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- "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz Juliana Amaral/Ascom Secult 26 de jan. de 2024 A Amazônia Jazz Band inicia na próxima terça-feira (30), no Theatro da Paz, a temporada de concertos para 2024. Às 20h, sob regência do maestro Elias Coutinho, a jazz band paraense fará uma homenagem a Tom Jobim, um dos grandes expoentes da música brasileira, e à cidade de Belém, que completou 408 anos no último dia 12. Intitulado "Tom, Pará Belém", o concerto propõe ao público um passeio por diversos estilos musicais, desde o samba de Tom, até o carimbó de Pinduca. "Posso adiantar que esta apresentação será bastante especial. Como um grupo de música popular, reconhecemos a importância de apresentar ao público uma abordagem renovada das músicas já conhecidas e homenagear os grandes nomes locais, sem dúvida, motivo de orgulho para todos nós. Neste ano, as nossas apresentações serão marcadas por essas homenagens e neste dia 30 o público poderá conferir tudo isto", afirma Elias Coutinho. Com nove músicas, a apresentação iniciará com "Só Danço Samba", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, uma das duplas de compositores mais famosas do país, que dão passagem para os artistas locais. Em seguida, a jazz band apresenta a sua roupagem para o clássico paraense "Sinhá Pureza", de Pinduca, que para esta apresentação ganhou arranjos de Kim Freitas. A sequência é repleta de clássicos e homenagens, como a Paulo André e Ruy Barata, com "Esse Rio é Minha Rua". A proposta para este ano, de acordo com o maestro Elias, é aproximar ainda mais o público de compositores locais. "No ano passado, lamentavelmente, perdemos um dos nossos maiores compositores, o saudoso Paulo André Barata. Isto nos reacendeu a necessidade de continuarmos a valorizar nossos artistas. E vamos fazer isso explorando as possibilidades da música instrumental, trazendo novas interpretações e sonoridades diferenciadas", acrescenta Coutinho. Os ingressos para esta primeira apresentação do ano da Amazônia Jazz Band são limitados à capacidade do Theatro e poderão ser retirados a partir das 9h de terça-feira (30), na bilheteria do Da Paz. Além disso, também poderão ser adquiridos através do site Ticket Fácil . O valor unitário é de R$ 2,00, e cada pessoa (CPF) poderá adquirir até dois ingressos. A realização é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música. Homenagens - Além de Pinduca, Paulo André e Ruy Barata, o concerto também vai homenagear no repertório o maestro Waldemar Henrique, com “Coco Peneruê” e “Minha Terra”; o Trio Manari e Adalbert Carneiro, com “Dançando no Rio"; e Sebastião Tapajós, com “Bem Mais”, que recebe arranjo de Nelson Neves. O repertório conta ainda com “Ritual de Tambores”, de Thiago D’Albuquerque, e finaliza com “Gênesis”, do maestro Elias Coutinho, com arranjos de Jonas Hocherman. Serviço : "Tom, Pará Belém" - Amazônia Jazz Band Data : 30/01/2024 - 20h (terça-feira) Local : Theatro da Paz Endereço : Rua da Paz, entre as avenidas Presidente Vargas e Assis de VasconcelosIngressos: R$2,00, disponíveis a partir das 9h da manhã (30/01) na bilheteria do Theatro da Paz e no site Ticket Fácil . Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto sinfônico com “Temas de Cinema” | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto sinfônico com “Temas de Cinema” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 13 de jun. de 2023 OSTP vai apresentar ao público trilhas de filmes clássicos como ‘A lista de Schindler’, ‘A Missão’, ‘Cinema Paradiso’, ‘Star Wars’, entre outras Foto: Mário Quadros O público terá oportunidade de assistir a versões orquestrais de trilhas de filmes clássicos como ‘A lista de Schindler’, ‘A Missão’, ‘Cinema Paradiso’, ‘Star Wars’, entre outras, no concerto “Temas de Cinema”, que será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), nesta quinta-feira (15), às 20h, no Theatro da Paz. Será uma noite para celebrar um nicho muito específico da música erudita, que é a trilha de cinema, uma maneira muito própria de compor e que possui um público cativo. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, a ideia é mostrar o quanto a música e o cinema estão interligados, como uma arte potencializa a outra, e de que forma elas se retroalimentam. “O cinema foi relacionado intimamente com a música desde o seu início, uma espécie de herança que vem da ópera, que é um teatro musicado”, explicou o maestro. O maestro explica ainda que o cinema mudo não existia sem a música, a diferença é que música não era gravada junto com o filme. “O filme era mudo, era passado assim, e os cinemas tinham orquestras. Ou, no caso de cinemas menores, em cidades menores, tinham pelo menos um pianista que sabia improvisar, e improvisava, e tocava olhando para o que estava acontecendo na tela, e sabia improvisar tudo o que estava acontecendo. Música