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- Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de jun. de 2023 Apresentado pela primeira vez em Paris, em 1856, balé conta a história do pirata Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora Uma história de amor e aventura no universo de piratas e odaliscas, em plena costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco. Este é o enredo central da apresentação do "Ballet Le Corsaire", conhecido em português como "O Corsário", inspirado no poema "The Corsair", de Lord Byron. Realizado pela primeira vez no palco do Theatro da Paz, o espetáculo será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) nos dias 29 e 30 de junho, às 20h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música, com o apoio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará. "O Corsário" é um balé clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O balé foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de balé de todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus 'pas de deux' emocionantes. Embora "O Corsário" seja um balé e não uma obra de música clássica, sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e 'pas de deux' que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. A montagem paraense terá em cena 60 dançarinos, selecionados por meio de audições, além de 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção geral é assinada pela bailarina Ana Unger em parceria com Ivan Franco, que também assina a remontagem e adaptação da obra. Nos papéis principais, estão Marcella Borges, José Ailton, Rodrigo Hermesmeyer e os paraenses Tiago Assis, Yasmin Souza, Allan Araújo, Arthur Furtado e Bruna Pojo. Mesmo com a experiência na montagem de vários balés de repertório, como "Lago dos Cisnes", "Giselle", "Dom Quixote", "Quebra Nozes" e "Coppelia", "O Corsário", balé completo em 3 atos, com orquestra, é um projeto desafiador para Ana Unger, que assina a direção artística, pois a riqueza de detalhes dos elementos cênicos, cenários, figurinos e um elenco de 60 integrantes com solistas de altíssimo nível técnico, exigiram de toda a equipe de produção muita dedicação e profissionalismo. “O aprimoramento do Corpo de Baile, com dois elencos diferentes, oportunizando a participação dos bailarinos que passaram na audições, com ensaios extras e muita dedicação de ensaiadores e dos próprios jovens bailarinos, foi o mais desafiador de todo o processo. Compartilhar a pesquisa e estudo de outras grandes produções, e reunir todos os nossos conhecimentos de dança clássica, mímica corporal dramática, teatro e participações em mais de 18 óperas ao lado de grandes diretores, nos permitiu conduzir com tranquilidade as dinâmicas e ensaios com figurantes, solistas e corpo de baile”, explicou Ana Unger. O balé será tocado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto. De acordo com Ana Unger, a regência do maestro Miguel é brilhante. “Campos Neto torna emocionante esse casamento de música e movimento. A OSTP está em um dos seus melhores momentos. A sensibilidade do maestro, com os andamentos e seu entendimento e respeito do balé, as pausas para a respiração dos bailarinos, aplausos, principalmente nos 'Grand Pas', quando solistas precisam desse tempo entre uma variação de alto nível técnico e virtuosismo. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, explicou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44955/theatro-da-paz-apresenta-versao-inedita-do-bale-de-repertorio-o-corsario Anterior Próximo
- Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público | Theatro da Paz
< Volte Exposição de documentos históricos abre programação comemorativa do Arquivo Público Lorena Saraiva (Ascom/SECULT) 14 de abr. de 2024 A programação prossegue com palestras e a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, em frente à sede da instituição, que completa 123 anos O "Domingo da Memória", exposição de documentos históricos do Arquivo Público do Estado do Pará (Apep), no Theatro da Paz, abriu a programação comemorativa aos 123 anos do equipamento cultural na manhã deste domingo (14). A iniciativa é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), à qual o Theatro é vinculado, e conta com mediação de alunos dos cursos de História e de Arquivologia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Para Leonardo Torii, diretor do Arquivo Público, a exposição visa apresentar e ampliar o conhecimento sobre o espaço. “A ideia de vir domingo para a Praça da República é atingir um público muito maior, que não costuma ir ao Arquivo. É mostrar bem essa diversidade de documentos dentro do Arquivo Público”, explicou o gestor. Kadson Oliveira, 46 anos, natural de Santarém, teve seu primeiro contato com o Arquivo Público na abertura da exposição. “A gente, apesar de ser do Pará, tem muitas coisas da história que a gente não conhece. E ter acesso a essas imagens desses documentos nos faz refletir sobre a importância que foi essa luta, a importância que foi essa temática da Cabanagem, e como os povos daquele momento foram fundamentais pra todo esse processo. Tá sendo maravilhoso”, disse Kadson. Palestras - A programação comemorativa continua na segunda-feira (15), a partir de 09h, na sede do Arquivo Público, com palestras sobre os temas “Os 60 anos do golpe civil-militar de 1964 e os conflitos agrários na Amazônia”, com o professor Thiago Broni, da Escola de Aplicação da