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  • Theatro da Paz faz 146 anos e homenageia Carlos Gomes e Waldemar Henrique | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz faz 146 anos e homenageia Carlos Gomes e Waldemar Henrique Texto de Juliana Amaral / Ascom Secult 14 de fev. de 2024 Programação de aniversário nesta quinta-feira (15) inicia, às 17h30, com o lançamento do livro sobre a presença de Carlos Gomes na capital paraense Na próxima quinta-feira (15), o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), promove uma programação de aniversário de 146 anos do Theatro da Paz. Não à toa, um dos mais importantes cartões postais de Belém foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, e até hoje é considerado um dos Teatros-Monumentos do Brasil. A celebração também irá homenagear os compositores Waldemar Henrique e Carlos Gomes. “A proposta é celebrar o aniversário do Theatro da Paz em grande estilo, por isso decidimos homenagear também esses dois grandes nomes da música, que contribuíram tanto para cultura paraense. Waldemar Henrique pela feliz coincidência na data de aniversário, e Carlos Gomes pela compatibilidade do lançamento do livro do maestro Jonas Arraes sobre o compositor”, ressalta Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz. Fundado em 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região, o ‘Da Paz’ é inspirado no Teatro Scala de Milão. A acústica perfeita, lustres de cristal, piso de madeiras nobres, elementos decorativos revestidos com folhas de ouro são alguns elementos que fazem o Theatro ser tão grandioso. Entre eles, o teto da Sala de Espetáculos com uma pintura de Domenico De Angelis, que retrata a mitologia greco-romana fazendo alusão ao Deus Apolo conduzindo a Deusa Afrodite e as musas das artes à Amazônia. No dia 15 de fevereiro, data de aniversário do Theatro da Paz, também é celebrado o aniversário de Waldemar Henrique. O compositor foi diretor do ‘Da Paz’, e chegou a morar no Theatro. Também foi diretor da Rádio Clube do Pará e do Conservatório Carlos Gomes. Compôs cerca de 200 músicas, com rico repertório cultural que, em sua maioria, retratam temas amazônicos. Sua obra conquistou alto nível de reconhecimento e foi eleito para a Academia Brasileira de Música. “Nosso Theatro da Paz é o maior ícone arquitetônico, histórico e cultural do Pará. Nos dá imenso orgulho saber que comemoramos seus 146 anos de portas abertas para a população, com uma política permanentemente de acesso e formação de plateia, além do investimento continuado na manutenção de sua estrutura majestosa. Será uma linda festa que homenageará, também, dois compositores geniais que contribuíram imensamente com nossa música, nossa cultura e viveram capítulos importantes de suas vidas no palco de nosso Da Paz”, conta a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. A programação ocorre na quinta-feira (15), de forma gratuita, às 17h30, no Foyer do Theatro, que tem capacidade para receber até 50 pessoas. A primeira atividade será o lançamento do livro "Tão longe e tão distante: a presença de Carlos Gomes na belle époque de Belém do Pará", de Jonas Arraes. A obra advém da tese de doutorado em musicologia histórica, realizada pelo autor na Universidade de Campinas-SP. Na oportunidade serão apresentadas canções de Carlos Gomes, por Salomão Habib. “A expectativa do lançamento no Salão Nobre do Theatro da Paz, o Foyer, vejo como um evento importante do ponto de vista histórico, pois Carlos Gomes recebeu muitas homenagens nesse espaço nos anos que aqui esteve, principalmente nos anos de 1882 e 1883. Além disso, lá está um busto em mármore carrara, confeccionado pelo escultor Achille Canessa, ao lado de outro busto do compositor paraense Henrique Gurjão esculpido pelo mesmo artista. Então, é muito simbólico lançar meu primeiro livro, uma obra sobre Carlos Gomes, no Theatro da Paz, no dia de seu aniversário.” Afirma o professor Jonas Arraes. Mais tarde, na Sala de Espetáculos, às 20h, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) vai apresentar a Protofonia de O Guarani, também de Carlos Gomes. Os cantores Nilson Chaves, Gigi Furtado, Andrea Pinheiro e Lucinha Bastos apresentarão músicas de Waldemar Henrique. Os ingressos para este show estarão disponíveis na bilheteria do Theatro e no site ticket fácil, a partir das 9h, do dia do concerto, no valor de R$ 2,00. Texto de Juliana Amaral / Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51460/theatro-da-paz-faz-146-anos-e-homenageia-carlos-gomes-e-waldemar-henrique Anterior Próximo

  • Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” | Theatro da Paz

    < Volte Leitura Dramática do Theatro da Paz apresenta “Lapsus, de Mário Zumba” Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) 21 de fev. de 2024 Aconteceu na noite desta terça-feira (20), no Foyer do Theatro da Paz, a primeira edição do projeto Leitura Dramática com o espetáculo "Lapsus", que conta com dramaturgia de Mário Zumba e direção de Marton Maués da A Cia. 2 de Teatro. A iniciativa é do Governo do Pará, por intermédio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e idealizador do projeto, "Leitura Dramática” é uma forma de apresentar uma peça teatral, na qual os atores, em vez de encenar a história com figurinos e cenários completos, priorizam a interpretação dos diálogos e a expressão emocional dos personagens. “Esta primeira edição foi um sucesso e não poderia ser diferente, já que tivemos Lapsus, este belíssimo texto que nos emocionou bastante. Amamos ver a nossa casa cheia e estamos muito felizes”, destacou. O Projeto Lapsus nasceu da leitura informal que os atores Marton Maués e Mário Zumba faziam para amigos que visitavam a casa do Marton. A intenção era mostrar o texto recém escrito pelo Mário - a partir de um argumento proposto pelo Marton - para ver qual seria a reação dos ouvintes. E as respostas eram surpreendentes. Ao final da leitura as pessoas estavam sempre emocionadas com a história ouvida e estabelecia-se, naturalmente, uma conversa a respeito dos assuntos tratados no texto. As percepções dos participantes eram extremamente pertinentes apontando caminhos/aspectos valiosos para a montagem do espetáculo. Os atores perceberam que aqueles encontros poderiam tornar-se algo mais elaborado sendo feito na casa de quem os convidasse. Assim, em janeiro de 2023 foi lançada a proposta e logo surgiram os convites. Depois de mais de 40 apresentações em residências, jornadas pedagógicas, centros culturais, pousadas, livrarias e quintais, já tendo sido levado a diversas cidades, finalmente Lapsus chega ao Theatro da Paz para uma apresentação que causou muita emoção nos espectadores. “Coroamos Lapsus neste ambiente lindo e tão emblemático para a cultura que é o nosso Theatro da Paz. Revisitar a trajetória desta relação, relembrando momentos de afeto e mágoa na busca de uma redenção foi um momento único para a gente e a participação do público foi incrível. Vida Longa ao Leitura Dramática!”, afirmou Marton. O drama, premiado no Edital Obras Literárias/2023 da Fundação Cultural do Pará, tem uma duração aproximada de 35 minutos e é recomendado para maiores de 16 anos. Mário Zumba e Marton Maués atuam juntos na trama que retrata a relação entre um idoso com Alzheimer e seu filho, que havia sido expulso de casa na juventude por sua orientação sexual e agora retorna para cuidar do pai. Ana Cardoso, já tinha assistido ao espetáculo e resolveu vir ao Theatro da Paz em busca da emoção sentida na sessão anterior. “Me viciei nesse choro emocionado. Vim em busca dele da experiência e a encontrei. A iniciativa de trazer leituras interpretativas para este espaço foi realmente um presente para todos nós e abrir com este espetáculo tinha que ser casa cheia”, afirmou Ana”. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via: https://agenciapara.com.br/noticia/51620/leitura-dramatica-do-theatro-da-paz-apresenta-lapsus-de-mario-zumba Anterior Próximo

  • Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz Por Amanda Engelke (SECULT) 23 de nov. de 2025 Inspirada no poema de Gonçalves Dias, a ópera terá récitas nos dias 10, 11 e 12 de novembro, durante o período da COP 30 em Belém A ópera I-Juca Pirama, com libreto de Paulo Coelho e composição musical de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, terá sua estreia mundial no Theatro da Paz, em Belém, nos dias 10, 11 e 12 de novembro, encerrando em grande estilo a programação do XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz, no mesmo período em que a capital paraense recebe a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Com 75 minutos de duração, a obra inspirada no poema de Gonçalves Dias reúne cantores líricos e artistas do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), o Coro Carlos Gomes de Belém, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o grupo indígena Huni kuin (Acre). A produção ecopoética propõe uma narrativa filosófica e sensorial sobre o universo indígena da Amazônia, entrelaçando literatura, música, ancestralidade, ecologia, coexistência e espiritualidade. Cantada em língua portuguesa, a ópera articula música, canto, dança, projeções audiovisuais e rituais de matriz indígena, traduzindo o encontro entre a tradição lírica e a sabedoria ancestral dos povos da floresta. O espetáculo é uma realização do Núcleo de Ópera da Bahia, em co-realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), com produção da ComArte Produções, apoio do programa Boca de Brasa, da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Salvador. Também conta com o apoio de mídia televisiva da France Télévisions. O escritor, jornalista e compositor brasileiro, parceiro de décadas de Raul Seixas, Paulo Coelho, destaca que “a obra vai revolucionar a ópera brasileira, com um trabalho magnífico de Aldo Brizzi e Gilberto Gil”, afirmou o carioca, que ocupa a 21.ª cadeira da Academia Brasileira de Letras. Para Ursula Vidal, secretária de Cultura do Pará, a estreia mundial de I-Juca Pirama no palco do Theatro da Paz reafirma a grandeza do Festival de Ópera. “Nosso Festival se consolidou, em 2025, como uma política pública de cultura que diversifica suas parcerias institucionais, co-realizando grandes espetáculos com outros importantes núcleos de produção operística do país". "A ampliação do repertório de montagens, com estreias mundiais de obras inspiradas no riquíssimo universo simbólico de nossa Amazônia, reafirma a grandeza deste Festival realizado há mais de duas décadas em um teatro monumento da cultura brasileira”, destaca a secretária. Figurinos sustentáveis Todos os figurinos da ópera são eco sustentáveis e assinados por dois artistas: o xamã e artista plástico Tukano Bu’úKennedy, responsável pelos trajes indígenas, e a figurinista Irma Ferreira, autora dos figurinos modernos e dos adereços. As criações foram produzidas por artesãos e coletivos indígenas da Amazônia, a partir de materiais sustentáveis, fibras, pigmentos naturais e técnicas tradicionais. “Os figurinos são concebidos por Bu’ú Kennedy, xamã tucano e grande artista plástico. Ele criou uma série de trajes feitos com casca de árvore, mastigada ritualmente durante três dias pelas mulheres tucanas antes de se transformar em tecido. Já as vestes masculinas são cortiças de árvores amazônicas, que voltam a crescer após o corte. É uma operação totalmente ecológica, que resgata a criatividade dos povos da Amazônia e valoriza sua presença na criação artística”, explica Aldo Brizzi, diretor musical e cênico da ópera. O maestro destaca ainda que seis indígenas do povo Huni kuin, do Acre, estarão em cena ao lado dos cantores líricos do NOP e do Coro Carlos Gomes, de Belém. “Essa convivência cria uma dimensão simbólica e real entre o erudito e o ancestral, unindo vozes que expressam a floresta em sua força espiritual e estética”. Trabalho reflete múltiplas matrizes culturais brasileiras, diz diretor musicial Para Aldro Brizzi, a parceria com Gilberto Gil dá origem a uma obra musical que reflete múltiplas matrizes culturais brasileiras. “A estética musical dessa ópera segue a linha que já trabalhamos em Amor Azul, eu e Gil, ou em obras minhas como a Ópera dos Terreiros. É uma fusão total entre elementos da cultura afro, afro-brasileira, indígena e erudita. A melodia e a harmonia vêm um pouco da música popular, porque é um trabalho feito a quatro mãos com o Gil. Tudo flui naturalmente entre a rítmica indígena e a linguagem sinfônica, com o DNA da música popular sempre presente de forma comovente e radical”, destaca Brizzi. O compositor ressalta que o texto de Gonçalves Dias foi determinante para o ritmo e o caráter da obra. “A força da palavra de Gonçalves Dias é extraordinária. Ela traz uma musicalidade própria, com termos que hoje soam incomuns, mas cheios de sentido. Nossa ópera se passa em duas épocas — a antiga, narrada por Gonçalves Dias, e a moderna, contada por nós. O I-Juca contemporâneo revive a busca por identidade em meio à destruição. Essa convivência entre o antigo e o novo dá à obra uma dimensão simbólica de continuidade e transformação.” Para Brizzi, o Núcleo de Ópera da Bahia reafirma sua vocação de aproximar a ópera das raízes culturais brasileiras. “O NOP sempre deu grande relevância à cultura de raiz. Nossas óperas são em português e querem comunicar. Não é ópera intelectual, é ópera popular no verdadeiro sentido do termo. A ópera sempre foi a arte do seu tempo — popular e profunda. Queremos ser modernos e criativos, com respeito às raízes, para que todos possam se emocionar e se reconhecer no que fazemos”. Os desafios de unir o canto lírico às tradições indígenas fazem parte da trajetória de Aldo Brizzi. Em Amor Azul, ele e Gilberto Gil uniram o DNA da música popular brasileira à grande respiração da música sinfônica; em Ópera dos Terreiros, aproximaram o Candomblé da eletrônica e do canto lírico. Em I-Juca Pirama, a orquestra e o coro se unem à rítmica e à tímbrica dos instrumentos indígenas, criando uma cor sonora única e profundamente simbólica. A obra nasce do diálogo entre arte, ecologia e consciência ambiental. A floresta está presente em cada gesto, som e material de cena, fazendo da ópera uma verdadeira celebração da Amazônia e de sua sabedoria ancestral. Considerada por Paulo Coelho como um trabalho capaz de revolucionar a ópera brasileira, a produção inicia com um prólogo em vídeo-projeção gravado na Amazônia, com Gilberto Gil no papel de Croá, o trovador dos povos originários, cantando uma música inédita sobre as queimadas, e o próprio Paulo Coelho interpretando Gonçalves Dias, que se transforma em Espírito da Terra. A escolha de Belém e do Theatro da Paz para a estreia mundial de I-Juca Pirama reforça o simbolismo amazônico da obra e a tradição da cidade como polo operístico do país. O teatro, um dos mais antigos e importantes do Brasil, tem sido palco de grandes criações do Núcleo de Ópera da Bahia e consolida-se como espaço de encontro entre linguagens, culturas e territórios sonoros. “Se apresentar no Theatro da Paz é sempre um prazer. Em 2022, já