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  • Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de ago. de 2023 Sessões irão ocorrer nos dias 05 e 06 de agosto, com distribuição gratuita de ingressos O Theatro da Paz recebe, nos dias 5 e 6 de agosto, a Cia de Ballet Dalal Achcar, com a montagem “Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, um dos maiores nomes do balé nacional. O espetáculo é apresentado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução, e conta com a parceria e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz, e compõe a programação cultural da Cúpula da Amazônia, encontro de presidentes dos países que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). O espetáculo "Floresta Amazônica" foi inspirado na sinfonia homônima escrita pelo compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, em 1958. O projeto, celebra não apenas a Amazônia, mas também faz alusão aos 64 anos de falecimento de Villa-Lobos, compositor, instrumentista e regente. O balé contará com bailarinos e solistas, entre paraenses selecionados de audições, trazendo à cena a essência da brasilidade. A proposta da performance é reforçar o sentimento de pertencimento nacional e prestar reverência ao legado musical de Heitor Villa-Lobos. “Estamos na Amazônia e este espetáculo fala muito sobre a importância que a floresta tem para o planeta. Essa experiência está sendo fantástica e nós esperamos que o público paraense receba em sua alma este balé. Estamos muito felizes”, afirmou Felipe Moreira, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que integra a equipe que veio a Belém. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, é de fundamental importância no cenário cultural e artístico da região a parceria entre o Governo do Pará, a Secretaria de Estado de Cultura e o Theatro da Paz com a companhia de balé Dalal Achcar para a realização do espetáculo. “Essa colaboração representa um marco na promoção da arte local e nacional, proporcionando uma plataforma para os talentos paraenses brilharem nos palcos de sua própria terra. As audições, realizadas em junho e que resultaram na seleção de 25 bailarinos e bailarinas para integrar o elenco, reforçam o compromisso com a valorização dos artistas regionais e a preservação da identidade cultural amazônica. Além disso, esse espetáculo é capaz de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância da preservação desse patrimônio natural tão valioso para toda a humanidade. A união entre as instituições governamentais e a renomada companhia demonstra a capacidade de colaboração para enaltecer a cultura local, estimular a economia criativa e enriquecer a vida cultural da população paraense”, ressaltou Daniel Araújo. A primeira versão da obra, criada pela coreógrafa Dalal Achcar em 1975, estreou no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com os bailarinos da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, tendo como protagonistas David Wall e a grande primeira-bailarina do Royal Ballet, Dame Margot Fonteyn. Na nova montagem, 48 anos depois de sua estreia, “Floresta Amazônica” abre a temporada no Theatro da Paz e se apresenta em Belém. A coreografia e mise en scène têm concepção de Dalal Achcar – que trabalhou movimentos diferentes e inesperados dentro do universo do balé clássico e inseriu ginástica natural e acrobacia – com cenários de Hélio Eichbauer, figurino de José Varona e Dalal Achcar, e iluminação de Maneco Quinderé. Enredo - "Floresta Amazônica" é um balé em dois atos e conta a história do romance entre um homem branco e uma deusa indígena da floresta, que, por amor ao estrangeiro, transforma-se em mulher. A paixão entre eles é vista pelos indígenas como profana. Entretanto, é este amor que salvará a floresta da destruição causada por exploradores que invadem a aldeia em busca de plantas e aves raras. A música de Heitor Villa-Lobos - Villa-Lobos foi inspirado por sua experiência pessoal na região amazônica, onde viveu por um período durante sua juventude. De acordo com sua biografia, ele ficou fascinado pelo ambiente com ricas fauna e flora, e a cultura indígena que permeava a floresta. Essa admiração levou o compositor a compor "Floresta do Amazonas", uma sinfonia que retrata a exuberância e a energia vital da maior floresta tropical do mundo. A peça se inicia com uma seção chamada "Introdução", que apresenta um tema majestoso, como uma preparação para a imersão na floresta. Em seguida, é apresentada a "Série dos Pássaros", uma seção na qual Villa-Lobos utiliza instrumentos de percussão para imitar os diversos cantos e sons dos animais da Amazônia. Essa parte se destaca ao transmitir a sensação de estar cercado pelos sons da natureza. Outras seções incluem "Festa no Sertão", um momento festivo com referências à cultura popular brasileira, e "Danças", que combina elementos folclóricos com a música clássica, criando um movimento animado e ritmicamente empolgante. Ao final, a peça culmina com uma jornada musical pela floresta amazônica. "A Floresta do Amazonas" é uma obra única que ressalta a capacidade de Villa-Lobos de fundir elementos da música erudita ocidental com os ritmos e melodias da música popular e folclórica brasileira, representando uma busca em