UFPA, e “Os arquivos como instrumentos de memória e esquecimento”, com a professora Mônica Tenaglia, da Faculdade de Arquivologia da mesma instituição. Na terça-feira (16), o público poderá conferir a mostra "Ditadura e os conflitos agrários nos documentos do DOPS", aberta à visitação até o dia 30 deste mês, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Também a partir do dia 16 de abril, quem transitar pela Travessa Campos Sales poderá conferir a exposição “Calçadas de Histórias: História do Arquivo Público”, na fachada do Apep, cujo prédio é tombado desde 1982. A exposição é composta por sete painéis, que contam a trajetória do Arquivo Público do Pará. Texto: Lorena Saraiva - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53286/exposicao-de-documentos-historicos-abre-programacao-comemorativa-do-arquivo-publico Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band fará uma noite musical e de energia carnavalesca no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band fará uma noite musical e de energia carnavalesca no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de fev. de 2024 Concerto 'Brasil em Festa: do Frevo ao Samba' será às 20h da próxima quinta-feira (29) sob a regência do maestro Elias Coutinho Antes que o mês da folia de momo acabe nos deixando na saudade, a Amazonia Jazz Band (AJB) vai encantar o público com uma mescla vibrante de ritmos e estilos musicais. Com um repertório cuidadosamente selecionado, o grupo estará vestido com trajes carnavalescos e promete levar os espectadores a uma jornada emocionante através de diversos gêneros, desde o frevo enérgico até o samba introspectivo, em uma noite que celebrará a rica diversidade da música brasileira. No concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba", cada nota é um convite para celebrar nossa rica cultura. O espetáculo acontece dia 29 de fevereiro, às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O Brasil é um verdadeiro caldeirão cultural, onde diferentes ritmos e tradições se entrelaçam para criar uma rica tapeçaria sonora. Nesse contexto, o jazz, o frevo e o samba emergem como expressões distintas, porém intrinsecamente ligadas, da identidade musical brasileira. O jazz, nascido nos Estados Unidos no final do século XIX e início do século XX, logo encontrou eco nas terras brasileiras, influenciando e sendo influenciado por nossas próprias tradições musicais. Com sua ênfase na improvisação e na liberdade expressiva, o jazz se tornou uma plataforma para os músicos brasileiros explorarem novos horizontes sonoros, incorporando elementos de nossa rica herança musical. Por outro lado, o frevo surge como uma explosão de energia e cor nas ruas de Pernambuco, especialmente durante o carnaval. Com suas melodias vibrantes e ritmo acelerado, o frevo captura a alegria contagiante do povo brasileiro, enquanto suas complexas harmonias desafiam até mesmo os músicos mais habilidosos. Já o samba, talvez o gênero musical mais emblemático do Brasil, evoca imagens de celebração, paixão e saudade. Originário das comunidades afro-brasileiras, o samba transcendeu suas origens humildes para se tornar um símbolo da identidade nacional, expressando as mais profundas emoções do povo brasileiro. Neste contexto, o maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band, mergulhou fundo na diversidade musical do Brasil, cuidadosamente selecionando um repertório que abraça o jazz, o frevo e o samba. Sua abordagem meticulosa reflete não apenas seu profundo conhecimento da música brasileira, mas também seu compromisso em celebrar as múltiplas facetas da cultura nacional. “Minha proposta como maestro da AJB é fazer com que a nossa big band traga a tradição do jazz quanto à improvisação, quanto à liberdade de expressão, quanto à linguagem artística, mas também dentro da nossa música brasileira como um todo e, principalmente, da música paraense. Uma defesa minha é de que a Amazônia Jazz Band precisa fazer a nossa música, precisa levar em todas as suas apresentações o jazz na sua essência, mas agregando a música brasileira. Em um repertório que só nós brasileiros podemos trazer com a clareza cultural, com a vivência do nosso povo”, explicou o maestro. “Quanto mais eu mergulho no repertório de música brasileira, mais eu vejo a quantidade de estilos e variações que nós temos no nosso país, nas diversas regiões, de acordo com que as culturas foram se desenvolvendo no nosso país, com a ocupação de diversos povos e a mistura com os povos originários que já são diversos, fomos tendo uma variedade de manifestações culturais, e em cada lugar do país isso foi se desenvolvendo de maneira diferente. Então, quando a gente traz para o palco esse repertório de música brasileira, focado nessa festa, que é tão importante para o nosso país, que é tão importante para nós brasileiros, eu acredito que a gente está trazendo uma experiência musical que fala sobre nós mesmos”, finalizou. Descrição das Peças Abrindo o espetáculo com toda a energia característica do carnaval pernambucano, a banda vai iniciar a noite com "Passo de Anjo", um frevo arrebatador de autoria de Spok e João Lira. Esta peça é descrita como uma explosão de ritmo e melodia, caracterizada por sua vivacidade e pela liberdade expressiva que permite aos músicos improvisarem e se destacarem individualmente. Em seguida, o público será transportado para os tradicionais blocos de frevo com "Frevo Sanfonado", uma obra-prima do grande mestre Sivuca, com arranjo de Spok. Nessa música, os instrumentos de sopro evocam o som de uma sanfona, criando uma atmosfera festiva e contagiante que remete às ruas animadas no carnaval de Pernambuco. Dando uma pausa nos ritmos frenéticos, a banda mergulha em um samba com nuances de partido alto com "Estamos Aí", uma composição de Maurício Einhorn e arranjo de Nelson Faria. Esta escolha reflete a influência do samba e sua relevância no cenário musical brasileiro, explorando um lado mais reflexivo e contemplativo do gênero. A atmosfera de introspecção continua com "Mistérios", uma composição clássica de Joyce Moreno e Maurício Maestro, que será interpretada com excelência pela AJB. Esta música, enriquecida pelo arranjo de Diego Garbin, apresenta um solo que conduzirá os ouvintes por caminhos melódicos emocionantes e envolventes. Retornando às raízes do samba, a big band apresentará "Carinhoso", um dos grandes clássicos de Pixinguinha com João de Barros, em um arranjo de Jonas Hocherman. Esta peça icônica, enriquecida pelo solo de trombone baixo de Alexandre Gomes, promete cativar o público com sua melodia envolvente e sua letra poética, que será entoada pela plateia em um momento de interação única. A Amazonia Jazz Band promete uma explosão de energia com "Brooklyn High", uma composição instrumental de Nelson Faria. Esta peça, permeada pelo partido alto e pelo ritmo contagiante do samba, proporcionará aos espectadores um último momento de celebração e alegria, transportando-os para uma atmosfera festiva digna do melhor do carnaval brasileiro. Para tocar as três últimas músicas, que serão executadas em bloco, assim como a abertura do show, o maestro planejou uma intervenção especial em vídeo ou chamada de vídeo com o renomado maestro e saxofonista da Spok Frevo. Spok Frevo trará um pouco da história do frevo, e também uma contextualização das três últimas peças do concerto: "O Último Dia", de Levino Ferreira, com arranjo de Spok; "Cabelo de Fogo", do maestro Nunes, com arranjo de Spok; e "Vassourinhas", de M. da Rocha e João Batista, também com arranjo de Spok. Essas músicas, extremamente representativas e conhecidas pelos foliões do carnaval pernambucano, encerrarão o espetáculo em grande estilo, proporcionando um mergulho na tradição e na animação das festividades carnavalescas. Um destaque especial será a interpretação de "Cabelo de Fogo" de forma tradicional, como é tocada nas ruas do frevo pernambucano, com a Amazônia Jazz Band trazendo toda a energia e a competitividade saudável típicas dos grupos que se encontram durante o carnaval, em uma verdadeira celebração da cultura e da música brasileira. PROGRAMA PASSO DE ANJO Spok/João Lira Arr. Spok FREVO SANFONADO Sivuca Arr. Spok ESTAMOS AÍ Mauricio Einhorn Arr. Nelson Faria MISTÉRIOS Joyce Moreno/Mauricio Maestro Arr. Diego Garbin CARINHOSO Pixinguinha/João de Barros Arr. Jonas Hocherman BROOKLYN HIGH Nelson Faria ÚLTIMO DIA Levino Ferreira Arr. Kidbone CABELO DE FOGO Maestro Nunes Arr. Duda VASSOURINHAS M. da Rocha/J. Baptista Arr. Spok Serviço: O concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba", acontece nesta quinta-feira (29), às 20h, no Theatro da Paz, sob a regência do maestro Elias Coutinho. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz, a partir das 9h da manhã do dia 29, no valor de R$ 2,00. disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51761/amazonia-jazz-band-fara-uma-noite-musical-e-de-energia-carnavalesca-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de mai. de 2023 A 22ª Edição do evento começa na terça-feira (9), com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o coro infantil da Fundação Amazônica de Música Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos mais importantes festivais de ópera do país abre sua 22ª edição às 20h da próxima terça-feira (9). O Festival de Ópera do Theatro da Paz, que leva o nome da primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, vem se consolidando como o segundo antigo da América Latina e é destaque na cena lírica nacional e internacional, oriundo de uma história viva e herdeira dos tempos áureos da Belle Époque, do trabalho árduo e de políticas públicas sensíveis e persistentes. Para celebrar a abertura da programação, quem se apresenta é a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e do coro infantil da Fundação Amazônica de Música (FAM). Partindo do princípio de que a cultura deve ser acessível a todos, sem distinção, o Festival de Ópera do Theatro da Paz vem ao longo de mais de duas décadas democratizando o acesso à programação e estabelecendo forte conexão com diversos públicos, independentemente de formação ou de condições socioeconômicas. O evento cultural, atualmente, gera cerca de mil postos de trabalho a cada ano, fortalecendo assim a indústria da ópera e movimentando o setor de serviços e turismo, que impacta desde empresas especializadas em técnica de som e iluminação até restaurantes, lanchonetes, bares e o setor de hotelaria. Com diversas novidades, a nova temporada está orçada em aproximadamente R$ 1,7 milhão, e se constitui hoje em três frentes distintas: a frente artística, com as óperas, recitais e concertos; a frente pedagógica com o projeto “Academia de Ópera” que oferece uma formação continuada para cantores líricos paraenses e a frente social com o projeto “Sons de Liberdade”, criado por meio de parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (SECULT) e da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), com objetivo de capacitar custodiadas e custodiados para futura reinserção no mercado de trabalho, por meio da cadeia produtiva da ópera. Por meio do Sons de Liberdade, são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando o Da Paz como um teatro escola, uma alternativa para o fomento de uma cultura de paz, que leva arte, profissionalização e auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em uma sociedade que cada vez mais estimula o êxito individual. “Nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz implementou, ao longo dos últimos anos, processos hoje já consolidados de formação profissional e inclusão social. E esse perfil é um dos mais importantes diferenciais desta política pública de acesso à cidadania cultural. As récitas, galas líricas e concertos são sempre lotados e, da plateia aos bastidores, nos deparamos com histórias de vida que se transformam por meio do contato com a arte e com os fazeres artísticos. A cultura sempre será uma importante ferramenta de transformação social. E a ópera, pela dimensão de sua estrutura produtiva, alcança impactos de grande escala. Sabemos que este é um caminho seguro, estratégico e inovador para a geração de emprego e renda, para a valorização de nossos talentos e para a formação de cidadãos conscientes de sua história e de seu papel na construção de uma sociedade mais justa e feliz”, frisou a titular da Secult, Ursula Vidal. A Ópera 'O Auto da Compadecida' A primeira apresentação acontece nos dias 23 e 24 de maio e será a ópera bufa "Auto da Compadecida", de Tim Rescala. A obra é baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, e o texto foi adaptado pelo próprio Rescala, ao lado do maestro Rodrigo Toffollo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto. O “Auto da Compadecida” é de 1955 e criou figuras que se tornaram marcantes na história do teatro brasileiro: João Grilo e Chicó, duas pobres almas sábias que jogam com as desvirtudes dos demais personagens; o padeiro e sua mulher, avaros, ciosos de um frágil status social; o Padre e o Bispo, interesseiros, racistas, desonestos e o cangaceiro Severino. Todos, com exceção de Chicó, acabam mortos, são julgados por Jesus e o Encourado, e defendidos por Nossa Senhora. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o festival deste ano vai seguir em duas direções. “Uma direção é confirmar nossas relações com teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio do Palácio das Artes e da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas: ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, explicou o diretor. Alinhado aos debates globais, o Festival vem se transformando em um ecofestival, se engajando em defesa da sustentabilidade. Em 2023, com o tema “Vozes ecoando Amazônia”, avançou ainda mais nessa ideia com a preparação de toda a cadeia produtiva da ópera para receber o maior evento climático do mundo - a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) - que acontecerá em 2025, e tem Belém como cidade candidata a sede. Serviço : Abertura do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz 09/05, às 20h Entrada gratuita Ingressos: somente no dia do concerto, pelo ticketfacil.com.br , às 9h, ou na bilheteria do Theatro, a partir das 18h. Apenas duas unidades por CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43485/governo-do-para-abre-oficialmente-o-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band participa das celebrações de um ano da Usipaz Antônia Correa com concerto Por Josie Soeiro (SECULT) 17 de mar. de 2023 Show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, com entrada gratuita. Gigi Furtado e Keila estão entre as atrações convidadas. Para comemorar um ano de criação da Usipaz Antônia Correa, a Amazônia Jazz Band (AJB) apresenta um concerto inédito, com a presença de duas cantoras convidadas, Gigi Furtado e Keila. O show será realizado no próximo domingo (19), às 18h, na Usipaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita e uma iniciativa do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). O complexo vem trazendo ações de inclusão social em Marituba, região metropolitana de Belém, transformando a vida da comunidade do bairro Nova União. O trabalho se destaca por ser um modelo de política pública articulada e inovadora em todo o Brasil, que busca o fortalecimento comunitário de maneira integrada ao Programa Territórios Pela Paz (TerPaz).De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, desde 2019, em alinhamento com as políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Pará, a Secult, por meio do Theatro da Paz, vem levando a programação para além dos muros do teatro, oportunizando e dando acesso a cada vez mais pessoas, onde a programação não chegava. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade, no entorno das Usipaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou o diretor. O concerto inicia com a música ‘Gonna Fly Now’, de Bill Conti, lançada em fevereiro de 1977 com o filme Rock Balboa. A segunda canção será ‘Count Booba Revenger’, com um arranjo de Gordon Goodwin. De acordo com o maestro Eduardo Lima, Gordon Goodwin reúne muitas qualidades. “Ele é pianista, saxofonista, compositor, maestro americano e um dos maiores arranjadores da atualidade”, explicou o maestro. Neste arranjo, os naipes de saxofone, de trombone e de trompete da Amazônia Jazz Band vão mostrar todo o seu virtuosismo. Em seguida é a vez de ‘Snakes’, com arranjo do compositor, produtor e baixista norte-americano Marcus Miller. Esta composição é um funk que vai ter como solista no sax alto Elias Coutinho, maestro assistente e chefe do naipe de sax da AJB. A próxima canção vai ser ‘Aquarela do Brasil’, um clássico da música brasileira de Ary Barroso. Foi composta no final dos anos 30, e é considerada a fundadora do samba exaltação. A próxima canção será ‘Quem Não Te Quer Sou Eu’, um grande sucesso da Banda Sayonara, com o arranjo de Daniel Apolaro e interpretação de Gigi Furtado, que também vai mostrar todo o seu potencial vocal em ‘Feeling Good’. A versão original foi cantada pela primeira vez em 1964 e a cantora Nina Simone regravou em 1965. A versão original acabou se tornando a mais conhecida. A canção seguinte será o clássico da música paraense, ‘Foi Assim’, de Paulo André e Rui de Almeida, com o arranjo do paraense Josiel Saldanha, na voz de Gigi Furtado. “Eu já amava ouvir a Amazônia. Ouvir e cantar com eles é uma alegria dupla. Amei essa nova formação, amo a condução do maestro Eduardo e o considero incrível”, afirmou Furtado, que também revela sua satisfação em se apresentar em uma Usina da Paz. “Eu estou feliz em me apresentar com a Amazônia, mas estou super ansiosa para conhecer o complexo, pois considero que estaremos cuidando da alma das pessoas quando levamos música de qualidade. Música é alimento para a alma. Um viva ao Governo do Pará por esse projeto tão bonito”, avaliou a cantora. Para finalizar, a próxima canção, ‘Boca de Açaí’, foi composta pela cantora paraense Keila, com o arranjo do guitarrista Kim Freitas e nesta apresentação o solo vocal será da própria Keila, que permanece no palco para encerrar o concerto com uma sequência de ‘Ao Pôr do Sol’, brega marcante de Firmo Cardoso e Dino Souza, consagrada na voz de Pedro Max e ‘Vai Tremer’, música de Keila e arranjo de Kim Freitas. A AJB promete colocar Marituba para tremer. Serviço O concerto da Amazônia Jazz Band ocorre neste domingo (19), às 18h, na UsiPaz Antônia Correa, em Marituba. A entrada é gratuita. Texto de Úrsula Pereira /Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte OSTP celebra música paraense em clima de Círio no palco do Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 9 de out. de 2024 A Orquestra Sinfônica apresentará um repertório erudito e popular, com as participações especiais de Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) celebrará, na noite desta quinta-feira (10), a música paraense. Às 19h, sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra subirá ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto especial, intitulado “Sinfonia Paraense”, na semana que antecede ao Círio de Nazaré. A apresentação contará com a participação dos cantores Nilson Chaves, Andréa Pinheiro, Gigi Furtado e Patrícia Oliveira. Miguel Campos Neto adianta que será uma apresentação única e envolvente, de celebração não só da música, mas da cultura paraense. São grandes nomes do cenário musical atuando ao lado da OSTP, o que, segundo o maestro, “já é algo muito especial”. O concerto também promete envolver o público na atmosfera do Círio, que já domina a paisagem de Belém. “Esse concerto é uma homenagem à nossa música, e também uma chamada do público para esse espírito do Círio. O concerto acontece dois dias antes da Trasladação e três dias antes do Círio. Esse é o momento em que todas as manifestações culturais e musicais que temos no Pará se voltam para esse espírito do Círio, que, sem dúvidas, é algo muito importante para nós, paraenses”, ressalta o maestro. O repertório inclui músicas conhecidas do público, como “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete. Gigi Furtado cantará “Valsinha do Marajó” e “Matinta Perêra”; Andréa Pinheiro interpretará “Primavera” e “Foi Boto Sinhá”, e Nilson Chaves interpretará “Tamba-Tajá” e sua própria composição, “Olho de Boto”. Patrícia Oliveira fechará com músicas de cunho religioso já consagradas, como “Vós sois o Lírio Mimoso”, “Ave Maria”, “Mãezinha do Céu” e “Maria de Nazaré”. Proximidade - Outra característica do concerto, segundo Miguel Campos Neto, é a proximidade entre a música popular paraense e a erudita. Segundo ele, essa interação é natural e essencial. “Toda orquestra sinfônica tem uma aspiração universal, internacional, mas a sua primeira função é servir à comunidade que a rodeia. Isso inclui integrar-se de forma orgânica à música e à cultura local”, explica o maestro. Ele acrescenta que a relação entre a música erudita e a popular é muito próxima. “A música erudita bebe da fonte da música folclórica e popular há muito tempo, e vice-versa. É comum pegar uma música popular e orquestrá-la, criando algo lindo com a orquestra sinfônica acompanhando um cantor”, enfatiza. A “Sinfonia Paraense” é uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz, do Banco do Estado do Pará (Banpará) e da Academia Paraense de Música (APM). Serviço: Concerto "Sinfonia Paraense", da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, nesta quinta-feira (10), às 19h, no Theatro da Paz. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 (dois ingressos por pessoa). Texto: Amanda Engelke - Ascom/Secult Anterior Próximo
- Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz Por Marcelo Leite (SEIRDH) 29 de jun. de 2023 A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ Um dos equipamentos públicos mais importantes do Pará, o Theatro da Paz, ganhou novas cores nesta quarta-feira (28). A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ que, por meio do orgulho, constroem uma sociedade mais igualitária, livre de preconceitos e de homofobia. As novas cores do Theatro podem ser vistas na iluminação externa do prédio e representam as tonalidades presentes no arco-íris: símbolo mundial da luta LGBTQIAPN+. Além das luzes, uma enorme bandeira colorida também foi estendida na sacada frontal do Theatro. O ato simbólico foi realizado pelas secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), e contou com a participação de representantes de movimentos sociais atuantes na causa, na região metropolitana de Belém. Jarbas Vasconcelos, titular da Seirdh lembrou que o Theatro da Paz é um dos principais espaços públicos do Pará e que ato simbólico reforça o compromisso com uma luta mundial. “É bom ver o Da Paz com essas todas essas cores. São cores que representam o futuro, que nos representam e que estão novamente espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. O orgulho hoje tem uma dimensão diferente”, frisou Jarbas Vasconcelos. Secretária de Cultura, Ursula Vidal destacou ainda o ineditismo do evento e o compromisso do governo do Estado para avançar na construção de uma sociedade mais consciente do respeito e direitos das pessoas LGBTQIAPN+. “Nós estamos escrevendo mais um capítulo de uma história que vem sendo escrita há muitos anos por movimentos sociais que estão sempre buscando os direitos. O dia de hoje é histórico e reforça nosso compromisso institucional de lutar por uma sociedade com igualdade de direitos e mais avanços na garantia de espaços, empregabilidade, representatividade e visibilidade”, complementou a secretária . Programação No próximo domingo (02), a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com outras instituições públicas, fará o encerramento da campanha “Pará para Todes”. A programação será realizada na Praça da República,a partir das 9h, com oferta de serviços de serviços de saúde, jurídicos e sociais. Entre os serviços ofertados estão: testes rápidos de saúde, orientações sobre higiene bucal e sobre o Projeto Casulo; encaminhamentos para retificação de Registro Civil (nome social), atendimento jurídico e acesso às Usinas da Paz; emissão de documentos; e distribuição de cartilhas educativas sobre a defesa da diversidade e conquistas da luta LGBTQIA+. A ação contará com a parceria das secretarias de Saúde (Sespa), Articulação e Cidadania (Seac), da Defensoria Pública do Estado (DPE) e Ministério Público do Pará (MPPA), além da apresentações culturais. Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45045/cores-do-orgulho-lgbtqiapn-iluminam-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Agendamentos | Theatro da Paz
Registros Fotográficos Para realizar a solicitação de um registro fotográfico, preencha o formulário ao lado com as informações solicitadas: Sugestão de data Finalidade do registro Quantidade de pessoas envolvidas Os registros fotográficos podem ser agendados nos seguintes horários: Terça a sexta-feira: das 12h às 14h Sábados: das 09h às 10h30 Locais disponibilizados: Escadaria do Hall de entrada, frente do espelho e escadarias laterais ao espelho. Importante: Não realizamos agendamento para registros fotográficos aos domingos e feriados. Formulário de Agendamento Nome Telefone Sobrenome Email Sua solicitação Enviar Mensagem enviada!
- Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Duo Azulay estreia no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 6 de set. de 2024 Recital trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos e emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico O Duo Azulay, formado pelos irmãos Adriana e Humberto Azulay, brilhou no palco do Theatro da Paz na noite da última quarta-feira (04), em uma apresentação memorável dentro da programação do XXIII Festival de Ópera, promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O recital, que trouxe um repertório inédito com arranjos para quatro mãos e dois pianos, emocionou o público ao revisitar obras icônicas do universo operístico. O duo, que existe desde 2009, demonstrou sua afinidade musical ao executar obras de grandes compositores como Carlos Gomes, J. Strauss e Bizet. A apresentação, que incluiu aberturas e árias emblemáticas, surpreendeu o público com interpretações vibrantes e cuidadosas, fruto da intensa preparação para o festival. Uma das grandes surpresas da noite foi a participação de um casal de bailaoures que encantou o público com uma apresentação de dança vibrante durante a suíte da ópera “Carmen”, de Bizet. Ao som da icônica Danse Boheme, o casal trouxe ainda mais vida à música, em uma performance que elevou o nível artístico da noite. "Foi inesperado e emocionante. A dança flamenca ao som de Carmen foi o ponto alto da noite, sem dúvida", comentou o espectador Augusto Câmara. A participação no Festival de Ópera do Theatro da Paz foi um marco na carreira dos irmãos. "É sempre uma honra participar de um evento tão importante para a cultura paraense. Esta é a nossa primeira vez no festival, e estamos muito emocionados", destacou Humberto. Adriana, por sua vez, falou sobre a emoção de tocar em um dos teatros mais históricos do Brasil. "O Theatro da Paz é um espaço que carrega muita história e significado para nós. Tocar aqui, dentro da programação do