que fazia sentido e que emocionava o público. Então, desde a era do cinema mudo, o cinema foi intimamente ligado com a música. Da feita que o som começou, onde já se teve tecnologia suficiente para adicionar o som ao cinema, desde aí já começou a composição especificamente para o cinema, e já começaram os grandes sucessos”, finalizou. As trilhas de filme geralmente são riquíssimas, pois são feitas sob medida. O compositor escreve pensando especificamente na história do filme e muitas vezes trabalha lado a lado com o diretor do filme para produzir. Por esse motivo, trilhas sonoras de filmes ou séries têm o seu sucesso ligado a essas obras, mas também conseguem uma independência e entram no cânone das composições de orquestras sinfônicas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Repertório JOHN WILLIAMS (1932) Tema principal do filme "A lista de Schindler" Solista: Myroslava Khomik ENNIO MORRICONE (1928-2020) Oboé de Gabriel, do filme "A Missão" ENNIO MORRICONE (1928-2020) Tema de Amor, do filme "Cinema Paradiso" JOHN CORIGLIANO (1938) Concerto para Violino, do filme "O Violino Vermelho" I. Chacona Solista: Myroslava Khomik MYROSLAV SKORYK (1938-2020) Melodia, do filme "High Pass" Solista: Myroslava Khomik JOHN WILLIAMS (1932) Suíte "Star Wars" para Orquestra I. Tema Principal II. Tema da Princesa Leia III. Marcha Imperial (Tema de Darth Vader) IV. Tema de Yoda V. Sala do Trono e Tema Final Serviço: Concerto “Temas de Cinema”, da OSTP, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto Data: 15 de junho, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos neste site ou na bilheteria do Da Paz a partir das 9h da manhã do dia 15, no valor de R$ 2,00 (apenas duas unidades por pessoa). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44517/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-realiza-concerto-sinfonico-com-temas-de-cinema Anterior Próximo
- 'Sons da Paz' apresenta Orquestra Sinfônica no bairro da Terra Firme | Theatro da Paz
< Volte 'Sons da Paz' apresenta Orquestra Sinfônica no bairro da Terra Firme Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 17 de mar. de 2024 Sob a regência da maestrina Cibelle Donza, os músicos da OSTP levaram música clássica a usuários da Usina da Paz Em alusão ao Dia Internacional da Mulher - 8 de Março, a terceira edição do Programa "Sons da Paz" foi realizada no sábado (16), na Usina da Paz Terra Firme, em Belém. O concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) levou música e lazer aos moradores do bairro. A realização é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac). O concerto iniciou as 19h, com a regência da maestrina Cibelle Donza. O repertório contou com clássicos de compositores como Lili Boulanger, Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini. A Orquestra abriu o espetáculo com a peça "D'un matin de printemps", de Lili Boulanger. O programa musical teve referências aos concertos realizados no Theatro da Paz, informou Cibelle Donza. "Nós fizemos questão de fazer o mesmo repertório, para que alcance o público que ainda não tem o costume de frequentar o Theatro", disse a regente. A iniciativa teve obras de duas compositoras mulheres. Uma delas é a maestrina, autora de "Da Terra". "É muito especial para mim, porque ainda não havia sido tocada aqui na minha cidade", disse Cibelle Donza. Cultura nos bairros - Pela primeira vez assistindo a uma Orquestra, as crianças aprovaram a apresentação. A responsável Daniela Tavares, 47 anos, levou crianças da comunidade junto com seu filho Miguel para conhecer a música erudita. "Eu acho impressionante, muito bonito divulgar, principalmente para as crianças, pois prende a atenção delas. Estamos agradecidos pela oportunidade", declarou Daniela. Para Danilo Rodrigues, 32 anos, é muito importante aproximar a música clássica ao público da comunidade que não consegue ir aos concertos no Theatro da Paz. "Eu achei formidável trazer a Orquestra, essa opção de lazer, trazendo a cultura para o bairro. É um processo de formação, para estimular as pessoas a visitar os espaços culturais", acrescentou. Texto: Quezia Dias - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52406/sons-da-paz-apresenta-orquestra-sinfonica-no-bairro-da-terra-firme Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 28 de mar. de 2023 Concerto será hoje (28), no palco do TP, com a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará nesta terça-feira (28), as 20 h, um concerto em homenagem aos 150 anos de nascimento de Sergei Rachmaninoff, compositor de origem russa muito influente atualmente. Para executar o solo de piano de uma das peças, a orquestra terá a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw, de apenas 19 anos. O concerto será no palco do Theatro da Paz, em Belém, com entrada gratuita. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” vai homenagear um dos grandes compositores de todos os tempos, que emigrou para os Estados Unidos, onde começou a ser influenciado pelo cenário da música sinfônica daquele país, e se inseriu no contexto da música erudita norte-americana. Compôs para muitas orquestras; regeu para outras e foi solista frente a orquestras, muitas vezes tocando suas próprias obras. No período e que ele viveu, esse trajeto era comum. Especificamente na música erudita. Muitos compositores deixaram a Europa carregando suas tradições culturais, principalmente por causa das guerras, e emigraram para os Estados Unidos da América em busca de mais estabilidade, como o violoncelista Jascha Heifetz e o compositor Stravinsky. Rachmaninoff se insere nesse contexto histórico. Era um país onde as orquestras sinfônicas estavam crescendo cada vez mais, e a cada dia surgiam novas casas de ópera. Um mercado em ascendência, principalmente para um compositor performer, que também era muito conhecido por tocar não só suas obras, mas de outros compositores. De acordo com Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, é de grande importância mencionar Sergei Rachmaninoff como pianista virtuoso. “Obviamente, tendeu a compor muitas coisas para piano, mas longe de ficar conhecido como um compositor para piano, como é Chopin, com poucas obras que não são para piano. Rachmaninoff quebrou com esse paradigma e compôs largamente para orquestra sinfônica; compôs obras dramáticas. Por exemplo, quatro sinfonias. É importantíssimo mencionar, pois esse fato faz com que ele se desassocie daquela imagem do pianista compositor, simplesmente”, explicou. Duas facetas - O repertório mostra duas facetas diferentes do compositor Sergei Rachmaninoff. A primeira obra é o "Concerto nº 3", muito conhecido entre os pianistas como um dos mais difíceis para o instrumento. O próprio Rachmaninoff, mostrou o quão grande pianista ele era ao executar a obra. Como aconteceu no século anterior com Paganini para o violino, com Chopin e Liszt para o piano, que escreviam obras altamente virtuosísticas e extremamente difíceis, e eles tocavam para o público como uma espécie de dupla recompensa, como compositores e intérpretes. A segunda obra é "Concerto nº 2", muito popular entre frequentadores de cinema, por integrar a trilha sonora de “O Espelho tem duas faces”, filme de 1996, de Barbra Streisand. A obra mostra Rachmaninoff como um grande compositor criativo, muito além de um compositor para piano. "Danças Sinfônicas", obra em três movimentos, mostra uma riqueza de temas, de harmonia e orquestração invejáveis. Serviço : Concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto. Dia 28 de março, as 20 h, no Theatro da Paz. Ingressos gratuitos. Podem ser retirados somente no dia do concerto, no site ticketfacil.com.br , a partir de 09 h ou na bilheteria do TP, a partir de 18h . São apenas duas unidades por CPF. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Anterior Próximo
- Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta | Theatro da Paz
< Volte Preamar Cabano celebra aniversário de Belém a partir desta sexta 5 de jan. de 2024 A programação é gratuita e contará com exposições, espetáculos e palestras A partir desta sexta-feira (5), o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) dá início ao ‘Preamar Cabano: Aniversário de Belém 408 anos’. A programação é totalmente gratuita, e contará com exposições, espetáculos e palestras. O Memorial da Cabanagem terá uma iluminação especial neste período, até o dia 12 de janeiro. Além de celebrar o aniversário da capital paraense, o preamar é em alusão à Revolta da Cabanagem, uma das principais mobilizações populares realizadas no Brasil. Entre 1835 e 1840, os rebeldes reivindicaram melhores condições sociais e econômicas. Na quarta-feira, 10, será inaugurada a mostra "Entremeio Cabano", no Museu do Estado do Pará (MEP). O objetivo é proporcionar aos visitantes uma experiência visual a respeito das pessoas que participaram do movimento, através dos documentos da época. O acervo ajuda a compreender e visualizar os rostos que lutaram na Cabanagem: povos indígenas, negros libertos e escravizados, mulatos, ribeirinhos, mulheres, pequenos agricultores que travaram batalhas contra as forças imperiais por melhores condições de vida e de trabalho na Província do Grão-Pará durante o período imperial. Ainda no dia 9, o sarau “Chuva de Poesias para Belém”, terá início às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, poetas da cidade irão recitar poesias inspiradas na capital paraense. O evento é aberto ao público, no entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada “O nosso Preamar Cabano, que já acontece há alguns anos, tem o intuito de salvaguardar a memória desse movimento tão importante para história da nossa região, e do Brasil. Neste ano nós temos exposições e palestras que vão retratar diferentes aspectos da revolta, mas além disso, o Preamar