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- Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de mai. de 2023 A 22ª Edição do evento começa na terça-feira (9), com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o coro infantil da Fundação Amazônica de Música Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos mais importantes festivais de ópera do país abre sua 22ª edição às 20h da próxima terça-feira (9). O Festival de Ópera do Theatro da Paz, que leva o nome da primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, vem se consolidando como o segundo antigo da América Latina e é destaque na cena lírica nacional e internacional, oriundo de uma história viva e herdeira dos tempos áureos da Belle Époque, do trabalho árduo e de políticas públicas sensíveis e persistentes. Para celebrar a abertura da programação, quem se apresenta é a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e do coro infantil da Fundação Amazônica de Música (FAM). Partindo do princípio de que a cultura deve ser acessível a todos, sem distinção, o Festival de Ópera do Theatro da Paz vem ao longo de mais de duas décadas democratizando o acesso à programação e estabelecendo forte conexão com diversos públicos, independentemente de formação ou de condições socioeconômicas. O evento cultural, atualmente, gera cerca de mil postos de trabalho a cada ano, fortalecendo assim a indústria da ópera e movimentando o setor de serviços e turismo, que impacta desde empresas especializadas em técnica de som e iluminação até restaurantes, lanchonetes, bares e o setor de hotelaria. Com diversas novidades, a nova temporada está orçada em aproximadamente R$ 1,7 milhão, e se constitui hoje em três frentes distintas: a frente artística, com as óperas, recitais e concertos; a frente pedagógica com o projeto “Academia de Ópera” que oferece uma formação continuada para cantores líricos paraenses e a frente social com o projeto “Sons de Liberdade”, criado por meio de parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (SECULT) e da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), com objetivo de capacitar custodiadas e custodiados para futura reinserção no mercado de trabalho, por meio da cadeia produtiva da ópera. Por meio do Sons de Liberdade, são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando o Da Paz como um teatro escola, uma alternativa para o fomento de uma cultura de paz, que leva arte, profissionalização e auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em uma sociedade que cada vez mais estimula o êxito individual. “Nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz implementou, ao longo dos últimos anos, processos hoje já consolidados de formação profissional e inclusão social. E esse perfil é um dos mais importantes diferenciais desta política pública de acesso à cidadania cultural. As récitas, galas líricas e concertos são sempre lotados e, da plateia aos bastidores, nos deparamos com histórias de vida que se transformam por meio do contato com a arte e com os fazeres artísticos. A cultura sempre será uma importante ferramenta de transformação social. E a ópera, pela dimensão de sua estrutura produtiva, alcança impactos de grande escala. Sabemos que este é um caminho seguro, estratégico e inovador para a geração de emprego e renda, para a valorização de nossos talentos e para a formação de cidadãos conscientes de sua história e de seu papel na construção de uma sociedade mais justa e feliz”, frisou a titular da Secult, Ursula Vidal. A Ópera 'O Auto da Compadecida' A primeira apresentação acontece nos dias 23 e 24 de maio e será a ópera bufa "Auto da Compadecida", de Tim Rescala. A obra é baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, e o texto foi adaptado pelo próprio Rescala, ao lado do maestro Rodrigo Toffollo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto. O “Auto da Compadecida” é de 1955 e criou figuras que se tornaram marcantes na história do teatro brasileiro: João Grilo e Chicó, duas pobres almas sábias que jogam com as desvirtudes dos demais personagens; o padeiro e sua mulher, avaros, ciosos de um frágil status social; o Padre e o Bispo, interesseiros, racistas, desonestos e o cangaceiro Severino. Todos, com exceção de Chicó, acabam mortos, são julgados por Jesus e o Encourado, e defendidos por Nossa Senhora. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o festival deste ano vai seguir em duas direções. “Uma direção é confirmar nossas relações com teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio do Palácio das Artes e da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas: ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, explicou o diretor. Alinhado aos debates globais, o Festival vem se transformando em um ecofestival, se engajando em defesa da sustentabilidade. Em 2023, com o tema “Vozes ecoando Amazônia”, avançou ainda mais nessa ideia com a preparação de toda a cadeia produtiva da ópera para receber o maior evento climático do mundo - a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) - que acontecerá em 2025, e tem Belém como cidade candidata a sede. Serviço : Abertura do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz 09/05, às 20h Entrada gratuita Ingressos: somente no dia do concerto, pelo ticketfacil.com.br , às 9h, ou na bilheteria do Theatro, a partir das 18h. Apenas duas unidades por CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43485/governo-do-para-abre-oficialmente-o-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de out. de 2023 O Theatro da Paz, em Belém, será palco do concerto em homenagem ao renomado compositor paraense Paulo André Barata, que faleceu aos 77 anos, no dia 25 de setembro de 2023. O concerto ocorrerá na noite desta terça-feira (03), com direção artística de Tito Barata, irmão de homenageado, e sob a regência do maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), Elias Coutinho. O espetáculo reunirá um extraordinário elenco de artistas paraenses, que prometem encantar o público com interpretações brilhantes. O show contará com a participação da Amazônia Jazz Band (AJB), que receberá artistas que tiveram o privilégio de trabalhar com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Pedrinho Callado, Edilson Moreno, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias se unirão em um tributo musical para honrar o legado do compositor. De acordo com Tito Barata, o concerto foi idealizado por Ursula Vidal, secretária de Estado da Cultura, que o convidou para fazer a direção artística do espetáculo. “Depois que combinamos o formato da apresentação, começamos a montar o repertório, ajustar as tonalidades para os intérpretes e os arranjos. E com qualidade da Amazônia Jazz Band, isso é muito fácil, então já ensaiamos um show lindo, com a participação de uma turma que está acostumada a cantar o repertório do Paulo André e do Ruy Barata”, afirmou o diretor artístico. O repertório foi cuidadosamente selecionado e apresentará composições icônicas de Paulo André, que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos da cultura paraense. Cada nota e cada palavra entrelaçadas nas melodias proporcionarão uma experiência única, envolvendo o público em uma atmosfera de nostalgia e gratidão. “Não tenho uma música específica do Paulo que eu goste mais ou goste menos. Eu acho todas maravilhosas, todas são prediletas”, continuou Tito Barata. “Nós teremos várias surpresas nesse show. Por exemplo, músicas de Paulo André com outros parceiros, como João Donato, J. Petronilo e Cláudio Barreto. Vamos, inclusive, mostrar a primeira canção dele gravada nos anos 60. Acho que o público vai gostar bastante”, finalizou. Elias Coutinho, aclamado maestro, trouxe sua expertise para a regência da AJB no acompanhamento dos artistas e no protagonismo da orquestra. Sua interpretação magistral das partituras já nos ensaios vem revelando a profundidade e a riqueza das composições de Paulo André. “É uma honra sem igual para a AJB, pois trata-se com certeza de um dos maiores nomes da música paraense, e se existe um compositor que retrata tão bem o nosso Estado de diversas formas, que retrata tantas emoções e realidades de tantos lugares, esse compositor é Paulo André Barata. Se nós, por exemplo, que moramos em Belém, não temos diretamente contato relacionado com o interior, através das músicas de Paulo André, pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem, de uma maneira muito simples, conhecer o nosso folclore, a nossa fauna, nossas comidas, nossos costumes, nossos ditos populares. Então, Paulo André é tudo isso, e homenagear ele nesse espetáculo é um desafio para a AJB, porque nos traz um entendimento que temos que entregar muito mais, trazer ao palco aquilo que ele fez a vida inteira, que foi inovar, levar às pessoas múltiplas emoções”, disse o maestro. Questionado sobre os planos para o futuro, Tito Barata se anima. “Nós estamos elaborando um plano de ações para fazer o legado do Paulo André chegar em todo o Pará e no Brasil. Paulo tem uma obra maravilhosa e sem dúvida nenhuma, é um dos artistas que percorreu por mais de 60 anos essa trilha”, finaliza emocionado. “Eu gostaria que se lembrassem do Paulo, como um homem simples que conversava com as musas da Amazônia”. Descrição da Músicas - Assim como o repertório foi escolhido ainda em vida pelo próprio Paulo André e pelo Rui Barata, os artistas que integram esse espetáculo também fazem parte da carreira do Paulo André. O espetáculo começa com uma versão instrumental de ‘Indauê Tupã’, interpretada pela Amazônia Jazz Band com um arranjo feito exclusivamente para ser a estreia mundial feita nessa homenagem. O arranjador é o grande capixaba Rafael Rocha, abrindo esse show com chave de ouro em uma versão completamente repaginada. Depois vem ‘Esse Rio é Minha Rua’, um hino do nosso Estado, com inserções dos metais da Amazônia Jazz Band e arranjos de Rafael Rocha, com interpretação de Pedrinho Callado. Em seguida temos a grande intérprete Andréa Pinheiro interpretando ‘Pauapixuna’, com arranjos do carioca Rafael Oliva, um especialista em arranjos para sopros e para big band’s, que traz uma versão que mistura desde tango ao jazz. E a improvisação, que é algo tão característico nessa formação da Amazônia Jazz Band, colocará seu tempero especial. Na sequência teremos ‘Baiuca’s Bar’, com Lia Sophia, uma grande intérprete paraense. O próximo número será ‘Meu Pajé (Samba Pro Sting)’, interpretado por um dos maiores nomes do samba no Pará, Arthur Spindola. Nesta canção Paulo André, mais uma vez, traz uma inovação, um samba, que não era tão comum em suas composições. Depois temos ‘Cantiga da Correnteza’, por Alba Mariah. Uma música que vai trazer algumas surpresas dentro da Jazz Band, com uma formação não usando todos os sopros, mas somente o naipe dos metais, trompetes e trombones, trazendo uma sonoridade única para esse espetáculo. O próximo número é ‘Nasci para Bailar’, um grande clássico de Paulo André com João Donato, que partiu também recentemente, interpretado pelo trio de cantores do Warilou, que terá como arranjo o grande violonista paraense Ziza Padilha. Depois ‘Mesa de Bar’, interpretada pelo grande Olivar Barreto, com toda a sua sutileza, dando vida a esse grande clássico, com um arranjo também de Ziza Padilha, que promete trazer muita emoção nesse espetáculo. ‘Tronco Submerso’, com arranjo de Ziza Padilha, somente para o quinteto de saxofones da AJB, com interpretação de Maca Maneschy, vai surpreender o público, com uma sonoridade diferente no meio do espetáculo. Assim como em ‘Cantiga da Correnteza’, com adaptação do maestro Elias Coutinho para sopros dos metais da Big Band, no trompete e trombones. A ‘Canção Mágica’ foi pensada também em uma mudança na escolha dos instrumentos para esse espetáculo. Ao invés de ter todos os sopros da AJB, teremos somente dois instrumentos, flugel e saxofone soprano, para que nessa música, com interpretação de Sandra Duailibe, tenha um momento de forte emoção, Já se encaminhando para o final da apresentação, as duas últimas músicas serão ‘Foi Assim’, um grande hino da nossa música, com arranjo de Josiel Saldanha, interpretado por Gigi Furtado e Bia Dourado. Será uma música que, com certeza, já nos levará aos maiores ápices desse grande espetáculo. E ‘Porto Caribe’, interpretado pelo trio Warilou e Eloy Iglesias, trazendo muita irreverência a esse espetáculo, algo que era característico de Paulo André, e que não poderia ficar de fora desta noite tão especial. Serviço - O espetáculo "Concerto para Paulo André Barata com Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes", acontece nesta terça-feira (03), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz e pelo site, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47881/amazonia-jazz-band-e-grandes-interpretes-fazem-tributo-a-paulo-andre-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 10 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo
- Pautas | Theatro da Paz
Confira os procedimentos para a formalização de pautas no Theatro da Paz, bem como agendamento de registros fotográficos. 1/1 Formalização de Pautas Confira o nosso Manual de Espetáculos para obter mais informações sobre o que se realiza, o que não é permitido e os procedimentos para solicitar sua pauta no Theatro da Paz. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato através do e-mail ou telefone abaixo. E-mail: pauta@theatrodapaz.com Fone: (91) 3252-8602 Manual de Espetáculos
