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  • Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 12 de jun. de 2023 Público lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus para assistir ao espetáculo aberto ao público com o tema de ‘Star Wars’ Uma apresentação que combinou a sonoridade do Jazz com músicas temas de filmes que fizeram sucesso na telona e que são conhecidas e amadas pelo público em geral. Assim foi o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB), na noite do domingo (11), em Castanhal. O público da AJB não decepcionou e lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, demonstrando toda a popularidade desse tipo de concerto, que recria músicas com arranjos jazzísticos. Geralmente as músicas de filmes apresentam melodias cativantes e emocionantes, que se adaptam muito bem ao estilo Jazz. Além disso, a improvisação e a liberdade que o Jazz oferece, permitem que os músicos da banda adicionem suas próprias interpretações e improvisos, criando uma versão da música original. O concerto foi aberto com o tema de ‘Star Wars’, do compositor americano John Williams. Em seguida, vieram as peças musicais dos filmes ‘Titanic’, ‘Superman’, ‘James Bond’, ‘Game of Thrones’, ‘Missão Impossível’, ‘Batman’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Rock’ encerrando com ‘Os Vingadores’ e os membros da big band com os braços para cima e mão fechadas. E ainda teve a participação de Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz que, acompanhado pela AJB, cantou duas músicas levando o público às palmas. “Que energia incrível tem o público de Castanhal. Esperamos voltar mais vezes e assim contribuir para a formação de plateia, pois à medida que essa cultura se espalha, as pessoas que a recebem podem incorporá-la em suas próprias práticas culturais, adaptando de acordo com suas necessidades e valores locais”, declarou Daniel Araujo.. O plus ficou por conta dos elementos visuais incorporados ao concerto. O público pode acompanhar projeções de cenas dos filmes, cujo os temas estavam sendo interpretadas pela big band, em um grande telão de LED, criando uma experiência completa e imersiva. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaborados de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, tendo sido especialmente preparados para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. “Sai de Belém para assistir a esse concerto e não me arrependo. Eu amei tudo, cada segundo. Foi surpreendente ver o tema da minha série favorita ‘Game Of Thrones’ ser interpretada pela Amazônia. Me senti homenageada”, declarou a enfermeira Maria Luiza. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/44488/amazonia-jazz-band-leva-concerto-temas-de-filmes-para-castanhal Anterior Próximo

  • Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém | Theatro da Paz

    < Volte Concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" encanta público em Belém Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de mar. de 2024 Performances musicais e participações encantaram a plateia como a cantora Júlia Passos interpretando 'Feeling Good', consagrada na voz de Nina Simone Os amantes da música em Belém foram agraciados com uma noite de performances arrebatadoras no concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", da Amazônia Jazz Band (AJB). Realizado no Theatro da Paz, na quinta-feira (21), o espetáculo trouxe uma jornada musical que misturou os clássicos do jazz com elementos contemporâneos, resultando em uma experiência sonora diferente. Desde os acordes iniciais até os solos virtuosos, a plateia foi conduzida por uma variedade de estilos, que abrangiam desde o swing tradicional até o R&B contemporâneo, passando pelo funk, pelo blues e pela música regional. Composições de renomados artistas como Gordon Goodwin e arranjos originais de Kim Freitas foram apresentados com maestria, destacando a habilidade e a versatilidade dos músicos. "Este concerto foi uma experiência incrível", compartilhou Maria Antônia da Silva, estudante de 20 anos e frequentadora assídua dos espetáculos da Big Band. "Eu sempre me emociono com a energia e a paixão que eles trazem para o palco. Foi uma noite memorável, repleta de momentos que ficarão gravados na minha memória”. Uma das peças em destaque foi "Count Bubba’s Revenge", que se destacou por sua fusão de estilos. O maestro Coutinho explicou que esta composição apresenta um estilo tradicional de shuffle, com raízes no jazz swing, mas com uma abordagem contemporânea e complexa. "É uma música desafiadora, com solos tecnicamente exigentes de cada naipe da Big Band", acrescentou o maestro. Outro momento memorável do concerto foi a interpretação de "Pureza", um arranjo original do guitarrista Kim Freitas que incorporou elementos de jazz funk. A música, conhecida pelo público paraense, ganhou uma nova vida com harmonias e ritmos contemporâneos, demonstrando a habilidade da banda em reinventar clássicos. Além disso, o concerto incluiu uma homenagem especial ao percussionista Tito Ponti com a música "Horn Of Puente”, que enfatizou a percussão e a improvisação. Esta peça exemplifica a essência do jazz fusion, combinando elementos tradicionais com uma abordagem contemporânea e experimental. Além das performances musicais de alto nível, o concerto também contou com participações especiais que elevaram ainda mais o seu impacto. A cantora Júlia Passos emocionou a plateia com sua interpretação de "Feeling Good", originalmente interpretada por Nina Simone, enquanto os solos inspirados do guitarrista Kim Freitas adicionaram uma camada extra de brilho às composições. A canção, com sua mensagem de positividade e empoderamento, ressoou profundamente com a plateia, destacando o papel do jazz como uma forma de expressão e resistência. O maestro Elias Coutinho, em entrevista após o espetáculo, expressou sua satisfação com o resultado e agradeceu ao público pelo apoio contínuo. "Foi uma noite especial para nós", afirmou. "Nossa missão é sempre levar o melhor da música para o nosso público, e estamos felizes por ter conseguido proporcionar essa experiência", finalizou. Com o sucesso do concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", as expectativas agora estão elevadas para os próximos eventos da Amazônia Jazz Band, que continuará a encantar o público com sua paixão e talento. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52586/concerto-jazz-fusion-da-tradicao-ao-contemporaneo-encanta-publico-em-belem Anterior Próximo