também celebra o aniversário de Belém. Em 2024 a nossa capital completa 408 anos, e vamos homenageá-la não apenas levando adiante a história da nossa terra, mas também com muita música e poesia,” conta o secretário de Estado de Cultura, Bruno Chagas. No dia seguinte, 10, inicía a mostra "Fronteiras Cabanas" no Arquivo Público do Estado do Pará, que expõe parte do acervo do Arquivo sobre as fronteiras por onde os cabanos se fizeram presentes, desde as terras da Guiana até áreas do interior da Amazônia e fronteiras a leste. O intuito é mostrar ao público um panorama da Cabanagem fora de sua capital, podendo ser entendida como um movimento tão perigoso aos interesses das elites econômicas que alertou e motivou governantes de outras províncias do Império Brasileiro para mobilizar recursos e forças militares na sua contenção e repressão. Parte da exposição será apresentada na área externa ao prédio do Arquivo Público, através do Projeto "Calçada de Histórias". Serão apresentados vários episódios históricos do Estado em painéis. Ambas as mostras permanecerão abertas para visitação até 31 de janeiro, no MEP, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, e no Arquivo Público de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. No dia 11, a profª. dra. Eliana Ramos irá ministrar a palestra "Insurgências femininas na Cabanagem", às 9h30, no MEP. Em seguida, às 10h30, o tema da segunda palestra será "Da guerra e da paz: as conexões entre as eleições para a justiça de paz e a Cabanagem no Grão-Pará (1828 - 1841)", com a profª. dra. Danielle Mourão. Também na quinta-feira, 11, ocorrerá o espetáculo “Poesia e Canção para Belém – Paes Loureiro e Salomão Habib”, às 19h, na Igreja de Santo de Alexandre. No repertório do concerto, poesias consagradas do poeta Paes Loureiro, musicados em parceria com o violonista Salomão Habib, além de peças solo do compositor. No aniversário de Belém, dia 12, Fafá de Belém e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresentarão o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, de Dom Helder Câmara e Pierre Kaelin. O espetáculo será às 21h, no Theatro da Paz, e contará com a participação de Atalla Ayan, Coro Carlos Gomes e Coro Itacy Silva. No sábado, 13, as Escolas de Samba Associadas (ESA), com o apoio da Secult, lançam o projeto “Carnaval Sustentável”. A iniciativa tem como objetivo implementar ações e políticas de preservação ao meio ambiente durante o carnaval. Além de minimizar o impacto ambiental, a ação também busca gerar renda para cooperativas de reciclagem. O lançamento ocorrerá às 16h, no Centur, com apresentações do grupo “Pagoville” e Samb’Esa por Luizinho Moura e Fábio Moreno. As 11 agremiações do grupo especial do Carnaval de Belém farão um show completo, com quesitos, baianas e uma super estrutura para festejar o aniversário de Belém. Anterior Próximo
- 'Lucia di Lammermoor', de Gaetano Donizetti, é apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte 'Lucia di Lammermoor', de Gaetano Donizetti, é apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 20 de set. de 2023 O centro da história da ópera 'Lucia di Lammermoor' é o romance impossível entre jovens de famílias rivais, mas o caminho é bem diferente de “Romeu e Julieta”. ‘Lucia di Lammermoor’, de Gaetano Donizetti (1797-1848) é baseada no romance ‘A Noiva de Lammermoor’, de sir Walter Scott (1771-1832), o foco principal é a loucura que toma conta da protagonista e, de certa forma, de todos ao seu redor. Este clássico, encenado desde 1835, é a última montagem operística que o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta ao público paraense nos dias 22, 24 e 26 de setembro, às 20h, no Da Paz, em três récitas. Com libreto de Salvatore Cammarano, ‘Lucia di Lammermoor’ se configura como uma obra do Bel Canto italiano, tipicamente romântica, movimento que imperou nas artes, inclusive na ópera, entre o final do século XVIII até meados do século XIX. Entre as principais características desse movimento, está a ênfase no caráter emocional e romântico de todas as matérias e aspectos da vida humana. Imbuída desse espírito, ‘Lucia di Lammermoor’ foi composta por Donizetti no estilo melodramático característico da ópera romântica italiana do início do século XIX. A história é ambientada na Escócia, no final do século XVII. A trama enfoca o turbulento romance entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, único sobrevivente da família Ravenswood e inimigo mortal dos Ashtons. Trata-se de uma ópera trágica em três atos, que se inicia nos jardins do castelo de Ravenswood, antes pertencente a esta família, e agora usurpado pelos Ashtons. Lucia di Lammermoor tem uma das mais famosas cenas de loucura do mundo da ópera. Enganada pelo irmão, Enrico, Lucia acabou se casando com Arturo. Mas, a presença de Edgardo, seu verdadeiro amor, faz com que a jovem perceba o erro, mate o marido e enlouqueça de amor. À frente da regência, o maestro Miguel Campos Neto, que também assume a direção musical do espetáculo, acredita que “Lucia” é capaz de ganhar qualquer espectador (iniciado ou não) pelo coração. “Essa ópera é maravilhosa, com história muito passional e uma música encantadora e incrivelmente linda para solos, duetos, coros. Todo drama psicológico é ornamentado pela música” e continua. “É uma ópera muito importante para a nossa sociedade, assim como ela foi no século XIX. É a história de uma mulher forçada a se casar com um homem que ela não ama por causa de interesses da família, interesses pecuniários principalmente. E aí fica a pergunta, nós já superamos isso?”, questiona o Maestro. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, o pesquisador Guto Ó de Almeida, informou que na primeira fase da ópera em Belém do Pará ‘Lucia di Lammermor’ foi apresentada em doze temporadas, a partir de 1881. “Lucia di Lammermor é uma ópera que fez muito sucesso no Pará, foi muito aclamada pelo público paraense. E isso é muito bom, até porque eu tenho certeza de que vai acontecer mais uma vez, e vai conquistar o público. Ela não esteve na primeira temporada de Ópera do Teatro da Paz, que foi em 1880, mas na segunda ela já estava, em 1881”, e continuou. “Dessas doze temporadas, tem uma sequência de anos na qual ela foi apresentada todos os anos. Todo ano tinha Lucia di Lammermor, por seis anos seguidos em Belém. Então isso é aclamação popular”, finalizou o maestro. Em três récitas, o papel-título será cantado pela soprano Lyz Nardoto, que interpretará a personagem inspirada em Walter Scott (1771-1832). Ela fará uma jovem e nobre escocesa vitimada por uma intriga do irmão e que enlouquece de amor. É paraense o tenor Hélenes Lopes, radicado em Goiania (GO), interpretará Edgardo de Ravenswood, o inimigo da família pelo qual Lucia mantém uma paixão proibida e plenamente correspondida. O baixo alagoano Fellipe Oliveira, fará o papel do capelão Raimondo Bidebent. Já o barítono paraense Idaias Souto, será lorde Enrico Ashton, o irmão de Lucia (pronuncia-se "Lutchía", à italiana), que quer casá-la com lorde Arturo Bucklaw, interpretado pelo paraense Antônio Wilson. Para tanto, forja cartas que comprovariam a suposta infidelidade de Edgardo, de família inimiga por conta de desdobramentos de conflitos religiosos ocorridos no século 17. Fecham o elenco os brasileiros o tenor Alexsandro Brito, interpretando Normanno, e a mezzo-soprano Carolina Faria no papel de Alisa. Ficha Técnica Música: Gaetano Donizetti Libreto: Salvatore Cammarano Maestro: Miguel Campos Neto Maestro Assistente: Rafael Braga Direção de Cena: Bruno Berger Assistência de Direção: Jéssyca Meireles Figurino: Fernando Leite Assistência de Figurino: Ana Paula Araújo Mapa de Luz: Kuka Batista Cenografia: Carlo Alberto Dalarmelino Jr. Visagismo: Omar Júnior Regente do Coro: Vanildo Monteiro Pianista Correpetidor: Ana Maria Adade Legenda: Gilda Maia Direção de Palco: Claudio Bastos Contrarregra: Laura Rodrigues Elenco Lucia di Lammermoor: Lys Nardoto Edgardo: Hélenes Lopes Enrico: Idaías Souro Arturo: Antônio Wilson Raimondo: Fellipe Oliveira Normanno: Alexsandro Brito Alisa: Carolina Faria Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD: R$35 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 22 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 24 e 26 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 98590-3523. E-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A ópera Lucia di Lammermoor tem o apoio da Embaixada da Áustria em Brasil e do Consulado honorário da Áustria no Pará. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47470/lucia-di-lammermoor-de-gaetano-donizetti-e-apresentada-no-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
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- Amazônia Jazz Band explora as fronteiras do jazz e vai do tradicional ao contemporâneo | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band explora as fronteiras do jazz e vai do tradicional ao contemporâneo Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 19 de mar. de 2024 O maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band (AJB), está prestes a conduzir um concerto que promete transcender os limites do jazz tradicional, levando o público em uma jornada musical que abraça tanto a tradição quanto a contemporaneidade. Sob o título "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", o concerto acontece nesta quinta-feira (21), às 20h no Theatro da Paz e pretende explorar a riqueza e diversidade do jazz fusion, uma fusão de estilos que atravessa fronteiras culturais e estilísticas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). "Jazz é muito mais do que um estilo de música; é a liberdade de expressão artística, uma linguagem universal que transcende fronteiras e culturas", explica o maestro Elias