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  • Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS | Theatro da Paz

    < Volte Concerto Solidário une Amazônia Jazz Band e Amazonas Band em apoio às vítimas do RS Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 13 de mai. de 2024 Apresentação será no próximo dia 15, no Theatro da Paz. Os ingressos têm o preço simbólico de R$ 2,00. Pede-se a contribuição de material de limpeza No próximo dia 15 de maio, às 20h, o Theatro da Paz, em Belém, será palco de uma fusão musical única e solidária. A renomada Amazônia Jazz Band receberá o maestro Rui Carvalho, líder da Amazonas Band, para um concerto especial em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A iniciativa é promovida pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Sob a batuta de Rui Carvalho, maestro titular da Amazonas Band, o concerto será uma celebração da música brasileira e internacional, com arranjos cuidadosamente selecionados para proporcionar uma experiência inesquecível aos espectadores. Além disso, o saxofonista Ênio Prieto, também da Amazonas Band, será destaque como solista, adicionando seu talento ao espetáculo. O programa incluirá obras icônicas de artistas como Gilberto Gil, Antonio Carlos Jobim, Adil de Paula Zuzuca e John Fedchock, com arranjos elaborados pelo próprio Rui Carvalho e pelo Maestro Branco. Entre as peças selecionadas estão clássicos como "O Morro Não Tem Vez", "Dindi" e "Chega de Saudade", que certamente tocarão os corações do público presente. Elias Coutinho, maestro titular da Amazônia Jazz Band, enfatiza que o concerto terá 95% de regência de Rui Carvalho, com uma música sendo regida por ele mesmo e outra por Ênio Pietro, primeiro sax alto e assistente da Amazonas Band. Coutinho destaca a oportunidade de o público apreciar o repertório e a linguagem musical trabalhada por Rui Carvalho na Amazonas Band. “Será um concerto que traz 90% de arranjos do maestro Rui Carvalho e composições também do maestro. Então, a plateia do Da Paz, o público da AJB, vai ter oportunidade de apreciar um espetáculo que envolve, justamente, esse repertório que vem diretamente da linguagem trabalhada por esse grande maestro na Amazonas Band. Então, o público terá oportunidade de ouvir um pouco do trabalho já de anos e com muita experiência desse grande maestro”, afirmou o maestro Elias. Ênio Pietro, reconhecido como um dos grandes saxofonistas brasileiros, além de solista em várias músicas, regerá uma peça emblemática arranjada pelo renomado maestro Branco, figura importante no movimento de big bands no eixo Rio - São Paulo. Espera-se grandes solos desse talentoso músico durante o concerto. Além de oferecer uma noite de música excepcional, o concerto também visa arrecadar materiais de limpeza para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As enchentes já afetaram mais de 2 milhões de pessoas devido ao excesso de chuvas, deixando uma marca de devastação e necessidade. Os ingressos serão vendidos simbolicamente por R$ 2,00 cada, com a opção de compra de até dois ingressos por pessoa. Além disso, pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas. Serviço: Ingressos acessíveis a apenas R$ 2,00 (dois reais) cada, a serem adquiridos na bilheteria do TP e através do site Ticket Fácil, a partir das 9h do dia do concerto. Pede-se a gentil contribuição de material de limpeza, que será recolhido no dia do concerto e enviado às comunidades afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul. Texto: Úrsula Pereira - Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/54079/concerto-solidario-une-amazonia-jazz-band-e-amazonas-band-em-apoio-as-vitimas-do-rs Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band encanta público com celebração única do Dia Internacional do Jazz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band encanta público com celebração única do Dia Internacional do Jazz Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 1 de mai. de 2024 Ao som do curimbó, das maracas, dos caxixis, além dos instrumentos tradicionais que veem trazendo o inconfundível jazz, o público lotou o Theatro da Paz na noite da terça-feira (30), com um espetáculo musical singular que ficará marcado na história da cena cultural paraense. Sob a batuta do maestro Elias Coutinho, líder da Amazônia Jazz Band (AJB), o concerto "Jazz Entre Rios: A Música de Jobim nas Correntes do Pará" celebrou o Dia Internacional do Jazz, proporcionando uma fusão entre os clássicos do jazz e os ritmos autênticos da região amazônica. A escolha estratégica de Tom Jobim como peça central do concerto ressalta não apenas sua importância na música nacional, mas também seu impacto no cenário jazzístico internacional. Coutinho enfatizou a singularidade do compositor, destacando que suas composições são essenciais no meio instrumental. "Nenhum outro compositor possui uma influência tão marcante", afirmou o maestro. "Ao trazê-lo para esta fusão única com os ritmos da Amazônia, estamos enriquecendo ainda mais nossa identidade musical", acrescentou. Os arranjos meticulosamente elaborados para o concerto foram concebidos para destacar os ricos estilos musicais paraenses, desde o Carimbó até o Lundú, passando pelo Boi Bumbá e o Samba de Cacete, entre outros. O saxofonista Daniel Serrão e o arranjador Rafael Rocha desempenharam papéis fundamentais nesse processo, trazendo consigo suas pesquisas e experiências para criar uma sonoridade verdadeiramente inovadora. Para Coutinho, este concerto representa um marco histórico não apenas para a AJB, mas para a música brasileira como um todo. "Este conceito especial é verdadeiramente histórico. Estamos mesclando a concepção jazzística com a rítmica da música brasileira, em uma experiência de vanguarda que nunca foi ouvida em qualquer parte do mundo. Ver a casa lotada, com um público que nos responde com alegria, interação e ainda nos aplaudiu de pé, nos deixa muito felizes e com a certeza de que entregamos o melhor nesta noite", afirmou o maestro. “É impressionante o que a nossa Jazz Band consegue fazer. Eu e a minha família estamos surpresos positivamente e muito felizes por participar desse momento histórico que conecta todas as gerações com as raízes musicais da nossa terra e ainda celebra Tom Jobim”, afirmou José Maria Rodrigues, 65 anos. Assim, os espectadores presentes tiveram a chance de imaginar como seria se Tom Jobim tivesse nascido nas águas dos rios da Amazônia, no estado do Pará. Uma experiência verdadeiramente memorável e transformadora, que deixará uma marca duradoura na história da música brasileira. A iniciativa, promovida pelo Governo do Pará através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/53769/amazonia-jazz-band-encanta-publico-com-celebracao-unica-do-dia-internacional-do-jazz Anterior Próximo

  • Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP | Theatro da Paz

    < Volte Theatro da Paz recebe a magia de 'O Quebra-Nozes' com música da OSTP Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 14 de dez. de 2023 Na plateia, pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz) reforçaram o comprometimento do Estado com o acesso de todos à arte Pela primeira vez em sua história, o Theatro da Paz, em Belém, recebeu na noite desta quarta-feira (13) o espetáculo de balé “O Quebra-Nozes” com o acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP). A iniciativa, que volta ao palco centenário na quinta-feira (14), as 20 h, possibilitou reunir o balé e a música ao vivo, fruto da colaboração entre o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), diretoria do Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O evento também conta com o apoio da Companhia de Dança Ana Unger e do Colegiado de Dança do Pará. A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência de Miguel Campos Neto, executa a trilha sonora imortal de “O Quebra-Nozes”, ressaltando a excelência técnica dos bailarinos. “A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz está honrada em apresentar esse espetáculo. A música ao vivo traz uma dimensão ainda mais rica e emotiva à performance do balé 'O Quebra-Nozes'. Uma boa orquestra é aquela que faz música ao vivo e, no caso da ópera e do balé, o músico não pode focar na partitura e ignorar os colegas. Estamos ao vivo, vivendo tudo o que está acontecendo. E nesses dois estilos, o maestro liga tudo que está acontecendo no palco ao fosso. Isso traz um nível de amadurecimento para a orquestra, e ao relacionamento entre o maestro e a orquestra que será levado para outras obras e estilos”, explicou Miguel Campos Neto. Marco - Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura, destacou ao público a relevância desse momento para a cultura paraense. “A realização de 'O Quebra-Nozes' com a OSTP representa um marco na trajetória cultural do nosso Estado. É um projeto que se concretiza graças à parceria entre diferentes entidades culturais, e ao patrocínio do Banpará (Banco do Estado do Pará), demonstrando a força e a união em prol da cultura paraense”, disse a secretária. “Tivemos nesta noite memorável a participação de pessoas atendidas pelo Programa Territórios Pela Paz (TerPaz), o que realça nosso comprometimento com a democratização da cultura e o acesso de todos à arte. Estamos construindo pontes e abrindo portas, para que a cultura seja um elemento transformador na vida das pessoas”, destacou Ursula Vidal. A montagem contou com a participação de 150 bailarinos, selecionados em audições realizadas em setembro deste ano, na sala de ensaio do Theatro da Paz. O processo seletivo foi coordenado por uma banca examinadora composta pelos professores Ana Unger, Igor Marques, Marta Batista e Rosana Rosário, com aula ministrada por Ana Rosa Crispino. A audição recebeu mais de 200 inscrições. Várias escolas e grupos de dança liberaram seus bailarinos para o projeto. Amadurecimento - A diretora artística do espetáculo, Ana Unger, definiu o momento como “ímpar para a dança e a música no Pará. Poder contar com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz em uma montagem de 'O Quebra-Nozes' é um sonho que se realiza. A parceria com as escolas e grupos de dança da região, a participação ativa de 150 talentosos dançarinos, selecionados cuidadosamente em uma audição concorrida, demonstram o amadurecimento da classe artística da dança em nossa região”, afirmou. Ana Unger destacou ainda a importância do apoio das escolas e grupos de dança, ressaltando que essa colaboração é fundamental para o crescimento e reconhecimento da dança no Pará. “A criação do corpo de baile do Theatro da Paz é um passo significativo para a consolidação da dança em nossa região. Este espetáculo não é apenas uma apresentação, mas um marco que celebra a união e a valorização da arte. Estávamos ansiosos para compartilhar essa experiência com o público paraense e marcar, juntos, mais um capítulo memorável na história cultural do nosso Estado”, disse Ana Unger. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/49960/theatro-da-paz-recebe-a-magia-de-o-quebra-nozes-com-musica-da-ostp Anterior Próximo

  • Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Cores do Orgulho LGBTQIAPN+ iluminam Theatro da Paz Por Marcelo Leite (SEIRDH) 29 de jun. de 2023 A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ Um dos equipamentos públicos mais importantes do Pará, o Theatro da Paz, ganhou novas cores nesta quarta-feira (28). A mudança é temporária e por motivos especiais: defender a luta de pessoas LGBTQIAPN+ que, por meio do orgulho, constroem uma sociedade mais igualitária, livre de preconceitos e de homofobia. As novas cores do Theatro podem ser vistas na iluminação externa do prédio e representam as tonalidades presentes no arco-íris: símbolo mundial da luta LGBTQIAPN+. Além das luzes, uma enorme bandeira colorida também foi estendida na sacada frontal do Theatro. O ato simbólico foi realizado pelas secretarias de Estado de Cultura (Secult) e de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), e contou com a participação de representantes de movimentos sociais atuantes na causa, na região metropolitana de Belém. Jarbas Vasconcelos, titular da Seirdh lembrou que o Theatro da Paz é um dos principais espaços públicos do Pará e que ato simbólico reforça o compromisso com uma luta mundial. “É bom ver o Da Paz com essas todas essas cores. São cores que representam o futuro, que nos representam e que estão novamente espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. O orgulho hoje tem uma dimensão diferente”, frisou Jarbas Vasconcelos. Secretária de Cultura, Ursula Vidal destacou ainda o ineditismo do evento e o compromisso do governo do