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- Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola | Theatro da Paz
< Volte Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola Bruno Magno (SEDUC) 16 de nov. de 2023 O Fima na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc Estudantes do Instituto de Educação do Estado do Pará (IEEP) e do Colégio Estadual Paes de Carvalho, duas tradicionais instituições de ensino da rede pública, participaram na tarde desta quinta-feira (16), no Theatro da Paz, em Belém, do ensaio aberto do Projeto Fima (Festival Interativo de Música e Arquitetura) na Escola, que teve apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e palestra com o historiador e professor Aldrin Figueiredo. “Eu acho muito importante isso porque é uma questão cultural de Belém, é uma questão de dar visibilidade para os músicos, para a pessoa que toca os instrumentos. Eu acho muito importante porque a gente assiste, e isso a gente vê que é um tipo de arte. É uma coisa bonita, muito legal de se admirar”, disse a estudante Hilary Barra, que cursa o primeiro ano do ensino médio no Colégio Estadual Paes de Carvalho. “Para mim, estar aqui hoje é muito importante estar em contato com a cultura do nosso Estado, com a cultura da música. Muitos alunos não têm essa oportunidade, e pra mim é uma oportunidade muito grande. É muito importante ter essae contato direto com o Theatro da Paz”, completou o estudante Deivisson Daniel Meires Lima, que disse ter ficado encantado com a apresentação da Orquestra Sinfônica. Moradora da Ilha das Onças, que fica em frente a Belém, a estudante Kimberly Nandara Ramos Tavares, que cursa o 1º ano do ensino médio, ficou emocionada ao entrar pela primeira vez no Theatro da Paz. “É muito importante para mim estar aqui, porque eu moro no interior, e é muito difícil a gente vir de lá e conseguir uma coisa aqui. Nem todos têm essa oportunidade, de conseguir vir estudar pra cá e ter oportunidade de conseguir fazer esse curso que eu tô fazendo. Pra mim, é muito importante também estar aqui no Theatro da Paz pela primeira vez, e eu achei bem interessante aqui. Realmente, achei muito lindo”, disse Kimberly Tavares. História e cultura - Além da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, que apresentou aos estudantes as obras de maestros e compositores como Heitor Villa-Lobos, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e do paraense Henrique Gurjão, o evento contou ainda com a participação do professor Aldrin Figueiredo, que falou sobre a história do Theatro e como música e arquitetura se fundem no processo. O Projeto Festival Interativo de Música e Arquitetura na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc. “O Projeto Fima na Escola é de suma importância na formação do repertório pedagógico de nossos alunos e também de nossos professores, por isso que o projeto contemplou oficina de formação para os profissionais de educação, e para os professores no Centro de Formação (CFO). Também nesse segundo momento nós temos um momento de interação e espetáculo diretamente com os nossos alunos da rede estadual, sobretudo de duas escolas históricas importantes, como o IEEP e o Paes de Carvalho. Essa é uma ação do Instituto Cultural Vale em parceria com a Secretaria de Educação. É superimportante e fundamental esse apoio da Secretaria de Educação, e também a participação dos nossos alunos da rede num evento de tamanha grandeza como esse”, ressaltou Augusto Paes, coordenador do Centro de Formação da Seduc. Via: https://agenciapara.com.br/noticia/49106/estudantes-da-rede-estadual-participam-de-ensaio-aberto-do-projeto-fima-na-escola Anterior Próximo
- Ópera "O Menino Maluquinho" | Theatro da Paz
1/1 Visão da Obra Por Matheus Sabbá Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre dessa criança. A partir desses pontos citados por Ziraldo (criador desse universo) em sua história, que começamos a investigar a obra O Menino Maluquinho. Inspirada no famoso livro lançado em 1980, a ópera escrita por Ernani Aguiar conta despretensiosamente a trajetória desse menino que tem a capacidade de brincar com o Tempo, personagem esse que como uma projeção da mente de Ziraldo, nesta montagem, desenha os espaços, as figuras e nos narra os fatos que ocorrem dentro e fora da mente veloz do Menino. O espaço delineado pelo tempo traz uma cidade, como as do interior de Minas, onde Ziraldo cresceu e pode viver momentos que depois seriam mote de suas ideias fantásticas. Essa cidade não é uma cidade