trazer a natureza e a cultura brasileira para as salas de concerto, uma das marcas distintivas desse compositor. A música de Villa-Lobos, e em particular "A Floresta do Amazonas", foi importante para consolidar o reconhecimento e o legado da música brasileira no cenário internacional. A obra é considerada um ponto alto de sua trajetória retratando a riqueza e a diversidade do Brasil e da Amazônia de maneira vívida e emocionante. Biografia de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Compositor, instrumentista, regente e professor brasileiro, começou a tocar violoncelo profissionalmente aos 12 anos. Viajou pelo Brasil antes de firmar-se como compositor, adotando em sua música a linguagem do modernismo europeu, ao lado de elementos folclóricos brasileiros. Passagens por Paris (1923-30) consolidaram sua posição como maior figura musical brasileira. Heitor Villa-Lobos inaugurou uma linguagem viva e folclórica, representada pelas “9 Bachianas Brasileiras” (1930-45), uma síntese da música europeia e brasileira, “Uirapuru”, poema sinfônico, “Valsa da Dor”, tema para piano, série dos “Quartetos de Cordas” além de uma série de “12 Choros” e o célebre “Trenzinho Caipira”. Duas das principais músicas de Villa-Lobos, as suítes “O Descobrimento do Brasil” e “Floresta Amazônica”, foram escritas originalmente para o cinema. Biografia de Dalal Achcar - Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e seu trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago. À frente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos. A artista criou várias coreografias premiadas, como O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse balé). Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial. Serviço: A apresentação do Balé "Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, nos dias 05 de agosto, às 20h, e no dia 06, às 16h, no Theatro da Paz. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h da manhã de cada dia de sessão, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br . Serão entregues duas unidades por pessoa. Crianças a partir de 03 anos de idade também precisam da emissão de ingresso. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45998/atracao-cultural-da-cupula-da-amazonia-bale-floresta-amazonica-se-apresenta-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz

    < Volte Custodiadas da Coostafe assistem ao ensaio geral da ópera 'Lucia di Lammermoor Yasmin Cavalcante - NCS/SEAP 22 de set. de 2023 Com o Projeto Sons de Liberdade, a Seap garante às internas participação na montagem dos espetáculos do Festival de Ópera do Theatro da Paz O trabalho realizado por internas do sistema penitenciário do Pará, que integram a Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora (Coostafe), coordenada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), garantiu mais uma ação em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). Na quarta-feira (20), por meio do Projeto Sons de Liberdade, 22 internas assistiram ao ensaio geral da Ópera “Lucia di Lammermoor”, no Theatro da Paz, em Belém, que vai integrar a programação do XXII Festival de Ópera. O “Sons de Liberdade” é desenvolvido pela Seap, em parceria com a Secult, visando ressocializar pessoas privadas de liberdade por meio do trabalho e da arte. A iniciativa promove oficinas de figurinos e moda, visagismo e cenografia para internos das unidades do Centro de Recuperação Feminino (CRF) e da Central de Triagem Metropolitana II (CTM II). Para Raquel Lima, coordenadora de Trabalho e Produção da Seap, o Projeto Sons de Liberdade tem duas frentes de trabalho dentro do sistema prisional. “Temos a frente de capacitação profissionalizante dos internos, sejam mulheres ou homens, e também temos a confecção de produtos, com a contribuição da mão de obra ou alguma peça feita dentro do sistema. Além disso, trazer as internas ao Theatro da Paz é um momento de oportunizar cultura e arte para as pessoas privadas de liberdade”, explicou. O XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz gera empregos para trabalhadores e trabalhadoras envolvidos na montagem dos espetáculos e também contribui para a reinserção social das custodiadas. “Estamos muito felizes porque nessa montagem nós teremos, pela quinta vez, a participação das nossas custodiadas do sistema prisional. A Coostafe é uma cooperativa que tem colocado os talentos dessas mulheres à disposição da economia criativa, da cultura e da arte com a produção dos figurinos nessa obra”, ressaltou a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Oportunidade – Presidente da cooperativa há quase sete anos, Leilane Sales disse que o “Sons de Liberdade” permitiu a participação em montagens de muitas óperas, além de oportunizar às internas o retorno à sociedade como profissionais, em várias áreas de artesanato, na costura, pintura e bordado. “Hoje, a simples produção de uma roupa traz importância muito grande na nossa vida, porque mostra que somos capazes. Em todas as participações no Theatro da Paz podemos ver o quanto é importante ressignificar a vida através da arte e do artesanato. Essa oportunidade foi muito gratificante para mim, e eu creio que para as minhas colegas também, porque eu vi a alegria e o brilho no olhar de cada uma delas. Só tenho a agradecer a oportunidade que nos deram”, disse Leilane Sales. Nanda Rodrigues entrou no Theatro da Paz – a centenária casa de espetáculos no centro da capital paraense - pela primeira vez, graças ao trabalho na cooperativa. Ela enfrentou o desafio de confeccionar uma vestimenta para a ópera. “Minha maior dificuldade foi fazer um figurino praticamente sozinha, porque deixaram tudo na minha mão. As minhas amigas me ajudaram, mas elas também tinham outras coisas para fazer. Eu achei que não ia conseguir fazer a roupa. Mas deu certo no final, e eu achei maravilhoso ver o meu trabalho e o das minhas amigas no palco”, contou. A Cooperativa Social de Trabalho Arte Feminina Empreendedora foi criada em 2014, e tem seu espaço no Centro de Reeducação Feminino (CRF) de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. É formada por cerca de 30 mulheres custodiadas, que se dividem nas tarefas que envolvem entre as atividades da cooperativa, como a criação de peças de artesanato, costura, pintura e bordado. Serviço: Quem desejar adquirir algum produto ou contribuir com a Cooperativa pode entrar em contato pelo número (91) 9855-90331, pelo e-mail coostafe@seap.pa.gov.br ou pelo Instagram @ coostafe.pa . Texto: Yasmin Cavalcante - NCS/Seap Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47530/custodiadas-da-coostafe-assistem-ao-ensaio-geral-da-opera-lucia-di-lammermoor Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza 'Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil' Ursula Pereira 24 de out. de 2023 Apresentação será às 20h desta quinta-feira (26) sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação de quatro solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), apresentará às 20h, desta quinta-feira (26), o “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil”, sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação dos solistas Václav Pacl, Karen Danger-Manafzade, Nijat Masimov e Sultan Huseyn. O concerto será no palco do Theatro da Paz. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A primeira peça que será executada é o concerto para piano n.º1, uma das obras mais famosas e significativas do compositor alemão Johannes Brahms. Escrito entre 1854 e 1858, o concerto exibe uma combinação de virtuosismo pianístico e riqueza melódica. A peça é notável por sua estrutura dramática e pela interação intensa entre o solista e a orquestra. O concerto é composto por três movimentos. O primeiro movimento, marcado como Majestoso, é grandioso e poderoso, com uma introdução seguida por temas líricos e dramáticos. O segundo movimento, Adagio é mais suave e introspectivo, apresentando uma melodia belíssima e expressiva. O terceiro movimento, Rondo: Allegro non troppo, é enérgico e virtuosístico, com passagens rápidas e brilhantes para o pianista. O Concerto para Piano n.º 1 de Brahms é uma obra-prima do repertório pianístico e uma das mais desafiadoras para os pianistas. Sua combinação de emoção, técnica e beleza melódica o torna uma peça icônica na história da música clássica. Para executar o solo de piano dessa peça, a orquestra terá a participação de Václav Pákl, da República Tcheca, demonstrando todo seu virtuosismo ao piano. E a segunda parte é inusitada para a OSTP, pois são composições do Azerbaijão, típicas de lá, e uma delas é um concerto composto pelo maestro convidado Abuzar Manafzade. De acordo com maestro titular da OSTP, Miguel Campos Neto, é um marco muito importante, uma coisa importantíssima para a orquestra estar recebendo dois convidados internacionais para o mesmo concerto. “Essas participações mostram que a nossa orquestra está realmente em um circuito já nacional e internacional de orquestras profissionais, de orquestras que recebem artistas de todos os lugares, que estão à altura de espetáculos desse porte. Além disso, o público vai ter a chance de ouvir uma obra de repertório, que é o concerto de Brahms, e ao mesmo tempo música nova raramente ouvida no Brasil. Uma mistura perfeita para o público, uma obra grande e muito conhecida, que é o concerto de Brahms, e música nova”, finalizou. PROGRAMA JOHANNES BRAHMS (1833-1897) Concerto para Piano nº 1 in D moll, Op. 15 I. Maestoso II. Adagio III. Rondo. Allegro non troppo Solista: Václav Pacl INTERVALO SEVIL ALIYEVA (1955) Ana (The Mother) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade FIKRET AMIROV (1922-1984) Aria of Dilbar from opera “Sevil” Solista: Karen Danger-Manafzade KAREN DANGER-MANAFZADE (1997) Azerbaycan Gozelsen (Azerbaijan You Are Beautiful) Arr.: Abuzar Manafzade Solista: Karen Danger-Manafzade ABUZAR MANAFZADE (1990) Concerto para Balaban I. Lento - Larghetto II. Grave - Tempo di valse III. Allegrissimo Solistas: Nijat Masimov – Balaban Sultan Huseyn – Percussão Serviço: “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil” Data: 26 de outubro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos estarão disponíveis partir das 9h do dia do concerto, no site - ticketfacil.com.br e na bilheteria do Theatro da Paz - INGRESSOS R$ 2,00 (2 unidades por pessoa). Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

  • 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria celebra a arte paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria celebra a arte paraense no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de mar. de 2024 No período de 13 a 17 de março, cinco grupos de teatro ocupam o palco do Theatro da Paz, em Belém. É a quarta edição da Mostra de Teatro Nilza Maria, que nesta edição homenageia o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição às artes cênicas do Pará. Na programação, cinco montagens paraenses, com diferentes sotaques, linguagens e conceitos, entram em cena para lançar novos olhares sobre diferentes temas. Artistas da dramaturgia paraense se encontram e misturam teatro, dança e música para refletir sobre o passado e o próprio tempo. A mostra tem como intuito contribuir para a formação cultural de todo o público paraense e tem como objetivo fundamental democratizar o acesso à cultura, estimular o hábito de frequentar o teatro e fomentar a circulação de companhias teatrais paraenses, enriquecendo o cenário cultural do Estado. Quem explica os critérios das peças escolhidas para a Mostra deste ano é Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e organizador desta edição. “Selecionamos espetáculos paraenses de companhias que possuem experiência em festivais e temporadas fora da região, com base em critérios como originalidade, qualidade artística, relevância cultural, viabilidade técnica, inovação, diversidade e adequação ao tema ou propósito do evento, sempre com a intenção de apoiar os grupos mais antigos do Pará como forma de reconhecer a resistência de tantos anos em defesa do teatro paraense”, salienta. A quarta edição exibe, a preços acessíveis, cinco peças, sendo elas: "Belém Bragança - Os trilhos da Esperança" (José Leal), "Gato por Lebre" (Saulo Sisnando), "O que não se diz apodrece em nós" (Paulo Santana), "Joana" (Edyr Proença) e "Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas" (Evanildo Mercês). Para Luciana Noronha, assistir ao espetáculo ‘Belém Bragança - Os trilhos da Esperança’ teve o sabor de sua infância. “Sou bragantina e sempre ouvi histórias da minha bisavó sobre a Estrada de Ferro Belém Bragança. Eram lendas, causos tão antigos... e de repente o Grupo Experiência materializa tudo no palco do Theatro da Paz. Só tenho a agradecer”, relatou emocionada. Às vésperas de completar 83 anos de idade, o renomado ator e diretor teatral Geraldo Salles foi homenageado pela mostra por toda a sua contribuição ao teatro paraense. “Estou muito feliz pela homenagem e gostaria de agradecer ao Governo do Pará, à Secult, minha família, a Família Experiência e principalmente ao público que sempre esteve presente prestigiando todas as ideias que surgiram ao longo desses anos, inclusive nesta que é uma declaração de amor à Bragança. Gratidão!”, finalizou Geraldo Salles. Programação : Dia 14: Teatro de Apartamento com o espetáculo “Gato por Lebre” Dia 15: Grupo Palha com o espetáculo “O que não se diz apodrece em nós”, uma adaptação da peça ‘Anti Nelson’, de Nelson Rodrigues Dia 16: Grupo Cuíra com o espetáculo “Joana” Dia 17: Grupo: MÁ CIA DE TEATRO com o espetáculo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas” Serviço : A 4ª Mostra de Teatro – Nilza Maria vai até o dia 17 de março de 2024 no Theatro da Paz. O horário será sempre às 20h, exceto no dia 17/03, que acontecerá às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz ou no site ticketfacil.com.br , no valor de R$ 2,00. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e do Theatro da Paz. Por Úrsula Pereira (Assessoria do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52293/4-mostra-de-teatro-nilza-maria-celebra-a-arte-paraense-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Ópera ‘Gianni Schicchi’ estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 4 de set. de 2024 Evento do governo do Estado segue até o sábado, dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi, na capital paraense Belém recebeu, na terça-feira (3), a ópera Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini, no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz, sob a batuta da maestra Ligia Amadio. O espetáculo encantou o público paraense com a mistura envolvente de humor, intrigas e críticas sociais, características marcantes da obra-prima do compositor italiano. A apresentação foi a primeira das três sessões programadas para o Festival, e trouxe a história de Gianni Schicchi, um camponês ardiloso que, chamado para ajudar uma família a burlar um testamento, acaba por se beneficiar da situação com sagacidade. A ópera destacou a qualidade técnica seriamente conduzida pela maestra Amandio. A obra faz parte do tríptico operístico do compositor Puccini, junto com Il Tabarro e Suor Angelica. Em Belém, a estreia marcou um momento histórico no Festival, tendo pela primeira vez uma mulher assumindo a batuta para reger uma ópera no Theatro da Paz. “Este é um marco não só para mim, mas para todas as mulheres na regência. Voltar ao palco do Theatro da Paz, quase 40 anos depois da minha primeira apresentação aqui, é uma honra imensa. E poder fazê-lo regendo uma obra tão desafiadora e encantadora é uma realização pessoal e profissional significativa”, afirmou a maestra Ligia Amadio. A recepção do público e da crítica confirma o sucesso da estreia. Dione Colares, diretora artística do festival, expressou sua satisfação com o resultado. "Trazer Gianni Schicchi para o festival foi uma decisão acertada. Queríamos oferecer ao público uma experiência que contrastasse com outras produções mais dramáticas e que trouxesse leveza e humor ao repertório. A resposta do público nesta noite de estreia foi além das nossas expectativas", revelou Dione. Entre os presentes, Andrea Pacheco, estudante de Direito, compartilhou a emoção de assistir à ópera no Theatro da Paz. "Nunca imaginei que um dia estaria aqui, assistindo a uma ópera neste teatro histórico. Para quem, como eu, cresceu sem oportunidades de acesso a espaços culturais como esse, estar aqui hoje é um sonho realizado. É uma experiência inesquecível e que levarei para a vida inteira", disse emocionada. Realizado pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Academia Paraense de Música (APM), o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, com mais duas apresentações de Gianni Schicchi. Os ingressos ainda estão disponíveis na Bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59347/opera-gianni-schicchi-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Visitação| Theatro da Paz

    Venha conhecer o Theatro da Paz, considerado teatro monumento pelo IPHAN. As visitas guiadas acontecem de uma em uma hora, incluindo a sala de espetáculos! Foto: Marivaldo Pascoal Foto: Lucas Mont Foto: Akira Takatsuji Foto: Marivaldo Pascoal 1/6 Visitas Guiadas As visitas guiadas do Theatro da Paz oferecem uma imersão na história e na arte deste ícone cultural, promovendo diálogo e interação entre os participantes enquanto exploram seus espaços mais marcantes. Duração: 45 minutos Horários As visitas guiadas acontecem de hora em hora, respeitando os horários abaixo estabelecidos: Terça a sexta-feira: 09h às 12h e 14h às 17h Sábados e Domingos: 09h às 12h Para grupos acima de 6 (seis) pessoas, é necessário o agendamento através do e-mail visita@theatrodapaz.com Às quartas-feiras, as visitas guiadas (espontâneas) são gratuitas! Valores Os ingressos são vendidos exclusivamente na bilheteria do teatro. R$ 10,00 (inteira) RS 5,00 (meia) Recomendamos que os visitantes cheguem 15 minutos antes do horário agendado para garantir a entrada. As visitas guiadas são limitadas a 40 pessoas. + Informações Para ingressos de meia-entrada amparados por lei, é obrigatória apresentação de documento comprobatório no acesso ao evento. Proibições É proibido o consumo de alimentos e bebidas dentro das dependências do Theatro da Paz; Fumar; Uso de equipamentos eletrônicos durante o espetáculo; Uso de flash ou iluminação (de câmeras fotográficas e assemelhados).

  • Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 4 de abr. de 2024 O evento acontece neste sábado, 6, às 19h A Amazônia Jazz Band (AJB) realiza neste sábado, 6, às 19h na UsiPaz Cabanagem o quarto concerto do "Projeto Sons da Paz", uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Sob a batuta do maestro Elias Coutinho, a Amazônia Jazz Band promete uma noite repleta de harmonias envolventes e ritmos contagiantes. De acordo com Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. "Eu nasci na cidade de Santa Izabel do Pará e foi assistindo um concerto como os que realizamos com Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano. Na Cabanagem nós só esperamos inspirar a todos", finalizou. Mais do que um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas e no mês de abril o "Projeto Sons da Paz" ainda cumprirá uma agenda no dia 13 de abril, às 19h, na UsiPaz Marituba, com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), com entrada franca. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53008/amazonia-jazz-band-realiza-concerto-do-projeto-sons-da-paz-na-usipaz-cabanagem Anterior Próximo

  • "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte "Tom, Pará Belém" abre temporada de concertos da Amazônia Jazz Band no Theatro da Paz Juliana Amaral/Ascom Secult 26 de jan. de 2024 A Amazônia Jazz Band inicia na próxima terça-feira (30), no Theatro da Paz, a temporada de concertos para 2024. Às 20h, sob regência do maestro Elias Coutinho, a jazz band paraense fará uma homenagem a Tom Jobim, um dos grandes expoentes da música brasileira, e à cidade de Belém, que completou 408 anos no último dia 12. Intitulado "Tom, Pará Belém", o concerto propõe ao público um passeio por diversos estilos musicais, desde o samba de Tom, até o carimbó de Pinduca. "Posso adiantar que esta apresentação será bastante especial. Como um grupo de música popular, reconhecemos a importância de apresentar ao público uma abordagem renovada das músicas já conhecidas e homenagear os grandes nomes locais, sem dúvida, motivo de orgulho para todos nós. Neste ano, as nossas apresentações serão marcadas por essas homenagens e neste dia 30 o público poderá conferir tudo isto", afirma Elias Coutinho. Com nove músicas, a apresentação iniciará com "Só Danço Samba", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, uma das duplas de compositores mais famosas do país, que dão passagem para os artistas locais. Em seguida, a jazz band apresenta a sua roupagem para o clássico paraense "Sinhá Pureza", de Pinduca, que para esta apresentação ganhou arranjos de Kim Freitas. A sequência é repleta de clássicos e homenagens, como a Paulo André e Ruy Barata, com "Esse Rio é Minha Rua". A proposta para este ano, de acordo com o maestro Elias, é aproximar ainda mais o público de compositores locais. "No ano passado, lamentavelmente, perdemos um dos nossos maiores compositores, o saudoso Paulo André Barata. Isto nos reacendeu a necessidade de continuarmos a valorizar nossos artistas. E vamos fazer isso explorando as possibilidades da música instrumental, trazendo novas interpretações e sonoridades diferenciadas", acrescenta Coutinho. Os ingressos para esta primeira apresentação do ano da Amazônia Jazz Band são limitados à capacidade do Theatro e poderão ser retirados a partir das 9h de terça-feira (30), na bilheteria do Da Paz. Além disso, também poderão ser adquiridos através do site Ticket Fácil . O valor unitário é de R$ 2,00, e cada pessoa (CPF) poderá adquirir até dois ingressos. A realização é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música. Homenagens - Além de Pinduca, Paulo André e Ruy Barata, o concerto também vai homenagear no repertório o maestro Waldemar Henrique, com “Coco Peneruê” e “Minha Terra”; o Trio Manari e Adalbert Carneiro, com “Dançando no Rio"; e Sebastião Tapajós, com “Bem Mais”, que recebe arranjo de Nelson Neves. O repertório conta ainda com “Ritual de Tambores”, de Thiago D’Albuquerque, e finaliza com “Gênesis”, do maestro Elias Coutinho, com arranjos de Jonas Hocherman. Serviço : "Tom, Pará Belém" - Amazônia Jazz Band Data : 30/01/2024 - 20h (terça-feira) Local : Theatro da Paz Endereço : Rua da Paz, entre as avenidas Presidente Vargas e Assis de VasconcelosIngressos: R$2,00, disponíveis a partir das 9h da manhã (30/01) na bilheteria do Theatro da Paz e no site Ticket Fácil . Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de mar. de 2024 Na noite desta quinta-feira (28), o Theatro da Paz foi palco de um espetáculo emocionante com a apresentação do "Concerto Especial de Páscoa". Sob a condução da maestra convidada Maria Antonia Jiménez, o evento proporcionou uma experiência musical inesquecível, repleta de obras emblemáticas que tocaram profundamente o coração do público. A plateia, que teve acesso gratuito, testemunhou a magia da música clássica durante o concerto, que contou com a participação do Coro Carlos Gomes e da talentosa solista Clara Nascimento, que encantou a todos com sua brilhante performance na flauta transversal. A maestrina Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua habilidade em regência, expressou sua gratidão. "É sempre um privilégio reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Este concerto foi lindo e pela reação da plateia, acredito que alcançamos nosso objetivo, já que este é o nosso presente de Páscoa para todos”, compartilhou a maestrina sobre sua participação no concerto. Ana Maria Abreu, de 62 anos, expressou sua emoção após o concerto: "Foi uma noite simplesmente maravilhosa! A música, a atmosfera, tudo estava perfeito. Fiquei emocionada do início ao fim. Foi um presente para nossas almas", finalizou. O programa do concerto incluiu obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours", que elevou os espíritos da plateia desde o primeiro compasso. Em seguida, Clara Nascimento se juntou à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade, proporcionando uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional da noite foi a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach, que ofereceu um momento de profunda reflexão e contemplação para todos os presentes. A maestrina Jiménez destacou a importância deste momento, onde a plateia pôde acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão, transmitindo uma mensagem de paz e sabedoria para a temporada de Páscoa. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes proporcionaram uma noite inesquecível, repleta de música que tocou as almas dos espectadores, celebrando não apenas a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. O concerto foi uma realização do Governo do Pará em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz). Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52839/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-encantam-o-publico-com-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo

  • Projeto leva 700 estudantes da rede estadual e municipal para 'Concerto Didático' no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Projeto leva 700 estudantes da rede estadual e municipal para 'Concerto Didático' no Theatro da Paz Cristiani Sousa (SEDUC) 16 de abr. de 2024 Iniciativa tem a parceria da Fundação Carlos Gomes (FCG) e procura aproximar crianças e adolescentes à música e cultura paraense Cerca de 700 estudantes de escolas da rede estadual e municipal de ensino foram ao Theatro da Paz, em Belém, para assistir a um concerto, na segunda-feira (15). Os estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) foram convidados para participar do projeto "Concerto Didático", realizado pela Fundação Carlos Gomes (FCG) em parceria com o Theatro da Paz, para aproximar crianças e adolescentes à cultura paraense. O estudante Thalisson Santos, do 8° ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Pinto Marques, contou sobre a experiência de entrar no Theatro da Paz pela primeira vez. "Foi bom demais, eu adorei, amei demais! É a primeira vez que eu estou vindo para o Theatro da Paz, aqui na Praça da República e foi máximo. Por dentro, o teatro é ainda mais lindo. Eu amei o pianista e os cantores profissionais de ópera. Quero poder voltar aqui para ver outros eventos e apresentações", relatou o estudante, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A estudante Saory Abraçado, também do 8° ano do Ensino Fundamental da Escola Pinto Marques, já havia ido ao Theatro da Paz quando criança, mas não lembrava como era. "Eu já tinha vindo, só que faz muito tempo, eu não lembrava mais como era. Eu achei muito boa a experiência aqui, é muito organizado, principalmente também as músicas que eles cantaram são bem bonitas, o talento dos cantores é incrível e o espaço nem se fala, gostei muito", comentou. Segundo Francy Aviz, especialista em educação e integrante da Diretoria de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Seduc, o momento é de grande importância para a formação dos estudantes. "Foi um convite estendido à Secretaria de Educação e nós fizemos a mobilização com as escolas para trazer os estudantes. Com isso, nós trazemos nossos alunos aqui para terem contato com a cultura paraense. Infelizmente, para muitos deles é uma realidade bem distante, e com a vinda aqui eles percebem que é possível estar nesse ambiente também. Além disso, eles podem levar essa cultura para dentro de casa e mostrar que nós temos o nosso Theatro da Paz, que é referência não só aqui, mas em outros estados a nível de Brasil. Então hoje foi mais um encontro, que é a primeira agenda que foi aberta", disse. De acordo com a coordenadora de pesquisa e extensão da Fundação Carlos Gomes, Miriam Fernandes, a parceria entre Governo do Pará e Theatro da Paz é fundamental para dar oportunidades como essa aos estudantes. "É muito importante essa parceria do Governo do Estado com o Teatro da Paz, com a Seduc, para transformar vidas, eu digo que é uma emoção. Quando a gente vê os alunos, a gente sente a emoção deles ao entrar no teatro e essa troca de experiência, a questão da música, da nossa cultura, são muito importantes porque proporcionam outras oportunidades paras as crianças e adolescentes, inclusive, eles podem caminhar para trabalhar, estudar e, quem sabe, serem músicos no futuro", destacou Miriam Fernandes. Ainda de acordo com a coordenadora, mais dois Concertos Didáticos serão realizados em 2024: em 6 de maio e em 17 de junho. Piano e Clarinete Na primeira sessão, pela manhã, a atração do projeto foram os técnicos em música e cantores, Tiago Costa e Ytanaã Figueiredo, juntamente com o professor de piano Daniel Vieira – Zharbo. No turno da tarde, o trio de clarinetistas Zona de Conforto, com os professores Thiago Lopes, Marcos Cohen (composição) e Herson Amorim (clarineta), realizaram a apresentação comentada. Como a plateia é formada por alunos do ensino fundamental e médio, Ytanaã Figueiredo conta que o repertório foi adaptado para apresentar músicas que atraíssem a atenção das crianças. “Trabalhamos com algo mais lúdico como as lendas da Amazônia, pois traz um tema que é ativo no imaginário infantil e, desta vez, também apresentamos músicas da cultura afro brasileira, pois é muito importante ter contato com obras que simbolizam as raízes brasileiras”, explica o músico. Concertos Didáticos - Com o objetivo de difundir a educação musical, estimular o interesse de crianças e adolescentes pela música e contribuir para a formação de plateia, os Concertos Didáticos são apresentações instrumentais comentadas, com duração de aproximadamente 50 minutos que acontecem sempre no Theatro da Paz, em dois horários. As escolas interessadas em participar dos concertos devem entrar em contato com a Coordenação de Pesquisa e Extensão do Instituto Estadual Carlos Gomes pelo telefone (91) 3251-7089 ou pelo e-mail: miriam.fernandes@fundacaocarlosgomes.com . Texto: Fernanda Cavalcante /Ascom Seduc e Fabiana Otero / Fundação Carlos Gomes Fotos: Bruno Cecim/Agência Pará Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53318/projeto-leva-700-estudantes-da-rede-estadual-e-municipal-para-concerto-didatico-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de jun. de 2023 Apresentado pela primeira vez em Paris, em 1856, balé conta a história do pirata Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora Uma história de amor e aventura no universo de piratas e odaliscas, em plena costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco. Este é o enredo central da apresentação do "Ballet Le Corsaire", conhecido em português como "O Corsário", inspirado no poema "The Corsair", de Lord Byron. Realizado pela primeira vez no palco do Theatro da Paz, o espetáculo será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) nos dias 29 e 30 de junho, às 20h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música, com o apoio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará. "O Corsário" é um balé clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O balé foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de balé de todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus 'pas de deux' emocionantes. Embora "O Corsário" seja um balé e não uma obra de música clássica, sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e 'pas de deux' que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. A montagem paraense terá em cena 60 dançarinos, selecionados por meio de audições, além de 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção geral é assinada pela bailarina Ana Unger em parceria com Ivan Franco, que também assina a remontagem e adaptação da obra. Nos papéis principais, estão Marcella Borges, José Ailton, Rodrigo Hermesmeyer e os paraenses Tiago Assis, Yasmin Souza, Allan Araújo, Arthur Furtado e Bruna Pojo. Mesmo com a experiência na montagem de vários balés de repertório, como "Lago dos Cisnes", "Giselle", "Dom Quixote", "Quebra Nozes" e "Coppelia", "O Corsário", balé completo em 3 atos, com orquestra, é um projeto desafiador para Ana Unger, que assina a direção artística, pois a riqueza de detalhes dos elementos cênicos, cenários, figurinos e um elenco de 60 integrantes com solistas de altíssimo nível técnico, exigiram de toda a equipe de produção muita dedicação e profissionalismo. “O aprimoramento do Corpo de Baile, com dois elencos diferentes, oportunizando a participação dos bailarinos que passaram na audições, com ensaios extras e muita dedicação de ensaiadores e dos próprios jovens bailarinos, foi o mais desafiador de todo o processo. Compartilhar a pesquisa e estudo de outras grandes produções, e reunir todos os nossos conhecimentos de dança clássica, mímica corporal dramática, teatro e participações em mais de 18 óperas ao lado de grandes diretores, nos permitiu conduzir com tranquilidade as dinâmicas e ensaios com figurantes, solistas e corpo de baile”, explicou Ana Unger. O balé será tocado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto. De acordo com Ana Unger, a regência do maestro Miguel é brilhante. “Campos Neto torna emocionante esse casamento de música e movimento. A OSTP está em um dos seus melhores momentos. A sensibilidade do maestro, com os andamentos e seu entendimento e respeito do balé, as pausas para a respiração dos bailarinos, aplausos, principalmente nos 'Grand Pas', quando solistas precisam desse tempo entre uma variação de alto nível técnico e virtuosismo. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, explicou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44955/theatro-da-paz-apresenta-versao-inedita-do-bale-de-repertorio-o-corsario Anterior Próximo

  • Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público | Theatro da Paz

    < Volte Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público Lorena Saraiva (Ascom/SECULT) 14 de abr. de 2024 A programação prossegue com palestras e a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, em frente à sede da instituição, que completa 123 anos O "Domingo da Memória", exposição de documentos históricos do Arquivo Público do Estado do Pará (Apep), no Theatro da Paz, abriu a programação comemorativa aos 123 anos do equipamento cultural na manhã deste domingo (14). A iniciativa é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), à qual o Theatro é vinculado, e conta com mediação de alunos dos cursos de História e de Arquivologia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Para Leonardo Torii, diretor do Arquivo Público, a exposição visa apresentar e ampliar o conhecimento sobre o espaço. “A ideia de vir domingo para a Praça da República é atingir um público muito maior, que não costuma ir ao Arquivo. É mostrar bem essa diversidade de documentos dentro do Arquivo Público”, explicou o gestor. Kadson Oliveira, 46 anos, natural de Santarém, teve seu primeiro contato com o Arquivo Público na abertura da exposição. “A gente, apesar de ser do Pará, tem muitas coisas da história que a gente não conhece. E ter acesso a essas imagens desses documentos nos faz refletir sobre a importância que foi essa luta, a importância que foi essa temática da Cabanagem, e como os povos daquele momento foram fundamentais pra todo esse processo. Tá sendo maravilhoso”, disse Kadson. Palestras - A programação comemorativa continua na segunda-feira (15), a partir de 09h, na sede do Arquivo Público, com palestras sobre os temas “Os 60 anos do golpe civil-militar de 1964 e os conflitos agrários na Amazônia”, com o professor Thiago Broni, da Escola de Aplicação da UFPA, e “Os arquivos como instrumentos de memória e esquecimento”, com a professora Mônica Tenaglia, da Faculdade de Arquivologia da mesma instituição. Na terça-feira (16), o público poderá conferir a mostra "Ditadura e os conflitos agrários nos documentos do DOPS", aberta à visitação até o dia 30 deste mês, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Também a partir do dia 16 de abril, quem transitar pela Travessa Campos Sales poderá conferir a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, na fachada do Apep, cujo prédio é tombado desde 1982. A exposição é composta por sete painéis, que contam a trajetória do Arquivo Público do Pará. Texto: Lorena Saraiva - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53286/exposicao-de-documentos-historicos-abre-programacao-comemorativa-do-arquivo-publico Anterior Próximo

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