru', por exemplo, e isso é muito importante para mim, pois exige pesquisa, voltar à partitura e aos meus tempos de Conservatório Carlos Gomes. Ao mesmo tempo, temos a responsabilidade de interpretar, obedecendo à partitura, mas trazendo um pouquinho do timbre, da personalidade vocal. Estou muito grata e feliz pela receptividade do público", declarou a cantora. A família Castro assiste ao Concerto Carnaval Sinfônico da OSTP há oito anos. O patriarca da família, seu Antônio Castro, de 72 anos, sempre vai ao teatro fantasiado ou usando algum acessório carnavalesco, e este ano não foi diferente. "Desta vez, optei pela discrição e vim apenas com um lenço vermelho de pirata e um tapa-olho. Fui notado pelos músicos que estavam no palco, o que já me deixou muito feliz, além do deleite que foi poder relembrar um tempo que não volta mais dos bailes de carnaval nos clubes de Belém. Hoje, meu carnaval, eu curto aqui no Theatro da Paz", afirmou nostalgicamente. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51370/tradicao-e-alegria-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-celebra-carnaval-sinfonico Anterior Próximo

  • XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz

    < Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 10 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo

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