Estado para avançar na construção de uma sociedade mais consciente do respeito e direitos das pessoas LGBTQIAPN+. “Nós estamos escrevendo mais um capítulo de uma história que vem sendo escrita há muitos anos por movimentos sociais que estão sempre buscando os direitos. O dia de hoje é histórico e reforça nosso compromisso institucional de lutar por uma sociedade com igualdade de direitos e mais avanços na garantia de espaços, empregabilidade, representatividade e visibilidade”, complementou a secretária . Programação No próximo domingo (02), a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), em parceria com outras instituições públicas, fará o encerramento da campanha “Pará para Todes”. A programação será realizada na Praça da República,a partir das 9h, com oferta de serviços de serviços de saúde, jurídicos e sociais. Entre os serviços ofertados estão: testes rápidos de saúde, orientações sobre higiene bucal e sobre o Projeto Casulo; encaminhamentos para retificação de Registro Civil (nome social), atendimento jurídico e acesso às Usinas da Paz; emissão de documentos; e distribuição de cartilhas educativas sobre a defesa da diversidade e conquistas da luta LGBTQIA+. A ação contará com a parceria das secretarias de Saúde (Sespa), Articulação e Cidadania (Seac), da Defensoria Pública do Estado (DPE) e Ministério Público do Pará (MPPA), além da apresentações culturais. Via Agência Pará - https://agenciapara.com.br/noticia/45045/cores-do-orgulho-lgbtqiapn-iluminam-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Sarau 'Chuva de Poesia' celebra Bruno de Menezes no Theatro da Paz Amanda Engelke (SECULT) 26 de nov. de 2024 Preamar da Consciência Negra, promovido pela Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura afro-brasileira A noite desta terça-feira (26) foi marcada pela celebração da literatura no Theatro da Paz, com mais uma edição do Sarau “Chuva de Poesia”. Parte da programação do Preamar da Consciência Negra, o evento homenageou o poeta e folclorista paraense Bruno de Menezes, autor do clássico Batuque. Durante o sarau, o diretor do Theatro da Paz, Edyr Proença, destacou a relevância do autor e da programação. "Bruno de Menezes é um dos maiores nomes da nossa literatura e seu livro Batuque é um dos livros mais importantes da nossa história. É muito importante celebrar sua memória no contexto do mês da Consciência Negra", observou. Edyr também comemorou o engajamento do público presente. "Estamos muito felizes porque as pessoas estão vindo, participando. O sarau é um momento de troca, um espaço democrático feito para todos aqueles que gostam de literatura e celebram a nossa cultura. Já estamos na expectativa do próximo, e espero que vá tão bem quanto este", completou. O professor Marcos Valeiros Reis se disse privilegiado por participar. "Estar aqui nesse templo, símbolo da Belle Époque que é o Theatro da Paz, para falar de um juruense que é Bruno de Menezes, é um privilégio muito grande. Ele foi simplesmente um dos maiores intelectuais que Belém e a Amazônia já tiveram. Indubitavelmente, sua obra é inesgotável. Parabéns ao Theatro da Paz e à Secult por trazer essa literatura, que muitas vezes é invisibilizada, para um espaço de centralidade como este". O Sarau “Chuva de Poesia” é uma iniciativa que reúne amantes da poesia em encontros regulares no Theatro da Paz. Além de homenagear nomes consagrados da literatura, o evento também abre espaço para poetas contemporâneos, promovendo um diálogo entre passado e presente. Nesta edição, a memória de Bruno de Menezes foi celebrada por meio de declamações que destacaram sua relevância histórica e cultural. A programação do Preamar da Consciência Negra, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult), segue até 13 de dezembro, com uma série de atividades que celebram a cultura e a memória afro-brasileira. Neste sábado (30), no Museu do Estado, haverá uma feira de livros, roda de conversa e exposição, das 9h às 17h. Assim como nas demais edições, esta edição do “Chuva de Poesia” foi realizada no foyer do Theatro da Paz. Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/61691/sarau-chuva-de-poesia-celebra-bruno-de-menezes-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band leva público em uma viagem musical do Frevo ao Samba em noite de celebração no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 29 de fev. de 2024 Em uma noite de celebração da rica diversidade musical brasileira, a Amazônia Jazz Band (AJB) encantou o público com seu concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba". Realizado na noite desta quinta-feira (29), no Theatro da Paz em uma viagem através dos ritmos e estilos que fazem parte da identidade musical do país. Com trajes carnavalescos e um repertório cuidadosamente selecionado, a AJB, sob a regência do maestro Elias Coutinho, proporcionou uma experiência emocionante, que incluiu desde o frevo enérgico até o samba introspectivo. Cada nota tocada foi um convite para celebrar a cultura brasileira em toda a sua exuberância. A iniciativa, promovida pelo Governo do Pará através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM), destacou a importância de valorizar e preservar as múltiplas facetas da música nacional. O maestro Elias Coutinho, líder da AJB, expressou seu compromisso em trazer a tradição do jazz aliada à diversidade da música brasileira para o palco, proporcionando uma experiência musical autêntica e enriquecedora para o público. "Está noite foi uma celebração para todos nós. Quanto mais eu mergulho no repertório de música brasileira, mais eu vejo a quantidade de estilos e variações que nós temos em nosso país. Quando a gente traz para o palco esse repertório de música brasileira, focado nessa festa tão importante para a gente, estamos trazendo uma experiência musical que fala sobre nós mesmos", comentou o maestro Elias Coutinho. Antes de tocar as três últimas músicas, que foram executadas em bloco, o maestro realizou uma intervenção especial: uma chamada de vídeo com o renomado maestro e saxofonista da Spok Frevo. Ele contou não só um pouco da história do frevo, mas também contextualizou as três últimas peças do concerto: "O Último Dia", de Levino Ferreira, com arranjo de Spok; "Cabelo de Fogo", do maestro Nunes, com arranjo de Spok; e "Vassourinhas", de M. da Rocha e João Batista, também