Coutinho. "O jazz fusion representa essa mistura, essa fusão de estilos que nos permite conectar o tradicional com o contemporâneo, trazendo uma experiência única para o público." O concerto, meticulosamente planejado e pesquisado, apresentará uma variedade de estilos dentro do espectro do jazz. Desde o swing clássico até o funk e o R&B contemporâneo ou Rhythm and Blues, cada peça foi selecionada para destacar a diversidade e a riqueza do jazz fusion. O Rhythm and Blues é um gênero musical que se originou nos Estados Unidos na década de 1940 e combina elementos de jazz, blues e gospel, e ao longo do tempo, incorporou influências do funk, do hip-hop e do pop. No contexto do jazz fusion, o R&B contemporâneo representa uma vertente que mistura os ritmos e as harmonias características do jazz com a sensibilidade lírica e as técnicas de produção modernas do R&B. Essa fusão cria uma sonoridade única, que mescla o virtuosismo instrumental do jazz com a cadência e a melodia cativante do R&B, resultando em uma abordagem musical dinâmica e eclética. Um dos pontos altos do concerto será a interpretação de composições do renomado músico Gordon Goodwin, conhecido por sua habilidade em fundir elementos tradicionais do jazz com influências contemporâneas. "Gordon Goodwin é uma grande inspiração para nós. Ele representa essa ponte entre o passado e o presente do jazz, e suas composições desempenham um papel fundamental em nosso repertório", diz Coutinho. Além das composições de Goodwin, o concerto também contará com arranjos originais e homenagens a figuras icônicas do jazz, como Nina Simone. Uma participação especial da cantora Júlia Passos na música "Feeling Good" promete adicionar uma camada extra de profundidade e emoção à performance. "Para nós é fundamental não apenas executar as músicas, mas também entender a essência e o fundamento de cada estilo", destaca Coutinho. "Nós não estamos apenas reproduzindo; estamos trazendo nossa própria personalidade e experiência para cada interpretação, buscando sempre apresentar algo único e memorável para o público". Com uma abordagem que valoriza tanto a tradição quanto a inovação, o concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" promete uma experiência musical envolvente e inspiradora, que celebra a rica tapeçaria do jazz em toda a sua diversidade. PROGRAMA CUT N’ RUN Gordon Goodwin COUNT BUBBA’S REVENGE Gordon Goodwin SINHÁ PUREZA Pinduca Arr. Kim Freitas CLOSELY DANCING Arturo Sandoval Arr. Ed Calle MUEVA LOS HUESOS Gordon Goodwin FEELING GOOD Anthony Newley & Leslie Bricusse Arr. Matt Amy HORN OF PUENTE Gordon Goodwin STRAIGHT NO CHASER Thelonious Monk Arr. John La Barbera Serviço: O concerto “Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo”, acontece nesta quinta-feira (21), às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz, a partir das 9h da manhã do dia 21, no valor de R$ 2,00. Disponibilizados dois ingressos por pessoa. Por Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52482/amazonia-jazz-band-explora-as-fronteiras-do-jazz-e-vai-do-tradicional-ao-contemporaneo Anterior Próximo
- Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém | Theatro da Paz
< Volte Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém Juliana Amaral/Ascom Secult 13 de fev. de 2024 Para celebrar o aniversário de 408 anos de Belém, o Theatro da Paz recebeu, na noite desta sexta-feira (12), o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, com a cantora Fafá de Belém como solista e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob direção e regência de Miguel Campos Neto. A ação faz parte do Preamar Cabano, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O projeto é patrocinado pela Equatorial Pará, através da Lei Semear de incentivo à cultura, do Governo do Estado, por meio da Secult. Devido à alta procura por ingressos, foi realizada uma sessão extra, mais cedo, às 18h. O espetáculo também foi transmitido ao vivo pelo canal de YouTube da Secult, e em um telão em frente ao Theatro. “O Theatro da Paz é nosso, é pra você paraense. Entrar nesse templo nosso, do povo do Pará, e ver uma sinfonia que fala da importância de nós acordarmos pra quem nós somos e o que nós podemos fazer pelo outro. O amor, a solidariedade, sermos contra qualquer tipo de guerra, de preconceito, de isolamento. O paraense é isso. É sobre isso que fala a Sinfonia dos Dois Mundos", afirma Fafá de Belém. “A Sinfonia dos Dois Mundos” escrita por Dom Helder Câmara e musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, na década de 1960, foi apresentada com a participação do Coro do Conservatório Carlos Gomes, comandado pela maestrina e professora da instituição, Maria Antonia Jiménez e do Coro Infanto-Juvenil Itacy Silva, com regência de Eduardo Nascimento. “Eu fiquei encantado com toda a produção. Antes de vir a gente tentou conhecer um pouquinho da peça que seria, mas assistir ao vivo é outra experiência, inclusive porque a gente teve a participação muito especial da Fafá de Belém e toda a orquestra, o coral das crianças também. Foi uma peça muito bonita, não somente do ponto de vista religioso que é a origem da obra, mas do ponto de vista social e atual. Apesar de ser antiga, traz uma reflexão profunda para os dias de hoje. Foi um grande privilégio poder participar, nesse dia especial que é o aniversário da cidade de Belém", conta Erick Ribeiro, que assistiu a primeira sessão do espetáculo. Texto: Juliana Amaral/Ascom Secult Anterior Próximo
- Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público | Theatro da Paz
< Volte Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público Lorena Saraiva (Ascom/SECULT) 14 de abr. de 2024 A programação prossegue com palestras e a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, em frente à sede da instituição, que completa 123 anos O "Domingo da Memória", exposição de documentos históricos do Arquivo Público do Estado do Pará (Apep), no Theatro da Paz, abriu a programação comemorativa aos 123 anos do equipamento cultural na manhã deste domingo (14). A iniciativa é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), à qual o Theatro é vinculado, e conta com mediação de alunos dos cursos de História e de Arquivologia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Para Leonardo Torii, diretor do Arquivo Público, a exposição visa apresentar e ampliar o conhecimento sobre o espaço. “A ideia de vir domingo para a Praça da República é atingir um público muito maior, que não costuma ir ao Arquivo. É mostrar bem essa diversidade de documentos dentro do Arquivo Público”, explicou o gestor. Kadson Oliveira, 46 anos, natural de Santarém, teve seu primeiro contato com o Arquivo Público na abertura da exposição. “A gente, apesar de ser do Pará, tem muitas coisas da história que a gente não conhece. E ter acesso a essas imagens desses documentos nos faz refletir sobre a importância que foi essa luta, a importância que foi essa temática da Cabanagem, e como os povos daquele momento foram fundamentais pra todo esse processo. Tá sendo maravilhoso”, disse Kadson. Palestras - A programação comemorativa continua na segunda-feira (15), a partir de 09h, na sede do Arquivo Público, com palestras sobre os temas “Os 60 anos do golpe civil-militar de 1964 e os conflitos agrários na Amazônia”, com o professor Thiago Broni, da Escola de Aplicação da UFPA, e “Os arquivos como instrumentos de memória e esquecimento”, com a professora Mônica Tenaglia, da Faculdade de Arquivologia da mesma instituição. Na terça-feira (16), o público poderá conferir a mostra "Ditadura e os conflitos agrários nos documentos do DOPS", aberta à visitação até o dia 30 deste mês, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Também a partir do dia 16 de abril, quem transitar pela Travessa Campos Sales poderá conferir a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, na fachada do Apep, cujo prédio é tombado desde 1982. A exposição é composta por sete painéis, que contam a trajetória do Arquivo Público do Pará. Texto: Lorena Saraiva - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53286/exposicao-de-documentos-historicos-abre-programacao-comemorativa-do-arquivo-publico Anterior Próximo
- Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Começa preparação da ópera 'Lucia di Lammermoor', atração do Festival do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 7 de jul. de 2023 Cantores líricos começam a se envolver com a história de amor e loucura da personagem criada por Gaetano Donizetti O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz prepara dois espetáculos para o segundo semestre de 2023: “O menino maluquinho” e “Lucia di Lammermoor”, de Gaetano Donizetti. A primeira reunião do coro que atuará em “Lucia di Lammermoor” ocorreu nesta quinta-feira (06), no Theatro da Paz, em Belém, reunindo cantores líricos de diferentes experiências musicais. Sob a direção do maestro Vanildo Monteiro, responsável pela preparação do coro de 50 vozes, os cantores mostraram dedicação, comprometimento e paixão pela ópera, se empenhando em aprimorar as técnicas vocais e alcançar a harmonia perfeita. De acordo com Jena Viera, diretora artística do Festival, a escolha da ópera “Lucia di Lammermoor” para esta temporada foi acertada, pois desafia os cantores em diversos aspectos, desde os solos até as complexas harmonias do coro. “A participação do coro é imensa nessa ópera. Nós primamos pela experiência desses cantores no coro lírico, com noção de cena e técnica vocal bem avançada, já que estamos falando do período do belcanto, que se refere ao elegante estilo vocal italiano dos séculos XVII a XIX, caracterizado pela beleza de timbre, emissão floreada, fraseado bem feito e técnica fácil e fluente. O desafio aqui é colocar uma sonoridade que tenha volume, mas que seja