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- Orquestra Sinfônica | Theatro da PaZ
Saiba mais sobre os Corpos Artísticos do Theatro da Paz! Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), que no ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Maestro Miguel Campos Neto Regente Titular e Diretor Artístico OSTP Entre os compromissos mais importantes do início do ano de 2019 para Miguel Campos Neto, pode-se destacar o retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento, a estreia como regente convidado de uma nova orquestra europeia, a Orquestra Sinfônica de Avignon (França), e o retorno à Universidade La Sierra, na Califórnia, como professor visitante de prática de orquestra. Com diploma em regência pela Mannes College of Music de Nova York, Campos Neto iniciou a sua nona temporada como regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, cargo que também exerce com a Orquestra Sinfônica Altino Pimenta (UFPA) e a Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca (Santarém). Serviu também por 12 anos como regente titular da orquestra Jovem Vale Música e continua sua relação com esta orquestra como maestro convidado. Com atuações nos dois festivais de ópera mais importantes do Brasil (Manaus e Belém), ele já acumula um notável repertório operístico, e contabiliza 6 lançamentos em DVD de óperas totalmente encenadas. Ficha Técnica Maestro Titular - Miguel Campos Neto Regente Assistente - Laura Mathias Gentile PRIMEIROS VIOLINOS Fábio Santos Luiza Aires Roberta França Luís Carlos Gomes Ricky Sandres Hélio Saveney Ludmila Higino Hans Magno Vitória Bella Gustavo Farias SEGUNDOS VIOLINOS Allan Peter Arielson Soares Joyce Batista Pedro Teixeira Feliphe Bruno Rebeca Bertazo Luidi Tavares Felipe Viana Zion Silva VIOLAS Haroldo Fonseca Gabriel Moreira Thiago Rodrigues Rosildo Monteiro Jennifer Oliveira Alexsandro Castro Gabriel Silva VIOLONCELOS Luiz Sena Gustavo Saraiva Tiago Imbiriba Abraão Sales Ingridy Santos Lukas Amaro William Ambé Nelzimar Goes CONTRABAIXOS Jhonathan Torquato Paulo André Nascimento Joel Saraiva Deyvid Ruan FLAUTA Clara Nascimento Fabrício Aleixo Victor Barral OBOÉ Joás Saraiva João Carlos Gomes Pedro Paulo Magno CLARINETE João Marcos Palheta Joabe Oliveiro FAGOTE Samuel Rosa Sérgio Galisa T ROMPA Fabrício Santos Leonete Navegantes Helden Sávio TROMPETE Flávio Teixeira Ricardo Sigari TROMBONE Benedito Júnior Kelson Pinheiro Manassés Malcher TÍMPANOS Wendel Brandão P ERCUSSÃO Ruth Saldanha Magno Morais HARPA Henriane Souza PIANO Ana Maria Adade EQUIPE TÉCNICA PRODUTOR Régis Falcão ARQUIVISTA Tassiane Gazé INSPETOR Jean Luglimi MONTADORES Antônio Carlos André Renato Marcio Santos
- 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz | Theatro da Paz
< Volte 'Auto da Compadecida, a Ópera' traz a obra de Ariano Suassuna ao palco do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 24 de mai. de 2023 O público lotou o centenário teatro para ver as aventuras de Chicó e João Grilo, recriadas pela Orquestra Ouro Preto, no XXII Festival de Ópera Chicó e João Grilo, personagens centrais da obra mais famosa de Ariano Suassuna, que há seis décadas fazem sucesso no teatro e no cinema, ressurgem no palco de uma maneira diferente, agora diante de uma ópera-bufa – enredo sem fim trágico. Classificada pela crítica como surpreendente e divertida, “Auto da Compadecida, a Ópera”, foi apresentada em Belém na noite desta terça-feira (23), dentro da programação do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz. A montagem, que lotou o centenário palco das artes de Belém, será apresentada também nesta quarta-feira (24), às 20h30, no TP. Usando uma metalinguagem que caminha pelo universo do teatro e do circo, costurando aspectos lúdicos e harmônicos, a obra deixou inquieto até os frequentadores mais assíduos do Theatro da Paz, como a professora Amanda Carvalho. “O começo do primeiro ato me deixou confusa, mas eles conduzem de uma forma tão leve que, rapidamente, me acostumei com o formato. Relaxei e aproveitei toda a magia do espetáculo. Foi lindo!”, afirmou. A música original é de autoria do compositor, pianista e arranjador Tim Rescala. Ele assina o libreto junto com o maestro Rodrigo Toffolo, regente titular da Orquestra Ouro Preto e responsável pela concepção e direção musical do espetáculo. A Orquestra Ouro Preto está em sua terceira incursão no universo operístico. Desta vez, em um projeto ainda mais ousado, baseado na cultura brasileira e popular. “Ópera é uma arte máxima, em que música, teatro, figurino, cenário e iluminação se encontram. Era um sonho antigo da Orquestra começar a realizar produções de óperas. As duas primeiras nos deram a sustentação necessária para caminhar para um desafio ainda mais inovador, mais audacioso e de grande fôlego, que é o Auto da Compadecida, a Ópera”, informou Rodrigo Toffolo. Foto: David Alves/Ag. Pará A ópera também foi a visão do diretor de arte Luiz Abreu, que se viu diante de novos desafios mesmo após tantos anos trabalhando com grandes espetáculos. “Uma ópera é concebida como uma ‘arte completa’. Em palco, a justaposição de figurinos, cenários, dramaturgia, iluminação, engenharia de som e outros tantos itens devem elevar a música à quintessência. E essa composição, para ser feita com excelência, exige um alto nível de dedicação e atenção”, contou Luiz Abreu, que também é diretor de marca da “Ouro Preto”. Fé e emoção - No segundo ato, o canto lírico de Marília Vargas, que interpreta a Compadecida, despertou emoções. Antônio Furtado, que estava na plateia, não conteve as lágrimas. “Sou devoto de Nossa Senhora de Nazaré, e a cena em que a Compadecida advoga por seus pobres filhos é poética, e retrata a nossa fé e a esperança de que no final haverá alguém por nós. Marília é sempre maravilhosa!”, disse. Foto: David Alves/ Ag.Pará Surpresas - De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o Festival deste ano está só começando, e guarda muitas surpresas, seguindo em duas direções. “Uma é confirmar nossas relações com orquestras e teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas no repertório. ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas, e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, informou o diretor. Serviço: A segunda récita do espetáculo “Auto da Compadecida, a Ópera” será nesta quarta-feira (24), as 20h30, no Theatro da Paz – Rua da Paz - Praça da República, bairro da Campina, Belém. Texto da Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43961/auto-da-compadecida-a-opera-traz-a-obra-de-ariano-suassuna-ao-palco-do-theatro-da-paz Anterior Próximo
- Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém | Theatro da Paz
< Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz encerra Encontro de Clarinetistas de Belém Amanda Engelke - Ascom/Secult 20 de set. de 2024 Repertório vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) fecha o IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com um concerto especial, neste sábado (21), às 20h, no Theatro da Paz. Sob a regência do maestro Agostinho Fonseca. O programa vai reunir obras que transitam entre o regional e o clássico, destacando a versatilidade da clarineta com participações de solistas consagrados. Entre os solistas que se apresentarão estão Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta, Herson Amorim, Ariane Rovesse e Patrick Viglioni. O repertório combina obras brasileiras e internacionais, incluindo peças emblemáticas como “Quando canta o Uirapuru” e “Lenda do Boto”, de Wilson Fonseca, sugeridas pelo maestro Agostinho e que trazem influências da música do Pará. O programa inclui quatro peças para clarinete solo de diferentes estilos e épocas. A mais antiga, de 1811, é do compositor alemão Carl Maria von Weber, conhecida por ser “bem virtuosística, e que vai encerrar o concerto em grande estilo”, aposta o maestro, que também destaca o “Concerto para Clarineta”, de Aaron Copland, composta nos anos 1950, e que traz uma linguagem mais contemporânea e também exige grande habilidade tanto do clarinetista quanto da orquestra. A noite também contará com a “Sinfonia Concertante Op. 2”, de Ludwig Schindelmeisser, que será interpretada por quatro clarinetistas: Marcos Cohen, Thiago Lopes, João Marcos Palheta e Herson Amorim. Além disso, a compositora francesa Yvonne Desportes será representada com uma obra para clarone, o clarinete baixo, descrita pelo maestro como “muito bonita”. Fonseca adianta que ela vai abrir a parte dos solos dos clarinetes. Celebração Para o solista Marcos Cohen, um dos organizadores do encontro, a apresentação será carregada de significados. Ele, que já foi membro da OSTP, vê no concerto uma forma de celebrar sua trajetória dentro da orquestra. “Faço parte dessa história também”, diz. Ele destaca que o fato de o evento ocorrer na sua cidade natal, Belém, torna o momento ainda mais especial. “É a minha terra, onde estudei e aprendi a tocar”, acrescenta. O encontro promoveu, durante quatro dias, atividades como recitais e masterclasses, reunindo músicos de diversas partes do mundo. O evento é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo, da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), da Academia Paraense de Música, do Theatro da Paz, da Fundação Cultural do Pará, da UFPA, do Banco do Estado do Pará e da Casa do Gilson. Serviço : O concerto de encerramento do IV Encontro Internacional de Clarinetistas de Belém com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz acontece no sábado, 21 de setembro, às 20h, no Theatro da Paz. Ingressos à venda no site Ticket Fácil e na bilheteria do teatro a partir das 9h do dia da apresentação. Texto de Amanda Engelke / Ascom Secult Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/59779/orquestra-sinfonica-do-theatro-da-paz-encerra-encontro-de-clarinetistas-de-belem Anterior Próximo
- Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP | Theatro da Paz
< Volte Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de dez. de 2023 Na plateia, pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) reforçaram o comprometimento do Estado com o acesso de todos à arte Pela primeira vez em sua história, o Theatro da Paz, em Belém, recebeu na noite desta quarta-feira (13) o espetáculo de balé “O Quebra-Nozes” com o acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A iniciativa, que volta ao palco centenário na quinta-feira (14), as 20 h, possibilitou reunir o balé e a música ao vivo, fruto da colaboração entre o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), diretoria do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O evento também conta com o apoio da Companhia de Dança Ana Unger e do Colegiado de Dança do Pará. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência de Miguel Campos Neto, executa a trilha sonora imortal de “O Quebra-Nozes”, ressaltando a excelência técnica dos bailarinos. “A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz está honrada em apresentar esse espetáculo. A música ao vivo traz uma dimensão ainda mais rica e emotiva à performance do balé 'O Quebra-Nozes'. Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo e, no caso da ópera e do balé, o músico não pode focar na partitura e ignorar os colegas. Estamos ao vivo, vivendo tudo o que está acontecendo. E nesses dois estilos, o maestro liga tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra, e ao relacionamento entre o maestro e a orquestra que será levado para outras obras e estilos”, explicou Miguel Campos Neto. Marco - Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, destacou ao público a relevância desse momento para a cultura paraense. “A realização de 'O Quebra-Nozes' com a OSTP representa um marco na trajetória cultural do nosso Estado. É um projeto que se concretiza graças à parceria entre diferentes entidades culturais, e ao patrocínio do Banpará (Banco do Estado do Pará), demonstrando a força e a união em prol da cultura paraense”, disse a secretária. “Tivemos nesta noite memorável a participação de pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), o que realça nosso comprometimento com a democratização da cultura e o acesso de todos à arte. Estamos construindo pontes e abrindo portas, para que a cultura seja um elemento transformador na vida das pessoas”, destacou Ursula Vidal. A montagem contou com a participação de 150 bailarinos, selecionados em audições realizadas em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz. O processo seletivo foi coordenado por uma banca examinadora composta pelos professores Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista e Rosana Rosário, com aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição recebeu mais de 200 inscrições. Várias escolas e grupos de dança liberaram seus bailarinos para o projeto. Amadurecimento - A diretora artística do espetáculo, Ana Unger, definiu o momento como “ímpar para a dança e a música no Pará. Poder contar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz em uma montagem de 'O Quebra-Nozes' é um sonho que se realiza. A parceria com as escolas e grupos de dança da região, a participação ativa de 150 talentosos dançarinos, selecionados cuidadosamente em uma audição concorrida, demonstram o amadurecimento da classe artística da dança em nossa região”, afirmou. Ana Unger destacou ainda a importância do apoio das escolas e grupos de dança, ressaltando que essa colaboração é fundamental para o crescimento e reconhecimento da dança no Pará. “A criação do corpo de baile do Theatro da Paz é um passo significativo para a consolidação da dança em nossa região. Este espetáculo não é apenas uma apresentação, mas um marco que celebra a união e a valorização da arte. Estávamos ansiosos para compartilhar essa experiência com o público paraense e marcar, juntos, mais um capítulo memorável na história cultural do nosso Estado”, disse Ana Unger. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49960/theatro-da-paz-recebe-a-magia-de-o-quebra-nozes-com-musica-da-ostp Anterior Próximo
- Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” | Theatro da Paz
< Volte Amazônia Jazz Band reabre o Theatro da Paz com o concerto “Tom, Pará Belém” Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 30 de jan. de 2024 Sob a regência do maestro Elias Coutinho, a AJB mostrou um repertório repleto de influências, de clássicos a composições contemporâneas A noite desta terça-feira (30) marcou a reabertura do Theatro da Paz ao público após um período de manutenção, com a apresentação do concerto "Tom, Pará Belém" pela Amazônia Jazz Band (AJB). Sob a regência do maestro Elias Coutinho, o evento encantou os presentes com um repertório diversificado, repleto de influências, que vão desde clássicos até composições contemporâneas. De acordo com o maestro Elias Coutinho, titular da AJB, o repertório proporcionou uma mistura rica, permitindo uma exploração diversificada de estilos e emoções durante a apresentação. “É com grande satisfação que a 'Jazz Band' apresentou esse repertório cuidadosamente selecionado, e que reflete a essência vibrante da nossa região, trazendo à tona não apenas as riquezas naturais da Amazônia, mas também a riqueza de suas tradições musicais. Abrimos as cortinas com 'Só Danço Samba', uma pérola da Bossa Nova, com arranjo de Rafael Rocha, que nos transporta para o ritmo envolvente das danças brasileiras. Em seguida, mergulhamos nas raízes do folclore brasileiro com 'Sinhá Pureza', de Pinduca, na interpretação única dos arranjos de Kim Freitas”, explicou o maestro. Experiência sensorial - A jornada musical continuou com a composição original "Ritual dos Tambores", de Thiago D’Albuquerque, proporcionando uma experiência sensorial única, com destaque para os sons característicos da Amazônia. "Dançando no Rio", com arranjo de Jonas Hocherman, trouxe a pulsante energia urbana, seguida por "Minha Terra", com arranjo de Tynnoko. O maestro Waldemar Henrique marcou presença com "Coco Peneruê" e "Minha Terra", cada uma com arranjos de Kim Freitas e Tynnoko, respectivamente. "Esse Rio É Minha Rua", de Ruy e Paulo André Barata, com arranjo de Rafael Rocha, convidou o público a explorar os sons da vida urbana, culminando com a composição original "Gênesis", de Elias Coutinho. Cada peça do concerto contou uma história, uma expressão musical que ecoou tradições e a diversidade cultural amazônica. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51102/amazonia-jazz-band-reabre-o-theatro-da-paz-com-o-concerto-tom-para-belem Anterior Próximo
- XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini | Theatro da Paz
< Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz celebra centenário do italiano Puccini Iego Rocha (SECULT) 6 de ago. de 2024 Clássicos do compositor Giacomo Puccini, 'La Bohème' e 'Gianni Schicchi', estão na Edição 2024 do evento do governo do Pará, a partir da sexta-feira (9) Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos principais festivais de Ópera do país abre sua 23ª edição no dia 09 de agosto de 2024 e vai até 07 de setembro de 2024. O XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz destaca-se, este ano, com uma homenagem ao centenário de morte de Giacomo Puccini, apresentando duas de suas obras mais emblemáticas: "La Bohème" e "Gianni Schicchi". O Festival de Ópera do Theatro da Paz é uma realização do governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz, em parceria com a Academia Paraense de Música (APM) e tem uma programação diversificada com títulos contrastantes. A programação começa na próxima sexta-feira (9), com o concerto "La Bohème", com uma versão em concerto da icônica ópera de Puccini, conhecida por suas melodias envolventes e drama emocional. Nos dias 24 e 25 de agosto, o palco será tomado pelo musical "O Príncipe do Egito," uma adaptação da história bíblica de Moisés, oferecendo uma experiência teatral única. No dia 04 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" promete encantar o público com a maestria e a sensibilidade de um repertório cuidadosamente selecionado. Finalizando o Festival, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 03, 05 e 07 de setembro, destacando a genialidade de Puccini em um cenário repleto de humor e lirismo. Essa programação variada celebra a riqueza da música clássica e do teatro, proporcionando ao público experiências inesquecíveis. De acordo com Dione Colares, diretora artística do festival, o Ano Puccini influenciou na programação e na seleção das obras do Festival este ano. “Puccini é uma figura lendária no mundo da ópera, ele é um gênio do drama musical e morreu há 100 anos atrás exatamente, em 1924. Então, nada mais coerente do que pensar nesse grande expoente do mundo lírico, e da ópera, como o patrono desta edição. O mundo comemora Puccini e nós aqui no Festival de Ópera do Theatro da Paz também comemoramos”, explicou. Miguel Campos Neto, maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz detalha que Giacomo Puccini foi um dos mais importantes compositores de ópera da história, sendo um expoente significativo da escola do verismo. “Nascido na Itália, Puccini veio de uma família musical; seu avô também era compositor. Ele começou sua carreira compondo óperas que inicialmente não tiveram grande sucesso, mas a partir de sua terceira ópera, ‘Manon Lescaut, alcançou reconhecimento e aclamação”, disse o maestro. Nandressa Nuñez, diretora de produção do Festival, destacou a vontade e o esforço coletivo que têm sustentado o evento ao longo dos anos. “Eu entendo que não existem desafios quando você tem a vontade de fazer. E o que existe verdadeiramente nesses 23 anos de Festival de Ópera é a vontade do governo, da Secretaria de Cultura e, principalmente, da produção do festival em fazer acontecer. A direção do Festival se empenha para que isso aconteça e buscamos fazer dando o melhor resultado para o público sempre,” afirmou. Nuñez também ressaltou a importância histórica e a relevância cultural do Festival. “Temos o Festival de Manaus com 25 anos e o nosso Festival em sua 23ª edição. O importante é ter essa força que vem do Norte, dessa expressão que, antigamente, na época da borracha, sempre passaram por esses dois teatros”, finalizou. Inovações do Festival Dione Colares destacou a visão artística que guiou a seleção das obras. “Pensamos em representar Puccini a partir de dois títulos contrastantes. 'La Bohème' traz um final trágico, enquanto 'Gianni Schicchi' apresenta um tema mais leve, inspirado na 'Divina Comédia' de Dante. Ambas as obras têm o amor como tema central, mas com desfechos diferentes”, explicou. A escolha de "La Bohème" também tem um significado especial para o Theatro da Paz. “Ela estreou no Brasil aqui no Theatro da Paz em 1900. Essa conexão histórica foi um dos motivos para escolhê-la,” explicou Colares. Além disso, o festival deste ano traz uma inovação significativa com a inclusão de uma maestra, Lígia Amadio, que regerá "Gianni Schicchi", marcando a primeira vez que uma mulher assume a regência de uma ópera no Festival. Outra novidade é a inclusão de um musical, em parceria com a Fundação Carlos Gomes, oferecendo matinês para o público infantil e geral. Calendário do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Concerto La Bohème 09 de agosto de 2024 Musical “O Príncipe do Egito” 24 e 25 de agosto de 2024 Recital de Piano Duo Azulay 04 de setembro de 2024 Ópera Gianni Schicchi 03, 05 e 07 de setembro de 2024 Ingressos: Podem ser adquiridos no dia 07 de agosto, a partir das 9h, no site ticketfacil.com.br ou na bilheteria do Theatro da Paz. Anterior Próximo
- Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição | Theatro da Paz
< Volte Sarau 'Chuva de Poesias' celebra Belém em sua segunda edição Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 8 de jan. de 2024 O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita No próximo dia 12 de janeiro, a cidade de Belém do Pará, completará 408 anos e, para celebrar este marco histórico, nesta terça-feira (9), às 18h o sarau "Chuva de Poesias" vai realizar sua segunda edição com uma homenagem à capital paraense, com o título "Chuva de Poesias para Belém". O evento vem se consagrando por promover a poesia e a cultura e, especialmente nesta segunda edição, traz à tona as riquezas culturais, históricas e naturais da capital paraense. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Theatro da Paz. Com o intuito de enaltecer a cidade das mangueiras, o sarau vai contar com a participação especial de poetas da cidade que vão recitar poesias inspiradas em Belém, performances que remetem à sua identidade cultural em uma atmosfera acolhedora e participativa, onde a diversidade de linguagens e formatos irão se mesclar para celebrar a história e a beleza da capital, que é uma cidade rica em história e tradição. Segundo Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz, o "Sarau Chuva de Poesia para Belém" faz parte da programação do Governo do Estado em homenagem a capital e é a oportunidade ideal para que poetas locais recitem seus próprios poemas ou mesmo declamarem obras de outros autores que os inspirem. "Estamos muito felizes em realizar a segunda edição do nosso sarau de poesia justamente na semana em que a nossa cidade completa 408 anos de uma brava história. Por isso, convidamos os poetas a comparecerem e recitarem poemas que falem de Belém. Vamos celebrar a cidade, mas também a riqueza da poesia e proporcionar um espaço acolhedor, onde poetas e apreciadores possam compartilhar suas criações e se conectar através das palavras", declarou o diretor. Sob a curadoria do poeta Renato Gusmão, o Sarau será realizado no Foyer do Theatro da Paz e a organização do evento espera atrair um público diversificado, desde admiradores de longa data da poesia até aqueles que desejam se aventurar nesse universo literário. O evento é aberto ao público, e a entrada é gratuita. No entanto, devido à capacidade limitada do espaço, o acesso ao "Sarau Chuva de Poesia" será restrito a 50 lugares e ocorrerá por ordem de chegada. Recomenda-se que os interessados cheguem com antecedência para garantir sua participação. Serviço: O "Sarau Chuva de Poesia para Belém" será nesta terça-feira (9), às 18h, no Foyer do Theatro da Paz. Entrada franca. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Anterior Próximo
- OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace | Theatro da Paz
< Volte OSTP homenageia os 60 anos de carreira de Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira de Gabriela Pace Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de nov. de 2023 O evento será realizado na quita-feira (30) A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresenta nesta quinta-feira (30), o concerto "De Mozart a Strauss", às 20h, no Theatro da Paz, em homenagem aos 60 anos de carreira do pianista Antonio Del Claro e os 25 anos de carreira da cantora lírica Gabriela Pace, que estarão no palco solando com a OSTP. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Conforme Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP o evento será para prestar homenagem a dois grandes músicos que têm sua história intimamente ligada à Belém do Pará. "Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, músicos que têm tudo a ver com a história do Pará e com a história da OSTP. Definida essa homenagem, nós deixamos que eles escolhessem as peças que mais representariam o toque e o canto deles e o que gostariam de solar para o público paraense". De acordo com Miguel, o professor Del Claro escolheu a música do Luigi Boccherini e Gabriela Pace as quatro últimas canções de Strauss. Ainda segundo o maestro, a orquestra inicia novo capítulo e traz uma compositora nova, contemporânea, Albena Petrovic, de origem búlgara. "Eu propus a ela que escolhesse a obra que mais representasse o seu estilo de composição, e ela escolheu 'Mélusine', uma peça contemporânea", explicou Miguel. O maestro ainda comentou que sua ideia é mostrar uma palavra muito importante para orquestras sinfônicas, "versatilidade", já que as orquestras sinfônicas devem estar prontas para tocar qualquer estilo musical, incluindo a música não erudita, a música popular, vertentes do jazz, entre outros estilos. O concerto desta quinta-feira terá quatro pontos altos. Na primeira obra será a vez da orquestra mostrar que sabe tocar Mozart e demostrar domínio da linguagem clássica. A sinfonia de número 31 é muito importante e é conhecida como Sinfonia Paris. Sendo assim, a orquestra mostra o seu domínio da linguagem clássica. O Luigi Boccherini é um ponto alto por causa do solista, o grande Antonio Del Claro. A terceira música é um ponto alto porque é uma compositora que veio da Europa para prestigiar a orquestra local, a Albena Petrovic. E a orquestra vai mostrar que sabe dominar também a linguagem contemporânea, a linguagem experimental. E finalmente as quatro últimas canções de Strauss que são lindíssimas. Uma obra muito fundamental da literatura para orquestra e canto e está sendo magnificamente cantada pela Gabriella Pace. Os homenageados Antonio Del Claro e a Gabriela Pace, dois artistas de momentos diferentes na vida, mas com histórias que se entrelaçam intimamente a Belém. Antonio Del Claroviaja para o norte do Brasil, especialmente para a Belém, desde os anos 80, ficou muito feliz com o núcleo forte de cordas que existia em Belém na Orquestra de Câmara do Pará. A partir daí, ele sempre esteve nos festivais internacionais de música promovidos pela Fundação Carlos Gomes. Além disso, ele também foi professor por módulo do bacharelado da Fundação Carlos Gomes, regeu várias vezes aqui em Belém, trouxe cameratas de São Paulo para Belém, formou cameratas aqui em Belém, regeu e solou. Ele também formou cameratas com músicos de Belém e levou para São Luís, no Maranhão. Ele atuou de forma muito intensa na capital paraense e ajudou a levar a música para frente. Já Gabriella Patti, cantou no primeiríssimo Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará no ano de 2002, como Viúva Alegre. Em seguida, ela cantou mais uma vez no Festival de Ópera, em 2003 como Pamina, na Flauta Mágica. Então, quando a ópera ressurgiu no Pará, feita por paraenses, promovida pelo Theatro da Paz, quando iniciou o Festival de Ópera, Gabriella Pace estave presente. Além disso, ela cantou Traviata, anos depois. E agora ela irá cantar as quatro últimas canções de Strauss. Gabriella é uma das sopranos de maior destaque no cenário nacional. Repertório W. A. Mozart (1756 - 1791)Sinfonia Nº 31 - “Paris” I. Allegro assai II. Andante II. Allegro Luigi Boccherini (1743 - 1805)Concerto para Violoncelo Nº 12 em Mi Bemol Maior I. Maestoso II. Largo III. Allegro Solista: Antonio Del Claro INTERVALO Albena Petrovic (1965)Mélusine - l'image mystique (Poème symphonique) Richard Strauss (1864 - 1949)Vier letzte lieder - für Sopran und Orchester I. Frühling II. September III. Beim Schlafengehn IV. Im Abendrot Solista: Gabriella Pace Serviço: Concerto “De Mozart a Strauss” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto Data: 30 de novembro, às 20h Local: Theatro da Paz Os ingressos podem ser retirados somente no dia do concerto no site ticketfacil.com.br e na bilheteria do TP a partir das 9h da manhã. Apenas dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49530/ostp-homenageia-os-60-anos-de-carreira-de-antonio-del-claro-e-os-25-anos-de-carreira-de-gabriela-pace Anterior Próximo
- Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém | Theatro da Paz
< Volte Fafá de Belém, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e convidados fazem show especial para o aniversário de Belém Juliana Amaral/Ascom Secult 13 de fev. de 2024 Para celebrar o aniversário de 408 anos de Belém, o Theatro da Paz recebeu, na noite desta sexta-feira (12), o concerto “A Sinfonia dos Dois Mundos”, com a cantora Fafá de Belém como solista e a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP), sob direção e regência de Miguel Campos Neto. A ação faz parte do Preamar Cabano, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O projeto é patrocinado pela Equatorial Pará, através da Lei Semear de incentivo à cultura, do Governo do Estado, por meio da Secult. Devido à alta procura por ingressos, foi realizada uma sessão extra, mais cedo, às 18h. O espetáculo também foi transmitido ao vivo pelo canal de YouTube da Secult, e em um telão em frente ao Theatro. “O Theatro da Paz é nosso, é pra você paraense. Entrar nesse templo nosso, do povo do Pará, e ver uma sinfonia que fala da importância de nós acordarmos pra quem nós somos e o que nós podemos fazer pelo outro. O amor, a solidariedade, sermos contra qualquer tipo de guerra, de preconceito, de isolamento. O paraense é isso. É sobre isso que fala a Sinfonia dos Dois Mundos", afirma Fafá de Belém. “A Sinfonia dos Dois Mundos” escrita por Dom Helder Câmara e musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, na década de 1960, foi apresentada com a participação do Coro do Conservatório Carlos Gomes, comandado pela maestrina e professora da instituição, Maria Antonia Jiménez e do Coro Infanto-Juvenil Itacy Silva, com regência de Eduardo Nascimento. “Eu fiquei encantado com toda a produção. Antes de vir a gente tentou conhecer um pouquinho da peça que seria, mas assistir ao vivo é outra experiência, inclusive porque a gente teve a participação muito especial da Fafá de Belém e toda a orquestra, o coral das crianças também. Foi uma peça muito bonita, não somente do ponto de vista religioso que é a origem da obra, mas do ponto de vista social e atual. Apesar de ser antiga, traz uma reflexão profunda para os dias de hoje. Foi um grande privilégio poder participar, nesse dia especial que é o aniversário da cidade de Belém", conta Erick Ribeiro, que assistiu a primeira sessão do espetáculo. Texto: Juliana Amaral/Ascom Secult Anterior Próximo
- Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS | Theatro da Paz
< Volte Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 13 de mai. de 2024 Apresentação será no próximo dia 15, no Theatro da Paz. Os ingressos têm o preço simbólico de R$ 2,00. Pede-se a contribuição de material de limpeza No próximo dia 15 de maio, às 20h, o Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma fusão musical única e solidária. A renomada Amazônia Jazz Band receberá o maestro Rui Carvalho, líder da Amazonas Band, para um concerto especial em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A iniciativa é promovida pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Sob a batuta de Rui Carvalho, maestro titular da Amazonas Band, o concerto será uma celebração da música brasileira e internacional, com arranjos cuidadosamente selecionados para proporcionar uma experiência inesquecível aos espectadores. Além disso, o saxofonista Ênio Prieto, também da Amazonas Band, será destaque como solista, adicionando seu talento ao espetáculo. O programa incluirá obras icônicas de artistas como Gilberto Gil, Antonio Carlos Jobim, Adil de Paula Zuzuca e John Fedchock, com arranjos elaborados pelo próprio Rui Carvalho e pelo Maestro Branco. Entre as peças selecionadas estão clássicos como "O Morro Não Tem Vez", "Dindi" e "Chega de Saudade", que certamente tocarão os corações do público presente. Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, enfatiza que o concerto terá 95% de regência de Rui Carvalho, com uma música sendo regida por ele mesmo e outra por Ênio Pietro, primeiro sax alto e assistente da Amazonas Band. Coutinho destaca a oportunidade de o público apreciar o repertório e a linguagem musical trabalhada por Rui Carvalho na Amazonas Band. “Será um concerto que traz 90% de arranjos do maestro Rui Carvalho e composições também do maestro. Então, a plateia do Da Paz, o público da AJB, vai ter oportunidade de apreciar um espetáculo que envolve, justamente, esse repertório que vem diretamente da linguagem trabalhada por esse grande maestro na Amazonas Band. Então, o público terá oportunidade de ouvir um pouco do trabalho já de anos e com muita experiência desse grande maestro”, afirmou o maestro Elias. Ênio Pietro, reconhecido como um dos grandes saxofonistas brasileiros, além de solista em várias músicas, regerá uma peça emblemática arranjada pelo renomado maestro Branco, figura importante no movimento de big bands no eixo Rio - São Paulo. Espera-se grandes solos desse talentoso músico durante o concerto. Além de oferecer uma noite de música excepcional, o concerto também visa arrecadar materiais de limpeza para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As enchentes já afetaram mais de 2 milhões de pessoas devido ao excesso de chuvas, deixando uma marca de devastação e necessidade. Os ingressos serão vendidos simbolicamente por R$ 2,00 cada, com a opção de compra de até dois ingressos por pessoa. Além disso, pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas. Serviço: Ingressos acessíveis a apenas R$ 2,00 (dois reais) cada, a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto. Pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul. Texto: Úrsula Pereira - Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/54079/concerto-solidario-une-amazonia-jazz-band-e-amazonas-band-em-apoio-as-vitimas-do-rs Anterior Próximo
- XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' | Theatro da Paz