com arranjo de Spok. "Estou muito feliz por estar aqui, mesmo que de forma online, para esta homenagem que a incrível Orquestra Amazônia Jazz Band está fazendo ao frevo no maravilhoso Theatro da Paz. Falo isso não só em nome de todos os músicos de Pernambuco, mas também de todo o Nordeste. Fico verdadeiramente emocionado com essa interpretação tão genuína da Amazônia Jazz Band, da qual sou fã. Muito obrigado!", declarou Spok. O concerto "Brasil em Festa: do Frevo ao Samba" foi muito mais que uma apresentação musical, foi uma celebração da identidade cultural brasileira, reafirmando a importância da música como elemento unificador e expressão de nossa diversidade. Pela primeira vez assistindo a AJB, Glaucia Miranda, de 45 anos, se emocionou e prometeu voltar. "Amei cada momento do concerto! Foi uma experiência verdadeiramente emocionante e feliz. A forma como a Amazônia Jazz Band nos levou em uma viagem através dos ritmos brasileiros, desde o frevo até o samba, foi simplesmente incrível. Me senti completamente envolvida pela energia e pela beleza da música, a gente acaba fazendo parte da banda tamanha a interação. Mal posso esperar pelas apresentações. Zerei o game!", finalizou sorrindo. Por Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/51898/amazonia-jazz-band-leva-publico-em-uma-viagem-musical-do-frevo-ao-samba-em-noite-de-celebracao-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Governo do Pará abre oficialmente o XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 6 de mai. de 2023 A 22ª Edição do evento começa na terça-feira (9), com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e o coro infantil da Fundação Amazônica de Música Uma das principais tradições culturais do Pará e um dos mais importantes festivais de ópera do país abre sua 22ª edição às 20h da próxima terça-feira (9). O Festival de Ópera do Theatro da Paz, que leva o nome da primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, vem se consolidando como o segundo antigo da América Latina e é destaque na cena lírica nacional e internacional, oriundo de uma história viva e herdeira dos tempos áureos da Belle Époque, do trabalho árduo e de políticas públicas sensíveis e persistentes. Para celebrar a abertura da programação, quem se apresenta é a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) e do coro infantil da Fundação Amazônica de Música (FAM). Partindo do princípio de que a cultura deve ser acessível a todos, sem distinção, o Festival de Ópera do Theatro da Paz vem ao longo de mais de duas décadas democratizando o acesso à programação e estabelecendo forte conexão com diversos públicos, independentemente de formação ou de condições socioeconômicas. O evento cultural, atualmente, gera cerca de mil postos de trabalho a cada ano, fortalecendo assim a indústria da ópera e movimentando o setor de serviços e turismo, que impacta desde empresas especializadas em técnica de som e iluminação até restaurantes, lanchonetes, bares e o setor de hotelaria. Com diversas novidades, a nova temporada está orçada em aproximadamente R$ 1,7 milhão, e se constitui hoje em três frentes distintas: a frente artística, com as óperas, recitais e concertos; a frente pedagógica com o projeto “Academia de Ópera” que oferece uma formação continuada para cantores líricos paraenses e a frente social com o projeto “Sons de Liberdade”, criado por meio de parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (SECULT) e da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), com objetivo de capacitar custodiadas e custodiados para futura reinserção no mercado de trabalho, por meio da cadeia produtiva da ópera. Por meio do Sons de Liberdade, são realizadas oficinas de capacitação voltadas às artes performáticas, como cenotécnica, figurino e visagismo, ministradas por profissionais que atuam no Festival de Ópera do Theatro da Paz, consolidando o Da Paz como um teatro escola, uma alternativa para o fomento de uma cultura de paz, que leva arte, profissionalização e auxilia no desenvolvimento de habilidades sociais imprescindíveis ao convívio em uma sociedade que cada vez mais estimula o êxito individual. “Nosso Festival de Ópera do Theatro da Paz implementou, ao longo dos últimos anos, processos hoje já consolidados de formação profissional e inclusão social. E esse perfil é um dos mais importantes diferenciais desta política pública de acesso à cidadania cultural. As récitas, galas líricas e concertos são sempre lotados e, da plateia aos bastidores, nos deparamos com histórias de vida que se transformam por meio do contato com a arte e com os fazeres artísticos. A cultura sempre será uma importante ferramenta de transformação social. E a ópera, pela dimensão de sua estrutura produtiva, alcança impactos de grande escala. Sabemos que este é um caminho seguro, estratégico e inovador para a geração de emprego e renda, para a valorização de nossos talentos e para a formação de cidadãos conscientes de sua história e de seu papel na construção de uma sociedade mais justa e feliz”, frisou a titular da Secult, Ursula Vidal. A Ópera 'O Auto da Compadecida' A primeira apresentação acontece nos dias 23 e 24 de maio e será a ópera bufa "Auto da Compadecida", de Tim Rescala. A obra é baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, e o texto foi adaptado pelo próprio Rescala, ao lado do maestro Rodrigo Toffollo, diretor artístico e regente titular da Orquestra Ouro Preto. O “Auto da Compadecida” é de 1955 e criou figuras que se tornaram marcantes na história do teatro brasileiro: João Grilo e Chicó, duas pobres almas sábias que jogam com as desvirtudes dos demais personagens; o padeiro e sua mulher, avaros, ciosos de um frágil status social; o Padre e o Bispo, interesseiros, racistas, desonestos e o cangaceiro Severino. Todos, com exceção de Chicó, acabam mortos, são julgados por Jesus e o Encourado, e defendidos por Nossa Senhora. De acordo com Daniel Araújo, diretor do Theatro da Paz, o festival deste ano vai seguir em duas direções. “Uma direção é confirmar nossas relações com teatros já parceiros, como o Teatro Amazonas, por meio do Corredor Lírico do Norte, e com Minas Gerais, por meio do Palácio das Artes e da Orquestra de Ouro Preto. A outra direção é a inclusão de óperas contemporâneas: ‘O Menino Maluquinho’, do Amazonas e ‘O Auto da Compadecida’, produzida por Minas Gerais”, explicou o diretor. Alinhado aos debates globais, o Festival vem se transformando em um ecofestival, se engajando em defesa da sustentabilidade. Em 2023, com o tema “Vozes ecoando Amazônia”, avançou ainda mais nessa ideia com a preparação de toda a cadeia produtiva da ópera para receber o maior evento climático do mundo - a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) - que acontecerá em 2025, e tem Belém como cidade candidata a sede. Serviço : Abertura do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz 09/05, às 20h Entrada gratuita Ingressos: somente no dia do concerto, pelo ticketfacil.com.br , às 9h, ou na bilheteria do Theatro, a partir das 18h. Apenas duas unidades por CPF. Texto de Úrsula Pereira / Ascom TP Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/43485/governo-do-para-abre-oficialmente-o-xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz | Theatro da Paz

