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- Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band faz concerto dedicado à música paraense no Theatro da Paz Amanda Engelke - Ascom/Secult 23 de set. de 2024 Composições de Dona Onete, Paulo André e Ruy Barata e Chico Sena, estão no repertório do espetáculo às 20h desta quarta-feira, com ingressos a R$ 2 Nesta quarta-feira (25), a Amazônia Jazz Band (AJB) sobe ao palco do Theatro da Paz, em Belém, para um concerto inédito dedicado exclusivamente à música paraense. Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a apresentação intitulada "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" trará um repertório exclusivo de composições paraenses, todas rearranjadas especialmente para a big band. “É a primeira vez que a Amazônia Jazz Band apresenta um concerto inteiro de música paraense. Nosso objetivo é que a Big Band seja conhecida pelo som amazônico, pelo repertório que remete à nossa própria região”, explicou o maestro Elias Coutinho, ao contar que esse trabalho de valorização do repertório regional tem sido uma das principais diretrizes da AJB nos últimos anos. O programa da noite inicia com “Indauê Tupã”, de Paulo André e Ruy Barata, uma canção gravada em um dos primeiros discos de Fafá de Belém. Em seguida, o público poderá apreciar “Ao Pôr do Sol”, de Firmo Cardoso e Dino Souza, que, conforme destaca Elias Coutinho, “é um verdadeiro hino que, mesmo após décadas de seu lançamento, continua sendo cantado por todas as gerações”. Depois, a AJB apresenta “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena, seguida por “Sinhá Pureza”, de Pinduca, e “No Meio do Pitiú”, de Dona Onete, ambas com arranjos de Kim Freitas. Na nova roupagem, a sonoridade jazzística se alia às melodias já conhecidas do público. “Não pretendemos fazer algo igual ao que já foi feito, mas sim apresentar ao público uma nova experiência sonora”, ressalta Coutinho. O repertório também inclui “Bom Dia Belém”, de Adalcinda Camarão e Edyr Proença, que traduz uma homenagem à capital paraense, e “Esse Rio é Minha Rua”, de Paulo André e Ruy Barata, que descreve poeticamente a vida na Amazônia. Para o maestro, “essas músicas falam diretamente com o público, pois representam diferentes facetas do Pará, do cotidiano da capital à vida ribeirinha”. Rafael Rocha, que tem se destacado como um dos principais nomes no arranjo para big bands no Brasil, também colaborou com os arranjos. Ele trabalhou em parceria com Daniel Serrão e Thiago de Albuquerque, dois grandes músicos paraenses, e o trabalho resultou em arranjos que integram elementos característicos da música regional ao formato jazzístico da Amazônia Jazz Band. O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense" é uma realização do governo do Pará, via Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult), da Academia Paraense de Música e do Theatro da Paz. “É um grande orgulho poder apresentar esse concerto somente com composições e arranjos das nossas músicas. Qualquer paraense vai poder prestigiar e se emocionar”, conclui Elias Coutinho. Serviço : O concerto "Nas Trilhas da Amazônia: Música Paraense", da Amazônia Jazz Band, será realizado no Theatro da Paz, nesta quarta-feira (25), às 20h. A retirada dos ingressos pode ser feita na bilheteria do Theatro da Paz ou pelo site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do evento, ao custo simbólico de R$ 2,00 por pessoa. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Anterior Próximo
- Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher | Theatro da Paz
< Volte Sinfônica do Theatro da Paz apresenta concerto em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 7 de mar. de 2023 Evento terá início às 20h e contará com a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez Nesta quarta-feira (08), em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) realiza um concerto especial dedicado às mulheres, sob a regência da maestrina convidada, Maria Antonia Jiménez. O concerto terá início às 20h, no Theatro da Paz, em Belém. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). Entre os compositores apresentados está a pianista francesa Cécile Chaminade. Ela viveu entre 1857 e 1944, nasceu em Paris e morreu em Marseille. Desde muito jovem já demonstrava seu talento para compor. A peça que será executada ‘Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107’ é muito tocada hoje em dia, feita para flauta e orquestra, mas também é executada em piano e será solada por Clara Nascimento, chefe do naipe de flautas da OSTP. De acordo com Maria Antonia Jiménez, a primeira parte do concerto será a homenagem principal pelo Dia Internacional da Mulher. “Essa peça será solada por uma mulher e vai ser regida por uma mulher. Ser convidada para reger a OSTP é sempre maravilhoso. É uma honra pela orquestra e pela data. Então, eu estou realmente muito feliz e grata”, disse Jiménez. A apresentação também contará com obras de Franz Joseph Haydn (1732-1809), um dos mais importantes compositores do período clássico. Personifica o chamado "classicismo vienense" ao lado de Mozart e Beethoven, conhecidos como "Trindade Clássica Vienense". A segunda peça que será executada é a ‘Sinfonia 82’ de Joseph Haydn, a primeira de uma série de cinco sinfonias que ele dedicou à França. Haydn é chamado de "Pai da sinfonia", pois foi quem começou a desenvolver o gênero e escreveu mais de cem sinfonias. Também foi considerado um dos autores mais importantes e influentes da história da música erudita ocidental, com uma carreira que cobriu desde o fim do Barroco aos inícios do Romantismo. A terceira peça, de um outro clássico, Mozart (1756-1791), músico e compositor austríaco. Considerado um dos maiores nomes da música erudita, e um dos compositores mais importantes da história da música clássica. A OSTP vai interpretar ‘Sinfonia Concertante’, que terá além da orquestra, quatro solistas das madeiras. Joás Saraiva, no oboé; João Marcos Palheta, no clarinete; Samuel Rosa, no fagote e Fabrício Santos, na trompa. Maria Antonia Jiménez - Natural de Santiago de Cuba, iniciou seus estudos musicais aos sete anos, na Escola Vocacional de Artes na cidade de Guantánamo, na especialidade de piano. Em 1978, entrou para o curso de Regência Coral na Escola Nacional de Artes em Havana. Iniciou o nível superior de Regência Coral na Rússia, em 1987, no Conservatório Estatal de São Petersburgo “Rimsky Kórsakov” e, em 1993, recebeu por esta instituição, o título de “Máster of Fine Arts” (Mestrado) na Especialidade: Regência Coral, Pedagoga. Em 1995, a convite da professora Glória Caputo, superintendente da Fundação Carlos Gomes, passou a ministrar aulas de canto coral e fundou o Coro Carlos Gomes, com o qual se inseriu ativamente, desde o início de sua inserção no cenário cultural paraense. Realizou um intenso trabalho de disseminação da música coral, com um repertório eclético, abrangendo todos os estilos da música erudita, tanto a capela quanto sinfônica- coral, interpretando também música popular, folclórica e contemporânea. Participou das mais diversas e importantes atividades culturais, eventos públicos de caráter beneficente e de inúmeras solenidades políticas, comemorações, inaugurações, congressos e convenções de todo tipo. Entretanto, a sua principal contribuição enquanto regente do Coro Carlos Gomes deu-se por meio de sua participação em festivais e concursos, representando o Brasil na Europa em mais de uma ocasião, com nove performances premiadas nos Concursos Internacionais para coros dos quais participou, em países como: Itália, Grécia e Áustria. A convite do reconhecido poeta e professor João Jesus de Paes Loureiro, em 1999, ocupou a função de pesquisadora de música no Instituto de Artes do Pará (IAP). Em 2007 e 2008, a convite do Maestro Luiz Fernando Malheiro, foi a maestrina coral responsável pela preparação do coro lírico do teatro de Manaus para o Festival Internacional de Ópera de Manaus. Por indicação do Maestro Abel Rocha, atuou como maestrina e diretora artística do Coro Profissional da Camerata Antiqua de Curitiba, entre 2013 e 2014. Em maio de 2019, foi convidada pelo maestro Miguel Campos Neto para reger a OSTP, junto ao Coro Carlos Gomes. A convite da diretoria do Theatro da Paz, em 2021 regeu a “Missa Cubana” do compositor José Maria Vitier. Em 2022, participou junto ao Coro Carlos Gomes, de duas das produções do Festival de Óperas do TP: a “Ópera dos Terreiros” de Aldo Brizzi e “Armide” de J.B. Lully. Maria Antonia Jiménez tem recebido algumas importantes condecorações públicas, como o título “Cidadão do Pará” da ALEPA; da Prefeitura de Belém a comenda “Francisco Caldeira Castelo Branco”; da Fundação Carlos Gomes a Medalha pelos 120 anos do Conservatório Carlos Gomes, entre outros. Clara Nascimento - Chefe de naipe de flautas da Orquestra sinfônica do Theatro da Paz, natural de Salvador-Bahia, Clara Nascimento é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se à linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de 2010, 2014 e 2016, tocando em salas de concerto como: Queen Elizabeth Hall (Londres), Sala Santa Cecilia (Roma), Grande Auditório do Centro Cultural (Lisboa), entre muitas outras. Durante esse período junto à orquestra, acompanhou nomes como: Midori Goto, Martha Argerich, Maria João Pires, Ricardo Castro, Maxim Vengerov, Benoit Fromanger, Lang Lang e as irmãs Labèque. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação no aniversário de 69 anos da ONU, em 2014, onde a convite da Fundação Lang Lang, somou-se à orquestra sinfônica latino-americana em comemoração à ocasião, em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos de Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Programa CÉCILE CHAMINADE (1857-1944)Concertino para Flauta e Orquestra, Op. 107Flauta solo: Clara Nascimento W. A. MOZART (1756-1791)Sinfonia Concertante para em Mi bemol Maior, K. 297bI. AllegroII. AdagioIII. Andantino con Variazioni Oboé solo: Joás SaraivaClarinete solo: João Marcos PalhetaTrompa solo: Fabrício SantosFagote solo: Samuel Rosa F. J. HAYDN (1732-1809)Sinfonia N° 82 em Dó MaiorI. Vivace assaiIII. Menuet - Trio. Un poco allegrettoIV. Finale. Vivace assai Serviço: Concerto da OSTP em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, sob a regência de Maria Antonia Jiménez Data: 08 de março, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Da Paz a partir das 9h da manhã do dia 08, no valor de R$ 2,00. Dois ingressos por CPF. Com informações de Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de dez. de 2023 Na plateia, pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) reforçaram o comprometimento do Estado com o acesso de todos à arte Pela primeira vez em sua história, o Theatro da Paz, em Belém, recebeu na noite desta quarta-feira (13) o espetáculo de balé “O Quebra-Nozes” com o acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A iniciativa, que volta ao palco centenário na quinta-feira (14), as 20 h, possibilitou reunir o balé e a música ao vivo, fruto da colaboração entre o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), diretoria do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O evento também conta com o apoio da Companhia de Dança Ana Unger e do Colegiado de Dança do Pará. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência de Miguel Campos Neto, executa a trilha sonora imortal de “O Quebra-Nozes”, ressaltando a excelência técnica dos bailarinos. “A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz está honrada em apresentar esse espetáculo. A música ao vivo traz uma dimensão ainda mais rica e emotiva à performance do balé 'O Quebra-Nozes'. Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo e, no caso da ópera e do balé, o músico não pode focar na partitura e ignorar os colegas. Estamos ao vivo, vivendo tudo o que está acontecendo. E nesses dois estilos, o maestro liga tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra, e ao relacionamento entre o maestro e a orquestra que será levado para outras obras e estilos”, explicou Miguel Campos Neto. Marco - Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, destacou ao público a relevância desse momento para a cultura paraense. “A realização de 'O Quebra-Nozes' com a OSTP representa um marco na trajetória cultural do nosso Estado. É um projeto que se concretiza graças à parceria entre diferentes entidades culturais, e ao patrocínio do Banpará (Banco do Estado do Pará), demonstrando a força e a união em prol da cultura paraense”, disse a secretária. “Tivemos nesta noite memorável a participação de pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), o que realça nosso comprometimento com a democratização da cultura e o acesso de todos à arte. Estamos construindo pontes e abrindo portas, para que a cultura seja um elemento transformador na vida das pessoas”, destacou Ursula Vidal. A montagem contou com a participação de 150 bailarinos, selecionados em audições realizadas em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz. O processo seletivo foi coordenado por uma banca examinadora composta pelos professores Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista e Rosana Rosário, com aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição recebeu mais de 200 inscrições. Várias escolas e grupos de dança liberaram seus bailarinos para o projeto. Amadurecimento - A diretora artística do espetáculo, Ana Unger, definiu o momento como “ímpar para a dança e a música no Pará. Poder contar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz em uma montagem de 'O Quebra-Nozes' é um sonho que se realiza. A parceria com as escolas e grupos de dança da região, a participação ativa de 150 talentosos dançarinos, selecionados cuidadosamente em uma audição concorrida, demonstram o amadurecimento da classe artística da dança em nossa região”, afirmou. Ana Unger destacou ainda a importância do apoio das escolas e grupos de dança, ressaltando que essa colaboração é fundamental para o crescimento e reconhecimento da dança no Pará. “A criação do corpo de baile do Theatro da Paz é um passo significativo para a consolidação da dança em nossa região. Este espetáculo não é apenas uma apresentação, mas um marco que celebra a união e a valorização da arte. Estávamos ansiosos para compartilhar essa experiência com o público paraense e marcar, juntos, mais um capítulo memorável na história cultural do nosso Estado”, disse Ana Unger. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49960/theatro-da-paz-recebe-a-magia-de-o-quebra-nozes-com-musica-da-ostp Anterior Próximo
- Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Primeiro "Sarau Chuva de Poesia" homenageia o escritor Rodrigues Pinagé, no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de out. de 2023 Acesso será limitado a 50 lugares por ordem de chegada, a partir de 18h, na próxima terça-feira (17) Na próxima terça-feira (17), às 18h, o Foyer do Theatro da Paz, em Belém, será palco do primeiro "Sarau Chuva de Poesia", um evento que promete envolver os amantes da literatura. Nesta edição inaugural, o sarau prestará uma homenagem ao escritor Rodrigues Pinagé. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. De acordo com Edyr Augusto, diretor do Theatro da Paz, o sarau representa uma alternativa cultural que vem celebrar a poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e público possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras. “O Foyer estava fechado para reparos e nós estamos reabrindo o espaço para a visitação, e também para a poesia. Esperamos viver grandes momentos nesse belíssimo espaço e este é só o primeiro sarau de muitos outros que virão”, declarou o diretor. O evento ainda busca estimular a criatividade e a expressão artística, além de envolver talentos da literatura local, fortalecendo a cultura literária em Belém. José Rodrigues Pinagé nasceu em Natal (RN) em 29 de outubro de 1895 e faleceu em Belém em 1973. Foi poeta que se dedicou aos estilos lírico e satírico, trovador, tipógrafo, jornalista e servidor público, sendo conhecido como o "Príncipe dos Poetas Paraenses", título oficial recebido do governo do estado do Pará em 1964. Conhecido por sua escrita sensível e marcante, Pinagé é um dos ícones da literatura paraense. Sua poesia evoca as belezas e peculiaridades da região amazônica, com reflexões sobre a vida e a natureza. A homenagem ao escritor no primeiro "Sarau Chuva de Poesia" reconhece sua contribuição literária e inspira novos talentos a seguirem seus passos. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, a abertura contará com a participação do ator Adriano Barroso, que irá performar recitando trechos das obras de Rodrigues Pinagé. Os poetas locais também terão a oportunidade de recitar seus próprios poemas ou declamar obras de outros autores que os inspirem. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. Devido à capacidade do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: I "Sarau Chuva de Poesia" Terça-feira (17), às 18h Foyer do Theatro da Paz. Entrada gratuita Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo
- Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta | Theatro da Paz
< Volte Série Música de Câmara do Theatro da Paz abre 2024 com concerto de Harpa e Flauta Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 5 de fev. de 2024 Concerto às 19h, desta terça-feira (6), será no Salão Nobre, com as musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Nesta terça-feira (6), às 19h, o "Foyer", Salão Nobre do Theatro da Paz será palco de um concerto de harpa e flauta apresentado pelas musicistas Henriane Souza e Clara Nascimento, integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A apresentação retoma a Série Música de Câmara, que realizará sua primeira edição de 2024, uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A harpista Henriane Souza e a flautista Clara Nascimento, com experiência e destreza reconhecidas no cenário musical paraense, prometem encantar o público com um repertório cuidadosamente selecionado para este concerto. A combinação da sonoridade única da harpa com a doce melodia da flauta promete criar uma atmosfera musical envolvente e emocionante, proporcionando uma experiência única. As duas artistas, conhecidas pela técnica apurada e sensibilidade musical, trazem consigo o talento individual, e também a experiência de integrar a renomada Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, enriquecendo ainda mais a qualidade da apresentação. A música de câmara, prática na qual um pequeno grupo de músicos se reúne para tocar em conjunto sem a presença de um regente, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento individual e coletivo dos músicos. Essa forma de fazer música exige comunicação, cooperação e sensibilidade artística entre os integrantes, oferece uma série de benefícios que vão além da simples execução de notas. Esse estilo de concerto desafia os músicos a aprimorar sua técnica e musicalidade de forma mais individualizada. Ao tocar em conjunto com poucos colegas, os músicos têm a oportunidade de se destacar e serem ouvidos de forma mais clara, o que exige um maior domínio técnico e expressivo de seus instrumentos. Segundo Henriane, a música de câmara desempenha um papel essencial na vida de todo músico, não apenas para aprimoramento na formação e experiência musical coletiva, mas também permitindo que ele destaque sua expressão individual. “A música de câmara é