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- Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ
Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos
- Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band realiza concerto do Projeto Sons da Paz na UsiPaz Cabanagem Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 4 de abr. de 2024 O evento acontece neste sábado, 6, às 19h A Amazônia Jazz Band (AJB) realiza neste sábado, 6, às 19h na UsiPaz Cabanagem o quarto concerto do "Projeto Sons da Paz", uma política permanente de cultura que reafirma o compromisso do Governo do Pará com a democratização do acesso à cultura, além de promover a circulação dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz, aproximando ainda mais o público da música, formando plateias e incentivando as futuras gerações de forma positiva. Sob a batuta do maestro Elias Coutinho, a Amazônia Jazz Band promete uma noite repleta de harmonias envolventes e ritmos contagiantes. De acordo com Coutinho, a música pode salvar os jovens ao proporcionar uma forma de expressão universal que conecta as pessoas e promove a empatia, servindo como válvula de escape e fonte de inspiração e esperança em momentos difíceis. "Eu nasci na cidade de Santa Izabel do Pará e foi assistindo um concerto como os que realizamos com Amazônia Jazz Band que decidi ser músico. A música pode oferecer uma saída positiva para expressar emoções, sonhos e realidades, construir identidades, desenvolver habilidades criativas e artísticas, e até mesmo servir como uma alternativa saudável para lidar com desafios e dificuldades do cotidiano. Na Cabanagem nós só esperamos inspirar a todos", finalizou. Mais do que um espetáculo musical, este projeto é uma declaração de compromisso com a promoção da cultura e da arte em todas as suas formas e no mês de abril o "Projeto Sons da Paz" ainda cumprirá uma agenda no dia 13 de abril, às 19h, na UsiPaz Marituba, com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), com entrada franca. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio das secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Articulação da Cidadania (Seac), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53008/amazonia-jazz-band-realiza-concerto-do-projeto-sons-da-paz-na-usipaz-cabanagem Anterior Próximo
- Visitação| Theatro da Paz
Venha conhecer o Theatro da Paz, considerado teatro monumento pelo IPHAN. As visitas guiadas acontecem de uma em uma hora, incluindo a sala de espetáculos! Foto: Marivaldo Pascoal Foto: Lucas Mont Foto: Akira Takatsuji Foto: Marivaldo Pascoal 1/6 Visitas Guiadas As visitas guiadas do Theatro da Paz oferecem uma imersão na história e na arte deste ícone cultural, promovendo diálogo e interação entre os participantes enquanto exploram seus espaços mais marcantes. Duração: 45 minutos Horários As visitas guiadas acontecem de hora em hora, respeitando os horários abaixo estabelecidos: Terça a sexta-feira: 09h às 12h e 14h às 17h Sábados e Domingos: 09h às 12h Para grupos acima de 6 (seis) pessoas, é necessário o agendamento através do e-mail visita@theatrodapaz.com Às quartas-feiras, as visitas guiadas (espontâneas) são gratuitas! Valores Os ingressos são vendidos exclusivamente na bilheteria do teatro. R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia) Recomendamos que os visitantes cheguem 15 minutos antes do horário agendado para garantir a entrada. As visitas guiadas são limitadas a 40 pessoas. + Informações Para ingressos de meia-entrada amparados por lei, é obrigatória apresentação de documento comprobatório no acesso ao evento. Proibições É proibido o consumo de alimentos e bebidas dentro das dependências do Theatro da Paz; Fumar; Uso de equipamentos eletrônicos durante o espetáculo; Uso de flash ou iluminação (de câmeras fotográficas e assemelhados).
- Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 21 de nov. de 2024 Iniciativa da Secult, Seirdh e Coro Carlos Gomes fez parte do Preamar da Consciência Negra Na noite desta quarta-feira (20), Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra, pela primeira vez celebrado como feriado nacional, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) e Fundação Carlos Gomes, apresentaram a “Missa Cubana” no Theatro da Paz. O espetáculo da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), junto ao Coro Carlos Gomes, teve como regente a maestra cubana Maria Antonia Jiménez. “É uma honra termos sido chamados para esse concerto, especialmente nesse dia da consciência negra. É uma responsabilidade muito grande e estamos aproveitando para além da missa cubana, fazer uma primeira parte pequena, mas com músicos brasileiros, negros e que com os anos, as fotos foram se branqueando e as pessoas não tem noção de que o Brasil tem um patrimônio gigante de música erudita de compositores negros”, disse Maria Antônia. A primeira parte do espetáculo, apenas com o coro, teve a participação do percussionista Williams Tanoeiro e da pianista Ana Maria Adade. “Existe um imaginário coletivo de que música erudita é coisa de brancos, só que não é assim. E por isso a gente escolheu compositores negros para trazer hoje à noite, para mostrar a vocês a qualidade desses músicos, desses compositores”, completa Jiménez. “Quero fazer um agradecimento às 300 pessoas que vem de comunidades quilombolas do Acará, de Ananindeua, de Tomoju, de Ilha Gabi, que estão hoje aqui no Theatro da Paz, e todas as pessoas das comunidades de terreiro, que nos honram muito com sua presença para prestigiar a obra do José María Vitier, dedicada à Virgem da Caridade de El Cobre, uma obra muito bonita que traz essa energia, desses tambores de África para dentro de uma peça de música clássica e que traz pra nós essa influência tão poderosa e rica desta cultura africana para o nosso Brasil que ainda precisa ser o Brasil sem racismo. Viva o 20 de novembro, dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra", aponta a secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal. Para segunda parte, a OSTP subiu ao palco e junto ao Coro Carlos Gomes apresentou a “Missa Cubana”, uma peça emblemática em homenagem à padroeira de Cuba, Virgem da Caridade de El Cobre. A mistura da música clássica, erudita, com os ritmos cubanos e afro-cubanos é o diferencial do espetáculo. O sacerdote de Umbanda, Lucian Campos, fala sobre a importância da presença dos povos de terreiro no Theatro e em especial, neste espetáculo. “Pra mim significa resistência, ocupação de vários espaços que por muitas vezes o pobre, o negro, o praticante de umbanda não tem acesso. Eu mesmo estou vindo ao Theatro da Paz pela primeira vez”. A peça envolveu o público e ao final da apresentação os músicos e cantores foram aplaudidos de pé. Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61530/espetaculo-missa-cubana-reune-musica-classica-aos-ritmos-afro-cubanos-no-dia-da-consciencia-negra-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band encerra a temporada de 2023 com um concerto de Natal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 22 de dez. de 2023 Grupo brindou o Ano Novo com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentando grandes clássicos natalinos em arranjos jazzísticos O encerramento da temporada de 2023 da Amazônia Jazz Band, na noite da quinta-feira (21), lotou o Theatro da Paz, de jovens, crianças, idosos e famílias inteiras. O público admirador da AJB se despediu do ano velho com música e brindou o Ano Novo, com o concerto "Natal em Jazz: emoções em uma Noite Feliz", apresentado com grandes clássicos natalinos e arranjos em Jazz Promovido pelo governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), como parte da ação Preamar das Festas, a iniciativa também é do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). Clássicos como "Jingle Bells", "Noite Feliz" e "Noite Santa" ganharam novos arranjos, trazendo toda a emoção que a data exige. O concerto contou com as participações das intérpretes Valentina Faria e Lídia Marçal, que fazem parte da Academia de Ópera e Musical do Theatro da Paz. Segundo o maestro Elias Coutinho, regente da AJB, o concerto resume com louvor o ano de 2023. "Tivemos clássicos como 'Noite Feliz' (Silent Night) e 'Jingle Bells' com arranjos feitos para uma Jazz