    < Volte Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes fazem tributo a Paulo André no Theatro da Paz Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 3 de out. de 2023 O Theatro da Paz, em Belém, será palco do concerto em homenagem ao renomado compositor paraense Paulo André Barata, que faleceu aos 77 anos, no dia 25 de setembro de 2023. O concerto ocorrerá na noite desta terça-feira (03), com direção artística de Tito Barata, irmão de homenageado, e sob a regência do maestro titular da Amazônia Jazz Band (AJB), Elias Coutinho. O espetáculo reunirá um extraordinário elenco de artistas paraenses, que prometem encantar o público com interpretações brilhantes. O show contará com a participação da Amazônia Jazz Band (AJB), que receberá artistas que tiveram o privilégio de trabalhar com Paulo André Barata ao longo de sua carreira. Pedrinho Callado, Edilson Moreno, Mahrco Monteiro, Andréa Pinheiro, Lia Sophia, Arthur Espíndola, Trio Warilou, Olivar Barreto, Alba Mariah, Maca Maneschy, Sandra Duailibe, Bia Dourado, Gigi Furtado e Elói Iglesias se unirão em um tributo musical para honrar o legado do compositor. De acordo com Tito Barata, o concerto foi idealizado por Ursula Vidal, secretária de Estado da Cultura, que o convidou para fazer a direção artística do espetáculo. “Depois que combinamos o formato da apresentação, começamos a montar o repertório, ajustar as tonalidades para os intérpretes e os arranjos. E com qualidade da Amazônia Jazz Band, isso é muito fácil, então já ensaiamos um show lindo, com a participação de uma turma que está acostumada a cantar o repertório do Paulo André e do Ruy Barata”, afirmou o diretor artístico. O repertório foi cuidadosamente selecionado e apresentará composições icônicas de Paulo André, que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos da cultura paraense. Cada nota e cada palavra entrelaçadas nas melodias proporcionarão uma experiência única, envolvendo o público em uma atmosfera de nostalgia e gratidão. “Não tenho uma música específica do Paulo que eu goste mais ou goste menos. Eu acho todas maravilhosas, todas são prediletas”, continuou Tito Barata. “Nós teremos várias surpresas nesse show. Por exemplo, músicas de Paulo André com outros parceiros, como João Donato, J. Petronilo e Cláudio Barreto. Vamos, inclusive, mostrar a primeira canção dele gravada nos anos 60. Acho que o público vai gostar bastante”, finalizou. Elias Coutinho, aclamado maestro, trouxe sua expertise para a regência da AJB no acompanhamento dos artistas e no protagonismo da orquestra. Sua interpretação magistral das partituras já nos ensaios vem revelando a profundidade e a riqueza das composições de Paulo André. “É uma honra sem igual para a AJB, pois trata-se com certeza de um dos maiores nomes da música paraense, e se existe um compositor que retrata tão bem o nosso Estado de diversas formas, que retrata tantas emoções e realidades de tantos lugares, esse compositor é Paulo André Barata. Se nós, por exemplo, que moramos em Belém, não temos diretamente contato relacionado com o interior, através das músicas de Paulo André, pessoas de qualquer lugar do mundo conseguem, de uma maneira muito simples, conhecer o nosso folclore, a nossa fauna, nossas comidas, nossos costumes, nossos ditos populares. Então, Paulo André é tudo isso, e homenagear ele nesse espetáculo é um desafio para a AJB, porque nos traz um entendimento que temos que entregar muito mais, trazer ao palco aquilo que ele fez a vida inteira, que foi inovar, levar às pessoas múltiplas emoções”, disse o maestro. Questionado sobre os planos para o futuro, Tito Barata se anima. “Nós estamos elaborando um plano de ações para fazer o legado do Paulo André chegar em todo o Pará e no Brasil. Paulo tem uma obra maravilhosa e sem dúvida nenhuma, é um dos artistas que percorreu por mais de 60 anos essa trilha”, finaliza emocionado. “Eu gostaria que se lembrassem do Paulo, como um homem simples que conversava com as musas da Amazônia”. Descrição da Músicas - Assim como o repertório foi escolhido ainda em vida pelo próprio Paulo André e pelo Rui Barata, os artistas que integram esse espetáculo também fazem parte da carreira do Paulo André. O espetáculo começa com uma versão instrumental de ‘Indauê Tupã’, interpretada pela Amazônia Jazz Band com um arranjo feito exclusivamente para ser a estreia mundial feita nessa homenagem. O arranjador é o grande capixaba Rafael Rocha, abrindo esse show com chave de ouro em uma versão completamente repaginada. Depois vem ‘Esse Rio é Minha Rua’, um hino do nosso Estado, com inserções dos metais da Amazônia Jazz Band e arranjos de Rafael Rocha, com interpretação de Pedrinho Callado. Em seguida temos a grande intérprete Andréa Pinheiro interpretando ‘Pauapixuna’, com arranjos do carioca Rafael Oliva, um especialista em arranjos para sopros e para big band’s, que traz uma versão que mistura desde tango ao jazz. E a improvisação, que é algo tão característico nessa formação da Amazônia Jazz Band, colocará seu tempero especial. Na sequência teremos ‘Baiuca’s Bar’, com Lia Sophia, uma grande intérprete paraense. O próximo número será ‘Meu Pajé (Samba Pro Sting)’, interpretado por um dos maiores nomes do samba no Pará, Arthur Spindola. Nesta canção Paulo André, mais uma vez, traz uma inovação, um samba, que não era tão comum em suas composições. Depois temos ‘Cantiga da Correnteza’, por Alba