  • Fafá de Belém e Orquestra Sinfônica homenageiam Belém com concerto gratuito no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Fafá de Belém e Orquestra Sinfônica homenageiam Belém com concerto gratuito no Theatro da Paz Iego Rocha (SECULT) 5 de jan. de 2024 Obra de Dom Hélder Câmara ganha concerto aberto a público e transmissão ao vivo na Praça da República. Iniciativa tem o patrocínio da Equatorial Pará Na próxima sexta-feira, 12, a capital paraense, Belém, comemora 408 anos de fundação. Para homenagear e celebrar a data, a cantora Fafá de Belém e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentam o concerto "A Sinfonia dos Dois Mundos", escrito por Dom Helder Câmara e musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, na década de 1960. A entrada para o espetáculo é gratuita e a distribuição de ingressos ocorre a partir das 9h do dia 12, na bilheteria do Theatro da Paz. A iniciativa tem o patrocínio da Equatorial Pará, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Cultura do Pará (Secult) e integra a programação do Preamar Cabano. Quem não puder estar presente para acompanhar o concerto, ele será transmitido pelo canal do YouTube da Secult e em um telão que será instalado em frente ao Theatro da Paz. O espetáculo contará com a presença de Fafá de Belém e Atalla Ayan como solistas, sendo mezzo soprano e tenor, respectivamente. O espetáculo traz Diogo Almeida como recitante. A direção e regência é do maestro Miguel Campos Neto. Também participam o Coro do Conservatório Carlos Gomes, regido por Maria Antonia Jiménez; e o Coro Infanto-Juvenil Itacy Silva, com regência de Eduardo Nascimento. A "Sinfonia dos Dois Mundos" foi concebida por Dom Hélder para coral e orquestra como forma de persistência na luta pelos direitos humanos. O concerto estreou no exterior devido ao medo da censura da ditadura militar no Brasil. Chegou à América Latina no ano de 1985, com Dom Helder como recitante, sendo executada internacionalmente desde então. "A sinfonia é para todos, simples e tocante como Dom Helder era. É uma reflexão cheia de esperança e possibilidades de renovação através do amor e da fraternidade", afirma Fafá de Belém. "Esta obra em particular não foi tocada aqui ainda, o que nos proporciona a emoção da descoberta, a alegria de explorar algo novo. Estou muito feliz por ter a oportunidade de trabalhar com instrutores e solistas. É especial para mim, já que tive a experiência de reger, confesso, com Fafá de Belém no passado, além de outros amigos que também estarão conosco. Acredito que será uma apresentação muito unificada e uma homenagem muito merecida à cidade de Belém", destaca Miguel Campos Neto, regente da OSTP. João de Deus Lobato, executivo de Comunicação da Equatorial Pará, destaca que o evento é um presente da distribuidora de energia para Belém. "Estar presente nesse momento do aniversário da capital paraense, com um evento como esse, é muito significativo. Acreditamos na democratização da arte e esperamos que o público possa aproveitar esse momento da melhor forma, seja com o ingresso gratuito dentro do Theatro ou acompanhando a transmissão ao vivo através do telão montado na praça da República", afirma João de Deus. Sobre Dom Hélder - Dom Hélder Pessoa Câmara foi um influente bispo católico em Olinda e Recife. Destacou-se na defesa dos direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil, promovendo uma igreja simples e não-violenta voltada para os mais necessitados. Autor de 23 livros traduzidos para 16 idiomas, recebeu 716 títulos de homenagem e 30 títulos de Cidadão Honorário. Indicado quatro vezes ao Prêmio Nobel da Paz, em 2015, foi reconhecido pelo Vaticano como "Servo de Deus", o primeiro passo para a beatificação. Texto com informações de Bianca Tatamiya Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50514/fafa-de-belem-e-orquestra-sinfonica-homenageiam-belem-com-concerto-gratuito-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Amazônia Jazz Band vão às Usinas da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Amazônia Jazz Band vão às Usinas da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 14 de fev. de 2024 Todos com entrada franca, concertos fazem parte do Projeto “Sons da Paz”, com início no dia 17 de fevereiro, na Usina do Icuí-Guajará, em Ananindeua As Usinas da Paz localizadas na Região Metropolitana de Belém vão receber concertos da Amazônia Jazz Band e da Orquestra Sinfônica do Theatro Paz (OSTP), como parte do Projeto “Sons da Paz”. Ao longo do ano, os complexos de cidadania, idealizados e administrados pelo Governo do Pará, terão extensa agenda de apresentações. A primeira delas será no próximo sábado (17), as 19 h, na UsiPaz do Icuí-Guajará, em Ananindeua, com a Amazônia Jazz Band. A iniciativa é das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac). Também as 19 h ocorrerão as demais apresentações. Além da Usina do Icuí, a Amazônia Jazz Band se apresentará nas Usinas Jurunas/Condor, no dia 2 de março, e da Cabanagem, no dia 6 de abril. Já a Orquestra Sinfônica se apresentará nos dias 16 de março, 13 de abril e 11 de maio nas Usinas da Terra Firme, de Marituba e do Guamá, respectivamente. As entradas são sempre gratuitas. “Esse é um projeto pensado com muito carinho, e que reafirma nosso compromisso com a democratização do acesso à cultura e descentralização de nossas ações. A circulação dos nossos corpos artísticos, para além dos muros do Theatro da Paz, é um movimento de aproximação com o público, de formação de plateia, de incentivo ao amor pela música. Além disso, é um projeto construído a várias mãos, resultado dessa frutífera parceria com as Usinas. Por inúmeras vezes o Theatro recebeu jovens e adultos desses territórios, e nada mais justo e representativo do que irmos até eles”, destaca Ursula Vidal, titular da Secult. Para o secretário de Cidadania, Igor Normando, o "Sons da Paz" é um “abraço às comunidades”. Ele destaca que a ideia do projeto é oportunizar acesso. “Estamos muito felizes com mais essa parceria com a Secult. A cultura tem o poder incrível de união e de formação; é vital para a cidadania plena. Mais do que música, esse projeto representa oportunidade de acesso. Cultura e a cidadania caminham lado a lado, e é com esse espírito que temos feito a diferença nas nossas Usinas”, afirma o gestor da Seac. Identificação - Elias Coutinho, maestro da Amazônia Jazz Band, que abre o projeto na UsiPaz do Icuí-Guajará, adianta que o repertório será repleto de grandes clássicos da música popular. “A ideia é levar familiaridade, fazer com que as pessoas tenham identificação com o que estão escutando. Essa agenda tem como missão fazer com que as pessoas tenham a sensação de estarem no Theatro da Paz, e que também o reconheçam como a casa delas, assim como as Usinas”, informa o regente. A Amazônia Jazz Band já se apresentou outras vezes nas Usinas da Paz, entre elas a da Cabanagem, com canções da Banda Sayonara, e na de Marituba, nas comemorações de um ano do complexo local. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz também já se apresentou na Usina da Cabanagem, dentro da programação do Preamar da Consciência Negra. Esta, contudo, será a primeira vez que os corpos artísticos cumprirão uma agenda de apresentações nos complexos Versatilidade - Miguel Campos Neto, regente titular e diretor artístico da OSTP, adianta que cada apresentação terá uma proposta. Na primeira, em março, mês dedicado às mulheres, a apresentação terá uma regente convidada, Cibelle Donza, e uma seleção de músicas compostas por mulheres. Na segunda, a proposta será apresentar temas de filmes. Já na terceira, a Orquestra interpretará o que há de mais popular no repertório orquestral. “Queremos quebrar esse mito de que uma Orquestra é um grupo fechado, tradicional. O repertório clássico, claro, faz parte, mas esse é um dos corpos mais versáteis do universo da música. Ele pode estar presente em apresentações de vários estilos musicais, do jazz ao samba. Também faz parte da nossa memória coletiva, como nas trilhas sonoras. Vamos mostrar às pessoas que elas conhecem mais músicas ‘clássicas’ do que pensam”, afirma o maestro. Além das secretarias de Cultura e de Cidadania, o "Sons da Paz" tem o apoio da Academia Paraense de Música e da direção do Theatro do Paz, à qual estão diretamente vinculadas a Orquestra Sinfônica e a Amazônia Jazz Band. Ao longo do ano, outras apresentações devem ocorrer com novas datas a serem divulgadas. O objetivo é que o cronograma de apresentações nas Usinas da Paz se estenda até dezembro. Serviço : Projeto Sons da Paz - 2024. Apresentações sempre as 19 h, com entrada franca. Datas e locais : 17 de fevereiro - Usina da Paz do Icuí-Guajará - Amazônia Jazz Band 01 de março - Usina da Paz Jurunas/Condor - Amazônia Jazz Band 16 de março - Usina da Paz da Terra Firme - Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz 06 de abril - Usina da Paz da Cabanagem - Amazônia Jazz Band 13 de abril - Usina da Paz de Marituba - Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz 11 de maio - Usina da Paz do Guamá - Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51486/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-amazonia-jazz-band-vao-as-usinas-da-paz Anterior Próximo

  • Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” | Theatro da Paz

    < Volte Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) 20 de fev. de 2024 Aconteceu na noite desta terça-feira (20), no Foyer do Theatro da Paz, a primeira edição do projeto Leitura Dramática com o espetáculo "Lapsus", que conta com dramaturgia de Mário Zumba e direção de Marton Maués da A Cia. 2 de Teatro. A iniciativa é do Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e idealizador do projeto, "Leitura Dramática” é uma forma de apresentar uma peça teatral, na qual os atores, em vez de encenar a história com figurinos e cenários completos, priorizam a interpretação dos diálogos e a expressão emocional dos personagens. “Esta primeira edição foi um sucesso e não poderia ser diferente, já que tivemos Lapsus, este belíssimo texto que nos emocionou bastante. Amamos ver a nossa casa cheia e estamos muito felizes”, destacou. O Projeto Lapsus nasceu da leitura informal que os atores Marton Maués e Mário Zumba faziam para amigos que visitavam a casa do Marton. A intenção era mostrar o texto recém escrito pelo Mário - a partir de um argumento proposto pelo Marton - para ver qual seria a reação dos ouvintes. E as respostas eram surpreendentes. Ao final da leitura as pessoas estavam sempre emocionadas com a história ouvida e estabelecia-se, naturalmente, uma conversa a respeito dos assuntos tratados no texto. As percepções dos participantes eram extremamente pertinentes apontando caminhos/aspectos valiosos para a montagem do espetáculo. Os atores perceberam que aqueles encontros poderiam tornar-se algo mais elaborado sendo feito na casa de quem os convidasse. Assim, em janeiro de 2023 foi lançada a proposta e logo surgiram os convites. Depois de mais de 40 apresentações em residências, jornadas pedagógicas, centros culturais, pousadas, livrarias e quintais, já tendo sido levado a diversas cidades, finalmente Lapsus chega ao Theatro da Paz para uma apresentação que causou muita emoção nos espectadores. “Coroamos Lapsus neste ambiente lindo e tão emblemático para a cultura que é o nosso Theatro da Paz. Revisitar a trajetória desta relação, relembrando momentos de afeto e mágoa na busca de uma redenção foi um momento único para a gente e a participação do público foi incrível. Vida Longa ao Leitura Dramática!”, afirmou Marton. O drama, premiado no Edital Obras Literárias/2023 da Fundação Cultural do Pará, tem uma duração aproximada de 35 minutos e é recomendado para maiores de 16 anos. Mário Zumba e Marton Maués atuam juntos na trama que retrata a relação entre um idoso com Alzheimer e seu filho, que havia sido expulso de casa na juventude por sua orientação sexual e agora retorna para cuidar do pai. Ana Cardoso, já tinha assistido ao espetáculo e resolveu vir ao Theatro da Paz em busca da emoção sentida na sessão anterior. “Me viciei nesse choro emocionado. Vim em busca dele da experiência e a encontrei. A iniciativa de trazer leituras interpretativas para este espaço foi realmente um presente para todos nós e abrir com este espetáculo tinha que ser casa cheia”, afirmou Ana”. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51620/leitura-dramatica-do-theatro-da-paz-apresenta-lapsus-de-mario-zumba Anterior Próximo

  • Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' | Theatro da Paz

    < Volte Tradição e alegria: Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra 'Carnaval Sinfônico' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 8 de fev. de 2024 A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) promoveu o tradicional concerto "Carnaval Sinfônico", na noite desta quinta-feira (08), em Belém. Sob a regência do maestro assistente da OSTP, Agostinho Fonseca Jr., a cantora paraense Naieme foi a solista do espetáculo, que contou com um repertório de clássicos do gênero extraídos de um repertório tipicamente brasileiro e europeu. A ação é uma realização do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Como já é tradição, desde 2015 a OSTP apresenta esse concerto com trajes festivos e fantasiados de personagens emblemáticos do cinema e da história mundial, e este ano não foi diferente. O objetivo foi trazer de volta o encanto dos bailes de carnaval de outrora, com um mix de canções e marchinhas que fizeram história, encontrando eco entre os apreciadores mais experientes, ao mesmo tempo em que traz informações para novas plateias. De acordo com o maestro Agostinho Fonseca Jr., o programa foi composto por compositores europeus como Theodore Lalliet, Darius Milhaud, um francês que morou no Brasil e compôs temas populares brasileiros, ou seja, um europeu escrevendo sobre o carnaval brasileiro, além de brasileiros como Waldemar Henrique, Chiquinha Gonzaga, Zequinha de Abreu, com músicas extremamente conhecidas e celebradas, tanto nacional quanto internacionalmente. "Ficamos muito felizes com a receptividade do público e a identificação com esse repertório, pois são músicas, a maioria delas extremamente desconhecidas e extremamente festivas, já que o Carnaval tem essa conexão para nós", continuou. "Homenageamos a tradição da cultura popular do país e mostramos que a nossa orquestra é um organismo versátil que consegue executar não só sinfonias eruditas, mas também tocar trilhas de filmes, música popular e arranjos diferentes", finalizou. Naieme interpretou canções do maestro Waldemar Henrique, entre elas 'Casa da Viúva Costa', que não é tão conhecida do grande público. Ela é cantora de música popular, mas tem formação erudita, e não é a primeira vez que Naieme se apresenta junto à OSTP. "É sempre um presente me apresentar com essa orquestra maravilhosa, que é um patrimônio da nossa terra. As músicas que interpretei não são clássicos de Waldemar Henrique, como 'Uirapuru', por exemplo, e isso é muito importante para mim, pois exige pesquisa, voltar à partitura e aos meus tempos de Conservatório Carlos Gomes. Ao mesmo tempo, temos a responsabilidade de interpretar, obedecendo à partitura, mas trazendo um pouquinho do timbre, da personalidade vocal. Estou muito grata e feliz pela receptividade do público", declarou a cantora. A família Castro assiste ao Concerto Carnaval Sinfônico da OSTP há oito anos. O patriarca da família, seu Antônio Castro, de 72 anos, sempre vai ao teatro fantasiado ou usando algum acessório carnavalesco, e este ano não foi diferente. "Desta vez, optei pela discrição e vim apenas com um lenço vermelho de pirata e um tapa-olho. Fui notado pelos músicos que estavam no palco, o que já me deixou muito feliz, além do deleite que foi poder relembrar um tempo que não volta mais dos bailes de carnaval nos clubes de Belém. Hoje, meu carnaval, eu curto aqui no Theatro da Paz", afirmou nostalgicamente. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51370/tradicao-e-alegria-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-celebra-carnaval-sinfonico Anterior Próximo