Band, proporcionando uma noite repleta de emoções com músicas que remetem ao Natal e à reflexão sobre o ano novo, acompanhadas pelas marcantes improvisações dos integrantes da Amazônia Jazz Band", afirmou. "Encerramos com 'All I Want For Christmas Is You', de Mariah Carey e Walter Afanasieff, interpretada por Valentina Faria e Lídia Marçal, com a participação do público cantando junto. Esperamos despertar em todos esse espírito natalino", explicou o maestro. Ana Carolina Cunha, estudante de 23 anos de fisioterapia, declarou que sempre é uma energia boa assistir à AJB. "Perdi as contas de quantas vezes já assisti à AJB, que é a minha banda favorita. Sou tão fã que hoje enfrentei até a chuva para garantir meu ingresso. Já senti vontade de ser guitarrista, saxofonista, baterista e hoje pensei em ser cantora. Foi um concerto primoroso que nos fez refletir sobre nossa trajetória neste ano. Obrigada por isso", afirmou. A temporada de 2023 dos Corpos Artísticos do Theatro da Paz chegou ao fim, mas os trabalhos não param, pois a temporada de 2024 já está sendo preparada e terá início na primeira semana de janeiro do próximo ano. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/50285/amazonia-jazz-band-encerra-a-temporada-de-2023-com-um-concerto-de-natal Anterior Próximo
- Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 25 de ago. de 2024 Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação A estreia do musical "O Príncipe do Egito", realizado no último sábado, 24, no Theatro da Paz, em Belém, não apenas encantou o público, mas também marcou um momento histórico para a comunidade surda da região. Parte da programação do XXIII Festival de Ópera, dirigida pelo maestro Pedro Messias, trouxe uma adaptação única da história bíblica de Moisés, conquistando o público com sua riqueza artística e inclusão. Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação. "Foi o pontapé inicial para que a comunidade surda pudesse entrar no teatro e dizer ‘agora nós sentimos que o Theatro é nosso também’. O espetáculo é muito inclusivo, com toda a perspectiva dramaturga voltada para que todos possam entender. Desperta memórias e, resumindo, é espetacular," afirmou Jaqueline Machado, que acompanhou o grupo. O professor de libras do Instituto Estadual Carlos Gomes, Silvio Santiago, ressaltou a importância de um momento como esse. "Belém e a Região Metropolitana têm cerca de 5 mil surdos sinalizantes, e por isso a necessidade de intérpretes de Libras é crucial. Ontem foi a primeira vez que esses surdos entraram no Theatro da Paz, e se emocionaram muito com a experiência," comentou Santiago, evidenciando a relevância desse momento para a comunidade. Com casa cheia, a apresentação destacou-se pela qualidade artística e pela profunda conexão emocional estabelecida com a plateia. "Ficamos muito felizes em ver a resposta do público. A versão que trouxemos este ano foi uma evolução do que fizemos em 2023, com novos arranjos e uma abordagem ainda mais emocionante. Conseguimos criar uma atmosfera que transportou as pessoas diretamente para o antigo Egito," comentou o maestro Pedro Messias. A parceria com a dramaturga Barbara Gibson, da Liga do Teatro, e a expertise da Companhia Aktuô foram essenciais para o sucesso da produção, que se destacou pelos figurinos deslumbrantes e cenários detalhados. A música, um dos pontos altos do espetáculo, recebeu elogios pela sua capacidade de tocar o público de maneira intensa e envolvente. Os arranjos de Kim Freitas, feitos especialmente para o musical, foram apontados como um dos grandes acertos da produção, criando uma atmosfera que uniu emoção e narrativa de forma harmoniosa. Entre os espectadores da noite de estreia, a professora Deusa da Costa ficou visivelmente emocionada ao final do espetáculo. "Fiquei profundamente impressionada com a história e com a forma como foi apresentada. A mensagem de libertação e esperança foi transmitida de uma maneira tão poderosa que tocou meu coração. É uma experiência que levarei comigo por muito tempo," comentou Deusa. Dione Colares, diretora artística do Festival de Ópera do Theatro da Paz, também expressou sua satisfação com o resultado. "Ver a plateia reagir tão positivamente a um musical dentro de um festival de ópera é uma prova de que estamos no caminho certo ao diversificar nossas linguagens artísticas. Este foi um dos momentos mais emocionantes e inovadores do festival, e estamos muito orgulhosos do que foi alcançado," afirmou Dione. A estreia de "O Príncipe do Egito" marcou um dos pontos altos do XXIII Festival de Ópera estabelecendo novos horizontes para futuras edições e deixando uma marca indelével no público paraense e na comunidade surda de Belém. Neste domingo, 25, haverá uma segunda apresentação do musical “Príncipe do Egito”, a partir das 17h. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Theatro duas horas antes da apresentação, ou pelo site ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59072/na-estreia-do-musical-o-principe-do-egito-comunidade-surda-se-encanta-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band apresenta concerto inédito 'Temas de Filmes' no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band apresenta concerto inédito 'Temas de Filmes' no Theatro da Paz Por Josie Soeiro (SECULT) 21 de mar. de 2023 Espetáculo terá duas sessões, às 18h e às 21h, desta quinta-feira (23), e além das músicas, o público poderá conferir a projeção das cenas dos filmes Nesta quinta-feira (23), a Amazônia Jazz Band apresenta pela primeira vez o concerto “Temas de Filmes”, com trilhas de filmes consagrados no cinema. Enquanto o público aprecia as músicas executadas ao vivo pela big band , também poderá acompanhar a projeção de imagens das cenas mais marcantes dos filmes. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaboradas de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, e, especialmente, preparadas para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto será apresentado em duas sessões, às 18h e às 21h, no Theatro da Paz. No programa, sucessos mais antigos se mesclam a novas produções. ‘James Bond’ (de Monty Norman) vem com todo o suspense e ação que o filme pede, enquanto ‘My Heart Will Go On’ (James Horner) traduz o clima de romance com doses altíssimas de drama sugerido em ‘Titanic’. E as grandes séries também encontram espaço, como ‘Game of Thrones’, além de obras como a de John Williams em ‘Star Wars’. “É um evento para toda a família. Tem filmes para todas as gerações. Com toda certeza, o Concerto “Temas de filmes será mais um sucesso que iremos repetir”, comenta Eduardo Lima, maestro da Amazônia Jazz Band. Descrição das peças O concerto “Temas de Filmes” da Amazônia Jazz Band está cheio de surpresas do início ao fim. Como primeiro número, ‘Star Wars’, música feita pelo compositor americano John Williams em 1977 para a série de filmes mundialmente conhecida e que leva o nome da música, um grande arranjo interpretado pela Amazônia Jazz Band. A segunda peça será ‘My Heart Will Go On’, uma canção gravada pela cantora franco-canadense Celine Dion. Esta é a música tema do filme ‘Titanic’, lançado em 1997, e terá como solo principal, Elias Coutinho, no sax soprano. Em seguida, um grande clássico do cinema, ‘Superman’, música de John Williams, outro grande clássico do cinema. Nesta versão, o arranjo foi escrito por Rafael Rocha, trombonista, arranjador e compositor da música brasileira. Já fez arranjos para Ivan Lins, Djavan, entre outros. Rafael também escreveu outros cinco arranjos exclusivos para este concerto da AJB e todos serão apresentados pela primeira vez. Quarto tema, ‘James Bond’, de acordo com o maestro da AJB Eduardo Lima, este tema certamente deve ser a música mais instantaneamente reconhecível na história do cinema. “Tudo começou com um musical de palco sobre um assassino notório. O filme ‘007 Contra O Satânico Dr. No’ estreiou no mundo em 1962. Tenho certeza de que o público vai adorar a interpretação da Amazônia Jazz Band, já que a nossa big band abusa dos improvisos e o público adora”, explicou o maestro. Como quinto número, ‘Game of Thrones’. Música do compositor Ramin Djawadi. Outro arranjo de Rafael Rocha, com exclusividade para a Amazônia Jazz Band, que será apresentado também pela primeira vez ao público. Em seguida, um clássico. ‘Missão Impossível’, com arranjo de Rafael Rocha. Missão Impossível é uma franquia que foi criada em 1966 por Bruce Giller é sucesso até hoje dos cinemas. Na sequência, ‘Os Vingadores’, que se consolidaram como uma das principais equipes de super-heróis dos quadrinhos e ajudaram a popularizá-lo nos cinemas. Hoje em dia, falar em Vingadores é falar no maior grupo de heróis já vistos nos cinemas. O responsável pela criação dos ‘Vingadores’ foi Stan Lee. Este arranjo também é do Rafael Rocha, sendo apresentado pela primeira vez ao público. O