Mariah. Uma música que vai trazer algumas surpresas dentro da Jazz Band, com uma formação não usando todos os sopros, mas somente o naipe dos metais, trompetes e trombones, trazendo uma sonoridade única para esse espetáculo. O próximo número é ‘Nasci para Bailar’, um grande clássico de Paulo André com João Donato, que partiu também recentemente, interpretado pelo trio de cantores do Warilou, que terá como arranjo o grande violonista paraense Ziza Padilha. Depois ‘Mesa de Bar’, interpretada pelo grande Olivar Barreto, com toda a sua sutileza, dando vida a esse grande clássico, com um arranjo também de Ziza Padilha, que promete trazer muita emoção nesse espetáculo. ‘Tronco Submerso’, com arranjo de Ziza Padilha, somente para o quinteto de saxofones da AJB, com interpretação de Maca Maneschy, vai surpreender o público, com uma sonoridade diferente no meio do espetáculo. Assim como em ‘Cantiga da Correnteza’, com adaptação do maestro Elias Coutinho para sopros dos metais da Big Band, no trompete e trombones. A ‘Canção Mágica’ foi pensada também em uma mudança na escolha dos instrumentos para esse espetáculo. Ao invés de ter todos os sopros da AJB, teremos somente dois instrumentos, flugel e saxofone soprano, para que nessa música, com interpretação de Sandra Duailibe, tenha um momento de forte emoção, Já se encaminhando para o final da apresentação, as duas últimas músicas serão ‘Foi Assim’, um grande hino da nossa música, com arranjo de Josiel Saldanha, interpretado por Gigi Furtado e Bia Dourado. Será uma música que, com certeza, já nos levará aos maiores ápices desse grande espetáculo. E ‘Porto Caribe’, interpretado pelo trio Warilou e Eloy Iglesias, trazendo muita irreverência a esse espetáculo, algo que era característico de Paulo André, e que não poderia ficar de fora desta noite tão especial. Serviço - O espetáculo "Concerto para Paulo André Barata com Amazônia Jazz Band e grandes intérpretes", acontece nesta terça-feira (03), às 20h, no Theatro da Paz. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Da Paz e pelo site, no valor de R$ 2,00. São disponibilizados dois ingressos por pessoa. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/47881/amazonia-jazz-band-e-grandes-interpretes-fazem-tributo-a-paulo-andre-no-theatro-da-paz Anterior Próximo

  • XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia | Theatro da Paz

    < Volte XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz homenageia Puccini com casa cheia Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 10 de ago. de 2024 A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz O Theatro da Paz, em Belém, foi palco de uma celebração emocionante com o concerto de "La Bohème", marcando o início do XXIII Festival de Ópera. Na noite de estreia, o teatro alcançou lotação máxima, com seus 700 lugares completamente ocupados, em um sucesso absoluto de público que reafirma a importância deste evento cultural no calendário da capital paraense. A apresentação contou com um coro de 45 vozes, 8 solistas e 66 músicos da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. A obra, que já tem uma conexão histórica com o local, onde estreou no Brasil em 1900, foi executada com precisão e paixão, arrancando aplausos da plateia. "Estar no Festival de Ópera é sempre uma grande emoção. Trazer à vida a música erudita e a ópera, principalmente, que é uma paixão minha, é algo muito especial. Interpretar a Musetta, com sua alegria contagiante, foi uma experiência única," declarou Lys Nardoto, solista que deu vida à personagem em "La Bohème". O Festival segue com uma vasta programação, que inclui o musical "O Príncipe do Egito", nos dias 24 e 25 de agosto, uma adaptação encantadora da história bíblica de Moisés que promete atrair um público diversificado, especialmente famílias e crianças. No dia 4 de setembro, o "Recital de Piano Duo Azulay" oferecerá uma apresentação repleta de maestria e sensibilidade, e, para encerrar o evento, a ópera cômica "Gianni Schicchi" será apresentada nos dias 3, 5 e 7 de setembro, sob a regência da maestra Lígia Amadio, marcando um momento histórico ao ser a primeira mulher a conduzir uma ópera no Festival. "É com grande orgulho que celebramos este marco. O Festival de Ópera do Theatro da Paz é um espaço de valorização dos talentos e, este ano, com a participação da maestra Lígia Amadio, mostramos a força da inclusão e do intercâmbio artístico," comentou Ursula Vidal, Secretária de Estado de Cultura do Pará. Ela também destacou o sucesso contínuo do Festival. "Vinte três anos de um Festival consolidado, respeitado nacional e internacionalmente. Celebrar o centenário de Puccini com um evento tão grandioso é uma honra. Estamos muito contentes em ver como o Festival continua a crescer, com mais de 400 pessoas envolvidas, entre solistas e músicos. Será um mês de pura magia e arte, que ficará na memória de todos", finalizou a secretária. O público também compartilhou seu entusiasmo pelo Festival. Cleidiane Fonseca de Paiva, de 43 anos, expressou sua expectativa: "Estou ansiosa, amo música erudita e espero o ano inteiro pelo Festival de Ópera. É um momento muito especial para mim”, explicou a professora do bairro do Curió Utinga. Com uma programação diversificada e repleta de grandes momentos, o XXIII Festival de Ópera do Theatro da Paz continua até o dia 7 de setembro, prometendo mais experiências inesquecíveis para o público. A expectativa agora é para as próximas apresentações, que prometem manter o alto nível artístico e a excelência que já são marcas registradas do Festival. Texto: Úrsula Pereira (Ascom Theatro da Paz) Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/58640/xxiii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-homenageia-puccini-com-casa-cheia Anterior Próximo

  • Pautas | Theatro da Paz

    Confira os procedimentos para a formalização de pautas no Theatro da Paz, bem como agendamento de registros fotográficos. 1/1 Formalização de Pautas Confira o nosso Manual de Espetáculos para obter mais informações sobre o que se realiza, o que não é permitido e os procedimentos para solicitar sua pauta no Theatro da Paz. Para esclarecimentos adicionais, entre em contato através do e-mail ou telefone abaixo. E-mail: pauta@theatrodapaz.com Fone: (91) 3252-8602 Manual de Espetáculos

  • Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff | Theatro da Paz

    < Volte Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz celebra os 150 anos de Sergei Rachmaninoff Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz 28 de mar. de 2023 Concerto será hoje (28), no palco do TP, com a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (OSTP) apresentará nesta terça-feira (28), as 20 h, um concerto em homenagem aos 150 anos de nascimento de Sergei Rachmaninoff, compositor de origem russa muito influente atualmente. Para executar o solo de piano de uma das peças, a orquestra terá a participação do virtuoso pianista brasileiro Estefan Iatcekiw, de apenas 19 anos. O concerto será no palco do Theatro da Paz, em Belém, com entrada gratuita. A iniciativa é do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). O concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” vai homenagear um dos grandes compositores de todos os tempos, que emigrou para os Estados Unidos, onde começou a ser influenciado pelo cenário da música sinfônica daquele país, e se inseriu no contexto da música erudita norte-americana. Compôs para muitas orquestras; regeu para outras e foi solista frente a orquestras, muitas vezes tocando suas próprias obras. No período e que ele viveu, esse trajeto era comum. Especificamente na música erudita. Muitos compositores deixaram a Europa carregando suas tradições culturais, principalmente por causa das guerras, e emigraram para os Estados Unidos da América em busca de mais estabilidade, como o violoncelista Jascha Heifetz e o compositor Stravinsky. Rachmaninoff se insere nesse contexto histórico. Era um país onde as orquestras sinfônicas estavam crescendo cada vez mais, e a cada dia surgiam novas casas de ópera. Um mercado em ascendência, principalmente para um compositor performer, que também era muito conhecido por tocar não só suas obras, mas de outros compositores. De acordo com Miguel Campos Neto, maestro titular da OSTP, é de grande importância mencionar Sergei Rachmaninoff como pianista virtuoso. “Obviamente, tendeu a compor muitas coisas para piano, mas longe de ficar conhecido como um compositor para piano, como é Chopin, com poucas obras que não são para piano. Rachmaninoff quebrou com esse paradigma e compôs largamente para orquestra sinfônica; compôs obras dramáticas. Por exemplo, quatro sinfonias. É importantíssimo mencionar, pois esse fato faz com que ele se desassocie daquela imagem do pianista compositor, simplesmente”, explicou. Duas facetas - O repertório mostra duas facetas diferentes do compositor Sergei Rachmaninoff. A primeira obra é o "Concerto nº 3", muito conhecido entre os pianistas como um dos mais difíceis para o instrumento. O próprio Rachmaninoff, mostrou o quão grande pianista ele era ao executar a obra. Como aconteceu no século anterior com Paganini para o violino, com Chopin e Liszt para o piano, que escreviam obras altamente virtuosísticas e extremamente difíceis, e eles tocavam para o público como uma espécie de dupla recompensa, como compositores e intérpretes. A segunda obra é "Concerto nº 2", muito popular entre frequentadores de cinema, por integrar a trilha sonora de “O Espelho tem duas faces”, filme de 1996, de Barbra Streisand. A obra mostra Rachmaninoff como um grande compositor criativo, muito além de um compositor para piano. "Danças Sinfônicas", obra em três movimentos, mostra uma riqueza de temas, de harmonia e orquestração invejáveis. Serviço : Concerto “Sesquicentenário de Rachmaninoff” da OSTP, sob a regência de Miguel Campos Neto. Dia 28 de março, as 20 h, no Theatro da Paz. Ingressos gratuitos. Podem ser retirados somente no dia do concerto, no site ticketfacil.com.br , a partir de 09 h ou na bilheteria do TP, a partir de 18h . São apenas duas unidades por CPF. Texto: Úrsula Pereira - Ascom/Theatro da Paz Anterior Próximo

  • XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' | Theatro da Paz

    < Volte XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz apresenta a ópera 'O Menino Maluquinho' Úrsula Pereira (Ascom do Theatro da Paz) 26 de ago. de 2023 Festival é uma realização do governo do Pará e a superprodução será apresentada, sempre às 20h, dos dias 1º, 3 e 5 de setembro Entre os mais de 100 livros assinados pelo desenhista e escritor Ziraldo, ‘O Menino Maluquinho’ é o mais conhecido. A história de uma criança de imaginação fértil, com capacidade de inventar histórias, e que “só queria ser feliz”, foi publicada em 1980 e já ultrapassou os 3 milhões de exemplares vendidos. O protagonista, o inconfundível garoto travesso com a panela na cabeça, já ganhou os quadrinhos, o cinema, o teatro, a TV, invadiu as redes sociais e recebeu uma versão operística em uma superprodução que será apresentada no XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz, com três récitas que acontecem nos dias 1º, 3 e 5 de setembro, às 20h. O Festival é uma realização do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), em parceria com o Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM). A produção é fruto do termo de cooperação denominado Corredor Cultural da Amazônia, assinado em março de 2022 entre a Secretaria de Cultura do Amazonas e o Governo do Pará, por meio da Secult, Theatro da Paz e Teatro Amazonas, na capital manauara. Para Ursula Vidal, secretária de Estado de Cultura do Pará, o evento consolida a política pública de geração de emprego e renda, cultura e formação de plateia com um dos mais icônicos festivais do país. “A importância desse termo de cooperação técnica é potencializar a produção operística dos dois Festivais mais antigos do país e possibilitar a coprodução que, além de baratear, beneficia ambos os partícipes do convênio, pois torna possível a circulação da produção e abre portas para que se possa trazer mais títulos juntando a expertise de ambos os teatros”, disse. O universo lúdico do livro ganha nova vida com cenas repletas de música e coreografia, regência de Gabriel Rhein-Schirato, libreto de Maria Gessy de Sales, direção de cena de Matheus Sabbá, cenografia de Giorgia Massetani, figurino de Melissa Maia e uma produção que reúne um elenco de mais de 250 pessoas, entre cantores líricos, orquestra, dois coros e balé. A montagem Os cenários e figurinos de ‘O Menino Maluquinho’ chegaram em Belém na terça-feira (22), vindos de Manaus (AM). O cenário