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  • "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz Juliana Amaral/Ascom Secult 26 de jan. de 2024 A Amazônia Jazz Band inicia na próxima terça-feira (30), no Theatro da Paz, a temporada de concertos para 2024. Às 20h, sob regência do maestro Elias Coutinho, a jazz band paraense fará uma homenagem a Tom Jobim, um dos grandes expoentes da música brasileira, e à cidade de Belém, que completou 408 anos no último dia 12. Intitulado "Tom, Pará Belém", o concerto propõe ao público um passeio por diversos estilos musicais, desde o samba de Tom, até o carimbó de Pinduca. "Posso adiantar que esta apresentação será bastante especial. Como um grupo de música popular, reconhecemos a importância de apresentar ao público uma abordagem renovada das músicas já conhecidas e homenagear os grandes nomes locais, sem dúvida, motivo de orgulho para todos nós. Neste ano, as nossas apresentações serão marcadas por essas homenagens e neste dia 30 o público poderá conferir tudo isto", afirma Elias Coutinho. Com nove músicas, a apresentação iniciará com "Só Danço Samba", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, uma das duplas de compositores mais famosas do país, que dão passagem para os artistas locais. Em seguida, a jazz band apresenta a sua roupagem para o clássico paraense "Sinhá Pureza", de Pinduca, que para esta apresentação ganhou arranjos de Kim Freitas. A sequência é repleta de clássicos e homenagens, como a Paulo André e Ruy Barata, com "Esse Rio é Minha Rua". A proposta para este ano, de acordo com o maestro Elias, é aproximar ainda mais o público de compositores locais. "No ano passado, lamentavelmente, perdemos um dos nossos maiores compositores, o saudoso Paulo André Barata. Isto nos reacendeu a necessidade de continuarmos a valorizar nossos artistas. E vamos fazer isso explorando as possibilidades da música instrumental, trazendo novas interpretações e sonoridades diferenciadas", acrescenta Coutinho. Os ingressos para esta primeira apresentação do ano da Amazônia Jazz Band são limitados à capacidade do Theatro e poderão ser retirados a partir das 9h de terça-feira (30), na bilheteria do Da Paz. Além disso, também poderão ser adquiridos através do site Ticket Fácil . O valor unitário é de R$ 2,00, e cada pessoa (CPF) poderá adquirir até dois ingressos. A realização é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música. Homenagens - Além de Pinduca, Paulo André e Ruy Barata, o concerto também vai homenagear no repertório o maestro Waldemar Henrique, com “Coco Peneruê” e “Minha Terra”; o Trio Manari e Adalbert Carneiro, com “Dançando no Rio"; e Sebastião Tapajós, com “Bem Mais”, que recebe arranjo de Nelson Neves. O repertório conta ainda com “Ritual de Tambores”, de Thiago D’Albuquerque, e finaliza com “Gênesis”, do maestro Elias Coutinho, com arranjos de Jonas Hocherman. Serviço : "Tom, Pará Belém" - Amazônia Jazz Band Data : 30/01/2024 - 20h (terça-feira) Local : Theatro da Paz Endereço : Rua da Paz, entre as avenidas Presidente Vargas e Assis de VasconcelosIngressos: R$2,00, disponíveis a partir das 9h da manhã (30/01) na bilheteria do Theatro da Paz e no site Ticket Fácil . Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de dez. de 2023 Grupo brindou o Ano Novo com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentando grandes clássicos natalinos em arranjos jazzísticos O encerramento da temporada de 2023 da Amazônia Jazz Band, na noite da quinta-feira (21), lotou o Theatro da Paz, de jovens, crianças, idosos e famílias inteiras. O público admirador da AJB se despediu do ano velho com música e brindou o Ano Novo, com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentado com grandes clássicos natalinos e arranjos em Jazz Promovido pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), como parte da ação Preamar das Festas, a iniciativa também é do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Clássicos como "Jingle Bells", "Noite Feliz" e "Noite Santa" ganharam novos arranjos, trazendo toda a emoção que a data exige. O concerto contou com as participações das intérpretes Valentina Faria e Lídia Marçal, que fazem parte da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz. Segundo o maestro Elias Coutinho, regente da AJB, o concerto resume com louvor o ano de 2023. "Tivemos clássicos como 'Noite Feliz' (Silent Night) e 'Jingle Bells' com arranjos feitos para uma Jazz Band, proporcionando uma noite repleta de emoções com músicas que remetem ao Natal e à reflexão sobre o ano novo, acompanhadas pelas marcantes improvisações dos integrantes da Amazônia Jazz Band", afirmou. "Encerramos com 'All I Want For Christmas Is You', de Mariah Carey e Walter Afanasieff, interpretada por Valentina Faria e Lídia Marçal, com a participação do público cantando junto. Esperamos despertar em todos esse espírito natalino", explicou o maestro. Ana Carolina Cunha, estudante de 23 anos de fisioterapia, declarou que sempre é uma energia boa assistir à AJB. "Perdi as contas de quantas vezes já assisti à AJB, que é a minha banda favorita. Sou tão fã que hoje enfrentei até a chuva para garantir meu ingresso. Já senti vontade de ser guitarrista, saxofonista, baterista e hoje pensei em ser cantora. Foi um concerto primoroso que nos fez refletir sobre nossa trajetória neste ano. Obrigada por isso", afirmou. A temporada de 2023 dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz chegou ao fim, mas os trabalhos não param, pois a temporada de 2024 já está sendo preparada e terá início na primeira semana de janeiro do próximo ano. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50285/amazonia-jazz-band-encerra-a-temporada-de-2023-com-um-concerto-de-natal Anterior Próximo

  • Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz

    < Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo

  • Primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia" reúne poetas no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia" reúne poetas no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de out. de 2023 Evento atraiu participantes, de todas as idades, interessados na expressão desse gênero literário. Rodrigues Pinagé foi o homenageado. Após receber algumas adaptações no espaço físico, o Foyer do Theatro da Paz foi reaberto na noite da última terça-feira (17) com a primeira edição do "Sarau Chuva de Poesia", que reuniu poetas de todas as idades, amantes da literatura, representantes da Escola Rodrigues Pinagé e jovens que participam dos slams, uma forma de competição poética em que os participantes apresentam seus poemas de forma oral e performática. "Para nós, é uma felicidade receber todos vocês aqui nesta edição piloto, pois ainda estamos ajustando a melhor maneira de executar esta ação, que pretendemos realizar muitas vezes neste espaço, e contamos com a participação de todos", declarou Edyr Augusto, diretor do Theatro da Paz, dando as boas vindas aos participantes. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, o evento busca estimular a criatividade e a expressão artística, além de envolver grandes nomes da literatura local, fortalecendo a cultura literária em Belém e promovendo a interação entre poetas e o público em geral. Caracterizado como Rodrigues Pinagé, o ator Adriano Barroso realizou performances declamando poemas do homenageado da noite. "Nós, artistas de todas as linguagens, precisamos de espaço. Abrir os espaços públicos, trazer outras pessoas e fazer com que isso se torne também da cidade é algo valoroso. Existe um movimento muito grande de poetas em nossa cidade, temos grandes poetas e uma vocação enorme para poesia, e reuni-los em um lugar como o Theatro da Paz, que está tão próximo da boemia e entende Belém, é a cereja do bolo para uma cidade que é tão pulsante artisticamente", revelou. Recordando os antigos saraus de poesia, que eram encontros sociais nos quais as pessoas se reuniam para apreciar e compartilhar poesias, músicas e outras formas de arte, a noite seguiu com os poetas e artistas apresentando suas obras ao público, recitando poesias, cantando músicas e realizando performances artísticas. Os temas abordados foram os mais variados, desde questões sociais e políticas até amor, natureza, Belém e filosofia. Poeta homenageado - José Rodrigues Pinagé nasceu em Natal (RN) em 29 de outubro de 1895 e faleceu em Belém em 1973. Foi poeta de verve lírica e satírica, trovador, tipógrafo, jornalista e servidor público, sendo conhecido como o "Príncipe dos Poetas Paraenses", título oficial recebido do governo do estado do Pará em 1964. Conhecido por sua escrita sensível e marcante, Pinagé é um dos ícones da literatura paraense. Sua poesia evoca as belezas e peculiaridades da região amazônica, encantando leitores com sua linguagem poética e suas reflexões sobre a vida e a natureza. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/48266/primeira-edicao-do-sarau-chuva-de-poesia-reune-poetas-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto Por Josie Soeiro (SECULT) 17 de mar. de 2023 Show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, com entrada gratuita. Gigi Furtado e Keila estão entre as atrações convidadas. Para comemorar um ano de criação da Usipaz Antônia Correa, a Amazônia Jazz Band (AJB) apresenta um concerto inédito, com a presença de duas cantoras convidadas, Gigi Furtado e Keila. O show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, na Usipaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita e uma iniciativa do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). O complexo vem trazendo ações de inclusão social em Marituba, região metropolitana de Belém, transformando a vida da comunidade do bairro Nova União. O trabalho se destaca por ser um modelo de política pública articulada e inovadora em todo o Brasil, que busca o fortalecimento comunitário de maneira integrada ao Programa Territórios Pela Paz (TerPaz).De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, desde 2019, em alinhamento com as políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará, a Secult, por meio do Theatro da Paz, vem levando a programação para além dos muros do teatro, oportunizando e dando acesso a cada vez mais pessoas, onde a programação não chegava. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade, no entorno das Usipaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou o diretor. O concerto inicia com a música ‘Gonna Fly Now’, de Bill Conti, lançada em fevereiro de 1977 com o filme Rock Balboa. A segunda canção será ‘Count Booba Revenger’, com um arranjo de Gordon Goodwin. De acordo com o maestro Eduardo Lima, Gordon Goodwin reúne muitas qualidades. “Ele é pianista, saxofonista, compositor, maestro americano e um dos maiores arranjadores da atualidade”, explicou o maestro. Neste arranjo, os naipes de saxofone, de trombone e de trompete da Amazônia Jazz Band vão mostrar todo o seu virtuosismo. Em seguida é a vez de ‘Snakes’, com arranjo do compositor, produtor e baixista norte-americano Marcus Miller. Esta composição é um funk que vai ter como solista no sax alto Elias Coutinho, maestro assistente e chefe do naipe de sax da AJB. A próxima canção vai ser ‘Aquarela do Brasil’, um clássico da música brasileira de Ary Barroso. Foi composta no final dos anos 30, e é considerada a fundadora do samba exaltação. A próxima canção será ‘Quem Não Te Quer Sou Eu’, um grande sucesso da Banda Sayonara, com o arranjo de Daniel Apolaro e interpretação de Gigi Furtado, que também vai mostrar todo o seu potencial vocal em ‘Feeling Good’. A versão original foi cantada pela primeira vez em 1964 e a cantora Nina Simone