tema ‘Batman’ é o próximo. Esta canção foi composta em 1966 por Neil Riffit, foi construída em torno de um gancho de guitarra que lembra trilhas de histórias de filmes de espionagem. Tem uma progressão de blues de 12 compassos, usando apenas três acordes. Outro super arranjo de Rafael Rocha, sendo apresentado pela primeira vez ao público paraense. A nona música é ‘Os Caça-Fantasmas’, outro grande clássico dos cinemas mundiais. É um filme americano de 1984, dos gêneros fantasia, aventura, ficção científica e comédia. Realizado por Ivan Richman, um grande sucesso dos cinemas. Este arranjo é também do Rafael Rocha, sendo mostrado com exclusividade ao público paraense. E para encerrar as trilhas com chave de ouro, ‘Gonna Fly Now’, a música tema do filme ‘Rock’, o famoso Rock Balboa. Foi composta por Bill Kunt em 1976 na Filadélfia. A Amazônia Jazz Band termina o show com muita tensão com este arranjo. Vamos levar o público a voar na sua história. Esperamos todos vocês para esta grande noite. Amazônia Jazz Band, temas de filme. SERVIÇO O concerto “Temas de Filmes” da Amazônia Jazz Band Nesta quinta-feira (23), em duas sessões, às 18h e às 21, no Theatro da Paz Ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br e custarão R$ 2,00 (dois reais), com dois bilhetes por pessoa, com a apresentação do CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz e Teatro Amazonas avançam em candidatura à Patrimônio Mundial Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 26 de ago. de 2024 Oficina realizada no Theatro da Paz busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil No Dia do Municipal do Carimbó, já reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Pará, promove no Theatro da Paz a II Oficina de Mobilização para a preparação da candidatura do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas a Patrimônio Mundial. A Oficina acontece entre os dias 26 e 28 de agosto, no Theatro da Paz, e busca fortalecer o processo de reconhecimento internacional desses dois importantes marcos culturais no norte do Brasil. Na manhã desta segunda-feira (26), a programação teve início com uma emocionante apresentação da cantora lírica Lana Bastos, acompanhada pelo pianista Humberto Azulay. Lana Bastos interpretou o Hino Nacional Brasileiro, enchendo o Theatro da Paz com sua voz poderosa e celebrando o início deste evento tão importante para a cultura amazônica. Na sequência, a cerimônia de abertura, que contou com a presença de diversas autoridades. Compuseram a mesa Leandro Grass, presidente do Iphan; Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará; Marcos Apolo Muniz, secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas; Edmilson Rodrigues, prefeito de Belém; Cristina Vasconcelos, superintendência do Iphan no Pará; Beatriz Calheiro, superintendente do Iphan no Amazonas, e Inês Silveira, presidente da Fundação Cultural de Belém (Fumbel). A secretária de Cultura, Ursula Vidal, destacou o avanço no processo de candidatura do Theatro da Paz à Unesco, enfatizando a importância não apenas da história do edifício, mas também das políticas públicas que garantem sua manutenção e promovem a diversificação do público. “Estamos na segunda etapa desse processo de inventário, coletando todas as informações possíveis, produzindo relatórios para que possamos submeter essa candidatura à Unesco”, explicou. Vidal ressaltou que o cuidado com o patrimônio histórico do teatro vai além de suas paredes, abrangendo também o entorno cultural, que ela descreve como "corações pulsantes do patrimônio histórico da cidade". Segundo a secretária, a manutenção dessas estruturas na Amazônia é um desafio constante devido ao clima tropical úmido, mas o Theatro da Paz, reconhecido nacionalmente por sua acústica e beleza, é tratado como uma "joia" pelo Governo. “Estamos muito entusiasmados e acreditamos que será um belo relatório, e que a Unesco realmente reconhecerá a importância desse período histórico na Amazônia e desse legado do patrimônio histórico deixado na nossa região”, concluiu Vidal. De acordo com Leandro Grass, presidente do Iphan, a candidatura conjunta do Theatro da Paz e do Teatro Amazonas à Unesco está em uma fase de amadurecimento, que inclui a orientação aos gestores responsáveis pelos teatros e a preparação detalhada da documentação necessária. "Essa etapa é uma fase de amadurecimento de uma candidatura que já está na lista indicativa, tendo sido incluída há alguns anos," explicou. Grass mencionou que o processo envolve a elaboração de um dossiê abrangente, que registra a memória e o histórico dos teatros, além de destacar seu valor cultural tanto para o Brasil quanto para o mundo. O presidente ressaltou que essas oficinas de capacitação são essenciais, não só para gestores, mas também para representantes da sociedade civil, para garantir que todos estejam comprometidos em elaborar os insumos necessários para consolidar a candidatura. "O Brasil hoje tem 15 bens culturais reconhecidos pela Unesco como patrimônio mundial, mas nenhum deles é da Amazônia", pontuou, enfatizando a importância dessa candidatura para inserir o patrimônio cultural amazônico no circuito mundial. Ele destacou ainda a inovação que essa iniciativa representa e o forte envolvimento social como elementos essenciais para o sucesso da candidatura. Pérolas culturais - Para Cristina Vasconcelos, superintendente do Iphan no Pará, todos os esforços empreendidos para alcançar a etapa atual do reconhecimento internacional dos teatros da Amazônia, com foco no Theatro da Paz e no Teatro Amazonas, estão concentrados aqui. "Iniciamos essa jornada no passado em Manaus, com a primeira oficina na cidade, contemplando o Teatro Amazonas, e agora estamos nesse momento ímpar da história, não só da cultura, mas também da história da Amazônia", afirmou Cristina. Ela ressaltou a importância de trazer a Amazônia para a visão do mundo, enfatizando que "fazer com que nossas joias, nossas pérolas culturais, como os dois teatros, se tornem protagonistas dessa candidatura é necessário". Cristina explicou que o processo de candidatura está em seus preparativos iniciais, mas o pontapé foi dado para que o mundo comece a enxergar a Amazônia por meio de seus pontos culturais. "A caminhada começou, demos o passo inicial para a candidatura, e com certeza o mundo inteiro vai ficar muito feliz ao descobrir as maravilhas que temos aqui dentro da Amazônia", concluiu, destacando a singularidade dos teatros amazônicos na promoção da ópera e da cultura popular. Este evento é um passo crucial na candidatura dos teatros à lista de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), sob a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural. Os dois teatros, que já fazem parte da lista indicativa brasileira para o reconhecimento como Patrimônio Mundial, representam não só o auge econômico da Amazônia durante o ciclo da borracha, mas também a modernização e urbanização da região no século XIX. O Iphan é o órgão responsável por coordenar a elaboração do dossiê de candidatura que será apresentado ao Centro do Patrimônio Mundial da Unesco, e durante a oficina, serão abordados temas como os procedimentos para o reconhecimento internacional, a contextualização histórica, e os valores culturais dos teatros. Visita técnica - A programação do evento inclui uma visita técnica ao Theatro da Paz e seu entorno, além da apresentação de um concerto da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e palestras integrando a dimensão cultural à discussão técnica. Esses teatros, que são os primeiros no Brasil com estruturas arquitetônicas preparadas para ópera, têm sido fundamentais na democratização da cultura e na valorização do patrimônio amazônico, e desde a década de 1990, são tombados pelo Iphan. A candidatura dos Teatros da Amazônia ao título de Patrimônio Mundial não só busca o reconhecimento global, mas também reforça o papel desses espaços na difusão cultural e na apropriação pela sociedade civil. A parceria entre o Iphan e o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, reforça o compromisso com a preservação e valorização desse patrimônio. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59099/theatro-da-paz-e-teatro-amazonas-avancam-em-candidatura-a-patrimonio-mundial Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band leva Concerto 'Temas de Filmes' para Castanhal Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 12 de jun. de 2023 Público lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus para assistir ao espetáculo aberto ao público com o tema de ‘Star Wars’ Uma apresentação que combinou a sonoridade do Jazz com músicas temas de filmes que fizeram sucesso na telona e que são conhecidas e amadas pelo público em geral. Assim foi o concerto da Amazônia Jazz Band (AJB), na noite do domingo (11), em Castanhal. O público da AJB não decepcionou e lotou a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, demonstrando toda a popularidade desse tipo de concerto, que recria músicas com arranjos jazzísticos. Geralmente as músicas de filmes apresentam melodias cativantes e emocionantes, que se adaptam muito bem ao estilo Jazz. Além disso, a improvisação e a liberdade que o Jazz oferece, permitem que os músicos da banda adicionem suas próprias interpretações e improvisos, criando uma versão da música original. O concerto foi aberto com o tema de ‘Star Wars’, do compositor americano John Williams. Em seguida, vieram as peças musicais dos filmes ‘Titanic’, ‘Superman’, ‘James Bond’, ‘Game of Thrones’, ‘Missão Impossível’, ‘Batman’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Rock’ encerrando com ‘Os Vingadores’ e os membros da big band com os braços para cima e mão fechadas. E ainda teve a participação de Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz que, acompanhado pela AJB, cantou duas músicas levando o público às palmas. “Que energia incrível tem o público de Castanhal. Esperamos voltar mais vezes e assim contribuir para a formação de plateia, pois à medida que essa cultura se espalha, as pessoas que a recebem podem incorporá-la em suas próprias práticas culturais, adaptando de acordo com suas necessidades e valores locais”, declarou Daniel Araujo.. O plus ficou por conta dos elementos visuais incorporados ao concerto. O público pode acompanhar projeções de cenas dos filmes, cujo os temas estavam sendo interpretadas pela big band, em um grande telão de LED, criando uma experiência completa e imersiva. A seleção das cenas e edição dos vídeos foram elaborados de maneira a dialogar com as músicas das trilhas, tendo sido especialmente preparados para o espetáculo, em parceria com a Vídeo Cenário & Programação Visual: VJ Lobo. “Sai de Belém para assistir a esse concerto e não me arrependo. Eu amei tudo, cada segundo. Foi surpreendente ver o tema da minha série favorita ‘Game Of Thrones’ ser interpretada pela Amazônia. Me senti homenageada”, declarou a enfermeira Maria Luiza. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/44488/amazonia-jazz-band-leva-concerto-temas-de-filmes-para-castanhal Anterior Próximo
- Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz apresenta versão inédita do balé de repertório 'O Corsário' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de jun. de 2023 Apresentado pela primeira vez em Paris, em 1856, balé conta a história do pirata Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora Uma história de amor e aventura no universo de piratas e odaliscas, em plena costa do Mar Jônico, quando a Grécia estava sob o domínio turco. Este é o enredo central da apresentação do "Ballet Le Corsaire", conhecido em português como "O Corsário", inspirado no poema "The Corsair", de Lord Byron. Realizado pela primeira vez no palco do Theatro da Paz, o espetáculo será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) nos dias 29 e 30 de junho, às 20h. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música, com o apoio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará. "O Corsário" é um balé clássico de repertório que conta a história de um pirata chamado Conrad, que se apaixona por uma bela jovem chamada Medora. O balé foi originalmente coreografado por Joseph Mazilier com música de Adolphe Adam e Ludwig Minkus e estreou em 1856 na Ópera de Paris. Desde então, "O Corsário" foi adaptado por vários coreógrafos e companhias de balé de todo o mundo. É conhecido por sua técnica exigente e seus 'pas de deux' emocionantes. Embora "O Corsário" seja um balé e não uma obra de música clássica, sua música é considerada importante para o repertório de balé clássico. A partitura original de Adolphe Adam e Ludwig Minkus inclui árias, variações, cenas de conjunto e 'pas de deux' que são apreciados pelos amantes do balé em todo o mundo. Além disso, "O Corsário" foi uma das primeiras produções de balé a incorporar elementos exóticos e orientais em sua coreografia e trama, o que influenciou muitas outras produções de balé posteriores. Como resultado, "O Corsário" é considerado uma obra importante na história do balé e da música clássica. A montagem paraense terá em cena 60 dançarinos, selecionados por meio de audições, além de 3 bailarinos convidados do corpo de balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção geral é assinada pela bailarina Ana Unger em