foi inspirado em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, onde se passa o enredo da obra de Ziraldo, e recebe a assinatura da cenógrafa Giorgia Massetani, junto aos cenotécnicos e diretores de palco do Festival de Ópera do Theatro da Paz. Giorgia explica que os cenários são mais que sustentáveis. “Estamos muito contentes de poder trazer nosso cenário para cá e ter essa troca com Belém, reforçando a irmandade do Corredor Cultural da Amazônia”. E continuou. “Estamos utilizando madeira, metalon, tecido, tintas, cola de contato em cenários mais que sustentáveis, pois estas construções cênicas podem tranquilamente ser reaproveitadas em outras produções, e assim conseguimos, com um custo menor, executar vários projetos”. O figurino colorido e rico em detalhes é assinado pela figurinista Melissa Maia, que produziu 200 figurinos utilizando 80% de tecidos recicláveis. A artista se inspirou nos artesanatos mineiros, no tapete que eles produzem na Semana Santa e em toda a memória de Ziraldo, que o compositor Ernani Aguiar conseguiu traduzir brilhantemente. “Quando eu recebi o convite para fazer ‘O Menino Maluquinho’ foi uma surpresa e uma enorme felicidade, pois o Maluquinho faz parte da minha infância, do meu imaginário. Então, para mim, é um desafio, porque é uma história que está viva em mim, mas também deu uma sensação de nostalgia poder reviver essa infância, nesse lugar fantástico que a ópera pode proporcionar para quem assiste. Eu espero conseguir manter essa fantasia que a história permite”, definiu Melissa. Os figurinos foram confeccionados por 50 profissionais, entre os quais, costureiras, aderecistas e modelistas do Amazonas, mas será adaptado em Belém, pelas mulheres atendidas pelo Projeto Sons de Liberdade, que visa a reinserção de egressos do Sistema Prisional no mercado de trabalho da economia criativa. “A arte tem um poder transformador. Então, a minha expectativa está muito grande porque eu quero poder, com esse trabalho, transformar a vida dessas pessoas, trocar aprendizados, conhecimento... E independentemente da situação que as pessoas estejam, é sempre possível um recomeço. Se eu puder fazer parte um pouquinho disso, eu vou ficar muito feliz”, finalizou Melissa. De acordo com Nandressa Nuñez, diretora de Produção do Festival de Ópera do Theatro da Paz, a parceria com o Amazonas, por meio do Corredor Cultural da Amazônia, é motivo de celebração. “Estamos felizes em poder realizar mais esta etapa do termo de cooperação técnica estabelecida entre os dois principais festivais de ópera do país. ‘O Menino Maluquinho’ é uma ópera grande, que envolve mais de 250 pessoas entre solistas, coro, bailarinos e equipe técnica. Ter o controle total de toda a engenharia que envolve o espetáculo, além dos ensaios, montagem de cenário e pessoas é o maior desafio e a gente se dedica para que o público se deleite com um espetáculo lindo e colorido e com uma menagem inspiradora”, explicou a diretora. A história e o elenco Uma infância cheia de amor, uma criança com a imaginação aflorada e um mundo transformado pela visão livre do Menino Maluquinho é o que traz a ópera escrita por Ernani Aguiar. O clássico infantil, em formato de ópera, conta ainda com a namorada de Maluquinho, Julieta, e o melhor amigo dele, Bocão, interpretados por Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva, Eike Salomão e Bruno Ricardo. A ópera narra a trajetória de um menino que tem a capacidade de brincar com o tempo. Maluquinho é um menino alegre, cheio de imaginação e que adora aprontar e viver aventuras com os amigos. Uma das manias do personagem é usar um panelão na cabeça. O Maluquinho será vivido pelos jovens paraenses Arthur Cavalléro, de 13 anos, e por Fellipe Rocha, de 11 anos, que vão revezar as apresentações. A ansiedade pela estreia é um elemento a mais. “Estou muito feliz e agradecido por essa oportunidade. Estudamos bastante para a nossa primeira ópera e eu não vejo a hora de estrear. Esse é um presente para a gente”, explicou Arthur. Fellipe não disfarça a alegria. “Estou ansioso, mas estou muito mais feliz. Ensaiamos muito e agora a gente quer encontrar o público. Como diz o Menino Maluquinho, ‘o importante é ser feliz’ e a gente quer que todo mundo se divirta com a gente”, finalizou Fellipe. Ficha Técnica Música: Ernani Aguiar Libreto: Maria Gessy de Sales Diretor de cena: Matheus Sabbá Maestro: Gabriel Rhein-Schirato Regente do coro infantil: Eliane Fonseca Regente do coro adulto: Maria Antonia Jimenez Preparador do Menino: Adamilsom Guimarães Pianistas correpetidor: Ediel Sousa Coreografa: Monique Andrade Assistente de coreografia: Remilton Souza Iluminador: kuka Batista Cenografo: Giorgia Massetani Legenda: Gilda Maia Visagismo: Omar Junior Diretor de palco: Claudio Bastos Assistentes de cenografia: Fred Barbosa e Alício Silva Contrarregra: Laura Conceição Assistente de figurino: Eilen Queiroz Elenco O Menino: Arthur Cavalléro e Fellipe Rocha Bocão: Eike Salomão de Freitas Santos, Bruno Ricardo Nazaré Fonseca e Silva Julieta: Pollyane Vitoria Cardoso, Lúcia Vitória Barbosa da Silva Pai: Marcio Carvalho Mãe: Elizabeth Moura Babá/ Professora: Lívia Berrêndo Avó (Mezzo): Luciana Tavares Avô (Barítono): Ytanaã Figueiredo Saci (Tenor): Tiago Costa Simbá + fantasma (Barítono): Dan Laciê O Tempo: Luiz Silva Porteiro: Gabriel Frota Bruxa 1: Wellen Avila Bruxa 2: Marcela Alves Bruxa 3: Gigi Furtado Valores dos ingressos: Plateia, varanda, frisas e camarotes de primeira ordem: R$70 • Inteira | R$35 • Meia Camarotes de segunda ordem: R$50 • Inteira | R$25 • Meia Galeria: R$40 • Inteira | R$20 • Meia Paraíso: R$30 • Inteira | R$15 • Meia Proscênio PCD (meia-entrada): R$30 • Inteira | R$15 • Meia Serviço: O espetáculo estreia no dia 1º de setembro e terá ainda mais duas récitas nos dias 3 e 5 de setembro, às 20h. Os ingressos serão vendidos a partir de segunda-feira (28), na bilheteria do Theatro da Paz, por meio do site: www.ticketfacil.com.br . Mais informações sobrea venda de ingressos podem ser obtidas no telefone (91) 98590-3523 ou no e-mail: bilheteriatdapaz@gmail.com . Texto de Ursula Pereira / Ascom Theatro da Paz Via Agência Pará: https://agenciapara.com.br/noticia/46715/xxii-festival-de-opera-do-theatro-da-paz-apresenta-a-opera-o-menino-maluquinho Anterior Próximo

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