< Volte XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de ago. de 2023 Festival é uma realização do governo do Pará e a superprodução será apresentada, sempre às 20h, dos dias 1º, 3 e 5 de setembro Entre os mais de 100 livros assinados pelo desenhista e escritor Ziraldo, ‘O Menino Maluquinho’ é o mais conhecido. A história de uma criança de imaginação fértil, com capacidade de inventar histórias, e que “só queria ser feliz”, foi publicada em 1980 e já ultrapassou os 3 milhões de exemplares vendidos. O protagonista, o inconfundível garoto travesso com a panela na cabeça, já ganhou os quadrinhos, o cinema, o teatro, a TV, invadiu as redes sociais e recebeu uma versão operística em uma superprodução que será apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, com três récitas que acontecem nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, às 20h. O Festival é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com o Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A produção é fruto do termo de cooperação denominado Corredor Cultural da Amazônia, assinado em março de 2022 entre a Secretaria de Cultura do Amazonas e o Governo do Pará, por meio da Secult, Theatro da Paz e Teatro Amazonas, na capital manauara. Para Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará, o evento consolida a política pública de geração de emprego e renda, cultura e formação de plateia com um dos mais icônicos festivais do país. “A importância desse termo de cooperação técnica é potencializar a produção operística dos dois Festivais mais antigos do país e possibilitar a coprodução que, além de baratear, beneficia ambos os partícipes do convênio, pois torna possível a circulação da produção e abre portas para que se possa trazer mais títulos juntando a expertise de ambos os teatros”, disse. O universo lúdico do livro ganha nova vida com cenas repletas de música e coreografia, regência de Gabriel Rhein-Schirato, libreto de Maria Gessy de Sales, direção de cena de Matheus Sabbá, cenografia de Giorgia Massetani, figurino de Melissa Maia e uma produção que reúne um elenco de mais de 250 pessoas, entre cantores líricos, orquestra, dois coros e balé. A montagem Os cenários e figurinos de ‘O Menino Maluquinho’ chegaram em Belém na terça-feira (22), vindos de Manaus (AM). O cenário foi inspirado em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, onde se passa o enredo da obra de Ziraldo, e recebe a assinatura da cenógrafa Giorgia Massetani, junto aos cenotécnicos e diretores de palco do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Giorgia explica que os cenários são mais que sustentáveis. “Estamos muito contentes de poder trazer nosso cenário para cá e ter essa troca com Belém, reforçando a irmandade do Corredor Cultural da Amazônia”. E continuou. “Estamos utilizando madeira, metalon, tecido, tintas, cola de contato em cenários mais que sustentáveis, pois estas construções cênicas podem tranquilamente ser reaproveitadas em outras produções, e assim conseguimos, com um custo menor, executar vários projetos”. O figurino colorido e rico em detalhes é assinado pela figurinista Melissa Maia, que produziu 200 figurinos utilizando 80% de tecidos recicláveis. A artista se inspirou nos artesanatos mineiros, no tapete que eles produzem na Semana Santa e em toda a memória de Ziraldo, que o compositor Ernani Aguiar conseguiu traduzir brilhantemente. “Quando eu recebi o convite para fazer ‘O Menino Maluquinho’ foi uma surpresa e uma enorme felicidade, pois o Maluquinho faz parte da minha infância, do meu imaginário. Então, para mim, é um desafio, porque é uma história que está viva em mim, mas também deu uma sensação de nostalgia poder reviver essa infância, nesse lugar fantástico que a ópera pode proporcionar para quem assiste. Eu espero conseguir manter essa fantasia que a história permite”, definiu Melissa. Os figurinos foram confeccionados por 50 profissionais, entre os quais, costureiras, aderecistas e modelistas do Amazonas, mas será adaptado em Belém, pelas mulheres atendidas pelo Projeto Sons de Liberdade, que visa a reinserção de egressos do Sistema Prisional no mercado de trabalho da economia criativa. “A arte tem um poder transformador. Então, a minha expectativa está muito grande porque eu quero poder, com esse trabalho, transformar a vida dessas pessoas, trocar aprendizados, conhecimento... E independentemente da situação que as pessoas estejam, é sempre possível um recomeço. Se eu puder fazer parte um pouquinho disso, eu vou ficar muito feliz”, finalizou Melissa. De acordo com Nandressa Nuñez, diretora de Produção do Festival de Ópera do Theatro da Paz, a parceria com o Amazonas, por meio do Corredor Cultural da Amazônia, é motivo de celebração. “Estamos felizes em poder realizar mais esta etapa do termo de cooperação técnica estabelecida entre os dois principais festivais de ópera do país. ‘O Menino Maluquinho’ é uma ópera grande, que envolve mais de 250 pessoas entre solistas, coro, bailarinos e equipe técnica. Ter o controle total de toda a engenharia que envolve o espetáculo, além dos ensaios, montagem de cenário e pessoas é o maior desafio e a gente se dedica para que o público se deleite com um espetáculo lindo e colorido e com uma menagem inspiradora”, explicou a diretora. A história e o elenco Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre do Menino Maluquinho é o que traz a ópera escrita por Ernani Aguiar. O clássico infantil, em formato de ópera, conta ainda com a namorada de Maluquinho, Julieta, e o melhor amigo dele, Bocão, interpretados por Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva, Eike Salomão e Bruno Ricardo. A ópera narra a trajetória de um menino que tem a capacidade de brincar com o tempo. Maluquinho é um menino alegre, cheio de imaginação e que adora aprontar e viver aventuras com os amigos. Uma das manias do personagem é usar um panelão na