regravou em 1965. A versão original acabou se tornando a mais conhecida. A canção seguinte será o clássico da música paraense, ‘Foi Assim’, de Paulo André e Rui de Almeida, com o arranjo do paraense Josiel Saldanha, na voz de Gigi Furtado. “Eu já amava ouvir a Amazônia. Ouvir e cantar com eles é uma alegria dupla. Amei essa nova formação, amo a condução do maestro Eduardo e o considero incrível”, afirmou Furtado, que também revela sua satisfação em se apresentar em uma Usina da Paz. “Eu estou feliz em me apresentar com a Amazônia, mas estou super ansiosa para conhecer o complexo, pois considero que estaremos cuidando da alma das pessoas quando levamos música de qualidade. Música é alimento para a alma. Um viva ao Governo do Pará por esse projeto tão bonito”, avaliou a cantora. Para finalizar, a próxima canção, ‘Boca de Açaí’, foi composta pela cantora paraense Keila, com o arranjo do guitarrista Kim Freitas e nesta apresentação o solo vocal será da própria Keila, que permanece no palco para encerrar o concerto com uma sequência de ‘Ao Pôr do Sol’, brega marcante de Firmo Cardoso e Dino Souza, consagrada na voz de Pedro Max e ‘Vai Tremer’, música de Keila e arranjo de Kim Freitas. A AJB promete colocar Marituba para tremer. Serviço O concerto da Amazônia Jazz Band ocorre neste domingo (19), às 18h, na UsiPaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita. Texto de Úrsula Pereira /Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • Belém tem 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria no Theatro da Paz a partir do dia 13 deste mês | Theatro da Paz

    < Volte Belém tem 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria no Theatro da Paz a partir do dia 13 deste mês Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de mar. de 2024 Edição 2024 homenageará o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à trajetória e contribuição do artista às artes cênicas do Par Inicia no próximo dia 13 de março, a “4ª Mostra de Teatro Nilza Maria”. A Mostra acontecerá no Theatro da Paz, no período de 13 a 17 de março de 2024, sempre às 20h, exceto no dia 17, que será às 19h. Esta edição homenageará o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição às artes cênicas do Pará. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Essa primeira edição irá exibir, a preços acessíveis, cinco peças, sendo elas: Belém Bragança - Os trilhos da Esperança (José Leal), Gato por Lebre (Saulo Sisnando), O que não se diz apodrece em nós (Paulo Santana), Joana (Edyr Proença) e Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas (Evanildo Mercês). "A Mostra celebra a força luminosa da cena teatral paraense que, além de ter uma história marcada por grandes montagens e grupos longevos, sempre foi um foco de resistência e luta pelas políticas culturais no estado. A cada ano, prestamos uma homenagem a personalidades que dedicaram a vida aos palcos - os verdadeiros protagonistas que vem inspirando gerações. Nesta edição, estamos especialmente felizes em festejar o talento de Geraldo Salles, que dirigiu e encenou espetáculos icônicos e memoráveis. A Mostra se fortalece como um espaço de valorização destes profissionais da cênica e de democratização de acesso”, explica a secretária de estado de cultura, Ursula Vidal. A mostra tem como intuito contribuir para a formação cultural de todo o público paraense e tem como objetivo fundamental democratizar o acesso à cultura, estimular o hábito de frequentar o teatro, fomentar a circulação de companhias teatrais paraenses, enriquecendo o cenário cultural do Estado. De acordo com Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, a seleção da mostra foi bem diversificada e as peças abrangem uma variedade interessante de gêneros, que vão desde o drama até a comédia. “Estamos extremamente orgulhosos de apresentar esta Mostra que celebra a arte do teatro e a capacidade de explorar as emoções humanas de maneira autêntica e comovente. Tudo foi pensado para democratizar e inserir as Artes Cênicas no cotidiano da cidade, transformando o consumo de teatro em um hábito, fomentando a economia da cultura e facilitando inclusive a adesão de ingressos”, finalizou o diretor. A curadoria do evento selecionou espetáculos paraenses de companhias que possuem experiência em festivais e temporadas fora da região, com base em critérios como originalidade, qualidade artística, relevância cultural, viabilidade técnica, inovação, diversidade e adequação ao tema ou propósito do evento. Artes Cênicas no Pará O teatro no Pará, especificamente em Belém, tem suas raízes profundamente entrelaçadas com a história da região e sua diversidade cultural. A chegada do teatro na Amazônia remonta ao período colonial, quando as primeiras manifestações teatrais ocorreram como parte das festividades religiosas e celebrações populares. Durante o período colonial, o teatro era principalmente ligado às festividades religiosas, como as festas de Corpus Christi e os autos. Com a chegada dos jesuítas e outras ordens religiosas, houve uma influência significativa na introdução de elementos teatrais nas atividades missionárias e educacionais. As encenações dramáticas eram frequentemente utilizadas como ferramentas de catequização dos povos indígenas. No entanto, o teatro como forma de entretenimento popular começou a se desenvolver mais vigorosamente no século XIX, especialmente com a intensificação do ciclo da borracha na região amazônica. A crescente urbanização e o enriquecimento de Belém como um importante centro comercial e cultural proporcionaram um ambiente propício para o florescimento das artes cênicas. Os teatros foram construídos, como o Theatro da Paz, inaugurado em 1878, que se tornou um ícone da cultura e da arquitetura paraense. Com a construção desses espaços, houve um aumento nas produções teatrais, incluindo peças locais, nacionais e internacionais, além de óperas, concertos e outras formas de entretenimento. Durante o século XX, o teatro continuou a se desenvolver em Belém, com a formação de grupos teatrais locais, a realização de festivais e mostras de teatro, bem como a integração de elementos da cultura amazônica nas produções. O teatro também se tornou um espaço para expressão política e social, refletindo as lutas e as aspirações do povo paraense. Hoje, o teatro em Belém continua a ser uma parte vibrante da vida cultural da cidade, com uma cena teatral diversificada que abrange desde produções tradicionais até experimentais, incorporando elementos da rica herança cultural da região. A história do teatro no Pará reflete a riqueza e a complexidade da identidade cultural da Amazônia, enraizada em suas tradições indígenas, influências europeias e experiências contemporâneas. Geraldo Salles, uma vida dedicada ao teatro e à arte Às vésperas de completar 83 anos de idade, o renomado ator e diretor teatral Geraldo Salles brinda ao público com sua contínua e vibrante atuação nos palcos. Celebrado como uma lenda viva do teatro paraense, Salles é o mentor por trás do prestigioso Grupo Experiência, uma instituição cultural que moldou a cena teatral local desde sua fundação em 1971. Com uma trajetória profissional que abrange mais de seis décadas, Salles é uma figura emblemática cuja influência transcende as fronteiras do Pará. Seu legado é marcado por produções memoráveis, entre elas "Verde Ver-o-Peso", uma obra-prima que se tornou um símbolo do teatro regional. A obra foi um dos destaques da programação da ECO/92, no Rio de Janeiro, além de também levar o Experiência a ser uma das três companhias representantes do Brasil no VIII Circuito de Teatro em Português, que reuniu grupos de teatro de oito países de língua portuguesa, em 2013. Desde os primórdios de sua paixão pelo teatro, aos 10 anos de idade, Geraldo Salles tem sido impulsionado por um desejo incansável de explorar as profundezas da arte cênica. Sua jornada artística o levou não apenas aos palcos de Belém, mas também aos cenários do Rio de Janeiro, onde compartilhou momentos inesquecíveis com luminárias como José Wilker. Reconhecido nacional e internacionalmente por seu talento, Salles acumula prêmios e honrarias ao longo de sua carreira. Seja como ator ou diretor, sua dedicação e comprometimento com a excelência artística são inegáveis, cativando públicos e críticos por igual. Enquanto se prepara para ser homenageado pela 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria, Geraldo Salles continua a inspirar uma nova geração de artistas, demonstrando que a paixão pela arte não conhece limites de idade. Sua energia e vitalidade são um testemunho vivo do poder transformador do teatro e da perene relevância das histórias que ele conta. “Eu não esperava essa homenagem, mas se existe, que bom. Parabéns, não pela homenagem à pessoa, mas pela Mostra de Teatro Nilza Maria. Vida longa!” Ao comentar sobre a importância do teatro para a sociedade, especialmente no contexto do Pará, Geraldo Salles se anima. “Uma vez, eu ouvi uma frase de alguém de teatro, acho que foi Pascoal Carlos Magno, um ator, poeta, teatrólogo, diplomata brasileiro e grande embaixador que fez o teatro da Juventude no Rio de Janeiro, que dizia que a cultura de um povo se mede pelo teatro que ele faz. Eu acho da maior importância o teatro em Belém do Pará como veículo de cultura para as pessoas aprenderem mais, admirarem e terem um contato maior com os artistas da terra e com a arte em geral”, declarou. Programação: Dia 13 - Grupo Experiência com o espetáculo “Belém Bragança - Os trilhos da Esperança”. Autor: José Leal Música: Toni Soares. Direção: Geraldo Salles. Dia 14: Teatro de Apartamento com o espetáculo “Gato por Lebre” Autor: Saulo Sisnando Direção: Saulo Sisnando Dia 15: Grupo Palha com o espetáculo “O que não se diz apodrece em nós”, uma adaptação da peça ‘Anti Nelson’, de Nelson Rodrigues Direção: Paulo Santana Dia 16: Grupo Cuíra com o espetáculo “Joana” Autor: Edyr Proença Direção: Olinda Charone Dia 17: Grupo: MÁ CIA DE TEATRO com o espetáculo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas” Autor: esta montagem é uma colagem de textos de autores como Fernando Pessoa, Rubens Alves, Mario de Andrade, entre outros que trazem como tema a solidão, memórias, conflitos existências, vida e morte. Direção: Evanildo Mercês. Serviço: A 4ª Mostra de Teatro – Nilza Maria acontecerá no período de 13 a 17 de março de 2024 no Theatro da Paz. O horário será sempre às 20h, exceto no dia no dia 17/03 que acontecerá às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz ou no site ticketfacil.com.br , a partir das 9h da manhã do dia 05/03, no valor de R$ 2,00. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51990/belem-tem-4-mostra-de-teatro-nilza-maria-no-theatro-da-paz-a-partir-do-dia-13-deste-mes Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba Amanda Engelke - Ascom/Secult 6 de nov. de 2024 Concertos vão ter da salsa ao baião, sob a regência do pianista e maestro, Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, será às 20h; UsiPaz, às 18h. Em “Noite Latina”, a Amazônia Jazz Band leva, nesta quinta-feira (7), ao Theatro da Paz, e no sábado (9), à Usina da Paz, em Marituba, um concerto repleto de ritmos latinos que vão desde a salsa até o baião, sob a regência do pianista e maestro convidado Leonardo Coelho de Souza. No Theatro da Paz, a apresentação está marcada para às 20 horas. Já na Usina da Paz, em Marituba, a apresentação ocorre às 18h. Como adianta o maestro, em ambas as noites, “o público pode esperar uma verdadeira festa latina, uma noite cheia de ritmos vibrantes e dançantes”. Entre os ritmos apresentados pela big band paraense estão o son cubano, a salsa e o