estivemos aqui com a Ópera dos Terreiros, no Festival de Ópera, e foi uma experiência marcante. Desta vez, voltamos para vibrar junto com aquela acústica maravilhosa e com o público paraense, que sempre acolhe a criação operística com generosidade e emoção”, conclui Brizzi. A renda da estreia será totalmente revertida em apoio ao povo indígena da Vila Dom Bosco, no Alto Rio Tiquié, distrito de Pari Cachoeira, região do Alto Rio Negro. A iniciativa busca valorizar a educação intercultural e preservar o legado das línguas e saberes ancestrais. SINOPSE Após ter suas terras devastadas pelos colonos portugueses, o jovem guerreiro I-Juca Pirama, último de sua tribo, parte em busca de novos territórios e de um sentido para sua existência. Capturado pelos Timbiras, é condenado ao sacrifício, mas sua coragem e dignidade transformam seus algozes. Entre o dever do guerreiro e o chamado da vida, I-Juca enfrenta o conflito entre honra e sobrevivência. Na ópera, a história se desenrola entre duas épocas — a antiga, contada por Gonçalves Dias, e a moderna, em que novas queimadas e devastações fazem o I-Juca contemporâneo reviver a busca por significado e pertencimento. Sua jornada reflete o destino de um povo em exílio na sua própria terra e o grito da floresta ferida. Em uma dimensão paralela, o Espírito da Terra tudo vê, prevê, narra e abraça. Entre os dois tempos da história, ela é a guardiã da memória e da transformação. Jaci, jovem Timbira frágil e encantada por I-Juca no tempo ancestral, renasce na era moderna como sua própria descendente, jornalista que entrevista o “I-Juca” contemporâneo nas terras devastadas pelas queimadas. Mas um antídoto poderoso resiste ao avanço da destruição: a força dos sonhos e a técnica ancestral de torná-los realidade. Assim, o mito renasce no presente, lembrando que a terra, mesmo ferida, continua a sonhar através de seus filhos. BIOGRAFIAS Paulo Coelho – Autor do texto original Reconhecido mundialmente, Paulo Coelho é um dos escritores mais lidos de todos os tempos, com mais de 320 milhões de livros vendidos em 170 países e traduzido para 88 idiomas. É membro da Academia Brasileira de Letras e Embaixador da Paz das Nações Unidas. Pela primeira vez, assina um texto original para o palco, ampliando sua obra para a linguagem cênica e musical. Gilberto Gil – Compositor Músico, compositor e intelectual, Gilberto Gil foi Ministro da Cultura do Brasil, é membro da Academia Brasileira de Letras e vencedor de múltiplos prêmios internacionais, incluindo Grammys e a Legião de Honra da França.Sua obra é um patrimônio da música brasileira, mesclando raízes populares com inovação estética. Aldo Brizzi – Diretor musical e coautor da composição Maestro, compositor e produtor ítalo-brasileiro, Aldo Brizzijá regeu as mais importantes orquestras na Europa e nas Américas. Autor de óperas como Amor Azul e Ópera dos Terreiros, é diretor do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) e reconhecido por integrar linguagens populares a tradição lírica, criando pontes entre o erudito e o contemporâneo. Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) Coletivo lírico com sede em Salvador, o NOP é um projeto de excelência na formação e difusão da ópera brasileira, reunindo cantores, músicos e criadores com ênfase em diversidade racial e de linguagem. É 90% composto por artistas afro-brasileiros. Responsável por produções que mesclam tradição e inovação, atua também na formação de público e em ações de inclusão social. Bu’ú Kennedy – Figurinista e artista plástico Artista Tukano do povo Ye’pá Mahsã, da região de São Gabriel da Cachoeira (AM), Bu’ú Kennedy atua com pintura, instalação e figurino, destacando-se pelo uso de materiais naturais e símbolos ancestrais. Sua produção artística baseia-se na marchetaria, técnica de justaposição e encaixe de lâminas de madeiras diferentes, que formam paisagens, motivos e símbolos. Festival de Ópera do Theatro da Paz Criado em 2002, o Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma das mais duradouras políticas públicas de formação de plateia do país. Realizado pelo Governo do Pará, por da Secult, o festival tem como anfitriã a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz — corpo artístico oficial do teatro, que completará 30 anos em 2026 — e se destaca por unir excelência musical, formação de público e protagonismo amazônico. Ao longo de mais de duas décadas, recebeu mais de 40 montagens, entre clássicos como La Traviata, Carmen, O Guarani e A Flauta Mágica, e estreias nacionais e mundiais inspiradas na literatura e no imaginário da Amazônia. Também desenvolve ações de inclusão, como o projeto Sons de Liberdade, que promove a reinserção de mulheres custodiadas e egressas do sistema penal por meio da confecção dos figurinos das montagens. Em 2025, o XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz apresentou a estreia mundial de Cobra Norato – Terras do Sem Fim, inspirada no poema de Raul Bopp, com libreto de Bernardo Vilhena, música de André Abujamra, direção artística de Carla Camurati e regência de Silvio Viegas; o concerto Tudo Isto é Teu – Uma Celebração de Waldemar Henrique, em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro; e a Gala Lírica “A Ópera da Amazônia”, com a OSTP. FICHA TÉCNICA (resumo) Título: I-Juca PiramaSubtítulo: Aquele que deve morrerTexto: Paulo Coelho e Aldo Brizzi, livre recriação a partir do poema de Gonçalves DiasMúsica original: Gilberto Gil e Aldo BrizziDireção musical e cênica: Aldo BrizziFigurinos indígenas: Bu’ú KennedyFigurinos modernos e adereços: Irma Ferreira Elenco: I-Juca Pirama – Jean William Espírito da Terra – Graça Reis Cacique – Irma Ferreira Jaci – Milla Franco Ogib – Josehr Santos Grupo vocal lírico-popular do Núcleo de Ópera da Bahia Grupo indígena do Povo Huni kuin (Acre) Coro Carlos Gomes de Belém Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Maestro: Aldo Brizzi Participações especiais: Gilberto Gil e Paulo Coelho (projeções audiovisuais) Duração: 75 minutos Realização: Núcleo de Ópera da Bahia Co-realização: Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Produção: ComArte Produções SERVIÇO: I-JUCA PIRAMA – Aquele que deve morrer Estreia mundialÓpera inspirada na obra poética de Gonçalves Dias, em língua portuguesa, dividida em dois atosLibreto de Paulo Coelho, composição musical de Gilberto Gil e Aldo BrizziData: 10, 11 e 12 de novembroHorário: 20hLocal: Theatro da PazPraça da República | Rua da Paz, s/n, CentroBelém – PA Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$80 • Inteira | R$40 • MeiaCamarotes de segunda ordem: R$80 • Inteira | R$40 • MeiaGaleria: R$60 • Inteira | R$30 • Meia // Paraíso: R$40 • Inteira | R$20 • Meia O espetáculo estreia no dia 10 de novembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 11 e 12 de novembro, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do TP e por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Dúvidas e informações sobre venda de ingressos: (91) 3252-8603. E-mail: bilheteria@theatrodapaz.com . Com informações da Assessoria I-Juca Pirama Anterior Próximo

  • OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace | Theatro da Paz

    < Volte OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 O evento será realizado na quita-feira (30) A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta nesta quinta-feira (30), o concerto "De Mozart a Strauss", às 20h, no Theatro da Paz, em homenagem aos 60 anos de carreira do pianista Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira da cantora lírica Gabriela Pace, que estarão no palco solando com a OSTP. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Conforme Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP o evento será para prestar homenagem a dois grandes músicos que têm sua história intimamente ligada à Belém do Pará. "Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, músicos que têm tudo a ver com a história do Pará e com a história da OSTP. Definida essa homenagem, nós deixamos que eles escolhessem as peças que mais representariam o toque e o canto deles e o que gostariam de solar para o público paraense". De acordo com Miguel, o professor Del Claro escolheu a música do Luigi Boccherini e Gabriela Pace as quatro últimas canções de Strauss. Ainda segundo o maestro, a orquestra inicia novo capítulo e traz uma compositora nova, contemporânea, Albena Petrovic, de origem búlgara. "Eu propus a ela que escolhesse a obra que mais representasse o seu estilo de composição, e ela escolheu 'Mélusine', uma peça contemporânea", explicou Miguel. O maestro ainda comentou que sua ideia é mostrar uma palavra muito importante para orquestras sinfônicas, "versatilidade", já que as orquestras sinfônicas devem estar prontas para tocar qualquer estilo musical, incluindo a música não erudita, a música popular, vertentes do jazz, entre outros estilos. O concerto desta quinta-feira terá quatro pontos altos. Na primeira obra será a vez da orquestra mostrar que sabe tocar Mozart e demostrar domínio da linguagem clássica. A sinfonia de número 31 é muito importante e é conhecida como Sinfonia Paris. Sendo assim, a orquestra mostra o seu domínio da linguagem clássica. O Luigi Boccherini é um ponto alto por causa do solista, o grande Antonio Del Claro. A terceira música é um ponto alto porque é uma compositora que veio da Europa para prestigiar a orquestra local, a Albena Petrovic. E a orquestra vai mostrar que sabe dominar também a linguagem contemporânea, a linguagem experimental. E finalmente as quatro últimas canções de Strauss que são lindíssimas. Uma obra muito fundamental da literatura para orquestra e canto e está sendo magnificamente cantada pela Gabriella Pace. Os homenageados Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, dois artistas de momentos diferentes na vida, mas com histórias que se entrelaçam intimamente a Belém. Antonio Del Claroviaja para o norte do Brasil, especialmente para a Belém, desde os anos 80, ficou muito feliz com o núcleo forte de cordas que existia em Belém na Orquestra de Câmara do Pará. A partir daí, ele sempre esteve nos festivais internacionais de música promovidos pela Fundação Carlos Gomes. Além disso, ele também foi professor por módulo do bacharelado da Fundação Carlos Gomes, regeu várias vezes aqui em Belém, trouxe cameratas de São Paulo para Belém, formou cameratas aqui em Belém, regeu e solou. Ele também formou cameratas com músicos de Belém e levou para São Luís, no Maranhão. Ele atuou de forma muito intensa na capital paraense e ajudou a levar a música para frente. Já Gabriella Patti, cantou no primeiríssimo Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará no ano de 2002, como Viúva Alegre. Em seguida, ela cantou mais uma vez no Festival de Ópera, em 2003 como Pamina, na Flauta Mágica. Então, quando a ópera ressurgiu no Pará, feita por paraenses, promovida pelo Theatro da Paz, quando iniciou o Festival de Ópera, Gabriella Pace estave presente. Além disso, ela cantou Traviata, anos depois. E agora ela irá cantar as quatro últimas canções de Strauss. Gabriella é uma das sopranos de maior destaque no cenário nacional. Repertório W. A. Mozart (1756 - 1791)Sinfonia Nº 31 - “Paris” I. Allegro assai II. Andante II. Allegro Luigi Boccherini (1743 - 1805)Concerto para Violoncelo Nº 12 em Mi Bemol Maior I. Maestoso II. Largo III. Allegro Solista: Antonio Del Claro INTERVALO Albena Petrovic (1965)Mélusine - l'image mystique (Poème symphonique) Richard Strauss (1864 - 1949)Vier letzte lieder - für Sopran und Orchester I. Frühling II. September III. Beim Schlafengehn IV. Im Abendrot Solista: Gabriella Pace Serviço: Concerto “De Mozart a Strauss” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto Data: 30 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser retirados somente no dia do concerto no site ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP a partir das 9h da manhã. Apenas dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49530/ostp-homenageia-os-60-anos-de-carreira-de-antonio-del-claro-e-os-25-anos-de-carreira-de-gabriela-pace Anterior Próximo

  • Retrospectiva Festival de Ópera | Theatro da Paz

    Acompanhe a restrospectiva dos 22 anos do Festival de Ópera do Theatro da Paz! Retrospectiva O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um evento de abrangência nacional do gênero, com várias atividades de formação e capacitação, e realizado em Belém, capital do Pará, na Amazônia. Criado em 2002, é um dos grandes acontecimentos culturais em ópera no país e na América Latina. O festival já iniciou em abril e se estenderá até dezembro, com várias atividades sociais, culturais e parcerias. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O “Da Paz”, como é carinhosamente tratado pela população, é um teatro/templo de arte e cultura do Pará e concentra tanto grandes espetáculos, como dá espaço aos talentos locais, valorizando suas raízes e sua expressão cultural. O festival vem sendo realizado todos os anos, incluindo outubro, mês em que se realiza o Círio de Nazaré – a maior festa religiosa do Norte/Nordeste e uma das mais importantes do país. Desde sua criação, o Festival já executou 45 óperas e capacitou mais de 300 alunos com sua programação acadêmica e artística, revelando grandes talentos. Em paralelo ao evento, serão realizadas variadas programações, com uma abrangência inédita e social que muito tem a ver com a época de pandemia, em que oportunidades e solidariedade são a tônica em qualquer atividade, principalmente a cultural. Um Baile de Máscaras (2018) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Um Baile de Máscaras (2018) Don Giovanni (2017) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Don Giovanni (2017) Turandot (2016) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Turandot (2016) Os Pescadores de Pérolas (2015) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Os Pescadores de Pérolas (2015) Mefistofele (2014) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Mefistofele (2014) O Navio Fantasma (2013) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado O Navio Fantasma (2013) Cavalleria Rusticana (2012) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Cavalleria Rusticana (2012) Tosca (2011) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Tosca (2011) La Bohéme (2008) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado La Bohème (2008) II Guarany (2007) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado II Guarany (2007) Iara (2006) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Iara (2006) Bug Jargal (2005) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Bug Jargal (2005) Carmen (2004) Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Carmen (2004) Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Pagliacci (2003) - Ruggero Leoncavallo Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Reproduzir vídeo Facebook Twitter Pinterest Tumblr Copiar link Link copiado Macbeth (2002) - Giuseppe Verdi Palco Virtual

  • Theatro da Paz e Teatro Amazonas poderão se tornar Patrimônios Mundiais nos próximos anos | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz e Teatro Amazonas poderão se tornar Patrimônios Mundiais nos próximos anos Iego Rocha (SECULT) 12 de dez. de 2023 Bens culturais de Belém e Manaus iniciam preparativos para candidatura a ser apresentada à Unesco O Teatro Amazonas e o Theatro da Paz, localizados em Manaus (AM) e Belém (PA), respectivamente, poderão ser reconhecidos como Patrimônios Mundiais pela Unesco. O primeiro passo para a elaboração da candidatura dos Teatros da Amazônia será dado entre os dias 13 e 15 de dezembro, na capital manauara, onde ocorre a primeira oficina de mobilização que envolverá os governos dos Estados do Amazonas e Pará, prefeituras de Manaus e de Belém, representações da sociedade civil, pesquisadores e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que deve coordenar o processo da candidatura e apresentá-la, representando o Brasil, ao Centro do Patrimônio Mundial da Unesco. Símbolos máximos do ciclo da borracha na região, os teatros de Belém e Manaus representam as artes, a arquitetura e a história da Amazônia, e a relação da região com a economia e a geopolítica internacional entre os séculos XIX e XX. A programação do evento será composta por apresentações, debates e visitas técnicas. Na quarta-feira (13), às 14h, a abertura da oficina contará com a apresentação de conceitos, princípios e procedimentos para a candidatura a Patrimônio Mundial. Na sequência, serão expostos os requisitos de proteção, conservação e gestão do Teatro Amazonas e do Theatro da Paz. No dia seguinte, será promovida uma visita técnica ao Teatro Amazonas e à área de entorno da edificação, no centro de Manaus. Por fim, na sexta-feira (15), as discussões vão tratar de valores patrimoniais, justificativa para a candidatura, critérios e estratégia para elaboração das ações previstas nos próximos anos. Ainda durante o evento, será estabelecida a matriz de responsabilidades e cronograma de trabalho. “Para o Iphan, uma candidatura a Patrimônio Mundial sempre se apresenta como um rico e estimulante desafio. Primeiro, no sentido de propor a articulação necessária entre os grupos sociais envolvidos, os gestores estabelecidos e as instituições interessadas. Segundo, no sentido de garantir as condições que permitam a identificação e o reconhecimento coletivo do chamado valor universal do bem”, avaliou o diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan, Andrey Schlee. “No caso particular dos Teatros da Amazônia, o desafio se renova, frente à riqueza e diversidade cultural da região Norte”, completou ele. O processo de reconhecimento - Ambos os teatros já são tombados pelo Iphan como Patrimônios Culturais do Brasil: a casa de espetáculos do Pará recebeu o título em 1963 e a do Amazonas, em 1966. Quanto ao reconhecimento da Unesco, os Teatros da Amazônia foram inscritos na Lista Indicativa de Patrimônio Mundial, uma etapa prévia, que serve como instrumento de planejamento e preparação para as candidaturas. Conforme a Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural da Unesco, o reconhecimento de um bem cultural como Patrimônio Mundial demanda a caracterização de seu valor universal excepcional (VUE), extrapolando a importância local, regional e nacional. Ainda segundo a Convenção, dentre os vários critérios, o bem deve ser um testemunho do “intercâmbio de valores humanos considerável, durante um período concreto ou em uma área cultural do mundo determinada, nos âmbitos da arquitetura ou tecnologia, das artes monumentais, do planejamento urbano ou da criação de paisagens”. O documento também prevê que o bem deve “ser um exemplo eminentemente representativo de um tipo de construção ou de conjunto arquitetônico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustre um ou vários períodos significativos da história humana”. Em diálogo e elaboração com outras instituições públicas, organizações que atuam junto ao bem e à sociedade civil de maneira mais ampla, a proposta é elaborada por um grupo técnico, que fará uma minuta de dossiê a ser apresentada ao Comitê do Patrimônio Mundial. Especialistas do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), organização não governamental ligada à Unesco, analisam a documentação, verificam a pertinência da argumentação e realizam missão de avaliação. Se necessário, haverá etapas de complementação de dados e ajustes, após as quais o dossiê de candidatura segue para avaliação do Comitê do Patrimônio Mundial, formado por 23 países signatários da Convenção. Este Comitê avaliará o potencial valor universal excepcional do bem, e se ele preenche os requisitos de integridade e/ou autenticidade e de proteção e gestão para o título de Patrimônio Mundial. Caso sejam reconhecidos pela Unesco, os Teatros da Amazônia passarão a compor uma lista que já possui 14 bens brasileiros chancelados como Patrimônio Mundial Cultural, dentre os quais estão o Cais do Valongo (RJ), Brasília (DF) e os centros históricos de Ouro Preto (MG), São Luís (MA) e Salvador (BA). Como Patrimônio Mundial Natural, são reconhecidos outros sete bens, como o Complexo de Conservação da Amazônia Central (AM), o Parque Nacional do Iguaçu (PR) e as Ilhas Atlânticas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (PE/RN). Como Patrimônio Misto, por fim, a Unesco reconhece “Paraty e Ilha Grande: cultura e biodiversidade”. Os teatros e a história da Amazônia - Período histórico que ficou conhecido como ciclo da borracha ou Belle Époque amazônica, a virada entre os séculos XIX e XX testemunhou grandes transformações na região amazônica, como reformas urbanas, migrações nordestinas e a alteração de padrões culturais até então vigentes. Devido à valorização do látex no mercado internacional, a Amazônia se tornou epicentro da produção global. Pelos rios e igarapés, trabalhadores singravam as seringueiras para a extração do látex; as cidades, especialmente Belém e Manaus, se tornavam entrepostos comerciais, almejando os valores da modernidade europeia. Os teatros, assim, são expressão máxima dessas transformações. Construído em estilo neoclássico no então Largo da Pólvora, hoje Praça da República, o Theatro Nossa Senhora da Paz foi inaugurado em 1878. Das várias reformas conduzidas, a de 1904 conferiu à edificação um estilo eclético. Na fachada, repousam quatro bustos que representam a música, a poesia, a tragédia e comédia. O pano de boca do palco é alegoria à República, pintado em Paris pelo cenógrafo Carpezat. Pintado por De Angelins, o painel do teto representa Apolo e Afrodite. E o teto do foyer — salão em que o público aguarda o início dos espetáculos — é decorado com motivos amazônicos. "A candidatura pelo reconhecimento da Unesco a estes dois extraordinários patrimônios arquitetônicos, no coração da Amazônia urbana, tem um valor mais do que simbólico para o Brasil. Nossa região irá sediar a COP 30, em 2025, e o turismo receberá um significativo impulso. As duas casas de espetáculos já são uma referência cultural da Amazônia, dentro do Brasil”, contextualizou a secretária de Cultura do Pará, Ursula Vidal. “Com este reconhecimento, a valorização e divulgação de nossos amados teatros e de sua missão no fomento às artes ganhará uma dimensão planetária, chamando a atenção do mundo e estimulando o desejo em conhecer a pujança da cultura amazônica, sua história e a beleza de seu patrimônio", completou ela. O Teatro Amazonas, por sua vez, foi inaugurado em 1896, também em estilo essencialmente eclético com vinculação neoclássica. Localizado no Largo de São Sebastião, centro histórico manauara, a casa de espetáculos foi construída com projeto arquitetônico do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa. De longe, o teatro chama atenção pela cúpula feita em 36 mil peças, importadas da Alsácia, na França, nas cores da bandeira do Brasil. De autoria do artista brasileiro Crispim do Amaral, o pano de boca do palco descreve o encontro dos rios Negro e Solimões. No salão nobre, ganha destaca a pintura do teto feita por Domenico de Angelis, em 1899, intitulada “A glorificação das Bellas Artes da Amazônia”. "O Teatro Amazonas, com uma história de 127 anos, destaca-se como o primeiro monumento tombado em Manaus pelo Iphan. É um símbolo do processo de modernização nacional, impulsionado pelo ciclo da borracha, refletindo a influência europeia através de um padrão estético eclético com uma arquitetura que incorpora elementos indígenas e referências da flora e fauna regional”, diz o secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Marcos Apolo Muniz. “Essa abordagem única permite que ele desempenhe um papel fundamental na oferta de acessibilidade cultural a todos os públicos." *Com informações da Ascom Iphan Anterior Próximo

  • 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria celebra a arte paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria celebra a arte paraense no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de mar. de 2024 No período de 13 a 17 de março, cinco grupos de teatro ocupam o palco do Theatro da Paz, em Belém. É a quarta edição da Mostra de Teatro Nilza Maria, que nesta edição homenageia o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição às artes cênicas do Pará. Na programação, cinco montagens paraenses, com diferentes sotaques, linguagens e conceitos, entram em cena para lançar novos olhares sobre diferentes temas. Artistas da dramaturgia paraense se encontram e misturam teatro, dança e música para refletir sobre o passado e o próprio tempo. A mostra tem como intuito contribuir para a formação cultural de todo o público paraense e tem como objetivo fundamental democratizar o acesso à cultura, estimular o hábito de frequentar o teatro e fomentar a circulação de companhias teatrais paraenses, enriquecendo o cenário cultural do Estado. Quem explica os critérios das peças escolhidas para a Mostra deste ano é Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz e organizador desta edição. “Selecionamos espetáculos paraenses de companhias que possuem experiência em festivais e temporadas fora da região, com base em critérios como originalidade, qualidade artística, relevância cultural, viabilidade técnica, inovação, diversidade e adequação ao tema ou propósito do evento, sempre com a intenção de apoiar os grupos mais antigos do Pará como forma de reconhecer a resistência de tantos anos em defesa do teatro paraense”, salienta. A quarta edição exibe, a preços acessíveis, cinco peças, sendo elas: "Belém Bragança - Os trilhos da Esperança" (José Leal), "Gato por Lebre" (Saulo Sisnando), "O que não se diz apodrece em nós" (Paulo Santana), "Joana" (Edyr Proença) e "Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas" (Evanildo Mercês). Para Luciana Noronha, assistir ao espetáculo ‘Belém Bragança - Os trilhos da Esperança’ teve o sabor de sua infância. “Sou bragantina e sempre ouvi histórias da minha bisavó sobre a Estrada de Ferro Belém Bragança. Eram lendas, causos tão antigos... e de repente o Grupo Experiência materializa tudo no palco do Theatro da Paz. Só tenho a agradecer”, relatou emocionada. Às vésperas de completar 83 anos de idade, o renomado ator e diretor teatral Geraldo Salles foi homenageado pela mostra por toda a sua contribuição ao teatro paraense. “Estou muito feliz pela homenagem e gostaria de agradecer ao Governo do Pará, à Secult, minha família, a Família Experiência e principalmente ao público que sempre esteve presente prestigiando todas as ideias que surgiram ao longo desses anos, inclusive nesta que é uma declaração de amor à Bragança. Gratidão!”, finalizou Geraldo Salles. Programação : Dia 14: Teatro de Apartamento com o espetáculo “Gato por Lebre” Dia 15: Grupo Palha com o espetáculo “O que não se diz apodrece em nós”, uma adaptação da peça ‘Anti Nelson’, de Nelson Rodrigues Dia 16: Grupo Cuíra com o espetáculo “Joana” Dia 17: Grupo: MÁ CIA DE TEATRO com o espetáculo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas” Serviço : A 4ª Mostra de Teatro – Nilza Maria vai até o dia 17 de março de 2024 no Theatro da Paz. O horário será sempre às 20h, exceto no dia 17/03, que acontecerá às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz ou no site ticketfacil.com.br , no valor de R$ 2,00. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e do Theatro da Paz. Por Úrsula Pereira (Assessoria do Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52293/4-mostra-de-teatro-nilza-maria-celebra-a-arte-paraense-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição | Theatro da Paz

    < Volte Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 8 de jan. de 2024 O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita No próximo dia 12 de janeiro, a cidade de Belém do Pará, completará 408 anos e, para celebrar este marco histórico, nesta terça-feira (9), às 18h o sarau "Chuva de Poesias" vai realizar sua segunda edição com uma homenagem à capital paraense, com o título "Chuva de Poesias para Belém". O evento vem se consagrando por promover a poesia e a cultura e, especialmente nesta segunda edição, traz à tona as riquezas culturais, históricas e naturais da capital paraense. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. Com o intuito de enaltecer a cidade das mangueiras, o sarau vai contar com a participação especial de poetas da cidade que vão recitar poesias inspiradas em Belém, performances que remetem à sua identidade cultural em uma atmosfera acolhedora e participativa, onde a diversidade de linguagens e formatos irão se mesclar para celebrar a história e a beleza da capital, que é uma cidade rica em história e tradição. Segundo Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, o "Sarau Chuva de Poesia para Belém" faz parte da programação do Governo do Estado em homenagem a capital e é a oportunidade ideal para que poetas locais recitem seus próprios poemas ou mesmo declamarem obras de outros autores que os inspirem. "Estamos muito felizes em realizar a segunda edição do nosso sarau de poesia justamente na semana em que a nossa cidade completa 408 anos de uma brava história. Por isso, convidamos os poetas a comparecerem e recitarem poemas que falem de Belém. Vamos celebrar a cidade, mas também a riqueza da poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e apreciadores possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras", declarou o diretor. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, o Sarau será realizado no Foyer do Theatro da Paz e a organização do evento espera atrair um público diversificado, desde admiradores de longa data da poesia até aqueles que desejam se aventurar nesse universo literário. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. No entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: O "Sarau Chuva de Poesia para Belém" será nesta terça-feira (9), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Anterior Próximo

  • Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de ago. de 2023 Sessões irão ocorrer nos dias 05 e 06 de agosto, com distribuição gratuita de ingressos O Theatro da Paz recebe, nos dias 5 e 6 de agosto, a Cia de Ballet Dalal Achcar, com a montagem “Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, um dos maiores nomes do balé nacional. O espetáculo é apresentado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução, e conta com a parceria e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz, e compõe a programação cultural da Cúpula da Amazônia, encontro de presidentes dos países que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). O espetáculo "Floresta Amazônica" foi inspirado na sinfonia homônima escrita pelo compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, em 1958. O projeto, celebra não apenas a Amazônia, mas também faz alusão aos 64 anos de falecimento de Villa-Lobos, compositor, instrumentista e regente. O balé contará com bailarinos e solistas, entre paraenses selecionados de audições, trazendo à cena a essência da brasilidade. A proposta da performance é reforçar o sentimento de pertencimento nacional e prestar reverência ao legado musical de Heitor Villa-Lobos. “Estamos na Amazônia e este espetáculo fala muito sobre a importância que a floresta tem para o planeta. Essa experiência está sendo fantástica e nós esperamos que o público paraense receba em sua alma este balé. Estamos muito felizes”, afirmou Felipe Moreira, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que integra a equipe que veio a Belém. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, é de fundamental importância no cenário cultural e artístico da região a parceria entre o Governo do Pará, a Secretaria de Estado de Cultura e o Theatro da Paz com a companhia de balé Dalal Achcar para a realização do espetáculo. “Essa colaboração representa um marco na promoção da arte local e nacional, proporcionando uma plataforma para os talentos paraenses brilharem nos palcos de sua própria terra. As audições, realizadas em junho e que resultaram na seleção de 25 bailarinos e bailarinas para integrar o elenco, reforçam o compromisso com a valorização dos artistas regionais e a preservação da identidade cultural amazônica. Além disso, esse espetáculo é capaz de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância da preservação desse patrimônio natural tão valioso para toda a humanidade. A união entre as instituições governamentais e a renomada companhia demonstra a capacidade de colaboração para enaltecer a cultura local, estimular a economia criativa e enriquecer a vida cultural da população paraense”, ressaltou Daniel Araújo. A primeira versão da obra, criada pela coreógrafa Dalal Achcar em 1975, estreou no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com os bailarinos da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, tendo como protagonistas David Wall e a grande primeira-bailarina do Royal Ballet, Dame Margot Fonteyn. Na nova montagem, 48 anos depois de sua estreia, “Floresta Amazônica” abre a temporada no Theatro da Paz e se apresenta em Belém. A coreografia e mise en scène têm concepção de Dalal Achcar – que trabalhou movimentos diferentes e inesperados dentro do universo do balé clássico e inseriu ginástica natural e acrobacia – com cenários de Hélio Eichbauer, figurino de José Varona e Dalal Achcar, e iluminação de Maneco Quinderé. Enredo - "Floresta Amazônica" é um balé em dois atos e conta a história do romance entre um homem branco e uma deusa indígena da floresta, que, por amor ao estrangeiro, transforma-se em mulher. A paixão entre eles é vista pelos indígenas como profana. Entretanto, é este amor que salvará a floresta da destruição causada por exploradores que invadem a aldeia em busca de plantas e aves raras. A música de Heitor Villa-Lobos - Villa-Lobos foi inspirado por sua experiência pessoal na região amazônica, onde viveu por um período durante sua juventude. De acordo com sua biografia, ele ficou fascinado pelo ambiente com ricas fauna e flora, e a cultura indígena que permeava a floresta. Essa admiração levou o compositor a compor "Floresta do Amazonas", uma sinfonia que retrata a exuberância e a energia vital da maior floresta tropical do mundo. A peça se inicia com uma seção chamada "Introdução", que apresenta um tema majestoso, como uma preparação para a imersão na floresta. Em seguida, é apresentada a "Série dos Pássaros", uma seção na qual Villa-Lobos utiliza instrumentos de percussão para imitar os diversos cantos e sons dos animais da Amazônia. Essa parte se destaca ao transmitir a sensação de estar cercado pelos sons da natureza. Outras seções incluem "Festa no Sertão", um momento festivo com referências à cultura popular brasileira, e "Danças", que combina elementos folclóricos com a música clássica, criando um movimento animado e ritmicamente empolgante. Ao final, a peça culmina com uma jornada musical pela floresta amazônica. "A Floresta do Amazonas" é uma obra única que ressalta a capacidade de Villa-Lobos de fundir elementos da música erudita ocidental com os ritmos e melodias da música popular e folclórica brasileira, representando uma busca em trazer a natureza e a cultura brasileira para as salas de concerto, uma das marcas distintivas desse compositor. A música de Villa-Lobos, e em particular "A Floresta do Amazonas", foi importante para consolidar o reconhecimento e o legado da música brasileira no cenário internacional. A obra é considerada um ponto alto de sua trajetória retratando a riqueza e a diversidade do Brasil e da Amazônia de maneira vívida e emocionante. Biografia de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Compositor, instrumentista, regente e professor brasileiro, começou a tocar violoncelo profissionalmente aos 12 anos. Viajou pelo Brasil antes de firmar-se como compositor, adotando em sua música a linguagem do modernismo europeu, ao lado de elementos folclóricos brasileiros. Passagens por Paris (1923-30) consolidaram sua posição como maior figura musical brasileira. Heitor Villa-Lobos inaugurou uma linguagem viva e folclórica, representada pelas “9 Bachianas Brasileiras” (1930-45), uma síntese da música europeia e brasileira, “Uirapuru”, poema sinfônico, “Valsa da Dor”, tema para piano, série dos “Quartetos de Cordas” além de uma série de “12 Choros” e o célebre “Trenzinho Caipira”. Duas das principais músicas de Villa-Lobos, as suítes “O Descobrimento do Brasil” e “Floresta Amazônica”, foram escritas originalmente para o cinema. Biografia de Dalal Achcar - Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e seu trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago. À frente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos. A artista criou várias coreografias premiadas, como O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse balé). Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial. Serviço: A apresentação do Balé "Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, nos dias 05 de agosto, às 20h, e no dia 06, às 16h, no Theatro da Paz. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h da manhã de cada dia de sessão, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br . Serão entregues duas unidades por pessoa. Crianças a partir de 03 anos de idade também precisam da emissão de ingresso. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45998/atracao-cultural-da-cupula-da-amazonia-bale-floresta-amazonica-se-apresenta-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Bragança inicia Festa Literária com apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Bragança inicia Festa Literária com apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Lorena Saraiva - Ascom/Secult 7 de dez. de 2023 Com bate-papo, apresentação de projetos escolares, feira criativa e programação cultural, o evento prossegue até domingo (10), com entrada franca O primeiro dia da Festa Literária de Bragança, evento promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com a Prefeitura Municipal, celebrou as vozes dos homenageados e do escritor paraense com bate-papo, apresentação de projetos escolares, feira criativa e programação cultural. Os escritores Salomão Larêdo e Heliana Barriga, homenageados na 26ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, em Belém, participaram de rodas de conversa. A estudante de Letras Evelly Barbosa de Sousa, 20 anos, disse ter se empolgado com as atividades e a variedade de títulos. “Eu estou achando muito legal, muito interessante. Tem muito livro novo, e adquirir conhecimento dessa forma é muito legal”, afirmou. De acordo com o diretor de Cultura da Secult, Júnior Soares, a Festa Literária é uma oportunidade de fortalecimento da política de descentralização das ações de fomento à literatura e leitura, que em 2023 passou pelos municípios de Cametá (na Região de Integração Tocantins) e Santarém (RI Baixo Amazonas), finalizando em Bragança (RI Rio Caeté). Musicalidade - A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz abriu a programação cultural com um repertório diversificado, incluindo a 5ª Sinfonia de Beethoven, Ópera Sansão e Dalila (do francês Camille Saint-Saëns), o Guarani (do brasileiro Carlos Gomes), trilhas sonoras da saga Star Wars e outros clássicos da música mundial. Para Andrei Pontes, 22 anos, assistir ao concerto da OSTP é um momento muito especial. “Eu gostei muito, pois é uma oportunidade de apreciar de perto a Orquestra, e ela trouxe um repertório bem diferente. A parte que eu mais gostei foi a trilha de Star Wars”, disse o universitário. A Festa Literária de Bragança prossegue até domingo (10), das 9 h às 21 h, no Teatro do Liceu de Música e no Museu da Marujada, com entrada franca. Texto: Lorena Saraiva - Ascom/Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49762/braganca-inicia-festa-literaria-com-apresentacao-da-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encanta o público em Marituba | Theatro da Paz

    < Volte Concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encanta o público em Marituba Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de abr. de 2024 O repertório ofereceu ao público da UsiPaz trilhas sonoras de filmes e uma homenagem ao compositor de ópera italiano Giacomo Puccini A cidade de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, foi agraciada no último sábado (13) com um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). Realizado na Usina da Paz Antônia Corrêa, no bairro Nova União, o evento apresentou um repertório de trilhas sonoras que encantou o público. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto faz parte do Projeto "Sons da Paz", que leva música clássica a diferentes pontos da Região Metropolitana de Belém, em apresentações nas Usinas da Paz. Este ano, o projeto contempla uma série de concertos com as participações da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e Amazônia Jazz Band. O maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, destacou a importância de levar a música para além dos limites do Theatro da Paz. "Esta é uma iniciativa muito importante. Primeiro, porque a música, a arte, tem que procurar também o seu público. Muitas pessoas, infelizmente, ainda não se sentem confortáveis ou moram muito longe do Da Paz. Como a Orquestra e a Jazz Band são dispositivos estaduais do Estado, eu acho muito importante quando esses corpos artísticos se deslocam do seu habitat natural, digamos assim, e vão levar a boa música para o público em geral, um grande público", informou. "É muito importante também salientar que as UsiPaz são locais que possuem infraestrutura para nós fazermos esse tipo de deslocamento. Nós já fizemos, nesses anos todos, todos os tipos de deslocamento. Você pode pensar para o interior. Muitas vezes é com muita dificuldade que levamos a música para lugares onde não há infraestrutura, e nós sabemos agora que onde há UsiPaz há, sim, essa infraestrutura, assim como também o material pessoal. As pessoas que trabalham aqui facilitam muito o nosso trabalho, e tornam possível esses concertos maravilhosos. Este também é um momento especial para nós, pois tocamos para um público diferente, tão apreciativo quanto aquele que vai ao Theatro da Paz. Mas é um público diferenciado, e a gente ama isso", acrescentou o maestro. Homenagem - Além das trilhas sonoras que cativaram o público, o concerto homenageou o compositor de ópera italiano Giacomo Puccini, no ano do centenário de seu falecimento. "Hoje, nós tivemos muitas músicas ditas eruditas, que o público reconheceu imediatamente, porque são músicas que se tornaram muito conhecidas do grande público através do cinema e desenho animado. Além disso, nós tivemos músicas feitas, realmente, como trilha sonora de filmes. É uma outra categoria; não é a música erudita, música clássica, que foi usada para filmes, mas sim músicas compostas para filmes. Também fizemos uma homenagem a Puccini, com a sua ária mais conhecida, 'Nessun Dorma', da ópera Turandot, cantada pelo nosso grande tenor Márcio Carvalho. Foi um concerto muito especial mesmo", ressaltou o maestro. Para Jéssika Souza, 19 anos, moradora do bairro da Cerâmica, em Marituba, "foi uma noite incrível! Eu nunca imaginei que teríamos algo assim tão perto de casa. A música foi simplesmente maravilhosa, e trouxe um clima de paz e muita alegria para todos nós, algo que precisamos muito. Espero que eventos como esse continuem acontecendo aqui na UsiPaz Marituba". O concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz reforçou o compromisso do governo do Estado com a promoção de uma cultura de paz, que leva arte e cultura a todos. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53284/concerto-da-orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-encanta-o-publico-em-marituba Anterior Próximo

  • Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme | Theatro da Paz

    < Volte Sons da Paz celebra o Dia Internacional do Jazz com Amazônia Jazz Band na Usina da Paz Terra Firme Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 5 de mai. de 2024 A Amazônia Jazz Band (AJB) fez, na UsiPaz Terra Firme, mais um concerto do “Projeto Sons da Paz”, e desta vez ainda em comemoração ao Dia Internacional do Jazz, celebrado no dia 30 de abril, com o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará". O Sons da Paz se configura como uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. O concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará" surpreendeu os expectadores pela fusão entre as canções de Tom Jobim, consideradas clássicos do jazz e os ritmos autênticos da região Amazônica, indo além do estereótipo do Carimbó. Com anos de experiência em grupos instrumentais, Coutinho reuniu sua expertise e a inspiração de renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros, para criar um repertório que honra as raízes musicais da Amazônia. "A escolha de Tom Jobim como pilar central do concerto não é por acaso", destaca Coutinho, ressaltando que "Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim," e explicando que trazê-lo para uma fusão única com os ritmos da Amazônia enriquece ainda mais nossa identidade musical. “A resposta do público foi tão positiva que a mensagem que fica para a gente é que estamos no caminho certo. Muito bom ver o público aqui da Terra Firme se identificando com o que a gente entrega de todo o coração”, finalizou o maestro. Enquanto a Jazz Band tocava, Solange Peixoto cantava todas as músicas de Tom Jobim. “Esta é uma oportunidade única para nós que moramos em um bairro periférico onde pouco se tem acesso a espetáculos como esse”, disse animada. Mais do que apenas um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53859/sons-da-paz-celebra-o-dia-internacional-do-jazz-com-amazonia-jazz-band-na-usina-da-paz-terra-firme Anterior Próximo

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