parceria com Ivan Franco, que também assina a remontagem e adaptação da obra. Nos papéis principais, estão Marcella Borges, José Ailton, Rodrigo Hermesmeyer e os paraenses Tiago Assis, Yasmin Souza, Allan Araújo, Arthur Furtado e Bruna Pojo. Mesmo com a experiência na montagem de vários balés de repertório, como "Lago dos Cisnes", "Giselle", "Dom Quixote", "Quebra Nozes" e "Coppelia", "O Corsário", balé completo em 3 atos, com orquestra, é um projeto desafiador para Ana Unger, que assina a direção artística, pois a riqueza de detalhes dos elementos cênicos, cenários, figurinos e um elenco de 60 integrantes com solistas de altíssimo nível técnico, exigiram de toda a equipe de produção muita dedicação e profissionalismo. “O aprimoramento do Corpo de Baile, com dois elencos diferentes, oportunizando a participação dos bailarinos que passaram na audições, com ensaios extras e muita dedicação de ensaiadores e dos próprios jovens bailarinos, foi o mais desafiador de todo o processo. Compartilhar a pesquisa e estudo de outras grandes produções, e reunir todos os nossos conhecimentos de dança clássica, mímica corporal dramática, teatro e participações em mais de 18 óperas ao lado de grandes diretores, nos permitiu conduzir com tranquilidade as dinâmicas e ensaios com figurantes, solistas e corpo de baile”, explicou Ana Unger. O balé será tocado pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto. De acordo com Ana Unger, a regência do maestro Miguel é brilhante. “Campos Neto torna emocionante esse casamento de música e movimento. A OSTP está em um dos seus melhores momentos. A sensibilidade do maestro, com os andamentos e seu entendimento e respeito do balé, as pausas para a respiração dos bailarinos, aplausos, principalmente nos 'Grand Pas', quando solistas precisam desse tempo entre uma variação de alto nível técnico e virtuosismo. Para Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, a qualidade de uma orquestra sinfônica se dá pela versatilidade e a OSTP se encaixa nesse perfil. “A nossa OSTP já é versada em tantos estilos mas, principalmente em ópera, e tocar este balé é importante porque adicionamos outra qualidade que vai nos aprimorar ainda mais no desenvolvimento da sonoridade e no sentimento de grupo. Estamos muito felizes com esta apresentação”, explicou o maestro. Texto: Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/44955/theatro-da-paz-apresenta-versao-inedita-do-bale-de-repertorio-o-corsario Anterior Próximo
- Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra | Theatro da Paz
< Volte Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra Elck Oliveira (SEIRDH) 11 de out. de 2024 Evento de 18 a 23, abrange políticas públicas para populações tradicionais, música no Theatro da Paz e filmes + debates sobre o tema da diversidade Em alusão ao Dia Nacional de Zumbi e Dia da Consciência Negra, que transcorre no próximo dia 20 de novembro, a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com diversas outras secretarias estaduais e órgãos públicos, promove uma programação intensa para marcar, que marcará a data. Entre os dias 18 e 21, a Seirdh realiza cine debates com alunos da rede pública estadual sobre a temática, a partir da exibição de filmes e curtas-metragens, numa parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). No dia 20 de novembro, a partir das 20h, no Theatro da Paz, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e o Coro Carlos Gomes apresentam o espetáculo “Missa Cubana”, com ingressos simbólicos para o público, em geral. O espetáculo é fruto de parceria entre a Seirdh e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). No dia 22 de novembro, haverá uma cerimônia, no teatro Gasômetro, a partir das 10h, com participação de diversas secretarias e presença do governador Helder Barbalho, para a entrega de políticas públicas e ações voltadas à população negra, quilombolas e Povos Tradicionais de Matriz Africana (Potma). Entre essas políticas, estão ações nas áreas de saúde, educação, tecnologia, titulação de territórios, entre outras. Em 23 de novembro, encerrando a programação, haverá, das 9 às 16h, uma feira de empreendedoras negras, na Usina da Paz da Terra Firme, com entrada aberta ao público, em parceria com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac). Anterior Próximo
- Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz
< Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo

