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- Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jun. de 2023 Balé “O Corsário” é apresentado pela primeira vez no Pará e surpreende no Theatro da Paz Foto: Lucas Mont/ SECULT Dois sonhos que se realizaram na Grand Premier do balé de repertório “O Corsário”. A estudante do ensino médio Jéssica Carmo, desde bem pequena, desejava assistir um espetáculo de balé e conhecer o Theatro da Paz. Ela só não imaginou que realizaria os dois sonhos em um só dia. “Eu ganhei da minha tia o ingresso para “O Corsário” e aqui estou eu conhecendo o templo paraense das artes. Estou maravilhada com tanta beleza. O espetáculo foi lindo e espero que essa temporada retorne para que mais pessoas possam assistir também”, afirmou a estudante. Regado de muita emoção e saudade do primeiro semestre da temporada 2023 do Theatro da Paz, a noite de estreia de “O Corsário” celebrou conquistas importantes das atividades artísticas do teatro monumento, é o que afirma a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. “Queremos agradecer a presença do público e a todos os trabalhadores e trabalhadoras do Theatro da Paz, os músicos que fazem nossos corpos artísticos e nos emprestam seus talentos. Nesta noite vivemos uma experiência que vai ficar marcada na trajetória do Da Paz. Uma parceria entre o Governo do Pará e a Companhia de Dança Ana Unger, com apoio do Colegiado de Dança do Pará, realizou pela primeira vez, audições para selecionar 60 bailarinos de várias companhias para compor o balé “O Corsário”, apresentado completo pela terceira vez no Brasil e pela primeira vez em nosso Estado. Uma superprodução que realizamos com ajuda dessa turma que está na coxia, no cenário, figurino, iluminação, som, um batalhão que faz a cultura e a arte”, explica a secretária. De acordo com Daniel Araujo, diretor do Theatro da Paz, a montagem paraense, além dos 60 bailarinos selecionados por audições, conta com 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, gerando um intercâmbio importante para a formação do corpo de balé local. “É de extrema importância apresentar esse gênero artístico para o nosso público que já está habituado a outros estilos da música clássica, principalmente pela valorização do profissional de dança que carrega história, tradição e apresentá-lo ajuda a preservar essa herança cultural”, disse. Enredo - "O Corsário" é um ballet clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O ballet foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus, e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de ballet em todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus pas de deux emocionantes. Embora "O Corsário" seja um ballet e não uma obra de música clássica, a sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e pas de deux que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos, mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, afirmou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45092/bale-o-corsario-e-apresentado-pela-primeira-vez-no-para-e-surpreende-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebrou a amizade entre Brasil e Azerbaijão | Theatro da Paz
< Volte Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebrou a amizade entre Brasil e Azerbaijão Apresentação musical na noite da última quinta-feira (26) promoveu o intercâmbio cultural entre paraenses e músicos do país localizado no Cáucaso 27 de out. de 2023 Apresentação musical na noite da última quinta-feira (26) promoveu o intercâmbio cultural entre paraenses e músicos do país localizado no Cáucaso A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), apresentou no palco do Theatro da Paz, na noite desta quinta-feira (26), o “Concerto da Amizade Azerbaijão-Brasil”, sob a regência do maestro convidado Abuzar Manafzade e com a participação dos solistas Václav Pacl, Karen Danger-Manafzade, Nijat Masimov e Sultan Huseyn. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Em uma breve cerimônia que aconteceu no palco, a secretária de Estado de Cultura (Secult), Ursula Vidal, deu as boas-vindas aos convidados e à plateia. “É uma enorme satisfação receber esse público maravilhoso e a nossa extraordinária orquestra nesta noite de encontro em que celebramos o intercâmbio cultural e a amizade entre o Brasil e o Azerbaijão por meio da música”, afirmou. O embaixador do Azerbaijão no Brasil, Rashad Novruz também esteve presente no concerto. “Estamos muito felizes com esta visita ao estado do Pará e à Amazônia, celebrando, por meio da música, a amizade entre nossos países e a oportunidade de apresentar um pouco da nossa rica cultura e da nossa história este povo tão caloroso”, declarou. Programa musical - A primeira peça que foi executada, o ‘concerto para piano nº1’, além de ser uma das obras mais famosas e significativas do compositor alemão Johannes Brahms, é uma obra-prima do repertório pianístico e uma das mais desafiadoras. Para executar o solo de piano dessa peça, a orquestra teve a participação de Václav Pákl, da República Tcheca, demonstrando todo seu virtuosismo ao piano. O concerto é composto por três movimentos, o primeiro, marcado como ‘Maestoso’, conta com uma introdução seguida por temas líricos e dramáticos. O segundo movimento, ‘Adagio’ é mais suave e introspectivo. O terceiro movimento, ‘Rondo: Allegro non troppo’, é enérgico, com passagens rápidas e brilhantes para o pianista. E a segunda parte foi especial para a OSTP, que executou composições típicas do Azerbaijão, sendo uma delas um concerto composto pelo maestro convidado Abuzar Manafzade, que demonstrou grande capacidade técnica em suas composições. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público | Theatro da Paz
< Volte Sinfônica do Theatro da Paz interpreta Beethoven em concerto com grande público Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de abr. de 2024 Espetáculo do célebre compositor clássico, reuniu a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) com a regência do maestro Miguel Campos Neto Nem a chuva forte impediu o público de prestigiar toda a genialidade de Ludwig van Beethoven (1770-1827) interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) em mais um concerto de temporada, que aconteceu, na noite da quinta-feira (25), no Theatro da Paz. Com a regência do maestro titular, Miguel Campos Neto, e a participação especial do violinista, Justo Gutierrez, o concerto "Homenagem a Ludwig van Beethoven" emocionou o público. A obra que abriu o concerto da Sinfônica, "Coriolano", Op. 62, de Ludwig van Beethoven, foi escrita como abertura de uma peça, conhecida como música incidental e é uma obra musical extraordinária que captura a intensidade e a tragédia da peça de Shakespeare. Composta em 1807, a abertura reflete o tumulto emocional e os conflitos internos do herói romano Coriolano. Beethoven emprega uma gama de técnicas musicais inovadoras para retratar a luta entre o indivíduo e a sociedade, incluindo contrastes dramáticos entre temas majestosos e agressivos. A abertura é uma manifestação vívida da genialidade musical de Beethoven, sua habilidade em transmitir narrativas emocionais e sua profunda compreensão da condição humana. “É uma peça que passados alguns séculos continua a emocionar e inspirar a todos nós ouvintes. Eu e minha família somos fãs da OSTP e não perdemos nenhum concerto e como o maestro Miguel sempre diz ‘o público que acompanha a OSTP, já compreende o repertório clássico’ e na minha humilde opinião, este é um destaque importante das contribuições mais significativas de Beethoven para o repertório sinfônico”, revelou entusiasmado Pedro de Souza, 58 anos, assíduo frequentador do Theatro da Paz. Em seguida, veio ‘Romance em Fá maior para violino e orquestra Nº 2, Op. 50’, de Ludwig van Beethoven, uma obra que encanta os amantes da música clássica com sua beleza expressiva. Escrito em 1802, este romance é um exemplo brilhante da habilidade de Beethoven em evocar emoções profundas por meio de sua composição. Com um diálogo magistral entre o violino, solado pelo violinista Justo Gutierrez, e a orquestra, a peça transportou o público para um mundo de delicadeza e graciosidade musical. O Romance em Fá maior Nº 2 é uma verdadeira joia do repertório clássico, capaz de emocionar e cativar os ouvintes com sua beleza e expressividade incomparáveis. “Essa peça foi um presente para mim. Ela está mais próxima do classicismo, ou seja, do primeiro período de Beethoven e tecnicamente é bem difícil, mas o desafio não tirou a emoção de tocar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. É sempre um prazer estar com os colegas, ainda mais homenageando o gênio que foi Beethoven”, afirmou Justo, que é o spalla da OSTP. Encerrando o concerto em homenagem ao compositor que revolucionou a música clássica, a OSTP interpretou A 5ª Sinfonia de Beethoven, que se tornou universalmente conhecida pelos quatro impactantes acordes, imediatamente identificáveis e que marcam sua famosa abertura. Interpretada pela primeira vez em Viena, Áustria, no dia 22 de dezembro de 1808, durante um concerto histórico que apresentou várias obras importantes do próprio Beethoven, a 5ª Sinfonia é uma das obras mais emblemáticas e influentes da música clássica. Composta entre 1804 e 1808 é dividida em quatro movimentos, com o primeiro movimento marcado por uma intensa tensão dramática que se desenvolve em um poderoso clímax. O segundo movimento, em contraste, apresenta uma atmosfera serena e contemplativa, enquanto o terceiro movimento retorna à energia e vitalidade características de Beethoven. O quarto movimento traz uma explosão triunfante de energia, culminando em um final exuberante e inesquecível. A 5ª Sinfonia de Beethoven cativou os ouvintes e transmitiu uma mensagem universal de triunfo sobre a adversidade e a luta pela liberdade individual e culminou em muitos aplausos no final do concerto. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53639/sinfonica-do-theatro-da-paz-interpreta-beethoven-em-concerto-com-grande-publico Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 23 de set. de 2024 Composições de Dona Onete, Paulo André e Ruy Barata e Chico Sena, estão no repertório do espetáculo às 20h desta quarta-feira, com ingressos a R$ 2 Nesta quarta-feira (25), a Amazônia Jazz Band (AJB) sobe ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto inédito dedicado exclusivamente à música paraense. Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a apresentação intitulada "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" trará um repertório exclusivo de composições paraenses, todas rearranjadas especialmente para a big band. “É a primeira vez que a Amazônia Jazz Band apresenta um concerto inteiro de música paraense. Nosso objetivo é que a Big Band seja conhecida pelo som amazônico, pelo repertório que remete à nossa própria região”, explicou o maestro Elias Coutinho, ao contar que esse trabalho de valorização do repertório regional tem sido uma das principais diretrizes da AJB nos últimos anos. O programa da noite inicia com “Indauê Tupã”, de Paulo André e Ruy Barata, uma canção gravada em um dos primeiros discos de Fafá de Belém. Em seguida, o público poderá apreciar “Ao Pôr do Sol”, de Firmo Cardoso e Dino Souza, que, conforme destaca Elias Coutinho, “é um verdadeiro hino que, mesmo após décadas de seu lançamento, continua sendo cantado por todas as gerações”. Depois, a AJB apresenta “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena, seguida por “Sinhá Pureza”, de Pinduca, e “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete, ambas com arranjos de Kim Freitas. Na nova roupagem, a sonoridade jazzística se alia às melodias já conhecidas do público. “Não pretendemos fazer algo igual ao que já foi feito, mas sim apresentar ao público uma nova experiência sonora”, ressalta Coutinho. O repertório também inclui “Bom Dia Belém”, de Adalcinda Camarão e Edyr Proença, que traduz uma homenagem à capital paraense, e “Esse Rio é Minha Rua”, de Paulo André e Ruy Barata, que descreve poeticamente a vida na Amazônia. Para o maestro, “essas músicas falam diretamente com o público, pois representam diferentes facetas do Pará, do cotidiano da capital à vida ribeirinha”. Rafael Rocha, que tem se destacado como um dos principais nomes no arranjo para big bands no Brasil, também colaborou com os arranjos. Ele trabalhou em parceria com Daniel Serrão e Thiago de Albuquerque, dois grandes músicos paraenses, e o trabalho resultou em arranjos que integram elementos característicos da música regional ao formato jazzístico da Amazônia Jazz Band. O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" é uma realização do governo do Pará, via Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), da Academia Paraense de Música e do Theatro da Paz. “É um grande orgulho poder apresentar esse concerto somente com composições e arranjos das nossas músicas. Qualquer paraense vai poder prestigiar e se emocionar”, conclui Elias Coutinho. Serviço : O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense", da Amazônia Jazz Band, será realizado no Theatro da Paz, nesta quarta-feira (25), às 20h. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 por pessoa. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Anterior Próximo
- Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 6 de set. de 2024 Recital trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos e emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico O Duo Azulay, formado pelos irmãos Adriana e Humberto Azulay, brilhou no palco do Theatro da Paz na noite da última quarta-feira (04), em uma apresentação memorável dentro da programação do XXIII Festival de Ópera, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O recital, que trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos, emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico. O duo, que existe desde 2009, demonstrou sua afinidade musical ao executar obras de grandes compositores como Carlos Gomes, J. Strauss e Bizet. A apresentação, que incluiu aberturas e árias emblemáticas, surpreendeu o público com interpretações vibrantes e cuidadosas, fruto da intensa preparação para o festival. Uma das grandes surpresas da noite foi a participação de um casal de bailaoures que encantou o público com uma apresentação de dança vibrante durante a suíte da ópera “Carmen”, de Bizet. Ao som da icônica Danse Boheme, o casal trouxe ainda mais vida à música, em uma performance que elevou o nível artístico da noite. "Foi inesperado e emocionante. A dança flamenca ao som de Carmen foi o ponto alto da noite, sem dúvida", comentou o espectador Augusto Câmara. A participação no Festival de Ópera do Theatro da Paz foi um marco na carreira dos irmãos. "É sempre uma honra participar de um evento tão importante para a cultura paraense. Esta é a nossa primeira vez no festival, e estamos muito emocionados", destacou Humberto. Adriana, por sua vez, falou sobre a emoção de tocar em um dos teatros mais históricos do Brasil. "O Theatro da Paz é um espaço que carrega muita história e significado para nós. Tocar aqui, dentro da programação do festival, é um momento único", afirmou. Entre o público presente estava Cléia Miranda, de 84 anos, que conhecia Adriana Azulay e decidiu apostar no talento da dupla ao assistir ao recital. "Eu já acompanho o trabalho da Adriana há muito tempo, e sempre acreditei que eles chegariam longe. Vim ao teatro porque sabia que seria uma apresentação grandiosa, e não me decepcionei. Foi uma noite maravilhosa, cheia de emoção", declarou Cléia, visivelmente emocionada. O recital foi cuidadosamente estruturado, dividindo-se em duas partes. Na primeira, os irmãos Azulay executaram peças como a Protofonia de "Il Guarany" de Carlos Gomes e a abertura da ópera "O Morcego" de J. Strauss. Na segunda parte, destacaram-se as obras de Bizet, com uma brilhante interpretação da suíte de Carmen, que incluiu, além da Danse Boheme, trechos como "Habanera" e "Les Toreadors". Adriana Azulay também ressaltou a importância de tornar a música clássica acessível a todos. "Nosso papel enquanto artistas é levar essa arte a todos, de maneira acessível, e o Festival de Ópera permite essa experiência", afirmou. O duo, além de executar com maestria as obras escolhidas, também criou uma conexão com o público, tornando o recital uma experiência imersiva e emocionante. A noite no Theatro da Paz foi marcada não apenas pela beleza das interpretações, mas também pela celebração da música clássica em um dos mais belos palcos do Brasil. Com a promessa de surpresas no repertório, o Duo Azulay cumpriu sua missão de oferecer uma apresentação inesquecível, deixando o público em êxtase. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz segue com uma programação rica e variada, reafirmando o compromisso de promover grandes produções e valorizar artistas como Adriana e Humberto Azulay, que mais uma vez mostraram sua excelência no cenário da música clássica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59413/duo-azulay-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band abre oficialmente o AMAjazZON Festival na capital paraense | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band abre oficialmente o AMAjazZON Festival na capital paraense Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 10 de ago. de 2023 Iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) O que a história do jazz nos conta é que este gênero musical tem a capacidade de envolver outros estilos musicais e de se miscigenar com as músicas e ritmos de todo o mundo. Assim, na noite de quarta-feira (9), no Theatro da Paz, foi lançado o AmaJazzOn Festival, evento que converge culturas da Bacia Amazônica, com biodiversidade e conhecimento dos povos ancestrais que aqui se misturam, se firmando como um evento de referência da economia criativa no Brasil e no mundo. O lançamento do AmaJazzOn Festival teve como atração principal a Amazônia Jazz Band (AJB), com um repertório cuidadosamente selecionado. Produzido pela Connecting Dots, a iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Além do público, que nunca decepciona, o lançamento contou com a participação da Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal; de Fernando Sousa, um dos organizadores do AmaJazzOn Festival, do Embaixador da República da Colômbia junto a República Federativa do Brasil, Guillermo Rivera, acompanhado de sua esposa, Dra. Marixa Guerrero. A secretária Úrsula Vidal em sua fala exaltou os povos amazônicos. “Somos povo do mato sim; povo da cidade; povo da floresta; povo dos campos; povo da várzea; povo das águas; e o povo que produz e pulsa cultura, tradição e ancestralidade. E será este povo que vai mostrar para o mundo a solução para crise climática que enfrentamos. Respeite a Amazônia! Respeite o povo da floresta!”, encerrou sob muitos aplausos do público. O AMAjazZON se propõe a ser um festival de jazz internacional na Amazônia, que promete oferecer uma experiência musical única em meio à exuberante natureza da região. Amor à Amazônia através da linguagem universal da música, num estilo musical internacional que incluirá artistas locais, com impacto social-econômico-ambiental relevante. De acordo com Fernando Sousa, um dos organizadores do Festival, o AMAjazZON será uma celebração única da magia do jazz e de encontro com a cultura do Brasil. "Lançamos o AmaJazzOn no decorrer dos ‘Diálogos pela Amazônia’ por considerar Belém como uma cidade perfeita, consciente da sua importância ao transmitir uma mensagem de preocupação ambiental para todo o mundo. Queremos que em curto prazo Belém do Pará se torne um dos maiores centros de convergência de culturas no mapa mundi, atraindo turistas e entusiastas de música de qualidade e conscientes da importância que a Amazônia”, explicou Fernando.Diane Santana, de Palmas no Tocantins, que estava em Belém para a Cúpula da Amazônia se disse muito emocionada. “A gente ouve falar de Amazônia e parece ser outro país e, de fato, é. O Brasil não conhece o Brasil. Belém é maravilhosa, quente, com o povo mais acolhedor do planeta. Que orgulho sentimos de ser brasileiros e de ter o Pará sediando a COP 30”, declarou. O Concerto A AJB trouxe um repertório de alto nível, com obras como "Blues for Mr. P" de Jim Martin, a clássica "Summertime" de George Gershwin, "Magic Flea" e "A Warm Breeze" de Sammy Nestico, e a icônica "Georgia on My Mind" de Hoagy Carmichael, em um brilhante arranjo de Dave Barduhn. A energia contagiante continuará com "The Jazz Police" de Gordon Goodwin, "The Blues Machine" e "Don't Get Around Much Anymore" em arranjos de Sammy Nestico e Roger Pemberton, respectivamente. Prepare-se também para se surpreender com a magistral "Mam-Bop" de Arturo Sandoval e o clássico "Straight No Chaser" de Thelonious Monk em um arranjo emocionante de John La Barbera. O concerto contou ainda com a participação da cantora colombiana Cecília Silva Caraballo, que brindou o concerto com sua voz quente e potente, trazendo todas as cores e sons de seu país. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Fotos: Lucas Mont Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46229/amazonia-jazz-band-abre-oficialmente-o-amajazzon-festival-na-capital-paraense Anterior Próximo
- Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe 'Cantoria Amazônica, um hino de luta em defesa das mulheres' Helena Saria (SEMU) 23 de ago. de 2023 Evento promovido pelas Secretarias das Mulheres (Semu) e da Cultura (Secult) reuniu arte e conscientização pelo fim da violência contra as mulheres Um espetáculo empolgante no Theatro da Paz, em Belém, na noite de terça-feira (22), com o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) e a participação das cantoras Gigi Furtado, Alba Mariah e Lucinha Bastos, emocionou os espectadores. O evento intitulado "Cantoria Amazônica: Todas as Vozes em Defesa das Mulheres" uniu música, cultura e engajamento social para marcar a programação do "Agosto Lilás". O referido mês é dedicado à conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. No Pará, a iniciativa do governo do Estado mobilizou as secretarias estaduais de Cultura (Secult), das Mulheres (Semu), e, ainda, o Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). "É um momento muito importante, muito significativo. A Secretaria, com apenas cinco meses de criação, no ano que a lei Maria da Penha completa, 17 anos e o governador do Estado cria a Secretaria, que tem esse poder articulador de trabalhar as políticas de forma transversal", expressou a Secretária Paula Gomes. "E hoje nós estamos aqui no Teatro da Paz, junto com a Secretaria de Cultura, promovendo um evento de conscientização, de combate à violência, reunindo a rede de enfrentamento à violência, mas, principalmente, passando essa mensagem para toda a sociedade, da importância da gente conscientizar e combater a violência contra as mulheres. Então, esse momento é muito significativo." Ursula Vidal, secretária de Cultura, falou sobre a Semu: "A Secretaria das Mulheres brilha forte com um brilho muito raro de coragem nessa articulação e nessa transversalidade, porque é um brilho de luta, de reconhecimento pelas que vieram antes de nós, é um brilho de esperança num Pará mais justo, mais solidário, de mais direitos plenos para as mulheres, é uma secretaria de mulheres muito fortes, de mulheres muito generosas e corajosas, porque se colocam nesse fronte de batalha também, para que o Estado garanta tudo o que a lei prevê e que muitas vezes nós demoramos muito para acessar e para consolidar", finaliza. Para Daniel Araújo, diretor do Teatro da Paz, o evento foi um esforço para erguer um muro de conscientização: "O trabalho de hoje é justamente colocar mais um tijolinho nesse muro enorme que a gente precisa erguer, um muro de conscientização, erguer essa força de união da sociedade, de todos os setores, quer sejam as instituições governamentais, não governamentais, o cidadão comum, as pessoas que estão vindo hoje para o concerto, e poder fazer parte desse momento com o nosso trabalho, sediando esse momento tão importante nessa casa, que tem um valor simbólico, um valor histórico tão grande para a nossa cultura, e que isso também seja usado em prol dessa causa." A premiada Lays Parães compartilhou sua história de superação e o compromisso de inspirar outras mulheres: "Eu vivi algo maravilhoso que eu nunca imaginei na vida. [...] E estar aqui hoje é muito importante porque é uma superação e a gente vai poder contar, vai poder mostrar e incentivar cada vez mais outras mulheres a não abaixar a cabeça, a lutar pelos seus objetivos, a denunciar as agressões que elas vêm sofrendo e, principalmente, na sala de aula, a gente conscientizar as nossas crianças porque são elas o futuro." “Só queria agradecer a nossa secretária, Paula Gomes. O evento foi maravilhoso, acho que buscou tudo o que o povo estava querendo ver. A verdade é a mesma, a voz da mulher”, explicou Liane Dias, diretora de Políticas Sociais do Parapaz. Lucinnha Bastos, cantora, resumiu a experiência: "Uma energia boa, né? Mulherada cantando com a gente, isso é mais bonito ainda. [...] A gente precisa entender que existe o medo, que existe o constrangimento, ainda existe isso. Mas a gente vai vencer a cada dia, principalmente com a informação e com a força de todo mundo junto." Anterior Próximo
- Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Harpa e flauta encantam público na abertura da Série Música de Câmara no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de fev. de 2024 Iniciativa do governo do Pará teve casa cheia, em uma realização da Secretaria de Cultura (Secult), Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) Mesmo com a intensa chuva que caiu sobre Belém, na noite da última terça-feira (6), o público amante da música erudita não se deixou abater. O "Foyer" do Salão Nobre do Theatro da Paz foi palco da primeira edição de 2024 da Série Música de Câmara, que cativou a plateia com a suavidade lírica da harpa e a delicadeza etérea da flauta, apresentadas pelas talentosas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O repertório foi cuidadosamente selecionado para permitir que os dois instrumentos pudessem ser tocados juntos, criando uma combinação harmoniosa e relaxante, que evocou uma sensação de serenidade e beleza. Os dois instrumentos têm qualidades sonoras que se complementam, proporcionando uma experiência auditiva encantadora. A estudante de direito Jessica Souza, que chegou ao Theatro da Paz debaixo de chuva, compartilhou sua experiência. “Como trabalho aqui perto, ouvi falar do concerto, mas não me programei para vir. Mas, como estava pertinho daqui quando a chuva caiu, corri para cá na tentativa de esperar a chuva passar ouvindo uma boa música e amei. Me senti dentro de um sonho. Foi emocionante e quero repetir essa sensação de bem-estar. Vou me informar melhor sobre a programação do teatro e não faltarei a mais nada”, afirmou a estudante. A música de câmara, onde um pequeno grupo de músicos toca em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Esta forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferecendo uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e ser ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. A interação direta com os colegas também estimula a criatividade, a experimentação e a busca por novas interpretações musicais. Além disso, a prática da música de câmara contribui para a formação de uma identidade musical própria de cada músico. Ao interpretar obras em conjunto, os músicos são desafiados a expressar sua individualidade e personalidade artística, contribuindo para uma interpretação única e autêntica da obra. Essa autonomia e liberdade interpretativa fortalecem a confiança e a autoestima dos músicos, incentivando-os a explorar novas possibilidades musicais. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, proporcionando aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, e permitindo que eles destaquem sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, possibilitando a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas. Ela também contribui para a formação da identidade musical de cada músico, entre outros benefícios”, finalizou Henriane. O evento foi uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto de Úrsula Pereira / Assessoria de Comunicação do Theatro da Paz Anterior Próximo
- UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba | Theatro da Paz
< Volte UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba Por Dani Franco (SEAC) 20 de mar. de 2023 Cerca de 500 pessoas prestigiaram as programações paralelas em todos os espaços do complexo, na tarde do domingo (19) Olhos e ouvidos atentos. No palco, Bela e Fera valsavam a canção-tema do filme famoso, em seguida a princesa Moana levantava o público que fazia coro na música dublada pela personagem, emocionando as crianças e adolescentes que lotaram o teatro da Usina da Paz Antônia Corrêa, em Marituba. As personagens se apresentaram pela primeira vez numa edição do projeto Conecta da Paz, que abriu a programação de aniversário da UsiPaz neste domingo, 19 de março. Com programações paralelas em todos os espaços do equipamento, a Usina da Paz recebeu cerca de 500 visitantes durante toda a tarde do domingo. Além da feira gueek, just dance e concurso de cosplay do Conecta da Paz, houve ainda torneio amistoso de boxe, feira de economia criativa, demonstração de canoagem no furo Maguari Açu e grande show com Amazônia Jazz Band, Keila e Gigi Furtado. Frequentadora da Usina da Paz desde o início das atividades no complexo, a moradora Ester Cardoso frequenta as aulas da turma de boxe e disse estar muito feliz em comemorar o aniversário. "Eu faço aula de boxe e vim aqui pra ver a competição do amistoso e também os shows. Estou vendo tudo muito lindo, uma programação enorme e estou muito feliz de estar aqui porque já participo da usina", afirmou ela. Para a secretária Adjunta de Cidadania (Seac), Alessandra Amaral, o aniversário da UsiPaz é um marco na transformação dos moradores locais. “Este é o primeiro ano da usina, enquanto estrutura física, mas o trabalho na comunidade do bairro Nova União e de todo o entorno começou muito antes, lá em 2019, quando nós demos início ao Programa TerPaz. Por isso comemorar este aniversário é uma alegria tão grande, pois estamos vivenciando essa profunda transformação. Nós só temos a agradecer ao Governo do Estado por manter esse olhar cidadão”, avalia Alessandra Amaral. “Nós conseguimos diminuir a violência e criminalidade a partir de uma transmutação no pensamento dos jovens da comunidade. Antes a preocupação deles era em como esconder uma arma, por exemplo. Hoje eles estão ocupados com outras atividades, estão exercitando a criatividade e vivendo isso aqui no complexo. Isso é uma verdadeira transmutação porque está sendo modificado desde a base. Pra nós, ver toda essa mudança de forma palpável é o grande motivo dessa festa”, analisa a coordenadora geral da Usina da Paz Antônia Corrêa, Kátia Santos. Elaborada pelo Governado do Pará e coordenada pela Seac, as Usinas da Paz integram o Programa TerPaz e têm suas atividades realizadas em parceria com as secretarias estaduais de Esporte e Lazer (Seel), de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), Cultura (Secult), Saúde (Sespa), Comunicação (Secom), Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Trabalho Emprego e Renda (Seaster), Educação (Seduc), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme) Fundação Carlos Gomes, Fundação ParáPaz, Funtelpa, Fundação Cultural do Pará (FCP), Corpo de Bombeiros, Fábrica Esperança, Banpará, Prodepa, Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Ideflor-Bio, Polícia Civil, Polícia Militar, Credcidadão, além de parcerias com associações da sociedade civil e ONGs. Festa plural Tendo o esporte como uma das características da UsiPaz Antônia Corrêa, a comemoração de aniversário contou também com demonstração de um amistoso de boxe no espaço de dojô. Já a Escola de Canoagem Caruanas, levou mais de 24 crianças da comunidade em um breve passeio pelo furo Maguari Açu, braço do rio Uriboca que circunda a Usina da Paz, além de passar instruções para cada uma das crianças. Segundo Alan Boradallo, um dos instrutores da Escola, a ideia é despertar nas crianças e adolescentes um olhar para o esporte e pela preservação da natureza. Outro ponto da festa, além de bolo e parabéns, foi o de agradecimento entre os parceiros. A coordenadora de cultura das Usinas da Paz, Elane Guedelha, da Secult, acredita que é por conta dessa transversalidade que as UsiPaz têm conseguido alcançar o objetivo de atender as comunidades. “O trabalho que foi feito nos territórios é anterior a este momento. No ano passado, com a efetivação do equipamento Usina, a gente veio trabalhando as vivências formativas, através dos cursos e oficinas artísticas e para este momento trouxemos a Amazônia Jazz Band com duas cantoras convidadas e mais a Feira Criativa e Solidária com produção exclusivamente de mulheres de coletivos aqui de Marituba. Então existe a apreciação artística, mas também o fortalecimento das pessoas criativas da comunidade”, explica a coordenadora da Secult, Elane Gadelha. Todo artista tem que ir aonde o povo está “Sempre estive no meio do povo, no meio das pessoas. Acho que é esse o lugar do artista. Então estar aqui na Usina da Paz, pela primeira vez, é um presente não apenas para o aniversário da usina, mas é um presente pra mim também”. A declaração da cantora paraense Gigi Furtado retrata o entusiasmo com o qual a Amazônia Jazz Band subiu ao palco montado na UsiPaz. Convidada especial da festa, ela e a cantora Keila Gentil se apresentaram no início da noite ao lado da AJB, promovendo acessibilidade cultural na região. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade no entorno das UsiPaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Theatro da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, que também esteve presente. A emoção em ver a orquestra pela primeira vez foi vivenciada por vários dos presentes. A dona de casa Maria de Fátima e seus dois filhos, Guilherme e Carlos Eduardo, confirmaram. “Foi emocionante ver a apresentação da Amazônia Jazz Band aqui na Nova União. Meu filho Guilherme faz iniciação musical na Fundação Carlos Gomes e sonha em estar no palco. Ver que a Amazônia veio até aqui, mostrou para a gente que ele pode estar um dia lá”, disse emocionada. Além do público, os próprios artistas se emocionaram com o momento. A cantora Keila, disse que a apresentação foi um motivo de muito orgulho. “É uma satisfação enorme voltar à periferia, que é lugar de onde eu vim. e poder devolver o meu fazer, a música. Eu espero que a cada dia mais jovens percebam a potência que está naquilo que de melhor a gente sabe fazer e se coloquem no mundo fazendo a diferença”, finalizou. De acordo com a Seac, a Usina da Paz Antônia Corrêa realizou pouco mais de 145 mil beneficiamentos diretos à população em seu primeiro ano de funcionamento. O complexo atua com ações de inclusão social e reúne ações inter-setoriais de secretarias e órgãos parceiros, como emissão de documentos, cursos profissionalizantes, empreendedorismo, cultura, esporte, lazer e assistência à saúde. O complexo da Usina da Paz Antônia Corrêa está localizado na Rua Bom Sossego, s/n, no bairro Nova União, em Marituba, Região Metropolitana de Belém. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva 'Vozes em Defesa das Mulheres' ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 20 de ago. de 2023 Cantoras convidadas, Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria vão interpretar clássicos da música brasileira O Theatro da Paz receberá na próxima terça-feira (22), as 20 h, o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB) “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”, regido pelo maestro titular Eduardo Lima. O evento terá a participação das cantoras paraenses Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria, que apresentarão um repertório com a força e a determinação da luta contra a violência de gênero, com homenagem à Lei Maria da Penha. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), com a parceria da Secretaria de Estado das Mulheres (Semu). Para Eduardo Lima, “o concerto do dia 22 está, como sempre, muito especial”. Como primeiro número, a AJB apresentará “Mercy, Mercy, Mercy”, de Joe Zawinul, com arranjo de Phil Wilson; “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor, com arranjo de Mark Taylor, e “Caravan”, clássico da música mundial, cujo primeiro registro foi feito em 1937 por Duke Ellington. Na sequência, “Fantasy”, com arranjo da Amazônia Jazz Band, e a apresentação de Alba Maria, cantando “Mulheres do Brasil”, música de Joyce Moreno e arranjo do guitarrista Kim Freitas. Lucinha Bastos vai cantar “Maria Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt, com arranjo de Kim Freitas, enquanto a terceira convidada, Gigi Furtado, apresentará a música “Maria da Penha”, de Paulinho Rezende. “Dona de Mim”, música de Arthur Marques, Liliane de Carvalho e Brenda Vidal, com arranjo de Kim Freitas, será interpretada por Gigi Furtado, que também cantará “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan, com arranjo de Kim Freitas. A última canção da noite será “180”, música de Vander Nunes, Diego Trindade e Waston Nunes, com arranjo de Kim Freitas, nas vozes de Gigi Furtado, Lucinha Bastos e Alba Maria. Criada em 2006, a Lei Maria da Penha é um marco na luta contra a violência doméstica no Brasil. Tornou-se um importante instrumento de proteção às mulheres que sofrem agressões físicas, psicológicas, sexuais, morais e patrimoniais. Com a intenção de ampliar a conscientização sobre essa causa tão relevante, Secult e Semu decidiram, em parceria com o Theatro da Paz, dedicar o concerto da AJB a esta conquista social. Serviço : Concerto “Cantoria Amazônica - Todas as vozes em Defesa das Mulheres”. Terça-feira (22), em duas sessões, as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, a partir de 9 h do dia 22, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46490/amazonia-jazz-band-leva-vozes-em-defesa-das-mulheres-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Influência do som caribenho na música paraense marca show da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de jun. de 2023 Concerto contou com a participação especial de cantores paraenses, além da dominicana Xiomara Fortuna e da cubana Vannia Borges. Ritmo caribenho influenciou também dança, culinária, festas populares e outras expressões culturais. A influência do ritmo caribenho na música paraense marcou a noite de uma apresentação cheia de energia realizada pela Amazônia Jazz Band (AJB) na última quarta-feira (21), no Theatro da Paz. O concerto contou com arranjos de Humberto Araújo e do guitarrista da AJB, Kim Freitas, além da participação do cantor, compositor, arranjador e instrumentista de Belém, Marco André, que trouxe convidados. O compositor e produtor musical paraense Manoel Cordeiro; Lia Sophia, cantora e compositora do estado; a dominicana Xiomara Fortuna e a cubana Vannia Borges. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O som produzido no Caribe, como a cumbia, a salsa e o merengue, teve uma grande influência na música paraense, especialmente na região de Belém, o que se deve em grande parte à proximidade geográfica e cultural entre o Norte do Brasil e aquela região. A partir dos anos 70, com a popularização dos discos de vinil e do rádio, esses ritmos começaram a ser incorporados na música paraense, gerando novos estilos, como o carimbó, a lambada e o tecnobrega, criando uma identidade cultural única na região amazônica, que se reflete não só na música, mas também na dança, na culinária, nas festas populares e em outras expressões culturais. “Essa fusão de elementos culturais de diferentes origens gerou novos estilos e formas de expressão cultural na região. A lambada, que se popularizou na década de 1980, o tecnobrega, que surgiu em Belém no final da década de 1990 e até o carimbó, um dos ritmos e dança tradicionais da região amazônica, possuem influências africanas e caribenhas, como a cumbia e o merengue. Ver tudo isso se materializar aqui no Theatro da Paz é de encher os olhos”, afirmou Noele Santana, acadêmica do curso de Música, que aproveitou a oportunidade também para pesquisar sobre o tema. De acordo com Marco André, a música paraense é reconhecida por sua diversidade rítmica e por sua fusão de elementos caribenhos, africanos e indígenas. E para ele, demonstrar isso no palco é uma satisfação. “É uma grande emoção cantar, ser acompanhado pela Amazônia Jazz Band, uma orquestra das melhores que existe no Brasil, uma big band da maior qualidade. As cantoras Xiomara Fortuna e Vannia Borges, a primeira, dominicana, e a segunda, cubana, ficaram encantadas com o que ouviram, com os arranjos que foram feitos pelo Kim Freitas e Humberto Araújo, e com a regência do maestro Eduardo. Todos nós estamos empolgados para fazer uma bela apresentação”, afirmou o cantor. A apresentação foi totalmente captada em imagens que serão extraídas para compor o documentário ‘Porto Caribe’, que navega nas influências que os ritmos caribenhos exerceram sobre a música paraense, cruzando o continente pelas ondas do rádio. O documentário é dirigido por Marco André e produzido pela premiada produtora de ‘Central do Brasil’ e ‘Cidade de Deus’, Elisa Tolomelli e terá a participação de Paulo André Barata, Carlos Santos e Manoel Cordeiro. “A ideia do documentário surgiu quando eu assisti ‘BuenaVista Social Club’ no cinema e pensei que tinha de fazer alguns trabalhos nesse estilo para o meu estado, para a minha região. O primeiro documentário foi ‘Amazônia Groove’, que falava sobre a diversidade da música do Pará. E agora esse é como se fosse um segundo capítulo, em que a gente vai discorrer sobre a influência da música caribenha na nossa música”, encerrou Marco André. 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública - A noite também recebeu a visita dos participantes do 17° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que pela primeira vez é realizado na Amazônia Legal e já está sendo considerado a maior edição, com mais de mil participantes inscritos, com 27 estados brasileiros e Distrito Federal representados. Entre as principais pautas está o reforço às políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará para a redução da criminalidade no Estado. A correalização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e da Universidade do Pará (UFPA) e segue até a próxima quinta-feira (22), com mais de 40 mesas de debates no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. “Trouxemos este grupo para o concerto desta noite para que eles conheçam a Amazônia Jazz Band, a nossa musicalidade, mas também para que conheçam a arquitetura e história do nosso teatro, que é um equipamento fantástico e assim conhecer melhor cultura do Pará e os potenciais que nós temos”. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44816/influencia-do-som-caribenho-na-musica-paraense-marca-show-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo
- Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz
< Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo