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 28 de mar. de 2023 Concerto será hoje (28), no palco do TP, com a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará nesta terça-feira (28), as 20 h, um concerto em homenagem aos 150 anos de nascimento de Sergei Rachmaninoff, compositor de origem russa muito influente atualmente. Para executar o solo de piano de uma das peças, a orquestra terá a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw, de apenas 19 anos. O concerto será no palco do Theatro da Paz, em Belém, com entrada gratuita. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” vai homenagear um dos grandes compositores de todos os tempos, que emigrou para os Estados Unidos, onde começou a ser influenciado pelo cenário da música sinfônica daquele país, e se inseriu no contexto da música erudita norte-americana. Compôs para muitas orquestras; regeu para outras e foi solista frente a orquestras, muitas vezes tocando suas próprias obras. No período e que ele viveu, esse trajeto era comum. Especificamente na música erudita. Muitos compositores deixaram a Europa carregando suas tradições culturais, principalmente por causa das guerras, e emigraram para os Estados Unidos da América em busca de mais estabilidade, como o violoncelista Jascha Heifetz e o compositor Stravinsky. Rachmaninoff se insere nesse contexto histórico. Era um país onde as orquestras sinfônicas estavam crescendo cada vez mais, e a cada dia surgiam novas casas de ópera. Um mercado em ascendência, principalmente para um compositor performer, que também era muito conhecido por tocar não só suas obras, mas de outros compositores. De acordo com Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, é de grande importância mencionar Sergei Rachmaninoff como pianista virtuoso. “Obviamente, tendeu a compor muitas coisas para piano, mas longe de ficar conhecido como um compositor para piano, como é Chopin, com poucas obras que não são para piano. Rachmaninoff quebrou com esse paradigma e compôs largamente para orquestra sinfônica; compôs obras dramáticas. Por exemplo, quatro sinfonias. É importantíssimo mencionar, pois esse fato faz com que ele se desassocie daquela imagem do pianista compositor, simplesmente”, explicou. Duas facetas - O repertório mostra duas facetas diferentes do compositor Sergei Rachmaninoff. A primeira obra é o "Concerto nº 3", muito conhecido entre os pianistas como um dos mais difíceis para o instrumento. O próprio Rachmaninoff, mostrou o quão grande pianista ele era ao executar a obra. Como aconteceu no século anterior com Paganini para o violino, com Chopin e Liszt para o piano, que escreviam obras altamente virtuosísticas e extremamente difíceis, e eles tocavam para o público como uma espécie de dupla recompensa, como compositores e intérpretes. A segunda obra é "Concerto nº 2", muito popular entre frequentadores de cinema, por integrar a trilha sonora de “O Espelho tem duas faces”, filme de 1996, de Barbra Streisand. A obra mostra Rachmaninoff como um grande compositor criativo, muito além de um compositor para piano. "Danças Sinfônicas", obra em três movimentos, mostra uma riqueza de temas, de harmonia e orquestração invejáveis. Serviço : Concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto. Dia 28 de março, as 20 h, no Theatro da Paz. Ingressos gratuitos. Podem ser retirados somente no dia do concerto, no site ticketfacil.com.br , a partir de 09 h ou na bilheteria do TP, a partir de 18h . São apenas duas unidades por CPF. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Anterior Próximo
- XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' | Theatro da Paz
< Volte XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de ago. de 2023 Festival é uma realização do governo do Pará e a superprodução será apresentada, sempre às 20h, dos dias 1º, 3 e 5 de setembro Entre os mais de 100 livros assinados pelo desenhista e escritor Ziraldo, ‘O Menino Maluquinho’ é o mais conhecido. A história de uma criança de imaginação fértil, com capacidade de inventar histórias, e que “só queria ser feliz”, foi publicada em 1980 e já ultrapassou os 3 milhões de exemplares vendidos. O protagonista, o inconfundível garoto travesso com a panela na cabeça, já ganhou os quadrinhos, o cinema, o teatro, a TV, invadiu as redes sociais e recebeu uma versão operística em uma superprodução que será apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, com três récitas que acontecem nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, às 20h. O Festival é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com o Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A produção é fruto do termo de cooperação denominado Corredor Cultural da Amazônia, assinado em março de 2022 entre a Secretaria de Cultura do Amazonas e o Governo do Pará, por meio da Secult, Theatro da Paz e Teatro Amazonas, na capital manauara. Para Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará, o evento consolida a política pública de geração de emprego e renda, cultura e formação de plateia com um dos mais icônicos festivais do país. “A importância desse termo de cooperação técnica é potencializar a produção operística dos dois Festivais mais antigos do país e possibilitar a coprodução que, além de baratear, beneficia ambos os partícipes do convênio, pois torna possível a circulação da produção e abre portas para que se possa trazer mais títulos juntando a expertise de ambos os teatros”, disse. O universo lúdico do livro ganha nova vida com cenas repletas de música e coreografia, regência de Gabriel Rhein-Schirato, libreto de Maria Gessy de Sales, direção de cena de Matheus Sabbá, cenografia de Giorgia Massetani, figurino de Melissa Maia e uma produção que reúne um elenco de mais de 250 pessoas, entre cantores líricos, orquestra, dois coros e balé. A montagem Os cenários e figurinos de ‘O Menino Maluquinho’ chegaram em Belém na terça-feira (22), vindos de Manaus (AM). O cenário foi inspirado em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, onde se passa o enredo da obra de Ziraldo, e recebe a assinatura da cenógrafa Giorgia Massetani, junto aos cenotécnicos e diretores de palco do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Giorgia explica que os cenários são mais que sustentáveis. “Estamos muito contentes de poder trazer nosso cenário para cá e ter essa troca com Belém, reforçando a irmandade do Corredor Cultural da Amazônia”. E continuou. “Estamos utilizando madeira, metalon, tecido, tintas, cola de contato em cenários mais que sustentáveis, pois estas construções cênicas podem tranquilamente ser reaproveitadas em outras produções, e assim conseguimos, com um custo menor, executar vários projetos”. O figurino colorido e rico em detalhes é assinado pela figurinista Melissa Maia, que produziu 200 figurinos utilizando 80% de tecidos recicláveis. A artista se inspirou nos artesanatos mineiros, no tapete que eles produzem na Semana Santa e em toda a memória de Ziraldo, que o compositor Ernani Aguiar conseguiu traduzir brilhantemente. “Quando eu recebi o convite para fazer ‘O Menino Maluquinho’ foi uma surpresa e uma enorme felicidade, pois o Maluquinho faz parte da minha infância, do meu imaginário. Então, para mim, é um desafio, porque é uma história que está viva em mim, mas também deu uma sensação de nostalgia poder reviver essa infância, nesse lugar fantástico que a ópera pode proporcionar para quem assiste. Eu espero conseguir manter essa fantasia que a história permite”, definiu Melissa. Os figurinos foram confeccionados por 50 profissionais, entre os quais, costureiras, aderecistas e modelistas do Amazonas, mas será adaptado em Belém, pelas mulheres atendidas pelo Projeto Sons de Liberdade, que visa a reinserção de egressos do Sistema Prisional no mercado de trabalho da economia criativa. “A arte tem um poder transformador. Então, a minha expectativa está muito grande porque eu quero poder, com esse trabalho, transformar a vida dessas pessoas, trocar aprendizados, conhecimento... E independentemente da situação que as pessoas estejam, é sempre possível um recomeço. Se eu puder fazer parte um pouquinho disso, eu vou ficar muito feliz”, finalizou Melissa. De acordo com Nandressa Nuñez, diretora de Produção do Festival de Ópera do Theatro da Paz, a parceria com o Amazonas, por meio do Corredor Cultural da Amazônia, é motivo de celebração. “Estamos felizes em poder realizar mais esta etapa do termo de cooperação técnica estabelecida entre os dois principais festivais de ópera do país. ‘O Menino Maluquinho’ é uma ópera grande, que envolve mais de 250 pessoas entre solistas, coro, bailarinos e equipe técnica. Ter o controle total de toda a engenharia que envolve o espetáculo, além dos ensaios, montagem de cenário e pessoas é o maior desafio e a gente se dedica para que o público se deleite com um espetáculo lindo e colorido e com uma menagem inspiradora”, explicou a diretora. A história e o elenco Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre do Menino Maluquinho é o que traz a ópera escrita por Ernani Aguiar. O clássico infantil, em formato de ópera, conta ainda com a namorada de Maluquinho, Julieta, e o melhor amigo dele, Bocão, interpretados por Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva, Eike Salomão e Bruno Ricardo. A ópera narra a trajetória de um menino que tem a capacidade de brincar com o tempo. Maluquinho é um menino alegre, cheio de imaginação e que adora aprontar e viver aventuras com os amigos. Uma das manias do personagem é usar um panelão na cabeça. O Maluquinho será vivido pelos jovens paraenses Arthur Cavalléro, de 13 anos, e por Fellipe Rocha, de 11 anos, que vão revezar as apresentações. A ansiedade pela estreia é um elemento a mais. “Estou muito feliz e agradecido por essa oportunidade. Estudamos bastante para a nossa primeira ópera e eu não vejo a hora de estrear. Esse é um presente para a gente”, explicou Arthur. Fellipe não disfarça a alegria. “Estou ansioso, mas estou muito mais feliz. Ensaiamos muito e agora a gente quer encontrar o público. Como diz o Menino Maluquinho, ‘o importante é ser feliz’ e a gente quer que todo mundo se divirta com a gente”, finalizou Fellipe. Ficha Técnica Música: Ernani Aguiar Libreto: Maria Gessy de Sales Diretor de cena: Matheus Sabbá Maestro: Gabriel Rhein-Schirato Regente do coro infantil: Eliane Fonseca Regente do coro adulto: Maria Antonia Jimenez Preparador do Menino: Adamilsom Guimarães Pianistas correpetidor: Ediel Sousa Coreografa: Monique Andrade Assistente de coreografia: Remilton Souza Iluminador: kuka Batista Cenografo: Giorgia Massetani Legenda: Gilda Maia Visagismo: Omar Junior Diretor de palco: Claudio Bastos Assistentes de cenografia: Fred Barbosa e Alício Silva Contrarregra: Laura Conceição Assistente de figurino: Eilen Queiroz Elenco O Menino: Arthur Cavalléro e Fellipe Rocha Bocão: Eike Salomão de Freitas Santos, Bruno Ricardo Nazaré Fonseca e Silva Julieta: Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva Pai: Marcio Carvalho Mãe: Elizabeth Moura Babá/ Professora: Lívia Berrêndo Avó (Mezzo): Luciana Tavares Avô (Barítono): Ytanaã Figueiredo Saci (Tenor): Tiago Costa Simbá + fantasma (Barítono): Dan Laciê O Tempo: Luiz Silva Porteiro: Gabriel Frota Bruxa 1: Wellen Avila Bruxa 2: Marcela Alves Bruxa 3: Gigi Furtado Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • Meia Camarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD (meia-entrada): R$30 • Inteira | R$15 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 1º de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 3 e 5 de setembro, às 20h. Os ingressos serão vendidos a partir de segunda-feira (28), na bilheteria do Theatro da Paz, por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Mais informações sobrea venda de ingressos podem ser obtidas no telefone (91) 98590-3523 ou no e-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . Texto de Ursula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46715/xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-apresenta-a-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo
- Orquestra do Theatro da Paz apresenta concerto 'Grandes Sucessos da Ópera' | Theatro da Paz
< Volte Orquestra do Theatro da Paz apresenta concerto 'Grandes Sucessos da Ópera' Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 9 de mai. de 2024 Espetáculo terá a regência do maestro Miguel Campos Neto, e a participação dos intérpretes líricos Lys Nardoto e Márcio Carvalho, nesta quinta-feira (9) No palco do Theatro da Paz, as luzes vão se acender, às 20h, desta quinta-feira (9), para uma noite de emoção, onde as histórias de amor, tragédia e triunfo ganharão vida através dos músicos. Sob a batuta do maestro Miguel Campos Neto, a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) se apresentará, acompanhada pelas vozes líricas de Lys Nardoto e Márcio Carvalho, em um concerto que promete ser inesquecível. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e a Academia Paraense de Música (APM). Intitulado "Grandes Sucessos da Ópera", o concerto de temporada transportará o público através dos séculos, apresentando uma seleção de melodias poderosas que marcaram época. Desde os clássicos de Carlos Gomes e Giuseppe Verdi até as obras atemporais de Giacomo Puccini e George Bizet, cada peça será executada com maestria e promete cativar os espectadores desde os primeiros acordes. A jornada musical começará com a alvorada da ópera "Lo Schiavo", de Carlos Gomes, uma peça vibrante que preparará o público para uma noite de grandeza musical. Em seguida, Giuseppe Verdi tomará o palco com sua famosa ária "La donna è mobile", da ópera "Rigoletto", que será interpretada com paixão e intensidade pelo tenor Márcio Carvalho. A atmosfera romântica será intensificada com as belas canções de Giacomo Puccini, incluindo "O mio babbino caro" da ópera "Gianni Schichi" e "O soave fanciulla" da ópera "La bohème", melodias que expressam amor e desejo. A energia da Sinfonia de "Il Guarany", de Carlos Gomes, e a poderosa interpretação de "Nessun dorma!" da ópera "Turandot", de Giacomo Puccini, elevarão ainda mais o clima da noite, levando os espectadores a uma jornada épica através de paisagens sonoras. A Carmen Suite, de George Bizet, vem com um toque de exotismo e paixão espanhola ao concerto, com seus ritmos envolventes e melodias inesquecíveis. A OSTP mostrará toda sua habilidade em capturar a essência de cada peça, desde os ritmos animados de "Les Toréadors" até a melancolia da "Habanera". Para encerrar a noite com chave de ouro, a ópera "La Traviata" de Giuseppe Verdi será homenageada com a animada ária "Brindisi", com seu espírito festivo e otimista. O maestro Miguel Campos Neto explicou a importância de relembrar os grandes sucessos da ópera. "Nestas obras-primas, encontramos a essência da humanidade, suas paixões, dores e alegrias", disse ele. "Que ao celebrarmos essas composições atemporais, possamos também honrar a rica herança cultural que nos foi deixada". Serviço : Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do TP, pelo valor de R$ 2,00 (dois reais), duas unidades por pessoa/CPF e pelo site www.ticketfacil.com.br . Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53956/orquestra-do-theatro-da-paz-apresenta-concerto-grandes-sucessos-da-opera Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém Amanda Engelke - Ascom/Secult 20 de set. de 2024 Repertório vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) fecha o IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com um concerto especial, neste sábado (21), às 20h, no Theatro da Paz. Sob a regência do maestro Agostinho Fonseca. O programa vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas consagrados. Entre os solistas que se apresentarão estão Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta, Herson Amorim, Ariane Rovesse e Patrick Viglioni. O repertório combina obras brasileiras e internacionais, incluindo peças emblemáticas como “Quando canta o Uirapuru” e “Lenda do Boto”, de Wilson Fonseca, sugeridas pelo maestro Agostinho e que trazem influências da música do Pará. O programa inclui quatro peças para clarinete solo de diferentes estilos e épocas. A mais antiga, de 1811, é do compositor alemão Carl Maria von Weber, conhecida por ser “bem virtuosística, e que vai encerrar o concerto em grande estilo”, aposta o maestro, que também destaca o “Concerto para Clarineta”, de Aaron Copland, composta nos anos 1950, e que traz uma linguagem mais contemporânea e também exige grande habilidade tanto do clarinetista quanto da orquestra. A noite também contará com a “Sinfonia Concertante Op. 2”, de Ludwig Schindelmeisser, que será interpretada por quatro clarinetistas: Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta e Herson Amorim. Além disso, a compositora francesa Yvonne Desportes será representada com uma obra para clarone, o clarinete baixo, descrita pelo maestro como “muito bonita”. Fonseca adianta que ela vai abrir a parte dos solos dos clarinetes. Celebração Para o solista Marcos Cohen, um dos organizadores do encontro, a apresentação será carregada de significados. Ele, que já foi membro da OSTP, vê no concerto uma forma de celebrar sua trajetória dentro da orquestra. “Faço parte dessa história também”, diz. Ele destaca que o fato de o evento ocorrer na sua cidade natal, Belém, torna o momento ainda mais especial. “É a minha terra, onde estudei e aprendi a tocar”, acrescenta. O encontro promoveu, durante quatro dias, atividades como recitais e masterclasses, reunindo músicos de diversas partes do mundo. O evento é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo, da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), da Academia Paraense de Música, do Theatro da Paz, da Fundação Cultural do Pará, da UFPA, do Banco do Estado do Pará e da Casa do Gilson. Serviço : O concerto de encerramento do IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz acontece no sábado, 21 de setembro, às 20h, no Theatro da Paz. Ingressos à venda no site Ticket Fácil e na bilheteria do teatro a partir das 9h do dia da apresentação. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59779/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-encerra-encontro-de-clarinetistas-de-belem Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz apresenta o balé 'O Quebra Nozes' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 11 de dez. de 2023 Pela primeira vez, um clássico do repertório do balé terá o acompanhamento da música ao vivo no palco, assegurada pela OSTP, nos próximos dias 13 e 14 Pela primeira vez na história do Theatro da Paz, o balé "O Quebra-Nozes" será apresentado em seu palco com música ao vivo, executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). O espetáculo acontecerá nos dias 13 e 14 de dezembro, às 20h. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), do Theatro da Paz e da Academia Paraense de Música (APM) com a poio da Academia de Dança Ana Unger e Colegiado de Dança do Pará e patrocínio do Banco do Estado do Pará (Banpará). "O Quebra-Nozes" é um balé clássico que combina música, dança e narrativa para contar a história de Clara, uma jovem que embarca em uma jornada mágica durante a noite de Natal. Composta por Pyotr Ilyich Tchaikovsky no final do século XIX, sendo complementada em 1892 e coreografada originalmente por Marius Petipa é baseada no conto de fadas "O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos" de E.T.A. Hoffmann. De acordo com o maestro Miguel Campos Neto, titular da OSTP, Tchaikovsky foi um compositor prolífico que compôs em todos os estilos e fez sucesso em muitos deles. “O ‘Lago dos Cisnes’ e ‘Quebra-Nozes’ são apenas alguns dos balés que ficaram muito conhecidos. No caso do ‘Quebra-Nozes’ é muito conhecido e tocado pelo mundo todo em todo Natal. Só que existe uma outra camada da fama dessa obra que é quando as orquestras tocam as suítes do balé ou seja, os principais trechos da obra". O maestro Miguel Campos Neto acrescentou: "a sonoridade é muito 'linkada' ao Natal e eventualmente aqueles que não conhecem muito de música erudita vão imediatamente lembrar de propagandas de Natal, ou do filme ‘Esqueceram de Mim’. Tenho certeza de que essa música vai conquistar o público pela familiaridade, além da música que é maravilhosa”. “Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo, uma espécie de música de câmara em grande escala, onde o maestro é mais um dos músicos. Falo isso, porque na ópera e no balé, o músico não pode somente baixar a cabeça na partitura e ignorar os colegas e o maestro e tudo que está acontecendo. Estamos ao vivo, vivendo tudo que está acontecendo. E nesses dois estilos o maestro faz um papel muito importante de ligar tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Algumas vezes eu percebo que o bailarino está em apuros com um movimento lento demais e preciso ir um pouco mais rápido e a orquestra conectada comigo vai mais rápido também. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra e no relacionamento entre o maestro e a orquestra que vai ser depois levado para outras obras e estilos”, finalizou o maestro Miguel Campos Neto. O balé se desenrola em dois atos, cada um repleto de performances de tirar o fôlego. A música de Tchaikovsky, com suas melodias memoráveis e ricas harmonias, complementa perfeitamente a coreografia e a história, criando uma experiência imersiva para o público. Um pouco da história A trama segue a jornada de Clara, que recebe um quebra-nozes como presente de Natal. Durante a noite, ela é transportada para um mundo de fantasia, onde o quebra-nozes ganha vida e enfrenta o Rei dos Camundongos. A história se desenrola em um reino encantado, com personagens como a Fada Açucarada, o Príncipe e diversos dançarinos que representam diferentes países em uma série de danças temáticas. "O Quebra-Nozes" é conhecido por sua mistura de elementos clássicos e fantásticos, apresentando uma variedade de estilos de dança, desde o elegante ballet de repertório até danças folclóricas. A coreografia é rica em movimentos, saltos virtuosos e sequências sincronizadas, destacando a habilidade técnica e expressiva dos bailarinos. Processo de montagem Considerado um clássico atemporal, o balé "O Quebra-Nozes" continua a encantar públicos de todas as idades ao redor do mundo, combinando música e dança e prometendo ficar para a história da cena paraense, pelo rico processo de montagem, seleção de elenco e resultado artístico primoroso, pelo alto nível dos artistas envolvidos. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Para Ana Unger, diretora artística do espetáculo, o objetivo dessa montagem é proporcionar uma experiencia profissional, oportunizando a participação de bailarinos que atingiram altos níveis de virtuosismo técnico. “É um momento único, a primeira vez, que teremos uma montagem deste famoso balé de repertório, com elenco selecionado em audição, com a participação dos melhores bailarinos solistas do nosso estado, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, com regência do maestro Miguel Campos Neto, que já tem em seu repertório, vários Ballets como ‘O Corsário’, ‘Coppélia’, ‘Depois da Chuva’, entre outros”, afirmou. A montagem paraense terá em cena 100 dançarinos, selecionados por meio de audições, demonstrando o amadurecimento da classe artística da dança, com a colaboração de várias escolas e grupos de dança, que liberaram seus bailarinos para integrar o projeto. A Banca Examinadora foi composta pelos pelos professores, Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista, Rosana Rosário e aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição realizada em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz, recebeu 180 inscrições e foi um momento de muita emoção, pois muitas gerações de bailarinos vislumbram por esse momento de união, mais reconhecimento e valorização da arte da dança, e em breve a criação do corpo de baile do Theatro da Paz. Serviço: Os ingressos para essa emocionante apresentação já estão disponíveis na bilheteria do Theatro da Paz e pelo site. O valor do ingresso custa R$ 60 reais em qualquer posição, com opção de adquirir por R$30,00, com a opção de meia solidária mediante a doação de 1kg de alimento na entrada do evento. Essa iniciativa visa apoiar as comunidades locais e garantir que a cultura esteja ao alcance de todos. Texto: Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49857/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-apresenta-o-bale-o-quebra-nozes Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra a Adesão do Pará com concerto | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra a Adesão do Pará com concerto Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 13 de ago. de 2023 Apresentação musical na próxima terça-feira (15), no Theatro da Paz, irá contar com a presença da cantora lírica Lanna Bastos e da pianista Ana Maria Adade Uma noite de música clássica está prestes a iluminar o cenário cultural de Belém na próxima terça-feira (15), às 20h, com a apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) em um concerto de comemoração pela Adesão do Pará à Independência do Brasil. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e do Theatro da Paz, em parceria com a Academia Paraense de Música (APM). No palco do Theatro da Paz, o maestro Miguel Campos Neto irá comandar a OSTP no encontro musical que contará com a presença da cantora lírica Lanna Bastos e da pianista Ana Maria Adade. A seleção do repertório irá contemplar composições clássicas e peças originais inspiradas na trajetória do Pará e de sua participação na Independência do Brasil. “Obviamente que foi um momento muito importante para a nossa nação, já que começamos a caminhar com nossas próprias pernas e nada melhor para celebrar do que a música paraense, a música de cunho nacional e a estrangeira”, e continuou. “Waldemar Henrique, por exemplo, estará presente na bela voz de Lanna Bastos em duas obras muito interessantes nas quais compositores estrangeiros - isso é muito importante - se inspiraram no nosso belíssimo hino nacional, que mexe com os brilhos de todos os brasileiros. E dois compositores estrangeiros, um austríaco e um norte-americano, fizeram obras baseadas no tema do hino nacional brasileiro. Um deles é Eduardo Strauss, que fez uma obra chamada ‘Glória do Brasil’ que tem o tema do hino nacional, e o outro foi Louis Moreau Gottschalk, compositor que fez a grande fantasia triunfal sobre o tema do hino nacional brasileiro, solado pela professora Ana Maria Adade”, explicou. Ainda segundo o maestro Miguel, a OSTP também vai executar uma obra de um compositor francês, Pierre Thilloy, a ‘Saudades de Belém’. “Essa obra foi dedicada à OSTP e foi com apoio dos agentes francófonos do Brasil e do Pará, a Aliança Francesa, a Embaixada da França. Essa encomenda foi feita em 2016, para os 400 anos de Belém, depois de então, entrou no repertório da OSTP e foi tocada várias vezes e será tocada novamente neste concerto. A obra tem ritmos de carimbó e apesar de ter sido escrita por um francês, ele se emergiu na nossa música para escrever essa composição. A outra é ‘Floresta do Amazonas’, de Villa-Lobos. Iremos tocar dois movimentos de ‘Floresta do Amazonas’, a ‘Melodia Sentimental’ e o ‘Epílogo’, cantados pela Lanna Bastos”, finalizou.. Lanna Bastos - Soprano lírico paraense, iniciou seus estudos em 2013; Técnica em Canto Lírico pela Escola de Música da UFPA - EMUFPA; Bacharelanda em música pelo Instituto Estadual Carlos - IECG. Foi primeiro lugar nos concursos Doris Azevedo e Marina Monarcha (2018) e finalista do Concurso Maria Callas (2019). Como solista apresentou-se nas seguintes obras: 2022 (Nona Sinfonia, de Beethoven) Theatro da Paz; 2020 - Lucy (TheThelephone) Festival de Ópera do Theatro da Paz; 2019 - Elisetta (Il matrimonio segreto) XVIII Festival de Ópera do Theatro da Paz; 2019 - Fiordiligi (Cosi Fan Tutte) IV ENCANTA, Theatro da Paz; 2019 - 2° irmã de caridade (Suor Angelica) Festival de Ópera do Theatro da Paz; 2018 - Salud (La Vida Breve) XVII Festival de Ópera do Theatro da Paz; 2018 - Dido (Dido e Eneas) Ópera Estúdio IECG- Sesc Boulevard; 2017, Missa de N. Sra. da Conceição (Carlos Gomes) acompanhada pelo coro e orquestra sinfônica do Theatro da Paz; 2015 - Violetta (La Traviata) Orquestra Altino Pimenta - OSAP/EMUFA, no Theatro da Paz. 2015 - Condessa (Le nozze di Fígaro) Ópera Estúdio. Ana Maria Adade - Pianista, solista e camerista, participa desde a primeira versão do Festival de Ópera do Theatro da Paz, entre as muitas montagens, alguns títulos como Machbeth, Il Guarani, Otelo, Pescador de Pérolas, Soror Angelica, La Boheme, Don Giovanni, O Telephone.Atuou de 2006 a 2020, como pianista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz na área administrativa, foi diretora do Instituto Estadual Carlos Gomes, coordenadora de Grupos Artísticos e coordenadora de Extensão e Pesquisa da Fundação Carlos Gomes, coordenou e organizou a publicação de vários livros e documentos, tais como: “Memórias do Instituto Estadual Carlos, 2ª Edição do livro “Canções” de Waldemar Henrique, Catálogo Ilustrativo sobre o Memorial do Instituto Carlos Gomes.Participou como pianista da gravação de vários discos do Selo Uirapuru da Secretaria de Cultura – SECULT- PA. Pianista do I, II, III Curso “Formação em Ópera para Cantores” realizado pela SECULT-PA e Theatro da Paz.Também atuou como pianista na Abertura do XX Festival de Ópera do Theatro da Paz e como co-repetidora da Ópera “As Bodas de Fígaro” de Mozart, no XXI Festival de Ópera do Theatro da Paz. Atua como pianista da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz desde a seleção de 2021. Programa: LOUIS MOREAU GOTTSCHALK (1829-1869)"Grande Fantaisie Triomphale" sobre o Hino Nacional Brasileiro, Op. 69 EDUARD STRAUSS (1835-1916)"La Gloire du Brésil", Marcha Triunfal, Op. 63 PIERRE THILLOY (1970)"Saudades de Belém" para orquestra sinfônica, Op. 213I. O sonho do ÍndioII. Cidade das MangueirasNICOLINO MILANO (1876-1931)Hino do Pará WALDEMAR HENRIQUE (1905-1995)Tamba-TajáUirapuruMinha Terra HEITOR VILLA-LOBOS (1887-1959)Floresta do AmazonasMelodia SentimentalEpílogoSolista: Lanna Bastos Serviço: Concerto da OSTP em homenagem à Adesão do Pará à Independência do Brasil Data: 15 de agosto, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser adquiridos no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Da Paz a partir das 9h da manhã do dia 15, no valor de R$ 2,00. Dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira/Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46320/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-celebra-a-adesao-do-para-com-concerto Anterior Próximo
- Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) | Theatro da Paz
< Volte Evento cultural às 18h, desta terça-feira (22), no Foyer do Theatro da Paz, é uma parceria do Theatro com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 22 de abr. de 2024 Na terça-feira (23), Belém se prepara para receber a terceira edição do Sarau Chuva de Poesia. O encontro agendado para 18h, terá lugar no Foyer do Theatro da Paz e promete uma noite de emoção e inspiração. A iniciativa é do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Theatro da Paz. Nesta edição especial, o Sarau vai homenagear o renomado escritor paraense Alonso Rocha, conhecido carinhosamente como o "príncipe dos poetas". Rocha, cuja contribuição para a literatura regional é inestimável, será celebrado pela maestria nas palavras e influência duradoura na cena literária paraense. Além da homenagem a Alonso Rocha, o Sarau contará com a participação especial de outro ícone da poesia amazônica: o talentoso Antonio Juraci Siqueira. Reconhecido por sua habilidade em capturar a essência vibrante da Amazônia em suas palavras, Juraci Siqueira é aclamado não apenas por sua poesia, mas também por sua prosa igualmente cativante. "Tem sido um sucesso a abertura do Foyer, do Theatro da Paz, para saraus de poesia, com o ‘Chuva de Poesia’, onde homenageamos algum dos maiores escritores do Pará. Já tivemos o José Rodrigues Pinagé, e agora teremos Alonso Rocha, o príncipe dos poetas paraenses. E Alonso, que tem uma carreira maravilhosa, será saudado, sobretudo, por Juraci Siqueira, outro dos nossos grandes nomes aqui do Pará. Vai ser um sarau maravilhoso, vai ser uma delícia estar aqui na terça-feira, a partir das seis da tarde, e quero convidar a todos para abrilhantar essa noite também, depois das homenagens, fica aberto o microfone para que todos possam também declamar suas poesias, vai ser uma noite bonita", comentou entusiasmado Edyr Proença, diretor do Theatro da Paz. A importância de levar a poesia para o Theatro da Paz não se resume apenas ao reconhecimento dos talentos literários locais. O Theatro da Paz, como um dos mais emblemáticos espaços culturais de Belém, representa não apenas um palco físico, mas também um símbolo da riqueza cultural e histórica da cidade. Ao trazer a poesia para este cenário magnífico, o Sarau Chuva de Poesia não apenas enaltece os artistas locais, mas também reafirma o compromisso com a preservação e promoção da cultura paraense. O evento promete uma experiência única, onde os espectadores serão levados a uma viagem pelos ricos universos criados pelas palavras desses dois mestres da poesia paraense. Com suas obras que ecoam as vozes da Amazônia e celebram a riqueza cultural da região, Alonso Rocha e Antônio Juraci Siqueira prometem emocionar e inspirar todos os presentes. Alonso Rocha Raimundo Alonso Pinheiro Rocha, conhecido como Alonso Rocha, nasceu em Belém em 15 de dezembro de 1926, filho do renomado poeta Rocha Júnior e de Adalgiza Guimarães Pinheiro Rocha. Sua trajetória foi marcada por uma vida dedicada à poesia e à defesa das artes no Pará e além. Alonso Rocha, também chamado de "príncipe dos poetas", deixou um legado notável como poeta, escritor e defensor da cultura paraense. Casado com Rita Ferreira Rocha, foi pai de cinco filhos, entre eles, os médicos Sérgio Alonso e Nelson Alonso, Ângela Rosa, arquiteta, e Geraldo Alonso, engenheiro elétrico e eletrônico, além de Ronaldo Alonso, que faleceu em 1977. Além de sua prolífica produção poética, Rocha desempenhou um papel fundamental em instituições culturais e literárias. Ele ocupou a cadeira número 32 da Academia Paraense de Letras a partir de 22 de novembro de 1996, eleito em sucessão a Olavo Nunes e Bruno de Menezes, tendo como patrono o poeta Natividade Lima. Rocha participou ativamente da diretoria da Academia desde 1996 até o ano de seu falecimento, em 23 de fevereiro de 2010. Por profissão, Rocha foi bancário, atuando também no sindicalismo entre 1954 e 1976. Ele foi diretor do Sindicato dos Bancários do Pará e membro-fundador da Federação dos Bancários do Norte-Nordeste. Em reconhecimento ao seu talento e dedicação à literatura, Rocha foi agraciado com o título de IV Príncipe dos Poetas do Pará. A escolha ocorreu após uma consulta a um colégio eleitoral composto por 200 personalidades influentes nos círculos culturais, científicos e sociais do estado. Ele recebeu a comenda de 35 gramas de ouro em uma sessão solene no dia 21 de julho de 1989, durante o sesquicentenário de Machado de Assis, uma honraria oferecida pelo governo do Estado do Pará. Desde a adolescência, Rocha esteve envolvido com o mundo literário. Em 1942, fundou a Academia dos Novos em conjunto com Jurandyr Bezerra, Max Martins e Antônio Comaru Leal. Esse grupo atraiu jovens intelectuais da época, como Benedito Nunes, Haroldo Maranhão, Leonan Cruz, Raimundo Melo, Fernando Tasso de Campos Ribeiro, Arnaldo Duarte Cavalcante, Gelmirez Melo, Edmar Souza, Benedito Pádua, Otávio Blatter Pinho, Antero Soeiro, Eduálvaro Hass Gonçalves, Alberto Bordalo e Lúcia Clairefort Seguin Dias. Literários apontam a influência de Alonso Rocha na cena literária paraense e brasileira, e afirmam que sua poesia continua a inspirar e encantar leitores, mantendo viva a rica tradição literária da Amazônia e do Pará. Serviço: O "3º Sarau Chuva de Poesia" será nesta terça-feira (23), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. A entrada para o Sarau é gratuita, porém, devido à capacidade limitada do Theatro da Paz, é disponibilizado um número restrito de lugares, limitado a 50 pessoas por ordem de chegada. Portanto, para garantir seu lugar nesse evento imperdível, é recomendável chegar cedo e assegurar sua presença nessa noite de celebração da poesia e da cultura paraense. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53504/sarau-chuva-de-poesia-prestigia-escritor-alonso-rocha-no-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz realiza concerto em homenagem à genialidade de Beethoven Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 24 de fev. de 2023 Nesta quinta-feira (25), às 20h, o Theatro da Paz será palco de uma noite de reverência à genialidade de Ludwig Van Beethoven. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará uma emocionante "Homenagem a Ludwig Van Beethoven", sob a regência do maestro Miguel Campos Neto, com a participação especial do talentoso violinista Justo Gutierrez. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), que prepararam uma programação especial. Durante os preparativos para um concerto dedicado ao icônico compositor, o maestro Miguel Campos Neto, regente da OSTP, compartilhou uma perspectiva singular sobre a profundidade da música sinfônica e o legado incomparável de Beethoven. Segundo Miguel, Beethoven ocupa um lugar de destaque entre os compositores para orquestra sinfônica, ao lado de nomes como Mozart, Brahms, entre outros frequentemente presentes nos repertórios das salas de concerto. Enfatizando a importância da diversificação do repertório sinfônico, Campos Neto ressaltou a relevância de resgatar obras esquecidas e reconhecer o talento das compositoras mulheres. Apesar disso, ele destacou que os clássicos imortais ainda exercem uma influência marcante nos palcos musicais. O maestro compartilhou sua experiência ao reger a Quinta Sinfonia de Beethoven, uma obra lendária que encapsula a essência da genialidade do compositor. “As emoções que a música de Beethoven transmitem são muitas, mas existem algumas, principalmente nessas composições em dó menor, que se ressaltam acima de outras. Uma delas é a tragédia e a outra delas é o heroísmo. Uma composição dele, exemplo perfeito disso, é a 5ª Sinfonia: muitas vezes você começa com aquele sentimento tempestuoso, trágico, que é o primeiro movimento, por exemplo, e você tem uma viagem, uma jornada musical, até você chegar ao quarto movimento, que em dó maior explode em uma espécie de júbilo heroico. Essa chegada jubilosa é muito importante, nos leva a perceber todas as emoções pelas quais você passa chegando lá. Então, esses sentimentos o público pode ter certeza de que vai perceber no toque da interpretação da nossa Orquestra Sinfônica”, explicou o maestro. A questão da autenticidade histórica na interpretação foi abordada com sabedoria pelo maestro. Ele enfatizou a importância de contextualizar a música de Beethoven para refletir as realidades acústicas e técnicas contemporâneas. Para Campos Neto, a busca por uma autenticidade flexível, que respeite a essência das obras enquanto se adapta ao presente, é essencial para uma interpretação significativa. No entanto, o aspecto mais comovente foi sobre a surdez de Beethoven. Campos Neto descreveu a tragédia por trás do gênio, destacando a luta do compositor para criar obras magistrais sem jamais ouvi-las sendo interpretadas. A imagem do compositor virando-se para o público, incapaz de ouvir os aplausos para sua própria obra-prima, ecoa como um testemunho doloroso da condição humana. "A surdez de Beethoven foi, sem dúvida, um grande desafio para ele, mas também é uma marca indelével de seu gênio. Compor sem a capacidade de ouvir é uma prova da verdadeira compreensão das estruturas musicais, tanto teórica quanto prática. No entanto, vejo essa condição não apenas como um desafio, mas principalmente como uma tragédia. Beethoven enfrentou esse desafio com maestria, produzindo composições grandiosas, talvez as maiores já escritas na história da música. No entanto, é trágico pensar que ele nunca pôde experimentar suas próprias criações sendo interpretadas. A história frequentemente contada sobre a estreia da 9ª Sinfonia exemplifica essa tragédia: ele terminou a peça sem saber, incapaz de ouvir os aplausos que o mundo lhe dedicava. Essa desconexão entre o criador e sua obra é profundamente comovente. A surdez de Beethoven representa não apenas um desafio superado pelo gênio, mas também uma tragédia que o impediu de desfrutar plenamente do reconhecimento de seu trabalho, tanto na interpretação quanto nos aplausos do público", explicou emocionado o maestro. Entre as peças selecionadas, temos primeiro uma abertura chamada Coriolano, que Beethoven escreveu como abertura de uma peça, conhecida como música incidental. É uma composição que transita entre a música sinfônica e a música de ópera, destinada ao palco, mas instrumental. Essa é a essência de Coriolano. Em seguida, temos o Concerto Número 3 para Piano. Beethoven compôs cinco concertos para piano, e este é o terceiro, representando o período mediano de sua composição. Beethoven passou por três períodos distintos: o inicial, o mediano e o final. Este concerto evidencia sua habilidade não apenas como compositor, mas também como pianista, uma carreira que iniciou desde tenra idade, quando seu pai o comparava a Mozart. E finalmente, temos a majestosa Quinta Sinfonia, uma das obras mais famosas já escritas, provavelmente. É interessante notar que todas essas composições são em dó menor. Esse detalhe é fascinante, pois dó menor permitia a Beethoven expressar seu lado heroico e tempestuoso, refletindo o conceito de Sturm und Drang, característico do início do romantismo. Beethoven, como sabemos, é um compositor de transição entre o classicismo e o romantismo. Serviço - O concerto promete mergulhar o público em um universo de sonoridades clássicas, destacando algumas das obras mais icônicas do compositor alemão. A entrada é franca, porém, para garantir seu lugar, é necessário retirar os ingressos a partir das 9h do dia 25 de abril, tanto pelo site TicketFácil quanto na bilheteria do Theatro da Paz, com limite de 02 unidades por pessoa. Não perca a oportunidade de vivenciar esta celebração da música clássica e do legado eterno de Beethoven. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53582/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-realiza-concerto-em-homenagem-a-genialidade-de-beethoven Anterior Próximo