especialmente significativa para os instrumentistas, pois possibilita a exploração mais profunda de sua individualidade, oferecendo maior liberdade na criação musical e permitindo a expressão de suas ideias como artistas”, e continua. “Este concerto representará uma excelente oportunidade para apresentar o repertório solo dos instrumentos, destacando suas características distintas, os desafios que enfrentam, a sonoridade peculiar de cada um e, simultaneamente, aprimorar nossa performance no palco”. O desafio de se apresentar no Foyer do Theatro da Paz é imenso, mas as recompensas artísticas são inestimáveis, conforme compartilha Clara. “A acústica excepcional do local contribui para que a música ressoe de forma envolvente, ampliando a qualidade sonora dos instrumentos e permitindo uma interpretação musical mais profunda”, disse a musicista. Clara Nascimento Clara Nascimento é chefe de naipe de flautas da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Natural de Salvador-Bahia, é bacharel em música pela Universidade Federal da Bahia e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; em ambas as formações, possui habilitação em flauta transversal e como mestre, acrescenta-se a linha de psicologia da música no âmbito da pesquisa. Em sua trajetória musical, realizou turnês internacionais como flautista e piccolista da Orquestra Jovem da Bahia, nos anos de: 2010, 2014 e 2016; tocando em algumas das mais importantes salas de concerto do mundo. Elenca-se um destaque pontual, com a sua participação nos 69 anos da ONU, em 2014, a convite da fundação Lang Lang, somou a orquestra sinfônica latino-americana em Nova York, junto a jovens do Brasil, Colômbia, Venezuela e EUA. Em 2023 atuou como solista à frente da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz com a performance do Concertino de Chaminade. Além da sua jornada como musicista sinfônica, participa de festivais nacionais como: Poços de Caldas, Campos do Jordão, Femusc - em Santa Catarina e o simpósio Performus, em Florianópolis, dando ênfase à pesquisa em psicologia da música com a temática “potencialidades cognitivas musicais”. Henriane Souza Henriane Souza, natural de Três Corações, Minas Gerais, é bacharel em harpa e Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, ocupa a posição de harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Iniciou seus estudos de Harpa em 2014 e com apenas 18 meses de aprendizado, participou de Masterclasses com harpistas de renome internacional. Em 2016, Henriane passou a integrar a classe de Bacharelado em Harpa do Professor Dr. Marcelo Penido. Seus estudos musicais começaram em 2004, quando ingressou no projeto social Banda Tricordiana, onde atuou como primeira saxofonista de 2006 a 2011. Dos feitos acadêmicos/profissionais, participou dos seguintes festivais: Festival Internacional Sesc de Música 2017/2018 – Pelotas (RS); Festival Internacional de Música em casa (2020) e a Academia Online da Filarmônica de Minas Gerais (2020). Já como musicista atuante no cenário sinfônico, realizou concertos com: Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (músico convidado), primeira harpista da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (convidada), Projeto Segunda Musical - Assembleia Legislativa de Minas Gerais e Orquestra sinfônica da Bahia (convidada). Serviço : O concerto da Série Música de Câmara acontecerá nesta terça-feira (6), às 19h, no Salão Nobre "Foyer" do Theatro da Paz. A entrada é gratuita e limitada à lotação do Foyer, que conta com cinquenta lugares. Texto de Úrsula Pereira / Assessoria do Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51228/serie-musica-de-camara-do-theatro-da-paz-abre-2024-com-concerto-de-harpa-e-flauta Anterior Próximo
- Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém | Theatro da Paz
< Volte Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém Juliana Amaral/Ascom Secult 12 de fev. de 2024 Para celebrar o aniversário de 408 anos de Belém, o Theatro da Paz recebeu, na noite desta sexta-feira (12), o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, com a cantora Fafá de Belém como solista e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob direção e regência de Miguel Campos Neto. A ação faz parte do Preamar Cabano, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O projeto é patrocinado pela Equatorial Pará, através da Lei Semear de incentivo à cultura, do Governo do Estado, por meio da Secult. Devido à alta procura por ingressos, foi realizada uma sessão extra, mais cedo, às 18h. O espetáculo também foi transmitido ao vivo pelo canal de YouTube da Secult, e em um telão em frente ao Theatro. “O Theatro da Paz é nosso, é pra você paraense. Entrar nesse templo nosso, do povo do Pará, e ver uma sinfonia que fala da importância de nós acordarmos pra quem nós somos e o que nós podemos fazer pelo outro. O amor, a solidariedade, sermos contra qualquer tipo de guerra, de preconceito, de isolamento. O paraense é isso. É sobre isso que fala a Sinfonia dos Dois Mundos", afirma Fafá de Belém. “A Sinfonia dos Dois Mundos” escrita por Dom Helder Câmara e musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, na década de 1960, foi apresentada com a participação do Coro do Conservatório Carlos Gomes, comandado pela maestrina e professora da instituição, Maria Antonia Jiménez e do Coro Infanto-Juvenil Itacy Silva, com regência de Eduardo Nascimento. “Eu fiquei encantado com toda a produção. Antes de vir a gente tentou conhecer um pouquinho da peça que seria, mas assistir ao vivo é outra experiência, inclusive porque a gente teve a participação muito especial da Fafá de Belém e toda a orquestra, o coral das crianças também. Foi uma peça muito bonita, não somente do ponto de vista religioso que é a origem da obra, mas do ponto de vista social e atual. Apesar de ser antiga, traz uma reflexão profunda para os dias de hoje. Foi um grande privilégio poder participar, nesse dia especial que é o aniversário da cidade de Belém", conta Erick Ribeiro, que assistiu a primeira sessão do espetáculo. Texto: Juliana Amaral/Ascom Secult Anterior Próximo
- Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Atração cultural da Cúpula da Amazônia, balé "Floresta Amazônica” se apresenta no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de ago. de 2023 Sessões irão ocorrer nos dias 05 e 06 de agosto, com distribuição gratuita de ingressos O Theatro da Paz recebe, nos dias 5 e 6 de agosto, a Cia de Ballet Dalal Achcar, com a montagem “Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, um dos maiores nomes do balé nacional. O espetáculo é apresentado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução, e conta com a parceria e apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz, e compõe a programação cultural da Cúpula da Amazônia, encontro de presidentes dos países que compõem a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). O espetáculo "Floresta Amazônica" foi inspirado na sinfonia homônima escrita pelo compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, em 1958. O projeto, celebra não apenas a Amazônia, mas também faz alusão aos 64 anos de falecimento de Villa-Lobos, compositor, instrumentista e regente. O balé contará com bailarinos e solistas, entre paraenses selecionados de audições, trazendo à cena a essência da brasilidade. A proposta da performance é reforçar o sentimento de pertencimento nacional e prestar reverência ao legado musical de Heitor Villa-Lobos. “Estamos na Amazônia e este espetáculo fala muito sobre a importância que a floresta tem para o planeta. Essa experiência está sendo fantástica e nós esperamos que o público paraense receba em sua alma este balé. Estamos muito felizes”, afirmou Felipe Moreira, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que integra a equipe que veio a Belém. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, é de fundamental importância no cenário cultural e artístico da região a parceria entre o Governo do Pará, a Secretaria de Estado de Cultura e o Theatro da Paz com a companhia de balé Dalal Achcar para a realização do espetáculo. “Essa colaboração representa um marco na promoção da arte local e nacional, proporcionando uma plataforma para os talentos paraenses brilharem nos palcos de sua própria terra. As audições, realizadas em junho e que resultaram na seleção de 25 bailarinos e bailarinas para integrar o elenco, reforçam o compromisso com a valorização dos artistas regionais e a preservação da identidade cultural amazônica. Além disso, esse espetáculo é capaz de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância da preservação desse patrimônio natural tão valioso para toda a humanidade. A união entre as instituições governamentais e a renomada companhia demonstra a capacidade de colaboração para enaltecer a cultura local, estimular a economia criativa e enriquecer a vida cultural da população paraense”, ressaltou Daniel Araújo. A primeira versão da obra, criada pela coreógrafa Dalal Achcar em 1975, estreou no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com os bailarinos da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, tendo como protagonistas David Wall e a grande primeira-bailarina do Royal Ballet, Dame Margot Fonteyn. Na nova montagem, 48 anos depois de sua estreia, “Floresta Amazônica” abre a temporada no Theatro da Paz e se apresenta em Belém. A coreografia e mise en scène têm concepção de Dalal Achcar – que trabalhou movimentos diferentes e inesperados dentro do universo do balé clássico e inseriu ginástica natural e acrobacia – com cenários de Hélio Eichbauer, figurino de José Varona e Dalal Achcar, e iluminação de Maneco Quinderé. Enredo - "Floresta Amazônica" é um balé em dois atos e conta a história do romance entre um homem branco e uma deusa indígena da floresta, que, por amor ao estrangeiro, transforma-se em mulher. A paixão entre eles é vista pelos indígenas como profana. Entretanto, é este amor que salvará a floresta da destruição causada por exploradores que invadem a aldeia em busca de plantas e aves raras. A música de Heitor Villa-Lobos - Villa-Lobos foi inspirado por sua experiência pessoal na região amazônica, onde viveu por um período durante sua juventude. De acordo com sua biografia, ele ficou fascinado pelo ambiente com ricas fauna e flora, e a cultura indígena que permeava a floresta. Essa admiração levou o compositor a compor "Floresta do Amazonas", uma sinfonia que retrata a exuberância e a energia vital da maior floresta tropical do mundo. A peça se inicia com uma seção chamada "Introdução", que apresenta um tema majestoso, como uma preparação para a imersão na floresta. Em seguida, é apresentada a "Série dos Pássaros", uma seção na qual Villa-Lobos utiliza instrumentos de percussão para imitar os diversos cantos e sons dos animais da Amazônia. Essa parte se destaca ao transmitir a sensação de estar cercado pelos sons da natureza. Outras seções incluem "Festa no Sertão", um momento festivo com referências à cultura popular brasileira, e "Danças", que combina elementos folclóricos com a música clássica, criando um movimento animado e ritmicamente empolgante. Ao final, a peça culmina com uma jornada musical pela floresta amazônica. "A Floresta do Amazonas" é uma obra única que ressalta a capacidade de Villa-Lobos de fundir elementos da música erudita ocidental com os ritmos e melodias da música popular e folclórica brasileira, representando uma busca em trazer a natureza e a cultura brasileira para as salas de concerto, uma das marcas distintivas desse compositor. A música de Villa-Lobos, e em particular "A Floresta do Amazonas", foi importante para consolidar o reconhecimento e o legado da música brasileira no cenário internacional. A obra é considerada um ponto alto de sua trajetória retratando a riqueza e a diversidade do Brasil e da Amazônia de maneira vívida e emocionante. Biografia de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Compositor, instrumentista, regente e professor brasileiro, começou a tocar violoncelo profissionalmente aos 12 anos. Viajou pelo Brasil antes de firmar-se como compositor, adotando em sua música a linguagem do modernismo europeu, ao lado de elementos folclóricos brasileiros. Passagens por Paris (1923-30) consolidaram sua posição como maior figura musical brasileira. Heitor Villa-Lobos inaugurou uma linguagem viva e folclórica, representada pelas “9 Bachianas Brasileiras” (1930-45), uma síntese da música europeia e brasileira, “Uirapuru”, poema sinfônico, “Valsa da Dor”, tema para piano, série dos “Quartetos de Cordas” além de uma série de “12 Choros” e o célebre “Trenzinho Caipira”. Duas das principais músicas de Villa-Lobos, as suítes “O Descobrimento do Brasil” e “Floresta Amazônica”, foram escritas originalmente para o cinema. Biografia de Dalal Achcar - Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e seu trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago. À frente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos. A artista criou várias coreografias premiadas, como O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse balé). Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial. Serviço: A apresentação do Balé "Floresta Amazônica”, de Dalal Achcar, nos dias 05 de agosto, às 20h, e no dia 06, às 16h, no Theatro da Paz. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h da manhã de cada dia de sessão, na bilheteria do TP e pelo site www.ticketfacil.com.br . Serão entregues duas unidades por pessoa. Crianças a partir de 03 anos de idade também precisam da emissão de ingresso. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/45998/atracao-cultural-da-cupula-da-amazonia-bale-floresta-amazonica-se-apresenta-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Na estreia do Musical ‘O Príncipe do Egito’ comunidade surda se encanta no XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 25 de ago. de 2024 Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação A estreia do musical "O Príncipe do Egito", realizado no último sábado, 24, no Theatro da Paz, em Belém, não apenas encantou o público, mas também marcou um momento histórico para a comunidade surda da região. Parte da programação do XXIII Festival de Ópera, dirigida pelo maestro Pedro Messias, trouxe uma adaptação única da história bíblica de Moisés, conquistando o público com sua riqueza artística e inclusão. Pela primeira vez, um grupo de 30 surdos sinalizantes teve a oportunidade de participar de um espetáculo no Theatro da Paz emocionando com a beleza do espaço e da apresentação. "Foi o pontapé inicial para que a comunidade surda pudesse entrar no teatro e dizer ‘agora nós sentimos que o Theatro é nosso também’. O espetáculo é muito inclusivo, com toda a perspectiva dramaturga voltada para que todos possam entender. Desperta memórias e, resumindo, é espetacular," afirmou Jaqueline Machado, que acompanhou o grupo. O professor de libras do Instituto Estadual Carlos Gomes, Silvio Santiago, ressaltou a importância de um momento como esse. "Belém e a Região Metropolitana têm cerca de 5 mil surdos sinalizantes, e por isso a necessidade de intérpretes de Libras é crucial. Ontem foi a primeira vez que esses surdos entraram no Theatro da Paz, e se emocionaram muito com a experiência," comentou Santiago, evidenciando a relevância desse momento para a comunidade. Com casa cheia, a apresentação destacou-se pela qualidade artística e pela profunda conexão emocional estabelecida com a plateia. "Ficamos muito felizes em ver a resposta do público. A versão que trouxemos este ano foi uma evolução do que fizemos em 2023, com novos arranjos e uma abordagem ainda mais emocionante. Conseguimos criar uma atmosfera que transportou as pessoas diretamente para o antigo Egito," comentou o maestro Pedro Messias. A parceria com a dramaturga Barbara Gibson, da Liga do Teatro, e a expertise da Companhia Aktuô foram essenciais para o sucesso da produção, que se destacou pelos figurinos deslumbrantes e cenários detalhados. A música, um dos pontos altos do espetáculo, recebeu elogios pela sua capacidade de tocar o público de maneira intensa e envolvente. Os arranjos de Kim Freitas, feitos especialmente para o musical, foram apontados como um dos grandes acertos da produção, criando uma atmosfera que uniu emoção e narrativa de forma harmoniosa. Entre os espectadores da noite de estreia, a professora Deusa da Costa ficou visivelmente emocionada ao final do espetáculo. "Fiquei profundamente impressionada com a história e com a forma como foi apresentada. A mensagem de libertação e esperança foi transmitida de uma maneira tão poderosa que tocou meu coração. É uma experiência que levarei comigo por muito tempo," comentou Deusa. Dione Colares, diretora artística do Festival de Ópera do Theatro da Paz, também expressou sua satisfação com o resultado. "Ver a plateia reagir tão positivamente a um musical dentro de um festival de ópera é uma prova de que estamos no caminho certo ao diversificar nossas linguagens artísticas. Este foi um dos momentos mais emocionantes e inovadores do festival, e estamos muito orgulhosos do que foi alcançado," afirmou Dione. A estreia de "O Príncipe do Egito" marcou um dos pontos altos do XXIII Festival de Ópera estabelecendo novos horizontes para futuras edições e deixando uma marca indelével no público paraense e na comunidade surda de Belém. Neste domingo, 25, haverá uma segunda apresentação do musical “Príncipe do Egito”, a partir das 17h. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Theatro duas horas antes da apresentação, ou pelo site ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59072/na-estreia-do-musical-o-principe-do-egito-comunidade-surda-se-encanta-no-xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz encerra mais uma edição da "Mostra de Teatro Nilza Maria" Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 18 de mar. de 2024 Encerrou neste domingo (17) a “4ª Mostra de Teatro Nilza Maria”. O evento foi prestigiado por um grande público e movimentou a cena cultural da capital paraense por cinco dias com apresentações no Theatro da Paz. A mostra aconteceu no período de 13 a 17 de março de 2024 e homenageou o diretor Geraldo Salles, do Grupo Experiência, em reconhecimento à toda a sua contribuição às artes cênicas no Pará e à sua trajetória. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Angélica Ferreira, 24 anos, não perdeu nenhum dia da mostra e considerou muito importante para a cena cultural local as discussões em espetáculos que cada grupo trouxe ao palco. “Foi tudo muito importante para a cena cultural local. Faço teatro amador e, além de discussões muito pertinentes e atuais, foi um grande incentivo para que novos grupos invistam tempo fazendo teatro. Estou muito motivada”, afirmou. Foram cinco dias de muita cultura, cinco espetáculos teatrais a preços acessíveis, totalizando mais de oito horas de interpretações de diversos estilos. Cerca de 3 mil pessoas prestigiaram a quarta edição que exibiu as seguintes peças: Belém Bragança - Os trilhos da Esperança (José Leal), Gato por Lebre (Saulo Sisnando), O que não se diz apodrece em nós (Paulo Santana), Joana (Edyr Proença) e Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas (Evanildo Mercês). Além de entreter o público, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria teve como propósito contribuir para a formação cultural de todos os paraenses, democratizando o acesso à cultura, estimulando o hábito de