  • 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão | Theatro da Paz

    < Volte 'O Príncipe do Egito' marca o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz com inclusão Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Gênero envolve teatro e música e tem público cativo na capital paraense Com o encerramento das duas sessões do musical “O Príncipe do Egito”, o XXIII Festival de Ópera do Teatro da Paz reafirmou seu compromisso com a inovação e a inclusão. As apresentações, realizadas nos dias 24 e 25 de agosto, encantaram o público com sua excelência artística e atenção minuciosa aos detalhes, construindo uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo. Com um público total de cerca de 1.450 pessoas, o Theatro da Paz esteve completamente lotado nas duas noites, refletindo acessibilidade e entretenimento pela adaptação dirigida pelo maestro Pedro Messias. "A temporada de ‘O Príncipe do Egito’ foi simplesmente maravilhosa. Ver o teatro lotado por dois dias consecutivos para assistir a um musical produzido majoritariamente por alunos dos projetos de extensão de um instituto universitário estadual, fruto do processo pedagógico desses alunos é gratificante", destacou o maestro. Sobre a integração do teatro musical ao Festival, Pedro Messias acrescentou. “Estar dentro do Festival de Ópera é sempre uma experiência fantástica. Vim de São Paulo para Belém justamente para trabalhar neste Festival, que eu amo profundamente, e foi ainda mais especial porque o Festival de Ópera, que se dedica exclusivamente à ópera há mais de 30 anos, se abriu para uma linguagem completamente nova este ano. O resultado foi extremamente positivo", finalizou. O sucesso artístico do espetáculo foi ainda mais enriquecido pela inclusão da comunidade surda nas apresentações, sublinhando a importância de uma cultura acessível e democrática. A emoção vivenciada por um grupo de 30 surdos, que pela primeira vez experimentou a grandiosidade do Theatro da Paz, reforça a necessidade de continuar investindo em iniciativas que tornem a arte um direito de todos. Kleber Dümerval, que interpretou o Faraó Seti, destacou a complexidade e a colaboração envolvida na produção do musical "O Príncipe do Egito", realizada no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. "O Festival de Ópera abriu espaço para o projeto de extensão da Fundação Carlos Gomes, o Ópera Estúdio, que, em parceria com a Liga de Teatro, desenvolve muitos trabalhos de dramaturgia. Eles nos escolheram, da Companhia Aktuô, com base na nossa versão do 'Príncipe do Egito' de 2022", explicou Kleber. Ele também enfatizou o valor de trabalhar com uma orquestra após anos de pesquisa e desenvolvimento com playback. "Foi como saciar uma sede antiga". Kleber ainda comentou sobre a importância do teatro musical em Belém, destacando que, apesar de ainda estar em fase inicial, essa linguagem merece um olhar especial. Lenno Ávila, que interpretou Moisés pela segunda vez na produção de "O Príncipe do Egito", destacou a importância histórica do espetáculo dentro do contexto do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Ele sublinhou que a produção vai além da simples narrativa bíblica, ressaltando o impacto de ser o primeiro espetáculo de teatro musical com orquestra em Belém do Pará, realizado dentro do Festival. "Estar no Theatro da Paz apresentando esse espetáculo é muito maior do que poderíamos imaginar". Lenno também refletiu sobre a profundidade emocional da história, especialmente na relação entre Moisés e Ramesses. "O texto é diferente, foi um novo aprendizado, mas é incrível porque mostra outras vertentes que não vemos sempre. Aqui vemos o amor entre os dois irmãos e como talvez Ramesses não fosse 100% mal. É uma forma de mostrar ao público que existe perdão, que no final eles se entenderam de alguma forma, e que tudo deu certo. Atravessamos o mar e tudo valeu a pena", finalizou. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou o impacto transformador das apresentações. "Foi emocionante ver o Theatro da Paz lotado nos dois dias de apresentação, não apenas pela quantidade de pessoas, mas pela conexão genuína que o público demonstrou com a história que contamos”, disse a diretora. Para Rafaela Souza, de 23 anos, que sonha em ser atriz, foi uma emoção assistir ao musical. "Ver o 'Príncipe do Egito' no palco do Theatro da Paz foi uma experiência inesquecível. Eu sempre sonhei em ser atriz e estar em um lugar como esse, assistindo a um espetáculo tão grandioso, só me fez acreditar ainda mais no meu sonho. Espero um dia poder estar nesse palco, emocionando as pessoas assim como fui emocionada hoje", revelou. O encerramento de "O Príncipe do Egito" deixou uma sensação de dever cumprido e criou expectativas positivas para as futuras edições do festival, que promete continuar surpreendendo o público paraense. A combinação de inovação, tradição e inclusão marcou o evento como um exemplo de como a arte pode ser transformadora e acessível. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59079/o-principe-do-egito-marca-o-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-com-inclusao Anterior Próximo

  • Agendamentos | Theatro da Paz

    Registros Fotográficos Para realizar a solicitação de um registro fotográfico, preencha o formulário ao lado com as informações solicitadas: Sugestão de data Finalidade do registro Quantidade de pessoas envolvidas Os registros fotográficos podem ser agendados nos seguintes horários: Terça a sexta-feira: das 12h às 14h Sábados: das 09h às 10h30 Locais disponibilizados: Escadaria do Hall de entrada, frente do espelho e escadarias laterais ao espelho. Importante: Não realizamos agendamento para registros fotográficos aos domingos e feriados. Formulário de Agendamento Nome Telefone Sobrenome Email Sua solicitação Enviar Mensagem enviada!

  • Bilheteria| Theatro da Paz

    Veja o horario de funcionamento da nossa bilheteria e as regras para retirada de ingressos. Bilheteria Terça a sexta-feira: 09h às 18h Sábados e Domingos: 09h às 12h. ( Excepcionalmente em datas comemorativas, feriados ou em razão de programação interna os horários de funcionamento da bilheteria podem sofrer alterações.) Contato: (91) 3252-8603 E-mail: bilheteria@theatrodapaz.com Site de Vendas www.ticketfac il.com.br Suporte do site Ticket Fácil (SAC) 0300 778 1818 Sobre Ingressos Ingressos comprados presencialmente na bilheteria devem ser conferidos antes de finalizar a compra, pois após a confirmação não será possível trocar ou cancelar; Trocas ou cancelamento de ingressos comprados online pelo site: TicketFácil© (site oficial) está sujeita às condições do mesmo; É de responsabilidade do cliente guardar o ingresso comprado presencialmente, pois em caso de perda ou deterioração não será possível a reimpressão do ingresso; Criança a partir de 03 anos (três anos) precisa ter ingresso para acessar ao espetáculo; Acesso aos Eventos A abertura dos portões de acesso para a entrada do público, ocorre 1h (uma hora) antes do horário do início do espetáculo, conforme informado no ingresso; Caso o cliente seja cadeirante ou tenha dificuldade de locomoção, o Theatro disponibiliza um elevador de acessibilidade que vai até o 1º andar, onde se encontram os setores Varanda e Frisas; Após o início do espetáculo haverá tolerância de entrada de até 15 minutos; Para ingressos de meia-entrada amparados por lei, é obrigatória apresentação de documento comprobatório no acesso ao evento. Proibi ções Acessos ao espetáculo após exceder o limite de tolerância; Consumir alimentos e bebidas dentro da sala de espetáculos; Fumar; Uso de equipamentos eletrônicos durante o espetáculo; Uso de flash ou iluminação (de câmeras fotográficas e assemelhados) na sala de espetáculos; Registros em fotos, vídeos ou áudios. Gratuidades Informações Gerais Conforme PORTARIA ESTADUAL n.º 830/94 DE 28 DE OUTUBRO DE 1994, 5% da capacidade está destinada à gratuidade: Portanto, são disponibilizados 38 (trinta e oito) ingressos de gratuidade no setor de Plateia; Distribuição dos ingressos para espetáculos: É feita presencialmente na bilheteria do Theatro da Paz, 1h (uma hora) antes do início do espetáculo, seguindo a ordem de chegada na fila; Distribuição de ingressos para a Visita Guiada: São disponibilizados 2 (dois) ingressos por horário de visita; O acompanhante terá igual direito (desde que seja comprovado a necessidade); Comprovantes válidos Idosos: Documento de identidade oficial com foto. Pessoa com Deficiência (PcD): Carteira da APPD, Carteira da Secult ou documento comprobatório; Aposentado: Carteira da Secult ou documento de identidade oficial com foto e documento comprobatório. Meia Entrada Comprovantes válidos Estudantes: Carteira estudantil com validade vigente, comprovante de matrícula com documento de identidade oficial com foto. Profissionais da área da educação: Crachá profissional da instituição de ensino onde trabalha ou Contracheque com identidade original com foto; Jovens baixa renda de 15 a 29 anos: ID Jovem ou Comprovante do Cadastro Único (CadUnico); Crianças de 03 a 12 anos: Identidade original com foto ou Certidão de Nascimento; Idosos: Documento de identidade oficial com foto. Pessoa com Deficiência (PcD): Carteira da APPD, Carteira da Secult ou documento comprobatório; Aposentados: Documentos de identidade oficial com foto e documento comprobatório. Setores Plateia, Varanda e Galerias, possuem assentos numerados, os quais são escolhidos no ato da compra e, após a conclusão da compra, permanecem reservados para o comprador até o início do evento; Após início do evento, o Theatro não se responsabiliza pela reserva em quaisquer dos setores, camarotes, frisas, plateia, varanda, galerias e seus respectivos assentos, números e unidades. Cada unidade de Frisas, camarotes de 1º ordem e camarotes de 2º ordem contém até 06 (seis) lugares, sendo a disposição dentro de cada unidade organizada pela ordem de chegada, podendo o espectador ter sua visibilidade comprometida (parcial ou total) a depender de sua posição dentro da unidade; A disposição dentro das unidades de Frisas e camarotes é por padrão 03 (Três) assentos na frente e 03 (Três) assentos atrás; Acessibilidade Theatro da Paz está equipado com rampas de acesso e banheiros exclusivos para pessoas com deficiência (PcD). Além disso, possui um elevador que proporciona acesso ao camarote de Proscênio para PcD e ao andar de Frisas, localizado no 1º andar do teatro. Térreo: Plateia; 1º andar: Frisas e Varandas; 2º andar: Camarote de 1º Ordem; 3º andar: Camarote de 2º Ordem e Galerias; 4º andar: Paraíso.

  • Orquestra do Theatro da Paz apresenta concerto 'Grandes Sucessos da Ópera' | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra do Theatro da Paz apresenta concerto 'Grandes Sucessos da Ópera' Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 9 de mai. de 2024 Espetáculo terá a regência do maestro Miguel Campos Neto, e a participação dos intérpretes líricos Lys Nardoto e Márcio Carvalho, nesta quinta-feira (9) No palco do Theatro da Paz, as luzes vão se acender, às 20h, desta quinta-feira (9), para uma noite de emoção, onde as histórias de amor, tragédia e triunfo ganharão vida através dos músicos. Sob a batuta do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) se apresentará, acompanhada pelas vozes líricas de Lys Nardoto e Márcio Carvalho, em um concerto que promete ser inesquecível. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). Intitulado "Grandes Sucessos da Ópera", o concerto de temporada transportará o público através dos séculos, apresentando uma seleção de melodias poderosas que marcaram época. Desde os clássicos de Carlos Gomes e Giuseppe Verdi até as obras atemporais de Giacomo Puccini e George Bizet, cada peça será executada com maestria e promete cativar os espectadores desde os primeiros acordes. A jornada musical começará com a alvorada da ópera "Lo Schiavo", de Carlos Gomes, uma peça vibrante que preparará o público para uma noite de grandeza musical. Em seguida, Giuseppe Verdi tomará o palco com sua famosa ária "La donna è mobile", da ópera "Rigoletto", que será interpretada com paixão e intensidade pelo tenor Márcio Carvalho. A atmosfera romântica será intensificada com as belas canções de Giacomo Puccini, incluindo "O mio babbino caro" da ópera "Gianni Schichi" e "O soave fanciulla" da ópera "La bohème", melodias que expressam amor e desejo. A energia da Sinfonia de "Il Guarany", de Carlos Gomes, e a poderosa interpretação de "Nessun dorma!" da ópera "Turandot", de Giacomo Puccini, elevarão ainda mais o clima da noite, levando os espectadores a uma jornada épica através de paisagens sonoras. A Carmen Suite, de George Bizet, vem com um toque de exotismo e paixão espanhola ao concerto, com seus ritmos envolventes e melodias inesquecíveis. A OSTP mostrará toda sua habilidade em capturar a essência de cada peça, desde os ritmos animados de "Les Toréadors" até a melancolia da "Habanera". Para encerrar a noite com chave de ouro, a ópera "La Traviata" de Giuseppe Verdi será homenageada com a animada ária "Brindisi", com seu espírito festivo e otimista. O maestro Miguel Campos Neto explicou a importância de relembrar os grandes sucessos da ópera. "Nestas obras-primas, encontramos a essência da humanidade, suas paixões, dores e alegrias", disse ele. "Que ao celebrarmos essas composições atemporais, possamos também honrar a rica herança cultural que nos foi deixada". Serviço : Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do TP, pelo valor de R$ 2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53956/orquestra-do-theatro-da-paz-apresenta-concerto-grandes-sucessos-da-opera Anterior Próximo

  • 'Lucia di Lammermoor', de Gaetano Donizetti, é apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte 'Lucia di Lammermoor', de Gaetano Donizetti, é apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 20 de set. de 2023 O centro da história da ópera 'Lucia di Lammermoor' é o romance impossível entre jovens de famílias rivais, mas o caminho é bem diferente de “Romeu e Julieta”. ‘Lucia di Lammermoor’, de Gaetano Donizetti (1797-1848) é baseada no romance ‘A Noiva de Lammermoor’, de sir Walter Scott (1771-1832), o foco principal é a loucura que toma conta da protagonista e, de certa forma, de todos ao seu redor. Este clássico, encenado desde 1835, é a última montagem operística que o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta ao público paraense nos dias 22, 24 e 26 de setembro, às 20h, no Da Paz, em três récitas. Com libreto de Salvatore Cammarano, ‘Lucia di Lammermoor’ se configura como uma obra do Bel Canto italiano, tipicamente romântica, movimento que imperou nas artes, inclusive na ópera, entre o final do século XVIII até meados do século XIX. Entre as principais características desse movimento, está a ênfase no caráter emocional e romântico de todas as matérias e aspectos da vida humana. Imbuída desse espírito, ‘Lucia di Lammermoor’ foi composta por Donizetti no estilo melodramático característico da ópera romântica italiana do início do século XIX. A história é ambientada na Escócia, no final do século XVII. A trama enfoca o turbulento romance entre Lucia Ashton e Edgardo di Ravenswood, único sobrevivente da família Ravenswood e inimigo mortal dos Ashtons. Trata-se de uma ópera trágica em três atos, que se inicia nos jardins do castelo de Ravenswood, antes pertencente a esta família, e agora usurpado pelos Ashtons. Lucia di Lammermoor tem uma das mais famosas cenas de loucura do mundo da ópera. Enganada pelo irmão, Enrico, Lucia acabou se casando com Arturo. Mas, a presença de Edgardo, seu verdadeiro amor, faz com que a jovem perceba o erro, mate o marido e enlouqueça de amor. À frente da regência, o maestro Miguel Campos Neto, que também assume a direção musical do espetáculo, acredita que “Lucia” é capaz de ganhar qualquer espectador (iniciado ou não) pelo coração. “Essa ópera é maravilhosa, com história muito passional e uma música encantadora e incrivelmente linda para solos, duetos, coros. Todo drama psicológico é ornamentado pela música” e continua. “É uma ópera muito importante para a nossa sociedade, assim como ela foi no século XIX. É a história de uma mulher forçada a se casar com um homem que ela não ama por causa de interesses da família, interesses pecuniários principalmente. E aí fica a pergunta, nós já superamos isso?”, questiona o Maestro. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, o pesquisador Guto Ó de Almeida, informou que na primeira fase da ópera em Belém do Pará ‘Lucia di Lammermor’ foi apresentada em doze temporadas, a partir de 1881. “Lucia di Lammermor é uma ópera que fez muito sucesso no Pará, foi muito aclamada pelo público paraense. E isso é muito bom, até porque eu tenho certeza de que vai acontecer mais uma vez, e vai conquistar o público. Ela não esteve na primeira temporada de Ópera do Teatro da Paz, que foi em 1880, mas na segunda ela já estava, em 1881”, e continuou. “Dessas doze temporadas, tem uma sequência de anos na qual ela foi apresentada todos os anos. Todo ano tinha Lucia di Lammermor, por seis anos seguidos em Belém. Então isso é aclamação popular”, finalizou o maestro. Em três récitas, o papel-título será cantado pela soprano Lyz Nardoto, que interpretará a personagem inspirada em Walter Scott (1771-1832). Ela fará uma jovem e nobre escocesa vitimada por uma intriga do irmão e que enlouquece de amor. É paraense o tenor Hélenes Lopes, radicado em Goiania (GO), interpretará Edgardo de Ravenswood, o inimigo da família pelo qual Lucia mantém uma paixão proibida e plenamente correspondida. O baixo alagoano Fellipe Oliveira, fará o papel do capelão Raimondo Bidebent. Já o barítono paraense Idaias Souto, será lorde Enrico Ashton, o irmão de Lucia (pronuncia-se "Lutchía", à italiana), que quer casá-la com lorde Arturo Bucklaw, interpretado pelo paraense Antônio Wilson. Para tanto, forja cartas que comprovariam a suposta infidelidade de Edgardo, de família inimiga por conta de desdobramentos de conflitos religiosos ocorridos no século 17. Fecham o elenco os brasileiros o tenor Alexsandro Brito, interpretando Normanno, e a mezzo-soprano Carolina Faria no papel de Alisa. Ficha Técnica Música: Gaetano Donizetti Libreto: Salvatore Cammarano Maestro: Miguel Campos Neto Maestro Assistente: Rafael Braga Direção de Cena: Bruno Berger Assistência de Direção: Jéssyca Meireles Figurino: Fernando Leite Assistência de Figurino: Ana Paula Araújo Mapa de Luz: Kuka Batista Cenografia: Carlo Alberto Dalarmelino Jr. Visagismo: Omar Júnior Regente do Coro: Vanildo Monteiro Pianista Correpetidor: Ana Maria Adade Legenda: Gilda Maia Direção de Palco: Claudio Bastos Contrarregra: Laura Rodrigues Elenco Lucia di Lammermoor: Lys Nardoto Edgardo: Hélenes Lopes Enrico: Idaías Souro Arturo: Antônio Wilson Raimondo: Fellipe Oliveira Normanno: Alexsandro Brito Alisa: Carolina Faria Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD: R$35 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 22 de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 24 e 26 de setembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 98590-3523. E-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) em parceria com o próprio Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A ópera Lucia di Lammermoor tem o apoio da Embaixada da Áustria em Brasil e do Consulado honorário da Áustria no Pará. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47470/lucia-di-lammermoor-de-gaetano-donizetti-e-apresentada-no-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band explora as fronteiras do jazz e vai do tradicional ao contemporâneo | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band explora as fronteiras do jazz e vai do tradicional ao contemporâneo Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 19 de mar. de 2024 O maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band (AJB), está prestes a conduzir um concerto que promete transcender os limites do jazz tradicional, levando o público em uma jornada musical que abraça tanto a tradição quanto a contemporaneidade. Sob o título "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo", o concerto acontece nesta quinta-feira (21), às 20h no Theatro da Paz e pretende explorar a riqueza e diversidade do jazz fusion, uma fusão de estilos que atravessa fronteiras culturais e estilísticas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). "Jazz é muito mais do que um estilo de música; é a liberdade de expressão artística, uma linguagem universal que transcende fronteiras e culturas", explica o maestro Elias Coutinho. "O jazz fusion representa essa mistura, essa fusão de estilos que nos permite conectar o tradicional com o contemporâneo, trazendo uma experiência única para o público." O concerto, meticulosamente planejado e pesquisado, apresentará uma variedade de estilos dentro do espectro do jazz. Desde o swing clássico até o funk e o R&B contemporâneo ou Rhythm and Blues, cada peça foi selecionada para destacar a diversidade e a riqueza do jazz fusion. O Rhythm and Blues é um gênero musical que se originou nos Estados Unidos na década de 1940 e combina elementos de jazz, blues e gospel, e ao longo do tempo, incorporou influências do funk, do hip-hop e do pop. No contexto do jazz fusion, o R&B contemporâneo representa uma vertente que mistura os ritmos e as harmonias características do jazz com a sensibilidade lírica e as técnicas de produção modernas do R&B. Essa fusão cria uma sonoridade única, que mescla o virtuosismo instrumental do jazz com a cadência e a melodia cativante do R&B, resultando em uma abordagem musical dinâmica e eclética. Um dos pontos altos do concerto será a interpretação de composições do renomado músico Gordon Goodwin, conhecido por sua habilidade em fundir elementos tradicionais do jazz com influências contemporâneas. "Gordon Goodwin é uma grande inspiração para nós. Ele representa essa ponte entre o passado e o presente do jazz, e suas composições desempenham um papel fundamental em nosso repertório", diz Coutinho. Além das composições de Goodwin, o concerto também contará com arranjos originais e homenagens a figuras icônicas do jazz, como Nina Simone. Uma participação especial da cantora Júlia Passos na música "Feeling Good" promete adicionar uma camada extra de profundidade e emoção à performance. "Para nós é fundamental não apenas executar as músicas, mas também entender a essência e o fundamento de cada estilo", destaca Coutinho. "Nós não estamos apenas reproduzindo; estamos trazendo nossa própria personalidade e experiência para cada interpretação, buscando sempre apresentar algo único e memorável para o público". Com uma abordagem que valoriza tanto a tradição quanto a inovação, o concerto "Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo" promete uma experiência musical envolvente e inspiradora, que celebra a rica tapeçaria do jazz em toda a sua diversidade. PROGRAMA CUT N’ RUN Gordon Goodwin COUNT BUBBA’S REVENGE Gordon Goodwin SINHÁ PUREZA Pinduca Arr. Kim Freitas CLOSELY DANCING Arturo Sandoval Arr. Ed Calle MUEVA LOS HUESOS Gordon Goodwin FEELING GOOD Anthony Newley & Leslie Bricusse Arr. Matt Amy HORN OF PUENTE Gordon Goodwin STRAIGHT NO CHASER Thelonious Monk Arr. John La Barbera Serviço: O concerto “Jazz Fusion: Da Tradição ao Contemporâneo”, acontece nesta quinta-feira (21), às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz, a partir das 9h da manhã do dia 21, no valor de R$ 2,00. Disponibilizados dois ingressos por pessoa. Por Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52482/amazonia-jazz-band-explora-as-fronteiras-do-jazz-e-vai-do-tradicional-ao-contemporaneo Anterior Próximo

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