cabeça. O Maluquinho será vivido pelos jovens paraenses Arthur Cavalléro, de 13 anos, e por Fellipe Rocha, de 11 anos, que vão revezar as apresentações. A ansiedade pela estreia é um elemento a mais. “Estou muito feliz e agradecido por essa oportunidade. Estudamos bastante para a nossa primeira ópera e eu não vejo a hora de estrear. Esse é um presente para a gente”, explicou Arthur. Fellipe não disfarça a alegria. “Estou ansioso, mas estou muito mais feliz. Ensaiamos muito e agora a gente quer encontrar o público. Como diz o Menino Maluquinho, ‘o importante é ser feliz’ e a gente quer que todo mundo se divirta com a gente”, finalizou Fellipe. Ficha Técnica Música: Ernani Aguiar Libreto: Maria Gessy de Sales Diretor de cena: Matheus Sabbá Maestro: Gabriel Rhein-Schirato Regente do coro infantil: Eliane Fonseca Regente do coro adulto: Maria Antonia Jimenez Preparador do Menino: Adamilsom Guimarães Pianistas correpetidor: Ediel Sousa Coreografa: Monique Andrade Assistente de coreografia: Remilton Souza Iluminador: kuka Batista Cenografo: Giorgia Massetani Legenda: Gilda Maia Visagismo: Omar Junior Diretor de palco: Claudio Bastos Assistentes de cenografia: Fred Barbosa e Alício Silva Contrarregra: Laura Conceição Assistente de figurino: Eilen Queiroz Elenco O Menino: Arthur Cavalléro e Fellipe Rocha Bocão: Eike Salomão de Freitas Santos, Bruno Ricardo Nazaré Fonseca e Silva Julieta: Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva Pai: Marcio Carvalho Mãe: Elizabeth Moura Babá/ Professora: Lívia Berrêndo Avó (Mezzo): Luciana Tavares Avô (Barítono): Ytanaã Figueiredo Saci (Tenor): Tiago Costa Simbá + fantasma (Barítono): Dan Laciê O Tempo: Luiz Silva Porteiro: Gabriel Frota Bruxa 1: Wellen Avila Bruxa 2: Marcela Alves Bruxa 3: Gigi Furtado Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • Meia Camarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD (meia-entrada): R$30 • Inteira | R$15 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 1º de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 3 e 5 de setembro, às 20h. Os ingressos serão vendidos a partir de segunda-feira (28), na bilheteria do Theatro da Paz, por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Mais informações sobrea venda de ingressos podem ser obtidas no telefone (91) 98590-3523 ou no e-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . Texto de Ursula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46715/xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-apresenta-a-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo
- Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band | Theatro da Paz
< Volte Dia Internacional do Jazz é celebrado com espetáculo da Amazônia Jazz Band Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 29 de abr. de 2024 Apresentação terá repertório homenageando renomados músicos como Adelbert Carneiro, o Trio Manari e o compositor Minni Paulo Medeiros O Theatro da Paz será palco de um evento musical singular que promete marcar história na cena cultural paraense. Às 20h, desta terça-feira (30), será realizado o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará", sob a regência do maestro Elias Coutinho. A apresentação da Amazônia Jazz Band celebra o Dia Internacional do Jazz com clássicos do gênero e os ritmos autênticos da região Amazônica. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O espetáculo destaca a riqueza e diversidade dos ritmos paraenses, que possuem contribuições e elementos do jazz. O repertório do concerto homenageia renomados músicos como Adelbert Carneiro, Trio Manari, Minni Paulo Medeiros, entre outros. O concerto serve como oportunidade de conectar as novas gerações com as raízes musicais da Amazônia e de celebrar o legado de Tom Jobim de uma maneira única. Para esse espetáculo, foi escolhido como pilar central o compositor brasileiro Tom Jobim, que se destaca como figura atemporal no cenário jazzístico nacional e internacional, salienta o maestro titular da AJB, Elias Coutinho. “Nenhum outro compositor tem tantas composições obrigatórias no meio instrumental quanto Jobim. Trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia é uma forma de enriquecer ainda mais nossa identidade musical”, acrescentou. Com arranjos inéditos, cada apresentação foi produzida com cuidado para destacar os estilos musicais paraenses, desde o Carimbó ao Lundú, do Boi Bumbá ao Samba de Cacete, entre outros. A participação dos membros da banda foi fundamental para aperfeiçoar as habilidades técnicas, atingindo ritmos autênticos através das pesquisas e experiências para criar um concerto único, destaca Coutinho. “Esses músicos trazem consigo não apenas habilidade técnica, mas também uma profunda conexão com a cena musical local. Seu envolvimento foi crucial para garantir que cada nota ressoasse com a alma da Amazônia”, elogiou Elias Coutinho. Ainda de acordo com Coutinho, esse concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. “Nós estamos misturando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca se ouviu em nenhuma parte do mundo. É um concerto verdadeiramente histórico”, afirma o maestro. Programa WAVE Tom Jobim Arr. Rafael Rocha DESAFINADO Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha PASSARIM Tom Jobim Arr. Rafael Rocha SAMBA DE UMA NOTA SÓ Tom Jobim/Newton Mendonça Arr. Rafael Rocha GAROTA DE IPANEMA Tom Jobim/Vinicius de Moraes Arr. Rafael Rocha ÁGUAS DE MARÇO Tom Jobim Arr. Rafael Rocha Serviço: Com ingressos acessíveis a apenas R$2,00, a serem a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto, esta é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma experiência musical que transcende fronteiras e celebra a riqueza cultural da Amazônia. Texto de Úrsula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53709/dia-internacional-do-jazz-e-celebrado-com-espetaculo-da-amazonia-jazz-band Anterior Próximo