leve. ‘Lucia’ tem um drama, mas o período não é tão dramático como no verismo, por exemplo”, explicou Jena Viera. Durante a reunião, os participantes se envolveram na discussão sobre o enredo, os personagens e a interpretação musical, mostrando um alto nível de comprometimento com o projeto. Foto: Lucas Monte / Secult A primeira reunião também foi a oportunidade para que membros do coro se conhecessem melhor. O tenor Alexsandro Brito disse já estar ansioso. “A expectativa é enorme de estrear essa ópera do belcanto, que é um verdadeiro presente para o público paraense. O coro é bem grande, e a sua participação será intensa, principalmente o masculino”, informou o cantor. Desafio e paixão - Para o maestro Vanildo Monteiro, que prepara cantores para o Festival de Ópera desde 2002, tendo no currículo mais de 40 óperas, “o desafio existe, mas ele é cheio de amor e prazer de se fazer o que se gosta. É uma ópera que o coro está tendo contato pela primeira vez, e a partir de hoje iniciamos os ensaios, a preparação dessas vozes que serão aprimoradas pelo maestro Miguel (Miguel Campos Neto, regente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz), e em seguida pelo diretor cênico. Demos a largada, e estamos muito felizes”. “Lucia di Lammermoor” – obra de Gaetano Donizetti, com libreto de Salvatore Cammarano e baseada no romance “A Noiva de Lammermoor”, de Sir Walter Scott – estreou em Nápoles (Itália), no Teatro San Carlo, em 26 de setembro de 1835. O drama tem uma das mais famosas cenas de loucura do mundo operístico. Enganada pelo irmão, Enrico, Lucia acaba se casando com Arturo, mas a presença de Edgardo, seu verdadeiro amor, faz com que a jovem perceba o erro, mate o marido e enlouqueça. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via: Agencia Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45264/comeca-preparacao-da-opera-lucia-di-lammermoor-atracao-do-festival-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Festival de Ópera 2024 | Theatro da Paz
Confira a Programação do Festival de Ópera do Theatro da Paz 2024. 1/1 PROGRAMAÇÃO ~ ´ MENSAGEM DO GOVERNADOR DO PARÁ A 23ª edição do Festival de Ópera do Theatro da Paz, parte integrante de nosso calendário cultural, celebra não apenas a música erudita, mas também o legado de Giacomo Puccini, marcando o centenário de sua morte com apresentações de "La Bohème" e "Gianni Schicchi". Essas obras exemplificam a genialidade do compositor e reforçam a continuidade da tradição operística que o Pará mantém viva. Além das homenagens a Puccini, o festival de 2024 expande suas fronteiras culturais, apresentando outras formas artísticas. Inclui o musical "O Príncipe do Egito", o "Recital de Piano Duo Azulay", e culmina com a ópera cômica "Gianni Schicchi", proporcionando um panorama diversificado que enriquece nosso legado cultural. Este evento não apenas reafirma nosso compromisso com a preservação da rica tradição cultural do Pará, mas também gera significativa atividade econômica, gerando empregos e destacando o estado como um polo cultural na Amazônia e no Brasil. A dedicação contínua em valorizar e ampliar a cultura local é um compromisso que compartilho com todos os paraenses. Que esta edição do festival nos inspire a continuar sonhando, construindo e preservando o legado cultural que orgulhosamente oferecemos ao Brasil e ao mundo. Helder Barbalho, Governador do Pará. ´ MENSAGEM DA SECRETÁRIA DE CULTURA ´ Chegamos à XXIII edição do nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz que, ao longo de sua trajetória, se consolidou como um verdadeiro patrimônio artístico do povo paraense. Além de encantar seu público fiel, o Festival gera emprego, renda e processos de formação profissional contínuos para os trabalhadores da cultura e das artes, em nosso Estado. Os preparativos iniciam muito antes da abertura das cortinas de nosso imponente Da Paz. Meses antes, um batalhão de profissionais - desde cenógrafos, figurinistas, técnicos de som e luz, diretores de cena, além de nossa extraordinária orquestra - se mobilizam para que todos nós possamos ter a melhor experiência de uma das mais fabulosas expressões artísticas. Desde 2019, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, adota novos conceitos para fortalecer a cadeia produtiva da ópera, democratizando cada vez mais o acesso, além de envolver, em quase toda a sua totalidade, o talento nacionalmente reconhecido de nossa mão de obra local. O XXIII Festival de Ópera faz uma homenagem ao centenário de falecimento do compositor italiano Giacomo Puccini, que legou à humanidade obras geniais e emblemáticas da criação operística mundial. E, este ano, o público poderá apreciar “La Bohème", em uma apresentação em forma de Ópera Concerto, e a montagem completa de "Gianni Schicchi". Será mais um momento de celebração da ópera e da cultura no nosso Pará. Ursula Vidal Secretária de Estado de Cultura .