festival, é um momento único", afirmou. Entre o público presente estava Cléia Miranda, de 84 anos, que conhecia Adriana Azulay e decidiu apostar no talento da dupla ao assistir ao recital. "Eu já acompanho o trabalho da Adriana há muito tempo, e sempre acreditei que eles chegariam longe. Vim ao teatro porque sabia que seria uma apresentação grandiosa, e não me decepcionei. Foi uma noite maravilhosa, cheia de emoção", declarou Cléia, visivelmente emocionada. O recital foi cuidadosamente estruturado, dividindo-se em duas partes. Na primeira, os irmãos Azulay executaram peças como a Protofonia de "Il Guarany" de Carlos Gomes e a abertura da ópera "O Morcego" de J. Strauss. Na segunda parte, destacaram-se as obras de Bizet, com uma brilhante interpretação da suíte de Carmen, que incluiu, além da Danse Boheme, trechos como "Habanera" e "Les Toreadors". Adriana Azulay também ressaltou a importância de tornar a música clássica acessível a todos. "Nosso papel enquanto artistas é levar essa arte a todos, de maneira acessível, e o Festival de Ópera permite essa experiência", afirmou. O duo, além de executar com maestria as obras escolhidas, também criou uma conexão com o público, tornando o recital uma experiência imersiva e emocionante. A noite no Theatro da Paz foi marcada não apenas pela beleza das interpretações, mas também pela celebração da música clássica em um dos mais belos palcos do Brasil. Com a promessa de surpresas no repertório, o Duo Azulay cumpriu sua missão de oferecer uma apresentação inesquecível, deixando o público em êxtase. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz segue com uma programação rica e variada, reafirmando o compromisso de promover grandes produções e valorizar artistas como Adriana e Humberto Azulay, que mais uma vez mostraram sua excelência no cenário da música clássica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59413/duo-azulay-estreia-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 24 de mai. de 2023 O público lotou o centenário teatro para ver as aventuras de Chicó e João Grilo, recriadas pela Orquestra Ouro Preto, no XXII Festival de Ópera Chicó e João Grilo, personagens centrais da obra mais famosa de Ariano Suassuna, que há seis décadas fazem sucesso no teatro e no cinema, ressurgem no palco de uma maneira diferente, agora diante de uma ópera-bufa – enredo sem fim trágico. Classificada pela crítica como surpreendente e divertida, “Auto da Compadecida, a Ópera”, foi apresentada em Belém na noite desta terça-feira (23), dentro da programação do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz. A montagem, que lotou o centenário palco das artes de Belém, será apresentada também nesta quarta-feira (24), às 20h30, no TP. Usando uma metalinguagem que caminha pelo universo do teatro e do circo, costurando aspectos lúdicos e harmônicos, a obra deixou inquieto até os frequentadores mais assíduos do Theatro da Paz, como a professora Amanda Carvalho. “O começo do primeiro ato me deixou confusa, mas eles conduzem de uma forma tão leve que, rapidamente, me acostumei com o formato. Relaxei e aproveitei toda a magia do espetáculo. Foi lindo!”, afirmou. A música original é de autoria do compositor, pianista e arranjador Tim Rescala. Ele assina o libreto junto com o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular da Orquestra Ouro Preto e responsável pela concepção e direção musical do espetáculo. A Orquestra Ouro Preto está em sua terceira incursão no universo operístico. Desta vez, em um projeto ainda mais ousado, baseado na cultura brasileira e popular. “Ópera é uma arte máxima, em que música, teatro, figurino, cenário e iluminação se encontram. Era um sonho antigo da Orquestra começar a realizar produções de óperas. As duas primeiras nos deram a sustentação necessária para caminhar para um desafio ainda mais inovador, mais audacioso e de grande fôlego, que é o Auto da Compadecida, a Ópera”, informou Rodrigo Toffolo. Foto: David Alves/Ag. Pará A ópera também foi a visão do diretor de arte Luiz Abreu, que se viu diante de novos desafios mesmo após tantos anos trabalhando com grandes espetáculos. “Uma ópera é concebida como uma ‘arte completa’. Em palco, a justaposição de figurinos, cenários, dramaturgia, iluminação, engenharia de som e outros tantos itens devem elevar a música à quintessência. E essa composição, para ser feita com excelência, exige um alto nível de dedicação e atenção”, contou Luiz Abreu, que também é diretor de marca da “Ouro Preto”. Fé e emoção - No segundo ato, o canto lírico de Marília Vargas, que interpreta a Compadecida, despertou emoções. Antônio Furtado, que estava na plateia, não conteve as lágrimas. “Sou devoto de Nossa Senhora de Nazaré, e a cena em que a Compadecida advoga por seus pobres filhos é poética, e retrata a nossa fé e a esperança de que no final haverá alguém por nós. Marília é sempre maravilhosa!”, disse. Foto: David Alves/ Ag.Pará Surpresas - De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o Festival deste ano está só começando, e guarda muitas surpresas, seguindo em duas direções. “Uma é confirmar nossas relações com orquestras e teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas no repertório. ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas, e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, informou o diretor. Serviço: A segunda récita do espetáculo “Auto da Compadecida, a Ópera” será nesta quarta-feira (24), as 20h30, no Theatro da Paz – Rua da Paz - Praça da República, bairro da Campina, Belém. Texto da Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43961/auto-da-compadecida-a-opera-traz-a-obra-de-ariano-suassuna-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém Amanda Engelke - Ascom/Secult 20 de set. de 2024 Repertório vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) fecha o IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com um concerto especial, neste sábado (21), às 20h, no Theatro da Paz. Sob a regência do maestro Agostinho Fonseca. O programa vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas consagrados. Entre os solistas que se apresentarão estão Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta, Herson Amorim, Ariane Rovesse e Patrick Viglioni. O repertório combina obras brasileiras e internacionais, incluindo peças emblemáticas como “Quando canta o Uirapuru” e “Lenda do Boto”, de Wilson Fonseca, sugeridas pelo maestro Agostinho e que trazem influências da música do Pará. O programa inclui quatro peças para clarinete solo de diferentes estilos e épocas. A mais antiga, de 1811, é do compositor alemão Carl Maria von Weber, conhecida por ser “bem virtuosística, e que vai encerrar o concerto em grande estilo”, aposta o maestro, que também destaca o “Concerto para Clarineta”, de Aaron Copland, composta nos anos 1950, e que traz uma linguagem mais contemporânea e também exige grande habilidade tanto do clarinetista quanto da orquestra. A noite também contará com a “Sinfonia Concertante Op. 2”, de Ludwig Schindelmeisser, que será interpretada por quatro clarinetistas: Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta e Herson Amorim. Além disso, a compositora francesa Yvonne Desportes será representada com uma obra para clarone, o clarinete baixo, descrita pelo maestro como “muito bonita”. Fonseca adianta que ela vai abrir a parte dos solos dos clarinetes. Celebração Para o solista Marcos Cohen, um dos organizadores do encontro, a apresentação será carregada de significados. Ele, que já foi membro da OSTP, vê no concerto uma forma de celebrar sua trajetória dentro da orquestra. “Faço parte dessa história também”, diz. Ele destaca que o fato de o evento ocorrer na sua cidade natal, Belém, torna o momento ainda mais especial. “É a minha terra, onde estudei e aprendi a tocar”, acrescenta. O encontro promoveu, durante quatro dias, atividades como recitais e masterclasses, reunindo músicos de diversas partes do mundo. O evento é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo, da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), da Academia Paraense de Música, do Theatro da Paz, da Fundação Cultural do Pará, da UFPA, do Banco do Estado do Pará e da Casa do Gilson. Serviço : O concerto de encerramento do IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz acontece no sábado, 21 de setembro, às 20h, no Theatro da Paz. Ingressos à venda no site Ticket Fácil e na bilheteria do teatro a partir das 9h do dia da apresentação. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59779/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-encerra-encontro-de-clarinetistas-de-belem Anterior Próximo
- Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite | Theatro da Paz
< Volte Sarau ‘Chuva de Poesia' chega à 5ª edição com homenagem ao poeta Daniel Leite Juliana Amaral - Ascom/SECULT 25 de out. de 2024 Com entrada franca, o evento ocorrerá no Foyer do Theatro do Paz, com a participação de outros poetas paraenses A Secretaria de Estado de Cultura (Secult), por meio da Diretoria do Theatro da Paz, promove a 5ª edição do Sarau "Chuva de Poesia" na próxima quinta-feira (31), às 18h. A ação ocorrerá de forma gratuita no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas, por ordem de chegada. Nesta edição será homenageado o premiado poeta Daniel da Rocha Leite, que entre contos, romance, poesia, crônicas e literatura infantojuvenil possui 18 livros publicados. O poeta receberá um certificado de reconhecimento por sua obra. “Já é o nosso quinto sarau, e nós estamos agradavelmente surpresos porque tem sido um sucesso. Temos homenageado poetas paraenses, e agora o Daniel Leite, um grande poeta premiado, que tem coisas lindas para dizer às pessoas. Além do homenageado Daniel, abrimos o microfone para todos os poetas presentes, que vêm declamar suas obras”, informou Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, acrescentando que “é muito bom a gente perceber que há muitos jovens vindo mostrar seus trabalhos, de modo que eu quero convidá-los, mais uma vez, para o nosso quinto Sarau Chuva de Poesias”. Poesia para todos - Segundo o poeta Renato Gusmão, produtor e curador do projeto, “é um público muito jovem, que vem com o intuito de dizer poesia, não só para assistir outros poetas declamarem. Eles também buscam participar do Sarau efetivamente. Pra gente, é um sucesso magnífico e surpreendente, que nos orgulha muito”. Em edições anteriores foram homenageados os poetas, José Rodrigues Pinagé e Alonso Rocha. A iniciativa visa fomentar a cultura literária de Belém, promover a aproximação entre os poetas e o público. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Serviço: 5ª edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Quinta-feira (31 de outubro), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/60776/sarau-chuva-de-poesia-chega-a-5-edicao-com-homenagem-ao-poeta-daniel-leite Anterior Próximo