comum, pois é apresentada a partir da visão do Maluquinho: desproporcional, com traços não muito exatos, e claro, muito colorida. A partir da criação deste espaço começamos então a embarcar no dia a dia e na forma de ver o mundo sob a visão de Maluquinho. Sua família, suas tarefas diárias, a escola, os sonhos, os medos, seus amigos, o brincar, a liberdade e muitos outros pontos que perpassam a trajetória não só dele, mas de toda e qualquer criança. É um privilégio poder montar uma ópera como essa nos dias de hoje, onde podemos mostrar para a nova geração que se satisfaz somente com uma tela e uma conexão com a internet na maioria dos casos, que existem outras formas de sermos felizes e nos divertir. Liberdade para criança, a criança precisa crescer e viver suas experiências saudavelmente para descobrir a cada estágio de sua vida quem ela verdadeiramente é. Viva Ziraldo! Viva O Menino Maluquinho! Viva a Criança! Ficha Técnica Conheça os artistas que fazem a mágica da ópera O Menino Maluquinho acontecer! Adamilson Abreu Preparador Conheça Alício Silva Assistente de Cenografia Conheça Ana Maria Adade Pianista Conheça Arthur Cavalléro "Menino Maluquinho" Conheça 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 ... 11 Acesse o Programa Acesse
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Coro Carlos Gomes encantam o público com concerto especial de Páscoa Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de mar. de 2024 Na noite desta quinta-feira (28), o Theatro da Paz foi palco de um espetáculo emocionante com a apresentação do "Concerto Especial de Páscoa". Sob a condução da maestra convidada Maria Antonia Jiménez, o evento proporcionou uma experiência musical inesquecível, repleta de obras emblemáticas que tocaram profundamente o coração do público. A plateia, que teve acesso gratuito, testemunhou a magia da música clássica durante o concerto, que contou com a participação do Coro Carlos Gomes e da talentosa solista Clara Nascimento, que encantou a todos com sua brilhante performance na flauta transversal. A maestrina Maria Antonia Jiménez, conhecida por sua habilidade em regência, expressou sua gratidão. "É sempre um privilégio reger a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Este concerto foi lindo e pela reação da plateia, acredito que alcançamos nosso objetivo, já que este é o nosso presente de Páscoa para todos”, compartilhou a maestrina sobre sua participação no concerto. Ana Maria Abreu, de 62 anos, expressou sua emoção após o concerto: "Foi uma noite simplesmente maravilhosa! A música, a atmosfera, tudo estava perfeito. Fiquei emocionada do início ao fim. Foi um presente para nossas almas", finalizou. O programa do concerto incluiu obras marcantes da música clássica, começando com a vibrante Sinfonia Nº 82 de Franz Joseph Haydn, conhecida como "L'Ours", que elevou os espíritos da plateia desde o primeiro compasso. Em seguida, Clara Nascimento se juntou à orquestra para interpretar o "Concertino para flauta, op. 107" de Cécile Chaminade, proporcionando uma experiência musical cativante e envolvente. O ápice emocional da noite foi a execução da cantata sacra "Christ lag in Todes Banden BWV 4" de Johann Sebastian Bach, que ofereceu um momento de profunda reflexão e contemplação para todos os presentes. A maestrina Jiménez destacou a importância deste momento, onde a plateia pôde acompanhar o texto em português, com legendas para o original em alemão, transmitindo uma mensagem de paz e sabedoria para a temporada de Páscoa. Com um programa diversificado e emocionante, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o Coro Carlos Gomes proporcionaram uma noite inesquecível, repleta de música que tocou as almas dos espectadores, celebrando não apenas a tradição da Páscoa, mas também a riqueza cultural e artística de Belém. O concerto foi uma realização do Governo do Pará em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Assessora de Comunicação do Theatro da Paz). Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52839/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-e-coro-carlos-gomes-encantam-o-publico-com-concerto-especial-de-pascoa Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva repertório eclético ao palco do Theatro da Paz O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho 27 de out. de 2023 O concerto vai mostrar ao público clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho Uma mistura de clássicos, música popular feita no Pará, samba, balada, pop e chorinho é a proposta da Amazônia Jazz Band (AJB), que neste sábado (28), as 20 h, se apresenta no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A apresentação começará com a música “Bala com Bala”, arranjo de Nelson Faria, guitarrista, violonista e compositor brasileiro, que integrou a banda de João Bosco por mais de uma década e tocou com outros grandes nomes da música brasileira. Em seguida, “Canto de Ossanha”, um clássico do álbum “Os Afrosambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes”, com arranjo de João Lenhari, trompetista paulista. O repertório prosseguirá com “Brooklyn High”, música instrumental, composta por Nelson Faria; “Estamos Aí”, composta por Maurício Einhorn, gaitista carioca; “Carinhoso”, grande clássico de Pixinguinha, com arranjo feito pelo ex-integrante da AJB, Jonas Hocherman, e “Pauapixuna”, de Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Oliva, carioca que viveu por mais de uma década no Pará. Os músicos da AJB vão mostrar, também de Paulo André Barata, “Indauê Tupã”, com arranjo de Rafael Rocha exclusivo para a Amazônia Jazz Band, como homenagem póstuma a Paulo André. Para finalizar, “Este Rio é Minha Rua”, também com arranjo de Rafael Rocha, e solos de trompete e saxofone tenor. Serviço : O concerto da Amazônia Jazz Band será neste sábado (28), as 20 h, no Theatro da Paz. Os ingressos estarão disponíveis no dia do evento, a partir de 9 h, no site www.ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP, por apenas R$ 2,00. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/ Theatro da Paz Anterior Próximo
- Festival de Ópera 2024 | Theatro da Paz
Confira a Programação do Festival de Ópera do Theatro da Paz 2024. 1/1 PROGRAMAÇÃO ~ ´ MENSAGEM DO GOVERNADOR DO PARÁ A 23ª edição do Festival de Ópera do Theatro da Paz, parte integrante de nosso calendário cultural, celebra não apenas a música erudita, mas também o legado de Giacomo Puccini, marcando o centenário de sua morte com apresentações de "La Bohème" e "Gianni Schicchi". Essas obras exemplificam a genialidade do compositor e reforçam a continuidade da tradição operística que o Pará mantém viva. Além das homenagens a Puccini, o festival de 2024 expande suas fronteiras culturais, apresentando outras formas artísticas. Inclui o musical "O Príncipe do Egito", o "Recital de Piano Duo Azulay", e culmina com a ópera cômica "Gianni Schicchi", proporcionando um panorama diversificado que enriquece nosso legado cultural. Este evento não apenas reafirma nosso compromisso com a preservação da rica tradição cultural do Pará, mas também gera significativa atividade econômica, gerando empregos e destacando o estado como um polo cultural na Amazônia e no Brasil. A dedicação contínua em valorizar e ampliar a cultura local é um compromisso que compartilho com todos os paraenses. Que esta edição do festival nos inspire a continuar sonhando, construindo e preservando o legado cultural que orgulhosamente oferecemos ao Brasil e ao mundo. Helder Barbalho, Governador do Pará. ´ MENSAGEM DA SECRETÁRIA DE CULTURA ´ Chegamos à XXIII edição do nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz que, ao longo de sua trajetória, se consolidou como um verdadeiro patrimônio artístico do povo paraense. Além de encantar seu público fiel, o Festival gera emprego, renda e processos de formação profissional contínuos para os trabalhadores da cultura e das artes, em nosso Estado. Os preparativos iniciam muito antes da abertura das cortinas de nosso imponente Da Paz. Meses antes, um batalhão de profissionais - desde cenógrafos, figurinistas, técnicos de som e luz, diretores de cena, além de nossa extraordinária orquestra - se mobilizam para que todos nós possamos ter a melhor experiência de uma das mais fabulosas expressões artísticas. Desde 2019, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, adota novos conceitos para fortalecer a cadeia produtiva da ópera, democratizando cada vez mais o acesso, além de envolver, em quase toda a sua totalidade, o talento nacionalmente reconhecido de nossa mão de obra local. O XXIII Festival de Ópera faz uma homenagem ao centenário de falecimento do compositor italiano Giacomo Puccini, que legou à humanidade obras geniais e emblemáticas da criação operística mundial. E, este ano, o público poderá apreciar “La Bohème", em uma apresentação em forma de Ópera Concerto, e a montagem completa de "Gianni Schicchi". Será mais um momento de celebração da ópera e da cultura no nosso Pará. Ursula Vidal Secretária de Estado de Cultura .
- Amazônia Jazz Band apresenta concerto inédito 'Temas de Filmes' no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band apresenta concerto inédito 'Temas de Filmes' no Theatro da Paz Por Josie Soeiro (SECULT) 21 de mar. de 2023 Espetáculo terá duas sessões, às 18h e às 21h, desta quinta-feira (23), e além das músicas, o público poderá conferir a projeção das cenas dos filmes Nesta quinta-feira (23), a Amazônia Jazz Band apresenta pela primeira vez o concerto “Temas de Filmes”, com trilhas de filmes consagrados no cinema. Enquanto o público aprecia as músicas executadas ao vivo pela big band , também poderá acompanhar a projeção de imagens das cenas mais marcantes dos filmes. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaboradas de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, e, especialmente, preparadas para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto será apresentado em duas sessões, às 18h e às 21h, no Theatro da Paz. No programa, sucessos mais antigos se mesclam a novas produções. ‘James Bond’ (de Monty Norman) vem com todo o suspense e ação que o filme pede, enquanto ‘My Heart Will Go On’ (James Horner) traduz o clima de romance com doses altíssimas de drama sugerido em ‘Titanic’. E as grandes séries também encontram espaço, como ‘Game of Thrones’, além de obras como a de John Williams em ‘Star Wars’. “É um evento para toda a família. Tem filmes para todas as gerações. Com toda certeza, o Concerto “Temas de filmes será mais um sucesso que iremos repetir”, comenta Eduardo Lima, maestro da Amazônia Jazz Band. Descrição das peças O concerto “Temas de Filmes” da Amazônia Jazz Band está cheio de surpresas do início ao fim. Como primeiro número, ‘Star Wars’, música feita pelo compositor americano John Williams em 1977 para a série de filmes mundialmente conhecida e que leva o nome da música, um grande arranjo interpretado pela Amazônia Jazz Band. A segunda peça será ‘My Heart Will Go On’, uma canção gravada pela cantora franco-canadense Celine Dion. Esta é a música tema do filme ‘Titanic’, lançado em 1997, e terá como solo principal, Elias Coutinho, no sax soprano. Em seguida, um grande clássico do cinema, ‘Superman’, música de John Williams, outro grande clássico do cinema. Nesta versão, o arranjo foi escrito por Rafael Rocha, trombonista, arranjador e compositor da música brasileira. Já fez arranjos para Ivan Lins, Djavan, entre outros. Rafael também escreveu outros cinco arranjos exclusivos para este concerto da AJB e todos serão apresentados pela primeira vez. Quarto tema, ‘James Bond’, de acordo com o maestro da AJB Eduardo Lima, este tema certamente deve ser a música mais instantaneamente reconhecível na história do cinema. “Tudo começou com um musical de palco sobre um assassino notório. O filme ‘007 Contra O Satânico Dr. No’ estreiou no mundo em 1962. Tenho certeza de que o público vai adorar a interpretação da Amazônia Jazz Band, já que a nossa big band abusa dos improvisos e o público adora”, explicou o maestro. Como quinto número, ‘Game of Thrones’. Música do compositor Ramin Djawadi. Outro arranjo de Rafael Rocha, com exclusividade para a Amazônia Jazz Band, que será apresentado também pela primeira vez ao público. Em seguida, um clássico. ‘Missão Impossível’, com arranjo de Rafael Rocha. Missão Impossível é uma franquia que foi criada em 1966 por Bruce Giller é sucesso até hoje dos cinemas. Na sequência, ‘Os Vingadores’, que se consolidaram como uma das principais equipes de super-heróis dos quadrinhos e ajudaram a popularizá-lo nos cinemas. Hoje em dia, falar em Vingadores é falar no maior grupo de heróis já vistos nos cinemas. O responsável pela criação dos ‘Vingadores’ foi Stan Lee. Este arranjo também é do Rafael Rocha, sendo apresentado pela primeira vez ao público. O tema ‘Batman’ é o próximo. Esta canção foi composta em 1966 por Neil Riffit, foi construída em torno de um gancho de guitarra que lembra trilhas de histórias de filmes de espionagem. Tem uma progressão de blues de 12 compassos, usando apenas três acordes. Outro