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- Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
Conheça mais informações sobre a Amazônia Jazz Band! Amazônia Jazz Band - AJB A Amazônia Jazz Band foi formada, em 1994, com elementos remanescentes da extinta Big Band, grupo artístico da Fundação Carlos Gomes, até assumir um caráter profissional ao ser encampada pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult-Pa), em 1996. O primeiro band leader da AJB foi o gaúcho Andi Pereira, substituído pelo americano Barry Ford em 1999. Em 2005, o percussionista paulista Ricardo Aquino passou a responder pela regência. A qualidade técnica conquistada ao longo do tempo, aliada a versatilidade do repertório e a grande receptividade do público paraense, são características que marcam a trajetória da AJB. Esse repertório vem se renovando e diversificando constantemente. Cobre, atualmente, não só os clássicos norte-americanos escritos para essa formação, como as contribuições contemporâneas nacionais e internacionais. Nos programas da AJB compositores como I. Stravinsky, D. Schostakovich, dividem espaço, por exemplo, com os paraenses Wilson Fonseca e Waldemar Henrique. Alguns dos mais significativos compositores brasileiros da atualidade escreveram peças especialmente para o grupo, assim como compositores e arranjadores locais. A AJB já representou o talento do músico paraense fora do Estado, exibindo-se como convidada em Recife, João Pessoa e Natal. Participou em várias edições do Festival Internacional de Música do Pará, do Festival Internacional de Londrina – PR e do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza – CE. Esteve também na décima segunda edição da Bienal de Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro – RJ e no VI Encontro de Compositores Latino-Americanos, em Porto Alegre – RS. Representou o Brasil no XXVI Festival Internacional da La Cultura Tunia, em Bogotá – Colômbia. Gravou para a série “Pará Instrumental”, da Secult-Pa, em 1996 e em 2005 fez o registro fonográfico do espetáculo “Comemorando 100 anos de Waldemar Henrique”, ainda não lançado em CD. Entre os solistas acompanhados pela AJB estão o saxofonista americano Paul Harr, os multi-instrumentistas Nailor Proveta e Roberto Sion, o trombonista Radegundis Feitosa, o pianista Jorge Luiz Prats (Cuba), os paraenses Nelson Neves, Paulo Levy (saxofone), Paulo José Campos de Melo e Luiza Camargo (piano) e outros. Jane Duboc, Andréa Pinheiro, Lucinnha Bastos, Juliana Sinimbú, Nilson Chaves, Walter Bandeira e Adriane Queiroz são algumas das vozes paraenses que já se apresentaram com a AJB. Em julho de 2016, a Amazônia Jazz Band gravou no Theatro da Paz, com Jane Duboc, um DVD primoroso, que foi lançado em maio de 2017. Além da bela e afinadíssima voz de Jane Duboc, o DVD conta com a participação especial do multi-instrumentista Nailor Proveta. Ficha Técnica SAXOFONES Elias Coutinho Marcos Ribeiro Toninho Gonçalves Daniel Serrão Danilo Couto TROMPETES Gerson Levi Johab Quadros Laelson Machado Anderley Canuto Wilklenson Cancio GUITARRA Kim Freitas PIANO Edgar Matos CONTRABAIXO Augusto Meireles T ROMBONES Maurício Brito Pedro Júnior Bruno Nery Alexandre Gomes Bateria Tiago Belém Yacauã Bastos PERCUSSÃO Bruno Mendes Cláudio Costa Thiago D’Albuquerque PRODUTOR CULTURAL Anderson Sandim A SSISTENTE DE PRODUÇÃO Moisés Silvestre INSPETOR Claudio Bastos ARQUIVISTA Victor Vale MONTADORES Nirlando Cardoso Heberson Alcântara Maestro - Eduardo Lima
- O Da Paz | Theatro da Paz
O Theatro da Paz localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 130 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. "O Da Paz" O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região amazônica. Belém foi considerada “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso, a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tibúrcio de Magalhães, que dá início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scala de Milão (Itália). Foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, tem características grandiosas, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro. Localiza-se na cidade de Belém, no Estado do Pará. Atualmente, é o maior Teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Com cerca de 147 anos de história, é considerado um dos Teatros-Monumentos do País. Próximos Espetáculos To play, press and hold the enter key. To stop, release the enter key. Programação Completa Visitas Guiadas Acesse Festival de Ópera Acesse A Amazônia Jazz Band Acesse Acompanhe as últimas notícias! Acesse A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz Acesse Dúvidas? Fale conosco! Nome Sobrenome Email Telefone Mensagem Enviar Agradecemos a sua mensagem! Contato Avenida da Paz S/N +55 91 3252-8602
- Últimas Notícias
PESQUISA Últimas Notícias Ópera inédita de Paulo Coelho, Gilberto Gil e Aldo Brizzi tem estreia mundial no XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz 23 de nov. de 2025 #festivaldeopera Botão Theatro da Paz recebe o espetáculo 'Missa Cubana' em homenagem ao Dia da Consciência Negra 16 de dez. de 2024 OSTP Botão Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz 26 de nov. de 2024 CULTURA Botão Espetáculo 'Missa Cubana' reúne música clássica aos ritmos afro-cubanos no Dia da Consciência Negra, no Theatro da Paz 21 de nov. de 2024 OSTP Botão Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes 12 de nov. de 2024 OSTP Botão Amazônia Jazz Band leva 'Em Noite Latina' ao Theatro da Paz e à Usipaz Marituba 6 de nov. de 2024 AJB Botão 1 2 3 4 5 1 ... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 ... 17
- Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ
Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos
- Programação | Theatro da Paz
Acompanhe os próximos espetáculos no Theatro da Paz. Programação Múltiplas datas Ópera "La Traviata" - XXV Festival de Ópera do Theatro da Paz Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 5 dias para o evento Centro de Dança Ana Unger apresenta: Maria e Chiquita Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 13 dias para o evento Os Mambembes Mais informações Saiba mais Múltiplas datas 47 dias para o evento Fafá de Belém - O Musical Mais informações Saiba mais 70 dias para o evento Um Encontro com Chopin com Álvaro Siviero Mais informações Saiba mais
- OSTP recebe, em mais um concerto de temporada, o Festival Interativo de Música e Arquitetura | Theatro da Paz
< Volte OSTP recebe, em mais um concerto de temporada, o Festival Interativo de Música e Arquitetura Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 15 de nov. de 2023 Em mais um concerto gratuito da temporada 2023, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob regência de Miguel Campos Neto e com a participação dos solistas Thaina Souza (soprano), Carolina Faria (mezzosoprano), Marcio Carvalho (tenor) e o violinista Justo Gutierrez, recebe nesta quinta-feira (16), no Theatro da Paz, a terceira edição do Fima - Festival Interativo de Música e Arquitetura, que homenageia os teatros históricos do Brasil, promovendo uma convergência lúdica entre música e arquitetura em alguns dos mais importantes templos da arte e da cultura brasileira. Os comentários serão realizados pelo professor e doutor Aldrin Figueiredo. A iniciativa é do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM). O Fima, em sua edição anterior, homenageou o Palácio Lauro Sodré, e agora saúda outra joia arquitetônica da cidade, o Theatro da Paz, que reflete toda a riqueza do ciclo da borracha no Brasil, exibindo em sua fachada o esplendor de sua arquitetura neoclássica, colunas imponentes e detalhes ornamentais - que evocam a grandiosidade das casas de ópera e antigos teatros do velho continente. De acordo com o Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, um dos objetivos mais importantes desse concerto é fortalecer ainda mais essa conexão afetiva do público com o Theatro da Paz, que é um patrimônio histórico brasileiro. “Essa parceria com o Fima nos possibilitou criar um repertório cuidadosamente pensado para que, por meio da música e da arquitetura, transportemos o público a uma viagem multissensorial pelos diferentes momentos de nossa história, unindo o passado, o presente e o futuro. Será uma jornada de reconhecimento e apreciação do nosso Theatro da Paz, símbolo de orgulho de todos nós paraenses”, afirma Campos Neto. O 4º concerto da nova edição do Fima terá a apresentação de um repertório musical especialmente pensado para dialogar com os 145 anos da arquitetura, da arte decorativa e da história desse espaço único, testemunho vivo da história cultural e social de Belém e do Brasil. O Programa e a História do Theatro da Paz - O concerto inicia com ‘Floresta Amazonas’, de Heitor Villa-Lobos, celebrando o espírito da Amazônia que vive no Theatro da Paz, palco maior da cultura amazônica paraense que, também se vê representada, por exemplo, na arte decorativa do plafond (o teto da Sala de Espetáculos). De Domenico de Angelis, de estilo rococó, a pintura combina personagens míticos greco-romanos com representações estilizadas de índios em meio à fauna e flora da região; ou na "Alegoria da República", de Chrispim do Amaral, onde Tapuios (indígenas que não pertenciam ao tronco tupi guarani) são integrados à cena, demonstrando a diversidade e riqueza cultural do Brasil. A próxima obra do programa transportará a plateia para 7 de agosto de 1880, quando se apresentou a primeira ópera no Theatro da Paz. Sob a direção da renomada Companhia Lírica Italiana, liderada pelo empresário Tomás Passini, os acordes iniciais da ópera "Ernani" de Giuseppe Verdi ecoaram pelas paredes ornamentadas do teatro. A soprano dramático Filomena Sávio, com sua voz poderosa e cativante, levou o público ao mundo de paixão e drama da ópera, ao cantar a ária ‘Surta è la notte... Ernani Involami’, que, neste concerto, será ouvida na voz da virtuosa cantora lírica belenense Thaina Souza. Ernani também esteve presente no Theatro da Paz após a reforma de 1887 a 1890. Na reabertura do teatro, a companhia lírica internacional, organizada pelo compositor belenense José Cândido da Gama Malcher, vencedor de uma concorrência pública para empresariar a temporada de reestreia, apresentou esta ópera novamente. No entanto, a montagem foi marcada por paixões divididas da plateia. Apesar de ser amplamente aplaudida, a apresentação conheceu a resistência dos pateadores (vaiadores que batiam seus pés fazendo uma grande algazarra). O próprio Gama Malcher, que tinha grande prestígio social e político na capital, foi alvo de vaias nesta nova estreia de "Ernani", no dia 10 de agosto de 1890. Esses episódios refletem a efervescência cultural e social da época, mostrando que o Theatro da Paz não era apenas um espaço de apresentações, mas também um palco de manifestações e emoções do público. Em 1882, dois anos após a estreia de “Ernani”, Belém recebe novamente a Companhia Lírica Italiana de Tomás Passini, agora contratada pelo maestro paraense José Cândido da Gama Malcher. O destaque dessa temporada foi a presença do renomado compositor Carlos Gomes. Durante essa temporada, o maior nome da música brasileira do segundo reinado, estreou em terras paraenses com a ópera "Salvator Rosa", da qual será ouvida neste concerto a abertura, e regeu "O Guarani", que integra o programa através da apresentação da ‘Sento una forza indomita’, interpretada pela soprano Thaina Souza e pelo tenor Marcio Carvalho. A presença de Carlos Gomes na cidade foi marcada por inúmeras honrarias e homenagens que vieram do governo, grupos de estudantes, associações artísticas, particulares e da imprensa. Nascido em 02 de novembro de 1853, em Belém do Pará, José Cândido da Gama Malcher fez sua formação na Itália, quando em 1876 ingressou no Conservatório de Milão. Foi lá que se tornou amigo de Carlos Gomes e esteve presente na estreia da ópera "Maria Tudor", do compositor de Campinas, da qual será ouvida a ária ‘Ogni rumor di passi’, na voz da mezzo-soprano Carolina Faria. Foi em 1881 que o compositor recebeu de seu pai, o médico e presidente do legislativo provincial José da Gama Malcher, a incumbência de contratar esta companhia lírica para a terceira temporada do Theatro da Paz. Assim retornou ao Brasil em 1882, acompanhando a Companhia Lírica e de seu amigo Carlos Gomes. De Malcher, será apresentada a abertura de sua segunda ópera "Iara", estreada no Theatro da Paz em 1895, baseada no poema do escritor italiano Stradelli, que narra o encantamento que Iara exerce sobre os homens, atraindo-os para o seu reino na profundeza das águas. Um dos mais notáveis compositores paraenses do século XIX, Henrique Eulálio Gurjão, teve uma formação musical sólida financiada pelo Governo da Província do Pará, que o enviou para Europa para estudar em Roma e em Gênova no Instituto Santa Cecília. Em 1861, volta ao Pará, onde passa a desenvolver grande atividade como professor e músico, passando a contribuir significativamente para o cenário musical deste Estado. Dele, será recitada a canção ‘Lembrança’, interpretada também pela mezzo-soprano Carolina Faria. Terminando a primeira parte do concerto, "Fantasia para Violino e Orquestra" de Octávio Meneleu Campos, ilustre compositor e regente brasileiro, nascido em Belém do Pará, em 1872. Seu interesse pelo violino foi despertado após contato com o violinista baiano Adelino Francisco do Nascimento. Ao retornar a Belém, agora com formação no Real Conservatório de Música de Milão, sob a orientação de Vincenzo Ferroni, assumiu a direção do Instituto Carlos Gomes, onde promoveu reformas significativas e intensificou a cena musical de Belém. Suas óperas, peças orquestrais e de câmara são um legado para a música paraense e um testemunho de sua genialidade e versatilidade. Neste concerto, a Orquestra será acompanhada pelo violinista Justo Gutierrez. A segunda parte do programa começa trazendo a obra de outro importante compositor belenense, Paulino Lins de Vasconcelos Chaves. Nascido em 1881, estudou no Instituto Nacional de Música (INM) e posteriormente, na Alemanha, onde aprimorou seus conhecimentos musicais. Ao retornar ao Brasil, Paulino Chaves desempenhou um papel significativo na cena musical de Belém, atuando como professor e diretor do Instituto Carlos Gomes. Sua produção composicional abrangeu diversas obras, incluindo peças para piano e música de câmara. Sua obra ‘Prelúdio e Fuga em dó maior’, que será apresentada neste concerto, foi composta entre os anos de 1937 e 1939, quando ocupava a posição de docente em piano no Instituto Nacional de Música (INM). Foi escrita em memória do professor de piano de Paulino, Robert Teichmüller, que havia falecido um mês antes da composição dessa obra. A peça demonstra a influência do estilo barroco, especialmente no que se refere ao rigor e tratamento dos elementos principais em um ambiente tonal, remontando às fugas do século XVIII. Nesta obra, na qual se pode apreciar a maestria de Paulino Chaves na arte da fuga, o programa propõe um diálogo com a perspectiva barroca na qual as casas de ópera, como o Theatro da Paz, se inspiram. Uma estética repleta de símbolos, ornamentos e efeitos que encantam e surpreendem. Em seguida, “As Lendas Amazônicas”, de Waldemar Henrique, onze canções originalmente redigidas para canto e piano, que mostram a exuberância da Amazônia na música desse virtuoso compositor do Pará. Suas melodias sincopadas e escolhas melódicas e harmônicas, se fundem ao texto de forma única, num delicado equilíbrio entre a música erudita, popular e folclórica. O carinho do compositor com sua terra natal, unido à sua formação acadêmica, se manifesta nessas obras inspiradas na cultura amazônica. Três canções deste ciclo serão apresentadas: ‘Uirapuru’, ‘Tamba Tajá’, na voz da mezzosoprano Carolina Faria, e ‘Foi boto, Sinhá’, com a soprano Thaina Souza. O próximo compositor belenense do programa é Altino Rosauro Salazar Pimenta. Nascido em 3 de janeiro de 1921 na cidade de Belém, sua paixão pela música se manifestou desde muito cedo. Aos 7 anos, iniciou seus estudos e em 1940, aconselhados pelos professores, os pais de Altino lhe enviam ao Rio de Janeiro para complementar seus estudos musicais, onde permaneceu por doze anos. Sua primeira composição, ‘Estrela’, de 1943, que será interpretada na voz da soprano Thaina Souza, foi apenas o começo de uma carreira dedicada não só à composição musical, mas ao piano e ao ensino da música. Ao longo de sua trajetória artística, contribuiu significativamente para a cena musical brasileira. Em Belém, dirigiu a Escola de Música da Universidade Federal do Pará (Emufpa) e fundou o Encontro de Arte (Enarte). Composta em 1949, ‘A Canção Minha Saudade’ é um hino sentimental de Santarém, do compositor Wilson Dias da Fonseca. Conhecido como maestro Izoca, nasceu em Santarém, Pará, em 17 de novembro de 1912, sendo reconhecido como um dos maiores compositores paraenses do século XX, ao lado de figuras como Waldemar Henrique e Altino Pimenta. Sua extensa produção musical, que abrange mais de 1600 composições e arranjos, reflete a riqueza cultural da Amazônia. Desde jovem, Fonseca demonstrou uma aptidão notável para a música, transitando entre o erudito e o popular. Suas obras capturam o imaginário amazônico, incluindo cantigas, lendas e crendices, tornando-o uma figura central na preservação da cultura e história de Santarém. Jaime Thomaz de Araújo Ovalle, que assina a penúltima obra deste programa, nasceu em Belém do Pará, em 5 de agosto de 1894. Compositor, pianista e boêmio notório, Ovalle era conhecido por sua personalidade carismática e talento musical. ‘Azulão’, com letra de Manuel Bandeira, é talvez sua composição mais famosa e é frequentemente interpretada por cantores líricos em todo o mundo. O concerto se encerra voltando a Carlos Gomes, que faleceu em Belém em 1896. Essa figura central na história da música clássica do Brasil, especialmente reconhecido por suas óperas, que combinam influências europeias com elementos da música brasileira, tem na ópera "Il Guarany" (O Guarani), um de seus mais célebres trabalhos. Baseada no romance "O Guarani" de José de Alencar, a ópera foi composta em 1870 e rapidamente ganhou reconhecimento internacional, sendo a primeira ópera de um compositor brasileiro a ser apresentada no Teatro alla Scala, em Milão, um dos mais prestigiados teatros de ópera do mundo. A Abertura Orquestral de "O Guarani" é particularmente notável e frequentemente executada como uma peça independente em concertos. Esta abertura é uma síntese magistral do drama e da paixão da ópera, introduzindo temas que serão desenvolvidos ao longo da obra. Ela começa com uma fanfarra poderosa e triunfante, seguida por seções mais líricas e melódicas que evocam a paisagem brasileira e a trama romântica da história. A habilidade de Carlos Gomes em mesclar influências europeias com ritmos e melodias brasileiras é evidente nesta abertura, tornando-a uma peça representativa tanto de sua habilidade composicional, quanto de sua identidade brasileira. Serviço: Concerto da OSTP em parceria com o Fima Dia: Dia 16 de novembro de 2023, quinta-feira Horário: 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos no dia do concerto neste site , a partir das 9h, e na bilheteria do Da Paz a partir das 18h. A venda é limitada a dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49065/ostp-recebe-em-mais-um-concerto-de-temporada-o-festival-interativo-de-musica-e-arquitetura Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band celebra a Consciência Negra em concerto no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 17 de nov. de 2023 Na segunda-feira, dia 20 de novembro, às 20h, o Theatro da Paz será palco de um evento especial que promete encantar os amantes da música e celebrar a cultura negra: o concerto da Amazônia Jazz Band, reconhecendo e valorizando os saberes e fazeres do povo negro, tão importantes na construção da rica cultura paraense. Em uma data tão significativa como o Dia da Consciência Negra, a intenção é não apenas celebrar a importância da cultura negra na formação do povo brasileiro, mas também promover uma reflexão profunda sobre a ancestralidade africana, essencial para a identidade do país e do Estado do Pará. De acordo com Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, o repertório é formado por nove músicas, mas, tem somente seis compositores: Pixinguinha, Stevie Wonder, Arturo Sandoval, Paulo André Barata e Gordon Godwin. Compositores que trabalham estilos que têm uma relação direta com as matrizes africanas. “Além de fazermos música desses grandes compositores que foram literalmente os precursores dos estilos musicais que nós conhecemos hoje, afinal, o que seria o Choro sem Pixiguinha? O que seria o Jazz sem Louis Armstrong ou mesmo Sidney Bechet? O que seria do Pop Internacional, mas ainda bebendo ali do Jazz, sem Steve Wonder? Mesmo com todo o preconceito de sua época, esses músicos conseguiram vencer e fazer música”, diz. “Olhando para o passado, será que não teríamos muito mais música? Será que não teríamos muito mais inovação se o mundo não tivesse passado por essa tragédia que foi a escravidão? Então, para que justamente erros do passado não voltem a acontecer, eu acredito que é fundamental que nós tenhamos a consciência da valorização humana e, acima de tudo, da dívida que a população, que a humanidade tem com o povo preto”, explica Elias Coutinho. A Amazônia Jazz Band, pela sua qualidade musical e energia contagiante, trará ao público uma performance que mescla elementos do jazz e ritmos regionais paraenses. Com sua formação composta por músicos talentosos e reconhecidos, a banda promete levar o público a uma viagem sonora única, repleta de improvisações, harmonias sofisticadas e influências da cultura afro-brasileira. Para Elias Coutinho, todo dia é dia de celebrar a cultura negra. “Quando tocamos música popular, de maneira geral, nós precisamos olhar para essa música como uma música que fala diretamente com a periferia, que vem da periferia, que vem justamente desse povo que foi tão hostilizado, que foi tão malvisto e maltratado. A consciência negra, precisa ser tratada todos os dias”, finalizou. Serviço: O concerto da Amazônia Jazz Band, acontece nesta segunda-feira (20), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos serão disponibilizados no dia do evento, a partir das 9h, na bilheteria do TP e custarão R$ 2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49135/amazonia-jazz-band-celebra-a-consciencia-negra-em-concerto-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição | Theatro da Paz
< Volte Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 8 de jan. de 2024 O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita No próximo dia 12 de janeiro, a cidade de Belém do Pará, completará 408 anos e, para celebrar este marco histórico, nesta terça-feira (9), às 18h o sarau "Chuva de Poesias" vai realizar sua segunda edição com uma homenagem à capital paraense, com o título "Chuva de Poesias para Belém". O evento vem se consagrando por promover a poesia e a cultura e, especialmente nesta segunda edição, traz à tona as riquezas culturais, históricas e naturais da capital paraense. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. Com o intuito de enaltecer a cidade das mangueiras, o sarau vai contar com a participação especial de poetas da cidade que vão recitar poesias inspiradas em Belém, performances que remetem à sua identidade cultural em uma atmosfera acolhedora e participativa, onde a diversidade de linguagens e formatos irão se mesclar para celebrar a história e a beleza da capital, que é uma cidade rica em história e tradição. Segundo Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, o "Sarau Chuva de Poesia para Belém" faz parte da programação do Governo do Estado em homenagem a capital e é a oportunidade ideal para que poetas locais recitem seus próprios poemas ou mesmo declamarem obras de outros autores que os inspirem. "Estamos muito felizes em realizar a segunda edição do nosso sarau de poesia justamente na semana em que a nossa cidade completa 408 anos de uma brava história. Por isso, convidamos os poetas a comparecerem e recitarem poemas que falem de Belém. Vamos celebrar a cidade, mas também a riqueza da poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e apreciadores possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras", declarou o diretor. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, o Sarau será realizado no Foyer do Theatro da Paz e a organização do evento espera atrair um público diversificado, desde admiradores de longa data da poesia até aqueles que desejam se aventurar nesse universo literário. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. No entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: O "Sarau Chuva de Poesia para Belém" será nesta terça-feira (9), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Anterior Próximo
- Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) | Theatro da Paz
< Volte Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 22 de abr. de 2024 Na terça-feira (23), Belém se prepara para receber a terceira edição do Sarau Chuva de Poesia. O encontro agendado para 18h, terá lugar no Foyer do Theatro da Paz e promete uma noite de emoção e inspiração. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Nesta edição especial, o Sarau vai homenagear o renomado escritor paraense Alonso Rocha, conhecido carinhosamente como o "príncipe dos poetas". Rocha, cuja contribuição para a literatura regional é inestimável, será celebrado pela maestria nas palavras e influência duradoura na cena literária paraense. Além da homenagem a Alonso Rocha, o Sarau contará com a participação especial de outro ícone da poesia amazônica: o talentoso Antonio Juraci Siqueira. Reconhecido por sua habilidade em capturar a essência vibrante da Amazônia em suas palavras, Juraci Siqueira é aclamado não apenas por sua poesia, mas também por sua prosa igualmente cativante. "Tem sido um sucesso a abertura do Foyer, do Theatro da Paz, para saraus de poesia, com o ‘Chuva de Poesia’, onde homenageamos algum dos maiores escritores do Pará. Já tivemos o José Rodrigues Pinagé, e agora teremos Alonso Rocha, o príncipe dos poetas paraenses. E Alonso, que tem uma carreira maravilhosa, será saudado, sobretudo, por Juraci Siqueira, outro dos nossos grandes nomes aqui do Pará. Vai ser um sarau maravilhoso, vai ser uma delícia estar aqui na terça-feira, a partir das seis da tarde, e quero convidar a todos para abrilhantar essa noite também, depois das homenagens, fica aberto o microfone para que todos possam também declamar suas poesias, vai ser uma noite bonita", comentou entusiasmado Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz. A importância de levar a poesia para o Theatro da Paz não se resume apenas ao reconhecimento dos talentos literários locais. O Theatro da Paz, como um dos mais emblemáticos espaços culturais de Belém, representa não apenas um palco físico, mas também um símbolo da riqueza cultural e histórica da cidade. Ao trazer a poesia para este cenário magnífico, o Sarau Chuva de Poesia não apenas enaltece os artistas locais, mas também reafirma o compromisso com a preservação e promoção da cultura paraense. O evento promete uma experiência única, onde os espectadores serão levados a uma viagem pelos ricos universos criados pelas palavras desses dois mestres da poesia paraense. Com suas obras que ecoam as vozes da Amazônia e celebram a riqueza cultural da região, Alonso Rocha e Antônio Juraci Siqueira prometem emocionar e inspirar todos os presentes. Alonso Rocha Raimundo Alonso Pinheiro Rocha, conhecido como Alonso Rocha, nasceu em Belém em 15 de dezembro de 1926, filho do renomado poeta Rocha Júnior e de Adalgiza Guimarães Pinheiro Rocha. Sua trajetória foi marcada por uma vida dedicada à poesia e à defesa das artes no Pará e além. Alonso Rocha, também chamado de "príncipe dos poetas", deixou um legado notável como poeta, escritor e defensor da cultura paraense. Casado com Rita Ferreira Rocha, foi pai de cinco filhos, entre eles, os médicos Sérgio Alonso e Nelson Alonso, Ângela Rosa, arquiteta, e Geraldo Alonso, engenheiro elétrico e eletrônico, além de Ronaldo Alonso, que faleceu em 1977. Além de sua prolífica produção poética, Rocha desempenhou um papel fundamental em instituições culturais e literárias. Ele ocupou a cadeira número 32 da Academia Paraense de Letras a partir de 22 de novembro de 1996, eleito em sucessão a Olavo Nunes e Bruno de Menezes, tendo como patrono o poeta Natividade Lima. Rocha participou ativamente da diretoria da Academia desde 1996 até o ano de seu falecimento, em 23 de fevereiro de 2010. Por profissão, Rocha foi bancário, atuando também no sindicalismo entre 1954 e 1976. Ele foi diretor do Sindicato dos Bancários do Pará e membro-fundador da Federação dos Bancários do Norte-Nordeste. Em reconhecimento ao seu talento e dedicação à literatura, Rocha foi agraciado com o título de IV Príncipe dos Poetas do Pará. A escolha ocorreu após uma consulta a um colégio eleitoral composto por 200 personalidades influentes nos círculos culturais, científicos e sociais do estado. Ele recebeu a comenda de 35 gramas de ouro em uma sessão solene no dia 21 de julho de 1989, durante o sesquicentenário de Machado de Assis, uma honraria oferecida pelo governo do Estado do Pará. Desde a adolescência, Rocha esteve envolvido com o mundo literário. Em 1942, fundou a Academia dos Novos em conjunto com Jurandyr Bezerra, Max Martins e Antônio Comaru Leal. Esse grupo atraiu jovens intelectuais da época, como Benedito Nunes, Haroldo Maranhão, Leonan Cruz, Raimundo Melo, Fernando Tasso de Campos Ribeiro, Arnaldo Duarte Cavalcante, Gelmirez Melo, Edmar Souza, Benedito Pádua, Otávio Blatter Pinho, Antero Soeiro, Eduálvaro Hass Gonçalves, Alberto Bordalo e Lúcia Clairefort Seguin Dias. Literários apontam a influência de Alonso Rocha na cena literária paraense e brasileira, e afirmam que sua poesia continua a inspirar e encantar leitores, mantendo viva a rica tradição literária da Amazônia e do Pará. Serviço: O "3º Sarau Chuva de Poesia" será nesta terça-feira (23), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. A entrada para o Sarau é gratuita, porém, devido à capacidade limitada do Theatro da Paz, é disponibilizado um número restrito de lugares, limitado a 50 pessoas por ordem de chegada. Portanto, para garantir seu lugar nesse evento imperdível, é recomendável chegar cedo e assegurar sua presença nessa noite de celebração da poesia e da cultura paraense. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53504/sarau-chuva-de-poesia-prestigia-escritor-alonso-rocha-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz faz apresentação especial para estudantes Por Amanda Engelke (SECULT) 12 de nov. de 2024 Cerca de 300 alunos assistiram o Concerto Didático com repertório de músicas do cinema Na manhã desta terça-feira, 12, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), fez uma apresentação dedicada a estudantes. O concerto com repertório "músicas de cinema" foi pensado, especialmente, para cerca de 300 alunos das escolas Seeds Bilingual Education, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio, EEFM, Renato Pinheiro Condurú, e Centro de Estudos e Aprendizagem Integral, Ceai. O repertório incluiu canções de trilhas sonoras de filmes como Missão Impossível, Harry Potter, Indiana Jones, Rocky, Superman e Star Wars. "Sempre é um prazer tocar para estudantes, espero que isso aconteça muitas outras vezes, porque nem sempre eles têm acesso a esse tipo de repertório, a esse ambiente do teatro, talvez seja a primeira vez que alguns estejam entrando aqui. Então eu acho que é uma iniciativa muito importante para trazê-los para perto da gente, para conhecer a OSTP, o Theatro da Paz, para cultura de forma geral", afirma o maestro assistente da OSTP, Agostinho Fonseca Jr. Sobre o repertório, o maestro fala sobre a intenção da escolha. "Conheço várias pessoas que começaram a estudar música, tocar um instrumento, após assistir uma orquestra e ficarem encantados. Hoje são músicos profissionais, integrantes de outras orquestras, por isso também, a gente tentou trazer um repertório um pouco mais recente, algo que eles já conheçam e possam se conectar realmente com a música". A professora do Ceai, Marta Rocha, agradeceu pela oportunidade de levar seus alunos ao Concerto Didático. "Foi um momento muito especial para as crianças, tanto na parte de conhecimento, ver coisas novas, tanto quanto na parte cultural, poder levar os nossos alunos para terem contato com a música e com esse ambiente magnífico da arte da nossa cidade, o Theatro da Paz". "Achei a apresentação incrível, eu amo escutar música e todas foram muito emocionantes. Além disso, fiquei muito emocionada também por estar aqui pela segunda vez e ouvir todas as informações que passaram para vermos os instrumentos, foi maravilhoso, eu gostei bastante", conta a estudante da EEFM, Renato Pinheiro Condurú, Yasmin Batista, de 15 anos. Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61292/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-faz-apresentacao-especial-para-estudantes Anterior Próximo
- Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola | Theatro da Paz
< Volte Estudantes da rede estadual participam de ensaio aberto do Projeto Fima na Escola Bruno Magno (SEDUC) 16 de nov. de 2023 O Fima na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc Estudantes do Instituto de Educação do Estado do Pará (IEEP) e do Colégio Estadual Paes de Carvalho, duas tradicionais instituições de ensino da rede pública, participaram na tarde desta quinta-feira (16), no Theatro da Paz, em Belém, do ensaio aberto do Projeto Fima (Festival Interativo de Música e Arquitetura) na Escola, que teve apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e palestra com o historiador e professor Aldrin Figueiredo. “Eu acho muito importante isso porque é uma questão cultural de Belém, é uma questão de dar visibilidade para os músicos, para a pessoa que toca os instrumentos. Eu acho muito importante porque a gente assiste, e isso a gente vê que é um tipo de arte. É uma coisa bonita, muito legal de se admirar”, disse a estudante Hilary Barra, que cursa o primeiro ano do ensino médio no Colégio Estadual Paes de Carvalho. “Para mim, estar aqui hoje é muito importante estar em contato com a cultura do nosso Estado, com a cultura da música. Muitos alunos não têm essa oportunidade, e pra mim é uma oportunidade muito grande. É muito importante ter essae contato direto com o Theatro da Paz”, completou o estudante Deivisson Daniel Meires Lima, que disse ter ficado encantado com a apresentação da Orquestra Sinfônica. Moradora da Ilha das Onças, que fica em frente a Belém, a estudante Kimberly Nandara Ramos Tavares, que cursa o 1º ano do ensino médio, ficou emocionada ao entrar pela primeira vez no Theatro da Paz. “É muito importante para mim estar aqui, porque eu moro no interior, e é muito difícil a gente vir de lá e conseguir uma coisa aqui. Nem todos têm essa oportunidade, de conseguir vir estudar pra cá e ter oportunidade de conseguir fazer esse curso que eu tô fazendo. Pra mim, é muito importante também estar aqui no Theatro da Paz pela primeira vez, e eu achei bem interessante aqui. Realmente, achei muito lindo”, disse Kimberly Tavares. História e cultura - Além da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, que apresentou aos estudantes as obras de maestros e compositores como Heitor Villa-Lobos, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e do paraense Henrique Gurjão, o evento contou ainda com a participação do professor Aldrin Figueiredo, que falou sobre a história do Theatro e como música e arquitetura se fundem no processo. O Projeto Festival Interativo de Música e Arquitetura na Escola é uma realização do Ministério da Cultura e do Instituto Cultural Vale, em parceria com a Seduc. “O Projeto Fima na Escola é de suma importância na formação do repertório pedagógico de nossos alunos e também de nossos professores, por isso que o projeto contemplou oficina de formação para os profissionais de educação, e para os professores no Centro de Formação (CFO). Também nesse segundo momento nós temos um momento de interação e espetáculo diretamente com os nossos alunos da rede estadual, sobretudo de duas escolas históricas importantes, como o IEEP e o Paes de Carvalho. Essa é uma ação do Instituto Cultural Vale em parceria com a Secretaria de Educação. É superimportante e fundamental esse apoio da Secretaria de Educação, e também a participação dos nossos alunos da rede num evento de tamanha grandeza como esse”, ressaltou Augusto Paes, coordenador do Centro de Formação da Seduc. Via: https://agenciapara.com.br/noticia/49106/estudantes-da-rede-estadual-participam-de-ensaio-aberto-do-projeto-fima-na-escola Anterior Próximo
- Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra | Theatro da Paz
< Volte Seirdh promove diversas programações pelo 20 de novembro, Dia da Consciência Negra Elck Oliveira (SEIRDH) 11 de out. de 2024 Evento de 18 a 23, abrange políticas públicas para populações tradicionais, música no Theatro da Paz e filmes + debates sobre o tema da diversidade Em alusão ao Dia Nacional de Zumbi e Dia da Consciência Negra, que transcorre no próximo dia 20 de novembro, a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com diversas outras secretarias estaduais e órgãos públicos, promove uma programação intensa para marcar, que marcará a data. Entre os dias 18 e 21, a Seirdh realiza cine debates com alunos da rede pública estadual sobre a temática, a partir da exibição de filmes e curtas-metragens, numa parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). No dia 20 de novembro, a partir das 20h, no Theatro da Paz, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e o Coro Carlos Gomes apresentam o espetáculo “Missa Cubana”, com ingressos simbólicos para o público, em geral. O espetáculo é fruto de parceria entre a Seirdh e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult). No dia 22 de novembro, haverá uma cerimônia, no teatro Gasômetro, a partir das 10h, com participação de diversas secretarias e presença do governador Helder Barbalho, para a entrega de políticas públicas e ações voltadas à população negra, quilombolas e Povos Tradicionais de Matriz Africana (Potma). Entre essas políticas, estão ações nas áreas de saúde, educação, tecnologia, titulação de territórios, entre outras. Em 23 de novembro, encerrando a programação, haverá, das 9 às 16h, uma feira de empreendedoras negras, na Usina da Paz da Terra Firme, com entrada aberta ao público, em parceria com a Secretaria de Estado de Articulação da Cidadania (Seac). Anterior Próximo