frequentar o teatro e fomentando a circulação de companhias teatrais locais. O evento foi uma oportunidade única para os grupos teatrais compartilharem suas produções e fortalecerem o cenário cultural do Estado. De acordo com Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz, o momento é de celebrar e agradecer. “Ver esta casa cheia em todas as apresentações nos faz acreditar que nós temos plateia e cada grupo que se apresentou deu uma exibição de amor pela arte do teatro feito aqui em Belém e me deixo muito feliz. Esta foi a oportunidade de entender que a regularidade das ações culturais é necessária para a formação do público. Já estamos refletindo sobre como ampliar e melhorar a mostra, para que ela alcance um público cada vez maior. E hoje, vocês já podem dizer que assistiram o incrível Salustiano Vilhena”, concluiu com aplausos. O encerramento ficou por conta do monólogo “Picadeiro: Solo onde plantei minhas lágrimas”, do grupo de Icoaraci MÁ CIA DE TEATRO, com o ator Salustiano Vilhena. A montagem é uma colagem de textos de autores como Fernando Pessoa, Rubens Alves, Mario de Andrade, entre outros, que trazem como tema a solidão, memórias, conflitos existenciais, vida e morte. “É claro que já estive muitas vezes aqui neste palco, isso há alguns anos, e estou muito feliz de estar aqui hoje, de voltar para esta casa, e só tenho a agradecer a essa iniciativa e agradecer a todos vocês por terem vindo nos assistir, não só nós, mas também os que vieram durante a semana. Muito obrigado e vida longa à Mostra de Teatro Nilza Maria e que venha lindamente a 5ª edição”, finalizou. Com um público engajado e peças de grande qualidade artística, a 4ª Mostra de Teatro Nilza Maria foi um verdadeiro sucesso, deixando um legado de valorização da cultura e da arte teatral no Pará. A expectativa é que a próxima edição seja ainda mais grandiosa, ampliando o alcance e o impacto dessa iniciativa que enriquece a vida cultural da região. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/52422/theatro-da-paz-encerra-mais-uma-edicao-da-mostra-de-teatro-nilza-maria Anterior Próximo
- Fotos Oficiais | Theatro da Paz
Confira todas as fotos oficiais do Theatro da Paz. Fotos Oficiais
- Ópera Lucia di Lammermoor | Theatro da Paz
Confira mais sobre a Ópera Lucia di Lammermoor dentro da Programação do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz. 1/1 Visão da Obra Por Miguel Campos Neto Belém do Pará é uma cidade que tanto aponta para o futuro como celebra o seu passado rico e histórico. O movimento lírico no estado acompanha essa tendência, e o Festival de Ópera deste ano é um exemplo disso. Das três óperas apresentadas, duas foram contemporâneas e de compositores brasileiros (O Auto da Compadecida, com música de Tim Rescala e história baseada em Ariano Suassuna, e O Menino Maluquinho, com música de Ernani Aguiar e história baseada em Ziraldo), mas a terceira é Lucia di Lammermoor, uma ópera do cânone do repertório lírico mundial. Esta obra-prima de Donizetti, um dos maiores expoentes do Bel Canto, tem uma relação muito curiosa com a capital paraense. Na primeira fase da ópera no Theatro da Paz, que foi de 1880 a 1907, Lucia foi encenada em nada menos que 12 temporadas. Se imaginarmos que cada temporada exibia uma ópera em várias récitas, chegaremos à conclusão de que esta partitura foi bastante ouvida na virada do século XIX para o XX. Importante notar é que várias dessas temporadas eram promovidas e organizadas por diferentes empresários e executadas por diferentes companhias de músicos, geralmente vindos da Itália. Então, por que tantas vezes Lucia? Porque esta ópera era certeza de grande público e grande sucesso. Era uma favorita do público paraense que, ano após ano, queria escutar e acompanhar o desenrolar da trama baseada na obra de Walter Scott. Lucia gozava de um prestígio que apenas alguns títulos de Verdi, como Ernani, Trovador e Traviata, rivalizavam. O drama de Lucia é universal e atual, pois fala de uma mulher forçada ao casamento com um homem que não ama por interesses da família, enquanto seu amado, Edgardo, se crê traído por ela. Lucia é pressionada por todos os lados e compreendida por ninguém. Os elementos mais fortes da sociedade da época - tradição, honra, dinheiro, Igreja (representada pela personagem de Raimondo) - estão presentes e, longe de fazer da obra uma peça de museu, esses elementos a tornam mais atual e relevante do que nunca. O ouvinte atento também perceberá que esta ópera tem um elemento espiritual, por vezes fantasmagórico, muito forte. Antes mesmo do drama se desenrolar, duas mortes são mencionadas: a da mãe de Lucia e a de uma jovem morta perto de um poço, cujo fantasma aparece para a nossa protagonista. A música de Donizetti acompanha a cada linha do texto e pinta as cenas em cores vívidas para o espetáculo ficar completo, como a ópera deve ser. O grande sucesso que Lucia fez naqueles primeiros anos de ópera no nosso Teatro foi seguido de um silêncio sepulcral, pois desde 1906 esse título não retorna a Belém. Então, que as cortinas se abram neste momento histórico que você está presenciando: a volta triunfal de Lucia di Lammermoor aos palcos do Theatro da Paz. Bom espetáculo a todos! Ficha Técnica Conheça os artistas que fazem a mágica da ópera Lucia di Lammermoor acontecer! Alexsandro Brito "Normanno" Conheça Ana Maria Adade Pianista Conheça Antônio Wilson "Arturo" Conheça Bruno Berger-Gorski Diretor da Ópera Conheça 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 ... 6 Acesse o Programa Acesse
- UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba | Theatro da Paz
< Volte UsiPaz Antônia Corrêa comemora um ano de ações com grande festa em Marituba Por Dani Franco (SEAC) 20 de mar. de 2023 Cerca de 500 pessoas prestigiaram as programações paralelas em todos os espaços do complexo, na tarde do domingo (19) Olhos e ouvidos atentos. No palco, Bela e Fera valsavam a canção-tema do filme famoso, em seguida a princesa Moana levantava o público que fazia coro na música dublada pela personagem, emocionando as crianças e adolescentes que lotaram o teatro da Usina da Paz Antônia Corrêa, em Marituba. As personagens se apresentaram pela primeira vez numa edição do projeto Conecta da Paz, que abriu a programação de aniversário da UsiPaz neste domingo, 19 de março. Com programações paralelas em todos os espaços do equipamento, a Usina da Paz recebeu cerca de 500 visitantes durante toda a tarde do domingo. Além da feira gueek, just dance e concurso de cosplay do Conecta da Paz, houve ainda torneio amistoso de boxe, feira de economia criativa, demonstração de canoagem no furo Maguari Açu e grande show com Amazônia Jazz Band, Keila e Gigi Furtado. Frequentadora da Usina da Paz desde o início das atividades no complexo, a moradora Ester Cardoso frequenta as aulas da turma de boxe e disse estar muito feliz em comemorar o aniversário. "Eu faço aula de boxe e vim aqui pra ver a competição do amistoso e também os shows. Estou vendo tudo muito lindo, uma programação enorme e estou muito feliz de estar aqui porque já participo da usina", afirmou ela. Para a secretária Adjunta de Cidadania (Seac), Alessandra Amaral, o aniversário da UsiPaz é um marco na transformação dos moradores locais. “Este é o primeiro ano da usina, enquanto estrutura física, mas o trabalho na comunidade do bairro Nova União e de todo o entorno começou muito antes, lá em 2019, quando nós demos início ao Programa TerPaz. Por isso comemorar este aniversário é uma alegria tão grande, pois estamos vivenciando essa profunda transformação. Nós só temos a agradecer ao Governo do Estado por manter esse olhar cidadão”, avalia Alessandra Amaral. “Nós conseguimos diminuir a violência e criminalidade a partir de uma transmutação no pensamento dos jovens da comunidade. Antes a preocupação deles era em como esconder uma arma, por exemplo. Hoje eles estão ocupados com outras atividades, estão exercitando a criatividade e vivendo isso aqui no complexo. Isso é uma verdadeira transmutação porque está sendo modificado desde a base. Pra nós, ver toda essa mudança de forma palpável é o grande motivo dessa festa”, analisa a coordenadora geral da Usina da Paz Antônia Corrêa, Kátia Santos. Elaborada pelo Governado do Pará e coordenada pela Seac, as Usinas da Paz integram o Programa TerPaz e têm suas atividades realizadas em parceria com as secretarias estaduais de Esporte e Lazer (Seel), de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), Cultura (Secult), Saúde (Sespa), Comunicação (Secom), Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Trabalho Emprego e Renda (Seaster), Educação (Seduc), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme) Fundação Carlos Gomes, Fundação ParáPaz, Funtelpa, Fundação Cultural do Pará (FCP), Corpo de Bombeiros, Fábrica Esperança, Banpará, Prodepa, Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Ideflor-Bio, Polícia Civil, Polícia Militar, Credcidadão, além de parcerias com associações da sociedade civil e ONGs. Festa plural Tendo o esporte como uma das características da UsiPaz Antônia Corrêa, a comemoração de aniversário contou também com demonstração de um amistoso de boxe no espaço de dojô. Já a Escola de Canoagem Caruanas, levou mais de 24 crianças da comunidade em um breve passeio pelo furo Maguari Açu, braço do rio Uriboca que circunda a Usina da Paz, além de passar instruções para cada uma das crianças. Segundo Alan Boradallo, um dos instrutores da Escola, a ideia é despertar nas crianças e adolescentes um olhar para o esporte e pela preservação da natureza. Outro ponto da festa, além de bolo e parabéns, foi o de agradecimento entre os parceiros. A coordenadora de cultura das Usinas da Paz, Elane Guedelha, da Secult, acredita que é por conta dessa transversalidade que as UsiPaz têm conseguido alcançar o objetivo de atender as comunidades. “O trabalho que foi feito nos territórios é anterior a este momento. No ano passado, com a efetivação do equipamento Usina, a gente veio trabalhando as vivências formativas, através dos cursos e oficinas artísticas e para este momento trouxemos a Amazônia Jazz Band com duas cantoras convidadas e mais a Feira Criativa e Solidária com produção exclusivamente de mulheres de coletivos aqui de Marituba. Então existe a apreciação artística, mas também o fortalecimento das pessoas criativas da comunidade”, explica a coordenadora da Secult, Elane Gadelha. Todo artista tem que ir aonde o povo está “Sempre estive no meio do povo, no meio das pessoas. Acho que é esse o lugar do artista. Então estar aqui na Usina da Paz, pela primeira vez, é um presente não apenas para o aniversário da usina, mas é um presente pra mim também”. A declaração da cantora paraense Gigi Furtado retrata o entusiasmo com o qual a Amazônia Jazz Band subiu ao palco montado na UsiPaz. Convidada especial da festa, ela e a cantora Keila Gentil se apresentaram no início da noite ao lado da AJB, promovendo acessibilidade cultural na região. “O nosso público-alvo são crianças, jovens e adultos que vivem nas regiões de maior vulnerabilidade no entorno das UsiPaz construídas pelo Governo do Pará. Nossa intenção é oportunizar a essas pessoas o acesso à música que anteriormente era desenvolvida e apresentada ao público apenas no Theatro da Paz. Dessa forma, pretendemos a formação de plateia, levando uma música que muitas vezes vai ser a primeira vez que será ouvida por grande parte das pessoas”, explicou Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, que também esteve presente. A emoção em ver a orquestra pela primeira vez foi vivenciada por vários dos presentes. A dona de casa Maria de Fátima e seus dois filhos, Guilherme e Carlos Eduardo, confirmaram. “Foi emocionante ver a apresentação da Amazônia Jazz Band aqui na Nova União. Meu filho Guilherme faz iniciação musical na Fundação Carlos Gomes e sonha em estar no palco. Ver que a Amazônia veio até aqui, mostrou para a gente que ele pode estar um dia lá”, disse emocionada. Além do público, os próprios artistas se emocionaram com o momento. A cantora Keila, disse que a apresentação foi um motivo de muito orgulho. “É uma satisfação enorme voltar à periferia, que é lugar de onde eu vim. e poder devolver o meu fazer, a música. Eu espero que a cada dia mais jovens percebam a potência que está naquilo que de melhor a gente sabe fazer e se coloquem no mundo fazendo a diferença”, finalizou. De acordo com a Seac, a Usina da Paz Antônia Corrêa realizou pouco mais de 145 mil beneficiamentos diretos à população em seu primeiro ano de funcionamento. O complexo atua com ações de inclusão social e reúne ações inter-setoriais de secretarias e órgãos parceiros, como emissão de documentos, cursos profissionalizantes, empreendedorismo, cultura, esporte, lazer e assistência à saúde. O complexo da Usina da Paz Antônia Corrêa está localizado na Rua Bom Sossego, s/n, no bairro Nova União, em Marituba, Região Metropolitana de Belém. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Anterior Próximo