chá-chá-chá, além do frevo, do baião e do samba, que irão se misturar à musicalidade paraense, promovendo uma verdadeira fusão de ritmos. O pianista Leonardo Coelho de Souza detalha que o repertório trará sucessos tradicionais cubanos como El Rico Vacilón e Cocinando. Canções que ganharam fama nos anos 1950 e 1960, quando “as orquestras cubanas, lideradas por grandes percussionistas como Tito Puente, divulgaram a música cubana pelo mundo”. Outro clássico apresentado será Oye Como Va, de Tito Puente, popularizada pelo guitarrista Santana, além de obras do percussionista Ray Barretto. O programa também celebra a música brasileira, com destaque para composições de Airto Moreira, que levou o baião e o frevo para o jazz nos Estados Unidos. Sua peça Merry Go Round (ou Carrossel) será apresentada em um arranjo de Josibias Ribeiro. Entre os ritmos brasileiros, um dos destaques será a apresentação do frevo Lágrimas de Folião, de Levino Ferreira. Do próprio pianista Leonardo Coelho de Souza, o repertório conta ainda com Joá, em arranjo de Elielson Gomes, e Gafieira Belém, executada pela primeira vez em público. Segundo Leonardo, essas peças homenageiam a tradição brasileira e paraense no contexto latino do espetáculo. A balada Michelle, do guitarrista Kim Freitas, descrita pelo pianista como “uma peça de grande beleza”, e Rhythm of Our World, de Arturo Sandoval, encerram as apresentações. “Em Noite Latina” é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música e o Theatro da Paz. Em Marituba, o evento integra o projeto “Sons da Paz”, uma iniciativa da Secult com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac), que conta com cronograma de apresentações ao longo do ano nas Usinas da Paz. Os ingressos para o concerto no Theatro da Paz podem ser retirados na bilheteria ou pelo site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, pelo valor simbólico de R$ 2. Na Usina da Paz, em Marituba, a entrada é gratuita. Para o pianista e maestro Leonardo Coelho de Souza, que esteve presente na criação da AJB há 30 anos, o retorno é especial. “Sinto-me muito feliz em retornar como maestro convidado e em poder trabalhar com esses grandes músicos”, finaliza Leonardo Coelho de Souza. Serviço : Em Noite Latina – Amazônia Jazz Band Theatro da Paz, Belém: quinta-feira, 7 de novembro, às 20h Usina da Paz, Marituba: Sábado, 9 de novembro, às 18h Ingressos : Theatro da Paz: Retirada na bilheteria ou no site Ticket Fácil no dia do evento, a partir das 9h, valor simbólico de R$ 2. Usina da Paz, Marituba: Entrada gratuita. Anterior Próximo

  • Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público | Theatro da Paz

    < Volte Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de abr. de 2024 Espetáculo do célebre compositor clássico, reuniu a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) com a regência do maestro Miguel Campos Neto Nem a chuva forte impediu o público de prestigiar toda a genialidade de Ludwig van Beethoven (1770-1827) interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) em mais um concerto de temporada, que aconteceu, na noite da quinta-feira (25), no Theatro da Paz. Com a regência do maestro titular, Miguel Campos Neto, e a participação especial do violinista, Justo Gutierrez, o concerto "Homenagem a Ludwig van Beethoven" emocionou o público. A obra que abriu o concerto da Sinfônica, "Coriolano", Op. 62, de Ludwig van Beethoven, foi escrita como abertura de uma peça, conhecida como música incidental e é uma obra musical extraordinária que captura a intensidade e a tragédia da peça de Shakespeare. Composta em 1807, a abertura reflete o tumulto emocional e os conflitos internos do herói romano Coriolano. Beethoven emprega uma gama de técnicas musicais inovadoras para retratar a luta entre o indivíduo e a sociedade, incluindo contrastes dramáticos entre temas majestosos e agressivos. A abertura é uma manifestação vívida da genialidade musical de Beethoven, sua habilidade em transmitir narrativas emocionais e sua profunda compreensão da condição humana. “É uma peça que passados alguns séculos continua a emocionar e inspirar a todos nós ouvintes. Eu e minha família somos fãs da OSTP e não perdemos nenhum concerto e como o maestro Miguel sempre diz ‘o público que acompanha a OSTP, já compreende o repertório clássico’ e na minha humilde opinião, este é um destaque importante das contribuições mais significativas de Beethoven para o repertório sinfônico”, revelou entusiasmado Pedro de Souza, 58 anos, assíduo frequentador do Theatro da Paz. Em seguida, veio ‘Romance em Fá maior para violino e orquestra Nº 2, Op. 50’, de Ludwig van Beethoven, uma obra que encanta os amantes da música clássica com sua beleza expressiva. Escrito em 1802, este romance é um exemplo brilhante da habilidade de Beethoven em evocar emoções profundas por meio de sua composição. Com um diálogo magistral entre o violino, solado pelo violinista Justo Gutierrez, e a orquestra, a peça transportou o público para um mundo de delicadeza e graciosidade musical. O Romance em Fá maior Nº 2 é uma verdadeira joia do repertório clássico, capaz de emocionar e cativar os ouvintes com sua beleza e expressividade incomparáveis. “Essa peça foi um presente para mim. Ela está mais próxima do classicismo, ou seja, do primeiro período de Beethoven e tecnicamente é bem difícil, mas o desafio não tirou a emoção de tocar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. É sempre um prazer estar com os colegas, ainda mais homenageando o gênio que foi Beethoven”, afirmou Justo, que é o spalla da OSTP. Encerrando o concerto em homenagem ao compositor que revolucionou a música clássica, a OSTP interpretou A 5ª Sinfonia de Beethoven, que se tornou universalmente conhecida pelos quatro impactantes acordes, imediatamente identificáveis e que marcam sua famosa