super arranjo de Rafael Rocha, sendo apresentado pela primeira vez ao público paraense. A nona música é ‘Os Caça-Fantasmas’, outro grande clássico dos cinemas mundiais. É um filme americano de 1984, dos gêneros fantasia, aventura, ficção científica e comédia. Realizado por Ivan Richman, um grande sucesso dos cinemas. Este arranjo é também do Rafael Rocha, sendo mostrado com exclusividade ao público paraense. E para encerrar as trilhas com chave de ouro, ‘Gonna Fly Now’, a música tema do filme ‘Rock’, o famoso Rock Balboa. Foi composta por Bill Kunt em 1976 na Filadélfia. A Amazônia Jazz Band termina o show com muita tensão com este arranjo. Vamos levar o público a voar na sua história. Esperamos todos vocês para esta grande noite. Amazônia Jazz Band, temas de filme. SERVIÇO O concerto “Temas de Filmes” da Amazônia Jazz Band Nesta quinta-feira (23), em duas sessões, às 18h e às 21, no Theatro da Paz Ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br e custarão R$ 2,00 (dois reais), com dois bilhetes por pessoa, com a apresentação do CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 9 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini Iego Rocha (SECULT) 6 de ago. de 2024 Clássicos do compositor Giacomo Puccini, 'La Bohème' e 'Gianni Schicchi', estão na Edição 2024 do evento do governo do Pará, a partir da sexta-feira (9) Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos principais festivais de Ópera do país abre sua 23ª edição no dia 09 de agosto de 2024 e vai até 07 de setembro de 2024. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz destaca-se, este ano, com uma homenagem ao centenário de morte de Giacomo Puccini, apresentando duas de suas obras mais emblemáticas: "La Bohème" e "Gianni Schicchi". O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz, em parceria com a Academia Paraense de Música (APM) e tem uma programação diversificada com títulos contrastantes. A programação começa na próxima sexta-feira (9), com o concerto "La Bohème", com uma versão em concerto da icônica ópera de Puccini, conhecida por suas melodias envolventes e drama emocional. Nos dias 24 e 25 de agosto, o palco será tomado pelo musical "O Príncipe do Egito," uma adaptação da história bíblica de Moisés, oferecendo uma experiência teatral única. No dia 04 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" promete encantar o público com a maestria e a sensibilidade de um repertório cuidadosamente selecionado. Finalizando o Festival, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, destacando a genialidade de Puccini em um cenário repleto de humor e lirismo. Essa programação variada celebra a riqueza da música clássica e do teatro, proporcionando ao público experiências inesquecíveis. De acordo com Dione Colares, diretora artística do festival, o Ano Puccini influenciou na programação e na seleção das obras do Festival este ano. “Puccini é uma figura lendária no mundo da ópera, ele é um gênio do drama musical e morreu há 100 anos atrás exatamente, em 1924. Então, nada mais coerente do que pensar nesse grande expoente do mundo lírico, e da ópera, como o patrono desta edição. O mundo comemora Puccini e nós aqui no Festival de Ópera do Theatro da Paz também comemoramos”, explicou. Miguel Campos Neto, maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz detalha que Giacomo Puccini foi um dos mais importantes compositores de ópera da história, sendo um expoente significativo da escola do verismo. “Nascido na Itália, Puccini veio de uma família musical; seu avô também era compositor. Ele começou sua carreira compondo óperas que inicialmente não tiveram grande sucesso, mas a partir de sua terceira ópera, ‘Manon Lescaut, alcançou reconhecimento e aclamação”, disse o maestro. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou a vontade e o esforço coletivo que têm sustentado o evento ao longo dos anos. “Eu entendo que não existem desafios quando você tem a vontade de fazer. E o que existe verdadeiramente nesses 23 anos de Festival de Ópera é a vontade do governo, da Secretaria de Cultura e, principalmente, da produção do festival em fazer acontecer. A direção do Festival se empenha para que isso aconteça e buscamos fazer dando o melhor resultado para o público sempre,” afirmou. Nuñez também ressaltou a importância histórica e a relevância cultural do Festival. “Temos o Festival de Manaus com 25 anos e o nosso Festival em sua 23ª edição. O importante é ter essa força que vem do Norte, dessa expressão que, antigamente, na época da borracha, sempre passaram por esses dois teatros”, finalizou. Inovações do Festival Dione Colares destacou a visão artística que guiou a seleção das obras. “Pensamos em representar Puccini a partir de dois títulos contrastantes. 'La Bohème' traz um final trágico, enquanto 'Gianni Schicchi' apresenta um tema mais leve, inspirado na 'Divina Comédia' de Dante. Ambas as obras têm o amor como tema central, mas com desfechos diferentes”, explicou. A escolha de "La Bohème" também tem um significado especial para o Theatro da Paz. “Ela estreou no Brasil aqui no Theatro da Paz em 1900. Essa conexão histórica foi um dos motivos para escolhê-la,” explicou Colares. Além disso, o festival deste ano traz uma inovação significativa com a inclusão de uma maestra, Lígia Amadio, que regerá "Gianni Schicchi", marcando a primeira vez que uma mulher assume a regência de uma ópera no Festival. Outra novidade é a inclusão de um musical, em parceria com a Fundação Carlos Gomes, oferecendo matinês para o público infantil e geral. Calendário do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Concerto La Bohème 09 de agosto de 2024 Musical “O Príncipe do Egito” 24 e 25 de agosto de 2024 Recital de Piano Duo Azulay 04 de setembro de 2024 Ópera Gianni Schicchi 03, 05 e 07 de setembro de 2024 Ingressos: Podem ser adquiridos no dia 07 de agosto, a partir das 9h, no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Theatro da Paz. Anterior Próximo
- 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 24 de mai. de 2023 O público lotou o centenário teatro para ver as aventuras de Chicó e João Grilo, recriadas pela Orquestra Ouro Preto, no XXII Festival de Ópera Chicó e João Grilo, personagens centrais da obra mais famosa de Ariano Suassuna, que há seis décadas fazem sucesso no teatro e no cinema, ressurgem no palco de uma maneira diferente, agora diante de uma ópera-bufa – enredo sem fim trágico. Classificada pela crítica como surpreendente e divertida, “Auto da Compadecida, a Ópera”, foi apresentada em Belém na noite desta terça-feira (23), dentro da programação do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz. A montagem, que lotou o centenário palco das artes de Belém, será apresentada também nesta quarta-feira (24), às 20h30, no TP. Usando uma metalinguagem que caminha pelo universo do teatro e do circo, costurando aspectos lúdicos e harmônicos, a obra deixou inquieto até os frequentadores mais assíduos do Theatro da Paz, como a professora Amanda Carvalho. “O começo do primeiro ato me deixou confusa, mas eles conduzem de uma forma tão leve que, rapidamente, me acostumei com o formato. Relaxei e aproveitei toda a magia do espetáculo. Foi lindo!”, afirmou. A música original é de autoria do compositor, pianista e arranjador Tim Rescala. Ele assina o libreto junto com o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular da Orquestra Ouro Preto e responsável pela concepção e direção musical do espetáculo. A Orquestra Ouro Preto está em sua terceira incursão no universo operístico. Desta vez, em um projeto ainda mais ousado, baseado na cultura brasileira e popular. “Ópera é uma arte máxima, em que música, teatro, figurino, cenário e iluminação se encontram. Era um sonho antigo da Orquestra começar a realizar produções de óperas. As duas primeiras nos deram a sustentação necessária para caminhar para um desafio ainda mais inovador, mais audacioso e de grande fôlego, que é o Auto da Compadecida, a Ópera”, informou Rodrigo Toffolo. Foto: David Alves/Ag. Pará A ópera também foi a visão do diretor de arte Luiz Abreu, que se viu diante de novos desafios mesmo após tantos anos trabalhando com grandes espetáculos. “Uma ópera é concebida como uma ‘arte completa’. Em palco, a justaposição de figurinos, cenários, dramaturgia, iluminação, engenharia de som e outros tantos itens devem elevar a música à quintessência. E essa composição, para ser feita com excelência, exige um alto nível de dedicação e atenção”, contou Luiz Abreu, que também é diretor de marca da “Ouro Preto”. Fé e emoção - No segundo ato, o canto lírico de Marília Vargas, que interpreta a Compadecida, despertou emoções. Antônio Furtado, que estava na plateia, não conteve as lágrimas. “Sou devoto de Nossa Senhora de Nazaré, e a cena em que a Compadecida advoga por seus pobres filhos é poética, e retrata a nossa fé e a esperança de que no final haverá alguém por nós. Marília é sempre maravilhosa!”, disse. Foto: David Alves/ Ag.Pará Surpresas - De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o Festival deste ano está só começando, e guarda muitas surpresas, seguindo em duas direções. “Uma é confirmar nossas relações com orquestras e teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas no repertório. ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas, e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, informou o diretor. Serviço: A segunda récita do espetáculo “Auto da Compadecida, a Ópera” será nesta quarta-feira (24), as 20h30, no Theatro da Paz – Rua da Paz - Praça da República, bairro da Campina, Belém. Texto da Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43961/auto-da-compadecida-a-opera-traz-a-obra-de-ariano-suassuna-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 8 de out. de 2024 A Orquestra Sinfônica apresentará um repertório erudito e popular, com as participações especiais de Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) celebrará, na noite desta quinta-feira (10), a música paraense. Às 19h, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra subirá ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto especial, intitulado “Sinfonia Paraense”, na semana que antecede ao Círio de Nazaré. A apresentação contará com a participação dos cantores Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira. Miguel Campos Neto adianta que será uma apresentação única e envolvente, de celebração não só da música, mas da cultura paraense. São grandes nomes do cenário musical atuando ao lado da OSTP, o que, segundo o maestro, “já é algo muito especial”. O concerto também promete envolver o público na atmosfera do Círio, que já domina a paisagem de Belém. “Esse concerto é uma homenagem à nossa música, e também uma chamada do público para esse espírito do Círio. O concerto acontece dois dias antes da Trasladação e três dias antes do Círio. Esse é o momento em que todas as manifestações culturais e musicais que temos no Pará se voltam para esse espírito do Círio, que, sem dúvidas, é algo muito importante para nós, paraenses”, ressalta o maestro. O repertório inclui músicas conhecidas do público, como “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete. Gigi Furtado cantará “Valsinha do Marajó” e “Matinta Perêra”; Andréa Pinheiro interpretará “Primavera” e “Foi Boto Sinhá”, e Nilson Chaves interpretará “Tamba-Tajá” e sua própria composição, “Olho de Boto”. Patrícia Oliveira fechará com músicas de cunho religioso já consagradas, como “Vós sois o Lírio Mimoso”, “Ave Maria”, “Mãezinha do Céu” e “Maria de Nazaré”. Proximidade - Outra característica do concerto, segundo Miguel Campos Neto, é a proximidade entre a música popular paraense e a erudita. Segundo ele, essa interação é natural e essencial. “Toda orquestra sinfônica tem uma aspiração universal, internacional, mas a sua primeira função é servir à comunidade que a rodeia. Isso inclui integrar-se de forma orgânica à música e à cultura local”, explica o maestro. Ele acrescenta que a relação entre a música erudita e a popular é muito próxima. “A música erudita bebe da fonte da música folclórica e popular há muito tempo, e vice-versa. É comum pegar uma música popular e orquestrá-la, criando algo lindo com a orquestra sinfônica acompanhando um cantor”, enfatiza. A “Sinfonia Paraense” é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz, do Banco do Estado do Pará (Banpará) e da Academia Paraense de Música (APM). Serviço: Concerto "Sinfonia Paraense", da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, nesta quinta-feira (10), às 19h, no Theatro da Paz. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois ingressos por pessoa). Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ
Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos
- Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de fev. de 2024 Em uma noite de celebração da rica diversidade musical brasileira, a Amazônia Jazz Band (AJB) encantou o público com seu concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba". Realizado na noite desta quinta-feira (29), no Theatro da Paz em uma viagem através dos ritmos e estilos que fazem parte da identidade musical do país. Com trajes carnavalescos e um repertório cuidadosamente selecionado, a AJB, sob a regência do maestro Elias Coutinho, proporcionou uma experiência emocionante, que incluiu desde o frevo enérgico até o samba introspectivo. Cada nota tocada foi um convite para celebrar a cultura brasileira em toda a sua exuberância. A iniciativa, promovida pelo Governo do Pará através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), destacou a importância de valorizar e preservar as múltiplas facetas da música nacional. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, expressou seu compromisso em trazer a tradição do jazz aliada à diversidade da música brasileira para o palco, proporcionando uma experiência musical autêntica e enriquecedora para o público. "Está noite foi uma celebração para todos nós. Quanto mais eu mergulho no repertório de música brasileira, mais eu vejo a quantidade de estilos e variações que nós temos em nosso país. Quando a gente traz para o palco esse repertório de música brasileira, focado nessa festa tão importante para a gente, estamos trazendo uma experiência musical que fala sobre nós mesmos", comentou o maestro Elias Coutinho. Antes de tocar as três últimas músicas, que foram executadas em bloco, o maestro realizou uma intervenção especial: uma chamada de vídeo com o renomado maestro e saxofonista da Spok Frevo. Ele contou não só um pouco da história do frevo, mas também contextualizou as três últimas peças do concerto: "O Último Dia", de Levino Ferreira, com arranjo de Spok; "Cabelo de Fogo", do maestro Nunes, com arranjo de Spok; e "Vassourinhas", de M. da Rocha e João Batista, também com arranjo de Spok. "Estou muito feliz por estar aqui, mesmo que de forma online, para esta homenagem que a incrível Orquestra Amazônia Jazz Band está fazendo ao frevo no maravilhoso Theatro da Paz. Falo isso não só em nome de todos os músicos de Pernambuco, mas também de todo o Nordeste. Fico verdadeiramente emocionado com essa interpretação tão genuína da Amazônia Jazz Band, da qual sou fã. Muito obrigado!", declarou Spok. O concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba" foi muito mais que uma apresentação musical, foi uma celebração da identidade cultural brasileira, reafirmando a importância da música como elemento unificador e expressão de nossa diversidade. Pela primeira vez assistindo a AJB, Glaucia Miranda, de 45 anos, se emocionou e prometeu voltar. "Amei cada momento do concerto! Foi uma experiência verdadeiramente emocionante e feliz. A forma como a Amazônia Jazz Band nos levou em uma viagem através dos ritmos brasileiros, desde o frevo até o samba, foi simplesmente incrível. Me senti completamente envolvida pela energia e pela beleza da música, a gente acaba fazendo parte da banda tamanha a interação. Mal posso esperar pelas apresentações. Zerei o game!", finalizou sorrindo. Por Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51898/amazonia-jazz-band-leva-publico-em-uma-viagem-musical-do-frevo-ao-samba-em-noite-de-celebracao-no-theatro-da-paz Anterior Próximo