abertura. Interpretada pela primeira vez em Viena, Áustria, no dia 22 de dezembro de 1808, durante um concerto histórico que apresentou várias obras importantes do próprio Beethoven, a 5ª Sinfonia é uma das obras mais emblemáticas e influentes da música clássica. Composta entre 1804 e 1808 é dividida em quatro movimentos, com o primeiro movimento marcado por uma intensa tensão dramática que se desenvolve em um poderoso clímax. O segundo movimento, em contraste, apresenta uma atmosfera serena e contemplativa, enquanto o terceiro movimento retorna à energia e vitalidade características de Beethoven. O quarto movimento traz uma explosão triunfante de energia, culminando em um final exuberante e inesquecível. A 5ª Sinfonia de Beethoven cativou os ouvintes e transmitiu uma mensagem universal de triunfo sobre a adversidade e a luta pela liberdade individual e culminou em muitos aplausos no final do concerto. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53639/sinfonica-do-theatro-da-paz-interpreta-beethoven-em-concerto-com-grande-publico Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band encanta público com celebração única do Dia Internacional do Jazz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band encanta público com celebração única do Dia Internacional do Jazz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 30 de abr. de 2024 Ao som do curimbó, das maracas, dos caxixis, além dos instrumentos tradicionais que veem trazendo o inconfundível jazz, o público lotou o Theatro da Paz na noite da terça-feira (30), com um espetáculo musical singular que ficará marcado na história da cena cultural paraense. Sob a batuta do maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band (AJB), o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará" celebrou o Dia Internacional do Jazz, proporcionando uma fusão entre os clássicos do jazz e os ritmos autênticos da região amazônica. A escolha estratégica de Tom Jobim como peça central do concerto ressalta não apenas sua importância na música nacional, mas também seu impacto no cenário jazzístico internacional. Coutinho enfatizou a singularidade do compositor, destacando que suas composições são essenciais no meio instrumental. "Nenhum outro compositor possui uma influência tão marcante", afirmou o maestro. "Ao trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia, estamos enriquecendo ainda mais nossa identidade musical", acrescentou. Os arranjos meticulosamente elaborados para o concerto foram concebidos para destacar os ricos estilos musicais paraenses, desde o Carimbó até o Lundú, passando pelo Boi Bumbá e o Samba de Cacete, entre outros. O saxofonista Daniel Serrão e o arranjador Rafael Rocha desempenharam papéis fundamentais nesse processo, trazendo consigo suas pesquisas e experiências para criar uma sonoridade verdadeiramente inovadora. Para Coutinho, este concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. "Este conceito especial é verdadeiramente histórico. Estamos mesclando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca foi ouvida em qualquer parte do mundo. Ver a casa lotada, com um público que nos responde com alegria, interação e ainda nos aplaudiu de pé, nos deixa muito felizes e com a certeza de que entregamos o melhor nesta noite", afirmou o maestro. “É impressionante o que a nossa Jazz Band consegue fazer. Eu e a minha família estamos surpresos positivamente e muito felizes por participar desse momento histórico que conecta todas as gerações com as raízes musicais da nossa terra e ainda celebra Tom Jobim”, afirmou José Maria Rodrigues, 65 anos. Assim, os espectadores presentes tiveram a chance de imaginar como seria se Tom Jobim tivesse nascido nas águas dos rios da Amazônia, no estado do Pará. Uma experiência verdadeiramente memorável e transformadora, que deixará uma marca duradoura na história da música brasileira. A iniciativa, promovida pelo Governo do Pará através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53769/amazonia-jazz-band-encanta-publico-com-celebracao-unica-do-dia-internacional-do-jazz Anterior Próximo

  • Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Oficina realizada no Theatro da Paz busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil No Dia do Municipal do Carimbó, já reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Pará, promove no Theatro da Paz a II Oficina de Mobilização para a preparação da candidatura do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas a Patrimônio Mundial. A Oficina acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, no Theatro da Paz, e busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil. Na manhã desta segunda-feira (26), a programação teve início com uma emocionante apresentação da cantora lírica Lana Bastos, acompanhada pelo pianista Humberto Azulay. Lana Bastos interpretou o Hino Nacional Brasileiro, enchendo o Theatro da Paz com sua voz poderosa e celebrando o início deste evento tão importante para a cultura amazônica. Na sequência, a cerimônia de abertura, que contou com a presença de diversas autoridades. Compuseram a mesa Leandro Grass, presidente do Iphan; Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará; Marcos Apolo Muniz, secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas; Edmilson Rodrigues, prefeito de Belém; Cristina Vasconcelos, superintendência do Iphan no Pará; Beatriz Calheiro, superintendente do Iphan no Amazonas, e Inês Silveira, presidente da Fundação Cultural de Belém (Fumbel). A secretária de Cultura, Ursula Vidal, destacou o avanço no processo de candidatura do Theatro da Paz à Unesco, enfatizando a importância não apenas da história do edifício, mas também das políticas públicas que garantem sua manutenção e promovem a diversificação do público. “Estamos na segunda etapa desse processo de inventário, coletando todas as informações possíveis, produzindo relatórios para que possamos submeter essa candidatura à Unesco”, explicou. Vidal ressaltou que o cuidado com o patrimônio histórico do teatro vai além de suas paredes, abrangendo também o entorno cultural, que ela descreve como "corações pulsantes do patrimônio histórico da cidade". Segundo a secretária, a manutenção dessas estruturas na Amazônia é um desafio constante devido ao clima tropical úmido, mas o Theatro da Paz, reconhecido nacionalmente por sua acústica e beleza, é tratado como uma "joia" pelo Governo. “Estamos muito entusiasmados e acreditamos que será um belo relatório, e que a Unesco realmente reconhecerá a importância desse período histórico na Amazônia e desse legado do patrimônio histórico deixado na nossa região”, concluiu Vidal. De acordo com Leandro Grass, presidente do Iphan, a candidatura conjunta do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas à Unesco está em uma fase de amadurecimento, que inclui a orientação aos gestores responsáveis pelos teatros e a preparação detalhada da documentação necessária. "Essa etapa é uma fase de amadurecimento de uma candidatura que já está na lista indicativa, tendo sido incluída há alguns anos," explicou. Grass mencionou que o processo envolve a elaboração de um dossiê abrangente, que registra a memória e o histórico dos teatros, além de destacar seu valor cultural tanto para o Brasil quanto para o mundo. O presidente ressaltou que essas oficinas de capacitação são essenciais, não só para gestores, mas também para representantes da sociedade civil, para garantir que todos estejam comprometidos em elaborar os insumos necessários para consolidar a candidatura. "O Brasil hoje tem 15 bens culturais reconhecidos pela Unesco como patrimônio mundial, mas nenhum deles é da Amazônia", pontuou, enfatizando a importância dessa candidatura para inserir o patrimônio cultural amazônico no circuito mundial. Ele destacou ainda a inovação que essa iniciativa representa e o forte envolvimento social como elementos essenciais para o sucesso da candidatura. Pérolas culturais - Para Cristina Vasconcelos, superintendente do Iphan no Pará, todos os esforços empreendidos para alcançar a etapa atual do reconhecimento internacional dos teatros da Amazônia, com foco no Theatro da Paz e no Teatro Amazonas, estão concentrados aqui. "Iniciamos essa jornada no passado em Manaus, com a primeira oficina na cidade, contemplando o Teatro Amazonas, e agora estamos nesse momento ímpar da história, não só da cultura, mas também da história da Amazônia", afirmou Cristina. Ela ressaltou a importância de trazer a Amazônia para a visão do mundo, enfatizando que "fazer com que nossas joias, nossas pérolas culturais, como os dois teatros, se tornem protagonistas dessa candidatura é necessário". Cristina explicou que o processo de candidatura está em seus preparativos iniciais, mas o pontapé foi dado para que o mundo comece a enxergar a Amazônia por meio de seus pontos culturais. "A caminhada começou, demos o passo inicial para a candidatura, e com certeza o mundo inteiro vai ficar muito feliz ao descobrir as maravilhas que temos aqui dentro da Amazônia", concluiu, destacando a singularidade dos teatros amazônicos na promoção da ópera e da cultura popular. Este evento é um passo crucial na candidatura dos teatros à lista de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), sob a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural. Os dois teatros, que já fazem parte da lista indicativa brasileira para o reconhecimento como Patrimônio Mundial, representam não só o auge econômico da Amazônia durante o ciclo da borracha, mas também a modernização e urbanização da região no século XIX. O Iphan é o órgão responsável por coordenar a elaboração do dossiê de candidatura que será apresentado ao Centro do Patrimônio Mundial da Unesco, e durante a oficina, serão abordados temas como os procedimentos para o reconhecimento internacional, a contextualização histórica, e os valores culturais dos teatros. Visita técnica - A programação do evento inclui uma visita técnica ao Theatro da Paz e seu entorno, além da apresentação de um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e palestras integrando a dimensão cultural à discussão técnica. Esses teatros, que são os primeiros no Brasil com estruturas arquitetônicas preparadas para ópera, têm sido fundamentais na democratização da cultura e na valorização do patrimônio amazônico, e desde a década de 1990, são tombados pelo Iphan. A candidatura dos Teatros da Amazônia ao título de Patrimônio Mundial não só busca o reconhecimento global, mas também reforça o papel desses espaços na difusão cultural e na apropriação pela sociedade civil. A parceria entre o Iphan e o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, reforça o compromisso com a preservação e valorização desse patrimônio. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59099/theatro-da-paz-e-teatro-amazonas-avancam-em-candidatura-a-patrimonio-mundial Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band abre oficialmente o AMAjazZON Festival na capital paraense | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band abre oficialmente o AMAjazZON Festival na capital paraense Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 10 de ago. de 2023 Iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) O que a história do jazz nos conta é que este gênero musical tem a capacidade de envolver outros estilos musicais e de se miscigenar com as músicas e ritmos de todo o mundo. Assim, na noite de quarta-feira (9), no Theatro da Paz, foi lançado o AmaJazzOn Festival, evento que converge culturas da Bacia Amazônica, com biodiversidade e conhecimento dos povos ancestrais que aqui se misturam, se firmando como um evento de referência da economia criativa no Brasil e no mundo. O lançamento do AmaJazzOn Festival teve como atração principal a Amazônia Jazz Band (AJB), com um repertório cuidadosamente selecionado. Produzido pela Connecting Dots, a iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Além do público, que nunca decepciona, o lançamento contou com a participação da Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal; de Fernando Sousa, um dos organizadores do AmaJazzOn Festival, do Embaixador da República da Colômbia junto a República Federativa do Brasil, Guillermo Rivera, acompanhado de sua esposa, Dra. Marixa Guerrero. A secretária Úrsula Vidal em sua fala exaltou os povos amazônicos. “Somos povo do mato sim; povo da cidade; povo da floresta; povo dos campos; povo da várzea; povo das águas; e o povo que produz e pulsa cultura, tradição e ancestralidade. E será este povo que vai mostrar para o mundo a solução para crise climática que enfrentamos. Respeite a Amazônia! Respeite o povo da floresta!”, encerrou sob muitos aplausos do público. O AMAjazZON se propõe a ser um festival de jazz internacional na Amazônia, que promete oferecer uma experiência musical única em meio à exuberante natureza da região. Amor à Amazônia através da linguagem universal da música, num estilo musical internacional que incluirá artistas locais, com impacto social-econômico-ambiental relevante. De acordo com Fernando Sousa, um dos organizadores do Festival, o AMAjazZON será uma celebração única da magia do jazz e de encontro com a cultura do Brasil. "Lançamos o AmaJazzOn no decorrer dos ‘Diálogos pela Amazônia’ por considerar Belém como uma cidade perfeita, consciente da sua importância ao transmitir uma mensagem de preocupação ambiental para todo o mundo. Queremos que em curto prazo Belém do Pará se torne um dos maiores centros de convergência de culturas no mapa mundi, atraindo turistas e entusiastas de música de qualidade e conscientes da importância que a Amazônia”, explicou Fernando.Diane Santana, de Palmas no Tocantins, que estava em Belém para a Cúpula da Amazônia se disse muito emocionada. “A gente ouve falar de Amazônia e parece ser outro país e, de fato, é. O Brasil não conhece o Brasil. Belém é maravilhosa, quente, com o povo mais acolhedor do planeta. Que orgulho sentimos de ser brasileiros e de ter o Pará sediando a COP 30”, declarou. O Concerto A AJB trouxe um repertório de alto nível, com obras como "Blues for Mr. P" de Jim Martin, a clássica "Summertime" de George Gershwin, "Magic Flea" e "A Warm Breeze" de Sammy Nestico, e a icônica "Georgia on My Mind" de Hoagy Carmichael, em um brilhante arranjo de Dave Barduhn. A energia contagiante continuará com "The Jazz Police" de Gordon Goodwin, "The Blues Machine" e "Don't Get Around Much Anymore" em arranjos de Sammy Nestico e Roger Pemberton, respectivamente. Prepare-se também para se surpreender com a magistral "Mam-Bop" de Arturo Sandoval e o clássico "Straight No Chaser" de Thelonious Monk em um arranjo emocionante de John La Barbera. O concerto contou ainda com a participação da cantora colombiana Cecília Silva Caraballo, que brindou o concerto com sua voz quente e potente, trazendo todas as cores e sons de seu país. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Fotos: Lucas Mont Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46229/amazonia-jazz-band-abre-oficialmente-o-amajazzon-festival-na-capital-paraense Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jan. de 2024 Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a AJB mostrou um repertório repleto de influências, de clássicos a composições contemporâneas A noite desta terça-feira (30) marcou a reabertura do Theatro da Paz ao público após um período de manutenção, com a apresentação do concerto "Tom, Pará Belém" pela Amazônia Jazz Band (AJB). Sob a regência do maestro Elias Coutinho, o evento encantou os presentes com um repertório diversificado, repleto de influências, que vão desde clássicos até composições contemporâneas. De acordo com o maestro Elias Coutinho, titular da AJB, o repertório proporcionou uma mistura rica, permitindo uma exploração diversificada de estilos e emoções durante a apresentação. “É com grande satisfação que a 'Jazz Band' apresentou esse repertório cuidadosamente selecionado, e que reflete a essência vibrante da nossa região, trazendo à tona não apenas as riquezas naturais da Amazônia, mas também a riqueza de suas tradições musicais. Abrimos as cortinas com 'Só Danço Samba', uma pérola da Bossa Nova, com arranjo de Rafael Rocha, que nos transporta para o ritmo envolvente das danças brasileiras. Em seguida, mergulhamos nas raízes do folclore brasileiro com 'Sinhá Pureza', de Pinduca, na interpretação única dos arranjos de Kim Freitas”, explicou o maestro. Experiência sensorial - A jornada musical continuou com a composição original "Ritual dos Tambores", de Thiago D’Albuquerque, proporcionando uma experiência sensorial única, com destaque para os sons característicos da Amazônia. "Dançando no Rio", com arranjo de Jonas Hocherman, trouxe a pulsante energia urbana, seguida por "Minha Terra", com arranjo de Tynnoko. O maestro Waldemar Henrique marcou presença com "Coco Peneruê" e "Minha Terra", cada uma com arranjos de Kim Freitas e Tynnoko, respectivamente. "Esse Rio É Minha Rua", de Ruy e Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Rocha, convidou o público a explorar os sons da vida urbana, culminando com a composição original "Gênesis", de Elias Coutinho. Cada peça do concerto contou uma história, uma expressão musical que ecoou tradições e a diversidade cultural amazônica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51102/amazonia-jazz-band-reabre-o-theatro-da-paz-com-o-concerto-tom-para-belem Anterior Próximo

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